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	<title>Portal Cultura PE &#187; Audiovisual</title>
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		<title>Com inscrição gratuita para grupos de estudantes, Desafio Griô reúne oficinas de cinema e prêmios</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:13:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 5ª Semana do Audiovisual Negro (SAN) investe no Desafio Griô como atividade de formação, com o objetivo tanto de incentivar como fortalecer estudantes das culturas negra e indígena a partir da produção coletiva de um filme de duração máxima de cinco minutos (curta-metragem). A equipe tem que lançar a obra audiovisual em 72 horas, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123569" aria-labelledby="figcaption_attachment_123569" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/July-foto-Os-filmes-de-curta-metragem-produzidos-pelos-cinco-grupos-já-têm-exibições-confirmadas-na-abertura-da-V-Semana-do-Audiovisual-Negro-TVU-Recife-e-UBUPLAY..jpg"><img class="size-medium wp-image-123569" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/July-foto-Os-filmes-de-curta-metragem-produzidos-pelos-cinco-grupos-já-têm-exibições-confirmadas-na-abertura-da-V-Semana-do-Audiovisual-Negro-TVU-Recife-e-UBUPLAY.-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os filmes de curta-metragem produzidos pelos cinco grupos já têm exibições confirmadas, na abertura da V Semana do Audiovisual Negro, TVU Recife e UBUPLAY</p></div>
<p>A 5ª Semana do Audiovisual Negro (SAN) investe no Desafio Griô como atividade de formação, com o objetivo tanto de incentivar como fortalecer estudantes das culturas negra e indígena a partir da produção coletiva de um filme de duração máxima de cinco minutos (curta-metragem). A equipe tem que lançar a obra audiovisual em 72 horas, ou seja, três dias seguidos é o tempo recorde para criar, produzir e entregar. A inscrição é gratuita, podendo ser efetuada até este sábado (18/04).</p>
<p>O projeto tem incentivo público, com financiamento do Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco) do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), pelo 17º edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de PE.</p>
<p>Para preencher o formulário é necessário formar um grupo com pessoas de cursos, escolas, universidades, oficinas e capacitações de comunicação, rádio, TV, cinema e audiovisual, acompanhadas por professor, professora, orientador e orientadora. As inscrições, que foram reabertas, contemplam ao todo cinco grupos. É válido reforçar que Griôs são guardiões da memória dos povos africanos, contadores de histórias e transmissores de conhecimentos de seus ancestrais por meio da tradição oral (repasse do saber e crença na ancestralidade).</p>
<p>Vale dizer que o tema do Desafio Griô é único, sendo revelado para todas as pessoas envolvidas justamente depois dos encontros formativos. Feito isso, começa o processo de produção para realizar o roteiro, a filmagem, a edição, a finalização e a entrega do curta-metragem em até três dias. Além disso, concorrem a prêmios de estímulo à produção audiovisual, como locação de equipamentos de fotografia e de som, consultorias profissionais de roteiro e de produção e distribuição do filme na TV e na internet. Caso o grupo não cumpra o prazo, o curta-metragem estreia nas programações, mas não compete pelas premiações.</p>
<p>“No Desafio Griô, a gente une formação, coletividade, vivências artístico-culturais e mercado audiovisual, tudo dentro da programação da 5ª Semana do Audiovisual Negro. Consideramos como o primeiro dos desafios a formação do grupo, conforme o preenchimento das vagas com estudantes de comunicação e de audiovisual que estejam em cursos, escolas e universidades. O desafio vai além da seleção dos cinco grupos, isso porque, a partir da realização das atividades, fortalecemos o espaço de formação, conhecimento e produção no cinema das culturas negra, indígena, periférica e popular. O propósito também é potencializar estudantes e ao mesmo tempo conhecer novas pessoas, talentos etc.”, explica Rafa Nascimento.</p>
<p>As formações com especialistas do cinema ocorrem na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) nos dias 22 de abril (quarta-feira) — direção de fotografia com Sylara Silvério (RN) — e 23 de abril (quinta-feira) — desenvolvimento de roteiro com Caio Dornelas (PE) —, ambas às 19h30. A universidade fica no bairro da Boa Vista, centro do Recife (Rua do Príncipe, nº 526). Nessas datas e também no mesmo local, acontecem debates e sessões de filmes de curta-metragem, com a direção e facilitação de profissionais periféricos e populares de Pernambuco e do Nordeste. As exibições são pelo cineclube “Alma no Olho”. Essa programação na Unicap sobre formação e mercado audiovisual negro e indígena vai até sexta-feira (24/04), chegando a três dias seguidos de atividades. A entrada para os encontros é gratuita, sendo necessário inscrever-se.</p>
<p>A abertura, no dia 22/04, começa às 17h30, com a primeira gira de conversa (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”). Às 18h30, a pauta do debate é “Cinema independente no BR”. No dia 23/04, entra em cena uma nova sessão do cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Feane Toê;), às 18h30. Já no dia 24/04, a programação traz a gira com o tema “Curadorias no cinema/audiovisual”, às 18h, e o cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Luly Peligrosa), às 19h30.</p>
<p>“Caio Dornelas é realizador audiovisual com experiência em produção de conteúdo para televisão, cinema e internet. Ao longo da carreira artístico-cultural, são mais de 15 produções de curta-metragens. Ele também tem pesquisas em longas documentais e ficção. Já Sylara Silvério é diretora de fotografia com formação na EICTV (Cuba) e na Bucareste Ateliê de Cinema. Ela é do povo indígena Potiguara Mendonça, do Rio Grande do Norte. É essencial esse diálogo entre estudantes e profissionais premiados e referências do audiovisual do Nordeste”, destaca Rafa Nascimento, à frente da direção artística e da produção executiva da 5ª Semana do Audiovisual Negro.</p>
<p>Além de Rafa, Jota Carmo está na coordenação pedagógica e Tatiana Quintero, juntamente com Alexandre HN, na produção geral. A maioria da equipe técnica é pernambucana, sobretudo da Região Metropolitana do Recife (RMR), reunindo pessoas negras e indígenas. A realização da 5ª edição é do Cineclube “Alma no Olho”, com a produção executiva de “Alto Mar &#8211; Imagens &amp; Movimentos”.</p>
<p><strong>Estreias na TVU Recife e UBUPLAY</strong></p>
<p>É importante informar que as futuras obras autorais produzidas pelos grupos de estudantes já têm exibições de lançamento confirmadas: na abertura da V Semana do Audiovisual Negro, no mês de maio deste ano, na TVU Recife (TV Universitária &#8211; canal aberto), afiliada à TV Brasil, e na UBUPLAY, plataforma de streaming gratuita destinada aos filmes realizados por pessoas negras e afrodiaspóricas.</p>
<p><strong>Maio</strong></p>
<p>A abertura da 5ª edição da Semana do Audiovisual Negro acontece no Museu da Abolição, no bairro da Madalena, Zona Norte do Recife (rua Benfica, nº 1150), exatamente no dia 01/05 (sexta-feira, feriado nacional do Dia do Trabalhador). Nos dias 02/05 (sábado) e 03/05 (domingo), chega ao Cinema São Luiz, no bairro da Boa Vista, Zona Central do Recife (Rua da Aurora, nº 175). A programação segue nos dias 04/05 e 06/05, indo para o Cinema da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), na Cidade Universitária, Zona Oeste do Recife (Avenida Professor Moraes Rego, nº 1235). As sessões itinerantes também chegam aos municípios de Camaragibe/PE (Região Metropolitana do Recife) e Afogados da Ingazeira/PE (Sertão), com datas e horários a definir.</p>
