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Funcultura

Secult-PE e Fundarpe divulgam resultado final do Funcultura Geral 2020-2021

Ao todo, 245 projetos foram aprovados, somando mais de R$ 15 milhões em incentivo na cultura pernambucana

arte/divulgação

A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) anunciam o resultado final do Edital Funcultura Geral 2020-2021. Ao todo, 245 projetos foram, somando mais de R$ 15 milhões em incentivo. Clique aqui e confira o resultado final do Funcultura Geral 2020-2021. E aqui para conferir o resultado dos recursos.

Foram aprovados projetos nas seguintes linguagens artísticas: Artes Integradas (5 projetos), Artes Plásticas (24), Artesanato (13), Circo (19), Cultura Popular (39), Dança (28), Design e Moda (9), Fotografia (21), Gastronomia (5), Literatura (18), Ópera (3), Patrimônio Cultural (26) e Teatro (35).

Para cada uma das linguagens foram contempladas ações de fruição, projetos da área de pesquisa e de formação (oficinas, palestras, seminários ou qualquer processo para formar fazedores de cultura).

Nesta edição do Funcultura Geral foram inscritos 1448 projetos, tendo 1170 passado para a segunda fase, que analisa o mérito cultural de cada um deles.

“Esse resultado soma-se aos dos outros editais do Funcultura (Microprojeto Cultural, Audiovisual e Música) já publicados neste ano, que juntos representam quase R$ 30 milhões de fomento em projetos culturais que serão executados em todo território estadual. É um recurso importante para a geração de emprego, renda e oportunidade para artistas e fazedores de cultura, além de ampliar o acesso dos bens e serviços culturais de qualidade para a população pernambucana”, ressalta Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.

O resultado deste ano apresentou uma taxa recorde de regionalização, com 35 (14,3%) projetos aprovados da Zona da Mata, 26 (13,5%) do Agreste e 49 (20%) projetos do Sertão. Esses números representam um marco na política de desconcentração territorial do acesso aos recursos do fundo. Para se ter uma ideia, há cinco anos (2016) 85% dos projetos aprovados se concentravam na RMR. Em 2021, o percentual foi de 52,2%. É importante se ter em perspectiva que a região metropolitana concentra quase 70% da demanda por projetos, apesar de concentrar 45% da população.

Neste contexto, é possível afirmar que não há mais concentração de aprovação na capital. O resultado aqui apresentado representa a eficácia das políticas de regionalização que passaram a ser adotadas nos editais. Vale ressaltar também que a desconcentração se dá não apenas no número de projetos, mas também com relação ao montante de recursos que serão destinados para cada macrorregião, sendo cerca de 50% dos recursos destinados aos projetos da Zona da Mata, do Agreste e do Sertão.

A democratização dos recursos disponibilizados pelo edital deu-se também por meio da diversidade racial e de gênero dos proponente aprovados. Mais da metade, 54,3% (133), dos projetos aprovados, veio de pessoas autodeclaradas negras (pretas e pardas) e 63,3% (155) por pessoas identificadas pelo gênero feminino. Já o percentual de projetos aprovados com ações de acessibilidade comunicacional para pessoas com deficiência chega a 98%.

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