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Teatro Arraial recebe programação do Janeiro de Grandes Espetáculos

Apresentações do Janeiro de Grande Espetáculos no equipamento cultural começam na próxima quinta-feira (10) e terminam no dia 6 de fevereiro deste ano

Reprodu~]ao/Internet

Reprodu~]ao/Internet

Augusta Ferraz, que já foi homenageada pelo Janeiro de Grandes Espetáculos, apresenta o ‘A arte de trepar’ na próxima quinta-feira (10)

O Teatro Arraial Ariano Suassuna, equipamento cultural da Secult-PE e Fundarpe, será palco de doze espetáculos da 25ª edição do Janeiro de Grandes Espetáculos – Festival Internacional de Artes Cênicas de Pernambuco. As apresentações se repetem em vários dias e horários, a partir da próxima quinta-feira (10), começando com a peça A arte de Trepar (Cia. Pharkas Serthanejaz), e encerrando no dia 6 de fevereiro deste ano, com a montagem Encerramento do amor (Cia S.A.I – Brasília).

Além dos já citados, os espetáculos que compõem a grade no Teatro Arraial Ariano Suassuna são: Comverso (Solo do poeta Antonio Marinho); Eu, ele ou você? (Real Cia. de Teatro Albemar Araújo – PE); Poesia ao vivo – Palavra de mulher (Sônia Bierbard – Recife); A estrada e o vento – Lucas Oliveira interpreta Elomar (Lucas Oliveira e Camerata dos 7 Guias – Recife); Diário de um louco (Haja Teatro – PE); Sobre a morte e o morrer (Olinda); O peru do Cão Coxo (Centro de Criação Galpão das Artes – Limoeiro); O frevo e seus compositores saxofonistas (Quinteto Arraial – Recife); Tia Kléo, o show (Kléonice Maria Helena de Lins e Silva – Recife); e O delator (Recife).

Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe

Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe

Antônio Marinho, poeta do Pajeú, apresenta no Teatro Arraial Ariano Suassuna o espetáculo solo Comverso

“Queremos falar sobre a alegria da criação, matéria para o artista em incessante desenvolvimento. E da alegria de se realizar um festival que, apesar dos pesares, chega em 2019 com uma programação ainda maior: serão mais de cem espetáculos em palcos do Recife, Camaragibe e Serra Talhada, com foco, como sempre, no teatro pernambucano. Teremos lançamento de livros, oficinas, exposição e uma semana dedicada à produção de Brasília, através do Festival do Teatro Brasileiro”, conta Paulo de Castro, produtor do JGE.

Ao todo, cerca de 100 espetáculos serão exibidos na programação que vai de 8 de janeiro a 14 de fevereiro, com importantes produções nacionais e da cena local – não só companhias do Recife, mas de Limoeiro, Petrolina e Caruaru. O festival conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. Para mais informações, acesse o site do Janeiro de Grandes Espetáculos.

Confira a programação do 25º Janeiro de Grandes Espetáculos no Teatro Arraial Ariano Suassuna:

Teatro Arraial Ariano Suassuna
Rua da Aurora, 457, Boa Vista
(81) 3184.3057

A arte de trepar
Cia. Pharkas Serthanejaz | Recife – PE
Quinta-feira (10) | 20h30
Classificação: 16
R$ 40
O espetáculo traz como temática central a liberdade de expressão, que vai sendo destrinchada por meio de uma sequência de textos que abordam, pelo viés do humor, temas tabus. Entre eles, o aborto, o orgasmo, a ejaculação precoce e as relações sociais entre o sexo oposto ou igual.
Ficha técnica:
Elenco: Augusta Ferraz.
Camareira: Miriam Silva.
Fotografia e filmagem: Alcides Ferraz

Comverso – Solo do poeta Antonio Marinho
Sexta-feira (11) | 18h
Sábado (12) | 20h
Classificação: 12
R$ 40
Um canto filho da oralidade. Um texto dedicado ao ato criativo através da palavra dita e ouvida nos sertões. Antonio Marinho mescla os elementos tradicionais da cantoria de repente com estilos e temas da contemporaneidade e da sua experiência de ver o mundo por meio da generosa lente que a poesia nos oferece
Ficha técnica:
Ator/cantor: Antonio Marinho. Técnico: Eron Vilar.
Produção: Amaro Filho e Claudia Lisboa.

