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	<title>Portal Cultura PE &#187; Funcultura</title>
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		<title>Dia dos Povos indígenas: conheça os saberes e sabores do povo Pankará</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 10:20:33 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123573" aria-labelledby="figcaption_attachment_123573" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome.png"><img class="size-medium wp-image-123573" alt="Pão de catolé, mandioca e rosário de catolé" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-607x318.png" width="607" height="318" /></a><p class="wp-caption-text">Pão de catolé, mandioca e rosário de catolé</p></div>
<p><em>Texto: Igor Gomes</em></p>
<p>O povo pernambucano, como se sabe em todo o Brasil, ostenta sua cultura e seus símbolos de maneira assertiva por onde passa. Mas ainda há muito a se investigar na história do Estado; isso porque tradições inteiras ainda não são registradas para que possam circular de maneira mais ampla para toda a população. É o caso dos povos indígenas, submetidos a um apagamento sistemático desde o século 16. Uma dessas lacunas relacionadas à cultura indígena na identidade pernambucana vem sendo trabalhada pelo Inventário Participativo do Sistema Alimentar e Culinário do Povo Pankará, de Carnaubeira da Penha, Sertão do São Francisco. O projeto incentivado pela Fundarpe através do Funcultura, que vem documentando e resgatando toda a cadeia cultural desse povo indígena, do plantio dos alimentos até a forma de consumi-los.</p>
<p>O projeto foi aprovado no edital Funcultura Geral 2023/2024, na categoria “Patrimônio Cultural” (hoje desmembrada em edital próprio) pela produtora Gato de Gengibre, da pesquisadora Monica Larangeira Jácome. Está em andamento desde 2025 e pode ser prorrogado até 2027. Depois de validado pelo Funcultura (em processos como o de prestação de contas), ele será avaliado pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural e pode se tornar Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. As chances de isso acontecer são consistentes, pois a Fundação do Patrimônio Histórico Artístico de Pernambuco (Fundarpe) emitiu parecer preliminar (antes da realização da pesquisa) atestando a importância de se registrar essa cultura alimentar e reconhecê-la como Patrimônio.</p>
<p>“O inventário não abrange apenas as receitas do povo Pankará. A realização dele foi dividida em cinco etapas: a forma de produzir alimentos; as receitas e registro sobre a memória gustativa das pessoas em relação às receitas; o artesanato voltado para a alimentação, com utensílios de barro, de fibra de catolé, palha de coqueiro etc.; os lugares da comida, como casa de farinha, engenho de rapadura, horta e outros; e as celebrações em torno da comida”, resume Monica Jácome. Por demanda do Funcultura, serão produzidos ainda produtos culturais relacionados a esse trabalho, como um documentário curta-metragem e o cadastro dos mestres e mestras relacionados à cultura alimentar Pankará.</p>
<p>Práticas alimentares são parte da cultura humana por envolverem memórias e discursos relacionados à convivência entre as pessoas e aos usos e saberes relacionados à natureza – abrangem, por exemplo, o que pode ou não ser consumido, como se consome um alimento, o que plantar ou criar e como se faz isso em uma determinada localidade. São conhecimentos transmitidos por gerações e que podem sofrer adaptações ao longo do tempo graças a processos históricos; um exemplo são os usos da mandioca, planta nativa da América do Sul largamente usada por povos indígenas e depois pelas demais populações que chegaram ao continente por conta da colonização.</p>
<div id="attachment_123574" aria-labelledby="figcaption_attachment_123574" class="wp-caption img-width-467 alignnone" style="width: 467px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Monica-Larangeira-Jácome_Divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123574" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Monica-Larangeira-Jácome_Divulgação-467x486.jpeg" width="467" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisador Monica Jácome</p></div>
<p>O reconhecimento da importância do sistema alimentar e culinário Pankará contribui para proteger a diversidade cultural de Pernambuco. “A memória social é seletiva. Na área de gastronomia, quando se pensa em patrimônio alimentar o que se fala são as comidas da casa-grande: bolo de rolo, bolo souza leão e outros. A história de Pernambuco é fruto de uma memória fragmentada. Como é possível falar de bens culturais, de referências históricas, se eles se limitam apenas ao grupo social dominante? O resgate que o inventário faz beneficia todo o Estado porque enriquece a história humana que ocorre aqui”, pontua a pesquisadora.</p>
<p>O Inventário Participativo do Sistema Alimentar e Culinário do Povo Pankará é coletivo e envolve a comunidade. Entre os integrantes indígenas estão cinco bolsistas e uma produtora, afora toda a participação da comunidade na finalização de cada etapa. “Houve também uma oficina para que fosse elaborado um protocolo de consulta e consentimento, com normas para regrar as relações do povo Pankará com os não indígenas envolvidos no projeto e com o Estado. Ao final de cada fase, há uma prestação de contas para que se discuta e decida os próximos passos”, afirma a pesquisadora. Os bolsistas farão uma oficina de audiovisual para criar o roteiro do curta-metragem que será entregue com a pesquisa.</p>
<p>“O projeto do inventário veio pra nos fortalecer ainda mais dentro das nossas tradições. E o que não pode faltar, que os nossos antepassados sempre recomendam, os nossos mais velhos, é o respeito, a valorização, a tradição do nosso povo. Para nós, não é simplesmente um inventário alimentar e culinário; é um inventário de saber, de tradição, de cultura, de resistência, mesmo”, afirma a cacica Dorinha, liderança do povo Pankará. Segundo a cacica Dorinha, o projeto trabalha diversos elementos da cultura Pankará, “como cultivar o alimento, como retirar o alimento e como preparar. Esses modos são praticados pelos nossos antepassados, e são levados para nossos jovens, nossas crianças, para que eles possam dar continuidade a esses saberes tradicionais. Também trabalhamos como manejar a terra, também, nós manipulamos ela através dos saberes dos nossos mais velhos, e isso nos fortalece”.</p>
<div id="attachment_123575" aria-labelledby="figcaption_attachment_123575" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Dona-Vanja-prepara-farofa-de-catolé.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123575" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Dona-Vanja-prepara-farofa-de-catolé-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Vanja, do povo Pakará, prepara farofa de catolé</p></div>
<p><strong>HERANÇAS GASTRONÔMICAS E CULTURAIS</strong> – O complexo sistema dos alimentos na cultura Pankará abrange uma série de saberes que alcançam, inclusive, os não indígenas. Monica Jácome lembra que o coco catolé, por exemplo, é usado por não indígenas de diversas formas, entre elas como petisco para se tomar com cerveja. “Os indígenas fazem um rosário, em que os coquinhos são unidos por um fio e vendidos para serem consumidos”, cita. A lista de elementos envolvidos no cadeia gastronômica Pankará é grande. Eis alguns exemplos:</p>
<p>Catolé, mandioca, milho, feijão andu, fava, feijão de arranca, inhame, mucunã, batata-doce, jerimum; acerola, banana, abacate, jaca, manga, goiaba, cana-de-açúcar, mel de abelha, café, mamão, caju, murici, pinha, maracujá, favela, gergelim, batata de macambira, imbu, jaca, colorau; as carnes de caça como preá, mocó, punaré, tatu, peba, veado, gato do mato, cambamba, tamanduá, juriti, codorniz, jacu, teiú, camaleão; as carnes de criação como galinha, porco, vaca, cabra; pão de catolé, catolé cozido, bró de catolé, farofa de catolé, massa, goma e farinha de mandioca, beiju na pedra, bolo de macaxeira, licores, doces e geleias de frutas, imbuzada, doce de cafofa de imbu, doce de facheiro, doce de coroa de frade, xeléu cozido, café morto no pau, queijo de coalho, rapadura, mel de cana, fubá e farinha de milho, milho assado e cozido, bolo de milho, feijão cozinhado, baião de dois, munguzá de feijão, angu da agonia (angu de feijão), café de feijão andu, Rubacão de fava, mingau de mucunã, farofa de murici, fubá da castanha de caju, fubá doce de favela, fubá de gergelim, lambedores, chás de ervas, xaropes e garrafadas; engenhos de farinha, engenho de cana-de-açúcar, fogões à lenha, moendas de milho, pilões de madeira; artesanato culinário barro (o caco, a cuscuzeira|), madeira e fibras naturais (os abanadores do fago, as cestas); a dança do toré nas celebrações da Semana dos Povos Indígenas; a Feira de Cultura Pankará, todo mês de maio; os festejos em comemoração a São Gonçalo; a Novena de Nossa Senhora nas aldeias Jardim e Ladeira.</p>
