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	<title>Portal Cultura PE &#187; Artes Visuais</title>
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		<title>Oficina gratuita para elaboração de projetos em artes visuais com foco no Funcultura</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a abertura das inscrições para o edital Funcultura Geral marcada para 14 de abril, a Maumau Galeria, no Recife, recebe de 15 a 28 de abril a oficina gratuita “Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos”, voltada à formação de 15 agentes culturais da área de artes visuais. Ministrada pela jornalista e produtora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123455" alt="WhatsApp Image 2026-04-07 at 10.00.45" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Com a abertura das inscrições para o edital Funcultura Geral marcada para 14 de abril, a Maumau Galeria, no Recife, recebe de 15 a 28 de abril a oficina gratuita “Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos”, voltada à formação de 15 agentes culturais da área de artes visuais. Ministrada pela jornalista e produtora cultural Clarice Hoffmann, a atividade terá carga horária de 35 horas-aula, distribuídas em dez encontros presenciais, de segunda a sexta, sempre das 14h às 17h30.</p>
<p>A oficina integra ações viabilizadas com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, por meio do Ministério da Cultura, Governo Federal, e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.</p>
<p>A proposta da oficina é oferecer uma formação prática para artistas, produtores, curadores e profissionais de áreas afins, como fotografia e design, com foco na elaboração e na gestão de projetos culturais. Segundo Clarice, o diferencial está na apresentação didática de estudos de caso e exemplos concretos de projetos aprovados. “Acho que o grande diferencial do que vou fazer é justamente isso: mostrar didaticamente uma série de projetos elaborados e aprovados”, afirma.</p>
<p>Dividida em dois módulos, a oficina vai abordar, de um lado, os principais itens exigidos em formulários de inscrição, como objeto, justificativa, objetivos, estratégia de ação, ficha técnica-orçamentária e anexos; de outro, aspectos da gestão dos projetos aprovados, como documentação, relatório final e prestação de contas.</p>
<p>Além de Clarice Hoffmann, a programação contará com rodas de diálogo conduzidas por Liliana Tavares, com foco em acessibilidade; Lia Letícia, sobre projetos de formação e capacitação; e Irma Brown, tratando de projetos de pesquisa. A oficina contará ainda com interpretação em Libras.</p>
<p>Atuando como produtora cultural desde meados dos anos 1990, Clarice acumula experiência em dezenas de projetos aprovados em editais públicos e privados. Nos últimos três anos, aprovou 18 projetos em diferentes seleções, entre eles propostas ligadas a artistas como Lourival Cuquinha, Beto Normal, Lia Letícia, Moacyr Campelo e Iza do Amparo, entre outros.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 12 de abril, por meio de link disponível nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria. A seleção seguirá as políticas afirmativas que orientam o PNAB e o Funcultura.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos<br />
Oficina presencial com Clarice Hoffmann<br />
Quando: de 15 a 28 de abril, de segunda a sexta, das 14h às 17h30<br />
Onde: Maumau Galeria – Rua Nicarágua, 173, Espinheiro, Recife<br />
Inscrições gratuitas: até 12 de abril, nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>MEPE abre nesta quinta (26) mostra Sobre águas, que discute a memória e o futuro do planeta</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Unindo força poética à crítica ambiental, a artista visual gaúcha Vera Reichert inaugura nesta quinta (26.03) a mostra Sobre águas no Museu do Estado de Pernambuco, equipamento gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A exposição, inaugurada na semana do Dia Mundial da Água, trabalha essa substância [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Série-Branqueamento-dos-Corais-2022-esculturas-de-polipropileno-reciclado-e-retroiluminado-com-led.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123376" alt="Série Branqueamento dos Corais, 2022, esculturas de polipropileno reciclado e retroiluminado com led" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Série-Branqueamento-dos-Corais-2022-esculturas-de-polipropileno-reciclado-e-retroiluminado-com-led-607x425.jpeg" width="607" height="425" /></a></p>
<p>Unindo força poética à crítica ambiental, a artista visual gaúcha Vera Reichert inaugura nesta quinta (26.03) a mostra <i>Sobre águas </i>no Museu do Estado de Pernambuco, equipamento gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A exposição, inaugurada na semana do Dia Mundial da Água, trabalha essa substância vital como matéria estética, símbolo de memória e de reflexão sobre o futuro do planeta, em uma poética que transita entre fotografia, vídeo, instalação, pintura e escultura. O vernissage, destinado a convidados, ocorre no dia 26, às 19h. A mostra segue aberta para visitação do público de 27 de março a 3 de maio, com entrada gratuita.</p>
<p><span style="color: #222222;">Com curadoria e produção de André Venzon, </span><span style="color: #222222;"><i>Sobre águas</i></span><span style="color: #222222;"> </span><span style="color: #222222;">agrega mais de 100 obras e </span><span style="color: #222222;">propõe um mergulho poético e sensorial nas múltiplas dimensões da água — elemento central na pesquisa de Vera Reichert ao longo de mais de três décadas. </span><span style="color: #222222;">A pesquisa da artista foca </span><span style="color: #222222;">a presença da água na paisagem e na memória. Sua produção articula arte e natureza, ciência e sensibilidade, revelando um olhar atento às transformações ambientais e às relações entre corpo, território e tempo. </span><span style="color: #222222;">A </span><span style="color: #222222;">exposição</span><span style="color: #222222;"> já foi montada em São Paulo, Brasília e Porto Alegre, </span><span style="color: #222222;">e seu catálogo, </span><span style="color: #222222;">impresso pela </span><span style="color: #222222;">Editora Pubblicato, </span><span style="color: #222222;">será </span><span style="color: #222222;">distribu</span><span style="color: #222222;">ído</span><span style="color: #222222;"> <wbr />gratuita</span><span style="color: #222222;">mente </span><span style="color: #222222;">ao público.</span></p>
<p align="justify">Ao receber <i>Sobre </i><i>á</i><i>guas</i>, o Museu do Estado de Pernambuco reforça seu compromisso com exposições que articulam arte contemporânea, reflexão social e sustentabilidade, convidando o público a reconhecer a água não apenas como recurso natural, mas como elemento vital, simbólico e unificador.</p>
