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PATRIMÔNIO CULTURAL

Artesanatos e Patrimônios entre os atrativos do FIG 2014

Espaço de comércio e difusão da cultura pernambucana fica aberto até o último dia do festival

Por: Roberto Moraes Filho

Aberto ao público desde a tarde de sábado (19), o Espaço do Artesanato e do Patrimônio Cultural de Pernambuco está sendo um dos pontos mais visitados no Parque Euclides Dourado. Tendo como objetivo favorecer o comércio e também divulgar as novidades confeccionadas em couro, madeira e barro, além de peças decorativas e outras utilidades, o lugar é ideal para quem está na temporada do Festival de Inverno e pretende presentear alguém, ou a si mesmo, com uma lembrança da passagem por Garanhuns.

Segundo a professora universitária Antônia Barbosa, que veio de Maceió, Alagoas, para passar as férias com amigos pernambucanos e também aproveitar o festival, o polo é uma oportunidade acessível para fazer compras, especialmente pela variedade dos artesanatos. “Estou achando muito interessante conhecer os trabalhos disponíveis. Também gostei dos preços, tendo em vista que irei presentear alguns colegas de trabalho”, comentou.

O artesão paraibano José Demilton da Silva, que está participando com seu estande de acessórios em couro, como pulseiras e colares, além de sandálias femininas e masculinas e tamboretes cobertos por couro, explicou que seu trabalho tem sido bem aceito por se tratar de uma produção diferenciada do mercado. “Trabalho buscando aprimorar um estilo próprio que adotei ao longo dos anos, fazendo detalhes no couro com cortes em estilete, além de pinturas utilizando apenas o pincel”, ressaltou.

Peças em couro do artesão José Demilton da Silva

Peças em couro do artesão José Demilton da Silva

Já Célio Ricardo, artesão atuante no Recife que produz instrumentos musicais confeccionados em madeira e materiais recicláveis, falou que espaços como o polo de artesanato possibilita que mesmo quem não é músico, adquirira um dos instrumentos, a fim de se iniciar nos conhecimentos musicais. “Rabecas e tambores são os produtos que mais chamam a atenção de iniciantes. Os preços, dependendo do instrumento, variam entre R$ 20 e R$ 400”, explicou.

Também estão disponíveis no polo, peças em renascença como roupas femininas e de cama e mesa, produzidos por artesãs das cidades de Passira e Poção, em Pernambuco, além da opção de tecidos bordados à mão. Os preços de cada produto variam entre R$ 10 e R$ 180.

Outra novidade que pode ser conferida no local é a Exposição Fotográfica Pernambuco Vivo, projeto desenvolvido pela Secult-PE e Fundarpe, que conta um pouco da história de diversas personalidades reconhecidas como Patrimônios Vivos do Estado através, principalmente, de imagens. De acordo com Isabela Moraes, coordenadora de Patrimônio da DPCult/Fundarpe, a exposição é uma homenagem àqueles que contribuem, em suas atividades, para o fortalecimento da cultura pernambucana. Também no mesmo espaço, estão sendo distribuídos os Postais da Memória, cartões-postais com fotografias dos Patrimônios Vivos.

Eric Gomes

Eric Gomes

Exposição conta um pouco a história dos Patrimônios Vivos

O Espaço do Artesanato e do Patrimônio Cultural de Pernambuco funciona das 14h às 22h, no Parque Euclides Dourado, até o próximo sábado (26), último dia do 24° Festival de Inverno de Garanhuns.

 

 

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