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Funcultura

Arcoverde recebe a 1ª Mostra do Cinema Pernambucano

Serão exibidos seis filmes pernambucanos com sessões gratuitas, no Cine Rio Branco, em Arcoverde.

Durante a programação do Festival Pernambuco Nação Cultural – Sertão do Moxotó, acontece de 9 a 11 de outubro, na cidade de Arcoverde, a Mostra do Cinema Pernambucano. Seis produções do Estado serão exibidas no Cine Rio Branco, considerado um dos mais antigos cinemas em atividade na América Latina, em duas sessões, às 19h e às 21h. Longas-metragens premiados como “Era Uma Vez Eu, Verônica”, de Marcelo Gomes; “Tatuagem”, de Hilton Lacerda; e “Febre do Rato”, de Cláudio Assis, são algumas das opções que o público poderá conferir gratuitamente.

Para assistir a um dos filmes, a retirada do ingresso deve ser feita no dia da exibição, com duas horas antes de cada sessão. Ao final das exibições, serão realizados debates com a participação de produtores e diretores dos filmes exibidos, entre eles João Júnior (produtor de “Era Uma Vez Eu, Verônica” e “Tatuagem”), Renata Pinheiro (diretora de “Amor, Plástico e Barulho”), Daniel Aragão (diretor de “Boa Sorte Meu Amor”) e Cláudio Assis (diretor de “Febre do Rato”).

Os filmes selecionados para a mostra são um recorte da recente produção de longas-metragens produzidos em Pernambuco, com o incentivo do Governo do Estado por meio dos editais do Funcultura. As obras têm participado de muitos festivais de cinema, conquistando boas críticas e prêmios.

Confira abaixo a programação da Mostra de Cinema Pernambucano durante o FPNC Sertão do Moxotó:

Quinta-feira, 09/10
19h – Eles Voltam | Dir. Marcelo Lordello
Classificação indicativa: 12 anos
Facebook: https://www.facebook.com/elesvoltamfilme
Trailer: https://vimeo.com/77663311
Sinopse: Cris (Maria Luiza Tavares), 12 anos, e seu irmão mais velho são deixados na beira da estrada por seus pais. Em pouco tempo percebem que o castigo vem a se tornar um desafio ainda maior. “Eles Voltam” acompanha Cris em sua jornada de retorno ao lar. Um caminho feito de encontros, em que realidades distintas serão seus guias. Uma fábula de tons realistas sobre as vivências que farão Cris se revisitar.

Quinta-feira, 09/10
21h – Era Uma Vez Eu, Verônica | Dir. Marcelo Gomes
Classificação indicativa: 16 anos
*Exibição seguida de debate com João Júnior (produtor do filme)
Facebook: https://www.facebook.com/EraUmaVezEuVeronica
Trailer: http://vimeo.com/53008998
Sinopse: Verônica (Hermila Guedes) tem 24 anos e vive uma fase de transição, no Recife. Ela mora com o pai, José Maria, e acabou de se formar em Medicina. Sem tempo para a agitada vida que tinha quando era estudante, ela agora se dedica ao início da vida profissional em um ambulatório de hospital público. As condições são precárias e o cotidiano muito cansativo, não apenas pelo trabalho em si, mas também por ouvir os problemas de dezenas de pacientes todo dia. Uma noite, ao voltar para casa, ela resolve usar o gravador para falar de seus próprios problemas. O início segue o melhor estilo dos contos de fadas, com o clássico “era uma vez”.

Sexta-feira, 10/09
19h – Amor, Plástico e Barulho | Dir. Renata Pinheiro
Classificação indicativa: 14 anos
*Exibição seguida de debate com Renata Pinheiro (diretora do filme)
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=NuDv7nn8p4I
Sinopse: Shelly (Nash Laila) é uma jovem dançarina que tem o grande sonho de se tornar cantora de Brega (estilo musical popular do nordeste brasileiro). Ela entra para o show business em busca de fama e fortuna mas, inserida em um mundo onde tudo é descartável, incluindo o amor e as relações humanas, ela vai encontrar grandes dificuldades para atingir a fama. Seguindo os passos de Jaqueline, sua companheira de banda e musa inspiradora, ela pretende virar uma grande cantora de música Brega.

Sexta-feira, 10/09
21h- Tatuagem | Dir. Hilton Lacerda
Classificação indicativa: 16 anos
*Exibição seguida de debate com João Júnior (produtor do filme)
Facebook: https://www.facebook.com/pages/Tatuagem-o-filme/
Trailer: http://youtu.be/UwSX2SlHpEg
Sinopse: Brasil, 1978. A ditadura militar, ainda atuante, mostra sinais de esgotamento. Em um teatro/cabaré, localizado na periferia entre duas cidades do Nordeste do Brasil, um grupo de artistas provoca o poder e a moral estabelecida com seus espetáculos e interferências públicas. Liderado por Clécio Wanderley (Irandhir Santos), a trupe conhecida como Chão de Estrelas, juntamente com intelectuais e artistas, além de seu tradicional público de homossexuais, ensaiam resistência política a partir do deboche e da anarquia.
A vida de Clécio muda ao conhecer Fininha (Jesuíta Barbosa), apelido do soldado Arlindo Araújo, 18 anos: um garoto do interior que presta serviço militar na capital. É esse encontro que estabelece a transformação de nosso filme para os dois universos. A aproximação cria uma marca que nos lança no futuro, como tatuagem: signo que carregamos junto com nossa história.

Sábado, 11/10
19h – Boa Sorte, Meu Amor |Dir. Daniel Aragão
Classificação indicativa: 14 anos
*Exibição seguida de debate com Daniel Aragão (diretor do filme)
Site: www.boasortemeuamor.com
Facebook: www.facebook.com/BoaSorteMeuAmor
Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=spi6pgHW_qI
Sinopse: Dirceu (Vinícius Zinn), 30 anos, tem origens que remontam à aristocracia latifundiária do sertão pernambucano. Conformado em uma espécie de amnésia subjetiva, ele tenta enterrar o passado de sua família. Dirceu vive no Recife, cidade cuja paisagem sofre um descontrolado processo de transformação, em parte graças ao seu trabalho em uma empresa de demolição. Maria (Christiana Ubach) compartilha as mesmas origens sertanejas, embora use a cidade para outro propósito. Para ela, é uma despojada estudante de música com alma de artista. Se Dirceu aspira a um mundo estável e presente, Maria vive em discordância com o presente. Para ela, nada é como deveria ser. A presença de Maria, quase uma aparição, desencadeia em Dirceu a urgência por mudanças. Numa rota de fuga e peregrinação pelo deserto, um encontro singular está marcado para acontecer. Boa Sorte, Meu Amor é um anti-romance do impacto entre a música e o silêncio.

Sábado, 11/10
21h – Febre do Rato | Dir. Cláudio Assis
Classificação indicativa: 18 anos
*Exibição seguida de debate com Cláudio Assis (diretor do filme)
Site: http://www.febredoratofilme.com
Facebook: https://www.facebook.com/febredoratofilme
Trailer: http://youtu.be/ow07S72zhbw
Sinopse: Febre do Rato é uma expressão popular típica da cidade do Recife que designa alguém quando está fora de controle, alguém que está danado. E é assim que Zizo (Irandhir Santos), um poeta inconformado e de atitude anarquista, chama um pequeno tablóide que ele publica as próprias custas. Vivendo em um mundo particular, Zizo se depara com Eneida (Nanda Costa), uma jovem de aproximadamente 18 anos, que instiga e promove a transformação do poeta.

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