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	<title>Portal Cultura PE &#187; Fundarpe</title>
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		<title>Com apoio do Pernambuco Meu País, São João Gomes retorna às suas raízes e reúne mais de 40 mil pessoas no Recife Antigo</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 11:39:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de levar a cultura pernambucana para novos públicos em São Paulo e na cidade do Porto, em Portugal, o projeto São João Gomes voltou para casa. Na noite dessa quarta-feira (17), a Avenida Alfredo Lisboa, no Recife Antigo, foi tomada por uma multidão de mais de 40 mil pessoas que celebrou a força da [...]]]></description>
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<div id="attachment_124376" aria-labelledby="figcaption_attachment_124376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Crédito: Marina Torres/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_3480.JPG1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124376" alt="Crédito: Marina Torres/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_3480.JPG1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pernambuco Meu País apoia São João Gomes</p></div>
</div>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Depois de levar a cultura pernambucana para novos públicos em São Paulo e na cidade do Porto, em Portugal, o projeto São João Gomes voltou para casa. Na noite dessa quarta-feira (17), a Avenida Alfredo Lisboa, no Recife Antigo, foi tomada por uma multidão de mais de 40 mil pessoas que celebrou a força da música nordestina, das tradições juninas e da cultura popular em uma edição especial do evento idealizado pelo cantor João Gomes.</span></p>
<p>A circulação do projeto São João Gomes contou com o apoio do Pernambuco Meu País, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur). A parceria acompanhou o São João Gomes desde as edições realizadas em São Paulo e no Porto, até o retorno à sua terra natal, reforçando a política estadual de valorização da cultura popular, incentivo ao turismo cultural e promoção da identidade pernambucana dentro e fora do Brasil.</p>
<p>A programação começou cedo, a partir das 15h, e aos poucos foi reunindo o público que ocupou mais de 1,2 km da Avenida, entre o Cais do Sertão e o Terminal Marítimo de Passageiros, com cortejos da cultura popular, feira de gastronomia, moda e de artesanato. Ao longo da tarde, dez grupos tradicionais percorreram o espaço celebrando a diversidade das manifestações culturais pernambucanas.</p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_3473.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124360" alt="Crédito: Marina Torres/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_3473.JPG-324x486.jpeg" width="324" height="486" /></a></span></p>
<p>Os cortejos reuniram a Quadrilha Junina Explosão, a Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo (SOBAC), a Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba, a Quadrilha Junina Raio de Sol Mirim, o Batalhão 19 – Flor de Lis, João do Pife e Banda Dois Irmãos, a Bandeira de São João Utopia e Paixão do Morro da Conceição, o Boi Maracatu, a Quadrilha Mulambembes, a Quadrilha Raio de Sol e a União dos Bacamarteiros de Cupira – Batalhão 1, que realizaram apresentações ao longo da Avenida, antes do início da programação musical do palco.</p>
<p>&#8220;O Pernambuco Meu País nasceu com o compromisso de fortalecer a cultura pernambucana, ampliar o acesso da população às nossas manifestações tradicionais e criar oportunidades para que os artistas e grupos culturais circulem cada vez mais. Apoiar o São João Gomes desde as edições em São Paulo e no Porto e, agora, no Recife, mostra como o Governo de Pernambuco acredita na cultura como instrumento de identidade, desenvolvimento e promoção do nosso estado. Além de reunir milhares de pessoas em torno da música, o projeto permitiu que grupos da cultura popular, artesãos e empreendedores da gastronomia levassem a riqueza das nossas tradições para diferentes públicos, dentro e fora de Pernambuco&#8221;, expressa a secretária de Cultura de Pernambuco em exercício, Ana Paula Jardim.</p>
<p>Para a diretora-geral do Pernambuco Meu País e diretora de Cultura da Fundarpe, Carla Pereira, apoiar iniciativas como essa significa ampliar o acesso da população às manifestações culturais e fortalecer as tradições que fazem parte da identidade pernambucana: &#8220;Essa é a missão do Governo do Estado de Pernambuco: democratizar, potencializar e fortalecer a cultura e as festividades tradicionais do nosso estado&#8221;.</p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_3507.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124361" alt="Crédito: Marina Torres/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_3507.JPG-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></span></p>
<p>A abertura da programação ficou por conta do grupo Ivison e Arthur e A Casa dos Oito Baixos, de Caruaru, que reuniu no palco artistas de todas as idades e mestres da cultura popular, em uma apresentação marcada pela valorização da tradição dos oito baixos e pela transmissão desse patrimônio cultural entre diferentes gerações.</p>
<p>Na sequência, Mestrinho assumiu o palco levando a sanfona para o centro da festa. O artista abriu o show com a música “Mala e cuia”, seguida de “Medo bobo”, conquistando o público com um repertório que transitou entre canções autorais, sucessos românticos e clássicos do forró. Em um dos momentos mais emocionantes da apresentação, homenageou Dominguinhos ao interpretar “Eu só quero um xodó”, reforçando a influência do mestre em sua trajetória musical. A celebração ao legado dos grandes nomes do forró continuou com “O xote das meninas” e “Sabiá”, de Luiz Gonzaga. O cantor também dedicou “Te faço um cafuné”, “Lembrei de nós” e “Flor”, do projeto Dominguinho, aos casais apaixonados, já anunciando que na sequência teria muito mais no show de João Gomes.</p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_3501.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124362" alt="Crédito: Marina Torres/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_3501.JPG-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></span></p>
