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Funcultura

Recifest 2015 começa nesta terça-feira (17)

Festival proporciona sessões gratuitas, abordando a homossexualidade em produções audiovisuais locais e nacionais. O Recifest conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.

Com informações da assessoria

Direcionado para fortalecer a representatividade LGBT no meio audiovisual, o Recifest – Festival de Cinema de Diversidade Sexual e de Gênero, estará movimentando o Cinema São Luiz entre os dias 17 e 21 de novembro, com a realização de sua terceira edição. A organização do evento estima que mais de 3.500 pessoas compareçam para as sessões gratuitas de 33 filmes selecionados para compor o festival.

Divulgação

Divulgação

´Translucidos’, de Guilherme Cândido e Asaph Luccas, abre a mostra de curtas nacionais, narrando a vida de pacientes presos para tratamento de disforia de gênero.

 As sessões são gratuitas e começam sempre às 19h30, contarão com curtas, longas e animações, além de sete performances. O evento, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, também dispõe de oficinas e debates envolvendo temáticas ligadas à homossexualidade, para produções audiovisuais locais e nacionais.

Nesta edição, o festival homenageia a Articulação e Movimento para Travestis e Transexuais de Pernambuco (Amotrans-PE). Surgido em 2008, o movimento tem como objetivo principal lutar pela cidadania e direitos humanos das pessoas travestis e transexuais em Pernambuco. Desde então, articula junto às esferas governamentais a criação de políticas e execução de políticas públicas em benefício deste público.

Programação:

Terça-feira, 17 de novembro – 19h30
Abertura, com os mestres de cerimônia Maria Clara Araújo e Leo Tenório
Performance:
Gazelle Paulo, nascido em Teresina, chegou em New York em 1992, depois de uma temporada de cinco anos no Rio de Janeiro, cidade que foi morar aos 17 anos. Gazelle se considera um artista visual por intuição já que nao tem formação acadêmica na área. “Sou movido pela emoção e beleza de uma vida, que eu mesmo construí…nao me deixando influenciar por nada negativo”, explica. O filme “Gazelle: The Love Issue” do diretor Cesar Terranova, documenta um período de sua agitada vida social mundo afora. Gazelle Paulo terá seu corpo pintado, ao vivo, pelo artista nova-iorquino Scooter LaForge em harmonia e tema da musica Lakmé.

Filme:
Gazelle – The Love Issue
(Gazelle – The Love Issue, 2014)
1h34min – Brasil, EUA, Polinésia Francesa
Documentário
Direção: Cesar Terranova
Elenco: Gazelle Paulo, Kenny Kenny, Paul Alexander, Scooter LaForge, Jack Doroshow aka Flawless Sabrina, Mark Anthony Grishaj
Sinopse: Paulo é um comissário de bordo brasileiro de 45 anos. Ele é internacionalmente famoso no mundo do after-hours pela persona fabulosa que ele tem trabalhado incansavelmente para criar, seu alter-ego artístico, Gazelle. Paulo é HIV +, mas nunca ficou doente antes e agora ele vê sua própria vida em perigo pela primeira vez. Com a triste morte súbita e trágica de Eric, seu parceiro de sete anos, Paulo deve passar por uma transformação de vida. Para sobreviver, ele embarca em uma transformação consciente, começando a filtrar o que importa em sua vida. Em seu caminho, além do novo amante, ele encontra colaboradores que o empurram para frente na vida e mostram mais significados para a palavra amor.
Classificação Indicativa: 12 anos

Quarta-feira, 18 de novembro – 19h30
Performance:
(Des) filando ‪#acordefrida3 – Na passarela, o desejo de ser autêntico. Blusas, camisas, vestidos, calças, colares, bolsas, sapatos, pessoas e gestos. Mas o nosso modelo é para nós mesmos ou para o que querem de nós? O #acordefrida3 e seu novo experimento de moda e imagem: (des) filando.
Participação: Fernanda Fiberson, Fernanda Lorranny, Heymilly Maynard, Veronica Valente, Aphrodith La Blue, Társio Gomes
Música: MásClara – Pitty Figurino: Chico Marinho
Desenho e stop motion: Rodrigos Fischer e Charles Pierra Direção: Luiz Carlos Filho
MOSTRA DIV.A – DIVERSIDADE EM ANIMAÇÃO
Ouch – (Ouch, 2013) – 0h03min – França – Animação
Direção: Fred Joyeux
Sinopse: A identidade do homem não é mais o que costumava ser é.

