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	<title>Portal Cultura PE &#187; Funcultura</title>
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		<title>Projeto YAATHE transforma audiovisual em ferramenta de preservação da única língua indígena viva do Nordeste</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em uma sala de aula na Aldeia Fulni-ô em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco, crianças assistem à própria língua ecoar na tela através de uma obra de audiovisual produzida dentro da comunidade. Mais do que um exercício cinematográfico, a experiência marca uma tentativa urgente de preservar o Yaathe, considerada a única língua indígena viva [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_124092" aria-labelledby="figcaption_attachment_124092" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Crédito: Zé Rebellato</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-14.41.24.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124092" alt="Crédito: Zé Rebellato" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-14.41.24-607x336.jpeg" width="607" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Rafael Cavalcanti, Ediran e Mateus Gudes</p></div>
<p>Em uma sala de aula na Aldeia Fulni-ô em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco, crianças assistem à própria língua ecoar na tela através de uma obra de audiovisual produzida dentro da comunidade. Mais do que um exercício cinematográfico, a experiência marca uma tentativa urgente de preservar o Yaathe, considerada a única língua indígena viva do Nordeste brasileiro fora da Amazônia Legal.</p>
<p>Realizado com incentivo do Funcultura, fundo do Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto YAATHE transformou o audiovisual em ferramenta pedagógica e de preservação cultural ao desenvolver uma metodologia experimental de ensino da língua Fulni-ô voltada às novas gerações da aldeia.</p>
<p>A iniciativa nasceu da percepção de um cenário delicado. Embora o povo Fulni-ô reúna cerca de sete mil pessoas em Águas Belas, apenas aproximadamente 500 ainda falam fluentemente o Yaathe. A língua, que sobreviveu a séculos de colonização, repressão e apagamento cultural, chegando a ser proibida durante o século XX, hoje enfrenta o desafio da continuidade entre crianças e jovens.</p>
<p>Foi a partir dessa urgência que a produtora pernambucana Tempoo, com pesquisa de Mateus Guedes e Fábia Fulni-ô, roteiro e direção de Mateus Guedes, e produção executiva de Ana Sofia, desenvolveu uma pesquisa teórico-prática que reúne cinema, música, design, ilustração e motion graphics em uma experiência educativa construída dentro da própria comunidade indígena.</p>
<p>O principal resultado do processo é uma videoaula piloto criada para auxiliar práticas de alfabetização e letramento em Yaathe. Diferente dos formatos tradicionais de ensino, o material aposta em elementos visuais, trilhas sonoras originais e recursos gráficos para aproximar o idioma do cotidiano das novas gerações Fulni-ô. Mais do que ensinar palavras, o projeto busca fortalecer vínculos afetivos, memória coletiva e pertencimento cultural através da linguagem audiovisual.</p>
<p>Todo o desenvolvimento do YAATHE aconteceu em diálogo com lideranças, educadores e pesquisadores indígenas da aldeia. Esse alinhamento também definiu um dos princípios centrais da iniciativa, que é o respeito aos modos próprios de circulação do conhecimento ancestral Fulni-ô.</p>
<p>O conteúdo completo da videoaula, neste primeiro momento, será entregue à coordenação pedagógica da aldeia, responsável por definir como ele será utilizado nas escolas indígenas locais. Em uma etapa futura, a obra será lançada também para o público externo à comunidade. Nesse contexto, o projeto YAATHE compreende o audiovisual como ferramenta de fortalecimento interno da cultura e da memória indígena.</p>
<p><strong>AUDIOVISUAL NA ALDEIA</strong> &#8211; Além da produção audiovisual, a iniciativa também realizou ações pedagógicas nas escolas da aldeia como contrapartida social. Foram promovidas aulas experimentais na Escola Indígena Fulni-ô Marechal Rondon, nas unidades de Ensino Fundamental e Ensino Médio, em parceria com Fábia Fulni-ô, Hugo Fulni-ô e Waya Fulni-ô, integrantes da produção local. As atividades foram conduzidas pelo professor Riury Marques de Melo, integrante do corpo docente da comunidade.</p>
<p>Durante os encontros, estudantes tiveram acesso aos conteúdos produzidos ao longo da pesquisa através de uma estrutura de projeção e som montada especialmente para as exibições. As ações também funcionaram como espaço de escuta e observação metodológica, permitindo que o próprio projeto fosse ajustado a partir das respostas da comunidade.</p>
<p>O projeto YAATHE também evidencia o potencial da cultura como ferramenta de educação, preservação e desenvolvimento local. A equipe reuniu profissionais indígenas e não indígenas de diferentes gerações e trajetórias, além de incorporar recursos de acessibilidade em Libras. A contratação de trabalhadores da própria aldeia também contribuiu para movimentar a economia criativa local e fortalecer o Coletivo Fulni-ô de Cinema.</p>
<p>“Ao unir arte, tecnologia, pesquisa e educação intercultural, o projeto constrói um modelo experimental de preservação linguística que poderá inspirar futuras iniciativas em territórios indígenas de diferentes regiões do país”, expressa Mateus Guedes, pesquisador, roteirista e diretor do projeto YAATHE.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong><br />
Pesquisa: Mateus Guedes e Fábia Fulni-ô<br />
Roteiro e direção: Mateus Guedes<br />
Produção executiva: Ana Sofia<br />
Coordenação de produção: Rafael Cavalcanti<br />
Produção: NAM<br />
Direção de fotografia: José Rebelatto<br />
Assistência de câmera: Gabriela Passos<br />
Produção local: Coletivo Fulni-ô de Cinema (Hugo Fulni-ô e Waya Fulni-ô)<br />
Elenco: Idrian, Maynika, Ediran, Adélia, Keirson, Nicolas, Iviton e Yairon<br />
Som: Guto Quijano<br />
Produção musical: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Trilhas sonoras: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Mixagem e masterização: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Locução: Konan Amorim<br />
Direção de arte: Rafael Cavalcanti<br />
Edição de vídeo: NA<br />
Design: Meio Fio<br />
Motion graphics: Meio Fio<br />
Acessibilidade: Fernanda Souza</p>