<p align="justify">Transitando por diferentes linguagens, Vera Reichert constrói narrativas visuais que capturam a fluidez, a transparência e a força simbólica da água. Sua obra não se limita à representação da paisagem, mas propõe uma experiência imersiva, na qual o espectador é convidado a perceber a água como elemento vital, matéria em constante mutação e metáfora das dinâmicas da própria existência. <span style="color: #222222;">Entre os destaques estão a</span><span style="color: #222222;">s</span><span style="color: #222222;"> instalaç</span><span style="color: #222222;">ões</span><span style="color: #222222;"> “Colunas D’água”, que dialoga com as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, e “Últimas Gotas”, composta por 30 torneiras com gotas de cristal, criando uma metáfora visual sobre a urgência da preservação dos recursos hídricos. Integra ainda a exposição o curta-metragem “Sete mares e uma paixão”, exibido pelo Canal Arte1, além de obras em </span><span style="color: #222222;"><i>backlight</i></span><span style="color: #222222;"> e esculturas espelhadas que ampliam a experiência imersiva do público.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #222222;">“Durante a visitação, o público </span><span style="color: #222222;"><span style="color: #222222;">também </span><span style="color: #222222;">vai encontrar fotografias subaquáticas em universos raros, escotilhas espelhadas, instalações que t</span><span style="color: #222222;">ensionam a</span><span style="color: #222222;"> abundância e </span><span style="color: #222222;">a </span><span style="color: #222222;">escassez, </span><span style="color: #222222;">além de superfícies de lagoas transformadas em composições circulares”, completa o gestor do Museu do Estado, Rinaldo Carvalho.</span></span><b> </b></p>
<p><b>SERVIÇO<br />
</b><span style="color: #222222;">Exposição </span><span style="color: #222222;"><i>Sobre </i></span><span style="color: #222222;"><i>á</i></span><span style="color: #222222;"><i>guas</i></span><span style="color: #222222;">, </span><span style="color: #222222;">de </span><span style="color: #222222;">Vera Reichert<br />
</span><span style="color: #222222;">Curadoria </span><span style="color: #222222;">de</span><span style="color: #222222;"> André Venzon<br />
</span>Local: Museu do Estado de Pernambuco | Avenida Rui Barbosa, 960; Graças, Recife-PE<br />
Abertura para convidados: 26 de março de 2026, às 19h<br />
<span style="color: #222222;">Visitação: 27 de março a 3 de maio </span><span style="color: #222222;">| Terça a sexta, de 9h às 17h; Sábados e domingos, das 14h às 17h<br />
</span>Entrada gratuita</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Instalação_Última-Gota_3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123377" alt="Instalação_Última Gota_3" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Instalação_Última-Gota_3-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div></div>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco abre exposição que revisita a efervescência dos anos 1990</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-estado-de-pernambuco-abre-exposicao-que-revisita-a-efervescencia-dos-anos-1990/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 18:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comprar CD e ouvir no walkman, rebobinar fita VHS antes de devolver na locadora, combinar encontros sem Google Maps, passar horas conversando ao telefone fixo ou na mesa do bar. Movimento Mangue, salões de arte, exposições coletivas improvisadas, crise econômica e explosão criativa. Isso é bem anos 90! — e é justamente esse espírito que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55066480257_dc821c3f56_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122718" alt="Foto: Valentine Herold" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55066480257_dc821c3f56_k-607x439.jpg" width="607" height="439" /></a></p>
<p dir="ltr">
Comprar CD e ouvir no walkman, rebobinar fita VHS antes de devolver na locadora, combinar encontros sem Google Maps, passar horas conversando ao telefone fixo ou na mesa do bar. Movimento Mangue, salões de arte, exposições coletivas improvisadas, crise econômica e explosão criativa. Isso é bem anos 90! — e é justamente esse espírito que o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) convoca o público a revisitar na exposição homônima aberta nesta terça-feira (28), no Hall Cícero Dias.</p>
<p dir="ltr">Com obras que integram o acervo do próprio museu, mas que estão reunidas de forma inédita, a mostra propõe uma viagem pela década de 1990 em Pernambuco, período marcado por paradoxos: instabilidade econômica, transformações políticas no pós-redemocratização e, ao mesmo tempo, uma efervescência cultural que reposicionou o Estado no mapa artístico brasileiro. A exposição tem curadoria do diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, junto ao artista plástico Márcio Almeida, reunindo obras de artistas que já atuavam naquele contexto, muitos deles premiados nos Salões de Arte de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Nas artes visuais, os anos 90 representaram um momento de transição decisiva. Pernambuco ainda dialogava fortemente com seu legado modernista, tendo nomes como Cícero Dias, Lula Cardoso Ayres e Abelardo da Hora como referências estruturantes, enquanto uma nova geração buscava romper com narrativas consagradas e se aproximar de questões contemporâneas como identidade, urbanização, violência e memória. O período marca o início mais consistente da arte contemporânea no Estado, com o surgimento de linguagens híbridas que misturavam pintura, instalação, fotografia e performance.</p>
<p dir="ltr">Instituições como o Mepe tiveram papel fundamental na legitimação e difusão dessas produções, ao mesmo tempo em que iniciativas independentes, ocupações artísticas e exposições coletivas ampliaram o debate estético e político. O Recife começava a se afirmar como um polo de experimentação no Nordeste, articulando tradição regional e discurso contemporâneo.</p>
<p dir="ltr">Esse mesmo impulso de reinvenção atravessava a música e essa forte relação entre as duas linguagens artísticas também se faz presente na exposiação. Nos anos 90, o surgimento do Movimento Manguebeat colocou o Recife no centro da cena musical brasileira e internacional. Liderado por nomes como Chico Science &amp; Nação Zumbi, Mundo Livre S/A e Mestre Ambrósio, o Manguebeat propôs uma fusão ousada entre ritmos tradicionais — maracatu, coco, ciranda, embolada — e influências globais como rock, hip hop, funk e música eletrônica. O mangue, símbolo do ecossistema recifense, tornou-se metáfora de diversidade, fertilidade cultural e resistência.</p>
<p dir="ltr">Ao revisitar esse período, “Isso é bem anos 90!” evidencia um legado que ultrapassa a década. Ao final dos anos 1990, Pernambuco havia consolidado uma identidade cultural mais afirmada, conectada ao mundo e profundamente enraizada em suas tradições. Participam da exposição, entre outros, os artistas José Patrício, Rodrigo Braga, Betânia Corrêa de Araújo, José Paulo, Dantas Suassuna, Romero Andrade, Lorani e Gil Vicente.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço</strong><br />
Exposição: Isso é bem anos 90!<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças)<br />
Em cartaz até 28 de fevereiro<br />
Entrada gratuita<br />
