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Festival de Inverno

O Palco Pop cabe no coração de Bárbara Eugênia

Bárbara Eugênia (foto: Marcelo Soares)

Bárbara Eugênia (foto: Marcelo Soares)

Por Guilherme Gatis

Depois de um sábado acelerado com os shows de Querosene Jacaré e Tigre Dente de Sabre, o Palco Pop deu um suspiro, colocou o pé no freio e parou para ouvir Bárbara Eugênia. Dona de uma voz doce e delicada e munida de canções que remetem a várias fases e momentos de relacionamentos amorosos, a cantora de aparência frágil, traços finos e delicados seduziu Garanhuns com as canções de seu novo álbum, É o Que Temos.

“Procure uma pessoa especial na platéia, um gatinho ou uma gatinha, você vai sentir vontade de dançar juntinho”, avisou o locutor do Palco Pop, Aslan Cabral, antes de chamá-la para a cena. Surpreendida pela calorosa recepção do público, que sabia cantar inclusive suas novas composições, Eugênia celebrou o amor, explícito, estampado em seu rosto na figura de um coração pintado, que atraia ainda mais as atenções para si. “Estou muito feliz de estar tocando fora de São Paulo, é muito bom vir para cá, cantar para vocês”.

O repertório ainda contou com canções de seu primeiro álbum, Journal BAD e duas versões de músicas consagradas. Por Que Brigamos, de Diana, e Estrada de Santos, de Roberto Carlos.

As canções com apelo pop chegavam aos ouvidos com arranjos aditivados  por uma banda de excelentes músicos como Astronauta Pinguim, (teclados, programações e até mesmo um teremin) e Clayton Martin, baterista de grupos como o Cidadão Instigado, “a melhor banda do Brasil”, pontuou a cantora, antes de cantar O Tempo, da banda cearense.

O bis, inesperado, saiu de improviso. Um agrado à Garanhuns, que a acolheu como mais uma flor em seu jardim.

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