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Funcultura

Livro-CD da Orquestra Pernambucana de Fotografia será lançado no CCI

Lançamento do projeto "Regida", que conta com incentivo do Funcultura e reúne vários fotógrafos e músicos pernambucanos, acontecerá nesta sexta-feira (16), no Capibaribe Centro de Imagem

Pio Figueiroa/Divulgação

Pio Figueiroa/Divulgação

O trabalho propõe um diálogo entre música e imagens

Um concerto de sons e imagens. É assim que o artista visual Gilvan Barreto define o livro-CD Regida, da Orquestra Pernambucana de Fotografia (OPEF), que será lançado nesta sexta-feira (16), às 20h, no Capibaribe Centro de Imagem (CCI). O projeto, que conta com incentivo do Funcultura, reúne músicos e fotógrafos em diálogo livre entre som e imagem e, segundo o seu idealizador, tem suas origens no Manguebeat, movimento que sacudiu o Recife na década de 90 e ganhou projeção no Brasil e no mundo. “Há cerca de 20 anos, Recife, a Manguetown, ferveu com parabólicas fincadas na lama. Fotógrafo profissional, vivendo na cidade, tentei registrar o máximo que pude de tudo que ouvia e sentia daquela cena. Queria mais”, conta Gilvan.

Na orquestra-estuário inventada por Gilvan, sons e imagens se fundem em braço de rio para desaguar em vazante universal. Em duplas formadas por músicos e artistas visuais, brota um arsenal de obras inéditas. A imagem é o estímulo à criação musical, com os artistas convidados escolhendo livremente a temática dos ensaios fotográficos. A resposta às imagens é dada nas músicas. Jorge Du Peixe se depara com a fotografia de Pio Figueiroa e, com os Afrobambas, compõe sobre o escuro. Para o trabalho Corpo Duro, do artista visual Rodrigo Braga, Otto escreve Pode Falar Cowboy. As irmãs Priscila e Karina Buhr geram Rimã. Bárbara Wagner recorre ao vídeo para fazer Faz que Vai, uma releitura criativa do frevo ao som da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério. Ao todo, a OPEF envolve 20 participantes, entre eles Fabio Trummer, Beto Figueiroa, Juliano Holanda, Ana Farache, Isaar, Ricardo Labastier, Junio Barreto, Rodrigo Braga, Gabriel Mascaro, Lira, Benjamin de Burca e a Orquestra Popular da Bomba do Hemetério.

Regente
Gilvan Barreto é pernambucano e mora no Rio de Janeiro há nove anos. Seu trabalho foca em questões políticas, sociais e na relação do homem com a natureza. Sua fotografia é influenciada pelo cinema e literatura. Em 2014, venceu o Prêmio Brasil de Fotografia, Prêmio Marc Ferrez (Funarte), Prêmio Conrado Wessel de Arte e fez parte do Rumos Itaú Cultural com o projeto Orquestra Brasileira de Fotografia. Tem três livros publicados: Sobremarinhos (independente, 2015), O Livro do Sol (Tempo D’Imagem 2013) e Moscouzinho (Tempo D’Imagem, 2012).

Serviço
Lançamento da Orquestra Pernambucana de Fotografia
Quando: 16/10 (sexta-feira), às 20h
Onde: CCI – Capibaribe Centro de Imagem (Rua da Aurora, 533, Boa Vista, Recife)
Informações: (81) 3032-2500

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