Terça a sexta: 9h às 17h<br />
Sábados e domingos: 14h às 17h</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067634294_94883fedb5_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122728" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067634294_94883fedb5_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067571353_4104a1f2f4_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122722" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067571353_4104a1f2f4_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067742820_38a1af3f57_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122721" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067742820_38a1af3f57_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743395_66646f455f_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122719" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743395_66646f455f_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743310_7b11a26bcd_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122729" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743310_7b11a26bcd_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743430_ec2c7f6be5_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122727" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743430_ec2c7f6be5_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tracunhaém vai ganhar escultura carnavalesca em homenagem à La Ursa</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 16:26:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tracunhaém, reconhecida como a Capital do Artesanato em Cerâmica, vai ganhar uma escultura carnavalesca em homenagem à La Ursa. Localizada na Zona da Mata Norte de Pernambuco, a cerca de 60 quilômetros do Recife, a cidade inaugura neste sábado, 20 de dezembro de 2025, o monumento “Cabeça de La Ursa Gigante”, criado pela artista Cíntia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122321" aria-labelledby="figcaption_attachment_122321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Cintia_Viana.jpg"><img class="size-medium wp-image-122321" alt="Foto -- Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Cintia_Viana-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Cabeça da La Ursa Gigante/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Tracunhaém, reconhecida como a Capital do Artesanato em Cerâmica, vai ganhar uma escultura carnavalesca em homenagem à La Ursa. Localizada na Zona da Mata Norte de Pernambuco, a cerca de 60 quilômetros do Recife, a cidade inaugura neste sábado, 20 de dezembro de 2025, o monumento “Cabeça de La Ursa Gigante”, criado pela artista Cíntia Viana. A data marca os 62 anos de emancipação do município. O projeto conta com incentivo do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, a PNAB-PE.</p>
<p dir="ltr">A obra está sendo construída em espaço público, diante da população, na Praça Costa Azevedo, no centro da cidade. A escultura mede três metros de altura, quase o dobro da altura de uma pessoa adulta, e dois metros de largura, e levou quase um mês para ficar pronta. O trabalho utiliza papel reutilizado, papelão, arame e outros materiais simples, o que reforça a proposta de arte sustentável e de reaproveitamento.</p>
<p dir="ltr">Além do impacto visual, a obra oferece uma experiência sensorial. Moradores, turistas e visitantes poderão acessar a escultura e entrar na cabeça da La Ursa Gigante. No interior, o público encontrará registros fotográficos que contam a história cultural de Tracunhaém. As imagens mostram festas, tradições e momentos importantes da cidade. A proposta é que a escultura funcione como uma cabeça cheia de lembranças e boas memórias, além de atuar como um pequeno museu popular instalado na praça.</p>
<p dir="ltr">A criação é assinada pela artista plástica Cíntia Viana, que celebra 25 anos de carreira com a instalação artística. Essencialmente artista, ela pinta e produz desde a infância. Artesã desde muito jovem, construiu sua trajetória unindo sensibilidade, trabalho manual e compromisso com a cultura popular. “A ideia é mostrar que a arte pode ser feita com o povo. A praça é o lugar certo para criar, conversar e dividir histórias com quem passa todos os dias por aqui”, afirma a artista.</p>
<p dir="ltr">A obra dialoga com a identidade de Tracunhaém, conhecida pela tradição do barro. Mesmo sendo feita de papel, o modo de produção lembra o trabalho dos artesãos da cerâmica local. O processo acontece em camadas, com paciência e cuidado, respeitando o tempo da matéria, assim como ocorre na arte do barro.</p>
<p dir="ltr">A população também participa do processo criativo. Estão previstos encontros abertos ao público para a colagem das imagens históricas no interior da escultura. Alunos da rede municipal participam de visitas guiadas e oficinas, onde aprendem a técnica da papietagem e vivenciam a arte de forma prática.</p>
<p dir="ltr"><strong>A cultura da La Ursa –</strong> A La Ursa é uma cultura presente há muitos anos em Pernambuco. Ela faz parte do Carnaval de rua e nasceu das brincadeiras populares do povo. Durante décadas, grupos saíram pelas ruas com a figura da La Ursa, acompanhados por música, versos e animação. A escultura resgata essa tradição e transforma a brincadeira em alegoria permanente, acessível ao público durante todo o ano.</p>
<p dir="ltr">A tradição da La Ursa tem origem na Europa, onde imigrantes apresentavam ursos treinados para dançar em circos e festas populares. No Brasil, essa prática foi adaptada pelo povo e ganhou novos sentidos. Com o tempo, a La Ursa passou a simbolizar diversão, brincadeira e herança folclórica, além de assumir, em alguns momentos, um sentido mais malicioso ligado às relações amorosas. Hoje, a manifestação é reconhecida e valorizada como patrimônio cultural popular.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a artista –</strong> Formada em Arquitetura e Urbanismo, Cíntia também atua como diretora de arte, artista gráfica e produtora cultural. Desde a formação, desenvolveu identidades visuais para artistas, grupos culturais e festivais ao longo de mais de duas décadas de atuação. Parte desse trabalho está reunida no perfil profissional @cinvianadesign. Mulher, mãe e artista do mundo, escolheu Tracunhaém para viver e criar. Na cidade, fortaleceu sua atuação na produção cultural, sendo produtora executiva do Tipoia Festival por mais de dez anos. Ao longo da carreira, aprovou projetos em editais como o Funcultura Pernambuco e a Lei Aldir Blanc, além de produzir bandas em circulação pelo estado de Pernambuco e ações realizadas pelo Sesc Pernambuco e pelo Sesc São Paulo.</p>
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		<title>Cadu Sales Apresenta Performance &#8220;Tela Viva&#8221; no IFPE Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 18:27:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) &#8211; Campus Olinda foi palco de uma experiência artística inovadora com a realização da performance &#8220;Tela Viva&#8221;, idealizada pelo performer e produtor de moda Cadu Sales e realizada com o incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, através dos Editais da PNAB-PE. A obra propôs uma imersão na criação de estampas autorais, através da técnica da pintura livre, transformando o público, alunos do curso de Artes Visuais, em parte essencial do processo criativo.</p>
