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Serviço Cultural

Professores da rede estadual de ensino participam de formação em Educação Patrimonial

Até aqui, já foram realizadas atividades em oito microrregiões do estado. A expectativa é atender todo o território pernambucano até o final de 2018

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A formação é ministrada pelos historiadores Amanda Paraíso e Wellington Lima e trata de conceitos sobre patrimônio cultural e preservação no estado de Pernambuco

Desde 2017, uma quantidade expressiva de professores da rede estadual de ensino tem participado de um ciclo de formação em Educação Patrimonial, iniciativa que busca ampliar o conhecimento sobre Patrimônio Cultural dentro do ambiente escolar. A iniciativa é voltada, em especial, para professores de Escolas de Referência de Ensino Médio (EREMs) e das Escolas Técnicas Estaduais (ETEs) de Pernambuco.

A formação, uma parceria com a Secretaria de Educação do estado, é ministrada pelos historiadores Amanda Paraíso e Wellington Lima e trata de conceitos sobre patrimônio cultural e preservação no estado de Pernambuco, criando assim a possibilidade dos professores iniciarem metodologias de trabalho com a temática nas escolas estaduais.

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A expectativa é que, até o final de 2018, todas as microrregiões do Estado sejam contempladas com a iniciativa

“Além de debater sobre o Patrimônio Cultural de Pernambuco e as diversas formas de abordagens que podem ser feitas em sala de aula, a formação apresenta os caminhos para a construção de metodologias participativas, a exemplo do Jogo do Patrimônio 2.0, uma ferramenta elaborada para ser aplicada pelos professores em suas instituições de ensino”, explica Amanda Paraíso. Cada professor tem recebido exemplares da Cartilha do Jogo do Patrimônio 2.0 para compor o acervo da biblioteca das suas escolas.

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Cada professor participante tem recebido um Cartilha do Jogo do Patrimônio 2.0 para a biblioteca da sua escola

Já foram ministradas formações nas seguintes microrregiões do estado: Região Metropolitana do Recife, Mata Norte (Nazaré da Mata), Mata Sul (Palmares), Agreste Central (Caruaru), Agreste Meridional (Garanhuns), Sertão do Pajeú (Afogados da Ingazeira), Sertão de Itaparica (Floresta) e Sertão do Moxotó (Arcoverde).

“A expectativa é que, até o final de 2018, todas as microrregiões do Estado sejam contempladas, sempre com a proposta de sensibilizar a comunidade escolar para exercer seu papel na preservação do patrimônio cultural junto aos órgãos de preservação”, ressalta a historiadora. Dúvidas sobre o restante do calendário anual podem ser tiradas através do e-mail e.patrimonial@gmail.com.

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