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	<title>Portal Cultura PE &#187; Artes Cênicas</title>
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		<title>Nexto leva performance sobre salário mínimo e custo de vida para feiras do interior de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 13:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir desta quinta-feira (4), o Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto) circulará pelo Agreste pernambucano com a performance Grande Prêmio Brazil, passando por Toritama, Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru. A ação será realizada nas principais feiras dessas cidades, que presenciarão uma corrida disputada entre o Salário Mínimo e o Custo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta quinta-feira (4), o Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto) circulará pelo Agreste pernambucano com a performance Grande Prêmio Brazil, passando por Toritama, Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru. A ação será realizada nas principais feiras dessas cidades, que presenciarão uma corrida disputada entre o Salário Mínimo e o Custo de Vida enquanto personagens corredores pelas ruas e vielas do comércio local, promovendo reflexões sobre desigualdades sociais em um país que sempre encontra momentos em que o salário mínimo não consegue acompanhar o custo de vida. O Projeto conta com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc Pernambuco (PNAB-PE), por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Governo de Pernambuco e Governo Federal.</p>
<p>A performance foi idealizada por Andréa Veruska e Wagner Montenegro, fundadores do Nexto, inspirada em uma cena da peça “Revolução na América do Sul”, de Augusto Boal, grande idealizador do método Teatro do Oprimido, que carrega em sua essência o caráter de transformação social das artes cênicas, com influências de nomes como Paulo Freire e Bertolt Brecht. Andréa vive o Custo de Vida, disparando em velocidade pelas ruas, enquanto Wagner é o Salário Mínimo, que caminha em marcha atlética tentando alcançar seu oponente, com a população das ruas e feiras como principal público.</p>
<p>“O projeto nasceu em 2022, quando a gente via na TV e nas redes sociais a inflação explodindo, os efeitos da pandemia ainda pesando no dia a dia e gente fazendo fila pra comprar osso. Diante desse cenário, lembramos da peça Revolução da América do Sul, escrita há mais de sessenta anos. A obra conta a história de José da Silva, um operário que vive correndo atrás de uma saída para fome que atinge sua família, revelando que, mesmo décadas depois, a desigualdade segue ditando quem come e quem passa fome”, explica Andréa Veruska.</p>
<p>Grande Prêmio Brazil nasceu como uma videoperformance, atualmente disponível no YouTube do grupo, em 2022, como um projeto do braço audiovisual do Nexto, linguagem artística que o núcleo também vem desenvolvendo atividades há uma década. Na época, o trabalho foi impulsionado por circunstâncias como a recessão econômica e a volta do país ao Mapa da Fome das Nações Unidas. Agora, a obra volta às ruas em um novo momento, em meio aos desafios econômicos, como as tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos ligados à vida no campo e nas feiras, sem perder o fôlego artístico e reflexivo.</p>
<p>“Hoje, mesmo com o país retomando o fôlego econômico e o salário mínimo ganhando força e poder de compra, queremos tensionar as promessas de futuro e sustentabilidade e observar como a política econômica externa realmente está repercutindo nas feiras que sustentam a indústria têxtil em Pernambuco. Se há crescimento, queremos saber quem cresce e a que custo. Queremos discutir o progresso e a sobrevivência de quem está na base da cadeia econômica, afirma Wagner Montenegro.</p>
<p>O Grande Prêmio Brazil começa a circulação nesta quinta-feira (4) em Toritama, no Parque das Feiras, às 9h, e em Santa Cruz do Capibaribe, no Calçadão Miguel Arraes, às 15h. A itinerância se encerra em Caruaru na sexta-feira (5), na Feira da Sulanca, às 9h.</p>
<p><strong>SOBRE O NEXTO</strong>: O Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto) foi fundado em 2012 pelos atores, arte-educadores e pesquisadores Andréa Veruska e Wagner Montenegro, ambos formados pelo Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro (CTO-Rio), à época sob direção artística do Augusto Boal, fundador do método teatral sobre o qual se debruça o núcleo. Juntos realizam pesquisas, estudos e experimentações sobre o método e desenvolvem trabalhos de arte-educação, formação em Teatro do Oprimido, experimentação estética e criações artísticas em espaços sociais e culturais.</p>
<p>Siga nas redes: @nexto.pe no Instagram e @nextope no YouTube</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>GRANDE PRÊMIO BRAZIL</p>
<p>Toritama &#8211; quinta-feira (4), às 9h, no Parque das Feiras.</p>
<p>Santa Cruz do Capibaribe &#8211; quinta-feira (4), às 15h, no Calçadão Miguel Arraes. (Com tradução em Libras)</p>
<p>Caruaru &#8211; sexta-feira (5), às 9h, na Feira da Sulanca.</p>
<p>Gratuito</p>
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		<title>Performance de dança “Arrasta” propõe um mergulho poético entre corpos, águas e territórios</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 19:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A relação entre corpo, natureza e território atravessa o espetáculo “Arrasta”, performance criada pelas artistas da dança Isabela Severi e Lane Luz a partir da pesquisa “Corpo Território Entre: fase água”, realizada com incentivo do Funcultura. Após a estreia na Ilha de Itamaracá, junto à comunidade das marisqueiras, a performance será apresentada no dia 6 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121842" aria-labelledby="figcaption_attachment_121842" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Morgana Narjara</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-02-at-07.20.50.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121842" alt="Foto: Morgana Narjara" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-02-at-07.20.50-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Performance &#8220;Arrasta&#8221;</p></div>