<p>A performance &#8220;Tela Viva&#8221; transcendeu o caráter contemplativo, convidando os participantes a realizarem uma intervenção direta no figurino de Cadu. Munidos de materiais de pintura para tecido (pincéis, tintas e canetas), os espectadores tiveram uma hora para estampar livremente o que desejavam na peça. O figurino apresentou-se inicialmente como uma tela em branco, evoluindo gradativamente, resultando em uma obra final que é um testemunho da criatividade compartilhada e da interação dinâmica entre o artista e o ambiente acadêmico.</p>
<p>Cadu Sales, vem desenvolvendo uma série que resgata e valoriza as técnicas artesanais e manuais na moda, utilizando a performance para desmistificar a arte, aproximando-a do cotidiano e ressaltando o valor do trabalho manual na construção de identidades culturais. A iniciativa convida à reflexão sobre a autoria, a efemeridade da arte e o impacto da coletividade na produção estética.</p>
<p>&#8220;Tela Viva&#8221; é a quarta performance de uma aclamada série interativa de desenvolvimento de estampas autorais. As edições anteriores incluíram: &#8220;Pernambuco Estampado&#8221; (Pesqueira, Festival Pernambuco Meu País, técnica do carimbo), &#8220;Listrado em Dois Atos&#8221; (Olinda, Fenearte, técnica do grafismo) e &#8220;Caruaru Estampado&#8221; (Caruaru, Festival Pernambuco Meu País, técnica do estêncil).</p>
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		<title>‘NaPerifa’: Secult-PE realiza consulta pública para mapear produção cultural nas comunidades até sexta-feira (21)</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 17:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“O que e quem move a arte e cultura na tua comunidade?”. É com esse mote que o  Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), está realizando uma consulta pública para mapear a produção cultural das periferias da Região Metropolitana do Recife. A ação integra a primeira etapa do NaPerifa: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_6730.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-121299" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_6730-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>“O que e quem move a arte e cultura na tua comunidade?”</strong>. É com esse mote que o  Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), está realizando uma consulta pública para mapear a produção cultural das periferias da Região Metropolitana do Recife. A ação integra a primeira etapa do<em> NaPerifa: Circuito Gastronômico e Criativo</em>, projeto que visa promover experiências gastronômicas e criativas, valorizando a produção local e estimulando o intercâmbio entre diferentes públicos. As contribuições podem ser enviadas até a próxima sexta-feira (21), por meio de formulário on-line disponível no <a href="https://qualtricsxm7x898lkqw.qualtrics.com/jfe/form/SV_eQCp2arDWqdyMGa">link</a>.</p>
<p dir="ltr">Lançado em maio deste ano, o projeto busca reconhecer e fortalecer o potencial criativo das periferias do Grande Recife – que representam cerca de 26,9% da população da região, com mais de 1 milhão de moradores, vivendo em cerca de 728 comunidades, de acordo com dados do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Reconhecendo isso, o ‘NaPerifa’ chega como uma política de formação, incentivo e desenvolvimento baseada na escuta atenta e na construção coletiva desde a sua fase inicial, com as contribuições públicas sobre o que pulsa de cultura nesses territórios.</p>
<p dir="ltr">“O projeto fortalece um dos pilares da gestão da governadora Raquel Lyra, que é o de incentivar a geração de renda e o empreendedorismo por meio da economia criativa em territórios que são potências na criação, impulsionamento e salvaguarda da nossa cultura”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">Nesta primeira fase, o preenchimento do formulário contribuirá para identificar estabelecimentos, organizações, coletivos, centros culturais e agentes que movimentam a cena artístico-cultural em áreas como Gastronomia, Artes Visuais, Música, Design e Moda nas diferentes comunidades.</p>
<p dir="ltr">Para dúvidas e/ou mais informações sobre as contribuições, dois canais estão disponíveis: o e-mail <a href="mailto:naperifa@secult.pe.gov.br">naperifa@secult.pe.gov.br</a> e o Instagram oficial do projeto, o <a href="http://instagram.com/naperifa">@naperifa</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>NaPerifa </strong></p>
<p dir="ltr">Promovido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), o NaPerifa: Circuito Gastronômico e Criativo é um movimento que valoriza a riqueza cultural e a criatividade das periferias, reunindo experiências em gastronomia, design, moda, artes visuais e música. A iniciativa visa destacar a produção local e promover o intercâmbio entre diferentes públicos. Por meio de ações formativas e culturais, o projeto busca fortalecer e legitimar as expressões já existentes nesses territórios, ampliando o acesso da população à sua própria endocultura por meio de espaços e agentes culturais.</p>
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		<title>Torre Malakoff abre exposição “Observa 3” com obras de cinco artistas visuais</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 15:38:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Observatório Cultural Torre Malakoff, localizado no Bairro do Recife, abre as portas nesta sexta-feira (14), às 19h, com a nova etapa da exposição Observa 3 – que reúne cinco artistas e suas obras selecionadas no edital de ocupação de pautas do espaço de artes integradas: Mitsy Queiroz, com Metal Base; Micaella Alcântara, com Os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107579" aria-labelledby="figcaption_attachment_107579" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/torremalakoffMorganaNarjara.jpg"><img class="size-medium wp-image-107579" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/torremalakoffMorganaNarjara-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A Torre Malakoff, localizado no Bairro do Recife, é um equipamento cultural gerido pela Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">O Observatório Cultural Torre Malakoff, localizado no Bairro do Recife, abre as portas nesta sexta-feira (14), às 19h, com a nova etapa da exposição Observa 3 – que reúne cinco artistas e suas obras selecionadas no edital de ocupação de pautas do espaço de artes integradas: Mitsy Queiroz, com <em>Metal Base</em>; Micaella Alcântara, com <em>Os 4 Elementos: Expresse seus sentimentos através do Barro</em>; Vitória Vatroi, com <em>Dentro das raízes &#8211; Entre mundos</em>; Amanda de Souza, com <em>Cidade das Mestras: Mulheres da Jurema</em>; e Laura Pascoal, com <em>Ternura Indômita</em>.</p>
<p dir="ltr">Com gestão do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), a Torre Malakoff tem entrada gratuita e visitação aberta ao público de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e aos domingos, das 14h às 18h. A exposição Observa 3 estará em cartaz no espaço cultural até o dia 8 de fevereiro de 2026.</p>
