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		<title>Projeto Ler Pra Ser lança revista especial sobre mapeamento  literário em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 17:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicação inédita traz ilustrações, fotos, textos, fotografias e reportagens especiais de iniciativas realizadas nas principais Regiões de Desenvolvimento do Estado: Zona da Mata Sul, Sertão do São Francisco, Agreste e Região Metropolitana do Recife Os leitores pernambucanos podem comemorar. Foi lançada na última sexta-feira (19), a Revista Inspiração &#8211; publicação inédita, que reúne um mapeamento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><i>Publicação inédita traz ilustrações, fotos, textos, fotografias e reportagens especiais de iniciativas realizadas nas principais Regiões de Desenvolvimento do Estado: Zona da Mata Sul, Sertão do São Francisco, Agreste e Região Metropolitana do Recife </i></p>
<p style="text-align: left;">Os leitores pernambucanos podem comemorar. Foi lançada na última sexta-feira (19), a <b>Revista Inspiração</b> &#8211; publicação inédita, que reúne um mapeamento aprofundado sobre iniciativas culturais dedicadas à literatura em Pernambuco. A obra, idealizada pela produtora cultural, Eliz Galvão, por meio da Liga Criativa, tem incentivo da Secretaria de Cultura, Fundarpe e Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura e faz parte da 2ª edição do projeto ‘Ler Pra Ser’.</p>
<p>A Revista Inspiração traz em suas páginas 12 matérias especiais, com entrevistas e reportagens sobre iniciativas independentes ou coletivas, que vêm sendo realizadas, atualmente, nas cidades de Palmares (Zona da Mata Sul), Santa Maria da Boa Vista (Sertão do São Francisco), Limoeiro  (Agreste), e Olinda (Região Metropolitana do Recife). O exemplar, confeccionado na versão impressa e digital, traz textos, fotos, ilustrações e reportagens especiais, para encher os olhos do público.</p>
<p>“É uma imensa alegria poder apresentar aos pernambucanos e ao mundo, por meio da Revista Inspiração, ações tão importantes realizadas por educadoras, contadores de histórias, produtores culturais, bibliotecários, mestres de tradição oral, voluntários e empreendedores na área da literatura, no nosso Estado. São pessoas que se esforçam para contribuir com uma mudança nas desigualdades sociais existentes em seus territórios. A leitura e a literatura vem mudando a realidade na vida de muita gente, e pude trazer isso aos leitores” diz, emocionada, Eliz Galvão.</p>
<p>Ao todo, serão distribuídos 300 exemplares impressos da revista, gratuitamente, para escolas, bibliotecas, pontos de cultura, associações, entre outros segmentos. Para quem quiser acessar a versão digital da publicação, basta acessar o site <a href="http://www.ligacriativa.com.br">www.ligacriativa.com.br</a>,  ou no Instagram (@ligacriativa), e baixar a versão em PDF, para o celular ou computador.</p>
<p><b> </b><b>Acessibilidade -</b>  Para facilitar a leitura do público com deficiência visual, a Revista Inspiração, conta com uma diagramação elaborada com letras ampliadas, garantindo maior conforto visual e experiência do leitor.</p>
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		<title>Pernambuco recebe inventário dos afoxés do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Nov 2023 14:25:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na semana que antecede o Dia da Consciência Negra, a cultura pernambucana vive mais um dia histórico. Nesta sexta-feira (17), a União dos Afoxés de Pernambuco fez a entrega oficial do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dessa manifestação no Estado, na sede da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), no bairro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana que antecede o Dia da Consciência Negra, a cultura pernambucana vive mais um dia histórico. Nesta sexta-feira (17), a União dos Afoxés de Pernambuco fez a entrega oficial do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dessa manifestação no Estado, na sede da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), no bairro da Boa Vista, no Recife. Nesse momento simbólico, que contou com um ato com representações de vários grupos associados, também foi protocolada a solicitação de registro do afoxé como Patrimônio Imaterial do Estado.<br />
O inventário foi recebido pela secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, e pela presidente da Fundarpe, Renata Borba, junto com a coordenadora de Apoio à Gestão do Funcultura, Clarice de Melo Andrade, e o coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundação, Marcelo Renan de Souza.<br />
&#8220;Afoxé é o candomblé na rua. É a louvação aos nossos antepassados ressignificando, a partir das músicas, do dançar, do se expressar, a luta do combate ao racismo. Não só visual, mas intelectual e politicamente&#8221;, definiu o presidente da União dos Afoxés de Pernambuco, Fabiano Santos. &#8220;A importância de conseguirmos inventariar essa manifestação negra em Pernambuco, exclusivamente, é desrotular a relação de folclorizar, regionalizar as relações da diáspora africana. Afoxé pode acontecer em todo lugar onde houver a população negra&#8221;, explicou. &#8220;E, para o Brasil, é de estimular inclusive a ampliação desse reconhecimento de diversidades de nações, cores, formas de se expressar dentro de uma mesma linguagem que é o afoxé.&#8221;<br />
A União dos Afoxés de Pernambuco, que representa um coletivo de afoxés do Estado, aprovou o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) no Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2019/2020. Durante a pandemia começou a fazer a pesquisa para esse inventário, que é um procedimento no campo de patrimônio de catalogação, visita aos grupos e entrevistas com pessoas, que gera um produto dentro da metodologia denominada inventário.<br />
&#8220;Hoje (17 de novembro) é o dia de entrega do resultado final desse material. Estamos aqui com os exemplares físicos de todo o material do inventário, que compreende todos os dossiês, os relatórios analíticos. Catálogo de pessoas, lugares visitados, fontes sobre o tema. O dossiê é um livro, a síntese de toda a pesquisa, material que subsidia o pedido de registro dos afoxés como Patrimônio Cultural Imaterial no Estado de Pernambuco&#8221;, comemorou Marcelo Renan.<br />
