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ARTES CÊNICAS

Elégùn incorpora a dança afro-brasileira no Arraial Ariano Suassuna

Espetáculo foi um dos selecionados na Convocatória de Ocupação de Pauta do Teatro Arraial Ariano Suassuna 2015.1

Paulo Pretz/Divulgação

Paulo Pretz/Divulgação

‘Elégùn, um corpo em trânsito’ foi vencedor dos prêmios de Melhor iluminação e Melhor bailarino durante o 21º Janeiro de Grandes Espetáculos

O espetáculo ‘Elégùn, um corpo em trânsito’ inicia curta temporada no Teatro Arraial Ariano Suassuna nesta sexta-feira (03/07), às 20h. A montagem é uma das selecionadas na Convocatória de Ocupação de Pautas 2015.1 do equipamento cultural, uma iniciativa da Secretaria de Cultura de Pernambuco, e terá sessões no local durante todas as sextas e sábados, sempre às 20h, até o dia 18 de julho. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro por R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Desenvolvido a partir de elementos da espiritualidade afro-brasileira, e com recursos da Lei de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Caxias do Sul (RS), ‘Elégùn, um corpo em trânsito’ é resultado de um projeto de pesquisa que transita pelos conceitos de “corporeidade” e de “performatividade”, descritos nos livros ‘O corpo: pistas para estudos indisciplinares’, de Christine Greiner, e ‘O fazer-dizer do corpo’, de Jussara Setenta.

De acordo com Giorrdani de Souza, diretor do espetáculo, a ideia original foi de Jorge Kildery, um pesquisador da dança contemporânea brasileira que também é um dos intérpretes da montagem. “Com os recursos que ele conseguiu na Prefeitura de Caxias do Sul, fizemos a montagem e estreamos o espetáculo lá mesmo. Depois participamos da Mostra de Dança Brasileira e do 21º Janeiro de Grande Espetáculos, no qual recebemos os prêmios de Melhor iluminação e Melhor bailarino”, comenta Giorrdani, também conhecido como Kiran.

A montagem conta com sete cenas que, segundo Kiran, serão a base de um “experimento com metáforas utilizadas para delinear símbolos, arquétipos, imagens, movimentos, ritmos, orixás, sons, cores e conceitos relacionados aos sete chakras principais”. Ainda de acordo com Giorrdani de Souza, as apresentações, apesar de seguirem um roteiro pré-definido, são tomadas pela espontaneidade em cima do palco.

Além da concepção e direção, Kiran também compôs o figurino ao lado de Jorge Kildery. Os dois também são interpretes durante o espetáculo, junto ao ator Conrado Falbo. A produção musical é de Diogo Guedes, que também executa a trilha sonora com os músicos Caio Lima e Hugo Medeiros. A concepção do visagismo é de Jorge Kildery, com execução de Jennyfer Caldas, e a iluminação é de Natalie Revorêdo. A produção da peça ficou por conta do Coletivo Pomba Gira 24.

Teatro Arraial Ariano Suassuna

Localizado na Rua da Aurora, o espaço conta em seu acervo com 150 fonogramas para serem utilizados nos espetáculos e possui uma programação variada dentro da linguagem das artes cênicas, contemplando públicos de todas as idades. Considerada como um teatro de pequeno porte, possui 94 poltronas, ar-condicionado central e dois camarins, além de palco com 9,4 metros de largura e 7 metros de profundidade.

Serviço
Elégùn, um corpo em trânsito
Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista, Recife-PE)
Até dia 18 de julho, às 20h (sempre às sextas e sábados)
R$20 e R$10 (meia)
(81) 3184 3057

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