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		<title>Projeto cultural transforma monumentos pernambucanos em miniaturas 3D</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto Coleção Encaixe – Monumentos de Pernambuco realiza, nesta terça (26) e quarta-feira (27), no Recife, as primeiras ações de sua programação, unindo patrimônio cultural, design e educação por meio de oficinas gratuitas e do lançamento oficial da coleção. A iniciativa conta com com incentivo do Funcultura do Governo de Pernambuco, por meio da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Oficinas.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124059" alt="Oficinas" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Oficinas-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O projeto Coleção Encaixe – Monumentos de Pernambuco realiza, nesta terça (26) e quarta-feira (27), no Recife, as primeiras ações de sua programação, unindo patrimônio cultural, design e educação por meio de oficinas gratuitas e do lançamento oficial da coleção. A iniciativa conta com com incentivo do Funcultura do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>Coleção Encaixe propõe uma nova forma de aproximar o público do patrimônio cultural pernambucano a partir de cartilhas educativas e miniaturas tridimensionais montáveis de importantes monumentos da cidade: o Marco Zero, o Forte das Cinco Pontas e a Ponte da Boa Vista. As peças são produzidas em MDF e utilizam encaixes para formar réplicas 3D em miniatura, transformando o aprendizado em uma experiência prática, acessível e interativa.</p>
<p>Além do caráter lúdico e educativo, o projeto busca fortalecer a identificação da população com os espaços históricos da cidade, democratizando o acesso ao conhecimento sobre patrimônio cultural e estimulando novos olhares sobre a paisagem urbana do Recife.</p>
<p>As atividades terão início nesta terça-feira (26), com oficina gratuita realizada das 15h às 17h, destinado aos alunos da Escola Técnica Estadual Professor Alfredo Freyre, em Água Fria. Já nesta quarta-feira (27), acontece o lançamento oficial da Coleção Encaixe, acompanhado da segunda oficina do projeto, das 13h às 15h, dessa vez voltada aos estudantes da ETE Porto Digital, localizada no Bairro do Recife.</p>
<p>Durante as oficinas, os participantes terão contato com conceitos de patrimônio cultural, história dos monumentos e montagem orientada das miniaturas, utilizando o próprio material desenvolvido pelo projeto como instrumento didático. As cartilhas também contam com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição.</p>
<p>A Coleção Encaixe dialoga com educação, memória, arquitetura, design e economia criativa, propondo uma experiência que conecta informação, afeto e participação prática.</p>
<p>O projeto não se encerra nas primeiras oficinas. Nos próximos meses, novas ações serão realizadas nas bibliotecas dos Compaz do Recife, com datas ainda a serem divulgadas. Além das atividades formativas, os protótipos da coleção também estarão disponíveis para venda ao público geral.</p>
<p>Para acompanhar a programação, novidades e informações sobre aquisição da coleção, o público pode acessar os perfis no Instagram: @preamar.cultural e @garca.moura.torta.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p><strong>Coleção Encaixe – Monumentos de Pernambuco</strong></p>
<p><strong>Oficina 1</strong><br />
26 de maio (terça-feira)<br />
15h às 17h<br />
Escola Técnica Estadual Professor Alfredo Freyre<br />
Rua Zeferino Agra, 193 – Água Fria, Recife – PE</p>
<p><strong>Lançamento + Oficina 2</strong><br />
27 de maio (quarta-feira)<br />
13h às 15h<br />
ETE Porto Digital<br />
Av. Rio Branco, 193 – Bairro do Recife – Recife/PE</p>
<p>Informações: @preamar.cultural | @garca.moura.torta</p>
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		<title>Projeto mapeia ateliês percussivos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2026 19:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[percussão]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto Ẹbu Lùlù mergulha no universo dos ateliês percussivos de Pernambuco para revelar os corpos, os gestos e as sonoridades dos instrumentos que dão vida à cultura popular do Estado. Entre cabaças, madeiras, ferragens, miçangas, ferramentas e poeira, o projeto apresenta o cotidiano de artesãs e artesãos que dedicam suas vidas à criação de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="left">
<div id="attachment_124048" aria-labelledby="figcaption_attachment_124048" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Ebu-Lulu_Iran-Silva_Crédito.HassanSantos.jpg"><img class="size-medium wp-image-124048" alt="Hassan Santos/Divulgação Ebu Lulu" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Ebu-Lulu_Iran-Silva_Crédito.HassanSantos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A obra do artista percussivo Iran Silva está entre as mapeadas pelo projeto</p></div>
<p align="left"><span style="font-size: small; font-family: Arial, sans-serif; color: #000000;">O projeto </span><i style="font-size: small; font-family: Arial, sans-serif; color: #000000;">Ẹbu Lùlù</i><span style="font-size: small; font-family: Arial, sans-serif; color: #000000;"> mergulha no universo dos ateliês percussivos de Pernambuco para revelar os corpos, os gestos e as sonoridades dos instrumentos que dão vida à cultura popular do Estado. Entre cabaças, madeiras, ferragens, miçangas, ferramentas e poeira, o projeto apresenta o cotidiano de artesãs e artesãos que dedicam suas vidas à criação de instrumentos percussivos utilizados em manifestações como maracatu, coco, samba, capoeira, frevo e forró. Mais do que fabricantes de instrumentos, são mestres e mestras que transformam matéria em movimento, som e memória.</span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Lançado nesta quarta (20), <i>Ẹbu Lùlù</i> é fruto de pesquisa conduzida por Hassan Santos e está disponível em site (<a href="https://atelies.pernambucopercussivo.com.br/" target="_blank">atelies.pernambucopercussivo.com.br</a>) e no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/ebu.lulu/" target="_blank"><i>@ebu.lulu</i></a>). O projeto recebeu incentivo do Funcultura.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A pesquisa fotográfica percorreu os ateliês de Diane Agbês, Flávia Foguinho, Abílio Sobral, Biano Pajeú, Chico Nunes, Cristiano Castanho, Charles Lemos, Iran Silva, Heverton Lima (Bolinho), Mestre Jó Percussivo, Mano Black e Mestre Mau — Maureliano Ribeiro, homenageado em memória por sua contribuição fundamental à cultura percussiva pernambucana. Em cada espaço visitado, o projeto revela não apenas técnicas de fabricação, mas modos de vida, espiritualidades, invenções e relações profundas entre corpo e instrumento. </span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Esta pesquisa é o início de um registro dedicado a pessoas que consagram suas vidas aos sons da percussão”, afirma Hassan Santos. “Foi um privilégio conhecer a intimidade de lugares onde nascem os instrumentos e onde diferentes gerações mantêm vivos saberes raramente escritos”, completa o idealizador.