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PATRIMÔNIO CULTURAL

Ações

Patrimônio e Preservação – Módulo I

O objetivo da oficina é construir parcerias entre os órgãos de preservação e os atores da área cultural (gestores da cultura, turismo, educação e juventude, ONGs, representantes de Pontos de Cultura, etc.), refletindo e debatendo temas relacionados à Preservação do Patrimônio Cultural, tais como Identidade, Memória, História, Meio Ambiente, Cultura e Cidadania. Trata-se, portanto, de um primeiro contato com o público proposto.

Patrimônio e Preservação – Módulo II

Esta segunda etapa se propõe a trabalhar um público (gestores da cultura, turismo, educação e juventude, ONGs, representantes de Pontos de Cultura, etc.), que já possui um entendimento básico sobre a preservação do patrimônio (possibilitado pelo Módulo I). Nesta etapa, são apresentados instrumentos metodológicos que viabilizam a proposta de preservação (Formulário dos Bens Culturais do Município, Metodologias de História Oral); legislações de preservação (lei estadual de tombamento, lei do registro do Patrimônio Imaterial), editais específicos (Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco, Funcultura – linha de patrimônio); além de debates a estimular a formação de secretarias/diretorias de cultura e legislações municipais de preservação.

Oficinas nas comunidades

Este modelo de oficina parte das demandas feitas por grupos sociais de diferentes municípios de Pernambuco, a partir do contexto patrimonial em que esses estão inseridos. Pelo caráter contextualizado de tais oficinas, se faz necessário realizar um levantamento prévio de alguns bens culturais existentes nos municípios a partir principalmente de uma visita de campo. Essa iniciativa se relaciona com o entendimento de que essa “compreensão” preliminar do universo simbólico debatido permite uma aproximação mais efetiva com as necessidades decorrentes dessas comunidades. Neste sentido, o formato da referida oficina permite uma horizontalização dos temas colocados em evidência, tornando possível a construção coletiva de problemáticas ligadas às diferentes relações vivenciadas entre a constituição desses bens patrimoniais e a identidade, a memória e a história dos grupos sociais envolvidos direta ou indiretamente nessa demanda.

Oficina “Nas Teias do Patrimônio” e Ações Educativas

A partir da ideia de expandir diálogos sobre patrimônio e preservação a um público mais abrangente, e de forma lúdica, a equipe estruturou esta atividade. O público-alvo, em sua maioria jovens a partir de 15 anos, confeccionam, juntamente com os oficineiros, uma teia simbólica ligada diretamente ao tema do patrimônio, composta por fios que referenciam os seus mais diversos conceitos relacionados (cultura, identidade, memória e história). Para essa construção, uma série de linguagens são utilizadas como apoio pedagógico à apreensão desses conceitos (leitura de imagens, música, cinema e literatura).

No contexto das práticas pedagógicas, as chamadas Ações Educativas se tornam imprescindíveis instrumentos para o processo de apropriação das temáticas debatidas durante toda a execução das oficinas que lhe antecedem. Revisitando diversos lugares da cidade tidos como patrimoniais, os atores envolvidos, além de problematizarem, em alguns momentos, a constituição simbólica desses lugares, têm a oportunidade de elencar outros elementos que tecem uma relação mais próxima com seu universo afetivo particular. O fruto desse esforço pedagógico se verifica em determinadas relações que alguns alunos estabelecem entre os conceitos trabalhados durante a oficina, as observações vivenciadas durante a Ação Educativa e as experiências vividas em outros contextos simbólicos. Essas vinculações aparecem nas falas, nos escritos, bem como pelos diversificados desenhos produzidos pelos alunos.

PROGRAMA PENSAR O PATRIMÔNIO

Jogo do Patrimônio e Caminhada do Patrimônio nas escolas

Ação desenvolvida para ser trabalhada, a princípio, junto ao público escolar nos festivais Pernambuco Nação Cultural, o Jogo do Patrimônio consiste na dinâmica de um jogo de tabuleiro onde os alunos percorrem um trajeto composto por “casas” que apresentam informações, perguntas e dinâmicas sobre o patrimônio cultural do Estado. A atividade exige uma roda de diálogos prévio onde são debatidos temas relacionados ao patrimônio e a preservação. Num momento posterior, acontece a Caminhada do Patrimônio, baseada na ação realizada em 2012, no município de Garanhuns, onde o público irá experimentar a cidade e seus tantos patrimônios oficializados ou não, com vias à reflexão.