Bendik and The Monster
(Bendik and The Monster, 2014) – 0h10min – Noruega – Animação
Direção: Frank Mosvold
Sinopse: Bendik & the Monster é a história de um monstro, que sonha em ser uma cantora de cabaré. Bendik ajuda o monstro a seguir seus sonhos, enquanto o monstro ajuda Bendik com seu relacionamento com sua mãe e seu namorado. É uma história sobre encontrar a si mesmo e desafiar os preconceitos e as expectativas que os outros têm da sua identidade.

I Love Hooligans
(I Love Hooligans, 2013) – 0h13min – Holanda e Bélgica – Animação
Direção: Jan-Dirk Bouw
Sinopse: Um torcedor de futebol sente amor incondicional por seu clube. No entanto, por ser gay, ele tem que esconder sua identidade, a fim de sobreviver neste mundo que é tão precioso para ele.

Lady of The Night
(Lady of The Night, 2014) – 0h09min – França – Animação
Direção: Laurent Boileau
Sinopse: O jantar anual que comemora a morte de Corrnelius, revive memórias de Samuel. Ele tinha 20 anos quando descobriu sua atração por Cornelius. Atormentado pelo remorso e incompreendido por todos, ele nunca revelou sua homossexualidade para a família de Cornelius, a quem ele havia convidado naquela noite. Depois de sua partida, Samuel se retira para o seu quarto, desesperado, e busca refúgio em sua vida noturna: ele torna-se uma Rainha da Noite, em homenagem ao seu amor perdido.

Happy and Gay
(Happy and Gay, 2014) – 0h11min – EUA – Animação
Direção: Lorelei Pepi
Sinopse:”Happy and Gay” é um documento histórico revisionista refletindo a forma de um desenho animado musical dos anos 1930. Dois casais (amigos) saem para uma noite de diversão na cidade!
MOSTRA CURTAS INTERNACIONAIS

Performance:
3NOX – Em meio a nova era das drag queens, surge, com novas referências e expectativas, o grupo 3NOX, que vem acrescer à cena drag recifense. Composto por três pedras preciosas, Amber, Ruby e Amonit, cada uma com um talento e um diferencial, o grupo foi criado há quase um ano e já ganha destaque em festas, como performers, DJs e dragdoors. Ficou curioso? Sente o poder, close e a irreverência desse trio!
Componentes: Amonit (Allan Kelwin), Emilly (Estevão Silva) e Ruby (Anderson Braz)
Música: Mixtape intitulada LIBERTE-SE!
It’s raining men (The Weather Girl) + Vogue (Madonna) + Hush Hush (Pussy catdolls) – Duração de 6min
Direção e Figurino: Ruby Aziza
Áudio: Emilly Amber
Apoio: DRAGR

Filmes da Mostra curtas internacionais
Pepper
(Pepper, 2014) – 0h17min52seg – EUA – Ficção
Direção: Craig Young
Sinopse: Pepper é a história do envelhecimento de uma “Drag Queen” em seus momentos finais. Depois de um encontro casual com um menino de 8 anos de idade, Charlie, os dois embarcam em uma jornada para encontrá-lo e assim encontram a única coisa que Pepper tem procurado durante anos… coragem e aceitação.

