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ARTES CÊNICAS

Teatro Arraial divulga espetáculos selecionados na primeira temporada de 2017

Divulgação

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Cinco montagens vão compor a programação do equipamento cultural neste primeiro semestre

O Teatro Arraial Ariano Suassuna anuncia a grade de espetáculos que comporão sua programação neste primeiro semestre de 2017. As cinco montagens foram selecionadas através de uma convocatória pública de ocupação do espaço, e avaliadas por uma comissão de análise de mérito artístico-cultural, composta por cinco membros (três representantes da sociedade civil, dois representantes da Secult-PE/Fundarpe).

Os espetáculos que vão cumprir temporada no Arraial são: “A FUZARCA – Uma Brincadeira De Rua”, “DORalice”, “Retomada”, “Em Nome do Pai” e “Severinos, Virgulinos e Vitalinos”. Os produtores das montagens deverão comparecer à sede do teatro, na próxima terça-feira (7), a fim de entregar os documentos solicitados na convocatória. A temporada começa no próximo dia 17/3 (sexta-feira), com a montagem “Severinos, Virgulinos e Vitalinos”.  Confira aqui o resultado e abaixo a sinopse das montagens.

Fernanda Acioly/Divulgação

Fernanda Acioly/Divulgação

Severinos, Virgulinos e Vitalinos

Período: de 17/3 a 22/4
Sinopse: “São dois na estrada, na caminhada, um é o circo, o outro é o rito”. `Severinos, Virgulinos e Vitalinos` conta a saga de dois filhos de artistas. Um é filho de palhaço e o outro de uma atriz mambembe que fugiram com o Circo e a Carroça da Divina Inspiração. Os dois partem para os confins do sertão na busca dos seus pais e acabam deparando-se com a morte (Severina), a violência (Virgulino) e com o sonho (Vitalino). O texto traça simbolicamente a realidade do homem e sua arte nos caminhos e veredas do tempo e da vida. No espetáculo, circo, teatro e música se apresentam juntos no picadeiro.

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A Fuzarca – Uma Brincadeira de Rua

Período: de 19/3 a 30/4
Sinopse: Um abrigo e três mendigos. O que manda e os que obedecem. Povo e poder, um farsesco retrato da sociedade contemporânea numa história sobre poder e liberdade. Esse espetáculo conta a historia de Gegê e Pixuruca, dois mendigos que vivem sobre o comando de outro mendigo. Pimenta, aquele que manda, faz os seus subalternos acreditarem que é impossível viver sem o comando de um patrão. Mas um dia dois cantadores de rua aparecem na praça em que eles vivem e tudo pode mudar. Um espetáculo sobre a descoberta da liberdade através das brincadeiras do povo. É nesse contexto que o Grupo Teatral Risadinha comemora os seus 24 anos de muito trabalho, voltando ao seu espaço que tanto fez uso, a rua.

Fernando Figueroa/Divulgação

Fernando Figueroa/Divulgação

Retomada

Período: de 28/4 a 27/5
Sinopse: A performance “Retomada” nos fala das vozes que fortemente persistem ecoando sobre a terra arrasada. Nela o Totem corporifica a sacralidade das terras indígenas, sentida no ato ritual e na reverência de espírito aguerrido que tem seu povo pela sua terra. O espaço sagrado pelo qual se luta, é o mote desse trabalho, uma ode à mãe geradora e mantenedora de tudo. A cena ritual criado pelo grupo, não representa ou reproduz rituais vividos nas aldeias, através do teatro performático característico de sua poética, o Totem manifesta sua identificação com o sentimento de resistência. Sendo este um ato ritual único, onde os corpos entoam a força coletiva e invocam as vozes silenciadas nas páginas do tempo.

André Ramos/Divulgação

André Ramos/Divulgação

DORalice

Período: de 7/5 a 11/6
Sinopse: Brincadeira de casinha e comidinha com Cidinha, a boneca preferida de Alice. A menina também brinca com um amiguinho de pique esconde, pega-pega, amarelinha. Alice e as histórias do Pai e os cuidados da Mainha. Tudo é brincadeira na vida da menina, até que um dia uma mão malvada invade a casinha de Cidinha e tudo muda na vida de Alice. O espetáculo não usa palavras para contar esta história…

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Em nome do Pai

Período: de 2/6 a 17/6
Sinopse: “Em nome do Pai” reacende o debate sobre a valorização do texto, resgatando a importância do literário no teatro. No palco, pai e filho se enfrentam num embate psíquico desgastado pelo conhecimento vulgarizado de que as relações afetivas se estabelecem, logo após a morte do principal elo entre os dois: a mulher – esposa e mãe. Os sentimentos de amor, raiva, solidariedade e repulsa estão misturados sob a dor dessa perda avassaladora.

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