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Festival pernambuco nação cultural

Tarde de dança na Praça 10, em Gravatá

De Gravatá, o grupo Gravat'art levou coreografias de dança popular (Foto: Ricardo Moura)

De Gravatá, o grupo Gravat’art levou coreografias de dança popular (Foto: Ricardo Moura)

De salão ao popular, do clássico ao contemporâneo, tarde de ontem (14/9) foi do corpo em Gravatá

Por Chico Ludermir

Enquanto o sol se punha, a Praça 10, em Gravatá, aos poucos se enchia para assistir à mostra de dança do Festival Pernambuco Nação Cultural. Numa programação eclética, apresentaram-se grupos locais e convidados do Recife.

De Gravatá, o grupo Movimento de Dança Wanderson José abriu a tarde de apresentações com coreografias de dança de salão que passaram pelo tango e pela gafieira. A mesma companhia apresentou também suas coreografias de balé clássico, dançado por três pares, e de dança contemporânea.

Outro da cidade anfitriã, o grupo Gravat’art mostrou que Gravatá também é terra de frevo, maracatu e caboclinho. E numa sequência animada com figurino colorido, fez lembrar o Carnaval. Tesouras e pernadas; damas-de-passo, reis e rainhas; penas e flechas. Tudo no ritmo acelerado da cultura pernambucana.

Frevo de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)

Frevo de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)

Já do Recife vieram Rogério Alves e Orunmillá Santana. Rogério trouxe duas coreografias dançadas ao lado de Juliana Siqueira. A primeira, um tango sensual e cheio de elasticidade; a segunda, uma dança encenada em que um limpador sonha em ser professor de dança. Orunmillà, por sua vez, trouxe o seu “O que tenho a oferecer”, que, em quatro atos, mistura capoeira, afoxé, cavalo marinho e dança contemporânea.

Da centena de espectadores, o que se via era uma variedade. De Igor Lemos, de 16 anos, que veio direto da escola, à Olímpia Varela, de 77. ”Adoro dança”, disse um. “É um passatempo maravilhoso para a terceira idade”, disse a outra. Da assessoria de Dança da Secretaria de Cultura, Marília Rameh afirmou que o evento foi a oportunidade de, ao mesmo tempo, incentivar os grupos locais e de trazer bons coreógrafos do Recife.

Rogério Alves e Juliana Siqueira dançaram tango (Foto: Ricardo Moura)

Rogério Alves e Juliana Siqueira dançaram tango (Foto: Ricardo Moura)

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