Eu, ele ou você ?
Real Cia. de Teatro Albemar Araújo | Olinda – PE
Quarta-feira (16) | 20h
Classificação: 14
R$ 20
Em comemoração aos 50 anos do ator/dramaturgo Albemar Araújo, a peça relata passagens da vida cotidiana de qualquer pessoa. Ficção com fatos biográficos. Não é um stand-up, mas não se nega a tal. É um convite ao encontro. Encontro de amigos, inimigos e nós mesmos. É o olhar do outro em nossas vidas – ou nosso próprio olhar em nossas vidas.
FICHA TÉCNICA
Elenco: Albemar Araújo.
Técnicos: Normando Roberto dos Santos e André Luiz Ramos.

Poesia ao vivo – Palavra de mulher
Sônia Bierbard | Recife – PE
Sexta-feira (18) | 20h
Classificação: Livre
R$ 30
Monólogo com textos adaptados das obras de Clarice Lispector, Maria do Carmo Barreto Campello de Melo e Sônia Bierbard, seguido de bate-papo com personalidade feminina. Nesta conversa, faz-se um aprofundamento na poesia viva de seu trabalho/missão, comprovando que poesia se faz com alma e que ela pode estar em toda obra: teatral, gastronômica, arquitetônica, esportista, de dança e artes marciais.

A estrada e o vento – Lucas Oliveira interpreta Elomar
Lucas Oliveira e Camerata dos 7 Guias | Recife-PE
Domingo (20) | 18h
Classificação: Livre
R$ 30
O etnomusicólogo recifense Lucas Oliveira apresenta a obra de Elomar Figueira Mello, ícone do cancioneiro nordestino. Lucas reúne em sua apresentação vozes, violões, flautas, violino, viola e sanfona, com a participação da artista Maria Oliveira e da Camerata dos 7 Guias, levando o público para um sertão profundo, que se localiza, como disse Guimarães Rosa, “dentro da gente”.
Ficha técnica:
Lucas Oliveira (violão e voz), Maria Oliveira (voz), Ivo Aurélio (violão), Zé Freire (violão), Eneyda Rodrigues (flauta), Ingrid Guerra (flauta), Laís de Assis (viola nordestina), Paulo Jeferson (violino), Erivelton Nunes (violino), Vinicius de Farias (acordeom), Carlos Alberto da Silva (bandolim).
Técnico de luz: José Caetano.
Técnico de som: Jorge Costa.

Diário de um louco
Haja Teatro | PE
Quinta-feira (24) | 20h30
Classificação: 12
R$ 30
A peça é uma aventura invulgar vivida por um funcionário atormentado que, perdido de amores pela filha do diretor e condenado a “ouvir e ver coisas que ainda ninguém viu nem ouviu”, decide perseguir o animal de estimação da moça, “a ver o que é que ele pensa”. O real e o fantástico, o normal e o patológico, o razoável e o delírio (…), a ponto de o espectador se sentir desconfortavelmente a assistir ao sofrimento de um ser humano a quem a identidade se vai estilhaçando com rapidez e intensidade.
Ficha técnica:
Elenco: Normando Roberto Santos.
Sonoplastia: Pedro Roberto Santos.
Iluminação: Horácio Falcão.
Stand-by iluminação: Pipia Lal ou Rodrigo Oliveira. Baseado no conto do ucraniano Nikolai Vasilievich Gogol, com adaptação/texto de Rubem Rocha Filho

Sobre a morte e o morrer
Olinda – PE
Sexta-feira (25) | 19h
Classificação: 14
R$ 30
Enfermeira colheu depoimentos dos pacientes terminais de que tratou para saber sobre seus sentimentos e opiniões. O espetáculo busca promover a ressignificação da visão temerosa que os ocidentais têm da morte, trazendo-a com voz e sentimentos, criando assim uma aproximação para que ela possa ser mais bem entendida.
Ficha técnica:
Elenco: Carmen Alves, Polliny Marsi, Jeferson Vladhy.
Assistente de direção e sonorização: Lohana Alves.
Preparador de elenco e iluminação: Pepeu Resende.
Assistente de produção/contrarregra e figuração: Polliny Marsi, Jeferson Vlady.
Apoio de produção e contrarregra: Harlan Almeida.
Camareira: Joseany Borges.