<div id="attachment_121252" aria-labelledby="figcaption_attachment_121252" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Estúdio Orra</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Vitória-Vatroi_Foto-de-Estúdio-Orra.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121252" alt="Estúdio Orra" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Vitória-Vatroi_Foto-de-Estúdio-Orra-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A artista Vitória Vatroi participa da exposição com a obra Dentro das raízes &#8211; Entre mundos</p></div>
<p dir="ltr">De acordo com Carol Chaves Madureira, administradora da Torre Malakoff, o Observa tem se consolidado como um dos mais importantes prêmios das artes integradas de Pernambuco. “Nos editais deste ano, recebemos 96 inscrições, e 10 artistas foram premiados com R$ 15 mil cada, reconhecendo a potência e a produção contemporânea pernambucana, valorizando tanto a diversidade quanto a representatividade das expressões artísticas”, destaca.</p>
<p dir="ltr"><strong>MOSTRAS DO OBSERVA 3 -</strong> O térreo da Malakoff será ocupado pela exposição fotográfica de Mitsy Queiroz, Metal Base, que consolida uma pesquisa no qual o artista explora a fotografia analógica não apenas como registro, mas como um agente ativo, um corpo sensível que captura e é transformado por essas narrativas Também está prevista uma roda de diálogo sobre a fotografia experimental contemporânea no Estado e seus desafios com materialidades obsoletas, com tradução em Libras.</p>
<div id="attachment_121256" aria-labelledby="figcaption_attachment_121256" class="wp-caption img-width-380 alignnone" style="width: 380px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mitsy Queiroz</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Mitsy-Queiroz_Foto-de-Mitsy-Queiroz.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121256" alt="Mitsy Queiroz" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Mitsy-Queiroz_Foto-de-Mitsy-Queiroz-380x486.jpeg" width="380" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O térreo da Malakoff será ocupado pela exposição fotográfica de Mitsy Queiroz, Metal Base</p></div>
<p dir="ltr">Já o primeiro andar do espaço receberá as mostras das artistas:  Micaella Alcântara, Os 4 Elementos: Expresse seus sentimentos através do Barro, na qual conduz o público a um mergulho sensorial e simbólico nas matérias que compõem a vida: terra, água, fogo e ar. Seu ponto de partida é o barro, elemento primordial que ocupa o centro das narrativas sobre a origem da humanidade.</p>
<p dir="ltr">Vitória Vatroi, com a exposição Dentro das raízes &#8211; Entre mundos, leva o público às profundezas da memória e da textura viva do barro, numa experiência imersiva, multissensorial e em constante metamorfose. Ancorada em pesquisas sobre tempo, território e o legado ancestral da terra, a mostra, que conta com audiodescrição, propõe uma reconfiguração da memória através da fabulação e da cocriação, em um diálogo potente que ressoa com a urgência dos debates ambientais globais.</p>
<div id="attachment_121255" aria-labelledby="figcaption_attachment_121255" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Micaella-Alcântara_Foto-de-Juana-Carvalho.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121255" alt="Juana Carvalho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Micaella-Alcântara_Foto-de-Juana-Carvalho-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Já Micaella Alcântara apresenta a mostra intitulada Os 4 Elementos: Expresse seus sentimentos através do Barro</p></div>
<p dir="ltr">Com Cidade das Mestras: Mulheres da Jurema, Amanda de Souza propõe uma nova leitura de retratos de mulheres negras do século XIX e XX.  Com curadoria de Cleonardo Maurício Júnior, pesquisador do Museu Nacional (RJ), a proposta é transformar fotografias históricas em pinturas digitais que evocam entidades femininas da Jurema Sagrada e perspectivas apagadas pela história oficial.</p>
<p dir="ltr">Laura Pascoal, com Ternura indômita, apresenta sua nova pesquisa em torno das polaridades da vida: a ternura e a selvageria; a força e a fragilidade; a alegria e a tristeza; o quente e o frio. O maximalismo de elementos, os animais selvagens, os tecidos estampados, as tipografias vernaculares, os emoticons digitais e o universo gráfico fazem parte da mitologia particular da artista, que retrata desde a imagem caótica do mundo atual até o seu próprio sentimentalismo.</p>
<div id="attachment_121253" aria-labelledby="figcaption_attachment_121253" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amanda de Souza</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Amanda-de-Souza_Foto-de-Amanda-de-Souza.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121253" alt="Amanda de Souza" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Amanda-de-Souza_Foto-de-Amanda-de-Souza-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Com Cidade das Mestras: Mulheres da Jurema, Amanda de Souza propõe uma nova leitura de retratos de mulheres negras do século XIX e XX</p></div>
<p dir="ltr"><strong>TORRE MALAKOFF –</strong> O equipamento cultural é um importante monumento gerido pela Fundarpe, localizado no Bairro do Recife, área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). Foi construído no século 19, com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus, para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. Atualmente, conta com seis salas de exposição, além de salas educativas e administrativas e um anfiteatro na área externa.</p>
<div id="attachment_121254" aria-labelledby="figcaption_attachment_121254" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gabriela Lacet</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Laura-Pascoal_Foto-de-Gabriela-Lacet.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121254" alt="Gabriela Lacet" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Laura-Pascoal_Foto-de-Gabriela-Lacet-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Laura Pascoal, com Ternura indômita, apresenta sua nova pesquisa em torno das polaridades da vida</p></div>
<p dir="ltr"><strong>Mitsy Queiroz –</strong> Artista e pesquisador em processos experimentais de fotografia analógica, investiga o erro, o tempo e as relações entre humanos e o ambiente aquático. Mestre em Processos Criativos, atua desde 2012 em mostras, salões e residências artísticas, com obras em acervos como o da Pinacoteca de São Paulo. Sua prática combina arte, educação e experimentação visual.</p>
<p dir="ltr"><strong>Amanda de Souza –</strong> Mestra em Educação, Culturas e Identidades e especialista em Museus, Identidades e Comunidades. Artista visual e produtora cultural desde 2013, atuou em coletivos, gestão de setor educativo e exposições em Pernambuco. Pesquisa a criação a partir das tecnologias digitais, da reescrita de arquivos e da ancestralidade presente na Jurema Sagrada e no Candomblé.</p>