<p>A relação entre corpo, natureza e território atravessa o espetáculo “Arrasta”, performance criada pelas artistas da dança Isabela Severi e Lane Luz a partir da pesquisa “Corpo Território Entre: fase água”, realizada com incentivo do Funcultura. Após a estreia na Ilha de Itamaracá, junto à comunidade das marisqueiras, a performance será apresentada no dia 6 de dezembro, às 18h, no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, com acessibilidade em audiodescrição e entrada gratuita.</p>
<p>O trabalho é fruto de um processo de seis meses de investigação que integrou estudos teóricos, experiências coletivas e vivências no território das Marisqueiras Unidas da Ilha de Itamaracá, resultando numa criação que propõe um gesto de recusa ao antropoceno e convida o público a repensar suas formas de estar no mundo.</p>
<p>A apresentação na Ilha de Itamaracá, realizada no dia 14 de novembro, reuniu moradoras, artistas e o grupo das marisqueiras na caiçara de Kita, num encontro de celebração e partilha. Na ocasião, foi exibido também um documento audiovisual dirigido por Morgana Narjara, produzido a partir das vivências e encontros com as marisqueiras e as pesquisadoras.</p>
<p>Inspiradas por autoras e autores como Donna Haraway, Ailton Krenak, Rufino e Luiz Antonio Simas, as artistas articulam referências sobre o antropoceno, a crise ambiental e o pensamento multiespécie para criar uma experiência sensorial que entrelaça saberes, afetos e ecologias. “Arrasta” nasce do mergulho nas águas oceânicas e míticas e da escuta das mulheres que vivem da mariscagem, figuras que traduzem a resistência e o cuidado em meio às transformações ambientais.</p>
<p>No palco, ou melhor, nas margens, duas mulheres se movem envoltas por um grande tecido-sargaço, evocando estados tentaculares, densos e abissais. Seus corpos carregam o peso e a fluidez das águas, em gestos que convocam o público a expandir o olhar e sentir os entre-lugares da existência, onde o humano e o mais-que-humano se entrelaçam.</p>
<p>“Essa performance nasce de um desejo de escuta — escuta da terra, das águas e das mulheres que habitam esses territórios. ‘Arrasta’ é também sobre deixar-se mover por forças que não são só humanas, sobre reconhecer o corpo como extensão da natureza e vice-versa”, afirma Isabela Severi, uma das criadoras e pesquisadoras da obra.</p>
<p>Para Lane Luz, o trabalho é um convite à sensibilidade: “Queríamos construir uma experiência que deslocasse o olhar, que nos fizesse perceber a beleza e a dor que existem nesses fluxos entre o corpo e o ambiente. Aprendemos muito com as marisqueiras, sua força, sua coletividade e a maneira como cuidam do mar e de si mesmas nos atravessaram profundamente”.</p>
<p>O processo criativo envolveu múltiplas camadas: da oficina “Corpo Ambiente em fluxo e Suas Ecologias Afetivas”, ministrada por Gabi Holanda, à assessoria em acessibilidade conduzida por Michel Platini, passando pela imersão com as marisqueiras e a construção colaborativa de um material textual e visual que amplia o alcance da pesquisa.</p>
<p>“Arrasta” é, portanto, mais que uma performance: é um convite à fabulação e ao reencontro com o sensível, uma travessia entre corpos e águas, memória e futuro, gesto e cuidado.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Performance “Arrasta”<br />
Data: 6 de dezembro de 2025 (sábado), às 18h<br />
Local: Mercado Eufrásio Barbosa, Olinda<br />
Entrada: gratuita<br />
Acessibilidade: audiodescrição<br />
Lançamento do e-book: redes sociais do projeto<br />
Instagram: @corpoterritorioentre @isabelaseveri @laneluz_3</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong><br />
Intérpretes criadoras e pesquisadoras: Isabela Severi e Lane Luz<br />
Orientação da pesquisa e assistência de direção: Gabi Holanda<br />
Produtor geral e operador de som: Hugo Dubeux<br />
Produtora executiva: Camila Martins<br />
Direção de arte: Marlan Cotrim<br />
Interlocução com o território das marisqueiras: Talita Francisca da Silva<br />
Ilustradora e designer: Giovanna Monteiro<br />
Audiodescrição: Diana Cavalcanti<br />
Consultor audiodescritor: Ivanilton Leão<br />
Consultor em acessibilidade: Michel Platini<br />
Fotografia e vídeo: Morgana Narjara e Juliana Silva<br />
Mídias sociais: Gisele Carvallo<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida (Alcateia Comunicação e Cultura)<br />
Incentivo: Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo de Pernambuco</p>
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		<title>O Açougueiro volta aos palcos pernambucanos com circulação no Recife e interior</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 18:57:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de 10 anos, vários prêmios e temporadas de sucesso em outros estados, o monólogo “O Açougueiro”, do ator e pesquisador Alexandre Guimarães, está de volta aos palcos do Estado. A circulação tem início na sexta-feira (14/11), às 20h, no Teatro Capiba, no Sesc Casa Amarela, e segue para as cidades de Verdejantes, Serra Talhada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121177" aria-labelledby="figcaption_attachment_121177" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Lucas Emanuel</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-10-at-15.52.22.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121177" alt="Foto: Lucas Emanuel" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-10-at-15.52.22-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Açougueiro</p></div>
<p>Depois de 10 anos, vários prêmios e temporadas de sucesso em outros estados, o monólogo “O Açougueiro”, do ator e pesquisador Alexandre Guimarães, está de volta aos palcos do Estado. A circulação tem início na sexta-feira (14/11), às 20h, no Teatro Capiba, no Sesc Casa Amarela, e segue para as cidades de Verdejantes, Serra Talhada e São Lourenço da Mata. Todas as apresentações são gratuitas, abertas para todas as idades e contarão com intérprete de Libras, tornando o espetáculo acessível ao público com deficiência auditiva. A exibição no Recife tem indicação para o público com idade a partir de 18 anos.</p>