<p>Em Pernambuco, as manifestações de influência indígena vão além da gastronomia. Entre as manifestações culturais que tem direta herança dos povos originários temos o caboclinho, maracatu rural, coco, ciranda, além do artesanato com os usos da macaxeira, do barro e de fibras vegetais, por exemplo. É uma matriz existencial fundamental para o povo pernambucano, cuja cultura vem sendo reconhecida pelo Governo do Estado por meio da Fundarpe, que dispõe dos títulos de Patrimônio Vivo e da abertura de linhas de fomento que sejam abrangentes a ponto de abarcar projetos. No primeiro caso, já foram reconhecidas agremiações como os caboclinhos Sete Flexas (Recife), União Sete Flexas (Goiana), os dois Canindé (Recife e Goiana), Caheté (Goiana) e Tribo Indígena Carijó (Goiana). Também as Cantadeiras do Povo Indígena Pankararu detêm o título. O título abrange pessoas (mestres) e grupos, e o concurso para eleger os novos Patrimônios Vivos do Estado segue aberto até o dia 30 de abril.</p>
<p>No segundo caso, os editais do Funcultura abarcam diversas linguagens artísticas em iniciativas diversas (apresentação, pesquisa, oficina, produção de conteúdos, entre outros). Dos editais abertos, o Funcultura Música é destinado a toda cadeia sonora (produção, pesquisa e afins), e segue aberto até 30 de abril. Já o Funcultura Geral abrange manifestações de dança, literatura, artes visuais, teatro, circo e outras linguagens. O Funcultura Patrimônio Cultural, por sua vez, possui linhas específicas para pesquisas, produção de conteúdo e ações de salvaguarda em gastronomia em outras manifestações culturais. As inscrições para os Funculturas Geral e Patrimônio Cultural seguem abertas até o dia 13 de maio.</p>
<div id="attachment_123576" aria-labelledby="figcaption_attachment_123576" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto/ Acervo Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Caboclinho-Sete-Flechas-do-Recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-123576" alt="Foto: Costa Neto/ Acervo Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Caboclinho-Sete-Flechas-do-Recife-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caboclinho Sete Flechas do Recife, Patrimônio Vivo</p></div>
<p><strong>O POVO PANKARÁ</strong> – Segundo dados estatísticos do site Terras Indígenas do Brasil (terrasindigenas.org.br), a Terra Indígena Pankará da Serra do Arapuá, demarcada em 2025 e localizada no município de Carnaubeira da Penha (Sertão do São Francisco), tem população de quase 3 mil pessoas. São 52 aldeias em cerca de 15 mil hectares. A agricultura de subsistência é a base da economia alimentar desse povo, em especial os cultivos de milho, macaxeira e feijão. As origens remontam ao povo Atikum e a remanescentes quilombolas na região, e o nome “Pankará” só passa a ser usado como autodenominação no começo dos anos 2000. “O nome ‘Pankará’ veio do costume de usarmos pakaiá, que é o fumo, e também de urá, que vem do mangará da bananeira. A gente era conhecido como ‘os índios da Serra do Arapuá’, os ‘caboclos da Serra do Arapuá’. Em 2003, fomos reconhecidos como povo Pankará. O nome veio através dos saberes das Forças Encantadas, que me apresentaram esse nome de ‘Pankará’”, explica a cacica Dorinha.</p>
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		<title>Com inscrição gratuita para grupos de estudantes, Desafio Griô reúne oficinas de cinema e prêmios</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:13:02 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123569" aria-labelledby="figcaption_attachment_123569" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/July-foto-Os-filmes-de-curta-metragem-produzidos-pelos-cinco-grupos-já-têm-exibições-confirmadas-na-abertura-da-V-Semana-do-Audiovisual-Negro-TVU-Recife-e-UBUPLAY..jpg"><img class="size-medium wp-image-123569" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/July-foto-Os-filmes-de-curta-metragem-produzidos-pelos-cinco-grupos-já-têm-exibições-confirmadas-na-abertura-da-V-Semana-do-Audiovisual-Negro-TVU-Recife-e-UBUPLAY.-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os filmes de curta-metragem produzidos pelos cinco grupos já têm exibições confirmadas, na abertura da V Semana do Audiovisual Negro, TVU Recife e UBUPLAY</p></div>
<p>A 5ª Semana do Audiovisual Negro (SAN) investe no Desafio Griô como atividade de formação, com o objetivo tanto de incentivar como fortalecer estudantes das culturas negra e indígena a partir da produção coletiva de um filme de duração máxima de cinco minutos (curta-metragem). A equipe tem que lançar a obra audiovisual em 72 horas, ou seja, três dias seguidos é o tempo recorde para criar, produzir e entregar. A inscrição é gratuita, podendo ser efetuada até este sábado (18/04).</p>
<p>O projeto tem incentivo público, com financiamento do Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco) do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), pelo 17º edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de PE.</p>
<p>Para preencher o formulário é necessário formar um grupo com pessoas de cursos, escolas, universidades, oficinas e capacitações de comunicação, rádio, TV, cinema e audiovisual, acompanhadas por professor, professora, orientador e orientadora. As inscrições, que foram reabertas, contemplam ao todo cinco grupos. É válido reforçar que Griôs são guardiões da memória dos povos africanos, contadores de histórias e transmissores de conhecimentos de seus ancestrais por meio da tradição oral (repasse do saber e crença na ancestralidade).</p>
<p>Vale dizer que o tema do Desafio Griô é único, sendo revelado para todas as pessoas envolvidas justamente depois dos encontros formativos. Feito isso, começa o processo de produção para realizar o roteiro, a filmagem, a edição, a finalização e a entrega do curta-metragem em até três dias. Além disso, concorrem a prêmios de estímulo à produção audiovisual, como locação de equipamentos de fotografia e de som, consultorias profissionais de roteiro e de produção e distribuição do filme na TV e na internet. Caso o grupo não cumpra o prazo, o curta-metragem estreia nas programações, mas não compete pelas premiações.</p>
<p>“No Desafio Griô, a gente une formação, coletividade, vivências artístico-culturais e mercado audiovisual, tudo dentro da programação da 5ª Semana do Audiovisual Negro. Consideramos como o primeiro dos desafios a formação do grupo, conforme o preenchimento das vagas com estudantes de comunicação e de audiovisual que estejam em cursos, escolas e universidades. O desafio vai além da seleção dos cinco grupos, isso porque, a partir da realização das atividades, fortalecemos o espaço de formação, conhecimento e produção no cinema das culturas negra, indígena, periférica e popular. O propósito também é potencializar estudantes e ao mesmo tempo conhecer novas pessoas, talentos etc.”, explica Rafa Nascimento.</p>
<p>As formações com especialistas do cinema ocorrem na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) nos dias 22 de abril (quarta-feira) — direção de fotografia com Sylara Silvério (RN) — e 23 de abril (quinta-feira) — desenvolvimento de roteiro com Caio Dornelas (PE) —, ambas às 19h30. A universidade fica no bairro da Boa Vista, centro do Recife (Rua do Príncipe, nº 526). Nessas datas e também no mesmo local, acontecem debates e sessões de filmes de curta-metragem, com a direção e facilitação de profissionais periféricos e populares de Pernambuco e do Nordeste. As exibições são pelo cineclube “Alma no Olho”. Essa programação na Unicap sobre formação e mercado audiovisual negro e indígena vai até sexta-feira (24/04), chegando a três dias seguidos de atividades. A entrada para os encontros é gratuita, sendo necessário inscrever-se.</p>
<p>A abertura, no dia 22/04, começa às 17h30, com a primeira gira de conversa (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”). Às 18h30, a pauta do debate é “Cinema independente no BR”. No dia 23/04, entra em cena uma nova sessão do cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Feane Toê;), às 18h30. Já no dia 24/04, a programação traz a gira com o tema “Curadorias no cinema/audiovisual”, às 18h, e o cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Luly Peligrosa), às 19h30.</p>
