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‘Círculos que não se fecham’ segue em cartaz na Escola Pernambucana de Circo

Espetáculo incentivado pelo Funcultura é gratuito, refletindo com o público sobre realidades angustiantes envolvendo a juventude

Divulgação

Com informações da assessoria

Abordando a juventude em circunstâncias compostas por dramas, conflitos e buscas pela realização de sonhos, o espetáculo ‘Círculos que não se fecham… Fragmentos’ prossegue nesta sexta-feira (25) e no próximo dia 2 de dezembro, na Escola Pernambucana de Circo (EPC), com apresentações sempre às 19h30. A encenação, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, é realizada gratuitamente e se trata de uma releitura de ‘Círculos – Experimento nº 1’, possibilitando que nesta versão o público reflita sobre questionamentos que tangem realidades assombrosas do mundo cotidiano.

Para Fátima Pontes, coordenadora da EPC, o objetivo principal da encenação é alertar os jovens enquanto agentes transformadores na sociedade, como seres sociais que estão além do dito popular: ‘a juventude é o futuro’. “É preciso dar credibilidade aos caminhos que eles trilham. Precisamos ser parceiros, amigos, estarmos atentos e fortes nesse caminho que se faz no caminhar, afinal ‘um passo à frente e você já não está mais no mesmo lugar’.  Parafraseando as canções que fazem parte do espetáculo ‘é preciso saber viver’ porque ‘desde o começo do mundo que o homem sonha com a paz, ela está dentro dele mesmo, ele tem a paz e não sabe. É só fechar os olhos e olhar para dentro de si mesmo”, afirma.

Círculos que não se fecham… Fragmentos’, é uma encenação que não procura trazer respostas, mas sim promover perguntas aos expectadores sobre realidades angustiantes de pessoas que todos os dias se deparam com estatísticas de mortes trágicas de jovens, principalmente negros e das periferias da cidade. “Há a violência, sim, mas também a poesia, a alegria da juventude, o prazer de estar em grupo, de fazer o que se gosta, os sonhos de um mundo melhor, mais humano. É a juventude vista não apenas pela ótica da ‘incapacidade’, da ‘marginalidade’, mas sim, e principalmente, pela percepção, confiança em suas potencialidades, capacidades, talentos, alegria de viver e realizar seus sonhos de vida”, finaliza Fátima.

Serviço:
‘Círculos que não se fecham… Fragmentos’
Próximas apresentações:
25 de novembro e 2 de dezembro
Horário: a partir das 19h30
Local: Escola Pernambucana de Circo (Av. José Américo de Almeida, n° 5, Macaxeira – Recife)
Acesso gratuito 

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