<p>Com o tema “O Açougueiro 10 anos: do litoral dos sentimentos à sequidão dos desejos” o projeto, aprovado com o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), terá apresentação única em cada cidade.</p>
<p>Amor, preconceito, intolerância e feminicídio. Esses são alguns dos temas presentes na peça “O Açougueiro”. O espetáculo, que tem texto e direção assinado pelo pernambucano Samuel Santos, conta a história de amor de Antônio, homem de infância pobre, que realizou o sonho de abrir o próprio açougue para fugir da fome, e sua esposa, a jovem Nicinha, uma ex-prostituta do pequeno vilarejo no coração do sertão nordestino, mas também mostra o lado sombrio dos sentimentos humanos.</p>
<p>Ao todo, o ator interpreta nove personagens, dividindo-se entre diálogos, cantos e manifestações do vaqueiro como os aboios, toadas e cantigas de reisados. O monólogo já foi assistido por mais de 7 mil espectadores, sendo apresentado em 15 cidades de nove estados brasileiros e tendo participado de quase 20 festivais nacionais. O Açougueiro já realizou também sete temporadas entre o Nordeste e o Sudeste. E recebeu diversos prêmios, entre eles, os de melhor ator, melhor monólogo e melhor maquiagem na 16ª edição do Prêmio Cenym de Teatro Nacional; e o de melhor ator no Festival Internacional Janeiro de Grandes Espetáculos 2016 e Melhor Monólogo no Prêmio Roberto de França pelo Governo do Estado de PE.</p>
<p>O monólogo já foi assistido por mais de 7 mil espectadores, sendo apresentado em 15 cidades de nove estados brasileiros e tendo participado de quase 20 festivais nacionais. O Açougueiro já realizou também sete temporadas entre o Nordeste e o Sudeste. E recebeu diversos prêmios, entre eles, os de melhor ator, melhor monólogo e melhor maquiagem na 16ª edição do Prêmio Cenym de Teatro Nacional; e o de melhor ator no Festival Internacional Janeiro de Grandes Espetáculos 2016 e Melhor Monólogo no Prêmio Roberto de França pelo Governo do Estado de PE.</p>
<p>Além das apresentações teatrais, o projeto contempla a “Oficina de Atuação Teatro Físico e Antropológico”, voltada para profissionais e estudantes de artes cênicas, dança e performers. Em Recife, as oficinas vão acontecer nos dias 13 e 14 de novembro. Um treinamento com base nas técnicas de atuação do próprio Guimarães, fruto de seus 10 anos de pesquisa em busca do estado de representação.</p>
<p>A oficina é voltada majoritariamente a artistas da cena e estudantes de artes cênicas de cada um dos municípios. Todas as ações serão gratuitas, de modo a ampliar o alcance do espetáculo, sobretudo a populações mais carentes, que têm pouco ou nenhum acesso a ações culturais. Também pensando na acessibilidade comunicacional, haverá a presença de intérpretes de Libras em todas as apresentações e oficinas.</p>
<p>O recifense Alexandre Guimarães é ator, produtor, diretor e encenador teatral. No teatro, além do espetáculo O Açougueiro, é o idealizador e protagonista do solo Eu NÃO Sou João Caetano.</p>
<p><strong>Entre os prêmios estão:<br />
</strong>- Melhor Ator Janeiro de Grandes Espetáculo – APACEPE (2016)<br />
- Melhor Ator/Monólogo/Maquiagem Prêmio Cenym do Teatro Nacional (2016)<br />
- Prêmio We Do E-Teatro (São Paulo)<br />
- Melhor Ator/Monólogo/Direção Festival de Teatro de Trindade<br />
- Melhor Ator do Cine PE 2024</p>
<p><b>SERVIÇO:<br />
</b>O Açougueiro  &#8211; ÚNICA APRESENTAÇÃO!<br />
Data: 14 de novembro (sexta)<br />
Hora: 20h<br />
Local: Teatro Capiba | Sesc Casa Amarela<br />
Ingressos: aberto ao público (Ingressos com retirada 1 hora antes no local)<br />
Indicação etária: 18 anos<br />
Apresentação acessível com Intérprete de Libras<br />
Oficina de Atuação Teatro Físico e Antropológico: Dias 13 e 14 de novembro</p>
<p><b>FICHA TÉCNICA:<br />
</b>Texto/Direção: Samuel Santos<br />
Atuação/Produção: Alexandre Guimarães</p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Memórias de Carnaval&#8221; é encenado no Teatro Hermilo Borba Filho</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 14:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_2835.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-121168" alt="IMG_2835" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_2835-364x486.png" width="364" height="486" /></a></p>
<p>Com incentivo da Lei Paulo Gustavo PE, o espetáculo &#8220;Memórias de Carnaval&#8221; convida o público a mergulhar em uma experiência sensorial e afetiva, onde dança e memória de entrelaçam. O Carnaval é feito de passos, encontros e histórias que não se apagam. E, com inspiração nas lembranças de foliões e trabalhadores da festa, o público poderá assistir à apresentação no próximo dia 19 de novembro, quarta-feira, às 20h, no Teatro Hermilo Borba Filho.</p>
<p>Entre risos e lágrimas, amores e despedidas, resistência e celebração, o espetáculo revisita as múltiplas camadas da festa popular que pulsa em cada corpo. Uma viagem coreográfica por nostalgias coletivas e íntimas, evocando a alegria, a saudade e a intensidade que só o Carnaval é capaz de revelar.</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong><br />
Concepção, direção, produção e Intérprete : Aldeline Silva<br />
Direção e criação de movimento: Marcos Teófilo<br />
Dramaturgia e Direção de Artes: Álcio Lins<br />
Figurinos e adereços: Francis de Souza, Álcio Lins, Aldeline Silva<br />
Iluminação: Natalie Revorêdo<br />
Áudiovisual e publicidade (pode mudar se quiser): Arthur Chaves, Maju Lima<br />
Preparação física: Filipe Lopes<br />
Acompanhamento nutricional: Tales Rego<br />
Assessoria de comunicação: Talis Ribeiro<br />
Convidado: Fernando Gomes (como papangu)</p>
