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Festival pernambuco nação cultural

Juliano Holanda e Zé Manoel se unem para show inédito em Goiana

Além da dupla, as comemorações dos 100 anos do Polytheama também contam com o grupo Sagaranna

Natural de Goiana, Juliano Holanda volta a se apresentar na cidade, nesta quinta (10). Foto: Dani Nader

Natural de Goiana, Juliano Holanda volta a se apresentar na cidade, nesta quinta (10) | Foto: Dani Nader

Já dizia a velha máxima que “o bom filho à casa torna”. E hoje o goianense Juliano Holanda retorna à sua cidade natal para mais um show – ano passado, ele apresentou aos conterrâneos o seu primeiro álbum solo “A arte de ser invisível”, no Cineteatro Polytheama. Desta vez, em comemoração ao centenário do espaço, ele sobe ao palco junto com o pianista Zé Manoel, natural de Petrolina, durante a programação do Festival Pernambuco Nação Cultural (FPNC) Mata Norte 2014. O show será às 21h30 e contará com a participação especial da cantora Isadora Melo, junto à dupla.

O show está repleto de novidades. A começar pela formação da banda, montada exclusivamente para a apresentação. Além de Juliano (guitarra/voz), Zé Manoel (piano/voz) e Isadora (voz), participam os músicos Gilú Amaral (percussão) e Israel Silva (contrabaixo). “Esse vai ser um show mais intimista, com uma formação pensada pra ocasião e pra ser feito num teatro”, conta Juliano. O repertório também irá surpreender o público. Além de algumas canções já conhecidas – como “Sol das Lavadeiras”, de Zé Manoel, e “Ímãs de geladeira”, de Juliano, grande parte do set list será dedicado a canções inéditas de ambos, a exemplo de “A maior ambição da canção é ser silêncio” (composta em parceria) “Cinema Nacional” (Zé Manoel, com letra de Juliano), “Através dos olhos” (Juliano) e “O mar” (Zé Manoel).

Zé Manoel divide o show com Juliano Holanda, nesta quinta (10), às 21h30, no Polytheama | Foto: Eric Gomes

Zé Manoel divide o show com Juliano Holanda, nesta quinta (10), às 21h30, no Polytheama | Foto: Eric Gomes

A ideia desse show teve início, originalmente, há cerca de três anos. Pensado, inicialmente, para ser um repertório composto especialmente para Isadora Melo, com o tempo, acabou se transformando e ganhando outro formato, o que será apresentado logo mais. “Esse show é o primeiro passo disso que nós começamos a imaginar lá atrás, mas que foi, naturalmente,  seguindo outros caminhos. Hoje, estamos fazendo o ‘parto’ disso. A ideia é gravarmos um disco, mas hoje não sei mais qual serão os desdobramentos. A gente está satisfeito com o resultado e acredito que vão rolar mais shows”, explica Juliano.

Sobre o fato de estar tocando na cidade onde nasceu, Juliano considera algo positivo. “Passei muitos anos sem tocar em Goiana e quando eu toquei ano passado, pensei que não ia mais rolar nem tão cedo, mas acabou acontecendo. O bom é que eu conheço metade do público, familiares, amigos, é muito bacana. Tocar em Goiana sempre tem um significado importante pra mim”.

Antes do show de Juliano Holanda e Zé Manoel, quem se apresenta, às 20h, é o grupo Sagaranna, que reúne diversos elementos da cultura popular, seja em sua música – com forte presença da percussão, rabeca, viola, violão e baixo – como em sua poesia. Com canções que apresentam influência da MPB à Tropicália, passando pelas manifestações tradicionais, o grupo, que se prepara para lançar seu primeiro álbum, “Véu do dia”, reflete bem a pluralidade da música pernambucana, interligando ancestralidade e novas linguagens artísticas.

 

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