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Festival de Inverno

Lúcio Maia leva seu “Maquinado” ao Palco Pop do FIG

Músico foi a segunda atração da noite, que também contou com Sambê, Arraial da Pavulagem e A Nata

Por Cecília Almeida

Lúcio Maia, Maquinado (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)

Lúcio Maia, Maquinado (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)

Em sua quarta noite, o Palco Pop do 22º Festival de Inverno de Garanhuns, localizado no polo Euclides Dourado, recebeu Maquinado, projeto de Lúcio Maia, guitarrista da banda recifense Nação Zumbi. A banda foi a segunda atração da noite desta segunda-feira (16/7) e contou com a presença de um público fiel, que pôde interagir com o músico, cantando junto com ele os sucessos de sua ampla carreira musical. Além de Maquinado, também se apresentaram as bandas A Nata, Arraial do Pavulagem e o cantor Sambê.

O reggae foi o primeiro ritmo da noite, que começou às 18h. A banda garanhuense A Nata animou a multidão que começava a se acumular no Euclides Dourado. O grupo cantou composições próprias e também versões de grandes ídolos do reggae, como Bob Marley, sendo acompanhado pelos espectadores.

Quando Lúcio Maia subiu ao palco, para apresentar seu projeto solo, Maquinado, um grande público estava formado no local. Desde a abertura do show, que começou com “Jorge”, até o encerramento, com “Sem Conserto”, fãs de Maia vibraram e cantaram o seu repertório. “Foi um clima muito legal. Gostei que ele cantou músicas do primeiro CD, músicas do Mundo Livre, da Nação… Foi muito bom”, descreveu o estudante Reginaldo Viegas, 23.

Sobre Maquinado, Lúcio Maia diz que deseja levar o projeto à frente, mas espera por um momento mais tranquilo em sua carreira, para ter a oportunidade de amadurecer suas criações mais recentes. “Quero fazer isso com o coração”, afirmou. Ao falar do FIG, Lúcio considera essencial a iniciativa de descentralizar o acesso à cultura e levá-la para além das capitais. Ele ainda lembra que já esteve em diversas outras edições do Festival, acompanhando a Nação Zumbi e sua banda instrumental Os Cabulosos, dizendo estar feliz pela oportunidade de trazer, desta vez, o Maquinado.

Depois de Lúcio, a paraense Arraial do Pavulagem assumiu o Palco Pop. A banda, que tem suas raízes na cultura do boi-bumbá, colocou a multidão para dançar com sua mistura de ritmos regionais. Cheios de adereços coloridos, os integrantes do grupo fazem juz ao nome da banda, que faz referência ao pavão e brinca com aquelas pessoas que fazem de tudo para aparecer.

Sambê encerra a noite no Palco Pop. (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)

Sambê encerra a noite no Palco Pop. (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)

Para encerrar a noite, Sambê, recifense radicado no Rio de Janeiro, trouxe no repertório músicas de seu novo disco, “O mundo inteiro é dela”, cuja faixa-título abriu o show. O artista demonstrou sua versatilidade, circulando pelo frevo, maracatu, xaxado, samba, reggae e ritmos africanos.

Nesta terça-feira (17/7), os músicos que passam pelo Palco Pop são: Catarina Dee Jah, Tiê, Caçapa e Júnior Barreto.

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