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Inspirado na língua Yorùbá, o nome do projeto carrega em si a própria essência dessa experiência: “Ẹbu” remete ao espaço de criação, ao ateliê, ao lugar do fazer; “Lù” significa tocar, bater, produzir som; e “Lùlù” intensifica essa ação, evocando ritmo, vibração e musicalidade. “O próprio nome já soa como percussão. É um convite sensorial à escuta e ao encantamento”, explica Marconi Bispo, consultor do projetor e sacerdote do candomblé.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os retratos e ambientes fotografados mostram oficinas onde o tempo parece obedecer a outro compasso — distante da lógica acelerada dos aplicativos e da produtividade imediata. Em </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><i>Ẹbu Lùlù</i></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">, percebemos que fabricar uma alfaia, um agbê ou um pandeiro é também um gesto de resistência: um trabalho artesanal que exige escuta, paciência, precisão e vínculo afetivo com o som. O projeto evidencia também como esses instrumentos são extensões dos próprios corpos de seus criadores — obras de arte vivas que seguem pulsando nas mãos de percussionistas, nas ruas, nos terreiros, nos palcos e nas brincadeiras populares.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mais do que documentar instrumentos, </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><i>Ẹbu Lùlù </i></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">propõe uma travessia poética pelos sons, silêncios e movimentos que sustentam uma tradição coletiva. É um convite para entrar nos ateliês, ouvir suas pulsações e perceber que cada tambor carrega também um mundo inteiro em vibração.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><b>A</b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><b>ÇÃO DE LANÇAMENTO – </b></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Desde a semana passada, cartazes estão sendo colados como lambe-lambe em vários pontos de cultura, ateliês de artesãs e artesãos visitados. As artes também estão sendo distribuídas para o público no ateliê Só Instrumentos de Abílio Sobral, no Vasco da Gama, Recife.</span></span></span></p>
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		<title>Cineclube Angu realiza segunda temporada com sessões gratuitas de cinema em Bezerros</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cineclube-angu-realiza-segunda-temporada-com-sessoes-gratuitas-de-cinema-em-bezerros/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2026 18:02:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[curta na serra]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Pedro Victor/Divulgação O município de Bezerros, no Agreste pernambucano, volta a receber as atividades do Cineclube Angu, que realiza sua segunda temporada entre os dias 19 e 22 de maio, com uma programação gratuita de sessões de cinema, debates e ações de formação voltadas para estudantes e público em geral. As exibições abertas ao público [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-20-at-15.00.08.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124016" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-20-at-15.00.08-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Pedro Victor/Divulgação</p>
<p>O município de Bezerros, no Agreste pernambucano, volta a receber as atividades do Cineclube Angu, que realiza sua segunda temporada entre os dias 19 e 22 de maio, com uma programação gratuita de sessões de cinema, debates e ações de formação voltadas para estudantes e público em geral. As exibições abertas ao público acontecem sempre às 19h, em frente à Estação da Cultura de Bezerros (Rua Vitorino Pereira de Lima, 15, Centro), com um grande telão montado ao ar livre.</p>
<p>Propiciando um espaço de encontro, convivência e reflexão em torno da linguagem cinematográfica, o Cineclube Angu firma compromisso com a democratização do acesso ao cinema e com o fortalecimento da cultura audiovisual no interior pernambucano. A programação reúne curtas-metragens pernambucanos, produções nacionais e filmes realizados no Agreste Pernambucano, contemplando diferentes gêneros, linguagens e temáticas.</p>
<p>Assinada pelo cineasta e produtor cultural Marlom Meirelles, a curadoria privilegia obras que dialogam com o cotidiano, a memória, a cultura popular e questões sociais contemporâneas. “O Cineclube Angu nasce da necessidade de fortalecer espaços de acesso ao cinema no Agreste, aproximando o público de filmes que muitas vezes não chegam aos circuitos comerciais e criando momentos de troca e reflexão através do audiovisual”, destaca o produtor do projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As sessões abertas ao público acontecem em frente à Estação da Cultura, importante equipamento cultural do município que abriga o Memorial do Papangu e o Museu Maria Dulce Gomes. Após cada exibição, o público participa de um momento de debate sobre os filmes apresentados, ampliando a experiência cinematográfica para além da tela.</p>
<p>Além das sessões abertas ao público, o projeto promove ao longo da semana oito sessões especiais voltadas para estudantes do Ensino Fundamental e Ensino Médio da rede pública de ensino do município. As atividades acontecem nas escolas parceiras e incluem exibição de filmes seguida de debate, estimulando o pensamento crítico e o contato dos jovens com o cinema brasileiro.</p>
<p>Também será realizada uma Oficina de Animação em Stop Motion, com o cineasta e animador pernambucano Jefferson Batista. A atividade formativa será ofertada a estudantes da rede pública de ensino da cidade.  A identidade visual da segunda temporada do Cineclube Angu foi desenvolvida pelo designer gráfico Raphael Maia a partir de obras do artista mineiro radicado no Rio de Janeiro Getúlio Damado, reconhecido por seu trabalho com esculturas e assemblagens produzidas a partir de materiais reutilizados.</p>
<p>O Cineclube Angu é uma realização da Eixo Audiovisual e Pernambuco Filmes, em parceria com o Curta na Serra, com apoio da Prefeitura Municipal de Bezerros e incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.</p>
<p><strong>Confira a programação das Sessões Ao Ar Livre:</strong></p>
<p><strong>Terça-feira (19) </strong><br />
19h Sessão Filmes Pernambucanos &#8211; TRINCHEIRAS, de Lucas da Rocha e Maria Clara Almeida (Ficção | 16’) &#8211; PÉ DE CHINELO, de Cátia Cardoso (Ficção | 19’) &#8211; SERTÃO 2138, de Deuilton B Junior (Ficção | 19’)</p>
<p><strong>Quarta-feira (20) </strong><br />
19h Sessão Filmes Nacionais &#8211; AKAÎUTĨ, de Kaline Cassiano, JP Mello e Sylara Silvério (Documentário | RN | 17’) &#8211; NO INÍCIO DO MUNDO, de Camilla Osório de Castro (Animação | CE | 7’46) &#8211; ABANDONAR UM CAVALO, de Arthur Pereira Maciel (Ficção | SP | 13’44)</p>
<p><strong>Quinta-feira (21) </strong><br />