<p>Com temáticas de raça, gênero e classe social, sobretudo de identidade racial, mais de 40 filmes de curta-metragem (ficção, documentário, animação e exposição de vídeos, como clipes) foram selecionados para a exibição na Semana do Audiovisual Negro. A escolha das obras de cinema — pernambucanas, do Nordeste e nacionais — foi feita pela curadoria formada por profissionais locais do audiovisual: Bia Pankararu (produtora cultural, audiovisual e comunicadora); João Rêgo (curador, programador, jornalista e crítico de cinema); Lúcio Vinícius (licenciado em História pela FASP); Karla Fagundes (educadora, pesquisadora e formada em História na UFPE); e Feane Toê (realizadora audiovisual, educadora e pesquisadora formada em Letras pela UPE, pós-graduada em Cultura Visual pela Unicap e mestranda em Estudos de Linguagem pela UFRPE).</p>
<p><strong>Programação do mês de abril &#8211; formação e mercado audiovisual negro e indígena</strong></p>
<p>Local: Unicap (bairro da Boa Vista, centro do Recife, Rua do Príncipe, nº 526)<br />
Entrada: gratuita (inscrição: bit.ly/4dOtihE)<br />
22/04 (quarta-feira)<br />
17h30 &#8211; abertura com a Gira 1 (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”)<br />
18h30 &#8211; Gira 2 (tema: “Cinema independente no BR”)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de direção de fotografia com Sylara Silvério<br />
23/04 (quinta-feira)<br />
18h &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Feane Toê)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de desenvolvimento de roteiro com Caio Dornelas<br />
24/04 (sexta-feira)<br />
18h &#8211; Gira 3 (tema: “Curadorias no cinema/audiovisual”)<br />
19h30 &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Luly Peligrosa)<br />
Desafio Griô (quem pode participar &#8211; inscrições gratuitas &#8211; prazo até o dia 18 de abril, sábado)</p>
<p><strong>Inscrições (acesse &#8211; bit.ly/4dOtihE):</strong> para grupos de estudantes das culturas negra e indígena, acompanhados por professor, professora, orientador e orientadora, que moram em Pernambuco e estão na graduação, curso técnico, oficina ou capacitação livre em audiovisual e comunicação (rádio, tv, cinema e áreas relacionadas). Estudantes do interior do estado têm hospedagem e transporte garantidos pela organização.</p>
<p><strong>Desafio:</strong> cinco grupos de estudantes de cursos de comunicação/audiovisual são contemplados para uma imersão formativa, com o objetivo de produzir um filme de curta-metragem (até cinco minutos), em até três dias (72 horas seguidas), a partir de um tema em comum. Os grupos também concorrem às premiações de estímulo à produção audiovisual.</p>
<p>Contato para dúvidas: audiovisualnegrodepe@gmail.com e @audiovisual.negro (perfil no instagram).</p>
<p><strong>Atividades:</strong> a inscrição está disponível tanto para estudantes como para o público em geral que deseja acompanhar especialmente a programação formativa (acesse &#8211; bit.ly/4dOtihE).</p>
<p><strong>Premiações:</strong> locação de equipamentos de fotografia e de som; consultorias profissionais de roteiro e de produção; e distribuição do curta-metragem na televisão e na internet.</p>
<p>Exibição dos filmes de curta-metragem/estreia: V Semana do Audiovisual Negro de Pernambuco; TVU Recife (TV Universitária &#8211; canal aberto), afiliada à TV Brasil; UBUPLAY, plataforma de streaming gratuita destinada aos filmes realizados por pessoas negras e afrodiaspóricas.</p>
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		<title>Projeto Documentando comemora 17 anos com temporada pelo agreste</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 17:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Documentando]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação Há 17 anos fortalecendo o audiovisual de Pernambuco, o projeto Documentando, assinado pelo cineasta Marlom Meirelles, inicia sua 7ª edição promovendo oficinas itinerantes pelo Agreste pernambucano, de 13 de abril até 30 de maio de 2026. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123497" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Há 17 anos fortalecendo o audiovisual de Pernambuco, o projeto <em><strong>Documentando</strong></em>, assinado pelo cineasta Marlom Meirelles, inicia sua 7ª edição promovendo oficinas itinerantes pelo Agreste pernambucano, de 13 de abril até 30 de maio de 2026. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto passará pelas cidades de Surubim, João Alfredo, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha e Bezerros nesses dois meses.</p>
<p>Criado em 2009, o Documentando tem contribuído para a interiorização da produção audiovisual independente no estado de Pernambuco, iniciando novos produtores e ampliando as possibilidades de alcance de suas obras. Os participantes conhecem todo o processo de realização de um documentário e os elementos fundamentais para a construção de um roteiro, produção, captação e edição de um filme. É o cinema como ferramenta de transformação social.</p>
<p>Além de ampliar o repertório no campo do audiovisual e o acesso a conceitos e vanguardas da história do cinema, os estudantes são provocados a refletir sobre suas vivências e pensar narrativas que contemplem questões sociais, de gênero, raça, territorialidade, identidade, entre outras. Ao final de cada oficina é produzido um documentário com temática livre e escolhido por meio de exercícios coletivos.</p>
<p>São mais de 100 documentários produzidos ao longo destes 17 anos, muitos deles premiados e exibidos em festivais de cinema nacionais, que podem ser assistidos gratuitamente pelo público no site do projeto. Videoaulas e palestras virtuais gratuitas também podem ser conferidas na plataforma.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.14.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123496" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.14-607x433.jpeg" width="607" height="433" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Ao longo das 6 edições anteriores, foram mais de 3.000 estudantes contemplados em mais de 100 oficinas oferecidas, com mais de 50 cidades brasileiras percorridas e 8 Estados diferentes, além de uma oficina nos Estados Unidos. Este ano, a culminância do projeto será uma mostra com exibição dos filmes produzidos que acontecerá na cidade de Bezerros após a conclusão das aulas da temporada. A arte dessa temporada foi idealizada pelo artista Max Motta.</p>
<p>“A cada nova temporada do Documentando, a gente reafirma um compromisso que vai além do audiovisual: o de provocar escuta, despertar olhares e criar caminhos para que novas vozes contem suas próprias histórias. Ver esse projeto se consolidar como uma referência em Pernambuco é entender que formar realizadores também é transformar territórios.”, afirmou o realizador.</p>
