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Festival pernambuco nação cultural

Oficina constrói soluções inovadoras para fortalecer cultura local

Oficina de Vivência Criativa estimula o surgimento de novas ideias para a cidade. Foto: Costa Neto

Oficina de Vivência Criativa estimula o surgimento de novas ideias para a cidade. Foto: Costa Neto

O método é levantar as problemáticas e a partir delas começar a geração de alternativas usando a criatividade. Essa foi a proposta feita pelo oficineiro Arthur Braga aos gestores do Exu e de cidades vizinhas, que assistiam a oficina “Vivência criativa – empreendedorismo cultural: novos mercados, velhos problemas e soluções inovadoras”. A ideia é baseada no design thinking, processos criativos de gerar novas percepções sobre os empreendimentos culturais e estimular a busca por soluções inovadoras diante dos problemas vivenciados.

Comenta Arthur sobre o método: “A gente tem que olhar mais o todo, todos os vetores para resolver problemas”. Assim, durante um dia inteiro de oficina, os alunos realizaram entrevistas e discutiram as problemáticas. “No fim da tarde a gente vai ter a geração de duas propostas inovadoras pro Exu”, diz Arthur.

A mesma oficina foi realizada no FPNC em Pesqueira, que teve resultados muito positivos, garante o oficineiro. “Lá em Pesqueira a gente percebeu que o problema era a autoestima, o que é bem irônico porque lá é conhecido como a terra das rendeiras. Mas a gente percebeu que a cidade não respirava a renda”, afirma. Assim, a solução encontrada a partir do curso foi “vestir a cidade de renda”, diz.

O resultado da oficina são “prototipações”, rascunhos de projetos, sonhos, ideias. E a base dela é exatamente exercer a criatividade, propor aos alunos que pensem em soluções mesmo que a primeira vista pareçam impossíveis. Foi assim que surgiram as ideias: E se existisse uma matéria específica sobre cultura local, em que a história de Luiz Gonzaga fosse estudada em sala de aula? E se o nome das ruas fossem alusivos à história de Gonzaga? E se tivesse cursos universitários para a cultura, em que se aprenda, por exemplo, a tocar sanfona? E se tivessem intercâmbios com as cidades vizinhas em que os próprios alunos de Exu fossem guias turísticos? E se sempre tivesse forró debaixo do pé de Juazeiro?

 

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