19h Sessão Documentando &#8211; O AMOR VESTE PRETO, Direção Coletiva  (Documentário | CE | 11’) &#8211; O DIA É TRANSPARENTE, Direção Coletiva (Documentário | PE | 14’) &#8211; DESYRRÊ, Direção Coletiva (Documentário | PE | 13’) &#8211; CONDOMÍNIO FECHADO, Direção Coletiva (Documentário | PB | 13’) &#8211; MÃE DORINHA, Direção Coletiva (Documentário | PE | 13’)</p>
<p><strong>Sexta-feira (22) </strong><br />
19h Sessão Agreste &#8211; O CARNAVAL É DE PELÉ, de Daniele Leite e Lucas Santos (Documentário | PE | 20’) &#8211; OLHOS DE BOTÃO, de Marlom Meirelles (Ficção | PE | 18’) &#8211; FACÇÃO, de Henrique Corrêa (Ficção | PE | 16’) &#8211; TODAS AS MEMÓRIAS QUE VOCÊ FEZ PRA MIM, de Pedro Fillipe (Ficção | PE | 19’)</p>
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		<title>Em número inédito, Trupe Circuluz revela personagens fantásticos para falar de coragem para crianças</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 18:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Trupe Circuluz/Divulgação Com incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco, e contemplado nos editais da Política Nacional Aldir Blanc Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado e do Ministério da Cultura, o espetáculo inédito “Caravana das Maravilhas”, da Trupe Circuluz, leva apresentações gratuitas para escolas, pontos de cultura e terreiros da Região [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-19-at-11.16.58.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124005" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-19-at-11.16.58-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Trupe Circuluz/Divulgação</p>
<p>Com incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco, e contemplado nos editais da Política Nacional Aldir Blanc Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado e do Ministério da Cultura, o espetáculo inédito “Caravana das Maravilhas”, da Trupe Circuluz, leva apresentações gratuitas para escolas, pontos de cultura e terreiros da Região Metropolitana do Recife. O número de circo-teatro de rua estreia no próximo sábado (23), às 16h, no Boi da Mata, localizado na Rua Vale do Jaguaribe, s/n, no bairro da UR-7, Zona Oeste do Recife.</p>
<p>Com texto e roteiro da artista Raquel Franco, maranhense radicada em Pernambuco, “Caravana das Maravilhas” é um espetáculo para a infância que desenvolve, ao longo de 45 minutos, o encontro entre Parafina e as palhaças Keké, Pepilico, Padaria, Alicate e Estripulia. Malabarismos, acrobacias e pirofagia se somam a pernas de pau, bonecos e à oralidade para conduzir essa jornada lúdica e repleta de comicidade. “Trazemos a brincadeira, a festa e o encantamento como princípios da dramaturgia”, explica a autora.</p>
<p>A montagem integra os 15 anos de pesquisa sobre circo e palhaçaria diaspóricas da Trupe Circuluz, tendo como fundamento a cultura popular e os brinquedos de origem negrindígena, a exemplo da cobra grande, dos bois e do cavalo-marinho. “É uma caravana de artistas que, em suas andanças, foram reunindo seres fantásticos, histórias fantásticas, brinquedos fantásticos, fantasias e imaginação. No espetáculo, esses causos, figuras e seres são retirados do baú quando chegam às cidades e apresentados ao público”, contextualiza.</p>
<p>Formatado sobretudo para atender crianças em territórios vulneráveis, o espetáculo adentra um universo encantado, atravessado por possibilidades, para falar de autoconfiança, coragem e liberdade. “É uma metáfora, pois, quando Parafina entra em contato com a caravana, ele fica mais forte, vai aprendendo a escutar a própria força dentro de si. O mesmo acontece quando nossas crianças estão juntas, tendo o direito de acessar a arte, as brincadeiras, o lúdico e o fantástico: suas identidades passam a se fortalecer.”</p>
<p>Em “Caravana das Maravilhas”, a Trupe Circuluz convoca animais nativos da América do Sul, como a ema, que aparece nos brinquedos do Reisado e do Boi de Reis. “É um animal próprio da nossa região. Na nossa brincadeira, ela é a mais forte do mundo”, revela a autora. A escolha de Parafina pelo lobo-guará também não é por acaso. Ele é o maior canídeo das Américas, podendo medir até 1,2 metro de altura e, no Brasil, é classificado como vulnerável à extinção. “A gente também faz esse diálogo com seres encantados como função de preservação.”</p>
<p>Da mata ou da floresta amazônica, a figura encantada da cobra grande atravessa várias culturas, sobretudo indígenas — a exemplo do Boitatá —, e também integra a caravana. Há ainda outras histórias que atravessam o enredo, como a do fogo, a partir da cosmovisão do povo Kaingang, indígena do Sul do Brasil.</p>
<p><strong>AGENDA COMPLETA</strong></p>
<p><strong>23 de maio, sábado, às 16h</strong><br />
Boi da Mata — Ponto de Cultura e Centro de Formação Socioambiental<br />
(Rua Vale Do Jaguaribe, S/N. UR-7. Recife, Pernambuco)</p>
<p><strong>27 de maio, quarta-feira, às 15h30</strong><br />
Escola Municipal 12 de Março<br />
(Avenida Potiguar, 70. Cidade Tabajara. Olinda, Pernambuco)</p>
<p><strong>30 de maio, sábado, às 16h</strong><br />
Ilê Axé Orixalá Talabi<br />
(Rua Orobó, 257. Paratibe. Paulista, Pernambuco)</p>
<p><strong>31 de maio, domingo, às 16h</strong><br />
Ilê Iyemanjá Ògúnté<br />
(Rua Abdom Lima, 86. Água Fria. Recife, Pernambuco)</p>
<p><strong>07 de junho, domingo, às 16h</strong><br />
Ilê Axé Ayrá Omim Kaia Lofim<br />
(Rua Transamazônica, 575. Boa Esperança. Abreu e Lima, Pernambuco)</p>
<p><strong>11 de junho, quinta-feira, às 14h</strong><br />
II Festival Agogô de Cultura e Identidade Afro-brasileira, no Compaz Paulo Freire<br />
(Ladeira da Cohab, 405. Ibura. Recife, Pernambuco)</p>
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		<title>Projeto mapeia tipografia vernacular sobre descarte de lixo na Região Metropolitana do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto &#8220;Não Jogue Lixo&#8221; reúne um mapeamento fotográfico de letreiramentos populares que abordam o descarte de lixo em espaços urbanos da Região Metropolitana do Recife (RMR). Desenvolvido pelo designer e artista Philippe Souza, o trabalho registra inscrições feitas à mão em muros, placas e outras superfícies improvisadas. Mais de 250 letreiramentos foram documentados e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/NaoJogueLixo3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123980" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/NaoJogueLixo3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O projeto &#8220;Não Jogue Lixo&#8221; reúne um mapeamento fotográfico de letreiramentos populares que abordam o descarte de lixo em espaços urbanos da Região Metropolitana do Recife (RMR). Desenvolvido pelo designer e artista Philippe Souza, o trabalho registra inscrições feitas à mão em muros, placas e outras superfícies improvisadas.</p>
