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Festival pernambuco nação cultural

“Da rua para o mundo”

Por Raquel Holanda

Foram com as palavras “Da rua para o mundo” que Gustavo começou o show da Irmandade 1, primeira atração do Palco Garagem na noite de ontem (15/5). “É importante para Caruaru ter um festival como este, a rapaziada daqui curte o rap”, falou o vocalista da Irmandade 1. E na noite de destaque para o rap passaram ainda pelo palco Consciência Nordestina, Bira e O Bando e Tiger.

A segunda banda a se apresentar, Consciência Nordestina, fez um show que animou o público. Muitos jovens se aglomeraram na Estação Ferroviária para acompanhar a apresentação, entre eles o casal Rafaela Geovana e André Luiz, que levaram a pequena Sofia de apenas 5 meses para curtir as atrações. “Dentre as bandas de Caruaru que vão se apresentar no Palco Garagem a que preferimos é a Consciência Nordestina”, disse Rafaela, ao elogiar o FPNC pela inciativa de organizar um espaço exclusivo para o rap. “Agora vamos aguardar para ver amanhã Devotos!”, complementou André.

Público no Palco Garagem em Caruaru/PE. (Foto: Clara Gouvêa/Secult-PE)

Público no Palco Garagem em Caruaru/PE. (Foto: Clara Gouvêa/Secult-PE)

Durante a noite, os artistas e o público estavam em sintonia, o desejo de desmistificar o estilo musical era o interesse de todos. Para Bira, vocalista de Bira e o Bando, o rap é um movimento forte na cidade. “Por isso, acho que era importante um espaço como este para ajudar a mudar os conceitos que se tem do rap”, comentou. E na tentativa de aproximar diversos públicos, Bira e O Band, terceira banda a entrar em cena, fez um show em que o rap ganha novos elementos a partir da influência de ritmos regionais como coco, embolada, maracatu e forró.

Única atração do Recife, o rapper Tiger encerrou a noite do Palco Garagem, deixando o público na expectativa para os shows desta quarta-feira (16/5).

 

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