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Economia Criativa

PE Criativo participa de debate da economia da cultura em Brasília

O encontro reuniu 14 Incubadoras da Rede Brasil Criativo, no Distrito Federal, entre os dias 13 e 17/7

Ascom/MinC

Ascom/MinC

O secretário Carlos Paiva destacou a importância do programa Brasil Criativo no apoio aos empreendedores

*Com informações da Ascom/MinC

O Espaço Pernambuco Criativo, fruto do convênio firmado entre a Secretaria da Economia Criativa do MinC, a Fundarpe/Secult-PE e a UFPE, participou, nos dias 13 e 17/7, do 2º Encontro da Rede Incubadoras Brasil Criativo, que reuniu em Brasília representantes das 14 Incubadoras espalhadas pelo território nacional. Promovido pela Secretaria de Políticas Culturais (SPC) do Ministério da Cultura (MinC), em parceria com o Sebrae Nacional, Sebrae-DF e Secretaria de Cultura do Distrito Federal, o evento teve diversas atividades na incubadora BSB Criativa, em Brasília.

“O encontro foi importante para o fortalecimento da Rede de Incubadoras Brasil Criativo e, principalmente, para a troca de experiências e lições aprendidas entre os 14 Estados presentes no evento. Tivemos a oportunidade de conhecer outras iniciativas de empreendedorismo e inovação em execução pelo sistema MinC e também de inteirar-se de experiências de outros Ministérios, que podem agregar valor ao PE Criativo e ajudar na elaboração do plano de sustentabilidade do projeto”, disse Bruno Cavalcanti, atual coordenador de Economia Criativa da Secult-PE/Fundarpe.

O secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do MinC, Carlos Paiva, destacou a importância do programa Brasil Criativo no apoio aos empreendedores. Ele afirmou que abrir o leque de financiamento para o setor, estimulando o surgimento de novas linhas de crédito, é uma prioridade do governo até 2018. “Também precisamos fazer com que a informação sobre essas formas de financiamento chegue à ponta”, frisou.

Agentes de inovação
A coordenadora do programa Agentes Locais de Inovação (ALI) do Sebrae Nacional, Adriana Dantas, explicou o papel desses agentes no apoio aos pequenos negócios de áreas como a economia criativa. Bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), os ALI vão às empresas promover práticas inovadoras em gestão, processos e desenvolvimento de produtos. Adriana Dantas sugeriu aos representantes das incubadoras que procurem as unidades estaduais do Sebrae para desenvolverem parcerias que deem acesso ao programa para os empresários da cultura.

O encontro também contou com a participação de Marcos Guimarães, representante do programa Startup Brasil, do governo federal. A iniciativa seleciona projetos que são apoiados por aceleradoras (empresas que fomentam startups) em um período que vai de quatro meses a um ano. O programa distribui bolsas e inclui ações como acesso a mercados e missões técnicas. Pelas quatro turmas do Startup Brasil, já passaram 183 projetos.

O diretor de Estudos e Divulgação da Secretaria Nacional de Economia Solidária, Valmor Schiochet, expôs sobre o Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas (Proninc). O programa dá apoio financeiro a projetos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e de extensão a incubadoras tecnológicas de empreendimentos econômicos solidários. A economia criativa está bastante presente em associações e cooperativas de economia solidária por meio de setores como o artesanato.

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