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Lei Aldir Blanc

Curso de Curadoria nas Artes para Corpos Dissidentes dá início às aulas nesta terça-feira (12)

Teve início, nesta terça-feira (12), o Curso de Curadoria nas Artes para Corpos Dissidentes. A atividade, que foi contemplada pelos recursos dos editais emergenciais da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, tem como objetivo problematizar e ampliar o debate sobre a ausência de corpos dissidentes – notadamente corpos LGBTQIA+, negros, mulheres, pessoas com deficiência, etc nos espaços de decisão e de produção de pensamento sobre as artes e, por consequência, os exíguos espaços de difusão dos artistas dissidentes.

O curso será composto de oito encontros, que vão passar por provocações conceituais como a decolonização dos olhares, crítica aos sistemas curatoriais e a ampliação das poéticas e políticas de linguagem, numa perspectiva expositiva, porém desconstrutiva. O espaço de criação de corpos dissidentes desafia os sistemas normativos em muitas instâncias e ressignifica fronteiras limitadoras. “Com o curso voltamos o olhar para a visibilidade desses corpos, desnaturalizando a ausência destes nos espaços de criação, produção e exibição artísticas”, conta Sylvia Portela, produtora executiva do projeto.

Entre os eixos programáticos, estão: Corpos políticos e crise das narrativas – Fabiano de Freitas; Políticas de linguagem, pedagogias e saberes sobre a dissidência – Renata Pimentel; Deslocamentos do olhar e a cena dissidente nas artes – Miro Spinelli; Corpodissidência e olhares decoloniais sobre a arte e o mundo – Helena Vieira; Ficções, ausências e repetições nas narrativas dissidentes – Anti Ribeiro; e Mercado de arte, gestão e curadoria sobre arte em dissidência – Paulo Mattos.

As aulas serão on-line e acontecerão nos dias 12, 15, 19, 22, 26, 29 de janeiro, 2 e 5 de fevereiro, das 19h às 21h. Serão emitidos certificados de participação para os que tiverem ao menos 75% de presença.

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