A pesquisa começou em Pernambuco e agora que existe esse produto a intenção da União é solicitar também o registro nacional dos afoxés. Para isso vai solicitar, com base na pesquisa de Pernambuco, a ampliação nos outros Estados em que há afoxés.<br />
&#8220;Há a política estadual de registro de patrimônio imaterial. Com base nessa legislação estadual faremos a análise do requerimento. Para o registro nacional o material deve ser enviado ao Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e ao Ministério da Cultura (MinC)&#8221;, detalha Marcelo Renan. &#8220;Agora vamos ter o processo de análise desse material para subsidiar o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPC-PE). Como o inventário já chega pronto o processo é muito mais rápido, porque normalmente damos início à pesquisa após a solicitação. Nesse caso está sendo entregue o material de pesquisa junto com a solicitação.&#8221;<br />
O coordenador lembra ainda que o Funcultura, na área de patrimônio, contempla a produção dos inventários. &#8220;Temos recebido materiais com muita qualidade e que se somam aos que já temos produzido na própria Fundarpe&#8221;, revela. &#8220;Hoje é um dia simbólico e sobretudo um dia histórico, porque a existência de uma pesquisa sobre o universo do afoxé é falar de heranças e tradições afro-brasileiras aqui em Pernambuco. Estamos falando de grupos que têm seus 40 anos, os mais antigos, mas que estão inseridos em comunidades de terreiro muito mais antigas. Os afoxés não existem dissociados da relação religiosa. Estamos falando não só de uma tradição carnavalesca, mas de uma tradição afrorreligiosa que também está presente no Carnaval. O afoxé é o camdomblé na rua e não de rua. Não há uma separação entre o que é de rua ou de terreiro. É o candomblé que vai à rua, num rito celebrativo, com cortejo. Por isso que esse dia é tão importante&#8221;, afirmou.</p>
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		<title>Podcast Cena Cultura recebe Mestre João Paulo, do Maracatu Leão Misterioso de Nazaré da Mata</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Oct 2023 14:15:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (23), o podcast Cena Cultura recebe para uma conversa ao vivo, às 20h, dentro da nova temporada de entrevistas, o mestre de maracatu de baque solto João Paulo, de Nazaré da Mata (PE), o Papa do Maracatu. Durante a conversa ele apresenta, em primeira mão, detalhes de seu novo projeto: Sonoras do Maracatu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_44186" aria-labelledby="figcaption_attachment_44186" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/Mestre-Joao-Paulo-Maracatu-Leao-Misterioso-de-Nazare-da-Mata-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-44186" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/Mestre-Joao-Paulo-Maracatu-Leao-Misterioso-de-Nazare-da-Mata-divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre João Paulo, do Maracatu Leão Misterioso de Nazaré da Mata.</p></div>
<p>Nesta segunda-feira (23), o podcast <em>Cena Cultura</em> recebe para uma conversa ao vivo, às 20h, dentro da nova temporada de entrevistas, o mestre de maracatu de baque solto João Paulo, de Nazaré da Mata (PE), o Papa do Maracatu.<br />
Durante a conversa ele apresenta, em primeira mão, detalhes de seu novo projeto: Sonoras do Maracatu Leão Misterioso &#8211; incentivado pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura e Governo de Pernambuco, com foco na história da música do baque solto, que contará com dois ensaios, uma sambada e a produção de um vídeo na sede do maracatu, sendo um projeto de manutenção do brinquedo Leão Misterioso, o terceiro maracatu mais antigo de Nazaré da Mata.<br />
Artistas, grupos e instituições culturais com atuação independente ou coletiva interessados em divulgar seus trabalhos e produtos culturais ganharam um espaço para chamar de seu. Trata-se do podcast <em>Cena Cultura</em>, que desde que estreou, no último mês de agosto, vem se consolidando como um novo instrumento de inclusão, empoderamento e visibilidade artística voltada ao mercado do empreendedorismo e dos produtos culturais pernambucanos.<br />
“Este projeto foi pensado para potencializar espaço, visibilidade e construção do fortalecimento da imagem dos produtos culturais pernambucanos. Só para se ter uma ideia, aqui, na Mata Norte, é um celeiro de muitas ações artísticas, mas, até antes deste projeto, as pessoas não contavam com um espaço tão democrático e plural para falar de suas ações, como um CD, um livro, uma pesquisa, um show, um cortejo cultural. Ou seja, não se tinha a visibilidade que os produtos culturais necessitavam. Hoje, graças ao podcast, a história mudou”, explica o produtor cultural e coordenador do projeto, Alexandre Velozo.<br />
Atualmente o podcast <em>Cena Cultura</em> está com uma série inédita, de 12 programas, sobre as produções culturais da região da Zona da Mata Norte de Pernambuco. Em cada episódio o idealizador e apresentador do projeto, Alexandre Velozo, tem recebido um convidado especial para debater e refletir sobre um tema diferente, a exemplo de música, literatura, cultura popular, entre outros assuntos. Todas as conversas contam com recursos de acessibilidade comunicacional em libras.<br />
Desde o início da temporada o <em>Cena Cultura</em> já apresentou ao grande público da rede mundial de computadores o premiado poeta e editor goianense, Philippe Wollney, que teve seu livro lançado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) na 14ª Bienal Internacional do Livro. Também já passaram pelo o estúdio, o artista visual, muralista e músico Tony Artes; o mestre de maracatu, cirandeiro, cantor e compositor, Anderson Miguel; e o multi-instrumentista e produtor fonográfico Rodriguinho do Acordeon, que apresentou o leque de serviços do RA Studio aos músicos da região. Uma bela mostra da potencialidade da produção artística regional e cultural da Mata Norte.<br />
