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Magiluth leva ‘O ano em que sonhamos perigosamente’ ao Teatro Arraial Ariano Suassuna

Montagem conta com incentivo do Funcultura e utiliza o próprio “fazer teatral” para questionar o momento político atual no mundo

Renata Pires/Divulgação

Espetáculo terá sessões no Teatro Arraial Ariano Suassuna entre os dias 29 de agosto e 13 de setembro, sempre aos sábados e domingos, às 20h.

O mais novo trabalho do Grupo Magiluth, o espetáculo ‘O ano em que sonhamos perigosamente’, vai estrear no Teatro Arraial Ariano Suassuna. A montagem, que utiliza o próprio “fazer teatral” para questionar o momento político atual, terá sessões entre os dias 29 de agosto e 13 de setembro, sempre aos sábados e domingos, às 20h. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), à venda na bilheteria do teatro.

De acordo com o grupo, a peça ”é uma obra aberta a múltiplas interpretações, um ensaio de resistência ético-estético-político, são linhas, não formas pré-estabelecidas”. O espetáculo tem direção de Pedro Wagner, que assina a dramaturgia junto com Giordano Castro, e é fruto do projeto “Jogo Magiluth: Manutenção de Pesquisa”, que teve incentivo do Funcultura, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe. O Magiluth contou ainda com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2014 e teve apoio do edital do Centro de Formação e Pesquisa Apolo-Hermilo para concluir a montagem.

 Renata Pires /Divulgação

‘O ano em que sonhamos perigosamente’ carrega uma forte influência da obra cinematográfica do grego Yorgos Lanthimos e dos pensamentos de dois filósofos, o esloveno Slavoj Zizek, e o francês Gilles Deleuze (1925-1995). Temas como o movimento Ocupe Estelita também provocam reflexões, no caso obre o desenvolvimento urbano do Recife, assim como outros movimentos que desabrocharam mundialmente, a exemplo do Occupy Wall Street, a Primavera Árabe, e a Revolução Laranja na Ucrânia.

O elenco é formado por Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Thiago Liberdade. Os atores contaram com a preparação corporal da performer Flávia Pinheiro, que também assumiu a responsabilidade da direção de arte. O desenho de som foi desenvolvido por Leandro Oliván, e a iluminação ficou a cargo de Pedro Vilela.

Renata Pires/Divulgação

Sinopse de ‘O ano em que sonhamos perigosamente’: “Essa coisa que eu fiz, dizem que vem dos gregos. É tipo… uma coisa. Tem beleza. É uma coisa que uma pessoa, ou um grupo de pessoas, fazem para outra pessoa, ou para outro grupo de pessoas. Pode ser algo planejado, ou algo inventado na hora. Essa coisa que você faz para o outro, tem que ser algo com o objetivo de apresentar uma situação e despertar sentimentos e reflexões. Dizem que vem dos gregos. Ah, essa coisa também pode ser o lugar onde se desenvolve isso. Esse tipo de coisa com beleza.”

Serviço
‘O ano em que sonhamos perigosamente’, do Grupo Magiluth
Teatro Arraial Ariano Suassuna
(Rua da Aurora, 457, Boa Vista, Recife-PE)
Sábados e domingos | 20h / De 29 de agosto a 13 de setembro
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Mais informações: (81) 3184 3057

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