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		<title>Festival de Circo do Brasil retorna ao Recife com programação franco-brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 13:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de uma passagem consagradora pela França, o Festival de Circo do Brasil (FCB) se prepara para sua etapa nacional, que transforma o Recife na capital das artes circenses de 1º a 9 de novembro. Em sua 19ª edição, o evento integra o Ano Brasil–França, promovendo um projeto de cooperação cultural e intercâmbio artístico com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120974" aria-labelledby="figcaption_attachment_120974" class="wp-caption img-width-457 alignnone" style="width: 457px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-29-at-10.05.27.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120974" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-29-at-10.05.27-457x486.jpeg" width="457" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Esparrama Circo</p></div>
<p>Depois de uma passagem consagradora pela França, o Festival de Circo do Brasil (FCB) se prepara para sua etapa nacional, que transforma o Recife na capital das artes circenses de 1º a 9 de novembro. Em sua 19ª edição, o evento integra o Ano Brasil–França, promovendo um projeto de cooperação cultural e intercâmbio artístico com a La Grainerie – Fabrique des Arts du Cirque et de l’Itinérance.</p>
<p>O público pernambucano poderá conferir espetáculos nacionais e internacionais, vivências circenses, laboratórios artísticos, intercâmbios culturais, feira de economia criativa, exibição de filmes e apresentações musicais e de cultura popular, reafirmando o festival como um dos principais encontros de artes circenses da América Latina. A programação ocupará os teatros de Santa Isabel, Parque, Apolo e Hermilo Borba Filho, além de itinerar por vários espaços abertos do Grande Recife.</p>
<p>Com produção da Luni Produções e da La Grainerie e apoio da Prefeitura do Recife, do Governo de Pernambuco e do Ministério do Turismo, o FCB traz nove dias de intensa programação, para todas as idades, com atividades gratuitas e a preços acessíveis. Esta edição do festival conta com patrocínio do Banco do Nordeste, através da Lei de Incentivo à Cultura, uma realização do Ministério da Cultura e Governo Federal.</p>
<p><strong>Abertura e ocupação artística no Parque Santana</strong></p>
<p>O festival inicia no primeiro final de semana de novembro, dias 1º e 2, com uma grande ocupação artística no Parque Santana, em Casa Forte. A programação, gratuita e franco-brasileira, reúne diferentes linguagens em uma celebração das artes e da cultura.</p>
<p>No local, será montado um palco para apresentações circenses, shows musicais e manifestações da cultura popular. Entre as atrações, Esparrama Circo, do Grupo Esparrama (SP), presta homenagem à tradição do circo, transformando o cotidiano em espetáculo. A Mostra PE apresenta números de artistas pernambucanos ou residentes no Estado, selecionados por meio da convocatória artística do festival.</p>
<p>A programação musical começa no sábado (1º) com Forró na Caixa (PE), que transforma o picadeiro em um baile de rabeca, mesclando forró pé-de-serra, coco, baião, samba e influências do manguebeat. No domingo (2), Mestre Anderson Miguel (PE) celebra as tradições populares pernambucanas com maracatu de baque solto e ciranda. O coletivo Fuscirco (Ceará), formado pelos palhaços Rupi e Pitchula, estaciona seu Fusca Azul 1974 na área central do parque, apresentando música, malabares, equilibrismo e humor no espetáculo “A RiSita”. O público ainda poderá assistir o espetáculo “How Much We Carry?”, do Crique Immersif (FR-BR). Inédito no Brasil, a apresentação, sem diálogos, convida o público à pausa e ao encontro em torno de uma percha gigante em constante desequilíbrio.</p>
<p>O skatepark do Parque Santana recebe o laboratório artístico Hyperboles, da Cie SCoM (França), que investiga as interseções entre skate e acrobacia circense, propondo uma reflexão sobre o lugar das mulheres em práticas tradicionalmente masculinas. A iniciativa reúne artistas circenses e skatistas do Brasil e da França.</p>
<p>Durante os dois dias, o público também poderá participar da Feira Na Laje, evento colaborativo de economia criativa, e das Vivências Circenses, da Cia Brincantes de Circo (PE), com experimentação de aéreos como tecido, lira e trapézio fixo, equilíbrio no arame, acrobacias e malabares para crianças e adultos. No domingo, a programação começa com um aulão de yoga, promovendo conexão com o corpo antes das atividades circenses.</p>
<p><strong>Programação nos teatros<br />
</strong><br />
Nos teatros, a programação começa com “Nove Tentativas de Não Sucumbir”, da Cia Devir (PE), no Teatro Apolo, com duas apresentações gratuitas nos dias 31 de outubro e 1º de novembro. O espaço também recebe “Vermelho, Branco e Preto”, de Cibele Mateus (SP), nos dias 5 e 6, e “Fragmentos”, da Cia La Víspera (ES-FR), nos dias 7 e 8.</p>
<p>No Teatro de Santa Isabel, serão apresentados “O Vazio é Cheio de Coisa”, da Cia Nós no Bambu (DF), em sessão única no dia 6, e “Le Bruit des Pierres”, do Collectif Maison Courbe (FR), nos dias 8 e 9. O solo da brasiliense Poema Mühlenberg integrou a etapa francesa do festival, em Toulouse. Outro solo da artista, “Sarayvara”, também apresentado na França, chega ao Brasil no dia 7, no Teatro Hermilo Borba Filho, com entrada gratuita. O Teatro do Parque recebe “Juventud”, da Cie NDE (FR), no dia 9. Os ingressos para estas apresentações estão disponíveis na plataforma Sympla, com valores de R$10 a R$50.</p>
<p><strong>Exibição especial: documentário sobre Davi Kopenawa</strong></p>
<p>No dia 4 de novembro, na Sala Derby do Cinema da Fundação, o público poderá conferir “Kopenawa: Sonhar a Terra-Floresta”, documentário dirigido por Marco Alteberg e Tainá de Lucas, que dá voz a Davi Kopenawa Yanomami, líder indígena e defensor da Amazônia. O filme explora a visão poética e profunda de Kopenawa sobre os desafios enfrentados pelo povo Yanomami, impactos das invasões em territórios indígenas, a crise climática e o futuro da humanidade, com participações de Ailton Krenak, Claudia Andujar, José Celso Martinez e Gilberto Gil, entre outros.</p>
<p>A exibição é fruto da parceria entre o Festival de Circo do Brasil e o XV Janela Internacional de Cinema do Recife.</p>
<p><strong>Sessão de autógrafos e bate-papo com Mestre Martelo</strong></p>