Os episódios vão ar sempre às segundas-feiras, com intervalo de 15 dias. Nesta segunda (23) o podcast tem a honra de receber no estúdio para uma conversa ao vivo o Mestre João Paulo, de Nazaré da Mata, conhecido na região e no Estado como o Papa do Maracatu &#8211; referência na genialidade de criar seus versos, poemas e poesias de forma improvisada. Ele que tem em sua biografia e trajetória artística um conjunto de feitos em prol da cultura popular da Zona da Mata, a exemplo da criação do Maracatu de Baque Solto Leão Misterioso de Nazaré da Mata, em que também é mestre.<br />
Além disso, Mestre João Paulo é recordista em sambada de pé de parede, evento tradicional na cidade e região que acontece nos fins de semana, em que ele duela com outros mestres de maracatu até o dia amanhecer. Foi também dele o feito de gravar o primeiro CD de maracatu de baque solto &#8211; manifestação da cultura de raiz reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil.<br />
O programa é transmitido ao vivo, às 20h, pelos <a title="PodCast Cena Cultura" href="https://www.youtube.com/@cenaculturapodcast" target="_blank">canais oficiais</a> do podcast e por meio dos canais das redes sociais da <a title="TV Guaiamum" href="https://www.youtube.com/@tvguaiamum4498/streams" target="_blank">Web TV Guaiamum</a>, do município de Goiana (PE).</p>
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		<title>Podcast sobre empreendedorismo cultural da Mata Norte ganha série especial</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/podcast-sobre-empreendedorismo-cultural-da-mata-norte-ganha-serie-especial/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 17:51:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Zona da Mata Norte de Pernambuco, que historicamente teve sua economia voltada para o plantio, a colheita e a comercialização da cana-de-açúcar, abre espaço para um novo cenário de debates e reflexão, agora com foco na economia da cultura da região. Trata-se da estreia do Podcast Cena Cultura, idealizado e coordenado pelo produtor cultural [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105671" aria-labelledby="figcaption_attachment_105671" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Podcast-Cerna-Cultura_-Alexandre-Velozo-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-105671" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Podcast-Cerna-Cultura_-Alexandre-Velozo-1-607x342.jpg" width="607" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Velozo e Philippe Wollney</p></div>
<p>A Zona da Mata Norte de Pernambuco, que historicamente teve sua economia voltada para o plantio, a colheita e a comercialização da cana-de-açúcar, abre espaço para um novo cenário de debates e reflexão, agora com foco na economia da cultura da região. Trata-se da estreia do <em>Podcast Cena Cultura</em>, idealizado e coordenado pelo produtor cultural Alexandre Velozo, do município de Goiana.<br />
O projeto, que tem o incentivo da Secretaria Estadual de Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e o Governo do Estado, por meio de recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), busca ser um instrumento para difusão dos produtos culturais realizados por artistas, grupos e instituições culturais independentes, como músicas, shows, espetáculos, mostras, exposições, além de apresentação de CDs, clipes, vídeos, lives, encontros e sambadas.<br />
O <em>Podcast Cena Cultura</em> conta com 12 episódios inéditos com até uma hora de duração. Quinzenalmente, Alexandre Velozo, também apresentador da iniciativa, recebe no estúdio um convidado especial para um debate reflexivo, descontraído e cheio de aprendizados. Os programas têm recursos de acessibilidade comunicacional em libras.<br />
Os episódios são transmitidos, ao vivo, por meio dos canais das redes sociais da Web TV Guaiamum, da cidade de Goiana, e pode ser acessado, gratuitamente, no <a title="Podcast Cena Cultura" href="(https://www.youtube.com/@tvguaiamum4498/streams" target="_blank">YouTube</a> e no <a title="Podcast Cena Cultura" href="https://instagram.com/cenaculturapodcast" target="_blank">Instagram</a>.<br />
“O <em>Cena Cultura</em> é uma mídia que fala para o mundo sobre o universo da música, arte, cultura popular, cinema e produção cultural da nossa região canavieira. E toda essa conversa tem, no centro dos debates, os artistas, grupos e instituições culturais. A Mata Norte tem uma riqueza que vai além da economia da cana, que é a cultura feita pelas crianças, adolescentes, jovens, idosos, mulheres e homens, importante para o desenvolvimento social, cultural e territorial&#8221;, explica Velozo.<br />
O cirandeiro e mestre de maracatu Anderson Miguel, de Nazaré da Mata; o artista visual Tony Artes; e o premiado poeta Philippe Wollney, de Goiana, são algumas das personalidades que o público pode conhecer sobre o fazer artístico e a maneira como eles monetizam suas carreiras em favor da cultura popular.<br />
“O novo espaço midiático vem para preencher o deserto da comunicação cultural no território da zona canavieira, tendo em vista que muitos artistas e grupos não têm onde e como fazer a divulgação de seus trabalhos” reforça Velozo. “O projeto é um espaço plural e dinâmico. Quem tiver interessado em participar também pode sugerir pautas, pelo e-mail cenaculturapodcast@gmail.com”, convida.<br />
<span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a agenda do programa:</strong></span></p>
<p><strong>Dia 25 de setembro</strong><br />
Convidado: <a title="Podcast Cena Cultura - Anderson Miguel" href="https://www.youtube.com/watch?v=znMsp2AQ85o" target="_blank">Anderson Miguel</a> (mestre de maracatu rural e cirandeiro)</p>
<p><strong>Dia 11 de setembro</strong><br />
Convidado: <a title="Podcast Cena Cultura - Tony Arte" href="https://www.youtube.com/watch?v=jlmR3OEGwF0" target="_blank">Tony Arte</a> (músico, artista visual, muralista e compositor)</p>
<p><strong>Dia 28 de agosto</strong><br />
Convidado: <a title="Philippe Wollney" href="https://www.youtube.com/watch?v=MObxCbkGlA0" target="_blank">Philippe Wollney</a> (produtor cultural, poeta, editor e músico)</p>
