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Livro “Árvores Nativas, Cultura Medicinal” preserva conhecimento de comunidades rurais

A obra, que conta com incentivo do Funcultura, visa valorizar e preservar saberes sobre usos e vivências fitoterápicas com espécies nativas da Mata Atlântica

Divulgação

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O projeto conta com a colaboração de moradores nativos das de comunidades rurais pernambucanas, localizadas em
Garanhuns e São João

Salvaguardar os conhecimentos adquiridos, herdados e transmitidos oralmente, ao longo dos anos, por pessoas nativas de comunidades rurais pernambucanas localizadas em Garanhuns e em São João, valorizando e preservando esses saberes sobre usos e vivências fitoterápicas com espécies nativas da Mata Atlântica. Esse é o principal objetivo do projeto Árvores Nativas e Cultura Medicinal que – com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos, aprovado pelo Funcultura – já se encontra em sua segunda edição e, até o final de 2020, terá culminância com a publicação de um livro.

Essa nova edição conta com a ampliação de mais 10 espécies arbóreas nativas de Pernambuco com propriedades medicinais, somando um total de 31 espécies catalogadas. No livro, a difusão desses saberes foram transmitidas por dez pessoas residentes nas comunidades rurais de Garanhuns e São João, ou já moraram e hoje moram na área urbana de Garanhuns.

O Projeto faz parte da Mães da Iumas, que é uma iniciativa que visa o fortalecimento de ações voltadas para o fomento e multiplicação do registro do patrimônio imaterial com publicações sobre ensinamentos dos saberes e crenças, conhecimentos e práticas tradicionais, que cada vez mais correm risco de extinção.

“Os desafios são grandes, por isso a importância de iniciativas como essa da Mães da Iumas, que realiza ações de valorização desse patrimônio imaterial. O livro “Árvores Nativas, Cultura Medicinal” é uma forma de manter viva a tradição oral e o conhecimento fitoterápico das árvores, salvaguardando essa herança cultural”, conta Danielle Jansen, idealizadora da iniciativa.

O lançamento do livro está previsto para o final do ano, nas instituições de ensino público de Garanhuns, associações rurais e pontos de leitura, no entanto as ações do projeto, registros sobre ensinamentos dos detentores fitoterápicos, desde a colheita, preparação e uso, estão sendo publicados semanalmente no perfil do Instagram @culturamedicinal. Lá, e é possível conhecer o saber e fazer dos mestres e mestras detentores da fitoterapia arbórea tradicional.

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