<p>No dia 5 de novembro, o Paço do Frevo recebe uma sessão de autógrafos com Sebastião Pereira de Lima (Mestre Martelo) em torno do livro “Mateus de uma vida inteira”. O projeto de pesquisa é dedicado à figura do Mateus no Cavalo Marinho Pernambucano, destacando a trajetória de Mestre Martelo, considerado o Mateus mais antigo em atividade no Brasil, aos 89 anos. Organizado por Odília Nunes e Cibele Mateus, o trabalho busca preservar e valorizar a memória, os saberes e a comicidade negra do mestre da palhaçaria popular. Na mesma data, o público poderá participar de um bate-papo com Mestre Martelo e Cibele Mateus, aprofundando o diálogo sobre sua trajetória e legado.</p>
<p><strong>Circo Itinerante</strong></p>
<p>Com a proposta de ampliar a circulação da arte circense e formar novas plateias, o Festival de Circo do Brasil realiza a itinerância gratuita de espetáculos por diversos pontos do Grande Recife, levando magia, humor e encantamento a públicos de todas as idades.</p>
<p>A programação começa com “A RiSITA”, do Coletivo Fuscirco (CE), que se apresenta no dia 3 de novembro, no Compaz Ariano Suassuna, no Cordeiro, e no dia 4, em Vera Cruz, Camaragibe. O espetáculo “How Much We Carry?”, do Cirque Immersif (FR-BR), segue em circulação pelo Alto da Sé, em Olinda, no dia 7; pela Oficina Francisco Brennand,na Várzea, no dia 8; e pela Praça do Arsenal, no Recife Antigo, no dia 9.</p>
<p>Já no dia 8 de novembro, o Parque Apipucos sedia “Copyleft”, da Cie. NDE (FR) — uma apresentação que combina malabarismo e dança, permeada por humor e referências esportivas.</p>
<p><strong>Ciclo Formativo</strong></p>
<p>A programação formativa do Festival de Circo do Brasil oferece oficinas e laboratórios voltados a artistas, estudantes e profissionais do circo, promovendo trocas entre diferentes linguagens e experiências. Nos dias 5 e 6 de novembro, o artista Nicanor de Elia, da companhia franco-argentina Cie. NDE, ministra a oficina “Malabares e Movimento”, no Paço do Frevo. Já o artista Felipe Nicknig, da Cia Catavento (GO), conduz o workshop “Aéreo Dinâmico”, de 3 a 5 de novembro, no Espaço Cultural Entrelaços. O ciclo se completa com o laboratório “Constelar: criação em circo, artes visuais e teatro”, com Domitille Martin, Nina Harper e Ricardo Cabral, do Collectif Maison Courbe (França), que acontece no Teatro Hermilo Borba Filho, no dia 6 de novembro.</p>
<p>A grade formativa também dá continuidade a dois laboratórios franco-brasileiros iniciados na etapa francesa do festival: Aldeia de Tous e Hyperboles. Inspirado na obra de Ailton Krenak, o Aldeia de Tous reúne seis jovens artistas — três brasileiros e três franceses — em um diálogo entre culturas e linguagens circenses. Após a primeira fase realizada em Toulouse, sob direção de Duda Maia e Nicanor de Elia, a etapa brasileira é conduzida por Maria Paula Costa Rêgo e Poema Mühlenberg. Já o Hyperboles, da companhia Cie SCoM (França), é um laboratório de pesquisa artística que explora as interseções entre skate e acrobacia circense, propondo uma reflexão sobre o corpo, o movimento e o papel das mulheres em práticas tradicionalmente masculinas.</p>
<p><strong>Aldeia de Tous: sustentabilidade e democracia no picadeiro</strong></p>
<p>O eixo curatorial deste ano, “Aldeia de Tous” (Aldeia de Todos), traz os temas sustentabilidade e democracia para o picadeiro. O termo combina português e francês: “Aldeia” refere-se às localidades dos povos originários no Brasil, e “tous” significa “de todos”.</p>
<p>“A proposta é apresentar uma nova perspectiva sobre o circo brasileiro e suas diversas composições, destacando temas urgentes da contemporaneidade de forma transdisciplinar com outras linguagens artísticas”, destaca a curadora e idealizadora do festival, Danielle Hoover.</p>
<p>Com quase duas décadas de trajetória, o Festival de Circo do Brasil reafirma seu compromisso de difundir o circo contemporâneo, aproximar o público das artes e valorizar o intercâmbio cultural. “Mais do que uma mostra de espetáculos, o festival é um espaço de encontro, experimentação e resistência poética — um convite para celebrar a arte de permanecer em movimento”, conclui Danielle.</p>
<p><strong>Etapa francesa</strong></p>
<p>Entre 17 e 28 de setembro, Toulouse recebeu a etapa francesa do FCBl, reunindo artistas brasileiros e franceses em apresentações, oficinas, laboratórios criativos, sessões de cinema, exposições de artes visuais, concertos musicais e atividades colaborativas de gastronomia, encantando o público europeu. Foi a primeira vez que o evento, nascido há 21 anos no Recife e que já impactou mais de 1 milhão de pessoas em Pernambuco, aconteceu em solo internacional, resultado de uma parceria com o Festival Européia de Circo (L’Européenne de Cirque).</p>
<p>A cooperação cultural entre os dois festivais surgiu da coprodução firmada entre a Luni Produções e a La Grainerie, com colaboração da Ésacto’Lido — Escola Superior de Artes Circenses de Toulouse.</p>
<p>“A La Grainerie e a Luni são parceiras há muitos anos. Dessa colaboração nasceu a proposta de uma ocupação multidisciplinar e festiva, que promovesse o diálogo entre o circo e outras linguagens artísticas, todas unidas por um denominador comum: o encontro entre nossas culturas, em sintonia com as questões democráticas e ecológicas que atravessam nossa época”, destaca Hélène Métailié, curadora e gerente de produção do projeto La Grainerie.</p>
<p>“Esta edição é muito especial para nós. Além de levar o Festival de Circo do Brasil pela primeira vez ao exterior, vamos receber pela primeira vez em Recife a diretoria da La Grainerie. A ideia é continuar este movimento de internacionalização nas próximas edições”, afirma a produtora cultural da Luni, Karina Hoover.</p>
<p><strong>Temporada Cruzada Brasil-França/França-Brasil 2025</strong></p>
<p>Lançada por Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva, a Temporada Cruzada Brasil-França 2025 / Saison Croisée Brésil-France 2025 celebra os 200 anos de relações bilaterais e tem como objetivo fortalecer os laços entre os dois países. Estruturada em torno de três grandes eixos — Clima e Transição Ecológica; Diversidade das Sociedades e Diálogo com a África; Democracia e Estado de Direito —, a iniciativa também busca dinamizar a cooperação em áreas como cultura, economia, pesquisa, educação e esporte, com atenção especial à juventude e aos intercâmbios profissionais.</p>