<p>“Caio Dornelas é realizador audiovisual com experiência em produção de conteúdo para televisão, cinema e internet. Ao longo da carreira artístico-cultural, são mais de 15 produções de curta-metragens. Ele também tem pesquisas em longas documentais e ficção. Já Sylara Silvério é diretora de fotografia com formação na EICTV (Cuba) e na Bucareste Ateliê de Cinema. Ela é do povo indígena Potiguara Mendonça, do Rio Grande do Norte. É essencial esse diálogo entre estudantes e profissionais premiados e referências do audiovisual do Nordeste”, destaca Rafa Nascimento, à frente da direção artística e da produção executiva da 5ª Semana do Audiovisual Negro.</p>
<p>Além de Rafa, Jota Carmo está na coordenação pedagógica e Tatiana Quintero, juntamente com Alexandre HN, na produção geral. A maioria da equipe técnica é pernambucana, sobretudo da Região Metropolitana do Recife (RMR), reunindo pessoas negras e indígenas. A realização da 5ª edição é do Cineclube “Alma no Olho”, com a produção executiva de “Alto Mar &#8211; Imagens &amp; Movimentos”.</p>
<p><strong>Estreias na TVU Recife e UBUPLAY</strong></p>
<p>É importante informar que as futuras obras autorais produzidas pelos grupos de estudantes já têm exibições de lançamento confirmadas: na abertura da V Semana do Audiovisual Negro, no mês de maio deste ano, na TVU Recife (TV Universitária &#8211; canal aberto), afiliada à TV Brasil, e na UBUPLAY, plataforma de streaming gratuita destinada aos filmes realizados por pessoas negras e afrodiaspóricas.</p>
<p><strong>Maio</strong></p>
<p>A abertura da 5ª edição da Semana do Audiovisual Negro acontece no Museu da Abolição, no bairro da Madalena, Zona Norte do Recife (rua Benfica, nº 1150), exatamente no dia 01/05 (sexta-feira, feriado nacional do Dia do Trabalhador). Nos dias 02/05 (sábado) e 03/05 (domingo), chega ao Cinema São Luiz, no bairro da Boa Vista, Zona Central do Recife (Rua da Aurora, nº 175). A programação segue nos dias 04/05 e 06/05, indo para o Cinema da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), na Cidade Universitária, Zona Oeste do Recife (Avenida Professor Moraes Rego, nº 1235). As sessões itinerantes também chegam aos municípios de Camaragibe/PE (Região Metropolitana do Recife) e Afogados da Ingazeira/PE (Sertão), com datas e horários a definir.</p>
<p>Com temáticas de raça, gênero e classe social, sobretudo de identidade racial, mais de 40 filmes de curta-metragem (ficção, documentário, animação e exposição de vídeos, como clipes) foram selecionados para a exibição na Semana do Audiovisual Negro. A escolha das obras de cinema — pernambucanas, do Nordeste e nacionais — foi feita pela curadoria formada por profissionais locais do audiovisual: Bia Pankararu (produtora cultural, audiovisual e comunicadora); João Rêgo (curador, programador, jornalista e crítico de cinema); Lúcio Vinícius (licenciado em História pela FASP); Karla Fagundes (educadora, pesquisadora e formada em História na UFPE); e Feane Toê (realizadora audiovisual, educadora e pesquisadora formada em Letras pela UPE, pós-graduada em Cultura Visual pela Unicap e mestranda em Estudos de Linguagem pela UFRPE).</p>
<p><strong>Programação do mês de abril &#8211; formação e mercado audiovisual negro e indígena</strong></p>
<p>Local: Unicap (bairro da Boa Vista, centro do Recife, Rua do Príncipe, nº 526)<br />
Entrada: gratuita (inscrição: bit.ly/4dOtihE)<br />
22/04 (quarta-feira)<br />
17h30 &#8211; abertura com a Gira 1 (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”)<br />
18h30 &#8211; Gira 2 (tema: “Cinema independente no BR”)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de direção de fotografia com Sylara Silvério<br />
23/04 (quinta-feira)<br />
18h &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Feane Toê)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de desenvolvimento de roteiro com Caio Dornelas<br />
24/04 (sexta-feira)<br />
18h &#8211; Gira 3 (tema: “Curadorias no cinema/audiovisual”)<br />
19h30 &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Luly Peligrosa)<br />
Desafio Griô (quem pode participar &#8211; inscrições gratuitas &#8211; prazo até o dia 18 de abril, sábado)</p>
<p><strong>Inscrições (acesse &#8211; bit.ly/4dOtihE):</strong> para grupos de estudantes das culturas negra e indígena, acompanhados por professor, professora, orientador e orientadora, que moram em Pernambuco e estão na graduação, curso técnico, oficina ou capacitação livre em audiovisual e comunicação (rádio, tv, cinema e áreas relacionadas). Estudantes do interior do estado têm hospedagem e transporte garantidos pela organização.</p>
<p><strong>Desafio:</strong> cinco grupos de estudantes de cursos de comunicação/audiovisual são contemplados para uma imersão formativa, com o objetivo de produzir um filme de curta-metragem (até cinco minutos), em até três dias (72 horas seguidas), a partir de um tema em comum. Os grupos também concorrem às premiações de estímulo à produção audiovisual.</p>
<p>Contato para dúvidas: audiovisualnegrodepe@gmail.com e @audiovisual.negro (perfil no instagram).</p>
<p><strong>Atividades:</strong> a inscrição está disponível tanto para estudantes como para o público em geral que deseja acompanhar especialmente a programação formativa (acesse &#8211; bit.ly/4dOtihE).</p>
<p><strong>Premiações:</strong> locação de equipamentos de fotografia e de som; consultorias profissionais de roteiro e de produção; e distribuição do curta-metragem na televisão e na internet.</p>
<p>Exibição dos filmes de curta-metragem/estreia: V Semana do Audiovisual Negro de Pernambuco; TVU Recife (TV Universitária &#8211; canal aberto), afiliada à TV Brasil; UBUPLAY, plataforma de streaming gratuita destinada aos filmes realizados por pessoas negras e afrodiaspóricas.</p>
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		<title>Agrinez Melo lança livro sobre representação feminina negra e a ancestralidade no fazer teatral</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 18:26:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123501" alt="Foto: Talles Ribeiro/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a narrativa. A sua classificação indicativa é livre e também específica para o público adulto, pesquisadoras e pesquisadores das artes cênicas.</p>
<p dir="ltr">A obra está à venda por R$ 50. O resumo do livro fica disponível com Audiodescrição no canal “I Pele Ti o Dun”, gratuitamente no YouTube. Agrinez Melo — candomblecista, atriz, professora, figurinista, diretora teatral, pesquisadora e criadora da DoceAgri — realiza o lançamento no Recife nesta sexta-feira (dia 10 de abril), no Espaço O Poste, às 19h, com entrada gratuita e recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para as pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p dir="ltr">Além da sessão de autógrafos e apresentação sobre o livro, a autora recebe Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, artistas da dança, música, performance e teatro da Região Metropolitana do Recife que colaboraram na realização da obra e são atrações da programação artístico-cultural. A juventude do Núcleo O Postinho também é presença garantida, assumindo a produção executiva e a assistência de produção. Para acompanhar as atividades, está programado o momento Ajeum (significa alimento, na língua africana iorubá), preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares, do Ilê Axé Oxum Ipondá (Olinda/PE).</p>
<p dir="ltr">“A partir da potência da mulher negra, dos saberes ancestrais e das matrizes espirituais que estão conectadas com o fazer teatral, revelando caminhos de criação, memória e presença, lanço ‘A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral’. O livro se apresenta como uma proposta inovadora e contracolonial de um fazer teatral artístico, cultural e autoral, realizado a partir de pesquisas diretamente ligadas com os terreiros de matrizes africana e indigena”, declara Agrinez Melo.</p>
<p dir="ltr">A ideia da obra surge da necessidade da representação negra nos escritos sobre teatro, nas teorias teatrais e nas formulações acadêmicas. No conteúdo do livro, ela destaca diretamente a representatividade afrocentrada e feminina nos espetáculos e nas salas de ensaio.</p>
<p dir="ltr">“O livro compartilha a criação da metodologia “Poética Matricial dos Orixás Encantados”, que é da minha autoria. Por meio das vivências nos terreiros e toda a ritualidade, levo essas energias para o Ara Agbara (significa corpo poderoso, na língua africana iorubá). Com a descoberta do próprio corpo, seu poder é reconhecido tanto na cena como fora dela, justamente por ser uma contribuição social”, acrescenta.</p>