<p>Marlom é cineasta, diretor das séries “Questão de Gênero” e “Sertão Virgolino”, está na pré-produção de seu primeiro longa-metragem “A Boa Vista Não Me Ilude Mais”, a ser gravado no segundo semestre de 2026. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu e coordenou outros projetos de formação, a exemplo do “Cabeça de Cinema”, que promoveu 12 cursos de iniciação audiovisual para estudantes da rede pública de ensino da Região Metropolitana do Recife, numa ação que integrou o projeto CineCabeça. Também idealizou e produziu o curso História do Cinema Pernambucano, resultado de uma densa pesquisa sobre os ciclos de cinema do Estado.</p>
<p><strong>Oficinas em Abril</strong></p>
<p>Ao todo, 300 estudantes serão beneficiados. Em 2026, o Documentando passa pelas cidades: Surubim, João Alfredo, Brejo da Madre de Deus, Cachoerinha e Bezerros. Após a realização das oficinas presenciais, haverá um módulo online para atender a demanda espontânea. As inscrições acontecerão através do site do projeto.</p>
<p>Os participantes das oficinas não precisam possuir conhecimentos prévios na área, já que durante o curso, todos serão iniciados nas técnicas básicas de captação e edição de imagens em vídeo, além de receber informações necessárias sobre a linguagem cinematográfica e as etapas e funções numa produção.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123498" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Cada oficina tem 20h/aula, com encontros presenciais e atividades virtuais, a exemplo de videoaulas e palestras, onde profissionais comentam sobre suas experiências, as oportunidades de inserção no mercado e distribuição dos filmes. Em cada oficina, os alunos realizam, na parte prática, um documentário com duração de cerca de 10 a 15 minutos, abrangendo aspectos socioculturais e históricos dos municípios, como personalidades, manifestações culturais, valores materiais ou imateriais, etc. A temática é escolhida através de exercícios coletivos.</p>
<p><strong>Temporadas anteriores</strong></p>
<p>Com 17 anos de história, seis edições realizadas, uma em execução, além de temporadas especiais e participação em festivais e projetos audiovisuais, entre os benefícios gerados pelo projeto, está o estímulo crescente da produção audiovisual em Pernambuco, algo com reflexo direto no aumento de novos realizadores em festivais e mostras audiovisuais em todo o Estado.</p>
<p>Além, claro, da função social que o projeto desempenha, ao transformar a produção documental em uma ferramenta de promoção de visibilidade, reconhecimento e cidadania, sobretudo para os grupos em situações mais vulneráveis.</p>
<p>O projeto Documentando é uma realização da Eixo Audiovisual e Pernambuco Filmes, parceria do Cineclube Angu, e tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe reforçam debate sobre o audiovisual do interior de Pernambuco durante 7º Curta na Serra</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 12:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[curta na serra]]></category>
		<category><![CDATA[Serra Negra]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Domar/Curta na Serra/Divulgação Neste domingo (29), a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) marcaram presença na 7ª edição do Curta na Serra – Festival de Cinema ao Ar Livre, realizada em Serra Negra, distrito de Bezerros (PE). Representantes das instituições participaram de uma mesa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODADECONVERSAARRANJOSREGIONAIS_-CURTANASERRA2026-CREDITOS_DOMAR62de62.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123408" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODADECONVERSAARRANJOSREGIONAIS_-CURTANASERRA2026-CREDITOS_DOMAR62de62-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
<strong>Foto: Domar/Curta na Serra/Divulgação</strong></p>
<p>Neste domingo (29), a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) marcaram presença na 7ª edição do Curta na Serra – Festival de Cinema ao Ar Livre, realizada em Serra Negra, distrito de Bezerros (PE). Representantes das instituições participaram de uma mesa dedicada ao fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual pernambucano, com foco nos realizadores do Agreste e do interior do estado.</p>
<p>Com o tema “Cartografias do interior: dados, arranjos regionais e ações afirmativas no audiovisual em Pernambuco”, a roda de diálogo reuniu Maria Samara, coordenadora de Audiovisual da Secult-PE; Clarice Andrade, diretora de Fomento da Fundarpe; Nathalia Cavalcanti, da Gerência de Educação e Direitos Humanos da Secult-PE; e Pedro Augusto, pesquisador do Observatório de Indicadores Culturais da Secult-PE.</p>
<p>Durante o encontro, foram apresentados dados atualizados, estatísticas e painéis do audiovisual em Pernambuco, com base na execução da Lei Paulo Gustavo e da Política Nacional Aldir Blanc. Também foram discutidos o panorama das políticas afirmativas no estado e o plano de ação dos Arranjos Regionais. A mesa propôs uma leitura ampliada do cenário audiovisual pernambucano, evidenciando trajetórias, desafios e possibilidades para o fortalecimento das políticas públicas no interior.“Quando o poder público se organiza para produzir e compartilhar levantamentos como esses, também está construindo memória”, destacou Maria Samara.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODA-DE-CONVERSA-ARRANJOS-REGIONAIS_-CURTA-NA-SERRA-2026-CREDITOS_-DOMAR-27-de-62.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123409" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODA-DE-CONVERSA-ARRANJOS-REGIONAIS_-CURTA-NA-SERRA-2026-CREDITOS_-DOMAR-27-de-62-607x404.jpg" width="607" height="404" /><br />
</a><strong>Foto: Domar/Curta na Serra/Divulgação<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODA-DE-CONVERSA-ARRANJOS-REGIONAIS_-CURTA-NA-SERRA-2026-CREDITOS_-DOMAR-27-de-62.jpg"><br />
</a></strong></p>
<p>Ela também ressaltou a importância de uma construção coletiva no processo de regionalização: “É fundamental perguntar o que queremos com essa regionalização. Essa não pode ser uma perspectiva restrita a quem já está nos territórios, mas sim fruto de um acordo coletivo, de uma discussão política ampla, com a participação de todas as regiões”.</p>
<p>Para Clarice Andrade, a disponibilização desses dados é parte essencial do processo: “Nossa presença aqui é também para entregar essas informações. Compartilhar esses dados é uma forma de fortalecer o setor e ampliar o acesso às políticas públicas”.</p>
<p>Consolidado no calendário cultural do estado, o Curta na Serra vai além das exibições de filmes ao ar livre. O festival vem se afirmando como espaço de formação, articulação institucional e construção coletiva, promovendo debates, oficinas e encontros que conectam realizadores, gestores públicos e agentes culturais.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODADECONVERSAARRANJOSREGIONAIS_-CURTANASERRA2026-CREDITOS_DOMAR39de62.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123407" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODADECONVERSAARRANJOSREGIONAIS_-CURTANASERRA2026-CREDITOS_DOMAR39de62-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
<strong>Foto: Domar/Curta na Serra/Divulgação</strong></p>
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		<item>
