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Festival pernambuco nação cultural

Público do festival vivencia experiência caleidoscópica

Videoinstalação "Caleidoscópia", ocupa a Estação Cultural - Arte de Reciclar, em Arcoverde. Foto: Gabriel Furtado

Videoinstalação “Caleidoscópia”, ocupa a Estação Cultural – Arte de Reciclar, em Arcoverde. Foto: Gabriel Furtado

Um caleidoscópio é uma coisa curiosa até para os mais interessados em ciência. Traduzindo para um “bom português”, o objeto é feito de papelão ou de metal, com vidros pequenos e coloridos no fundo, que reagem ao movimento de quem o maneja, mudando de cor e textura. Pensando em tornar o caleidoscópio ainda mais interativo, o artista multimídia Gabriel Furtado criou uma videoinstalação que reproduz os efeitos a partir das reações que o telespectador tem dentro dele. Sim, dentro dele.

A “Caleidoscópia” criada por Gabriel produz diversos efeitos a partir do movimento e do som do público que entra no ambiente em que a videoinstalação está montada. Tudo acontece com o auxílio de um computador, um projetor, uma câmera e um microfone. “Quero que o espectador se insira na obra e interaja com ela como se estivesse dentro dela. Cada pessoa, ou grupo, vivenciará uma arte diferente, já que eles próprios produzem as imagens”, explica Gabriel. Em Arcoverde, a intervenção vai de 18 a 20/4, das 14 às 18h, na Estação Cultural – Arte de Reciclar. A entrada é gratuita.

Para o idealizador de “Caleidoscópia”, a grande novidade da montagem, que surgiu em 2009, é levá-la para fora dos circuitos tradicionais de exibição. “Esse tipo de arte-tecnologia geralmente fica dentro de capitais, onde o público já está acostumado com a ousadia. Levar a experiência para o sertão vai ser algo totalmente novo”, afirma, eufórico, Gabriel.

Serviço
Videoinstalação Caleidoscópia
Na Estação Cultural – Arte de Reciclar (Ateliê Wellington Santos) – Centro de Arcoverde
Entre 18 e 20/4, das 14 às 20h
Entrada franca

 

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