<p dir="ltr">“A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” traz em suas páginas possibilidades de inclusão no teatro e nas artes da cena. As perspectivas são baseadas nas memórias, vivências de estudo e de criação teatral, onde a performance, o teatro e a dança se unem em diálogo, por meio das ritualidades do corpo em movimento.</p>
<p dir="ltr">“Reforço sempre que criei uma metodologia inédita e autônoma, levando para o livro essa poética matricial que desenvolvi. Nos escritos, estamos fortalecendo os rituais ancestrais destacando o ‘Ara Agbara’ nos palcos. A origem do livro também tem a ver com a  necessidade de estimular o conceito da ancestralidade matricial, com o corpo como território de memória, energia e criação”, acentua.</p>
<p dir="ltr">Agrinez Melo acredita que entre as contribuições do livro está a da presença cada vez maior  da mulher negra e artista na cena. “O lançamento da obra colabora para a mudança de paradigmas e padrões do teatro realizado no Estado de Pernambuco, e também nos ambientes nacionais e internacionais”, afirma.</p>
<p dir="ltr">Para alcançar mais espaços com a obra, a autora vai realizar uma distribuição nos espaços públicos do estado, como bibliotecas e universidades, e levá-la para mostras, festivais, encontros acadêmicos e demais movimentos artístico-culturais tanto locais como nacionalmente.</p>
<p dir="ltr">As ilustrações do livro são feitas pelas mãos de Douglas Duan. Com fotografia de Pht.all, a capa é da autoria de Talles Ribeiro, também à frente da revisão juntamente com a escritora e poeta Odailta Alves. Everson Melo e Robson Haderchpek se juntam a Talles e Odailta na função colaborativa. Luiza Saad assume a diagramação, enquanto Foster Costa está na produção, direção criativa e fotografia. Toda a equipe é pernambucana.</p>
<p>O livro tem a realização da DoceAgri, focada na acessibilidade no teatro e nas oficinas, e incentivo público, com o financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE).</p>
<p dir="ltr">Como escritora, Agrinez Melo já lançou anteriormente “Elementos da Encenação e Acessibilidade: relatos de amor e arte nas experiências teatrais” (2022), trazendo narrativas que mostram a importância dos recursos de acessibilidade na inclusão de pessoas com deficiência no fazer teatral.</p>
<p dir="ltr">Agrinez também é a criadora e a facilitadora da oficina teatral &#8221;A Poética Matricial dos Orixás e Encantados”, que possibilita às pessoas respirarem uma vivência centrada na ancestralidade e no corpo. Os exercícios são centrados nos ensinamentos matriciais do corpo, que têm as energias dos Orixás e Encantados como elemento central. Inclusive, ela levou a formação à Mostra de Artes Cênicas do Banco do Nordeste Cultural, realizada de 24 a 26 de março deste ano, em Fortaleza/CE.</p>
<p dir="ltr">“A proposta é um mergulho nas relações entre corpo, ancestralidade e cena, a partir de referências das matrizes afro-indígenas e do teatro de candomblé. Durante a atividade, as pessoas vivenciam práticas corporais e imaginários ligados aos Orixás e Encantados, enxergando novas possibilidades de criação e presença cênica”, conclui.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026) &#8211; por Agrinez Melo (autora) &#8211; classificação indicativa: livre<br />
Local: Espaço O Poste (rua do Riachuelo, nº 641, bairro da Boa Vista, centro do Recife/PE)<br />
Data: 10 de abril (sexta-feira)<br />
Horário: 19h<br />
Programação artístico-cultural: apresentação de Agrinez Melo, sessão de autógrafos, participação de artistas da Região Metropolitana do Recife, como Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, e da juventude do Núcleo O Postinho; e Ajeum, preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares<br />
Entrada: gratuita<br />
Recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p dir="ltr"><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p>Autora: Agrinez Melo</p>
<p dir="ltr">Capa: Talles Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Revisão: Odailta Alves e Talles Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Ilustrações: Douglas Duan</p>
<p dir="ltr">Diagramação: Luiza Saad</p>
<p dir="ltr">Colaboradores: Everson Melo, Odailta Alves, Talles Ribeiro e Robson Haderchpek</p>
<p dir="ltr">Fotografia da capa: Pht.all</p>
<p dir="ltr">Produção, direção criativa e fotografia: Foster Costa</p>
<p dir="ltr">Produção local em Arcoverde: Jéssica Mendes</p>
<p dir="ltr">Assistência de produção no Recife: Núcleo O Postinho</p>
<p dir="ltr">Mídias sociais: Dispense Perspectiva Preta em Cena</p>
<p dir="ltr">Realização: DoceAgri</p>
<p dir="ltr">Assessoria de imprensa: Daniel Lima</p>
<p dir="ltr">Incentivo público: financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE)</p>
<p dir="ltr">Apoio: Sesc-Arcoverde e Espaço O Poste</p>
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		<title>Projeto Documentando comemora 17 anos com temporada pelo agreste</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 17:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Documentando]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação Há 17 anos fortalecendo o audiovisual de Pernambuco, o projeto Documentando, assinado pelo cineasta Marlom Meirelles, inicia sua 7ª edição promovendo oficinas itinerantes pelo Agreste pernambucano, de 13 de abril até 30 de maio de 2026. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123497" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Há 17 anos fortalecendo o audiovisual de Pernambuco, o projeto <em><strong>Documentando</strong></em>, assinado pelo cineasta Marlom Meirelles, inicia sua 7ª edição promovendo oficinas itinerantes pelo Agreste pernambucano, de 13 de abril até 30 de maio de 2026. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto passará pelas cidades de Surubim, João Alfredo, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha e Bezerros nesses dois meses.</p>
<p>Criado em 2009, o Documentando tem contribuído para a interiorização da produção audiovisual independente no estado de Pernambuco, iniciando novos produtores e ampliando as possibilidades de alcance de suas obras. Os participantes conhecem todo o processo de realização de um documentário e os elementos fundamentais para a construção de um roteiro, produção, captação e edição de um filme. É o cinema como ferramenta de transformação social.</p>
<p>Além de ampliar o repertório no campo do audiovisual e o acesso a conceitos e vanguardas da história do cinema, os estudantes são provocados a refletir sobre suas vivências e pensar narrativas que contemplem questões sociais, de gênero, raça, territorialidade, identidade, entre outras. Ao final de cada oficina é produzido um documentário com temática livre e escolhido por meio de exercícios coletivos.</p>
<p>São mais de 100 documentários produzidos ao longo destes 17 anos, muitos deles premiados e exibidos em festivais de cinema nacionais, que podem ser assistidos gratuitamente pelo público no site do projeto. Videoaulas e palestras virtuais gratuitas também podem ser conferidas na plataforma.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.14.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123496" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.14-607x433.jpeg" width="607" height="433" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Ao longo das 6 edições anteriores, foram mais de 3.000 estudantes contemplados em mais de 100 oficinas oferecidas, com mais de 50 cidades brasileiras percorridas e 8 Estados diferentes, além de uma oficina nos Estados Unidos. Este ano, a culminância do projeto será uma mostra com exibição dos filmes produzidos que acontecerá na cidade de Bezerros após a conclusão das aulas da temporada. A arte dessa temporada foi idealizada pelo artista Max Motta.</p>
<p>“A cada nova temporada do Documentando, a gente reafirma um compromisso que vai além do audiovisual: o de provocar escuta, despertar olhares e criar caminhos para que novas vozes contem suas próprias histórias. Ver esse projeto se consolidar como uma referência em Pernambuco é entender que formar realizadores também é transformar territórios.”, afirmou o realizador.</p>
<p>Marlom é cineasta, diretor das séries “Questão de Gênero” e “Sertão Virgolino”, está na pré-produção de seu primeiro longa-metragem “A Boa Vista Não Me Ilude Mais”, a ser gravado no segundo semestre de 2026. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu e coordenou outros projetos de formação, a exemplo do “Cabeça de Cinema”, que promoveu 12 cursos de iniciação audiovisual para estudantes da rede pública de ensino da Região Metropolitana do Recife, numa ação que integrou o projeto CineCabeça. Também idealizou e produziu o curso História do Cinema Pernambucano, resultado de uma densa pesquisa sobre os ciclos de cinema do Estado.</p>