<p dir="ltr"><strong>Micaella Alcântara –</strong> Artista visual e ceramista com 18 anos de trajetória, nascida no Alto de Santa Teresinha (Recife). Formada em Artes Visuais pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), é empreendedora à frente de seu ateliê há cinco anos. Em “Os Quatro Elementos”, sua obra em cerâmica, representa o elemento terra e explora formas geométricas como expressões de energia, sabedoria e força.</p>
<p dir="ltr"><strong>Laura Pascoal –</strong> Artista visual nascida em Itabuna (BA) e graduada em Artes Visuais pela UFPE. Vive em Recife desde 2013 e desenvolve obras que partem da observação do cotidiano urbano e da cultura popular. Em suas pinturas, mistura gesto pictórico, texto e elementos gráficos, criando narrativas marcadas pelo afeto, pelo excesso e pela teatralidade.</p>
<p dir="ltr"><strong>Vitória Vatroi –</strong> Artista visual, pesquisadora, ceramista e cineasta recifense. Graduada em Design Gráfico pelo IFPE, atua desde 2011 de forma multidisciplinar, integrando os coletivos CARNI e TROVOA. Em sua poética, reflete sobre memória, tempo e natureza, modelando o barro como linguagem simbólica e criando mundos fabulatórios que mesclam ancestralidade e imaginação.</p>
<p dir="ltr"><span style="color: #000000;"><strong>SERVIÇO:</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Observa 3 &#8211; Fase 2</span><br />
<span style="color: #000000;">Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife – Recife – PE)</span><br />
<span style="color: #000000;">Abertura: sexta (14), às 19h </span><br />
<span style="color: #000000;">Visitação: terça a sexta-feira, 10h às 17h, domingos, 14h às 18h</span><br />
<span style="color: #000000;">Entrada gratuita</span><br />
<span style="color: #000000;">Mais informações: (81) 3184-3180 | </span><a href="mailto:torre.malakoff@gmail.com"><strong><span style="color: #000000;">torre.malakoff@gmail.com</span></strong></p>
<p></a></p>
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		<item>
		<title>Cinema São Luiz recebe programação do 16º Janela Internacional de Cinema do Recife neste fim de semana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-sao-luiz-recebe-programacao-do-16o-janela-internacional-de-cinema-do-recife-neste-fim-de-semana/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 18:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
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		<category><![CDATA[Janela Internacional de cinema]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=121068</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Entre os dias 1º e 2 de novembro, sábado e domingo, respectivamente, o Cinema São Luiz traz à programação os filmes que compõem a 16ª edição do Festival Janela Internacional de Cinema. Em mais um ano, a mostra exibirá lançamentos nacionais e internacionais, clássicos restaurados e sessões especiais de curtas-metragens de Jomard Muniz de [...]]]></description>
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<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Cinema-São-Luiz-Secult-PE-Fundarpe1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120207" alt="Cinema São Luiz Secult PE  Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Cinema-São-Luiz-Secult-PE-Fundarpe1-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>Entre os dias 1º e 2 de novembro, sábado e domingo, respectivamente, o Cinema São Luiz traz à programação os filmes que compõem a 16ª edição do Festival Janela Internacional de Cinema. Em mais um ano, a mostra exibirá lançamentos nacionais e internacionais, clássicos restaurados e sessões especiais de curtas-metragens de Jomard Muniz de Britto. Os ingressos podem ser adquiridos na plataforma Sympla do Janela.</p>
<p>Este ano, a curadoria da mostra, que chega à sua 16ª rodagem, ficou a cargo de Pedro Azevedo Moreira, diretor de programação do festival; dos cineastas e escritores Felipe André Silva e Dodô Azevedo; da multiartista Biarritzzz e do montador e crítico Montez.</p>
<p>A primeira sessão do sábado (1º), às 14h, será o documentário “With Hasan in Gaza”, do realizador palestino Kamal Aljafari, que, por meio de registros de antigas imagens, capta vislumbres da vida cotidiana e fragmentos de uma realidade agora irreversivelmente transformada da Palestina. A partir das 16h30, o cineasta pernambucano Fábio Leal apresenta o seu novo curta-metragem, Faz-Tudo, que abrirá a sessão do longa “Nem Deus é Tão justo Quanto Seus Jeans”, de Sérgio Silva.</p>
<p>Além desses, às 18h30, haverá exibição do média-metragem “Os Arcos Dourados de Olinda”, que abre a sessão comemorativa de 60 anos do clássico “São Paulo S.A (1965)”, de Sérgio Person, que culminará em debate com a cineasta e filha do realizador, Marina Person, e o cineasta Kléber Mendonça Filho. Já às 21h10, as produções “Ajude os Menor”, de Janderson Felipe e Lucas Litrento, e “Morte e Vida Madalena”, de Guto Parente, debutam na tela do São Luiz.</p>
<p>No domingo (2), às 13h, em homenagem ao legado do mestre do cinema surrealista norte-americano David Lynch, o templo do cinema pernambucano traz coletânea de sete curtas-metragens experimentais anteriormente publicados no site DavidLynch.com — Out Yonder: The Neighbor Boy (11’), Darkened Room (12’), Industrial Soundscape (10’), Boat (8’), Lamp (30’), Bug Crawls (5’) e Intervalometer Experiments (19’) —, que exploram o universo surreal e sensorial do artista, entre imagens brutas, som experimental e fragmentos de realidade distorcida.</p>
<p>Outro homenageado do dia será o cineasta, poeta e ensaísta pernambucano Jomard Muniz de Britto, que ganha mostra especial de custas recém-restaurados, às 14h45. A Sua obra é marcada por humor, irreverência e crítica mordaz às estruturas de poder e à moral burguesa. Serão exibidos: Jogos Labiais Libidinais (1979), Inventário de um Feudalismo Cultural (1978, 12’), Alto Nível Baixo (1977, 6’), Discurso Classe Média (1977, 4’) e Palhaço Degolado (1976, 13’).</p>
<p>Além dos curtas de Lynch e Muniz de Britto, o festival também evidencia produções aclamadas em festivais internacionais como “Kontinental 25”, de Radu Jude”, que será exibido às 16h15, além dos nacionais “Papagaios”, de Douglas Soares, e “Dolores”, do pernambucano Marcelo Gomes e Maria Clara Escobar, com sessões às 18h20 e 20h30, respectivamente. As duas últimas projeções culminarão em debates.</p>
<p>Toda a programação do Janela Internacional de Cinema do Recife (@janeladecinema) pode ser conferida nas redes sociais da mostra e na perfil oficial do Cinema São Luiz (@cinemasãoluizpe).</p>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e Cinema São Luiz integram a programação da Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco – ART.PE</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 13:21:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120603" aria-labelledby="figcaption_attachment_120603" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-08-102004.png"><img class="size-medium wp-image-120603" alt="Imagem: Mepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-08-102004-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Mepe/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Traçando um elo entre preservação e modernidade, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e o Cinema São Luiz participam da 4ª edição da Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco – ART.PE, que acontece de 8 a 12 de outubro, no Recife Expo Center. Os equipamentos, geridos pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), apresentam programações especiais que reafirmam o compromisso do Estado com a valorização da arte e da cultura contemporânea.</p>