<p>Mais de 250 letreiramentos foram documentados e estão disponíveis em um mapa interativo online, que permite explorar os registros a partir de seus locais de origem. O projeto também disponibiliza um fotolivro digital gratuito com uma seleção comentada das imagens.</p>
<p>Além do mapeamento realizado pelo autor, a plataforma permite a participação do público. Qualquer pessoa pode enviar novos registros por meio do próprio mapa, ampliando o acervo colaborativo da cultura visual local.</p>
<p>O projeto, realizado com incentivo da Lei Paulo Gustavo e do Funcultura, do Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), busca documentar artefatos tipográficos frequentemente efêmeros, que expressam tensões urbanas acerca da destinação do lixo e do acesso ao saneamento básico, ao mesmo tempo em que constitui um repositório de estilos tipográficos singulares e contribui para a memória gráfica da região.</p>
<p><strong>Site</strong><br />
naojoguelixo.com.br</p>
<p><strong>Instagram</strong><br />
instagram.com/naojoguelixo</p>
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		<item>
		<title>Projeto Monumentos Virtuais abre convocatória para selecionar dez obras de artistas periféricos de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-monumentos-virtuais-abre-convocatoria-para-selecionar-dez-obras-de-artistas-perifericos-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Estão abertas as inscrições para a segunda chamada pública do projeto Monumentos Virtuais, iniciativa que conecta arte contemporânea, memória urbana e tecnologia para promover novas narrativas sobre os corpos e suas vivências nos territórios de Pernambuco. Os artistas interessados podem se inscrever até o dia 11 de junho, em formulário disponível na bio do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_123925" aria-labelledby="figcaption_attachment_123925" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Monumento-Caminho-da-Livroteca-do-Bode.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123925" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Monumento-Caminho-da-Livroteca-do-Bode-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Monumento Caminho da Livroteca do Bode</p></div>
<p>Estão abertas as inscrições para a segunda chamada pública do projeto Monumentos Virtuais, iniciativa que conecta arte contemporânea, memória urbana e tecnologia para promover novas narrativas sobre os corpos e suas vivências nos territórios de Pernambuco. Os artistas interessados podem se inscrever até o dia 11 de junho, em formulário disponível na bio do Instagram @monumentosvirtuais.</p>
<p>Com incentivo do edital Funcultura do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto tem produção geral de Lara Barquete Bione e de Luiz Manuel; coordenação pedagógica de Luiz Manuel e Alexandre Salomão; curadoria de Elis Regina dos Santos Costa e direção geral de Alexandre Salomão.</p>
<p>A convocatória vai selecionar dez obras inéditas de videoperformance, propostas por artistas e agentes culturais de territórios periféricos de Pernambuco, com trabalhos que dialoguem com temas como corpo, cidade, dissidência, memória e espaço urbano. Os dez artistas contemplados ganharão bolsas de R$ 900 para as produções.</p>
<p>As obras selecionadas passarão a integrar a plataforma digital do projeto, disponível no site Monumentos Virtuais (https://monumentosvirtuais.ong.br), além de serem instaladas nos territórios escolhidos por meio de lambes e stickers geolocalizados, formando uma galeria urbana conectada ao ambiente virtual.</p>
<p>&#8220;Um dos pontos mais importantes desta iniciativa é a oferta das bolsas para os participantes. Além disso, os cinco projetos que mais se destacarem durante a oficina receberão um incentivo muito relevante: dois anos de hospedagem gratuita em servidor e dois anos de domínio grátis para que possam manter seus sites no ar. É uma oportunidade muito interessante. Também haverá oficina com aulas voltadas à criação de plataformas digitais para artistas independentes. Dentro desse processo, cada participante poderá desenvolver novos trabalhos e disponibilizá-los para venda online, com integrações que facilitem o pagamento, como cartão de crédito e marketplace. Ou seja, além de aprender a construir sua própria plataforma na web, o artista também poderá pensar em formas de monetizar sua arte a partir dela”, destaca Alexandre Salomão, diretor geral do projeto Monumentos Virtuais.</p>
<p>Nesta nova edição, a etapa formativa será realizada em formato EAD, ampliando o alcance territorial da iniciativa e possibilitando a participação de artistas de diferentes regiões do Estado, incluindo municípios do interior.</p>
<p>A formação contará com aulas gravadas, materiais de apoio e encontros online ao vivo, abordando conteúdos como criação de videoperformance, arte e território, curadoria, documentação audiovisual e presença digital para artistas.</p>
<p>A proposta do projeto é ampliar a visibilidade de narrativas e memórias que historicamente ficaram à margem dos monumentos físicos tradicionais, criando novas formas de ocupação simbólica do espaço público a partir da tecnologia e da arte.</p>
<p>Além da formação artística, os participantes também serão orientados sobre o processo de instalação física dos monumentos em seus territórios e sobre estratégias de presença digital. Entre os projetos selecionados, cinco receberão apoio adicional para criação de site próprio com domínio e hospedagem gratuita por dois anos.</p>
<p>O Monumentos Virtuais já realizou uma primeira chamada de destaque voltada a narrativas LGBTQIAPN+, consolidando-se como uma plataforma colaborativa de experimentação artística e memória urbana em Pernambuco. O site já reúne artistas, obras e instalações geolocalizadas do projeto.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Convocatória para dez novos Monumentos Virtuais – Segunda chamada pública<br />
Vagas: 10 propostas artísticas<br />
Formato da formação: online (EAD)<br />
Público: artistas e agentes culturais de Pernambuco<br />
Inscrições: até o dia 11 de junho<br />
Link do formulário de inscrição: https://forms.gle/r6ymYTrqNaxA4JiC9<br />
Instagram: @monumentosvirtuais<br />
Divulgação do resultado: 18 de junho<br />
Início da formação EAD: 20 de junho<br />
Finalização do projeto: 10 de julho<br />
Site: https://monumentosvirtuais.ong.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Cia Devir apresenta temporada gratuita de ‘Isso não é um número de circo’</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-devir-apresenta-temporada-gratuita-de-isso-nao-e-um-numero-de-circo/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes circenses]]></category>
		<category><![CDATA[cia. devir]]></category>