<p><strong>Oficinas em Abril</strong></p>
<p>Ao todo, 300 estudantes serão beneficiados. Em 2026, o Documentando passa pelas cidades: Surubim, João Alfredo, Brejo da Madre de Deus, Cachoerinha e Bezerros. Após a realização das oficinas presenciais, haverá um módulo online para atender a demanda espontânea. As inscrições acontecerão através do site do projeto.</p>
<p>Os participantes das oficinas não precisam possuir conhecimentos prévios na área, já que durante o curso, todos serão iniciados nas técnicas básicas de captação e edição de imagens em vídeo, além de receber informações necessárias sobre a linguagem cinematográfica e as etapas e funções numa produção.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123498" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Cada oficina tem 20h/aula, com encontros presenciais e atividades virtuais, a exemplo de videoaulas e palestras, onde profissionais comentam sobre suas experiências, as oportunidades de inserção no mercado e distribuição dos filmes. Em cada oficina, os alunos realizam, na parte prática, um documentário com duração de cerca de 10 a 15 minutos, abrangendo aspectos socioculturais e históricos dos municípios, como personalidades, manifestações culturais, valores materiais ou imateriais, etc. A temática é escolhida através de exercícios coletivos.</p>
<p><strong>Temporadas anteriores</strong></p>
<p>Com 17 anos de história, seis edições realizadas, uma em execução, além de temporadas especiais e participação em festivais e projetos audiovisuais, entre os benefícios gerados pelo projeto, está o estímulo crescente da produção audiovisual em Pernambuco, algo com reflexo direto no aumento de novos realizadores em festivais e mostras audiovisuais em todo o Estado.</p>
<p>Além, claro, da função social que o projeto desempenha, ao transformar a produção documental em uma ferramenta de promoção de visibilidade, reconhecimento e cidadania, sobretudo para os grupos em situações mais vulneráveis.</p>
<p>O projeto Documentando é uma realização da Eixo Audiovisual e Pernambuco Filmes, parceria do Cineclube Angu, e tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
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		<title>As pequenas cosmogonias do Recife no livro de estreia de Caio Lima</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 16:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 9 de abril, às 19h, o poeta, músico e compositor pernambucano Caio Lima lança seu primeiro livro pequena cosmogonia da cidade (Titivillus Editora, com apoio do Funcultura), no Frontal, em Santo Amaro. A obra reúne contos escritos ao longo de sete anos, quando o autor morou e viveu intensamente o centro do Recife, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_6501.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123491" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_6501.JPG-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>No dia 9 de abril, às 19h, o poeta, músico e compositor pernambucano Caio Lima lança seu primeiro livro <i>pequena cosmogonia da cidade </i>(Titivillus Editora, com apoio do Funcultura), no Frontal, em Santo Amaro. A obra reúne contos escritos ao longo de sete anos, quando o autor morou e viveu intensamente o centro do Recife, caminhando como um andarilho e descobrindo paisagens, pessoas e histórias. O projeto gráfico é assinado por Rodrigo Acioli, que criou uma série de monotipias inspiradas em elementos e texturas das paisagens urbanas percorridas pelo autor.</p>
<p>A obra marca o início de uma virada na trajetória artística de Caio Lima: o encontro com o Antropoceno — o período geológico em que as atividades humanas, impulsionadas pela dinâmica do capital, passam a produzir impactos globais no clima e nos ecossistemas. &#8220;Costumo dizer que o livro é a primeira aparição, talvez, de uma perturbação do Antropoceno na minha maneira de fazer arte&#8221;, afirma o autor.</p>
<p>Apesar de ter nascido no Recife, o autor considera que demorou a ter uma  experiência concreta de imersão na paisagem urbana da cidade.  “Eu cresci no subúrbio, entre o Ipsep e a Imbiribeira, e ia pouco ao centro. Não compartilhava da percepção do Recife ser uma cidade bela”, recorda Caio. Essa visão sobre a cidade começou a mudar quando ele foi morar na Rua da Aurora. A partir desse momento, ele começou a habitar o centro, a fazer parte dele, a seguir seus rastros, conhecer seus habitantes, as pessoas, o clima, a fauna, a flora, como a cidade se transforma durante as temporadas e eventos.</p>
<p>Essa imersão prolongada — que o autor descreve como um procedimento central de seu processo criativo, baseado em repetir, repetir, &#8220;como uma via para escutar&#8221; — revela um Recife que não se entrega à primeira vista. Segundo Caio, Gilberto Freyre já apontava o Recife como uma cidade difícil de penetrar, diferente, por exemplo,  do Rio de Janeiro que encanta à primeira vista. “O Recife precisa de imersão. Foi assim que eu pude me aproximar dessa beleza encantada, dessa poética”.</p>
<p>Os contos de <i>pequena cosmogonia da cidade</i> atravessam o centro do Recife — seus mendigos, seus bares, sua vida ordinária, o Cinema São Luís — em busca do que o autor chama de &#8220;pequenas cosmogonias ainda possíveis&#8221;, passeiam entre o realismo fantástico e a poesia marginal. &#8220;Existia, entre mim e meus amigos artistas, essa ideia de que o artista inventa mundos com seu olho mágico, que surgem do colapso do real, das percepções de outros mundos possíveis. No momento em que eu estava trabalhando nos textos, estava envolvido com as ideias de Davi Kopenawa, com a figura do xamã, do pajé. Surgiu a figura do nômade, do andarilho, do vagabundo, do louco&#8230; Isso tudo foi colaborando com essa proposta de pequenas cosmogonias que vão sendo criadas nessa paisagem urbana&#8221;, detalha.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-07.40.50.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123492" alt="WhatsApp Image 2026-04-09 at 07.40.50" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-07.40.50-416x486.jpeg" width="416" height="486" /></a></p>
<p>A escolha do termo &#8220;cosmogonia&#8221; não foi casual. Para o autor, a paisagem urbana guarda uma densidade de tempo profundo, camadas de histórias em conflito. &#8220;O livro abriga essa cidade de tempo profundo, da história do Recife, com imagens atuais, imagens soterradas. Isso tem uma conotação política importante que é a disputa por uma imagem de cidade. A especulação imobiliária faz proliferar uma ideia de um &#8216;novo Recife&#8217;, exclusivo, totalizante. Mas precisamos mergulhar e multiplicar essas imagens, o Recife não é só isso. Há sempre uma paisagem, dentro de uma paisagem&#8221;, afirma.</p>
<p>A edição e a concepção visual do livro são assinadas por Rodrigo Acioli, editor responsável pela Titivillus Editora, que desde 2017 publica livros dedicados à literatura, à crítica de arte e à crítica social. A editora tem como marca os processos artesanais e híbridos de produção, mesclando técnicas arcaicas, como a tipografia, com tecnologias contemporâneas, como a impressão offset laser. O projeto gráfico de <i>pequena cosmogonia da cidade</i> incorpora essa abordagem, experimentando formas de imprimir tipográficas e monotipias que dialogam com a urbanidade das narrativas.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Lançamento de <i>pequena cosmogonia da cidade</i>, de Caio Lima<br />
Data: 9 de abril<br />
Horário: 19h<br />
Local: Frontal – Rua Mamede Simões, 144, Santo Amaro, Recife</p>
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		<item>
		<title>Coco dos Pretos realiza turnê internacional e leva Cultura Afro-Indígena de Pernambuco para França</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coco-dos-pretos-realiza-turne-internacional-e-leva-cultura-afro-indigena-de-pernambuco-para-franca/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 17:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre os dias 5 e 11 de maio de 2026, a cidade de Sète, na França, será palco do projeto “Canjerê do Coco dos Pretos, na Gira do Mundo: Encontros, Trocas de Saberes e Aquilombamento”. A circulação internacional conta com o incentivo do Funcultura, por meio do Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123481" aria-labelledby="figcaption_attachment_123481" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Lu Benevydes/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/coco-funcultura.jpg"><img class="size-medium wp-image-123481" alt="Foto: Lu Benevydes/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/coco-funcultura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto Canjerê do Coco dos Pretos foi idealizado pelo Coco dos Pretos</p></div>
