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Cineclube Amoeda Digital traz filme sobre a revolução socialista cubana

Cineasta Cecília Araújo, convidada desta edição, escolheu o clássico Memórias do Subdesenvolvimento (1968), de Tomás Gutiérrez Alea, para a sessão principal. Antes do longa, a diretora participa de uma sesão com seu curta autoral 'Vitrais'

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O Cineclube Amoeda Digital retorna com a sua terceira temporada nesta próxima quarta-feira (4/05), no Bar Teatro Mamulengo, no Bairro do Recife. A sessão tem como convidada a cineasta Cecília Araújo, diretora do curta Vitrais – que será exibido no local. Cecília escolheu o clássico filme latino-americano Memórias do Subdesenvolvimento (1968), de Tomás Gutiérrez Alea, para a sessão principal. A entrada é gratuita e o evento começa às 19h30.

Vitrais fala da vida e a obra da vitralista franco-brasileira Marianne Peretti, a única mulher a integrar a comitiva de artistas que acompanharam o arquiteto Oscar Niemayer na construção da Capital Federal. Um caleidoscópio de imagens e cores com a fotografia de Jane Malaquias, montagem de Paulo Sacramento e direção musical de Otto e Pupilo.

Reprodução/Filme

Reprodução/Filme

Memórias do Subdesenvolvimento, de Tomás Gutiérrez Alea, foi o filme escolhido por Cecília Araújo para a sessão desta quarta (4)

Como curadora da sessão de maio do Cineclube Amoeda Digital, Cecília escolheu o filme caribenho Memórias do Subdesenvolvimento. Trata-se de uma ficção com passagens documentais sobre a revolução socialista cubana, inspirado no neo-realismo italiano. O longa é baseado no romance do escritor Edmundo Desnoes e percorre as ruas da capital Havana, após a família do personagem Sérgio migrar para os Estados Unidos, fugida do regime político instituído na ilha castrista.

Cecília é diretora, roteirista, produtora e continuísta. Trabalhou para diversos filmes da retomada do cinema brasileiro, em especial, como assistente de direção em Texas Hotel (1999), de Cláudio Assis, A História da Eternidade (2003), de Camilo Cavalcanti; e como assistente de produção em Baile Perfumado (1996), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira. Estudou Cinema na EICTV, em Cuba, e de lá construiu uma carreira marcada pelos diversos sotaques latino-americanos com produções para TAL TV e TV Cultura. Em 2015 filmou Te Sigo, seu primeiro longa-metragem, em fase de finalização.

O Cineclube Amoeda Digital conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura.

Serviço
Amoeda Digital exibe “Vitrais” e “Memórias do Subdesenvolvimento”
Quarta-feira (4/05) | 19h30
Bar Teatro Mamulengo (Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife)
Gratuito

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