		<title>Com incentivo da LPG, coletivo CineRuaPE lança livro sobre de cinemas de rua de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-incentivo-da-lpg-coletivo-cineruape-lanca-livro-sobre-de-cinemas-de-rua-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Coletivo CineRuaPE lança o livro ‘Cinemas de Rua de Pernambuco &#8211; Memória Visual, Gráfica e Afetiva’ neste domingo, 29 de março, no São Luiz, cinema histórico do Recife. Projeto de pesquisa realizado pelo Coletivo busca, a partir de investigações, apresentar salas de cinema ainda existentes no Estado. É também uma obra comemorativa aos dez [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123384" aria-labelledby="figcaption_attachment_123384" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduardo Cunha</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-10.40.31.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123384" alt="Foto: Eduardo Cunha" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-10.40.31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Registro do Cinema São Luiz</p></div>
<p>O Coletivo CineRuaPE lança o livro ‘Cinemas de Rua de Pernambuco &#8211; Memória Visual, Gráfica e Afetiva’ neste domingo, 29 de março, no São Luiz, cinema histórico do Recife. Projeto de pesquisa realizado pelo Coletivo busca, a partir de investigações, apresentar salas de cinema ainda existentes no Estado. É também uma obra comemorativa aos dez anos de trabalho da entidade da sociedade civil em prol da retomada e manutenção de equipamentos históricos que ainda resistem ao tempo e suas mudanças. O projeto tem incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura (Secult-PE). O livro conta com a colaboração e o entusiasmo de diversas pessoas que pesquisam a temática ou possuem relação afetiva com os cinemas de rua.</p>
<p>A obra, resultado de uma pesquisa extensa sobre vinte cinemas de rua, e construída a partir do cruzamento de diferentes processos de pesquisa que vão de documentos a entrevistas, apresenta registros fotográficos do estado atual de cada uma das salas pesquisadas. Os cinemas contemplados dialogam com o escopo de cinemas incluídos no Coletivo CineRuaPE, das principais mesorregiões do Estado: Metropolitana de Recife, Mata Pernambucana (Norte e Sul, Agreste e Sertão).</p>
<p>A pesquisa e textos produzidos pelos pesquisadores Bárbara Lino, Bruna Tavares, Karuna de Paula, Kate Saraiva e Walter Andrade apresentam informações importantes, as histórias dos cinemas, personagens, dados, entrevistas, resultando em um verdadeiro guia do universo dos cinemas de rua de Pernambuco e dos afetos que os perpassam. Além dos textos, o livro conta com registros fotográficos de Eduardo Cunha, com o recorte do estado atual de cada uma das salas pesquisadas, incluindo elementos da arquitetura, fachadas, cabines de projeção, entre outros. O livro conta ainda com versão digital com acessibilidade.</p>
<p><strong>Sobre o Coletivo CineRuaPE</strong></p>
<p>Fundado em novembro de 2015, durante a programação do VIII Janela Internacional de Cinema, o Movimento CineRuaPE, hoje Coletivo CineRuaPE, tem o intuito de reunir esforços, promover atividades e discutir estratégias de continuidade, sustentabilidade e a conscientização da importância de preservação dos cinemas de rua restantes do Estado de Pernambuco, a fim de propor a criação de um circuito independente de salas de cinema de rua. O Coletivo discute estratégias relacionadas ao registro, preservação e à busca de informações sobre linhas de financiamento para atualização tecnológica das poucas salas de rua que restam no estado, tendo em vista a radical mudança nos padrões de produção e exibição audiovisual ocorridos mundialmente nos últimos anos. Entre os projetos executados estão o Podcast CineRua, o programa de rádio ‘Os Cinemas de Rua do Recife’ na Frei Caneca FM, oficinas de formação, o 1º Seminário CineRuaPE, o CineRuaPE Itinerante, visitas guiadas e atualmente retomou as atividades do Cineclube Cinerua.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Lançamento do livro<br />
‘Cinemas de Rua de Pernambuco &#8211; Memória Visual, Gráfica e Afetiva’<br />
29/03 | 11h<br />
Cinema São Luiz &#8211; R. da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE<br />
Gratuito<br />
@cineruape<br />
movimentocineruape@gmail.com<br />
<strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Documentário O Canto do Rio estreia no Cinema São Luiz neste sábado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/documentario-o-canto-do-rio-estreia-no-cinema-sao-luiz-neste-sabado/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Após a pré-estreia em Ipojuca, o documentário chega ao Recife com sessão especial no sábado, dia 28 de março, no Cinema São Luiz, com exibição prevista para 16h. O projeto tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio do Governo do Estado de Pernambuco. O filme retrata a resistência de comunidades [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/manguezal.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123371" alt="Foto: Domar" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/manguezal-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Após a pré-estreia em Ipojuca, o documentário chega ao Recife com sessão especial no sábado, dia 28 de março, no Cinema São Luiz, com exibição prevista para 16h. O projeto tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio do Governo do Estado de Pernambuco.</p>
<p>O filme retrata a resistência de comunidades tradicionais do Pontal de Maracaípe diante da privatização dos territórios e da construção<br />
de muros que alteram profundamente o modo de vida local. A narrativa é conduzida a partir das vivências e da atuação de Leninha, Betinho e Ana Paula, lideranças territoriais e símbolos de luta, coragem e defesa coletiva do território.</p>
<p>A estreia no Cinema São Luiz amplia o alcance do debate, conectando as pautas locais de Ipojuca a uma discussão mais ampla sobre direito à cidade, acesso aos bens naturais e justiça social.</p>
<p>O Canto do Rio é um documentário construído de forma coletiva, reunindo profissionais do audiovisual comprometidos com narrativas<br />
territoriais, sociais e de interesse público.</p>
<p>A obra tem direção e roteiro de Rostand Costa, com direção de fotografia assinada por Domar, responsável por toda a construção visual do filme e pelas imagens que compõem o material oficial de divulgação.</p>
<p>O documentário reafirma o cinema como ferramenta de memória, denúncia e resistência, valorizando o trabalho coletivo e o compromisso ético com o território retratado.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Local de exibição: Cinema São Luiz | Recife<br />
Data: 28 de março (sábado) | exibição às 16h Inicia com dois curtas que estão na grade, finalizando com O Canto do Rio.<br />
<strong>*</strong>Após a exibição haverá uma roda de conversa.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong><br />
A equipe conta ainda com Direção de fotografia: Uhgo<br />
Trilha sonora: Amaro Freitas<br />
Produção executiva: Jessica Lobo<br />
Montagem e cor: Rostand Costa<br />
Som direto: Mayra Coelho<br />
Assistência de direção: Isa Sena<br />
Elenco: Helena do Nascimento (Leninha), Carlos Roberto da Silva (Betinho) e Ana Paula Silva (Ana Paula)<br />
Fotografia still: Domar<br />
Identidade visual: Lazaro “Carpe” Junior<br />
Mixagem e masterização: Pablo Lopes, Pesquisa: Aline Melo, Anne Justino, Jessica Lobo,<br />
Mariana Miranda e Rostand Costa<br />