<p>Entre os dias 5 e 11 de maio de 2026, a cidade de Sète, na França, será palco do projeto “Canjerê do Coco dos Pretos, na Gira do Mundo: Encontros, Trocas de Saberes e Aquilombamento”. A circulação internacional conta com o incentivo do Funcultura, por meio do Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe e da Secretaria de Cultura (Secult-PE), com produção local da Associação Manalia, levando ao público francês a riqueza das tradições afro-brasileiras e indígenas por meio de música, vivências e reflexões.</p>
<p>O projeto Canjerê do Coco dos Pretos foi idealizado pelo Coco dos Pretos, grupo cultural pernambucano com quase 20 anos de trajetória, composto atualmente por Mestre Adriano Santos (Adriano Mumu Voz e Percussão), Anna Agricio (Voz e Percussão), Negra Dany (Voz e Percussão), José ilki, Ricardo Pé no chão e Madson japa.</p>
<p>A produtora Wanessa Paula Santos, assina a Produção Cultural do grupo. O grupo Coco dos Pretos emana do palco energia dos cantos da Jurema Sagrada, do Candomblé Nagô, além de Samba de Coco, Samba de Terreiro e Samba de Angola.</p>
<p>Os franceses serão agraciados com duas apresentações do espetáculo “Adorei as Almas” (dias 8 e 11 de maio), que reverencia os Pretos Velhos e Pretas Velhas, figuras centrais na cosmovisão afro-pernambucana e brasileira.</p>
<p>Além dos shows, o público poderá participar de três oficinas de percussão (dias 7 a 10 de maio) e de duas Giras de Conversa (mesmo período), que abordarão temas como “A Cura das Ervas”, os “Itans dos Pretos Velhos” e o debate “O apagamento das Práticas culturais negras” – uma reflexão sobre a perseguição histórica às culturas de matriz africana e a importância de sua preservação.</p>
<p>A expectativa é reunir cerca de 2 mil pessoas nos shows e 550 participantes nas atividades formativas, fortalecendo o intercâmbio cultural entre Brasil e França. A parceria com a Associação Manalia, instituição local, viabiliza a articulação com artistas e movimentos franceses, ampliando o diálogo sobre políticas culturais e o fazer ancestral.</p>
<p>“Canjerê é um encontro para celebrar nossos ancestrais com musicalidade, cânticos e tradições. Queremos, além de dar visibilidade à cultura afro-brasileira, promover a cultura da paz e o conhecimento, valorizando religiões de matriz africana que ainda sofrem perseguição”, destaca Adriano Mumu.</p>
<p>O projeto é uma ação afirmativa que resgata a memória e a identidade negra, propondo um verdadeiro aquilombamento através da arte.</p>
<p><strong>Programação Cultural na França:</strong><br />
9 de maio de 2026, das 14h às 17h: oficina de percussão côco com Côco dos Pretos. Local: Le Clap, 9 rue Denfert, 34700 Lodève.<br />
9 de maio de 2026, às 21h: show do Côco dos Pretos. Local: Le Lodéva, 9 rue denfert, 34700 Lodève.<br />
- 10 de maio de 2026, das 11h às 12h30: oficina de dança com Agbé, com Ana Agricio. Local: La Mégisserie, 34200 Lodève.<br />
Quinta feira 14 de Maio e Sexta feira 15 de Maio :<br />
10h- 12h : oficina de coco<br />
20h &#8211; Show Canjerê do Coco dos Pretos, na cidade de Montgaillard</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong> Coco dos Pretos realiza turnê internacional e leva Cultura Afro-Indígena de Pernambuco para França<br />
Locais: Sète, Lodève e Montgaillard França (FR)</p>
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		<title>Agrinez Melo realiza lançamento de livro sobre representação feminina negra e a ancestralidade no fazer teatral</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:03:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123468" aria-labelledby="figcaption_attachment_123468" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Talles Ribeiro/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro.jpg"><img class="size-medium wp-image-123468" alt="Foto: Talles Ribeiro/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro</p></div>
<p>A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a narrativa. A sua classificação indicativa é livre e também específica para o público adulto, pesquisadoras e pesquisadores das artes cênicas.</p>
<p>O livro tem a realização da DoceAgri, focada na acessibilidade no teatro e nas oficinas, e incentivo público, com o financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>A obra está à venda por R$ 50. O resumo do livro fica disponível com Audiodescrição no canal “I Pele Ti o Dun”, gratuitamente no YouTube. Agrinez Melo — candomblecista, atriz, professora, figurinista, diretora teatral, pesquisadora e criadora da DoceAgri — realiza o lançamento no Recife nesta sexta-feira (dia 10 de abril), no Espaço O Poste, às 19h, com entrada gratuita e recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para as pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p>Além da sessão de autógrafos e apresentação sobre o livro, a autora recebe Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, artistas da dança, música, performance e teatro da Região Metropolitana do Recife que colaboraram na realização da obra e são atrações da programação artístico-cultural. A juventude do Núcleo O Postinho também é presença garantida, assumindo a produção executiva e a assistência de produção. Para acompanhar as atividades, está programado o momento Ajeum (significa alimento, na língua africana iorubá), preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares, do Ilê Axé Oxum Ipondá (Olinda/PE).</p>
<p>“A partir da potência da mulher negra, dos saberes ancestrais e das matrizes espirituais que estão conectadas com o fazer teatral, revelando caminhos de criação, memória e presença, lanço ‘A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral’. O livro se apresenta como uma proposta inovadora e contracolonial de um fazer teatral artístico, cultural e autoral, realizado a partir de pesquisas diretamente ligadas com os terreiros de matrizes africana e indigena”, declara Agrinez Melo.</p>
<p>A ideia da obra surge da necessidade da representação negra nos escritos sobre teatro, nas teorias teatrais e nas formulações acadêmicas. No conteúdo do livro, ela destaca diretamente a representatividade afrocentrada e feminina nos espetáculos e nas salas de ensaio.</p>
<p>“O livro compartilha a criação da metodologia “Poética Matricial dos Orixás Encantados”, que é da minha autoria. Por meio das vivências nos terreiros e toda a ritualidade, levo essas energias para o Ara Agbara (significa corpo poderoso, na língua africana iorubá). Com a descoberta do próprio corpo, seu poder é reconhecido tanto na cena como fora dela, justamente por ser uma contribuição social”, acrescenta.</p>
<p>“A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” traz em suas páginas possibilidades de inclusão no teatro e nas artes da cena. As perspectivas são baseadas nas memórias, vivências de estudo e de criação teatral, onde a performance, o teatro e a dança se unem em diálogo, por meio das ritualidades do corpo em movimento.</p>
<p>“Reforço sempre que criei uma metodologia inédita e autônoma, levando para o livro essa poética matricial que desenvolvi. Nos escritos, estamos fortalecendo os rituais ancestrais destacando o ‘Ara Agbara’ nos palcos. A origem do livro também tem a ver com a necessidade de estimular o conceito da ancestralidade matricial, com o corpo como território de memória, energia e criação”, acentua.</p>
<p>Agrinez Melo acredita que entre as contribuições do livro está a da presença cada vez maior da mulher negra e artista na cena. “O lançamento da obra colabora para a mudança de paradigmas e padrões do teatro realizado no Estado de Pernambuco, e também nos ambientes nacionais e internacionais”, afirma.</p>
<p>Para alcançar mais espaços com a obra, a autora vai realizar uma distribuição nos espaços públicos do estado, como bibliotecas e universidades, e levá-la para mostras, festivais, encontros acadêmicos e demais movimentos artístico-culturais tanto locais como nacionalmente.</p>