My Life is a Dream
(My Life is a Dream, 2015) – 0h08min05seg – EUA – Ficção
Direção: Brian Benson
Sinopse: A atrapalhada e corpulenta prima Wonderlette nunca imaginou que encontraria o homem dos seus sonhos. Assim, quando seus sonhos se transformam em pesadelos ela não é fica surpresa. Nesta comédia de humor negro, seguimos a doce Wonderlette em uma viagem perturbadora para lugares assustadores onde ela encontra donas de casa dementes, suínos, gananciosos desviantes sexuais, e pior, sua mãe bêbada.

Novena
(Novena, 2014) – 0h18min – Irlanda – Documentário
Direção: Anna Rodgers
Sinopse: Novena é um premiado documentário que captura um momento raro quando duas pessoas que são gays e lésbicas são convidadas a dar um discurso em uma missa católica.

Followers
(Followers, 2014) – 0h12min – Reino Unido e Austrália – Ficção
Direção: Tim Marshall
Sinopse: Uma mulher idosa descobre uma visão de Jesus na sunga de seu parceiro de natação.

Quinta-feira, 19 de novembro – 19h30
Apresentação do cantores Almério & Geraldo Maia

MOSTRA COMPETITIVA PERNAMBUCANA
- O Ídolo Caído, de Felipe André Silva, PE, 9’07”
Na imagem, um reencontro.
- Virgindade, de Chico Lacerda, PE, 15’43”
Se pudesse, eu voltaria a ser uma criança só pra poder fazer mais do que eu já fiz quando era pequena!
- GIF, de Sócrates Alexandre, PE, 10’25”
La Conga Rosa encontra vibes além do horizonte.
- Crua,  de Benedito Leandro, PE, 20’
Tarcísio, membro de uma torcida organizada do Recife e entregador de água, mantém um caso amoroso com Adones, ator e escritor. Por não aceitar a homossexualidade de forma tranquila Tarcísio decide acabar de vez com o seu romance, mas por estar completamente envolvido com Adones não consegue enxergar uma forma de findar esse amor.
-  Como era gostoso meu cafuçu,  de Rodrigo Almeida, PE, 14’33”
É tão gostoso sonhar com você. É tão real que me causa prazer. E eu não penso mais em nada.
- Homorragia, de Lorena Arouche, PE, 7’10”
O filme aborda temática de gênero e seu entrelaçamento com estética e arte, utilizando imagens documentais da Marcha das Vadias, ocorrida em Maio de 2015 e imagens produzidas, experimentalmente, com luz colorida, fogo, líquidos e superfícies transparentes.
- Veludosas vozes veladas, de João Paulo Soares e Neidjane Tenório, PE, 3’11”
A realidade não é o bastante para mostrar o quão amedrontador pode ser o preconceito e a intolerância. A arte em movimento mantém, aqui, seus esforços para impulsionar as vozes disfarçadas pelo medo e ameaçadas pelo ódio de fundamentalistas, discriminadores, intolerantes, desumanos, fanáticos, extremistas e entre outros que ameaçam a liberdade e a dignidade humana. As palavras no corpo são abordadas com ironia, onde as agressões são postas diretamente e violentamente sobre o corpo. Palavras violam corpos, mentes e espíritos, têm força tanto para agredir e gerar o medo, quanto para combatê-los.
- Palloma, de William Tenório, PE, 9’12”
Palloma vive uma luta diária na construção de sua identidade.
- Luciana, de Chico Ludermir, 10’32”, PE
A partir da leitura de sua própria história, Luciana renarra as lebranças de suas vivências como travesti na época da ditadura militar brasileira. O ato de reler-se e recontar-se evidencia o processo de construção continuada de sua biografia, ao mesmo tempo em que escanClara os mecanismos de representação no filme e na vida.
- Corço, de Rafael Vascon, 7’03”, PE
Um homem, um dia comum. A caminho do trabalho ele é chamado de “veado”. Amordaçado pelo preconceito, ele encontra na arte o seu grito de libertação.
- Espaço, de Igor Travassos, 7’34”
Lugares contraditórios. Aquilo que já não é ou as possibilidades do que seria. Rodrigo, Gustavo e o indefinido.
- Mulheres(ES)Pelhos, de Rayza Oliveira, 7’27”, PE
Vídeo experimental produzido para conclusão do curso de Produção Audiovisual para Mulheres, realizado pela Secretaria da Mulher de Pernambuco. Pesquisas apontam que 77℅ das mulheres já foram vítimas de abusos físicos/sexuais, e que 10℅ desses crimes aconteceram dentro das suas próprias casas. Mulheres são vitimadas todos os dias, sem nenhuma medida que, de fato, consiga frear essa agressões. Ao se olhar no espelho, como essas mulheres se enClaram? O que essas mulheres conseguem enxergar em seus próprios reflexos? As mulheres que a sociedade parece não enxergar, ou enxergar pelo avesso, como elas se vêem? Como se desprender desses traumas? Conheça a história dessas várias mulheres, desses vários nomes, mas de uma só protagonista.