Comunicação: Aho Criativa</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Governo de Pernambuco e MinC anunciam investimento de R$ 24,6 milhões no audiovisual pernambucano durante o encontro Arranjos Regionais no Cinema São Luiz</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-e-minc-anunciam-investimento-de-r-246-milhoes-no-audiovisual-pernambucano-durante-o-encontro-arranjos-regionais-no-cinema-sao-luiz/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[O icônico Cinema São Luiz sediou um dia histórico para o audiovisual pernambucano nesta terça-feira (24/03). Em parceria com o Ministério da Cultura (MinC), o Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), recebeu o Encontro Nacional dos Arranjos Regionais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123359" aria-labelledby="figcaption_attachment_123359" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-25-at-09.58.36-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123359" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-25-at-09.58.36-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Arranjos Regionais</p></div>
<p>O icônico Cinema São Luiz sediou um dia histórico para o audiovisual pernambucano nesta terça-feira (24/03). Em parceria com o Ministério da Cultura (MinC), o Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), recebeu o Encontro Nacional dos Arranjos Regionais do Audiovisual – Linha de Coinvestimento do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). A solenidade reuniu autoridades de todo o País para a formalização de 41 Termos de Cooperação, consolidando a cooperação entre União, estados e municípios, fortalecendo o pacto federativo no campo da cultura. Para Pernambuco, o investimento anunciado foi de R$ 24,6 milhões, sendo R$ 20 milhões provenientes do Governo Federal, através do Fundo Setorial do Audiovisual, e R$ 4,6 milhões de contrapartida do Governo do Estado, por meio da Adepe. O evento contou com a presença de representantes dos Poderes Executivo e Legislativo, gestores culturais, realizadores e produtores do cinema brasileiro e pernambucano, além de instituições como BNDES e Petrobras.</p>
<div id="attachment_123360" aria-labelledby="figcaption_attachment_123360" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-25-at-09.58.36-3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123360" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-25-at-09.58.36-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro Nacional Arranjos Regionais aconteceu no Cinema São Luiz</p></div>
<p>“Articular e reconstruir essas políticas públicas culturais junto com a Ancine e com todo o setor audiovisual, com os gestores culturais de cada estado do País, é de extrema importância para o Ministério da Cultura. Retomar esse diálogo e investir na Cultura é criar oportunidades, empregos, é gerar renda. É uma honra estar hoje, aqui, no Cinema São Luiz com vocês, um lugar que faz parte do nosso imaginário coletivo. Viva o cinema, viva o Carnaval!”, expressou a ministra da Cultura, Margareth Menezes.</p>
<p>“A implementação da política de Arranjos Regionais em Pernambuco representa um avanço significativo na gestão da governadora Raquel Lyra para o fortalecimento da economia criativa, com geração de emprego e renda, estímulo à interiorização das políticas culturais e ampliação do acesso à produção e difusão audiovisual em diferentes territórios do Estado. A iniciativa também consolida uma política pública contínua e sistêmica, alinhada às diretrizes nacionais de descentralização e fortalecimento do pacto federativo”, ressalta a secretária de Cultura do Estado de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<div id="attachment_123361" aria-labelledby="figcaption_attachment_123361" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-25-at-09.58.36-4.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123361" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-25-at-09.58.36-4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cinema São Luiz cheio para a formalização dos Arranjos Regionais</p></div>
<p>&#8220;Estamos orgulhosos por Pernambuco ter sido palco para este evento, que é de grande relevância para o reconhecimento do nosso audiovisual. Nós, do Governo de Pernambuco, através da Adepe, ao aportarmos a contrapartida de R$ 4 milhões, assumimos junto à Secult-PE e à Fundarpe um compromisso de fortalecimento dessa cadeia produtiva, que vai estimular os agentes realizadores e gerar renda e inovação para todas as regiões do nosso Estado. Entendemos que o audiovisual é um importante vetor de desenvolvimento econômico”, diretora-presidente interina da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), Roberta Andrade.</p>
<p>“O que se viu no Cinema São Luiz foi a semeadura de uma colheita farta que será feita nos próximos anos, no audiovisual. O aporte de R$ 4 milhões realizado pela Adepe representa o nosso compromisso com o setor e o nosso entendimento do valor do audiovisual para a economia criativa e o desenvolvimento econômico&#8221;, ressaltou Camila Bandeira, Diretora-Geral de Promoção da Economia Criativa da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe).</p>
<p>A participação de Pernambuco na Linha dos Arranjos Regionais reafirma o protagonismo do Estado no cenário audiovisual nacional e fortalece uma política pública estruturante, baseada na cooperação interfederativa. Coordenada pelo Ministério da Cultura (MinC) e pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), a iniciativa tem como objetivo descentralizar os investimentos no setor, ampliando a capacidade produtiva nos territórios e promovendo maior equilíbrio regional, com destinação prioritária de recursos para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.</p>
<p>No âmbito estadual, o Plano de Ação de Pernambuco estrutura a aplicação dos recursos em quatro eixos estratégicos: conteúdos audiovisuais, difusão e cineclubismo, pesquisa e memória e preservação. A maior parte dos investimentos, no valor de R$ 22,4 milhões, será destinada à produção de conteúdos, incluindo longas-metragens, séries, curtas, animações e jogos eletrônicos, além de ações de finalização, desenvolvimento e distribuição, contemplando 36 projetos. As áreas de difusão e cineclubismo contarão com R$ 800 mil para apoio a festivais, mostras e atividades formativas, enquanto os eixos de pesquisa e de memória e preservação receberão, cada um, R$ 400 mil, voltados à produção de estudos e à requalificação de acervos audiovisuais.</p>
<div id="attachment_123362" aria-labelledby="figcaption_attachment_123362" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-25-at-09.58.36-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123362" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-25-at-09.58.36-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pitombeira recepcionou o público na frente do Cinema São Luiz</p></div>
<p>A execução do plano será realizada pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com base em uma articulação institucional entre a Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE) e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe). A atuação integrada entre os órgãos combina a expertise na gestão de políticas culturais com estratégias de desenvolvimento econômico, garantindo maior eficiência na aplicação dos recursos e potencializando os impactos no setor audiovisual.</p>
<p>Além da adesão à Linha de Arranjos Regionais, o Governo de Pernambuco vem desenvolvendo um conjunto de ações estruturantes no audiovisual, com destaque para a execução da Lei Paulo Gustavo (LPG), que já investiu mais de R$ 67 milhões no setor, e da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), que amplia a continuidade das políticas públicas culturais no Estado. Soma-se a essas iniciativas o Funcultura Audiovisual, em sua 20ª edição, com recursos ampliados, além de ações de difusão, formação, preservação e incentivo à inovação e ao empreendedorismo, realizadas em parceria com diferentes instituições.</p>