O peru do Cão Coxo
Centro de Criação Galpão das Artes | Limoeiro – PE
Sábado (26) | 17h e 20h
Classificação: 12
R$ 30
A preguiça em picadeiro de intrigas no sertão de Tapeorá. Na farsa, o poeta Joaquim Simão e Nevinha, sua esposa, são alvos dos trapaceiros Aderaldo Catacão e Clarabela, sem esquecer ainda a algoz Andreza. A pseudointelectual Clarabela tem um disfarçado interesse pela poesia de Joaquim Simão e, por este, um escrachado desejo amoroso, da mesma forma que Aderaldo investe num escancarado caso amoroso por Nevinha. O ganancioso casal de ricos acaba por ser ludibriado pela dupla formada por Cão Coxo e Cão Caolo, que perde tudo que possui, inclusive o danado do peru.
Ficha técnica:
Direção: Charlon de Oliveira Cabral.
Produção: Fábio André de Andrade Silva.
Iluminação: Charlon de Oliveira Cabral.

O frevo e seus compositores saxofonistas
Quinteto Arraial | Recife-PE
Domingo (27) | 18h
Classificação: L
R$ 40
Com o intuito de reunir as experiências musicais de seus cinco saxofonistas e de homenagear o frevo e seus compositores, o Quinteto Arraial perfaz novos caminhos rítmicos, apresentando inúmeras formas de executar o frevo melodia.
Ficha técnica:
Músicos: Gildo Alves, Parrô Mello, Fábio Cesar, Romero Bomfim, Paulo Nascimento.

Tia Kléo, o show
Kléonice Maria Helena de Lins e Silva | Recife – PE
Quinta-feira (31) | 20h
Classificação: L
R$ 40
Kléonice Maria Helena de Lins e Silva, ou simplesmente Tia Kléo, é uma sexagenária moderna que relembra toda sua vida de diva, num show repleto de músicas agradáveis e histórias divertidas.
Ficha técnica:
Produção, direção e atuação: Lano de Lins

O delator
Recife – PE
Domingo (3/2) | 18h e 19h30
Classificação: 16
R$ 40
Mais do que retratar uma década mergulhada em equívocos (1930), Brecht nos força a enxergar a decadência de toda uma sociedade sufocada pelo terror. Por isto, é atemporal. Que momento tão oportuno para a montagem de terror e miséria do Terceiro Reich.
Ficha técnica:
Elenco: Germano Haiut, Stella Maris Saldanha.
Direção: José Francisco Filho.
Técnicos: Ricardo Vendramini, Eron Villar

Encerramento do amor
Cia S.A.I | Brasília – DF
Quarta-feira (6/02) | 20h
Classificação: 14
R$ 20
Dentro de uma grande sala, uma mulher e um homem se falam. É ele que começa a conversa. Ela escuta, atenta, e lhe responde com um segundo monólogo. Eles evocam sua separação, falam do antes e do agora. Pascal Rambert não traz uma resposta pronta à questão: “Quem amamos quando amamos?” Ele circula pelas possibilidades. Ele não nega os clichês dos quais se utilizam, pelo menos uma vez, aqueles que se separam, que procuram uma razão para o desamor, que revivem suas memórias, embelezando-as antes de destruir tudo com algumas frases assassinas.
Ficha técnica:
Direção: Diego Bresani.
Texto: Pascal Rambert.
Tradução: Marcus Vinícius Borja.
Elenco: Ada Luana, João Campos e Taís Felippe.
Iluminação: Diego Bresani.
Fotografia: Henri dos Anjos.
Cenografia e figurinos: o grupo.
Produção: Taís Felippe.
Realização: Companhia Setor de Áreas Isoladas

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