Sexta-feira, 20 de novembro – 19h30
Performance:
“Meu corpo e minha alma”, fragmento do espetáculo autobiográfico Lou&Leo, escrito e encenado por Léo Moreira Sá. A vivência da transexualidade é um continuum de ciclos de vida e morte, onde @ sujeit@ dessa jornada está sempre em processo. Não há um ponto de chegada, como também não há um ponto de partida. Desde que começamos a pensar convivemos com a sensação do não pertencimento e do vir a ser, e no fluxo constante das TRANSformações buscamos a liberdade possível dentro dos signos estáticos da cultura heterocisnormativa. A performance “Meu corpo e minha alma” apresenta um diálogo entre o presente, o passado e o devir. É um fragmento do meu espetáculo autobiográfico Lou&Leo dirigido por Nelson Baskerville.

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL
- Translúcidos, de Guilherme Cândido e Asaph Luccas, SP, 14’20”
“Translúcidos” narra a vida de pacientes presos em uma clínica de tratamento de disforia de gênero. Ali transgêneros vivem à base de medicamentos e técnicas de aversão, fazendo um claro comentário sobre a presença de transgeneridade na Classificação Internacional de Doenças (CID).
- Monstro, de Breno Batista, 19’28”, CE
Balada de amor e destruição.
- A Visita, de Leandro Corinto, 7’48”, RJ
Matheus tem nove anos e foi criado por Theo, seu tio. Hoje, vai finalmente reencontrar o seu pai biológico, que vem do exterior visitá-lo. Matheus sente falta da figura materna. Essa visita lhe trará alguns questionamentos sobre sua família e uma grande surpresa.
- O Mar que havia em seus olhos, de Carlos Camacho, RJ, ‘14’58”
Três amores impossíveis, três desencontros e um poema triste a entremear as ações de cada personagem. Tem amor que morre; tem amor que já nasce morto.
- Dessas coisas que acontecem, de Sueli Araújo, 19’58”, PR
Depois de estenderem suas roupas no terraço do prédio em que moram, dois desconhecidos, gays, são obrigados a conviver durante um dia inteiro após a porta de entrada para o terraço ter sido trancada acidentalmente por um deles. O tempo de convivência dos dois faz com que suas diferenças sejam expostas, no confinamento semelhanças são compartilhadas entre esses personagens pertencentes a universos distintos.
- Aceito, de Felipe Cabral, RJ, 20’
Junior prepara uma grande surpresa para pedir seu namorado em casamento, mas as coisas não acontecem do jeito que ele esperava.
- Ainda não lhe fiz uma canção de amor, de Henrique Arruda, RN, 15’48”
Greg e Alessandro estão no quarto se olhando. O sentimento de culpa e nostalgia daquele momento até pode marcar para sempre a vida dos dois, mas é apenas uma passagem para permitir que o amor caminhe livremente entre eles, sem amarras, sem estradas. Eles se olham. Eles se sentem. Eles se amam, independente das fotos nunca reveladas ou das canções nunca escritas.
- Blaxploitation: A rainha negra, de Edem Ortegal, GO 20’11”
A policial Eva Brown e sua namorada Juliana, nerd e cinéfila, descobrem que um poderoso “coronel” do estado está envolvido em um crime que pode destruir sua carreira. Após caírem no primeiro round da luta, as meninas mais malvadas da cidade voltam para provar que a vingança é doce como jujuba e tão divertida e explosiva quanto os filmes de ação.
- Javaporco, de Will Domingos e Leandro das Neves, RJ, 13’28”
Disseram que havia um canavial lá fora. E que agora toda a memória da cana se espalhou por aí.
- Aqueles dois naquela manhã, de Guilherme Macedo, RJ, 7’
Luis conhece Caio em uma boate e, de lá, os dois perambulam pela cidade. A conversa entre os dois é movida pela curiosidade do contato inicial e o medo de serem descobertos um pelo outro.

