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Festival pernambuco nação cultural

A feira que fez nascer uma cidade

Conheça um pouco do cotidiano deste espaço de vivência da cultura e arte de Caruaru que continua atraindo olhares encantados.

Uma das mercearias da Feira de Caruaru (Foto: Roberta Guimarães)

Uma das mercearias da Feira de Caruaru (Foto: Roberta Guimarães)

Raquel Holanda (texto) | Roberta Guimarães (fotos)

A data precisa de sua primeira formação é algo ainda incerto (por volta da segunda metade do século 18), mas sua dimensão é indiscutível. A tradicional Feira de Caruaru, hoje situada no Parque 18 de Maio, faz parte da história da cidade e se torna um lugar à parte para muitos caruaruenses e visitantes.

Era manhã de uma quarta-feira quando a equipe do FPNC.org foi acompanhar de perto a vida própria deste espaço pela primeira vez. Em meio aos seus 40 mil metros quadrados, com barracas dos mais diversos produtos culturais, encontramos um grupo de cerca de cem crianças de uma escola municipal. Elas visitavam a feira para conhecer um pouco mais sobre a cultura e a história de Caruaru. Uma das professoras que acompanhava a trupe era Poliana de Lurdes, que contou sobre como a aula-passeio serve “para eles (os alunos) conhecerem sua própria cultura, o artesanato, como iniciou a produção em barro com Mestre Vitalino, os vários artesãos da cidade e suas maneiras diferentes de fazer arte”, além das músicas e dos rituais do São João. Envolvidos neste clima, os alunos passeavam pela feira cantando a famosa música de Onildo Almeida:

“A Feira de Caruaru,
Faz gosto a gente vê.
De tudo que há no mundo,
Nela tem pra vendê,
Na feira de Caruaru.

Tem massa de mandioca,
Batata assada, tem ovo cru,
Banana, laranja, manga,
Batata, doce, queijo e caju,
Cenoura, jabuticaba,
Guiné, galinha, pato e peru,
Tem bode, carneiro, porco,
Se duvidá… inté cururu…”

Aprendendo com a feira (Foto: Roberta Guimarães)

Aprendendo com a feira (Foto: Roberta Guimarães)

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