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Povos Tradicionais e Populações Rurais

Secult-PE leva oficinas culturais para comunidades quilombolas de Garanhuns

Ações acontecem na Comunidade Quilombola de Estivas, nos dias 14 e 15 de maio, voltadas para grupos culturais já existentes, além de adolescentes e jovens que não estão inseridos em atividades culturais.

Foto: Magda Silva

Foto: Magda Silva

O Afoxa Alafin Oyó faz parte das atividades culturais, fomentando o projeto ‘30 anos Quilombo Alafin’, que celebra os 30 anos de atuação do grupo cultural em Pernambuco.

A Comunidade Quilombola de Estivas, localizada a 7 km do centro de Garanhuns, no Agreste Meridional, recebe a partir deste sábado (14/5), das 9h às 18h, o ciclo de atividades culturais gratuitas, promovidas pela coordenação de Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secult-PE. Composta por oficinas de dança, percussão e confecção de agbê, a ação se estende até o domingo (15), sendo direcionada para grupos culturais já existentes na comunidade quilombola.

Contando com a parceria do grupo Afoxé Alafin Oyó, que em 2016 celebra os seus 30 anos de luta em prol da cultura negra de Pernambuco, através do projeto ‘30 anos Quilombo Alafin’, as oficinas visam garantir maior qualificação artística individual e coletiva dos participantes. “A ação visa promover entre os meses de maio e agosto deste ano, uma resposta as demandas culturais existentes nas comunidades quilombolas de Garanhuns. As atividades também atendem adolescentes e jovens que não estão inseridos em grupos culturais, possibilitando a formação de novos grupos, a exemplo do Grupo Quilombo Axé, da Comunidade Quilombola do Castainho, que já se encontra em sua terceira geração de integrantes”, explicou Francisco de Assis, representante da coordenação de Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secult-PE.

Nesta primeira etapa do ciclo de oficinas, cerca de 60 adolescentes e jovens de seis comunidades quilombolas existentes na região, estarão sendo contemplados com as atividades. “A coordenação de Povos Tradicionais e Populações Rurais está construindo outras ações internas, em parcerias com a Gerência de Formação Cultural da Secult-PE e o setor de Patrimônio Imaterial da Fundarpe”, adiantou Francisco de Assis.

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