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Festival de Inverno

Jovens e “coroas” atenderam ao chamado do romantismo no Palco Dominguinhos

Por: Paulo Costa.

Leonardo Sullivan, Agnaldo Timóteo e Joanna formaram a tríade romântica que encantou a multidão, ontem, no Polo Dominguinhos. O FIG 2015 tem a diversidade como marca da sua programação, para todas as idades e gostos musicais. Sob a garoa, as pessoas cantaram, dançaram e saudaram seus ídolos com calorosos aplausos, da primeira à última música.

Normando Siqueira/Secult-PE

Normando Siqueira/Secult-PE

O cantor Leonardo Sullivan fez o público cantar junto seus grandes sucessos

O cantor Leonardo Sullivan, já nas primeiras estrofes, fez a plateia levantar e balançar os braços de um lado a outro, no ritmo da música. As pessoas se emocionaram quando ele cantou: “Quando digo que não quero mais você é porque te quero / Não posso imaginar o que vai ser de mim se te perder.” Um coral gigante se formou, com jovens e “coroas”, para acompanhar a versão de All my loving, dos Beatles: “Feche os olhos e sinta um beijinho agora.”

“A diversificação, essa programação eclética, é a marca desse evento; e faz do FIG um festival charmoso, um dos mais importantes do Brasil”, afirmou Leonardo Sullivan.

“Foi espetacular trazer artistas de renome para pessoas da minha faixa etária e para alguns jovens que também estão aqui com a gente. Achei que a música romântica estava quase extinta.” Jorge Mercês, 60 anos, Recife.

Normando Siqueira/Secult-PE

Normando Siqueira/Secult-PE

Agnaldo Timóteo cantou pela primeira vez no festival

A segunda atração da noite chegou ao palco com sua irreverência e simpatia de sempre. Trajando um paletó amarelo, Agnaldo Timóteo retribuiu os aplausos com beijos. Todo mundo na praça, de guarda-chuva aberto, respondeu coreograficamente a pergunta da música inicial: “Quem é que não chora por alguém?” Uma forte onda de aplausos cresceu no local quando ele cantou, com voz potente e marcante: “Se algum dia à minha terra eu voltar…” O público, acompanhando todas as canções, ficou sob o domínio do menestrel até o último acorde.

Agnaldo desabafou com alegria e com seu jeito despachado: “Eu estava brabo porque está é a primeira vez que venho ao festival. Que coisa, nunca tinha cantado nesse palco! Agora tô feliz da vida. Vir ao encontro do público romântico é sempre maravilhoso. Como é maravilhoso o Festival de Inverno fazer este reencontro com meus fãs de sempre e o encontro com os novos.”

Normando Siqueira/Secult-PE

Cantora Joanna ressaltou a grandeza do festival e sua alegria em cantar para a multidão

Quando a cortina se abriu para o derradeiro show da noite, com a banda ainda tocando os primeiros acordes, o público parecia ir ao clímax da emoção. Joanna entrou elegante, firme e sorridente. Aplausos demorados! Soltou a voz. As pessoas se apertaram ainda mais, perto do palco. A união de Joanna com o público do FIG se fez quando ela caminhou na plataforma que sai do palco em direção à massa, e cantou um dos seus maiores sucessos, Recado: “Meu namorado é um sujeito ocupado…” Ela seguiu noite adentro, desfilando seu repertório consagrado, cobrindo a noite de segunda-feira com sua voz ecoando na praça e o povo cantando junto.

“Este evento, aqui em Garanhuns, é muito especial porque une música, artes cênicas e plásticas, literatura e muito mais. É um festival importante. E também acho lindo esse encontro de gerações com a música, agora nesse palco, com todo esse povo maravilhoso prestigiando nossa noite”, disse Joanna, entusiasmada.

“O bom do festival é que traz música para todas as pessoas, para os jovens e para os mais velhos”, comentou Emanuela Monique, 20 anos, de Garanhuns.

É a primeira vez que venho. Estou gostando porque a programação atende a todo tipo de público, não restringe, amplia”, pontuou Ednaldo Silva, 48 anos, de Bezerros.

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