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Conselho de Preservação

NOTA DE PESAR – José Luiz Mota Menezes

O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural recebeu com muita tristeza a notícia do falecimento de José Luiz Mota Menezes, Conselheiro de Notório Saber deste Órgão. Lamentamos a perda de um dos nossos representantes mais atuantes, com destacada participação nas decisões e na defesa do Patrimônio Cultural, bem como, no exercício incansável de aprimorar as políticas públicas voltadas à cultura no estado de Pernambuco.

José Luiz nasceu em Alagoas e mudou-se para o Recife em 1945, aos 09 anos de idade. Arquiteto, Urbanista e escritor,  foi um dos maiores conhecedores do desenvolvimento urbano do Recife. Tornou-se professor da Universidade Federal de Pernambuco e por duas vezes assumiu a presidência do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. Atuou como membro da Academia Pernambucana de Letras e foi responsável pela Comissão Especial de Política Urbana do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco.

Autor de diversos livros, deixa um legado intelectual imensurável às novas gerações que encontrarão em seus escritos, o conhecimento e a paixão de uma carreira dedicada à produção e transmissão do saber. Em vida, dedicou-se à produção intelectual e ao desenvolvimento de práticas voltadas à arquitetura e a história da cidade do Recife, Olinda, bem como, do estado de Pernambuco e outros estados do nosso país, se mantendo atento às transformações urbanísticas, sendo testemunha dos processos de desenvolvimento em nosso território nacional.

Enquanto Conselheiro do CEPPC/PE, participou ativamente dos debates e decisões tomadas, sendo solidário e atuando de forma implacável através dos princípios que construiu ao longo de sua vida. Sensível ao tempo, sempre agiu com gentileza e acuidade quando consultado sobre assuntos de interesse público e de impacto para o desenvolvimento urbanístico local.

Nos despedimos de nosso querido “Zé Luiz”, prestando nossa homenagem a tudo que ele representou e continua representando para nossa sociedade. Sua forma humanística de fazer ciência e de pensar a cidade em sua espacialidade e uso social,  nos motiva a continuar o trabalho em prol deste egrégio Conselho, acreditando na potencialidade do modelo democrático de participação das políticas públicas que se voltam ao Patrimônio Cultural Pernambucano

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