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Babalorixá Manoel Papai debate a história do Xangô do Recife em live do Cais do Sertão

O bate-papo marca o mês da Consciência Negra e acontece nesta quarta-feira (25) direto pelo Instagram @caisdosertao

Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe

Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe

Manoel Papai comanda atualmente o Terreiro de candomblé Obá Ogunté – Sítio Pai Adão, localizado em Água Fria, no Recife

Nesta última quarta-feira do mês, o perfil do Instagram do Cais do Sertão (@caisdosertao) dedica a faixa semanal “Papo de Museu” à discussão acerca da formação do ”Xangô no Recife: História e Tradição”. O convidado é o babalorixá do Sítio de Pai Adão, Manoel “Papai” Nascimento Costa. O internauta poderá conferir o bate-papo na íntegra, nas redes social do museu, a partir das 15h.

Sob o comando de Manoel Papai, o Sítio de Pai Adão dá continuidade à tradição nagô, sendo referência não só em Pernambuco, mas pelo Brasil e até em Portugal. O país europeu conta com uma casa que mantém os rituais nagô e reúne os seguidores. Durante a live mediada pelo educador Sandro Santos, o babalorixá vai detalhar o movimento do xangô na capital pernambucana e falar da importância em preservar e perpetuar a cultura afro-brasileira e de matriz africana.

“Em mês todo dedicado ao debate sobre a Consciência Negra, tornou-se importante para o time educativo e de gestão do Cais do Sertão se debruçar sobre artistas e pensadores que têm como objeto de reflexão a preservação da cultura afro-brasileira e de matriz africana. Desde a fase embrionária da programação online do museu, o debate democrático sobre cultura e sociedade sempre esteve em foco”, analisa Sandro Santos.

As lives e playlists pautadas sob a temática “Consciência Negra” encontram-se disponíveis gratuitamente nos perfis do Instagram e Spotify, respectivamente. O Cais do Sertão, além da programação online, mantém visitação presencial nas quintas e sextas-feiras, das 10h às 16h; e sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h.

Sobre o Sítio de Pai Adão
O Terreiro Oba Ogunte “Sítio Pai Adão” localizado em Água Fria, no Recife, foi criado em 1875 pela africana Ifatinuke” Inês Joaquina da Costa”, e é considerado um dos poucos espaços a preservar a história afro-brasileira e de matriz africana. Com o falecimento de Inês, assumiu o Pai Adão, principal nome responsável pela instauração da história do Xangô no Recife. Teve como Yalorixá Joana Batista “Tinuke”.

Pai Adão faleceu em 1936, deixando o legado da casa sob a direção de José Romão da Costa, um dos seus filhos que manteve toda a tradição e rituais da religião. O babalorixá Manoel Papai do Nascimento é da quarta geração da família do Pai Adão.

Serviço
Papo de Museu com Manoel “Papai” do Nascimento sobre a história do Xangô no Recife
Onde ver: Instagram @caisdosertao
Horário: 15h

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