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		<title>Jornalistas lançam série especial de podcast sobre preservação dos patrimônios materiais e imateriais do interior de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 17:19:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os jornalistas e produtores culturais Josi Marinho e Salatiel Cícero lançaram, nesta semana, a nova série Podcast Nossa História, Nossa Memória: Temporada Especial, iniciativa exclusiva, com foco na preservação dos patrimônios materiais e imateriais da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco. A produção, que tem o incentivo da Secretaria Estadual de Cultura, Fundação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105668" aria-labelledby="figcaption_attachment_105668" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ivson Gambarra/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Salatiel-Cicero_-Josi-Marinho_-Foto_-Ivson-Gambarra_Jornalistas-pernambucanos-lançam-série-especial-de-podcast-com-foco-na-preservação-dos-Patrimônios-Materiais-e-Imateriais-do-interior-do-Estado__2.jpg"><img class="size-medium wp-image-105668" alt="Ivson Gambarra/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Salatiel-Cicero_-Josi-Marinho_-Foto_-Ivson-Gambarra_Jornalistas-pernambucanos-lançam-série-especial-de-podcast-com-foco-na-preservação-dos-Patrimônios-Materiais-e-Imateriais-do-interior-do-Estado__2-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Os jnornalistas e produtores culturais Salatiel Cicero e Josi Marinho</p></div>
<p>Os jornalistas e produtores culturais Josi Marinho e Salatiel Cícero lançaram, nesta semana, a nova série <em>Podcast Nossa História, Nossa Memória: Temporada Especial</em>, iniciativa exclusiva, com foco na preservação dos patrimônios materiais e imateriais da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco. A produção, que tem o incentivo da Secretaria Estadual de Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e do Governo do Estado, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), já pode ser acompanhada pelo público, gratuitamente, nas principais plataformas de áudio e vídeo, <a title="Spotify" href="https://open.spotify.com/show/6fdzl772isCBAEVWUq9vkO" target="_blank">Spotify</a>, <a title="YouTube" href="https://www.youtube.com/@nossahistorianossamemoria" target="_blank">YouTube</a>, <a title="Instagram" href="https://www.instagram.com/podcastnossahistoria/" target="_blank">Instagram</a> e <a title="Facebook" href="https://www.facebook.com/PodcastNossahistoriaNossaMemoria" target="_blank">Facebook</a>, além do <a title="Site Oficial" href="https://www.nossahistorianossamemoria.blog.br/" target="_blank">site oficial</a>.<br />
A série, construída em formato documental, tem como proposta ajudar pessoas a se conectarem com suas raízes, tradições e histórias. Serão 20 episódios, com média de 30 a 45 minutos de duração cada um, sobre os diferentes patrimônios que estão inseridos na região da zona canavieira, como grupos de cultura popular, artistas, instituições e iniciativas culturais. Os episódios vão abordar temáticas ligadas à música, literatura, artesanato, dança, entre outras linguagens, de forma simples e acessível. Ao todo serão dez meses de programas, que vão de setembro de 2023 a julho de 2024, com intervalo de 15 dias. O conteúdo será sempre disponibilizado aos sábados, às 14h.<br />
“O <em>Podcast Nossa História, Nossa Memória: Temporada Especial</em> nasce com um propósito fundamental à nossa sociedade: potencializar o acesso e a difusão do acervo histórico à memória dos nossos patrimônios culturais da Zona da Mata Norte, berço da tradição da cultura afro-indigena no País. É aqui, em torno das 19 cidades, que compõem o território, cercadas pela vegetação dos canaviais, que estão as histórias e personagens que contribuem para a cultura do Brasil. A Mata Norte é muito além de um lugar para festejar as tradições do Carnaval e São João. É um pedaço do mundo ainda em descobrimento”, diz, emocionado, o coordenador-geral do projeto, Salatiel Cícero.<br />
A tradição oral desempenha um papel significativo em diversas culturas ao redor do mundo. E na região da Mata Norte de Pernambuco não é diferente. “Foi pensando nessa importância da memória oral que o podcast vai contando e explicando os fatos. Sem dúvida, cada programa será um momento de descoberta e muito aprendizado, mas, sobretudo, para entendermos mais sobre nós e a identidade cultural do nosso lugar. Ou seja, de onde viemos, onde estamos e para onde estamos caminhando”, reflete a proponente e apresentadora do projeto, Josi Marinho.</p>
<p><strong>ACESSIBILIDADE -</strong> O podcast também conta com várias ferramentas de acessibilidade para que o público com deficiência também possa se apropriar da história dos nossos patrimônios. No site, por exemplo, cada programa contar, além do player para ouvir o áudio, com a íntegra dos textos. Já as redes sociais e o site oficial do projeto têm também a versão dos programas em áudio com janela para tradução em libras.</p>
<p><strong>RODAS DE DIÁLOGO -</strong> Além da audiossérie, o projeto promove vários encontros culturais. À medida que os programas vão acontecendo também são realizadas dez rodas de bate-papo cultural, em diferentes lugares da Mata Norte, com a participação dos entrevistados. A iniciativa tem como público-alvo alunos de escolas públicas, professores e pesquisadores para debaterem juntos sobre a importância, a partir do que for apresentado no podcast, de como seguir preservando e difundindo os patrimônios culturais da Zona da Mata.</p>
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		<title>Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal lança o podcast Ressignificando as Memórias</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 18:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (21) acontece o lançamento do podcast Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal – Ressignificando as Memórias, no Spotify, em comemoração ao Dia Nacional da Árvore e ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Com cinco episódios, o podcast objetiva salvaguardar e difundir o patrimônio material e imaterial de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (21) acontece o lançamento do podcast <em>Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal – Ressignificando as Memórias</em>, no Spotify, em comemoração ao Dia Nacional da Árvore e ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Com cinco episódios, o podcast objetiva salvaguardar e difundir o patrimônio material e imaterial de Pernambuco democratizando o acesso aos saberes e fazeres contidos no livro <em>Árvores Nativas, Cultura Medicinal</em>, que catalogou 31 espécies do Estado a partir dos conhecimentos de moradores e moradoras das comunidades tradicionais de Garanhuns e São João, localizadas no Agreste pernambucano.<br />