Sábado, 21 de novembro – 19h30
Performance: Phedra de Córdoba

Cuba Libre

(Cuba Libre, 2011) – 1h13min – Brasil – Documentário
Direção: Evaldo Mozcavel
Elenco: Phedra de Córdoba
“Cuba Libre” é um documentário que tem como objetivo promover a continuidade do debate sobre um dos temas mais emergenciais da sociedade brasileira contemporânea: a diversidade sexual. Através do retorno da atriz transexual cubana Phedra de Córdoba, do grupo teatral Satyros, a Havana depois de 53 anos sem pisar no seu país, o filme coloca em discussão a luta pelos direitos dos homossexuais num ambiente extremamente machista como a ilha governada durante décadas por Fidel Castro, hoje comandada por seu irmão Raúl.

Premiação
Além do Troféu Rutílio de Oliveira, os filmes concorrentes também são contemplados com:
PRÊMIO ABD/ APECI
A Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas/Associação Pernambucana de Cineastas foi criada em 1979 como entidade da sociedade civil sem fins lucrativos para mobilizar realizadores do estado. A ABD/APECI defende a produção audiovisual independente em todos os formatos e gêneros. O troféu concedido pela instituição é um prêmio de reconhecimento à criatividade, à liberdade artística e à sensibilidade perante a realidade.

PRÊMIO CINECLUBISTA MELHOR FILME PARA REFLEXÃO
FEPEC – FEDFERAÇÃO PERNAMBUCANA DE CINECLUBE
Criado pelo FEPEC com o objetivo de referendar o melhor filme para reflexão. A premiação refere-se ao conteúdo e a forma do filme exibido para provocar debates e discussões após sua exibição; importância para a formação do público; estímulo à prática e ao olhar cineclubista.

DEBATE
Dia 20 de Novembro, às 10h
Tema: UM PASSO à FRENTE: POLÍTICAS DE UTILIZAÇÃO DO NOME SOCIAL E DO BANHEIRO
Local: Auditório Tobias Barreto da Faculdade de Direito do Recife / UFPE
Praça Machado de Assis S/Nº – Boa Vista – Recife
Participantes: Luciana Vieira (mediadora / Diretoria LGBT UFPE); Maxwell Vignolli (Promotor de Justiça da Direitos Humanos); Léo Moreira Sá (ator, iluminador – SP); Dandara Alves (Estudante de Psicologia da UFPE / Ativista

Oficinas (Vagas já preenchidas)
Cineclubismo
Local – Contemporâneo (Rua da Moeda, 170, sala 101 – Bairro do Recife)
Capacidade – 25 pessoas
Faixa etária: a partir de 15 anos
Quando: 17 a 20 de novembro
Carga Horária – 16h
Horário das aulas: A partir das 14h

O Cinema LGBTT pós-Stonewall
Local – Ministério Público de Pernambuco – Av. Visconde de Suassuna, 99, Boa Vista
Recife
Capacidade –O auditório possui capacidade para mais de 300 pessoas
Faixa etária: maiores de idade
Quando: 19 e 20 de novembro
Carga Horária – 7 horas
Horário das aulas: 14h às 18h

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