<p>A temporada ocorrerá entre abril e setembro de 2025 na França e entre agosto e dezembro do mesmo ano no Brasil.</p>
<p>“Da missão artística de Debret à voz de Ailton Krenak, a Temporada 2025 honra uma trajetória de fascínio e enriquecimento mútuo”, afirma Emmanuel Lenain, Embaixador da França no Brasil.</p>
<p>A Temporada está coordenada pelo Institut Français e o Instituto Guimarães Rosa em estreita colaboração com as Embaixadas da França no Brasil e do Brasil na França, sob a autoridade dos ministérios das Relações Exteriores e da Cultura de ambos os países. Os comissários são Anne Louyot (programação no Brasil) e Emilio Kalil (programação na França).</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
19ª edição Festival de Circo do Brasil — Aldeia de Tous<br />
1º a 9 de novembro de 2025<br />
Recife – Pernambuco<br />
Ingressos: Sympla (sympla.com.br/festivaldecircodobrasil)<br />
Mais informações: www.festivaldecircodobrasil.com.br/</p>
<p><strong>Acompanhe o Festival de Circo do Brasil nas redes sociais:</strong></p>
<p>https://www.instagram.com/festivaldecircodobrasil/</p>
<p>https://www.facebook.com/FestivaldeCirco</p>
<p>https://www.youtube.com/@FestivalCircoBrasil</p>
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		<title>Estreia do espetáculo O Tempo das Lebres celebra 25 anos da Cia. Etc.</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 18:45:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cia Etc]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/O-Tempo-das-Lebres-Fotos-de-Anderson-Stevens-3-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120839" alt="Foto: Anderson Stevens/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/O-Tempo-das-Lebres-Fotos-de-Anderson-Stevens-3-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Depois de tomar as ruas com uma série de performances, a Cia. Etc., dirigida por Marcelo Sena e Filipe Marcena, estreia O Tempo das Lebres com uma intensa temporada em outubro para celebrar os 25 anos do grupo de dança recifense &#8211; completados em 2025. As apresentações estão marcadas para esta sexta-feira (24) e sábado (25), na sede da TV Universitária (Recife), com ingressos à venda pelo Sympla (R$ 30 inteira e R$ 15 meia-entrada). Em seguida, a companhia viaja para o Sertão do Pajeú, realizando sessões em Triunfo, nos dias 30 e 31, na Sociedade Triunfense de Cultura. Confira AQUI um teaser do espetáculo.</p>
<p>O novo trabalho da companhia conta com audiodescrição para pessoas cegas e aprofunda uma investigação artística iniciada em 2019, inspirada no livro O Tempo das Lebres: Ensaio sobre um Rebento Contemporâneo, do filósofo José Antônio Feitosa Apolinário &#8211; ampliando ass reflexões sobre velocidade, moral e corpo na sociedade contemporânea.</p>
<p>A estética techno atravessa a montagem e reforça a pulsação frenética das cidades e das telas tão presentes na sociedade. E tudo se conecta à ideia de um tempo em colapso, que empurra o mundo a um estado permanente de exaustão, ansiedade e desconexão. Neste sentido, segundo Marcelo Sena, O Tempo das Lebres nasce da urgência de olhar o estado contemporâneo em que a pressa e a produtividade atingem níveis exorbitantes, mesmo após a crise provocada pela pandemia.</p>
<p>“Queremos dançar esse tempo, expor um corpo que tem acumulado tantas pressões e tenta atender inúmeras demandas. Num mundo que cobra eficiência o tempo todo, o que acontece com quem não acompanha o ritmo? E de onde vem essa adoração pela velocidade? O Tempo das Lebres parte dessa angústia e pergunta: o que é dançar — e viver — num tempo em que tudo precisa ser cada vez mais rápido?”, provoca o diretor da peça.</p>
<p>Um destaque desta temporada é que ela propõe uma imersão inédita do público no estúdio da TV Universitária, mesclando linguagens da dança, da performance, do audiovisual, da instalação e da música. “Escolhemos um estúdio para a estreia de O Tempo das Lebres porque o audiovisual é parte essencial dos processos de aceleração e avanços tecnológicos — desde o cinema da era industrial até as redes sociais e a inteligência artificial generativa. A imagem é ferramenta dessa aceleração”, explica Filipe Marcena.</p>
<p>A acessibilidade é parte da cena: a audiodescrição acontece no pé do ouvido, com a audiodescritora caminhando junto ao público composto por pessoas cegas e com baixa visão, narrando cada cena em tempo real. O espetáculo tem classificação indicativa de 12 anos, com aviso sobre estímulos sonoros e luminosos intensos.</p>
<p>As apresentações sucedem uma série de performances urbanas que serviram como laboratório criativo — Tempo Morto, Fast Foda, Escape e Memória do Mundo, esta realizada na última terça-feira (21), dentro da programação do Festival Internacional de Dança do Recife. Essas intervenções discutiram corpo, ritmo e desconforto em espaços públicos e prepararam o terreno para a obra final.</p>
<p><strong>Lebres no Pajeú - </strong>O espetáculo chega a Triunfo para reencontrar o autor do livro que serviu de inspiração: o filósofo José Antônio Feitosa Apolinário, professor da UAST/UFRPE em Serra Talhada. Durante a passagem da companhia pela cidade, ele participa de uma conversa com o grupo e de um episódio especial da Rádio Etc., podcast que a companhia mantém desde 2011 — pioneiro sobre dança no Brasil, dedicado a processos criativos, entrevistas com artistas e experimentações sonoras.</p>
<p>O Tempo das Lebres conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.<br />
Para o público, fica o aviso: a experiência é imersiva, envolvendo sons e luzes em alta intensidade, que fazem parte da linguagem do espetáculo.</p>