Além da democratização da cultura, fazendo chegar a áreas de difícil acesso e a pessoas com deficiência visual, o podcast visa compartilhar como foi todo o processo de coleta dos saberes e fazeres por parte dos povos tradicionais. Mais uma vez foi dada voz aos detentores desse conhecimento que agora estão narrando por meio de áudio como foi participar desse projeto Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal, incentivado pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), trazendo também, por meio da fala, essa sabedoria e suas vivências com o uso da fitoterapia arbórea.<br />
“No podcast as consultoras fitoterápicas relatam o que consta no livro trazendo mais envolvimento ao escutar diretamente suas vozes, transmitindo seus sentimentos de orgulho e pertencimento, que por meio dessa ferramenta oportuniza aprofundar a difusão de seus conhecimentos adquiridos por seus familiares”, destaca Danielle Jansen, coordenadora do projeto e autora do livro <em>Árvores Nativas Cultura Medicinal</em>. “A difusão desse conhecimento é muito importante, pois promove a manutenção dessas práticas fitoterápicas incluindo a conservação e valorização das matas nativas”, complta Danielle.<br />
Com o podcast se encerra o ciclo de ações do projeto cultural Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal, incentivado pelo Funcultura. Entre as ações realizadas pelo projeto houve a distribuição gratuita de 500 exemplares do livro <em>Árvores Nativas Cultura Medicinal</em> para seis comunidades rurais do Agreste e da Zona da Mata de Pernambuco, e para duas instituições de ensino superior em Garanhuns e uma em Palmeira dos Índios, incluindo as versões em braile.<br />
O fortalecimento das ações de salvaguarda do patrimônio imaterial sobre esses conhecimentos é imprescindível. Da mesma forma a implementação de políticas públicas que fomentem ainda mais a rede de detentoras e detentores desses saberes fitoterápicos cultivam em seus terreiros a farmácia viva praticando e transmitindo por meioda tradição oral esse patrimônio imaterial para familiares e comunidade.<br />
O podcast <em>Coletânea de Saberes e Fazeres Árvores Nativas Cultura Medicinal – Ressignificando as Memórias</em> está disponível gratuitamente, a partir desta quinta-feira (21), no Spotify por meio deste <a title="Podcast Coletânea de Saberes e Fazeres Árvores Nativas Cultura Medicinal – Ressignificando as Memórias" href="https://spotify.link/DtgV7m3u6Cb" target="_blank">link</a>. Já a versão digital do livro está disponível no site <a title="Mãe da Iumas" href="https://maesdaiumas.wordpress.com/" target="_blank">Mães da Iumas</a>. Para conhecer um pouco mais sobre o projeto basta acessar e acompanhar o Instagram @culturamedicinal e a fan page <a title="Mães da Iumas" href="https://www.facebook.com/CulturaMedicinal" target="_blank">Mães da Iumas</a>.</p>
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		<title>Nazaré da Mata recebe programação da terceira Noite dos Mestres do Apito</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Oct 2019 15:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela terceira edição consecutiva, o município de Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte, vai sediar a terceira Noite dos Mestres do Apito, projeto cultural, realizado com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. A festa será neste sábado (26), na sede do Maracatu Águia de Ouro de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pela terceira edição consecutiva, o município de Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte, vai sediar a terceira Noite dos Mestres do Apito, projeto cultural, realizado com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. A festa será neste sábado (26), na sede do Maracatu Águia de Ouro de Nazaré da Mata, localizado no bairro do Sertãozinho, a partir das 21h.</p>
<p>O projeto, de itinerância cultural, coordenado por Cilda Trindade, busca promover uma noite especial, dedicada à valorização da arte, poesia e musicalidade, produzidos por grupos de maracatus rurais, do município.</p>
<p>Nesta edição, a festa conta com a participação da evolução dos brincantes do Maracatu Águia de Ouro, que tem à frente o mestre de maracatu, Natal Francisco da Silva (Cobrinha). Já o mestre convidado para ensaiar juntamente com os fogalzões é Josemir Henrique, do Maracatu Cambinda Nova, também de Nazaré da Mata.</p>
<p><b>História dos mestres &#8211; </b>Considerado ícone nova geração de poetas popular, mestre Josemir Henrique começou 15 anos, no ano de 2014, no Maracatu Sonho de Criança, composto por brincantes mirins. Lá, exercitava a rima e a poesia, soltando as primeiras palavras que vinham à cabeça. Aprenderia mais com o mestre João Paulo, referência na cultura popular e um dos mais respeitados dentro do maracatu rural.</p>
<div id="attachment_72475" aria-labelledby="figcaption_attachment_72475" class="wp-caption img-width-563 alignnone" style="width: 563px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/mestre-Josemir-Henrique.jpg"><img class="size-medium wp-image-72475" alt="Mestre Josemir Henrique, do Cambinda Nova, de Nazaré da Mata" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/mestre-Josemir-Henrique-563x486.jpg" width="563" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Josemir Henrique, do Cambinda Nova, de Nazaré da Mata</p></div>
<p>Em 2015, preparado pelo mestre João Paulo, Josemir assume oficialmente o comando do Maracatu Leão da Boa Vista. Daí por diante não parou mais. Já passou pelo Maracatu Leão da Mata Norte de Tracunhaém; Pantera da Vila de Chã de Alegria; e Leão de Ouro de Nazaré da Mata. Atualmente, ocupa o posto de mestre do Maracatu Cambinda Nova, de Nazaré da Mata.</p>
