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Formação Cultural

Coletivo de Comunicação Popular fomentou novas leituras sobre produção radiofônica no FIG

Além das ondas eletromagnéticas, o rádio contemporâneo encontra na internet uma extensão para novas possibilidades estéticas e narrativas. Tecnicamente, as plataformas digitais ampliam as condições de não apenas ouvir, mas também de falar através da linguagem radiofônica. Nesta perspectiva, a oficina “Comunicação e Cultura Digital: produções radiofônicas para comunicação popular” abriu portas para a teoria e a prática do ativismo social através pela comunicação.

Contando com público de diversas áreas, a oficina utilizou metodologia participativa durante os cinco dias de realização – de 25 a 29 de julho. A carga horária de vinte horas foi utilizada para análise de conjuntura da comunicação no país, leitura de possibilidades criativas nas narrativas sonoras, apresentação de plataformas digitais e ferramentas para produção radiofônica. Como resultado, foi criada uma conta na rede social de compartilhamento de áudio SoundCloud. O perfil está armazenando conteúdo sobre as atrações do FIG 2016, tema escolhido pelos próprios participantes.

Divulgação

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Participantes registraram o momento ao lado do facilitador Daniel Lamir (à direita)

“Eu vi a possibilidade de usar as peças radiofônicas para muito além do trabalho comercial de rádio. O potencial que a internet proporciona hoje possibilita projetos populares, culturais e educativos, que vão além das fronteiras potenciais de radiodifusão”, avalia o administrador Antônio Ferrão, participante da oficina.

Além do debate sobre a necessária democratização da comunicação no país, ferramentas como celulares e softwares livres reforçaram as práticas de possibilidades no acesso do fazer radiofônico. Os participantes compartilharam e planejaram estratégias de ativismo pelas redes sociais, com propostas de produção de gêneros e formatos diversos como radiojornalismo, radionovela, spots e podcasts.

“Essa oficina tem sido um encontro com a nova perspectiva com o som para a mobilização e comunicação social. A comunicação nesta perspectiva da oficina passa a ser falar, ouvir e sentir. Para mim, a oficina é uma nova oportunidade de novos encontros com o som”, ressalta Marta Grosso, jornalista que mora no município de Feira de Santana (BA).

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Os conteúdos produzidos estão disponíveis online

A oficina dialogou ainda com algumas das outras 37 disponíveis nesta edição do FIG, como, por exemplo, a da Banda de Pífanos e a de Música Freeletrônica. Ministrada pelo jornalista e radialista Daniel Lamir, as atividades da oficina “Comunicação e Cultura Digital: produções radiofônicas para comunicação popular” foram realizadas através do Terral Coletivo de Comunicação Popular.

“Vai ficar registrada [a oficina] não só nas mídias, mas também na experiência de cada um de nós, tanto profissional quanto pessoal. Aqui sai muito mais que conhecimento. mas aqui fizemos um crescimento pessoal e humano”, destaca a aluna de veterinária Mary Rodrigues.

Ouça os conteúdos produzidos pelos participantes em Viva o FIG.
Conheça melhor o Terral Coletivo de Comunicação Popular.

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