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Economia criativa ganhou espaço de destaque no FIG

Durante os dez dias do Festival de Inverno de Garanhuns, o Ambiente Criativo trouxe à tona os papos atuais

Papos Criativos no Ambiente Criativo (Foto: Ricardo Moura)

Papos Criativos no Ambiente Criativo (Foto: Ricardo Moura)

 “Foi uma superação total de expectativas” afirmou Klayton Bessone, assessor da coordenadora de Economia Criativa da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) sobre o Ambiente Criativo. Montado pela primeira vez no Festival de Inverno de Garanhuns, o espaço funcionou durante os dez dias no Parque Euclides Dourado.

Foram, no total, nove papos criativos, reunindo empreendedores, artistas e pensadores. Além disso, no Ambiente Criativo aconteceu o 1º encontro de gestores de economia criativa já realizado no Brasil.

No espaço, estiveram expostos diversos produtos sustentáveis, tais como os do projeto Paço Sustentável, coordenado por Ana Paula Valdez. Em parceria com o Complexo Prisional Aníbal Bruno, o projeto transforma embalagens de salgadinhos da Pepsico em bolsas, colares, carteiras, cestos de lixo. “Até a primeira dama do Estado Renata Campos foi vista desfilando com uma bolsa dessas”, contou Bessone.

Do Coletivo Simone Andrade, foram vendidas peças de couro talhadas a lazer: colares, braceletes, brincos e pêndulos. Junto à Coordenadoria de Design e Moda, também da Secult-PE, Simone propôs uma oficina de reutilização de banners e cartazes de festivais anteriores, cujo resultado também foi compartilhado no Ambiente Criativo. “Todos venderam muito bem e ficaram satisfeitos”, garantiu Bessone, que já está pensando na próxima ações para o Festival Pernambuco Nação Cultural, a ser realizado no Agreste Central.

“Percebo que esse espaço tirou a economia criativa do desconhecimento. Todo mundo que visitou o Ambiente (Criativo) saiu com uma noção deste novo conceito que mistura bem economia e cultura”, disse Bessone, explicando que as pessoas lá puderam se informar, se cadastrar em redes sobre o assunto e até mesmo buscar indicações sobre linhas de financiamento nos estandes do Banco do Nordeste, da Agefepe, do Sebrae e do Senac. “O ambiente não age isoladamente. A inovação está nessa interação e as pessoas foram claramente contaminadas por essa atmosfera e nova forma de pensar”, completou.

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