		<category><![CDATA[circo]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde sua fundação, a Cia Devir encara o circo como um campo aberto de possibilidades, em diálogo permanente com outras linguagens artísticas, como o teatro, a dança e a música. Essa pesquisa permeia todas as criações da dupla formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima e é a força central de “Isso não é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Isso-não-é-um-número-de-circo-Credito-Thais-Lima-3.jpg.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123920" alt="Foto: Thais Lima/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Isso-não-é-um-número-de-circo-Credito-Thais-Lima-3.jpg-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Desde sua fundação, a Cia Devir encara o circo como um campo aberto de possibilidades, em diálogo permanente com outras linguagens artísticas, como o teatro, a dança e a música. Essa pesquisa permeia todas as criações da dupla formada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima e é a força central de “Isso não é um número de circo”, espetáculo que retorna aos palcos reformulado, com mudanças na dramaturgia e na encenação. A obra ganha sessões gratuitas nos dias 15, 16, 28 e 29 de maio, sempre às 19h, no Teatro Hermilo Borba Filho, seguidas por rodas de diálogos.<b> </b></p>
<p>Interessados na ideia de processo, João Lucas e Vitor iniciaram o processo deste espetáculo com uma série de experimentos em torno da Multicordas, aparelho composto por um conjunto de cordas suspensas. Esses movimentos conduziram a uma versão da obra, o primeiro espetáculo da Cia Devir, que estreou em 2022, mesclando a pesquisa de movimentos com questionamentos da dupla sobre os limites do circo no imaginário coletivo.</p>
<p>Desde então, os artistas permaneceram em estado de criação, neste e em outros trabalhos, que adicionavam novas camadas às suas práticas e poéticas, dando nova roupagem ao agora renomeado “Isso não é um número de circo”. Para a empreitada, convidaram diversos colaboradores, entre eles Marcelo Sena, que assumiu a dramaturgia junto à dupla. Figurinos, cenário e iluminação também ganharam novos contornos, potencializando os processos físicos e estéticos do espetáculo.</p>
<p>“Para nós, é muito importante ter pessoas de fora para contribuírem com seus olhares e, a partir disso, aprofundar essa perspectiva do circo que a gente quer apresentar. Neste novo momento, estamos mergulhando ainda mais nas questões que nos inquietam. Antes, a ideia de número de circo estava muito no formato, mas, hoje, enxergamos que é sobre apresentar às pessoas o tipo de circo que a Cia Devir faz, que tem a nossa cara, que expressa nossos desejos”, explica João Lucas.</p>
<p>Esse “jeito Devir” de fazer circo pensa o contemporâneo como um convite à experimentação, sem focar na ideia de perfeição ou de destreza física, no qual o público é parte fundamental do processo. Assim, a plateia é estimulada a trocar com os artistas, a pensar e sentir junto. É também uma desconstrução da ideia da criação artística como uma prática hermética; ao contrário, João Lucas e Vitor compartilham os altos e baixos da criação, com humor e sensibilidade.</p>
<p>“Ainda existe um imaginário muito fixo sobre o que é circo e nos interessa tensionar isso. Nesta nova versão, aprofundamos a ideia, o esqueleto do espetáculo é o mesmo, mas o recheio é muito diferente, mais robusto. Esse trabalho, para a gente, é processual e está sempre em movimento. Desejamos brincar com o que pode o circo, como potencializar a linguagem, aproximando o público de novas perspectivas. É uma brincadeira, uma provocação, para mostrar que o circo pode ser muitas coisas e discutir muitos assuntos”, enfatiza Vitor.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Acessibilidade e formação:</span></b></p>
<p>A democratização da arte e a formação de público estão entre os pilares das práticas da Cia Devir. Neste projeto, após todas as sessões acontecerão rodas de diálogos com o público, com o intuito de compartilhar processos e ouvir percepções. Em parceria com a VouSer Acessibilidade, acontecerá uma sessão acessível para pessoas surdas, cegas e com baixa visão, no dia 16 de maio, com intérprete de Libras e audiodescrição.</p>
<p>No dia 28, João Lucas e Vitor oferecerão uma palestra aberta ao público, após a apresentação. Aos interessados no universo circense, serão realizadas duas oficinas gratuitas de introdução às Multicordas: dia 9, no Recife, data em que a dupla também oferece um ensaio aberto ao público, com bate-papo; e no dia 23, em Caruaru. Inscrições e informações sobre as atividades estão disponíveis no Instagram da dupla (@ciadevir).</p>
<p>O projeto é uma realização da Cia Devir e conta com incentivo do Funcultura, através da Fundarpe e Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></b></p>
<p>Concepção e interpretação: João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima<br />
Dramaturgia: Marcelo Sena<br />
Trilha sonora: Samuel Nóbrega<br />
Preparação vocal: Josuel André<br />
Desenho de Luz: Natalie Revorêdo<br />
Figurino: Gabriela Holanda e Sarah Paixão<br />
Consultora de encenação: Francini Barros<br />
Produção executiva: João Lucas Cavalcanti<br />
Coordenação do projeto: Vitor Lima<br />
Assistente de produção: Kali Saxa<br />
Video: Will Oliveira<br />
Fotógrafa: Morgana Narjara<br />
Mídias Sociais: Letícia Pena<br />
Assessoria de imprensa: Márcio Bastos<br />
Designer: Carlos Pontes</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></b></p>
<p>Espetáculo “Isso não é um número de circo”, da Cia Devir<br />
Local: Teatro Hermilo Borba Filho<br />
Datas: 15, 16*, 28** e 29 de maio de 2026 (sextas e sábados)<br />
* Sessão com intérprete de Libras e audiodescrição<br />
** Sessão seguida por uma palestra<br />
Horário: 19h<br />
Classificação indicativa: Livre<br />
Ingressos gratuitos, com distribuição 1h antes de cada sessão<br />
Informações: @ciadevir (Instagram)</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Cia-Devir-Card-Instagram.jpg.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123921" alt="Cia Devir - Card (Instagram).jpg" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Cia-Devir-Card-Instagram.jpg-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pequeno Encontro da Fotografia chega ao Recife em abril de 2026</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pequeno-encontro-da-fotografia-chega-ao-recife-em-abril-de-2026/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[O festival Pequeno Encontro da Fotografia será realizado pela primeira vez no Recife, desta quarta a sexta-feira (22 a 25 de abril de 2026), com recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Fundarpe e da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE). Pessoas de várias [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/PEF-2023_ciranda_Foto-Francisco-11.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123611" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/PEF-2023_ciranda_Foto-Francisco-11-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O festival Pequeno Encontro da Fotografia será realizado pela primeira vez no Recife, desta quarta a sexta-feira (22 a 25 de abril de 2026), com recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Fundarpe e da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE). Pessoas de várias cidades brasileiras apresentarão suas criações ao público na Ciranda Fotográfica e nas Projeções, atividades realizadas no prédio do Núcleo de Gestão do Porto Digital, no Bairro do Recife.</p>
