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Funcultura

Mulheres da música e das artes visuais pernambucanas são atrações do 2º Stúdio Tear

A união, o talento e o discurso de cinco artistas mulheres estão em evidência na 2ª edição do Studio Tear, projeto de difusão da música e da arte contemporânea que acontece em Garanhuns, com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. A programação desta sexta-feira (06) apresenta Ágda, Flaira Ferro, Graça Nascimento, Fernanda Limão e Laís Domingues, a partir das 20h. Os ingressos estão à venda no link.

Divulgação

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Projeto conta com incentivo do Funcultura

Apesar de viverem em diferentes regiões de Pernambuco, as artistas já possuem laços fortes. Ágda e Flaira com parcerias musicais; Flaira e Graça com algumas poesias musicadas; Graça e Fernanda pela inspiração mútua; Graça e Laís através das fotografias bordadas. Em comum na produção artística de todas elas, a luta pela igualdade, pela autonomia e pela participação efetiva da mulher no corpo social do nosso estado.

De acordo com Stephany Metódio, idealizadora do projeto, “é urgente e necessário fazermos nosso ninho e compartilharmos/trocarmos/apreciarmos as criações artísticas das mulheres do nosso estado, da nossa cidade e amplificarmos essas vozes cada vez mais, seja na arte ou em qualquer outro segmento, para que cada vez mais tenhamos uma sociedade igualitária, justa e menos preconceituosa! Pra mim, será uma noite muito especial, a curadoria foi pensada em cada detalhe e essas mulheres-companheiras que compõem a grade estão interligadas e farão dessa noite, uma noite inesquecível”.

SERVIÇO

Data: 6 de julho (sexta)
Local: Aldeia Tear – Rua Antônio Penante, 480, Garanhuns/PE
Hora: 20h abertura do espaço | 22h início das apresentações
Ingressos: R$ 12 (vendas pelo Sympla)

Divulgação

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Ágda

Ágda é cantora, compositora, atriz, desenhista e multi-instrumentista autodidata. Nascida em Santa Cruz do Capibaribe/PE, transformou a música em sua principal plataforma de expressão. No seu repertório autoral, apresenta conexões estreitas com temas que valorizam a simplicidade da vida e evidencia um diálogo entre composições com arranjos contemporâneos, conectados ao rock pernambucano, ao blues e ao folk, com elementos rítmicos da nossa tradição: o maracatu, a ciranda e o coco.

Bruna Coutinho Valença

Bruna Coutinho Valença

Flaira Ferro

Flaira Ferro é cantora, compositora e dançarina. Nascida no Recife/PE, ingressou na vida artística aos seis anos de idade através da dança. Em 2015, lançou o primeiro disco autoral independente intitulado Cordões Umbilicais, que entrou na lista dos 100 melhores discos do ano no site Melhores da Música Brasileira. Em março de 2018, lançou o single e o clipe de Coisa mais bonita, com repercussão viral na internet levantando reflexões sobre o tema do prazer feminino. Atualmente, a artista se prepara para o lançamento do segundo disco.

Zé Lucas

 Zé Lucas

Fernanda Limão

Fernanda Limão é poeta, professora e produtora cultural. Natural de São Paulo/SP, vive em Garanhuns/PE há quase duas décadas. Tem publicações em diversas antologias como TOC-140 (Carpe Diem, Olinda/PE), Profundanças (Voo Audiovisual, Ipiaú/BA), Prêmio VIP de Literatura (A. R. Publisher Editora, Maringá/PR), entre outras. Trabalha com intervenções literárias em diversos formatos, utilizando várias formas e espaços para disseminar sua poesia.

Divulgação

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Graça Nascimento

Graça Nascimento é natural de Canhotinho/PE de onde saiu aos seis anos para Caruaru/PE e lá brotaram as suas primeiras poesias. No início dos anos noventa, morou em São José do Egito/PE, onde se encantou pelo estilo poético sertanejo, que influenciou sua poesia. Possui dois livros editados independentes: Na nudez da Poesia e Outras Graças. Sua obra tem despertado interesse nos jovens e virou tema de monografias. Atualmente, mora em sua terra natal, onde exerce o cargo de Secretária de Cultura.

lais

Laís Domingues é artista visual. Nascida no Recife/PE, trabalha com fotografia, vídeo e bordado. Em agosto deste ano, começará o seu primeiro projeto de intercâmbio cultural com as bordadeiras de Passira, no agreste pernambucano, intitulado Bordando o Feminino. O projeto terá como culminância uma exposição que apresentará todos os processos da vivencia de quatro meses. Na mini exposição do Studio Tear, irá apresentar alguns bordados que perpassam temas como identidade, memória, corpo e alma (energia vital).

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