<p>As ilustrações do livro são feitas pelas mãos de Douglas Duan. Com fotografia de Pht.all, a capa é da autoria de Talles Ribeiro, também à frente da revisão juntamente com a escritora e poeta Odailta Alves. Everson Melo e Robson Haderchpek se juntam a Talles e Odailta na função colaborativa. Luiza Saad assume a diagramação, enquanto Foster Costa está na produção, direção criativa e fotografia. Toda a equipe é pernambucana.</p>
<p>Como escritora, Agrinez Melo já lançou anteriormente “Elementos da Encenação e Acessibilidade: relatos de amor e arte nas experiências teatrais” (2022), trazendo narrativas que mostram a importância dos recursos de acessibilidade na inclusão de pessoas com deficiência no fazer teatral.</p>
<p>Agrinez também é a criadora e a facilitadora da oficina teatral &#8220;A Poética Matricial dos Orixás e Encantados”, que possibilita às pessoas respirarem uma vivência centrada na ancestralidade e no corpo. Os exercícios são centrados nos ensinamentos matriciais do corpo, que têm as energias dos Orixás e Encantados como elemento central. Inclusive, ela levou a formação à Mostra de Artes Cênicas do Banco do Nordeste Cultural, realizada de 24 a 26 de março deste ano, em Fortaleza/CE.</p>
<p>“A proposta é um mergulho nas relações entre corpo, ancestralidade e cena, a partir de referências das matrizes afro-indígenas e do teatro de candomblé. Durante a atividade, as pessoas vivenciam práticas corporais e imaginários ligados aos Orixás e Encantados, enxergando novas possibilidades de criação e presença cênica”, conclui.</p>
<p><strong>Arcoverde</strong></p>
<p>Houve um lançamento do livro no interior de Pernambuco, no município de Arcoverde, Sertão. Aconteceu na Biblioteca José Lins do Rego (Sesc-Arcoverde), no dia 31 de março deste ano. O encontro inaugural reuniu artistas locais que contribuíram com a escrita, como Everson Melo, do grupo de teatro arcoverdense “Tropa do Balacobaco”, e apresentações artísticas e performáticas com Maria Lúcia (artista performer) e Ogan RK (cantor, músico e artista), que são da própria cidade. Outras presenças locais de destaque foram o mestre Assis Calixto (Patrimônio Vivo de Pernambuco; cantor, compositor e musicista do Samba de Coco Raízes de Arcoverde) e a professora e escritora Márcia Moura.</p>
<p><strong>Livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026) &#8211; por Agrinez Melo (autora) &#8211; classificação indicativa: livre</strong><br />
Local: Espaço O Poste (rua do Riachuelo, nº 641, bairro da Boa Vista, centro do Recife/PE)<br />
Data: 10 de abril (sexta-feira)<br />
Horário: 19h<br />
Programação artístico-cultural: apresentação de Agrinez Melo, sessão de autógrafos, participação de artistas da Região Metropolitana do Recife, como Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, e da juventude do Núcleo O Postinho; e Ajeum, preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares<br />
Entrada: gratuita<br />
Recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:<br />
</strong>Autora: Agrinez Melo<br />
Capa: Talles Ribeiro<br />
Revisão: Odailta Alves e Talles Ribeiro<br />
Ilustrações: Douglas Duan<br />
Diagramação: Luiza Saad<br />
Colaboradores: Everson Melo, Odailta Alves, Talles Ribeiro e Robson Haderchpek<br />
Fotografia da capa: Pht.all<br />
Produção, direção criativa e fotografia: Foster Costa<br />
Produção local em Arcoverde: Jéssica Mendes<br />
Assistência de produção no Recife: Núcleo O Postinho<br />
Mídias sociais: Dispense Perspectiva Preta em Cena<br />
Realização: DoceAgri<br />
Assessoria de imprensa: Daniel Lima<br />
Incentivo público: financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE)<br />
Apoio: Sesc-Arcoverde e Espaço O Poste</p>
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		<title>Oficina gratuita para elaboração de projetos em artes visuais com foco no Funcultura</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123455" alt="WhatsApp Image 2026-04-07 at 10.00.45" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Com a abertura das inscrições para o edital Funcultura Geral marcada para 14 de abril, a Maumau Galeria, no Recife, recebe de 15 a 28 de abril a oficina gratuita “Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos”, voltada à formação de 15 agentes culturais da área de artes visuais. Ministrada pela jornalista e produtora cultural Clarice Hoffmann, a atividade terá carga horária de 35 horas-aula, distribuídas em dez encontros presenciais, de segunda a sexta, sempre das 14h às 17h30.</p>
<p>A oficina integra ações viabilizadas com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, por meio do Ministério da Cultura, Governo Federal, e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.</p>
<p>A proposta da oficina é oferecer uma formação prática para artistas, produtores, curadores e profissionais de áreas afins, como fotografia e design, com foco na elaboração e na gestão de projetos culturais. Segundo Clarice, o diferencial está na apresentação didática de estudos de caso e exemplos concretos de projetos aprovados. “Acho que o grande diferencial do que vou fazer é justamente isso: mostrar didaticamente uma série de projetos elaborados e aprovados”, afirma.</p>
<p>Dividida em dois módulos, a oficina vai abordar, de um lado, os principais itens exigidos em formulários de inscrição, como objeto, justificativa, objetivos, estratégia de ação, ficha técnica-orçamentária e anexos; de outro, aspectos da gestão dos projetos aprovados, como documentação, relatório final e prestação de contas.</p>
<p>Além de Clarice Hoffmann, a programação contará com rodas de diálogo conduzidas por Liliana Tavares, com foco em acessibilidade; Lia Letícia, sobre projetos de formação e capacitação; e Irma Brown, tratando de projetos de pesquisa. A oficina contará ainda com interpretação em Libras.</p>
<p>Atuando como produtora cultural desde meados dos anos 1990, Clarice acumula experiência em dezenas de projetos aprovados em editais públicos e privados. Nos últimos três anos, aprovou 18 projetos em diferentes seleções, entre eles propostas ligadas a artistas como Lourival Cuquinha, Beto Normal, Lia Letícia, Moacyr Campelo e Iza do Amparo, entre outros.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 12 de abril, por meio de link disponível nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria. A seleção seguirá as políticas afirmativas que orientam o PNAB e o Funcultura.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos<br />
Oficina presencial com Clarice Hoffmann<br />
Quando: de 15 a 28 de abril, de segunda a sexta, das 14h às 17h30<br />
Onde: Maumau Galeria – Rua Nicarágua, 173, Espinheiro, Recife<br />
Inscrições gratuitas: até 12 de abril, nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Inscrições do Funcultura Música começam nesta quarta (1º)</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:13:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começam nesta quarta (1º) as inscrições para o edital Funcultura Música, destinado ao fortalecimento da cadeia produtiva da música em Pernambuco. Gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Funcultura Música destinará um total de R$5,070 milhões a projetos em 9 categorias. As inscrições podem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/7022521695_6818b5b109_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123435" alt="Foto: Daniela Nader/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/7022521695_6818b5b109_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="left"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Começam nesta quarta (1º) as inscrições para o edital Funcultura Música, destinado ao fortalecimento da cadeia produtiva da música em Pernambuco. Gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Funcultura Música destinará um total de R$5,070 milhões a projetos em 9 categorias. As inscrições podem ser feitas pelo<a href="mapacultural.pe.gov.br" target="_blank"> site do Mapa Cultural de Pernambucoi </a>até o próximo dia 30 de abril.</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">O edital, seus anexos e outros documentos relacionados ao certame estão disponíveis <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/funcultura-musica-20252026/" target="_blank">aqui</a>. Podem participar do Funcultura Música pessoas físicas e jurídicas com inscrição regular no Cadastro de Produtores Culturais (CPC) e residentes no Estado há, no mínimo, um ano.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">As nove categorias do edital são: Circulação (com valor total de R$ 1,11 milhão); Festivais (R$ 910 mil); Gravação (R$ 800 mil); Produtos e Conteúdos (R$ 530 mil); Economia da Cultura (R$ 190 mil); Manutenção de Bandas de Música (Filarmônicas), Escolas de Bandas de Música e Corais (R$ 300 mil); Difusão da rede de equipamentos do Estado geridos pela Fundarpe/Secult-PE (R$ 360 mil); Formação e capacitação em música (R$ 590 mil); e Pesquisa cultural em música (R$ 280 mil).</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Cada proponente pode inscrever até 4 projetos, mas só poderá ter aprovados apenas 2 projetos, desde que a soma deles não ultrapasse R$ 250 mil. Caso um proponente tenha mais de dois projetos aprovados, serão desclassificados os projetos de menor pontuação. Além disso, considerando todos os editais do Funcultura (Música, Geral, Audiovisual, Microprojeto Cultural e Patrimônio Cultural), o proponente poderá ter até 3 projetos aprovados por ano.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"><b>VAGAS </b><b>PARA MULHERES</b><b>–</b> Reafirmando seu compromisso com políticas afirmativas e com a diversidade cultural que compõe a identidade pernambucana, o Funcultura Música deste ano conta com reserva de vagas para mulheres (cis ou trans) em 5 das 9 categorias.</span></span></p>
