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PATRIMÔNIO CULTURAL

Cooperação entre Brasil e Holanda promove ações de educação patrimonial em Pernambuco

A Secult-PE e a Fundarpe são parceiras da iniciativa

O projeto “Educação e Patrimônio Compartilhado: Cooperação Brasil e Holanda” começa a gerar resultados em Pernambuco. Realizado no âmbito da candidatura do bem seriado Conjunto de Fortificações Brasileiras como Patrimônio Mundial da UNESCO, a primeira etapa da iniciativa foi realizada entre os dias 13 e 16 de março, reunindo professores da rede municipal.

Jan Ribeiro/CulturaPE

Jan Ribeiro/CulturaPE

O professor Marcos Albuquerque, coordenador do Laboratório de Arqueologia do Departamento de História da UFPE palestrou para 35 professores da rede municipal

Intitulado “Formação e construção coletiva das ações com os professores que coordenarão as equipes de alunos que farão os inventários”, a ação cumpriu o objetivo de inserir o projeto no calendário letivo das escolas e foi ministrada por técnicos do Iphan, Fundarpe (Amanda Paraíso – GPCult) e Museu da Cidade do Recife. De acordo com Márcia Chamixaes, Gerente Geral de Preservação do Patrimônio da Fundarpe, “o momento foi de garantir a participação e a disponibilidade dos professores, para que estes realizem atividades com os alunos em cada escola, relacionando aos Projetos Políticos Pedagógicos (PPPs)”.

Desde meados de 2017 e principalmente após a assinatura do Contrato com a Holanda, a equipe do IPHAN em Brasília e em Pernambuco, juntamente com a equipe executora do Projeto (Associação dos Amigos do Museu da Cidade de Recife) e parceiros vêm realizando reuniões e videoconferências para discutir coletivamente as estratégias de execução das ações propostas.

O projeto, que terá ações até novembro deste ano, consiste na realização de ações de Educação Patrimonial, utilizando a metodologia dos inventários participativos desenvolvida pelo IPHAN, com professores e alunos de escolas públicas da cidade do Recife e da Ilha de Itamaracá, localizadas nas imediações dos Fortes do Brum, das Cinco Pontas e de Santa Cruz de Itamaracá (Forte Orange).

Ja Ribeiro/CulturaPE

Ja Ribeiro/CulturaPE

O doutor Adler de Castro, pesquisador e professor do Mestrado Profissional do IPHAN RJ também contribuiu com a formação

O projeto contará com a participação de professores e estudantes da Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos, totalizando 180 estudantes. Isso possibilitará ampliar as leituras e narrativas sobre as fortificações bem como evidenciar diversas linguagens de comunicação utilizadas pelas diferentes faixas etárias.

Ao final do projeto, serão produzidas publicações com produções realizadas pelos estudantes envolvidos. “Nosso objetivo é a valorização das referências culturais do Estado, sobretudo para o fortalecimento da relação da comunidade com essas fortalezas para a prática conjunta da preservação do Patrimônio Brasileiro, contribuindo também para a continuidade da inserção do tema patrimônio cultural no cotidiano das escolas”, destaca Márcia Chamixaes.

Formadores do Projeto:

Sônia Rampim e Paulo Peters – IPHAN-DF
Márcia Hazin, Juliana Cunha e Lívia Silva – IPHAN-PE
Amanda Paraíso – Fundarpe
Sandro Vasconcelos – Museu da Cidade do Recife

Mais informações: (81) 3184.3062

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