<p>Realizado no Cinema São Luiz, equipamento cultural histórico gerido pelo Estado, o Encontro Nacional dos Arranjos Regionais simboliza o protagonismo de Pernambuco na construção de políticas públicas para o audiovisual brasileiro. A participação do Governo do Estado reafirma o compromisso com o desenvolvimento do setor, a valorização da cultura e o fortalecimento do audiovisual como vetor estratégico de crescimento econômico e projeção nacional e internacional.</p>
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		<item>
		<title>Mulher Original estreia no Cinema São Luiz e na TV Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mulher-original-estreia-no-cinema-sao-luiz-e-na-tv-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[“Mulher Original” é a primeira série de ficção gravada no Recife/PE com mulheres trans e travestis como protagonistas centrais da narrativa que une afeto, investigação e crítica social. A sua exibição acontece tanto no canal aberto de TV como na tela grande, com estreias neste mês de março: dia 8 (domingo), às 21h, na TV [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123349" aria-labelledby="figcaption_attachment_123349" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Pedro Andrade? Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Pedro-Andrade-foto-Personagem-Wallerya_-Mulher-Original-é-a-primeira-série-de-drama-gravada-na-Capital-pernambucana-com-mulheres-trans-e-travestis-como-protagonistas-centrais-da-narrativa.png"><img class="size-medium wp-image-123349" alt="Foto: Pedro Andrade? Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Pedro-Andrade-foto-Personagem-Wallerya_-Mulher-Original-é-a-primeira-série-de-drama-gravada-na-Capital-pernambucana-com-mulheres-trans-e-travestis-como-protagonistas-centrais-da-narrativa-607x341.png" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Personagem Wallerya Mulher</p></div>
<p dir="ltr">“Mulher Original” é a primeira série de ficção gravada no Recife/PE com mulheres trans e travestis como protagonistas centrais da narrativa que une afeto, investigação e crítica social. A sua exibição acontece tanto no canal aberto de TV como na tela grande, com estreias neste mês de março: dia 8 (domingo), às 21h, na TV Pernambuco (emissora pública), e dia 21 (sábado) no Cinema São Luiz (entrada gratuita), às 19h. Na TVPE, os episódios serão exibidos aos domingos (até o dia 5 de abril), sendo cinco com duração de 26 minutos cada. A classificação indicativa é de 14 anos de idade e o gênero é drama.</p>
<p dir="ltr">A obra audiovisual tem direção de Carlota Pereira, em conjunto com Julia Katharine, e produção da Jacaré Filmes, além da coprodução da Carnaval Filmes e da Piranhas Produções. “Mulher Original” reúne incentivos públicos, com o financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE), e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que é uma categoria específica do Fundo Nacional da Cultura (FNC).</p>
<p dir="ltr">O texto de apresentação, artisticamente conhecido como sinopse, diz: “Ambientada no Recife, Mulher Original acompanha mulheres trans e travestis cujas vidas orbitam a boate Mangueirão — espaço de acolhimento, afeto e resistência desde os anos 1980. Quando o tradicional concurso Miss Mangueirão passa a ser perseguido por um político influente da cidade, o local se transforma em território de disputa simbólica, revelando relações de poder, desejo e violência”.</p>
<p dir="ltr">“Mulher Original” traz o olhar autoral local como potencial de alcance futuro, inclusive nacional. Ao mesmo tempo que coloca mulheres trans e travestis no centro da história, transforma o Recife em território de resistência, desejo e memória.</p>
<p dir="ltr">“Recife surge não apenas como cenário, mas como paisagem política e poética do universo LGBTQIAPN+, tornando-se parte viva da dramaturgia. Em um país que lidera índices globais de violência contra pessoas trans e travestis, a série propõe uma narrativa que humaniza experiências e desloca estigmas. A série amplia a visibilidade de corpos historicamente marginalizados e afirma o direito à representação, à liberdade e à existência”, declara Carlota Pereira.</p>
<p dir="ltr">A série reúne performances, figurinos, memórias e afetos, onde personagens como Nina, Wallerya, Graça, Tabata, Cris e Jéssica enfrentam dilemas amorosos, profissionais e existenciais enquanto investigam o assassinato de uma amiga no passado. Em meio à tensão crescente, elas reafirmam o direito de existir e ocupar a cidade.</p>
<p dir="ltr">“Mulher Original articula afeto, política e identidade sem exotização, construindo uma narrativa sensível e potente sobre pertencimento e resistência no Nordeste brasileiro, além da coletividade”, acrescenta Carlota.</p>
<p dir="ltr">O elenco é formado por Julia Katharine, Sharlene Esse, Gheuza Santos, Aurora Jamelo, Tanit Rodrigues, Renna Costa, Thiago das Mercês, Nilo Pedrosa, Gabriel Hilo, Victor Hugo, Cira Ramos, Everton Gomes, João Vigo, Pascoal Filizola, Quiercles Santana e Odilex.</p>
<p dir="ltr">“O projeto levou mais de uma década para se concretizar (iniciado em 2012 e desenvolvido ao longo de dez anos até sua realização em 2026), reunindo equipe e elenco de profissionais que atuam em Pernambuco. Todas essas estreias significam também uma construção coletiva, sobretudo pelo cuidado estético, escuta e compromisso político”, conta Carlota.</p>
<p dir="ltr"><strong>Direção - </strong>A diretora e criadora da série Carlota Pereira é uma artista não binária, natural de Jaboatão dos Guararapes (Região Metropolitana do Recife &#8211; RMR) e com vivências na periferia do Recife. A obra marca sua estreia na criação televisiva, na qual investe no espaço urbano, figurino e textura visual como extensões emocionais das personagens. Na carreira artístico-cultural, Carlota é reconhecida, sobretudo, na direção de arte.</p>
<p dir="ltr">Mulher Original (2026) &#8211; série de ficção | Drama | Recife; cinco episódios de 26 minutos cada; classificação indicativa: 14 anos de idade<br />
08 de março a 5 de abril &#8211; sempre aos domingos<br />
Exibição: TV Pernambuco<br />
Horário: 21h<br />
21 de março (sábado)</p>
<p dir="ltr">Exibição: Cinema São Luiz<br />
Horário: 19h<br />
Entrada: gratuita</p>
<p dir="ltr">Incentivo público: financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE), e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que é uma categoria específica do Fundo Nacional da Cultura (FNC).</p>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>7º Curta na Serra divulga filmes selecionados e celebra edição histórica com recorde de inscrições</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/7o-curta-na-serra-divulga-filmes-selecionados-e-celebra-edicao-historica-com-recorde-de-inscricoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 14:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
