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AUDIOVISUAL

Secult e Fundarpe lançam nota sobre fim da Condecine para as telefônicas

NOTA OFICIAL 

A Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Fundarpe estão alinhadas com a Agência Nacional de Cinema (Ancine) e toda produção do audiovisual nacional em defesa da continuidade da contribuição da Condecine pelas empresas de telefonia móvel. A interrupção do pagamento desta contribuição pelas Teles afetaria profundamente a arrecadação do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) que, desde a Lei 12.485/2011, vem injetando recursos expressivos na produção do audiovisual nacional e, em particular, na pernambucana.

Nos editais do Funcultura Audiovisual 2015 e 2016 os aportes de recursos do FSA foram de R$ 8.550 milhões e R$ 9.980 milhões respectivamente, representando cerca de 50% dos valores ofertados por esses certames para a produção do audiovisual no Estado, nesses dois anos. Sem dúvida, os investimentos do FSA foram decisivos para o crescimento da produção de conteúdos audiovisuais para cinemas, TVs, smartphones e tablets, e, por conseguinte, do mercado audiovisual.

É irrefutável que, em Pernambuco, os investimentos da Secult-PE e Fundarpe no audiovisual, através do Funcultura e da Ancine , por meio do FSA, colaboraram para o surgimento de diversas produções, hoje com visibilidade dentro e fora do país. O reconhecimento desse importante período da produção pernambucana pode ser observado em diversas premiações e no testemunho de vários críticos de cinema do Brasil.

Além disso, o aumento do volume de vídeos que trafegam hoje na rede 4G é uma demonstração direta do retorno desses investimentos para as Teles.

A perda desses investimentos interromperia um ciclo virtuoso que se observa no segmento audiovisual, impulsionado pela promulgação da lei 12.485/2011.

Por todas essas razões e em prol da produção do audiovisual brasileiro, a Secult-PE e a Fundarpe permanecerão firmes na defesa da continuidade dessa contribuição.

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