<p>O mestre Natanael Francisco da Silva, conhecido como mestre Cobrinha, carrega uma longa história como poeta popular. Sua carreira como mestre de maracatu teve início aos seus 17 anos. De lá para cá, os  improvisos de rimas e poesias tomaram conta de sua vida. Hoje, aos 54 anos, ele guarda a memória da época em que brincou nos Maracatu Leão das flores de Itaquitinga; Leão formoso de Maraty; Cambinda Estrela de Itaquitinga; Leão Mimoso de Upatiniga; e  Águia de Ouro de Casa Amarela. Hoje, ele se apresenta no Maracatu Águia de Ouro de Nazaré da Mata.</p>
<div id="attachment_72476" aria-labelledby="figcaption_attachment_72476" class="wp-caption img-width-540 alignnone" style="width: 540px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/Mestre-Cobrinha.jpg"><img class="size-full wp-image-72476" alt="Mestre Cobrinha, do Maracatu Águia de Ouro, de Nazaré da Mata." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/Mestre-Cobrinha.jpg" width="540" height="334" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Cobrinha, do Maracatu Águia de Ouro, de Nazaré da Mata.</p></div>
<p><b>Programação &#8211; </b>Até o fim deste ano, o Projeto Noite dos Mestres do Apito vai percorrer mais duas sedes de maracatu rurais de Nazaré da Mata. No dia 23 de novembro, o ensaio chega à sede do Maracatu Águia Dourada, no Bairro do Sertãozinho. Na ocasião, o mestre convidado será André de Lica. Já no mês de dezembro, para fechar a programação de ensaios, o projeto acontecerá na sede do Maracatu Leão Africano, Centro da Cidade. Para celebrar à noite, o convidado será mestre Bi.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
3ª Noite dos Mestres do Apito<br />
Quando: 26/10 (sábado), às 21h<br />
Local: Sede do Maracatu Águia de Ouro de Nazaré da Mata, localizado no bairro do Sertãozinho<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Fundarpe apresenta estudo inédito sobre atuação do Funcultura em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2019 17:16:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura chega aos seus quinze anos de existência consagrado como a mais importante política de fomento às artes no estado. Este ano, serão cerca de R$ 32 milhões investidos em 4 editais: Geral, Audiovisual, Música e Microprojetos. Uma conquista que também é fruto de uma interlocução contínua do Governo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura chega aos seus quinze anos de existência consagrado como a mais importante política de fomento às artes no estado. Este ano, serão cerca de R$ 32 milhões investidos em 4 editais: Geral, Audiovisual, Música e Microprojetos. Uma conquista que também é fruto de uma interlocução contínua do Governo de Pernambuco – por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe – com os mais diversos segmentos da cultura, representados comissões setoriais, deliberativa, além dos conselhos de cultura que, a partir de 2016, passaram a ter um papel mais relevante no direcionamento das políticas culturais de Pernambuco. Toda essa importância do Funcultura merecia um estudo detalhado da capilaridade de sua atuação.</p>
<p>A análise dos dados do Funcultura dos últimos quatro anos foi possível a partir do acumulado das discussões do Grupo de Trabalho (GT) para modernização e aprimoramento do Funcultura, criado no âmbito do Conselho Estadual de Política Cultural. Os indicadores que resultaram desse estudo são um auxílio tanto para a produção cultural do estado quanto para a gestão pública, pois serve como base para o desenvolvimento e aprimoramento das políticas de cultura. <b>Os indicadores e as análises foram apresentados ao público no I Seminário do Funcultura, que aconteceu nos dias 8 e 9 de junho, no Erem do Porto Digital, no Bairro do Recife. </b></p>
<p>Os dados apresentados correspondem a todos os 10 editais do Funcultura no período entre 2015 e 2018, a saber: Geral 2014-2015, Audiovisual 2014-2015, Geral 2015-2016, Audiovisual 2015- 2016, Geral 2016-2017, Audiovisual 2016-2017, Música 2016-2017, Geral 2017-2018, Audiovisual 2017-2018 e Música 2017-2018.</p>
<p>É possível fazer recortes de informações por ano, por edital, por Região de Desenvolvimento (RD) e por área cultural. Também é possível associar os recortes e fazer todos os cruzamentos possíveis de projetos inscritos e aprovados do Funcultura entre linguagens e regiões do estado.</p>
<p>O documento aponta que as diferenças regionais de aprovação de projetos ainda precisam de avanços. No entanto, atesta que o fundo pernambucano apresenta grande capilaridade em todo território estadual. O Cadastro de Produtor Cultural (CPC), por exemplo, registra inscrições de produtores oriundos de 147 municípios (cerca de 80% do total) e de todas as Regiões de Desenvolvimento (RDs). O dado indica a legitimidade e o alcance da política, bem como o seu potencial de interiorização.</p>
<p>“A divulgação desses dados é de grande importância não apenas para nós que nos debruçamos diariamente sobre o desenvolvimento da política de Cultura de Pernambuco, mas também para quem está realizando a produção cultural e, a partir dessas análises, tem condições de visualizar onde o Funcultura está chegando, quais segmentos da cultura estão mais presentes em determinadas regiões, ou, pelo contrário, quais lugares ainda carecem de determinados projetos e assim poder desenvolver com mais eficiência os seus projetos”, coloca o secretário de cultura Gilberto Freyre Neto.</p>
<p>“Esse estudo nos permite uma avaliação mais justa dos editais, sobretudo do resultado dos esforços que o Governo tem feito para desconcentrar os editais, fazendo com que cada vez mais produtores culturais de fora da Região Metropolitana tenham mais acesso. Logo na primeira figura desse estudo podemos visualizar essa desconcentração, com a redução de 84% para 66% de projetos aprovados na RMR”, diz Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<p>O link abaixo* leva a um painel de indicadores interativos onde o usuário poderá escolher os critérios para as análises do seu interesse.</p>
<p><a href="https://datastudio.google.com/open/15XtE8ObNTUN04E-xScwQI929NXOxlVpl">https://datastudio.google.com/open/15XtE8ObNTUN04E-xScwQI929NXOxlVpl</a></p>
<p>*Recomenda-se acessar o link por meio dos navegadores Google Chrome ou Mozilla Firefox.</p>