<p>No mesmo local, ocorrerão as aulas das oficinas ministradas por Marina Feldhues (PE) e pelo Coletivo Ciano, Cidade (PE). Já o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam), na Boa Vista, receberá o Café Pequeno, com lançamentos de livros, apresentação de obras criadas por fotógrafas convidadas e de imagens feitas durante a Expedição Fotográfica, entre outras atrações. A programação da 11ª edição do evento conta ainda com o Espaço da Pesquisa, que será transmitido ao vivo pelo YouTube (mas os textos já estão disponíveis para leitura pelo site). Tudo com acesso gratuito.</p>
<p>“É sempre um grande desafio desenhar o Pequeno Encontro da Fotografia, mas é sempre muito gratificante ver a riqueza das trocas que costumam acontecer. Neste ano, experimentamos ampliar ainda mais o espaço das convocatórias na programação do evento e foi muito interessante ver tantas propostas diferentes, vindas dos mais variados lugares, garantindo a diversidade e a pluralidade que nos animam desde o início”, resumem os curadores do festival, Eduardo Queiroga, Maria Chaves e Mateus Sá.</p>
<p>As criações apresentadas no Espaço da Pesquisa, na Ciranda Fotográfica e nas Projeções foram selecionadas por meio de convocatória. “Recebemos muitos trabalhos interessantes, e a tarefa da curadoria foi garantir um equilíbrio entre a diversidade de perspectivas e os diálogos possíveis entre elas. Esta edição é marcada pela presença de eixos temáticos como corpo, gênero, memória e território, que refletem os direcionamentos do pensamento sobre fotografia e imagem na atualidade. A seleção contempla ainda trabalhos mais focados no fazer fotográfico e no pensar esse fazer”, comenta a professora Greice Schneider (UFS), convidada para a curadoria do Espaço da Pesquisa neste ano.</p>
<p>Os temas citados pela curadora também se fazem presentes em obras escolhidas para Ciranda Fotográfica e as Projeções. Há criações sobre identidade e ancestralidade ou sobre relações entre os seres humanos e a natureza, por exemplo. Algumas foram criadas a partir de imagens de álbuns de família ou de outros acervos. Outros ensaios foram realizados em lugares como terreiros de candomblé no Recife e em Olinda; a aldeia Ulupuwene, no Alto Xingu (MT); o território afro-indígena situado a Serra dos Paus Dóias, no alto da Chapada do Araripe (PE); os terreiros do Pajé Barbosa, no território Pitaguary (CE); ou acompanhando as comitivas de esmolação de São Benedito que saem do Pará e chegam até o Maranhão.</p>
<p>Quem assistir às apresentações da Ciranda Fotográfica poderá indicar sua obra favorita. Os dois mais votados (um da manhã e outro da tarde) receberão como prêmio cinco impressões Fine art 30 x 45 cm feitas pelo ADI – Atelier de Impressão, apoiador do evento junto com o Porto Digital e o Mamam. O resultado será anunciado durante o Café Pequeno, que marca o encerramento do festival em confraternização.</p>
<p>Na ocasião serão realizados lançamentos de três livros. Arquivo, Fotografia e a Carne Negra: um estudo ante-estética de suas (po)éticas implicadas, de Marina Feldhues (PE) apresenta reflexões críticas sobre as implicações (po)éticas entre arquivos diversos, a fotografia e a carne negra tanto para a ordenação do mundo antinegro, quanto para sua desordem e a emergência de outros mundos (im)possíveis – a autora também participa de uma conversa com o público na sexta-feira. O fotolivro Sertão de Lembranças nasceu de uma pesquisa de linguagem em fotografia desenvolvida entre 2021 e 2024 no Sertão do Pajeú e objetiva criar sentidos entre a noção de lembrança elaborada com fotografias familiares e da poesia através da interação entre o fotógrafo José Afonso Jr., a poetisa Mariana Véras (PE). O fotolivro Presenças é descrito como um exercício de arqueologia visual, em que Mergulha e Voa (PE) busca decifrar a própria identidade não no espelho, mas nos vestígios do mundo: na dureza do concreto, na memória das paredes e nos objetos que sobrevivem ao tempo.</p>
<p>Durante a noite o público também poderá conferir obras de artistas convidadas. O projeto Mergulho é composto de 21 trabalhos, cada um contendo uma foto de um objeto da casa, uma foto de arquivo e um poema. Esse é o último projeto em que a fotógrafa Eliane Velozo, que tem deficiência visual com perda progressiva da visão, teve autonomia total na utilização do programa Photoshop. Já videoarte Madonnas e Fridas foi elaborada como uma ação artística e colaborativa integrante do projeto Madonnas e Fridas: arte e maternidade como agenciamentos políticos, de Ana Sabiá (SC). Por meio de uma convocatória pública, foram selecionados os trabalhos que compõem a obra, um caleidoscópio de olhares e sentidos em torno de maternidades críticas e fotografia através das experiências poéticas de 50 mulheres artistas brasileiras.</p>
<p>No Café Pequeno ainda serão exibidos resultados das oficinas desta 11ª edição: Fotografia Experimental, ministrada pelo Coletivo Ciano, Cidade (PE) para estudantes Escola de Referência em Ensino Médio Professor Ernesto Silva, e Colagem e a fabulação de si, ministrada por Marina Feldhues (PE).</p>
<p>Além disso, serão projetadas imagens feitas na manhã do sábado pelos participantes da Expedição Fotográfica. A atividade é aberta ao público e não é necessário se inscrever para participar, nem ser profissional da fotografia (a organização lembra apenas que o uso de uma câmera digital que pode ser a do celular facilita o processo para quem quiser enviar suas imagens a tempo de participar da projeção coletiva). O roteiro muda a cada edição do festival e o ponto de partida será divulgado em breve pelo site e pelas redes sociais.</p>
<p><strong>Mais informações:</strong><br />
pequenoencontrodafotografia.com<br />
pequenoencontro@gmail.com<br />
Instagram: @pequenoencontrodafotografia<br />
YouTube: @pequenoencontrodafotografia<br />
Facebook: PequenoEncontroDaFotografia</p>
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		<title>5ª Semana do Audiovisual Negro com programação de oficinas, cineclube e rodas de conversa</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:39:31 +0000</pubDate>
