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Festival pernambuco nação cultural

Muita dança e animação no Palco Nação Cultural

Por Leonardo Vila Nova

A cultura popular deu o tom da abertura da programação desta quinta-feira (12/4) do Palco Nação Cultural, em Arcoverde. Forró, coco e cavalo-marinho mostraram sua força dentro da programação do FPNC, representados no Mestre Luiz Paixão e no Coco Trupé de Arcoverde, as duas primeiras atrações da noite.

Ricardo Moura/Secult-PE

Ricardo Moura/Secult-PE

Luiz Paixão (de rabeca, à dir.)

Um dos maiores rabequeiros do estado, Mestre Luiz Paixão mostrou que veio mesmo foi tocar. Em sua apresentação, o que se viu foi a habilidade em transformar a tradição dos forrós de engenho em música para todas as tribos, sem distinção.

Ricardo Moura/Secult-PE

Ricardo Moura/Secult-PE

Samba de Coco Trupé de Arcoverde

Veio do bairro de São Miguel a prata da casa. Seu Ciço e o Samba de Coco Trupé de Arcoverde não deixaram brecha pra festa esfriar. Ao final, desceram do palco e se misturaram ao público, devolvendo a tradição à sua fonte de origem: o povo.

Academia da Berlinda (foto: Ricardo Moura)

Academia da Berlinda (foto: Ricardo Moura)

Com um quê de música caribenha, mas com um toque olindense de malandragem e irreverência, a Academia da Berlinda fez do Centro de Arcoverde um grande baile, onde dançar era a principal pedida. E o público correspondeu à altura, gingando ao som de músicas como “Envernizado”, “Cumbia da praia” e “Humilhado”.

Móveis Coloniais de Acaju (Foto: Ricardo Moura)

Móveis Coloniais de Acaju (Foto: Ricardo Moura)

Diretamente de Brasília, a aguardada Móveis Coloniais de Acaju encerrou a noite, apresentando um show repleto de novas canções. Pela primeira vez tocando em Arcoverde, eles não pararam um minuto sequer no palco, mandando ver no ska, bebop, garage rock, com um jeitinho bem brasileiro de ser.

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