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		<description><![CDATA[Foto: Tarciso Augusto/Divulgação Entre os dias 27 e 29 de março de 2026, o distrito de Serra Negra, em Bezerros (PE), será palco da 7ª edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre. Consolidado como um dos principais festivais de cinema do Estado e uma referência no circuito de eventos ao ar livre no Brasil, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Curta-na-Serra_Tarciso-Augusto_2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123342" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Curta-na-Serra_Tarciso-Augusto_2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Tarciso Augusto/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Entre os dias 27 e 29 de março de 2026, o distrito de Serra Negra, em Bezerros (PE), será palco da <strong>7ª edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre</strong>. Consolidado como um dos principais festivais de cinema do Estado e uma referência no circuito de eventos ao ar livre no Brasil, o festival promoverá três dias de programação gratuita, reunindo exibições de filmes, homenagens, debates, oficinas e atividades formativas, conectando realizadores e público em um dos cenários mais emblemáticos do Agreste pernambucano.</p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Eixo Audiovisual e Pernambuco Filmes, com incentivo do Funcultura, da Secretaria de Cultura de Pernambuco e do Governo de Pernambuco, o Curta na Serra se diferencia por sua capacidade de agregar produções que exploram diferentes gêneros, formatos e territórios, trazendo narrativas de todas as regiões do país. Nesta edição histórica, o festival bateu recorde de participação, com 1.194 filmes inscritos, número que reafirma sua relevância crescente no cenário audiovisual brasileiro e a confiança dos realizadores no projeto.</p>
<p dir="ltr">A seleção deste ano está organizada em quatro seções: Panorama Pernambuco, Panorama Nacional, Videoclipe e Sessão Especial. A curadoria do 7º Curta na Serra é assinada por Vitor Búrigo, membro da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), editor do site CineVitor e apresentador do podcast Plano Geral, que buscou reunir obras que dialogam com a diversidade estética e temática do cinema brasileiro contemporâneo, valorizando tanto a produção regional quanto os múltiplos olhares que atravessam o país.</p>
<p dir="ltr">Com uma programação composta por curtas-metragens de ficção, documentário, animação e experimental, o festival convida o público a mergulhar em diferentes experiências cinematográficas. Em formato híbrido, além das sessões presenciais realizadas ao ar livre no Anfiteatro de Serra Negra, parte dos filmes também será exibida on-line, ampliando o alcance da programação e fortalecendo a difusão do audiovisual independente brasileiro.</p>
<p>“O recorde de inscrições reafirma a relevância que o Curta na Serra conquistou ao longo dos anos. Receber filmes de todas as regiões do país demonstra a confiança dos realizadores no projeto e fortalece nossa missão de interiorizar o acesso ao cinema, promovendo encontros entre diferentes realidades e ampliando o diálogo do público com a produção audiovisual brasileira”, destaca Marlom Meirelles, idealizador e diretor do festival.</p>
<p dir="ltr">No Panorama Nacional, filmes do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Paraíba, São Paulo, Goiás e Ceará compõem um mosaico de temáticas e linguagens. Já o Panorama Pernambuco evidencia a força da produção local com obras que dialogam com identidade, memória, território e experimentação estética. A mostra Videoclipes amplia o diálogo entre cinema e música, reunindo trabalhos de diferentes regiões do país. A Sessão Especial complementa a programação com títulos que aprofundam a diversidade temática e regional da edição.</p>
<p dir="ltr"><strong>MAIS SOBRE A PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p dir="ltr">A programação do festival também contará com Rodas de Diálogo, Debates e Oficinas, reafirmando o compromisso do Curta na Serra com a formação de novos realizadores e com o fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual, especialmente no interior do Brasil. As atividades promovem encontros entre cineastas, produtores, estudantes e o público, ampliando o impacto cultural do evento para além das telas.</p>
<p dir="ltr">Realizado a aproximadamente 960 metros de altitude, em meio à paisagem natural da Serra Negra, o Curta na Serra se consolidou como um dos festivais de cinema ao ar livre mais relevantes do país. Ao ocupar um território marcado pela força da cultura popular pernambucana, o evento transforma o distrito em ponto de encontro do audiovisual brasileiro, promovendo descentralização, democratização do acesso à cultura e circulação de obras contemporâneas em um contexto geográfico único. Mais do que um festival, o Curta na Serra é uma experiência coletiva que une cinema, arte e identidade em plena Serra Negra.</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira os filmes selecionado para o 7º Curta na Serra:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>PANORAMA NACIONAL | Mostra competitiva </strong></p>
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<p dir="ltr" role="presentation">ABANDONAR UM CAVALO, Arthur Pereira Maciel (SP)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">AKAÎUTĨ, de Kaline Cassiano, JP Mello e Sylara Silvério (RN)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">DEPOIS DE VOCÊ, de Gustavo Marques (GO)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">FARPA, de Thaís Olivier e Raphael Phields (MG)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">NO INÍCIO DO MUNDO, de Camilla Osório de Castro (CE)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">PEDRA-MAR, de Janaína Lacerda (PB)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">RESSONÂNCIA, de Anna Zêpa (RN)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">SAMBA INFINITO, de Leonardo Martinelli (RJ)</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>PANORAMA PERNAMBUCO | Mostra competitiva</strong></p>
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<p dir="ltr" role="presentation">A MENINA E O POTE, de Valentina Homem e Tati Bond</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">AQUI É LONGE DE LÁ, de Samuel Marinho</p>
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<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">BABALU É CARNE FORTE, de Xulia Doxágui</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">DYNAMITE SOM: O FUTURO É LAMENTO NEGRO, de Lia Letícia e Pedro Severien</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">LANÇA-FOGUETE, de William Oliveira</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">PÉ DE CHINELO, de Cátia Cardoso</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">SERTÃO 2138, de Deuilton B Junior</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">TRINCHEIRAS, de Lucas da Rocha e Maria Clara Almeida</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>VIDEOCLIPE | Mostra competitiva </strong></p>
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<p dir="ltr" role="presentation">ALUMEIA: LUANA FLORES &amp; JULIANA LINHARES, de Luana Flores (PB)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">CANA QUEIMADA DE DESEJOS: SÁVIO SABIÁ, de Ricardo Sékula e Sávio Sabiá (PE)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">MERGULHO: NAYRI, de Juh Almeida (BA)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">NAS COISAS TÃO MAIS LINDAS: CAIKE SOUZA, de Caio Arruda (PE)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">PARACETAMONO: SR. COIMBRA, de Tássia Araújo (PI)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">PONTE AÉREA: PEDRO MANN, de Renan Salotto (RJ/SP)</p>