<p><strong>25 anos em movimento - </strong>Com O Tempo das Lebres, a Cia. Etc. celebra 25 anos de trajetória, marcados pela experimentação e pela criação de novos espaços para a dança. O grupo é referência em uso de espaços alternativos, projetos de acessibilidade e videodança. Alguns exemplos são o espetáculo Tandan!, idealizado para crianças cegas, e a investigação de dança e videodança para pessoas surdas. O grupo também mantém o podcast Rádio Etc., criado em 2012, e tem a sua sede própria, algo raro entre companhias desta linguagem artística. Já circulou pelo Paraguai, Uruguai, Argentina, Chile e Portugal, levando trabalhos que cruzam dança, audiovisual e performance. A nova criação é, ao mesmo tempo, síntese e reinvenção — um mergulho no tempo, na lentidão e na resistência de seguir criando. A celebração dos 25 anos da companhia de dança com O Tempo das Lebres é, ao mesmo tempo, síntese e reinvenção — um mergulho no tempo e na resistência de seguir criando.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
O Tempo das Lebres<br />
Mais informações: <a href="https://www.instagram.com/ciaetc/" target="_blank">@ciaetc</a><br />
Classificação: 12 anos</p>
<p>21 de outubro (terça-feira), às 12h<br />
Prévia no MEMÓRIA DO MUNDO (LEBRES)<br />
Praça do Derby (Integrando a programação do Festival Internacional de Dança do Recife)</p>
<p>24 e 25 de outubro (sexta-feira e sábado), às 20h<br />
TV Universitária – Estúdio B (Avenida Norte, 68 – Santo Amaro, Recife – PE)<br />
Ingressos: R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia), via Sympla ou bilheteria (1h antes)</p>
<p>30 e 31 de outubro (quinta e sexta-feira), às 19h<br />
Sociedade Triunfense de Cultura (Av. José Veríssimo dos Santos, s/n – Triunfo – PE)<br />
Entrada gratuita (retirada 1h antes)</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/TLEBRES-cartaz.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120840" alt="TLEBRES - cartaz" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/TLEBRES-cartaz-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
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		</item>
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		<title>Teatro Arraial Ariano Suassuna traz conexões orientais na dança com o espetáculo “Híbridos Enlaces: A Ancestralidade das Conexões no Agora”</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 12:46:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[edital de ocupação de pautas]]></category>
		<category><![CDATA[hibridos enlaces]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Arraial Ariano Suassuna]]></category>

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		<description><![CDATA[O Teatro Arraial Ariano Suassuna, equipamento cultural do Governo de Pernambuco, gerido pela Secretaria de Cultura/Fundarpe, traz mais uma grande apresentação de seu edital de ocupação de pauta. O espetáculo Híbridos Enlaces: A Ancestralidade das Conexões no Agora, dos artistas Babi Johari e Caio Pinheiro. As apresentações serão de 19 a 27 de setembro, sempre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/HIBRIDOSENLACES.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120315" alt="HIBRIDOSENLACES" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/HIBRIDOSENLACES-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O Teatro Arraial Ariano Suassuna, equipamento cultural do Governo de Pernambuco, gerido pela Secretaria de Cultura/Fundarpe, traz mais uma grande apresentação de seu edital de ocupação de pauta. O espetáculo Híbridos Enlaces: A Ancestralidade das Conexões no Agora, dos artistas Babi Johari e Caio Pinheiro. As apresentações serão de 19 a 27 de setembro, sempre nas sextas e sábados, às 19h, com entrada gratuita</p>
<p>Espetáculo de dança itinerante que presenteia o grande público com uma imersão às diversas leituras interpretativas com base na dança oriental árabe, danças fusionadas e incluindo ritmos regionais. Híbridos busca aproximação do público às temáticas de cultura de povos de origem árabe presente na região nordeste, como foco central nas relações amorosas, abordando ritmos e movimentos, eliminando barreiras e inacessibilidade do público aos artistas e às práticas de dança de origem oriental fusionada.</p>
<p>Traz consigo uma proximidade visual no desenvolver dos sons, pela criatividade e ousadia do músico, assim como a disponibilidade de consciência corporal e interpretativa dos dançantes. O espetáculo traz uma atmosfera mística e encantadora além da representatividade de grupos de minorias por parte da equipe.</p>
<p>“O espetáculos ‘Híbridos Enlaces: A Ancestralidade das Conexões no Agora’ é mais uma demonstração do caráter plural e democrático do edital de ocupação de pautas do Teatro Arraial Ariano Suassuna, alinhado com as diretrizes culturais do Governo de Pernambuco. A apresentação traz a capacidade de nossa cultura pernambucana em conversar com culturas do mundo todo, com essa mistura de danças fusionadas, eliminando barreiras, que passa por tradições árabes e orientais, mas também incorporam outros elementos artístico, inclusive da nossa região”, afirma a gestora do Teatro Arraial Ariano Suassuna, Ana Claudia Wanguestel</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>ESPETÁCULO: Híbridos Enlaces – A Ancestralidade das Conexões no Agora</p>
<p dir="ltr">LOCAL: Teatro Arraial Ariano Suassuna</p>
<p dir="ltr">DATA: 19 a 27/09 – sextas e sábados</p>
<p dir="ltr">HORA: 19h</p>
<p dir="ltr">INGRESSO: Entrada Gratuita</p>
<p dir="ltr">CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Secult-PE divulga resultado final do 7º Prêmio Roberto de França (Pernalonga) de Teatro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-divulga-resultado-final-do-7o-premio-roberto-de-franca-pernalonga-de-teatro/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-divulga-resultado-final-do-7o-premio-roberto-de-franca-pernalonga-de-teatro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 17:50:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes cênica]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[pernalonga]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=120200</guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), divulga, nesta terça-feira (9), o resultado final do 7° Prêmio Roberto de França (Pernalonga) de Teatro. Os aprovados podem conferir a relação no Mapa Cultural de Pernambuco. Confira o resultado aqui. Ao todo, os premiados receberão cerca de R$102.000,00 (cento e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Post_PERNALONGA_Resultado-Preliminar.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-120201" alt="Post_PERNALONGA_Resultado-Preliminar" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Post_PERNALONGA_Resultado-Preliminar-364x486.png" width="364" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), divulga, nesta terça-feira (9), o resultado final do 7° Prêmio Roberto de França (Pernalonga) de Teatro. Os aprovados podem conferir a relação no Mapa Cultural de Pernambuco.</p>