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<p>Com uma programação distribuída ao longo do ano, a 5ª Semana do Audiovisual Negro (SAN) entra no momento presencial, acontecendo primeiramente na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), no bairro da Boa Vista, Centro do Recife. As atividades sobre formação e mercado audiovisual negro e indígena são gratuitas, sendo realizadas durante três dias seguidos, desta quarta-feira a sexta-feira (22 a 24 de abril), à tarde e à noite. A curadoria, a direção e a facilitação são de profissionais periféricos e populares de Pernambuco e do Nordeste.</p>
<p>A 5ª Semana do Audiovisual Negro tem incentivo do Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), pelo 17º edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de PE, por meio do Governo de Pernambuco, da Fundarpe e da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE).</p>
<p>A abertura, no dia 22/04, começa às 17h30, com a primeira gira de conversa (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”). Às 18h30, a pauta do debate é “Curadorias no cinema/audiovisual”. Em seguida, às 19h30, acontece a oficina de direção de fotografia com Sylara Silvério (RN). O cineclube “Alma no Olho” abre as atividades do dia 23/04, levando a curadoria de Feane Toê. Na sequência tem a formação em desenvolvimento de roteiro, trazendo a facilitação de Caio Dornelas (PE), às 19h30. O dia 24/04 reúne a roda de conversa, com o tema “Cinema independente no BR”, às 18h, e a exibição de filmes — curadoria de Luly Peligrosa — pelo “Alma no Olho”, às 19h30.</p>
<p>Caio Dornelas é realizador audiovisual com experiência em produção de conteúdo para televisão, cinema e internet. Ao longo da carreira artístico-cultural, são mais de 15 produções de curta-metragens. Ele também tem pesquisas em longas documentais e ficção. Já Sylara Silvério é diretora de fotografia com formação na EICTV (Cuba) e na Bucareste Ateliê de Cinema. Ela é do povo indígena Potiguara Mendonça, do Rio Grande do Norte.</p>
<p>“Nesta edição da 5ª SAN, além de debates e sessões com realizadoras e realizadores, temos masterclasses na imersão formativa”, reforça Rafa Nascimento, que assina a direção artística da 5ª Semana do Audiovisual Negro.</p>
<p>Além de Rafa Nascimento, Jota Carmo está na coordenação pedagógica e Tatiana Quintero, juntamente com Alexandre HN, na produção geral. A maioria da equipe técnica é pernambucana, sobretudo da Região Metropolitana do Recife (RMR), reunindo pessoas negras e indígenas. A realização da 5ª edição é do cineclube “Alma no Olho”, com a produção executiva de “Alto Mar &#8211; Imagens &amp; Movimentos”.</p>
<p>A SAN abriu inscrição ainda no ano passado para “Desafio Griô” e reabriu a oportunidade recentemente (indo até o dia 18 de abril). O desafio é uma atividade de formação com o objetivo tanto de incentivar como fortalecer estudantes das culturas negra e indígena, a partir da produção coletiva de um filme de duração máxima de cinco minutos (curta-metragem). A equipe tem que lançar a obra audiovisual em 72 horas, ou seja, três dias seguidos é o tempo recorde para criar, produzir e entregar. Sendo assim, foi necessário formar um grupo com pessoas de cursos, escolas, universidades, oficinas e capacitações de comunicação, rádio, tv, cinema e audiovisual, acompanhadas por professor, professora, orientador e orientadora.</p>
<p>É importante dizer que o tema do “Desafio Griô” é único, sendo revelado para os cinco grupos contemplados justamente depois dos encontros formativos. Feito isso, começa o processo de produção para realizar o roteiro, a filmagem, a edição, a finalização e a entrega do curta-metragem em até três dias. Além disso, concorrem a prêmios de estímulo à produção audiovisual, como locação de equipamentos de fotografia e de som (em parceria com a “Cabra Quente Filmes”, do Recife), consultorias profissionais de roteiro e de produção e distribuição do filme na tv e na internet. Caso o grupo não cumpra o prazo, o curta-metragem estreia nas programações, mas não compete pelas premiações.</p>
<p>As futuras obras autorais produzidas pelos grupos de estudantes já têm exibições de lançamento confirmadas: na 5ª Semana do Audiovisual Negro, no mês de maio deste ano, na TVU Recife (TV Universitária &#8211; canal aberto), afiliada à TV Brasil, e na UBUPLAY, plataforma de streaming gratuita destinada aos filmes realizados por pessoas negras e afrodiaspóricas.</p>
<p><strong>Maio</strong></p>
<p>A Semana do Audiovisual Negro segue para o Museu da Abolição, no bairro da Madalena, Zona Norte do Recife (rua Benfica, nº 1150), exatamente no dia 01/05 (sexta-feira, feriado nacional do Dia do Trabalhador). Nos dias 02/05 (sábado) e 03/05 (domingo), entra em cartaz no Cinema São Luiz, no bairro da Boa Vista, Zona Central do Recife (Rua da Aurora, nº 175). A programação segue nos dias 04/05 e 06/05, indo para o Cinema da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), na Cidade Universitária, Zona Oeste do Recife (Avenida Professor Moraes Rego, nº 1235). As sessões itinerantes também chegam aos municípios de Camaragibe/PE (Região Metropolitana do Recife) e Afogados da Ingazeira/PE (Sertão), com datas e horários a definir.</p>
<p>Com temáticas de raça, gênero e classe social, sobretudo de identidade racial, mais de 40 filmes de curta-metragem (ficção, documentário, animação e exposição de vídeos, como clipes) foram selecionados para a exibição na 5ª SAN. A escolha das obras de cinema — pernambucanas, do Nordeste e nacionais — foi feita pela curadoria formada por profissionais locais do audiovisual: Bia Pankararu (produtora cultural, audiovisual e comunicadora); João Rêgo (curador, programador, jornalista e crítico de cinema); Lúcio Vinícius (licenciado em História pela FASP); Karla Fagundes (educadora, pesquisadora e formada em História na UFPE); e Feane Toê (realizadora audiovisual, educadora e pesquisadora formada em Letras pela UPE, pós-graduada em Cultura Visual pela Unicap e mestranda em Estudos de Linguagem pela UFRPE).</p>
<p><strong>Programação do mês de abril &#8211; formação e mercado audiovisual negro e indígena<br />
</strong>Local: Unicap (bairro da Boa Vista, centro do Recife, Rua do Príncipe, nº 526)<br />
Entrada: gratuita (inscrição: bit.ly/4dOtihE)<br />
22/04 (quarta-feira)<br />
17h30 &#8211; abertura com a Gira 1 (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”)<br />
18h30 &#8211; Gira 2 (tema: “Curadorias no cinema/audiovisual”)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de direção de fotografia com Sylara Silvério<br />
23/04 (quinta-feira)<br />
18h &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Feane Toê)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de desenvolvimento de roteiro com Caio Dornelas<br />
24/04 (sexta-feira)<br />
18h &#8211; Gira 3 (tema: “Cinema independente no BR”)<br />
19h30 &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Luly Peligrosa)</p>
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