<p align="left"> “<span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Notamos uma baixa adesão de mulheres no edital passado do Funcultura Música, e essa reserva de vagas visa a corrigir isso”, explica Clarice Andrade, Diretora de Fomento da Fundarpe e Presidente da Comissão Especial de Editais do Funcultura.</span></span></p>
<p align="left"> <span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">As cinco categorias com reserva de vagas para mulheres são: Festivais, Gravação, Produtos e Conteúdos, Formação e Capacitação e Pesquisa Cultural. Cada uma delas prioriza a participação de mulheres de diferentes formas, conforme descrito na Resolução da Comissão Deliberativa (confira aqui), mas sempre garantindo a aprovação de, no mínimo, 1 projeto em que as participantes estejam em posições de liderança ou visibilidade.</span></span></p>
<p align="left"> <span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"><b>FERNANDO DE NORONHA </b>– Outra novidade do Funcultura Música, bem como de todos os editais do Funcultura deste ano, é a inclusão de cotas de aprovação para projetos oriundos de Fernando de Noronha, como já acontecia com outras regiões do Estado (Zona da Mata, Agreste e Sertão). A proporção das vagas também está descrita na Resolução da Comissão Deliberativa.</span></span></p>
<p align="left"> “<span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Já estávamos atentos à participação de projetos de Fernando Noronha, mas resolvemos desmembrar para fortalecer a regionalização do edital, conforme determinação do Governo do Estado”, pontua Clarice Andrade.</span></span></p>
<p><strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">O FUNCULTURA</span></span></strong><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> – Com um total de <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/governo-de-pernambuco-lanca-conjunto-de-editais-do-funcultura-2026-com-r-39-milhoes-em-investimentos/" target="_blank">R$39 milhões em investimentos neste ano</a></span></span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">, o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE) é o principal mecanismo de fomento e difusão da produção cultural no Estado. Além do Audiovisual, ele também abrange os editais Funcultura Música, o Funcultura Geral, o Funcultura Patrimônio Cultural e Microprojeto Cultural, cujas inscrições começam em diferentes datas no mês de abril.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Implantado pelo Governo de Pernambuco, a partir do diálogo com a sociedade civil, o Funcultura PE está inserido no Sistema de Incentivo à Cultura (SIC-PE) e permitiu um grande avanço na política cultural pernambucana, tornando-a mais democrática e plural.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">O fundo tem um modelo de gestão compartilhada, que envolve a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), a Fundarpe, instituições culturais e entidades da sociedade civil representativas da classe artística.</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bloco Rural Estrelinha inicia Circulação do Primeiro Álbum almejando difundir o Frevo da Mata Norte Pernambucana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bloco-rural-estrelinha-inicia-circulacao-do-primeiro-album-almejando-difundir-o-frevo-da-mata-norte-pernambucana/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/bloco-rural-estrelinha-inicia-circulacao-do-primeiro-album-almejando-difundir-o-frevo-da-mata-norte-pernambucana/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Rural Estrelinha]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré da Mata]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Hugo Muniz/Divulgação Um dos últimos representantes de uma brincadeira tradicional da Zona da Mata Norte do Estado, o bloco rural Estrelinha irá circular neste mês de abril com o espetáculo celebrativo &#8220;Cantos do Estrelinha&#8221;, baseado nas composições do álbum homônimo. A turnê começa no próximo sábado (4) na sede do Maracatu de Baque Solto Estrela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_0088.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123381" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_0088.JPG-607x383.jpeg" width="607" height="383" /></a><br />
Foto: Hugo Muniz/Divulgação</p>
<p>Um dos últimos representantes de uma brincadeira tradicional da Zona da Mata Norte do Estado, o bloco rural Estrelinha irá circular neste mês de abril com o espetáculo celebrativo &#8220;Cantos do Estrelinha&#8221;, baseado nas composições do álbum homônimo. A turnê começa no próximo sábado (4) na sede do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante em Nazaré da Mata.</p>
<p>A circulação passará pela Zona da Mata, Agreste e Região Metropolitana de Pernambuco, sempre com cortejos, apresentações e rodas de diálogo com diferentes representantes da cultura popular após as apresentações. Nesta primeira apresentação, a conversa vai ser com os membros do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante. O Bloco circula se encontrando também com o Coco de Mano de Baé em Limoeiro e a Orquestra Henrique Dias em Olinda, em um diálogo com o Frevo de Olinda, o Maracatu e o Coco de Roda.</p>
<p>Fundado em 1962, o Bloco Rural Estrelinha é uma agremiação festiva com uma estrutura que tem referências diversas, com elementos do maracatu rural, do frevo e do congado presentes no cortejo. Manifestação cultural da zona rural que foi criada para incluir a mulher no carnaval da zona da Mata. Com apenas três representantes da manifestação em atividade ( Bloco Rural Caravana Andaluza e Boneca Janaína da Alegria ), o Estrelinha é um verdadeiro testemunho de uma festividade rural que hoje habita o urbano de Nazaré. A ideia da circulação é contribuir para a manutenção da memória e da preservação do folguedo, através da difusão da musicalidade do Bloco Rural.</p>
<p>A Família Vieira é quem está à frente do bloco, o atual mestre de apito é Narciso Vieira, filho de Manoel Vieira (1932-2024). A presidente é Paula Vieira, neta do mestre Manoel e primeira mulher a ocupar a posição. Estrelinha é uma família. Nailson Vieira assina a Direção musical do Disco e do Espetáculo Cantos do Estrelinha, contribuindo com o amor de seu avô e o apego de seu pai a tradição dos blocos rurais.</p>
<p>O projeto promove inclusão sociocultural, diálogo com expressões musicais que compõem parte da identidade cultural de Pernambuco, a formação de novas plateias nas diferentes localidades do Estado e a salvaguarda do ritmo do “Bloco Rural Estrelinha”. Toda a circulação será registrada, através de imagens de vídeos e fotografias a fim de compor o acervo do bloco, ficando disponível nas redes sociais do projeto.</p>
<p>O projeto tem incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, FUNDARPE, FUNCULTURA e Governo do Estado de Pernambuco. A realização é do Bloco Rural Estrelinha, O Maracatu, Azulyne Correntes Culturais e Arruda Conexões Culturais,</p>
<p><strong>Horários:</strong></p>
<p><strong>04 de abril 20h</strong> &#8211; Nazaré da Mata &#8211; Sede do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante &#8211; participação Maracatu Estrela Brilhante</p>
<p><strong>12 de abril 16h -</strong> Limoeiro &#8211; Galpão das Artes &#8211; participação Coco Mano de Bae</p>
<p><strong>18 de Abril 18h -</strong> Olinda &#8211; Grêmio Musical Henrique Dias (saída do cortejo do Bar de Ró) &#8211; participação Orquestra Henrique Dias</p>
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