<p>Confira o resultado <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/pernalonga-resultado-preliminar-da-analise-documental.pdf">aqui.</a></p>
<p>Ao todo, os premiados receberão cerca de R$102.000,00 (cento e dois mil reais) em prêmios, contemplando 6 premiados, entre produções, iniciativas, artistas e coletivos da área do Teatro, com projetos vinculados a festivais e mostras de arte e cultura de reconhecida relevância com atuação no território pernambucano.</p>
<p>A iniciativa tem como objetivo reconhecer, valorizar, incentivar e difundir a criação e a produção do teatro amador e profissional de Pernambuco por suas trajetórias, premiando suas iniciativas e seus espetáculos teatrais de livre temática.</p>
<p>A iniciativa é uma homenagem a um dos mais ativos agitadores culturais do teatro pernambucano, o ator Roberto Lira de França, o Pernalonga, assassinado em 11 de junho de 2000. Ele era também arte-educador e dançarino, fazia parte do Grupo Teatro Vivencial e apoiava campanhas de saúde para doenças como HIV, tuberculose, hanseníase e dengue.</p>
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		<title>Resultado preliminar da análise documental do 2º Prêmio Trajetórias em Dança Ubiracy Ferreira</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 19:33:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anuncia o resultado preliminar da análise documental do 2º Prêmio Trajetórias em Dança Ubiracy Ferreira. O resultado completo pode ser conferido aqui. O prazo para recursos e políticas afirmativas é entre os dias 25 e 27 de agosto, realizados exclusivamente pela plataforma Mapa Cultural de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anuncia o resultado preliminar da análise documental do 2º Prêmio Trajetórias em Dança Ubiracy Ferreira. O resultado completo pode ser conferido<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/danca-resultado-preliminar-da-analise-documental.pdf"> aqui.</a> O prazo para recursos e políticas afirmativas é entre os dias 25 e 27 de agosto, realizados exclusivamente pela plataforma Mapa Cultural de Pernambuco.</p>
<p>Neste segundo ano, o prêmio visa condecorar a trajetória de artistas, grupos e/ou coletivos que atuam em prol da dança em Pernambuco. Serão selecionados aqueles cuja atuação estava ligada às trocas de saberes, sejam eles teóricos e/ou técnicos, fruição, formação de público, estímulo à reflexão, pesquisa acadêmica e economia criativa referentes à linguagem.</p>
<p>A segunda edição do Trajetórias em Dança selecionará 16 propostas. Ao todo, serão oito aprovados na categoria “atuação acima de 10 anos”, divididos nos subgrupos “Artista individual/independente” e “Grupos e coletivos”, com prêmios de R$10.500,00 (dez mil e quinhentos reais) e R$13.000,00 (treze mil reais), respectivamente. Já os oito condecorados na categoria “atuação acima de 1 até 10 anos” receberão os seguintes valores: R$7.000,00 (sete mil reais) destinados aos artistas independentes e R$9.550,00 (nove mil quinhentos e cinquenta reais) para grupos e coletivos. O valor total do chamamento público é de R$160.200,00 (cento e sessenta mil e duzentos reais).</p>
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		<title>Resultado preliminar de análise documental do 2º Prêmio Euclides da Fonseca de Ópera é divulgado</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 19:34:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[ópera]]></category>
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		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anuncia o resultado preliminar da análise documental do 2º Prêmio Euclides da Fonseca. O resultado completo pode ser conferido aqui. O prazo para recursos e políticas afirmativas é até o dia 22 de agosto, realizados exclusivamente pela plataforma Mapa Cultural. A ação, que homenageia em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anuncia o resultado preliminar da análise documental do 2º Prêmio Euclides da Fonseca. O resultado completo pode ser conferido <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/opera-resultado-preliminar-da-analise-documental.pdf">aqui</a>. O prazo para recursos e políticas afirmativas é até o dia 22 de agosto, realizados exclusivamente pela plataforma Mapa Cultural.</p>
<p>A ação, que homenageia em seu nome um dos pioneiros na criação de óperas em Pernambuco, pretende contribuir ativamente com a formação e o desenvolvimento do setor e incentivar a criação e a realização de mais montagens operísticas locais, contribuindo para o crescimento e a difusão do gênero no Estado. Nesta edição, o chamamento público contempla os agentes culturais selecionados com prêmios nos valores de R$8 mil a R$15 mil.</p>
<p>Ao todo, serão disponibilizadas 9 categorias para propostas, sendo elas: Cantor, Cantora, Instrumentista de Orquestra, Diretor(a) Musical, Diretor(a) Cênico(a), Diretor(a) de Arte Visual, Montagem Operística e Composição Operística; todas realizadas entre os anos de 2004 e 2024.</p>
<p><strong>HOMENAGEADO</strong></p>
<p>Euclides de Aquino Fonseca é uma figura histórica de enorme relevância para a música pernambucana e brasileira. Natural do Recife, nasceu em 1853 e dedicou sua vida à música erudita, atuando como compositor, maestro, pianista, professor e crítico musical. Entre suas obras mais reconhecidas, estão “Leonor”, “Il Maledetto” e “A Princesa do Catete”. Mesmo diante de convites para atuar em outras regiões do país, o músico optou por permanecer em sua terra natal, contribuindo para a formação de músicos e o fortalecimento da cena cultural local.</p>
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