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PATRIMÔNIO CULTURAL

Secult-PE e Fundarpe recebem doação da exposição fotográfica dos Patrimônios Vivos

Fotografias vão circular pelo estado já a partir do Festival de Inverno de Garanhuns

Costa Neto

O secretário de Cultura Marcelo Canuto e o presidente da Fundarpe Severino Pessoa receberam, do Jornal do Commercio, o acervo fotográfico da exposição intitulada Pernambuco Vivo. O conjunto é formado por quarenta e uma fotos de fotógrafos do JC Imagem, que registram momentos especiais e espontâneos vividos por mestres e mestras da cultura popular pernambucana, agraciados com o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.

O secretário Marcelo Canuto agradeceu a doação e prometeu zelar pelo acervo. Ele adiantou que as fotografias seguirão por exposições itinerantes, pelo estado de Pernambuco, dentro do circuito de festivais Pernambuco Nação Cultural. A primeira parada da mostra será no 24º Festival de Inverno de Garanhuns, que acontece de 17 a 26 de julho.

“Essa ação dos Patrimônios revela o estado reconhecendo a importância da permanência dos saberes desses mestres e também proporcionando para que sua arte e criação tenham mais visibilidade”, pontou Canuto. Para o secretário, a parceria do estado com a iniciativa privada, neste caso, é muito oportuna e bem vinda, pois fortalece uma política que é dirigida aos patrimônios vivos e precisa sempre de reforços.

Na ocasião, o presidente da Fundarpe Severino Pessoa adiantou que a instituição irá completar o acervo, com novas fotografias dos Patrimônios Vivos selecionados eleitos no final de 2013, e que não fizeram parte da exposição do JC. Ademir Souza Araújo, o Maestro Formiga; Amaro Arnaldo do Nascimento, o artesão Lula Vassoureiro; e a Sociedade Musical Cinco de Novembro (Banda Revoltosa de Nazaré da Mata) são os Patrimônios Vivos da cultura pernambucana, mais recentes.

A seleção do Patrimônio Vivo é anual (com a escolha de três novos patrimônios a cada edição). O objetivo é reconhecer e apoiar mestres e grupos que detenham conhecimentos e técnicas necessárias para a produção e a preservação de aspectos da cultura tradicional ou popular. Cada patrimônio vivo recebe do Governo do Estado uma bolsa mensal vitalícia e passa por diversos programas de ensino-aprendizagem, como oficinas, palestras e cursos com o propósito de transmitir seus saberes, processos fundamentais para a produção, manutenção e recriação de nossas manifestações culturais.

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