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Cultura popular e artesanato

Tradições do Ciclo Junino ocupam programação dos “Diálogos Culturais em Rede”

A lives serão exibidas às terças-feiras de junho, a partir das19h, no canal www.youtube.com/secultpe

Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe

Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe

O webprograma vai apresentar uma programação especial sobre as principais manifestações do Ciclo Junino

O webprograma “Diálogos Culturais em Rede”, que acontece toda terça-feira, às 19h, no canal do Youtube da Secult-PE e Fundarpe (youtube.com/secultpe), irá promover, nos dias 1º, 8, 15 e 22 de junho, uma série de conversas sobre uma das festas mais tradicionais do Nordeste, o São João. Na impossibilidade de, por mais um ano, não serem possíveis as festas presenciais, o propósito é oferecer conhecimento sobre diversos aspectos dessa tradição, para as milhares de pessoas que mais uma vez buscarão nas plataformas digitais um meio de compensar a falta de um forró, um coco, uma quadrilha, um arraial.

“Acorda povo que o São João chegou – Festa e ancestralidade”. Pouco conhecido pelas gerações mais novas, o Acorda Povo é uma tradição junina ainda posta em prática em diversas comunidades. Nesse primeiro bate papo da série, que vai ao ar no dia 1º de junho, o Acorda Povo e a Bandeira de Xangô serão os temas que irão nortear o debate sobre o sagrado e o profano das festas juninas.

Participarão da discussão Clesiton Almeida (Acorda Povo de Areias/Recife); Ester Monteiro (Ajibonã do Ilê Obá Aganjú Okoloyá e Mestra em Antropologia) e  Helaynne Sampaio Ulefun (Yalaxé do Ilê Obá Aganjú Okoloyá, Mestranda em Educação Contemporânea na UFPE, diretora de dança do Afoxé Oyá Alaxé e presidenta do Balé Nagô Ajô). A mediação será de Mário Ribeiro, doutor em História, pesquisador, escritor e produtor cultural.

No dia 8 de junho, a transmissão terá como tema “Pólvora e povo – a tradição bacamarteira em Pernambuco”. Uma das mais representativas manifestações da cultura pernambucana, o bacamarte tem pouco espaço na mídia e nos debates sobre o ciclo junino. Na live, vamos saber quem são os grupos que mantêm a tradição, e quais histórias que permeiam esse universo.

Os convidados são Felicia Marinho (produtora e bacamarteira) e Pedro Santos (pesquisador e gestor público, com mestrado na UFRN sobre a organização do Bacamarte em Pernambuco). A mediação será feita por Marcelo Renan, que é historiador, doutorando em Cultura e Sociedade pela UFBA, e atualmente é o coordenador de Patrimônio Imaterial na Gerência-Geral de Preservação do Patrimônio Cultural – Fundarpe.

No dia 15 de junho, o tema é “Anavantu – as quadrilhas juninas da criação à recriação”. As quadrilhas juninas tornaram-se um forte movimento dentro das comunidades. Entre as tradicionais, estilizadas e recriadas, o movimento quadrilheiro impacta e, entre o teatro e a dança, movimentam a cadeia produtiva da cultura, sempre se reinventando.

Quem irá discorrer sobre o tema são nossos convidados Wanderson José (presidente da Quadrilha Junina Traquejo de Gravatá) e Flávia Pereira (fundadora e vice-presidente da Quadrilha Junina Mirim Sapeca (Morro da Conceição). A mediação será de Perácio Gondim, pedagogo, coreógrafo e quadrilheiro.

“Coco, forró e ciranda são tradição”. As três principais expressões musicais do São João serão debatidas no dia 22 de junho, a partir da perspectiva e da história de alguns dos Patrimônios Vivos de Pernambuco. Participam da conversa Cristina Andrade (Ciranda Dengosa), Mestre Ana Lúcia (coquista de Amaro Branco) e Salatiel D’ Camarão (historiador e detentor da obra do pai, o Patrimônio Vivo “in memorian” Mestre Camarão). A mediação será feita pela historiadora Carmem Lélis.

Serviço
Webprograma “Diálogos Culturais em Rede” sobre as Tradições do Ciclo Junino
Quando: 1º, 8, 15 e 22 de junho de 2021 (terças-feiras), às 19h
Transmissão pelo canal: youtube.com/secultpe

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