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		<title>Bairros de Recife e Olinda recebem apresentações gratuitas do espetáculo &#8220;Flor do Lixo&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bairros-de-recife-e-olinda-recebem-apresentacoes-gratuitas-do-espetaculo-flor-do-lixo/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 19:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania A rua como espaço prioritário é uma das propostas principais da Caravana Tapioca com o projeto Circomunidade que leva a encenação circense “Flor do Lixo” para parques e praças da Região Metropolitana do Recife. Com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, a nova circulação do espetáculo, que busca [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58774" aria-labelledby="figcaption_attachment_58774" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/flordolixo_renatapires-5.jpeg"><img class="size-full wp-image-58774" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/flordolixo_renatapires-5.jpeg" width="640" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Os atores Giulia Cooper e Anderson Machado usam figurino e objetos feitos de material reciclado no espetáculo</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>A rua como espaço prioritário é uma das propostas principais da Caravana Tapioca com o projeto Circomunidade que leva a encenação circense “Flor do Lixo” para parques e praças da Região Metropolitana do Recife. Com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, a nova circulação do espetáculo, que busca provocar o público sobre os usos do lixo, passará nesta terça-feira (20), às 15h30, por Brasília Teimosa e seguirá durante o mês de março pela Comunidade do Chié (22), Alto da Sé (24), Parque da Jaqueira (25), Santo Amaro (26), Mangabeira (27), Arruda (28), Peixinhos (29), Coque (30) e Joana Bezerra (31).</p>
<p>“Apresentar-se na rua é uma escolha e não falta de opção. É uma decisão baseada na democratização e descentralização da arte, ocupação de espaços públicos e permissão de acesso a todos”, explica Giulia Cooper que, como a palhaça Nina, integra a Caravana Tapioca ao lado de Anderson Machado, o palhaço Cavaco. Desde a sua estreia em 2015, que aconteceu no Recife também com incentivo do Funcultura, o espetáculo foi pensado para ser feito na rua e para um público de todas as idades. Para atingir um público ainda mais amplo, esta temporada na capital pernambucana também contará com audiodescrição nas apresentações do Parque da Jaqueira, Arruda e Peixinhos.</p>
<p>“O roteiro não tem palavras e a gente já conseguiu levar para algumas escolas de surdos. Agora, a gente quis torná-lo possível para os cegos também acompanharem”, explicou ela, ao falar que o recurso de acessibilidade comunicacional será feito em tempo real para dar abertura aos improvisos. “O espetáculo está muito mais maduro porque a gente circulou bastante, então a gente está muito mais aberto ao que pode surgir da rua, que são coisas que tornam cada apresentação única”, comenta a atriz, destacando a evolução entre as temporadas. Como a quantidade de aparelhos para a audiodescrição é limitada, recomenda-se que os interessados em usá-los cheguem cedo aos locais de apresentações.</p>
<div id="attachment_58795" aria-labelledby="figcaption_attachment_58795" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/cavaco-pandeiro-2-renata-pires.jpeg"><img class="size-medium wp-image-58795" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/cavaco-pandeiro-2-renata-pires-607x402.jpeg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentações contarão com recursos de acessibilidade comunicacional</p></div>
<p>Além de números que envolvem lixo, como malabarismo com garrafas de plástico e o uso de um cavaquinho feito de lata, materiais descartados também foram usados em outros aspectos do espetáculo, como o figurino, feito pela atriz pernambucana Fabiana Pirro. “A importância de falar disso é que, nesse momento que a gente está vivendo em que as questões ambientais e dos direitos humanos estão secundárias, a gente busca um outro olhar para se repensar o consumo desenfreado”, esclarece Giulia, ao demonstrar que o circo também pode ser usado para tratar de assuntos sérios.<strong><br />
</strong></p>
<p>“Flor do Lixo” conta a história de dois artistas que, ao se apresentarem na rua, têm sua performance interrompida e encontram alternativas para dar continuidade ao espetáculo com o auxílio de seres mágicos, que lhes indicam novas possibilidades cênicas com a utilização dos lixos da rua. Após a apresentação, a dupla da Caravana Tapioca promove um bate-papo com as comunidades onde serão discutidos o tema da apresentação e o fazer artístico. “Isso aproxima a gente da plateia, que estimula o desenvolvimento do pensamento crítico e é algo com o que a gente aprende muito também”, defende a atriz, sobre a troca.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
<b><i>Flor do Lixo</i></b><br />
Gratuito</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">20 de março</span><br />
Terça-feira, 15h30<br />
BRASÍLIA TEIMOSA<br />
Em frente ao Centro da Mulher Metropolitana Julia Santiago</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">22 de março</span><br />
Quinta-feira, 16h<br />
COMUNIDADE DO CHIÉ<br />
Academia da cidade, em frente a Av. Agamenon Magalhães</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">24 de março</span><br />
Sábado, 16h<br />
ALTO DA SÉ &#8211; OLINDA<br />
Próximo ao observatório astronômico</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">25 de março</span><br />
Domingo, 10h<br />
PARQUE DA JAQUEIRA<br />
(ECONÚCLEO) Rua do futuro, 959</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">26 de março</span><br />
Segunda-feira, 16h<br />
SANTO AMARO<br />
Rua Mario de Albuquerque Cavalcanti, em frente à AACA (espaço entre a Vila dos Casados e Sta. Terezinha)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">27 de março</span><br />
Terça-feira, 16h30<br />
MANGABEIRA<br />
Largo da Rua Maria Gonçalves, 312</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">28 de março</span><br />
Quarta-feira, 16h<br />
ARRUDA<br />
