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Bernardo Brayner fala sobre o processo criativo do seu novo livro no Café Castigliani

Escritor irá conversar com público e seu editor sobre o projeto literário Autobreugrafia, realizado com o incentivo do Funcultura. Bate-papo será neste sábado (23/03), às 17h, na Castigliani

Chico Barros/Divulgação

Chico Barros/Divulgação

No projeto literário “Autobreugrafia”, o autor mistura ficção, biografia e ensaio

Bernardo Brayner está finalizando a escrita de um novo livro que mistura ficção, biografia e ensaio. Neste sábado (23/3), o autor compartilha sobre o seu processo criativo junto ao editor Antonio Marcos Pereira. O desenvolvimento da obra contou com bolsa de criação literária do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. O bate-papo acontece, a partir das 17h, na unidade do Parnamirim do Café Castigliani. O acesso é gratuito. Não é preciso fazer inscrição prévia.

Num clima intimista, a ideia é conversar sobre a concepção original da obra, as referências do escritor, suas conversas com o editor e como a criação literária se desenvolveu até chegar a um manuscrito, que se transformará em livro. A publicação já está garantida, também com o incentivo do Funcultura.

Na obra, o escritor Bernardo Brayner deseja fazer um olhar para dentro, mas em vez de narrar os grandes acontecimentos como costuma acontecer na maioria das biografias, se dedica às coisas miúdas, aos pequenos acontecimentos, misturando memórias de infância, ficção e ensaio.

O título do projeto de criação literária – “Autobreugrafia” – faz referência a união entre as palavras abreugrafia e autobiografia. A abreugrafia foi um método de exame de imagem criado na década de 30 pelo médico Manoel de Abreu para diagnóstico da tuberculose e doenças pulmonares. Apesar do projeto ter sido denominado “Autobreugrafia”, o livro deverá ter outro título devido às transformações do processo criativo.

Inicialmente, o livro deveria ser uma ampliação do texto de sua autoria “Autobiographie”, publicado em versão bilíngue (português e alemão) na revista alemã Alba, na qual narra uma vida através de negações, uma biografia em negativo. No entanto, durante o processo criativo, a obra ganhou um novo formato e novas referências como o livro “W ou a memória da infância”, de Georges Perec (1936-1982) e “Cena Interior”, de Marcel Cohen (1937), ambos franceses e judeus, com origens na Polônia e na Turquia.

O escritor
Bernardo Brayner nasceu no Recife. Publicou o conto “Um animal estranho” pela editora e-galáxia, o ensaio “Nunca vi as margens do Rio Ybbs” pela Zazie Editora, além do texto “Autobiographie” na revista alemã Alba. Seu livro “Tudo é grande demais para a pobre medida da nossa pele” será lançado pela editora Papéis Papéis Selvagens.

O editor
Antonio Marcos Pereira é professor de literatura na UFBA, escreve crítica literária e trabalha como co-editor da Editora Papéis Selvagens.

Serviço
Conversa sobre criação literária com Bernardo Brayner e Antonio Marcos Pereira
Quando: 23/3 (sábado), às 17h.
Onde: Castigliani – Estrada do Encanamento, 323 – Parnamirim – Recife/PE
Acesso gratuito

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