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<p dir="ltr"><strong>SESSÃO ESPECIAL | Mostra competitiva </strong></p>
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<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">A NAVE QUE NUNCA POUSA, de Ellen Morais (PB)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">AMERICANA, de Agarb Braga (PA)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">DA ALDEIA À UNIVERSIDADE, de Leandro de Alcântara e Túlio de Melo (TO)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">HISTÓRIAS DO ALTO, de Carlos Kamara (PE)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">O BICHO QUE EU TINHA MEDO, de Jhonatan Luiz (DF)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">O PINTOR, de Victor Castilhos (RS)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">PUPÁ, de Osani (RN)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">QUANDO EU FOR GRANDE?, de Mano Cappu (PR)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">SANTO GRAAL, de Giselle Gonçalves e João Oliveira (PE)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">SOB O CÉU DE ANALÂNDIA, de João Folharini (SP)</p>
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<p dir="ltr" role="presentation">TENTE SUA SORTE, de Guenia Lemos (PR)</p>
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<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">VERMELHO DE BOLINHAS, de Joedson Kelvin e Renata Fortes (CE)</p>
</li>
</ul>
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		<title>Curta-metragem &#8220;Quem Me Quer?&#8221; sobre o Cinema São Luiz será exibido na Cidade do México</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:31:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[México]]></category>

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		<description><![CDATA[O curta-metragem Quem me Quer?, dirigido por Tiago Pinheiro, que traz depoimentos de cineastas, pesquisadores e trabalhadores do audiovisual sobre o Cinema São Luiz, foi selecionado na 5ª Autêntica Mostra Cinemas do Brasil: Reminiscências do Passado Histórico e será exibido no dia 12 de março no Instituto Guimarães Rosa, na Cidade do México. Localizado na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Cinema-São-Luiz-Secult-PE-Fundarpe2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120209" alt="Cinema São Luiz Secult PE  Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Cinema-São-Luiz-Secult-PE-Fundarpe2-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>O curta-metragem <em>Quem me Quer?</em>, dirigido por Tiago Pinheiro, que traz depoimentos de cineastas, pesquisadores e trabalhadores do audiovisual sobre o Cinema São Luiz, foi selecionado na 5ª Autêntica Mostra Cinemas do Brasil: Reminiscências do Passado Histórico e será exibido no dia 12 de março no Instituto Guimarães Rosa, na Cidade do México.</p>
<p>Localizado na rua da Aurora, centro da capital pernambucana, no térreo do edifício Duarte Coelho, o São Luiz se debruça sobre o rio Capibaribe, cujas águas são contidas por uma mureta que ficou conhecida a partir da década de 1960 como “quem me quer?”, por ser um ponto de encontros, paqueras, e espera que as portas do cinema se abrissem. Tiago resgatou o apelido e o tornou título do seu filme, onde faz um recorte da história antiga e recente do São Luiz, seus frequentadores e funcionários, através de 14 entrevistas e materiais de arquivo.</p>
<p>O curta conta com depoimentos do cineasta Kleber Mendonça Filho, do Presidente da rede Kinoplex/Grupo Severiano Ribeiro, Luiz Severiano Ribeiro Neto, do aposentado José Rodrigues, da realizadora audiovisual Cynthia Falcão, do engenheiro Lula Cardoso Ayres Filho, do programador do Cine São Luiz entre 2011 e 2021, Geraldo Pinho, da bilheteira do Cine São Luiz na década de 1950, Janete Marques, do projecionista do Cine São Luiz, Miguel Tavares, dos jornalistas Alexandre Figueirôa e Luiz Joaquim, do gestor do Cine São Luiz, Gustavo Coimbra, da professora Julya Vasconcelos, da coordenadora executiva do Programa Cine de Rua, Janaina Guedes, do professor Severino Alves, e do ‘irmão evento’, Joel Datz.</p>
<p><em>Quem me Quer?</em>, tem direção e roteiro de Tiago Pinheiro, direção de fotografia assinada por Mariano Maestre, produção executiva de Ana Patrícia Vaz Manso, marcou presença em mais de 40 eventos. Em Pernambuco, o documentário fez parte da programação de festivais como Cine PE (Recife), Cine Jardim &#8211; Festival latino-americano de cinema de Belo Jardim, Festival Curta na Serra (Bezerros), onde ganhou o prêmio de melhor direção, Festival VerOuvindo (Recife), conquistando o prêmio VerOuvindo de Acessibilidade, Orocine &#8211; Mostra Orobó de Cinema.</p>
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		<title>Cineasta Yane Mendes celebra 15 anos dedicados ao cinema periférico no Cinema São Luiz</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 17:16:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema periférico]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Periferia Criativa]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Rede Tumulto/Divulgação Neste sábado, 07 de março, às 17h, o Cinema São Luiz, equipamento cultural gerido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que fica localizado no centro do Recife, recebe a Sessão Especial – 15 Anos de Cinema Periférico de Yane Mendes. A noite celebra a trajetória da artista negra, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Trata-320-scaled-e1747701638688-1536x789.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-123217" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Trata-320-scaled-e1747701638688-1536x789-607x311.png" width="607" height="311" /></a><br />
Foto: Rede Tumulto/Divulgação</p>
<p>Neste sábado, 07 de março, às 17h, o Cinema São Luiz, equipamento cultural gerido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que fica localizado no centro do Recife, recebe a<em> Sessão Especial – 15 Anos de Cinema Periférico de Yane Mendes</em>. A noite celebra a trajetória da artista negra, favelada, educadora social, fotógrafa e cineasta formada na Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia, escola de arte que formava jovens de comunidades periféricas nas áreas de vídeo, fotografia, design e computação gráfica.</p>
<p>Reconhecida nacionalmente por redes de comunicadores de periferia, Yane destaca a importância política e afetiva de ocupar um dos cinemas mais simbólicos de Pernambuco. “Exibir filmes no meu estado e celebrar 15 anos de caminhada no cinema é uma demarcação histórica. É afirmar que nossas histórias também pertencem às grandes telas”, afirma.</p>
<p>A programação contará com exibição de curtas-metragens, exposição fotográfica com registros realizados em diferentes estados do Brasil e a mesa “Criatividade para Existir”, com participação de MC Hefesto, Jouse Barata, Tássio Russo e Lia Letícia, com mediação de Ingrid Farias.</p>
<p>O evento se viabiliza com a força coletiva da Rede Tumulto, coletivo coordenado por Yane Mendes ao lado de Fernanda Paixão, Gilmara Santana e Flora Rodrigues. A realização também conta com o apoio do Instituto PACS e do Perifa Connection, fortalecendo para que o convite realizado pelo Cinema São Luiz se concretize.</p>
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