Rua Prof. José dos Anjos, próximo ao Canal do Arruda</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">29 de março</span><br />
Quinta-feira, 16h<br />
PEIXINHOS<br />
Pracinha da Caixa D’água</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">30 de março</span><br />
Sexta-feira, 17h<br />
COQUE<br />
Praça Ator Barreto Jr. (ao lado da Escola Costa Porto)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">31 de março<br />
</span>Sábado, 16h <span style="text-decoration: underline;"><br />
</span>JOANA BEZERRA<span style="text-decoration: underline;"><br />
</span>Embaixo do Viaduto Capitão Temudo, entre a Rua Imperial e a Av. Central na Joana Bezerra</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>4º Cine Reboco inicia sessões apenas com filmes pernambucanos</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Mar 2017 18:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acervo Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[4º Cine Reboco]]></category>
		<category><![CDATA[garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Estado de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Com uma programação que contempla apenas filmes produzidos em Pernambuco, o 4º Cine Reboco – Mostra de Cinema Pernambucano começa nesta quarta (29), em Garanhuns. As sessões serão realizadas no auditório 2 do Hotel Sesc Garanhuns em dois turnos, a partir das 14h e a partir das 19h. A entrada é gratuita e a sala [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_47102" aria-labelledby="figcaption_attachment_47102" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/maxresdefault.jpg"><img class="size-medium wp-image-47102" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/maxresdefault-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Filme &#8216;Homens e Caranguejos&#8217;, de Paulo de Andrade,é um dos filmes que compõe a programação</p></div>
<p>Com uma programação que contempla apenas filmes produzidos em Pernambuco, o <a href="https://www.facebook.com/CineReboco/?fref=ts" target="_blank">4º Cine Reboco – Mostra de Cinema Pernambucano</a> começa nesta quarta (29), em Garanhuns. As sessões serão realizadas no auditório 2 do Hotel Sesc Garanhuns em dois turnos, a partir das 14h e a partir das 19h. A entrada é gratuita e a sala de exibição é sujeita à lotação.</p>
<p>A iniciativa conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, e tem o objetivo de impulsionar a produção artístico-cultural de alunos da rede pública de ensino no estado de Pernambuco. Para isso, leva aos interessados uma programação que estimula a construção, o debate e a formação na prática do audiovisual.</p>
<p>Além das sessões, a mostra promoveu entre os dias 22 e 25 deste mes a  OfCINE, uma série de oficinas de formação audiovisual nas áreas da Fotografia, Linguagem Audiovisual e Filmes Curtíssimos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>4º Cine Reboco – Mostra de Cinema Pernambucano</em><br />
Quarta (29) a sexta (31) | 14h e 19h<br />
Auditório 2 do Hotel Sesc Garanhuns (Rua Manoel Clemente, 136, Garanhuns)<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Confira a programação completa do 4º Cine Reboco &#8211; Mostra de Cinema Pernambucano</strong></p>
<p><strong>22 a 25 de março 2017</strong></p>
<p>OfCINE | Oficinas de formação audiovisual<br />
Felipe Correia | Fotografia<br />
Kennel Rógis | Cinemando Oficina de linguagem audiovisual<br />
Marcelo Quixaba | Filmes Curtíssimos</p>
<p><strong>Quarta (29) | 14h</strong></p>
<p>LÁ VEM (animação, 5min, 2016),<br />
Dir. Chia Beloto, Marila Cantuária, Rui Mendonça, Guma<br />
Farias, Mateus Simon e Paulo Sano</p>
<p>RETORNO<br />
(Documentário, 11min, 2015),<br />
Dir. Taciano Valério</p>
<p>HOMENS E CARANGUEJOS<br />
(Ficção, 25min, 2016)<br />
Dir. Paulo de Andrade</p>
<p>ANUÁRIO DE ARTES DO SERTÃO : Arcoverde<br />
(Documentário, 22min, 2016)<br />
Dir. Lula Moreira</p>
<p>#Do Código PARTE 1 &#8211; PAULISTA GUS | Ponto De VISÃO | MOTIVOS AUDITIVOS<br />
(Videoclipe, 4min, 2016),<br />
Dir. SemDiplomaRecords</p>
<p><strong>Quinta (30) | 9h</strong></p>
<p>O EX-MÁGICO<br />
(Animação, 11min, 2016),<br />
Dir. Olímpio Costa e Maurício Nunes</p>
<p>PAINHO E O TREM<br />
(Documentário, 17min, 2016)<br />
Dir. Mery Lemos</p>
<p>Curta Metragem desenvolvido na oficina &#8220;Cinemando&#8221;<br />
(Ficção, 2016)<br />
Dir. Coletiva</p>
<p>TEDYASESE – SUPERAMOS OS TEMPOS<br />
(Documentário, 20min, 2016)<br />
Dir. Elvis Ferreira</p>
<p>Curta Metragem Desenvolvido na oficina &#8220;Filmes Curtissimos&#8221;<br />
(Documentário, 2016)<br />
Dir. Coletiva</p>
<p>NARRATIVAS MULTIAFETIVAS<br />
(Experimental, 6min, 2016)<br />
Dir. Coletiva</p>
<p>Horário: 19h</p>
<p>Dona Bárbara do Araripe<br />
(Ficção, 24min, 2016),<br />
Dir. Lorena Arouche</p>
<p>Iluminadas<br />
(Documentário, 13min, 2016)<br />
Dir. Gabi Saesseger</p>
<p>Autofagia<br />
(Ficção, 11min, 2016)<br />
Dir. Felipe Soares</p>
<p>Ora Pro Nobis, As Sertanejas<br />
(Documentário, 20min, 2016)<br />
Dir. Genaldo Barros</p>
<p>Black Out<br />
(Documentário, 13min, 2016)<br />
Dir. Aldamir J. da Silva, Felipe P. Calheiros, Francisco<br />
Mendes</p>
<p><strong>Sexta (31) | 9h</strong></p>
<p>AS AVENTURAS DO MENINO PONTILHADO<br />
(Animação, 14min, 2016)<br />
Dir. Leo Tabosa</p>
<p>O MONSTRO E FLORESTA (Experimental/Ficção,<br />
4min, 2016)<br />
Dir. Alunos da EMEF e Raimundo medrado</p>
<p>CASTAINHO – Identidades<br />
(Documentário, 12min, 2016)</p>
<p>DONA BÁRBARA DO ARARIPE<br />
(Ficção, 24min, 2016),<br />
Dir. Lorena Arouche</p>
<p>TARJA PRETA<br />
(Documentário, 24min, 2015)<br />
Dir. Márcio farias</p>
<p>E N T R E T R A G O S &#8211; Motivos Auditivos<br />
(Videoclipe, 5min, 2016)<br />
Dir. SemDiplomaRecords</p>
<p>Horário: 19h</p>
<p>Retorno<br />
(Documentário, 11min, 2015)<br />
Dir. Taciano Valério</p>
<p>MARIA<br />
(Ficção, 15min, 2016)<br />
Dir. Carol Correia</p>
<p>FotogrÁFRICA<br />
(Documentário, 25min, 2016)<br />
Dir. Tila Chitunda</p>
<p>Homens e Caranguejos<br />
(Ficção, 25min, 2016)<br />
Dir. Paulo de Andrade</p>
<p>Ainda me sobra eu<br />
(Experimental, 15min, 2016)<br />
Dir. Taciano Valério</p>
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