<p dir="ltr">“A presença do Museu do Estado de Pernambuco e do Cinema São Luiz na ART.PE reforça o papel dos equipamentos culturais do Governo de Pernambuco como espaços de convergência entre a memória e a criação contemporânea. São instituições que dialogam com o passado, mas também olham para o futuro da arte produzida no estado, estimulando novas linguagens, públicos e conexões. Participar da feira é reafirmar o compromisso do Governo com a valorização da arte pernambucana e com o fortalecimento da nossa presença no circuito nacional das artes visuais e audiovisuais”, destaca a gerente de Ações Culturais dos Equipamentos da Fundarpe, Maria Eduarda Belém.</p>
<p dir="ltr">A ART.PE tem como objetivo refletir o desenvolvimento e a consolidação do mercado das artes visuais no estado, que, nos últimos anos, registrou o crescimento de galerias, circulação de artistas e ampliação das vendas de obras. O evento reúne galerias, artistas e agentes do setor, fortalecendo o intercâmbio entre a produção local e o cenário nacional.</p>
<p dir="ltr">Nesse contexto de diálogo entre tradição e contemporaneidade, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) marca presença como um dos pilares da preservação e difusão da arte no estado. Com um perfil voltado para a história e a arte, o museu é um dos mais importantes equipamentos públicos do Governo de Pernambuco e desempenha papel essencial na valorização da produção artística local — acolhendo tanto nomes consagrados quanto novas vozes das artes contemporâneas, que trazem novas linguagens e perspectivas para o cenário cultural.</p>
<p dir="ltr">“Ao se integrar à ART.PE, ao lado de instituições de destaque como o MASP, Inhotim, MAMAM, Instituto Francisco Brennand, e importantes galerias do Nordeste, do Rio de Janeiro e de São Paulo, o MEPE reafirma seu compromisso com o fortalecimento da cena artística regional e sua conexão com os grandes circuitos da arte brasileira”, destaca o gestor do Museu, Rinaldo Carvalho.</p>
<p dir="ltr">Durante a feira, o Mepe apresenta ao público uma seleção de livros e catálogos que documentam exposições e ações realizadas no museu, além de vídeos institucionais sobre os equipamentos culturais da Fundarpe. O estande também contará com a venda de objetos com reproduções das coleções do acervo, elaborados pela Sociedade dos Amigos do Museu do Estado de Pernambuco (Sampe).</p>
<p dir="ltr">A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira.</p>
<p dir="ltr">Dividida em dois blocos, a mostra reúne obras audiovisuais de artistas pernambucanos de diferentes gerações, sob curadoria de Pedro Severien, com trabalhos de Bárbara Wagner (em parceria com Benjamin de Burca), biarritzzz, Bruno Vilela, Dea Ferraz, Juliana Notari, Júlio Cavani, Kalor Pacheco, Lia Letícia, Priscila Nascimento, Renata Pinheiro, Sergio Oliveira e Telephone Colorido.</p>
<p dir="ltr">O segundo bloco é dedicado à Mostra Paulo Bruscky, com curadoria de Yuri Bruscky, filho do artista, apresentando registros de performances e obras audiovisuais do artista, pioneiro na experimentação entre cinema, vídeo e performance. O material foi recentemente digitalizado a partir de mídias originais como super 8, 16mm e VHS, com imagens captadas entre 1971 e 2015 — exibidas agora em conjunto pela primeira vez.</p>
<div id="attachment_120605" aria-labelledby="figcaption_attachment_120605" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54788390307_01f0f50c5b_o-607x404.jpg"><img class="size-full wp-image-120605" alt="A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira. I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54788390307_01f0f50c5b_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira. I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">“O que está em operação nesta mostra é a forma livre e inventiva que cineastas e artistas visuais construíram em Pernambuco. Os trabalhos fogem das convenções narrativas para experimentar com as imagens, os sons e os próprios corpos no espaço. O programa &#8216;A imagem e os mundos daqui&#8217; privilegia variações dos gêneros da videoarte e do cinema experimental contemporâneo, enquanto &#8216;Entre os corpos da terra&#8217; explora mais a performance e a intervenção. Mas não há linhas divisórias, tudo se mistura e se contagia”, afirma o curador Pedro Severien.</p>
<p dir="ltr">A programação completa e cobertura das ações podem ser conferidas pelo <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a> e no Instagram oficial da feira, <a href="https://www.instagram.com/art__pe">@art__pe</a>. Aos interessados, os ingressos por dia estão disponíveis através da plataforma <a href="https://www.sympla.com.br/evento/art-pe-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-4a-edicao/2982407?referrer=www.google.com">Sympla</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>MEPE</strong></p>
<p dir="ltr">Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), instalado desde 1940 em um palacete do século 19 que pertenceu ao filho do Barão de Beberibe, abriga um acervo com mais de 14 mil peças distribuídas em diversas categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-Brasileira, Ex-Votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do prédio principal, o museu conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa para cursos e oficinas de arte. Recentemente, foi inaugurado o Palacete Estácio Coimbra, um espaço que recria a vivência de um casarão pernambucano do século 19, com mobiliário de época, fotografias e textos distribuídos em sete núcleos conceituais e 12 ambientes, oferecendo aos visitantes uma imersão na história da aristocracia urbana de 200 anos atrás.</p>
<p dir="ltr"><strong>Cinema São Luiz</strong></p>
<p dir="ltr">Inaugurado em 6 de setembro de 1952, às margens do Rio Capibaribe, o Cinema São Luiz é um dos últimos cinemas de rua em atividade no Brasil e um dos mais emblemáticos por preservar, até hoje, o seu projeto original em estilo cine-teatro. Contando com uma rica concepção artística e arquitetônica, o São Luiz representa um marco na história cultural de Pernambuco e segue em melhorias para continuar sendo um espaço de referência.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><em>&gt;Serviço: </em></p>
<p dir="ltr"><strong>ART.PE | Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco</strong></p>
<p dir="ltr">Quando: 8 a 12/10</p>
<p dir="ltr">Local: Recife Expo Center (Cais Santa Rita, 156 &#8211; São José, Recife &#8211; PE)</p>
<p dir="ltr">Horários de funcionamento: 8 de outubro &#8211; só para convidados / 9 a 11 de outubro &#8211; 13h às 20h, aberto ao público / 12 de outubro &#8211; 13h às 18h, aberto ao público</p>
<p dir="ltr">Ingressos: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/art-pe-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-4a-edicao/2982407?referrer=www.google.com">Sympla</a></p>
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		<title>Exposição internacional Terra-Mar aporta na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 14:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 11 e 27 de outubro de 2025, o Observatório Cultural Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pelo Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe, será transformado em um ponto de encontro entre arte, ciência e cultura popular com a chegada da exposição “Terra-Mar: um continuum dos manguezais às profundezas dos oceanos”. Depois [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120579" aria-labelledby="figcaption_attachment_120579" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Exposição-Terra-Mar.-Fotos-divulgação-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120579" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Exposição-Terra-Mar.-Fotos-divulgação-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Terra-Mar</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">Entre os dias 11 e 27 de outubro de 2025, o Observatório Cultural Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pelo Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe, será transformado em um ponto de encontro entre arte, ciência e cultura popular com a chegada da exposição “Terra-Mar: um continuum dos manguezais às profundezas dos oceanos”. Depois de estrear no Aquário de Montpellier, na França, a mostra desembarca no Brasil convidando o público a mergulhar nos universos dos socioecossistemas marinhos tropicais. A visitação será gratuita de terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e nos domingos, das 14h às 18h, e também estará disponível em formato virtual pelo site do projeto <a href="http://www.terramar.online/">www.terramar.online</a>. O Observatório Cultural Torre Malakoff fica na Praça do Arsenal da Marinha, no Bairro do Recife.</p>
<p>Mais do que uma experiência visual, a exposição busca promover a cultura oceânica, a conscientização ambiental e o diálogo entre ciência e sociedade, reunindo uma programação diversificada que envolve intervenções artísticas, rodas de conversa, oficinas, atividades educativas, apresentações culturais e mostras científicas em diálogo com escolas, comunidades costeiras e o público em geral.</p>
<p>A inauguração acontece no sábado (11/10) e será marcada por apresentações de cavalo-marinho e ciranda, manifestações tradicionais profundamente ligadas à memória cultural de Pernambuco. Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo IPHAN, o cavalo-marinho reúne improvisação cênico-musical, dança, teatro e canto, povoado por criaturas imaginárias que surgem como metáforas poéticas das águas que conectam sertão e mar. Já a ciranda, dança circular marcada pelo compasso das ondas e pelo canto coletivo, evoca a fluidez do oceano e a força do encontro. A proposta é inscrever esses saberes no contexto da Terra-Mar como um convite à escuta e ao reconhecimento do oceano como território vivo de memória, cultura e resistência. A solenidade de abertura será restrita a convidados, das 17h às 21h, com bufê de culinária nordestina e a presença de apoiadores, artistas e pesquisadores ligados ao projeto.</p>
<p>Entre os dias 13 e 17 de outubro, a programação segue com o ciclo de debates “Ideias para Adiar o Fim do Mundo”, inspirado no pensamento do líder indígena Ailton Krenak. Pesquisadores do projeto TAPIOCA, educadores, representantes de povos originários, comunidades pesqueiras e ativistas ambientais estarão reunidos para discutir de forma acessível e transdisciplinar temas como mudanças climáticas, poluição marinha, socioecossistemas costeiros e a importância de estudar o oceano. A proposta é aproximar ciência e sociedade, revelando ao público os bastidores de pesquisas desenvolvidas em campo e em laboratórios, ao mesmo tempo em que promove o encontro entre diferentes formas de conhecimento.</p>
<p>Nos dias 16 e 17 de outubro, oficinas práticas convidarão os visitantes a repensar o uso de materiais, com destaque para uma atividade de reciclagem de resíduos plásticos domésticos, ensinando como transformá-los em objetos criativos e de menor impacto ambiental. Já na semana de 20 a 24 de outubro, estudantes de escolas públicas participarão de visitas mediadas com atividades lúdicas e educativas, em parceria com o Museu de Oceanografia, incluindo apresentações de teatro de fantoches sobre alfabetização oceânica e conservação dos ecossistemas marinhos e costeiros.</p>
<p>A exposição também integrará a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2025), de 20 a 24 de outubro, quando a Torre Malakoff receberá mostras científicas e interativas dedicadas a diferentes aspectos da vida marinha. Estão previstas exposições sobre plâncton, tubarões, corais e invertebrados, além de atividades que abordam poluição e impactos ambientais, com jogos, realidade virtual e experiências educativas voltadas a todas as idades. Palestras e rodas de conversa completam a programação, com temas que vão do branqueamento de corais aos mistérios do oceano profundo, passando pelo papel dos navios oceanográficos.</p>
<p>Até a inauguração, o público pode acompanhar uma campanha de sensibilização ambiental nas redes sociais do projeto, pelo Instagram @terra.a.mar, que trará curiosidades sobre os ecossistemas marinhos, depoimentos de pesquisadores e agentes culturais, além de informações sobre as atividades educativas e culturais da mostra.</p>
<p><b>OBSERVATÓRIO CULTURAL TORRE MALAKOFF</b> – O equipamento cultural é um importante monumento tombado pelo Governo do Estado de Pernambuco, através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e localizado no Bairro do Recife, área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). Foi construído no século 19, com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus, para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta, lembrando também mesquitas do Oriente. No ano 2000, a Torre foi transformada em espaço cultural com destaque para a música e a fotografia. São oito salas de exposição, além de salas educativas e administrativas. Na área externa, um anfiteatro serve como espaço para diversos eventos. O funcionamento do observatório está temporariamente suspenso.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO: </span></b></p>
<p><b>Exposição Terra-Mar: um continuum dos manguezais às profundezas dos oceanos</p>
<p></b>Local: Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife – Recife-PE)</p>
<p>Data: 11 a 27 de outubro de 2025</p>
<p>Visitação: terça a sexta-feira, das 10h às 17h | Domingos, das 14h às 18h</p>
<p>Instagram: @culturape / @torremalakoff / @terra.a.mar</p>
<p>E-mail: <a href="mailto:torre.malakoff@gmail.com">torre.malakoff@gmail.com</a></p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
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