<p>Recebido sob a euforia de um público que aguardava ansiosamente o grande momento da noite, João Gomes subiu ao palco em um cenário inspirado na casa da sua avó, na cidade de Serrita, no Sertão de Pernambuco, onde foi gravado o álbum “Pé de Serrita”, com inspiração nas origens do artista. O anfitrião abriu a apresentação com clássicos do seu repertório, como “Eu tenho a senha”, “Se for amor” e “Meu pedaço de pecado”. Em coro, o público acompanhou cada letra sem pestanejar, fazendo ecoar o som no Terminal Marítimo de Passageiros. Durante o show, João Gomes destacou o orgulho de levar a cultura nordestina para diferentes lugares e ressaltou a importância de receber visitantes em Pernambuco com o mesmo acolhimento encontrado pelo projeto em outras regiões e países, valorizando a riqueza cultural do estado e do Nordeste.</p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_3504.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124363" alt="Crédito: Marina Torres/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_3504.JPG-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><br />
Sem perder de vista suas referências musicais, ele ainda interpretou “Fixação”, da banda Kid Abelha, e “Gostava tanto de você”, de Tim Maia. Emocionou a plateia com “Morena Tropicana”, de Alceu Valença, e mergulhou nas raízes do forró em um pot-pourri com “Pagode russo” e “O xote das meninas”. O show também abriu espaço para homenagens à música pernambucana contemporânea com canções de Chico Science e Nação Zumbi. Mestrinho voltou ao palco para uma participação especial no show de João Gomes, presenteando o público com músicas do projeto Dominguinho, faltando apenas Jota.Pê no palco para completar a parceria.  “Beija-flor” e “Arriadin por tu” foram algumas das faixas cantadas e que fizeram os fãs esquecerem tudo para viver somente aquele momento.<br />
</span></p>
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		<title>&#8220;Pernambuco Meu País apresenta: Vila São João Gomes&#8221; reforça política de valorização da cultura popular do Governo de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 01:22:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_3486.JPG-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124368" alt="IMG_3486.JPG-2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_3486.JPG-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Foto: Marina Torres / Secult-PE</p>
<p>A avenida Alfredo Lisboa, no centro do Recife, se vestiu do colorido da cultura pernambucana nesta quarta-feira (17). A via, importante artéria para o fluxo de carros, serviu de passarela para o desfile dos cortejos brincantes durante o “Pernambuco Meu País apresenta: Vila São João Gomes”. O evento, que tem o artista João Gomes como seu ápice, contou com 11 grupos de cultura popular, reforçando a política de valorização promovida pelo Governo de Pernambuco.</p>
<p>Com o apoio do Governo Estadual, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o evento contou com cortejos brincantes ao longo de toda a tarde e início da noite, além de quadrilhometro e barracas com comidas típicas do São João.</p>
<p>As atrações foram desde quadrilhas juninas até grupos bacamarteiros e de pífano. Os cortejos contaram com a presença de 11 grupos de cultura popular: Quadrilha Junina Explosão, Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo (SOBAC), Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba, Quadrilha Junina Raio de Sol Mirim, Batalhão 19 &#8211; Flor de Lis, João do Pife e Banda Dois Irmãos, Bandeira de São João Utopia e Paixão do Morro da Conceição, Boi Maracatu, Quadrilha Mulambembes, Quadrilha Raio de Sol e União dos Bacamarteiros de Cupira &#8211; Batalhão 1.</p>
<p>“Promover e valorizar a cultura popular pernambucana é uma das missões da Secretaria de Cultura de Pernambuco. Ver o centro do Recife ocupado por grupos de diferentes regiões do Estado, com suas tradições, saberes e expressões artísticas, é a demonstração da força e da diversidade da nossa identidade cultural”, explica Ana Paula Jardim, secretária de Cultura em exercício.</p>
<p>Um dos primeiros grupos a tomar as ruas do centro do Recife foi a Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo (SOBAC). Alagoano de nascimento, mas pernambucano de coração, o chefe Ivan Marinho não escondeu a felicidade em poder participar do evento ao lado de tantos outros fazedores de cultura.</p>
<p>“A palavra ‘Pernambuco’ não repete nenhuma letra, já notou? A mesma coisa acontece com a cultura local. A gente tem uma cultura diversificada. No sertão você vê uma coisa, vai na capital e tem outra, lá em Caruaru também há outras manifestações artísticas. A cultura pernambucana é uma coisa que realmente surpreende o mundo inteiro”, destaca.</p>
<p>Para Carla Pereira, diretora de cultura da Fundarpe, um dos objetivos do órgão é criar espaços que valorizam artistas locais e a cultura pernambucana. “Planejamos esta programação com o objetivo de reunir diferentes expressões da cultura popular pernambucana em um grande encontro de celebração das nossas tradições juninas. A presença dos grupos nos cortejos trouxe ainda mais vida e significado”, afirma.</p>
<p>Quem também esteve no “Pernambuco Meu País apresenta: Vila São João Gomes” foi Maria das Dores da Silva, de 58 anos, e moradora da cidade de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife. Emocionada com os cortejos, ela reforçou a importância do evento como política pública de valorização da cultura pernambucana.</p>
<p>“Esta é a primeira vez que participo. Um evento como esse aproxima as pessoas da cultura popular e faz com que as novas gerações conheçam e valorizem aquilo que é nosso. Pernambuco tem uma diversidade cultural muito grande, e momentos como este mostram exatamente isso. É lindo ver o centro do Recife tomado pela nossa cultura”, afirma.</p>
<p>Teve quem estivesse pela primeira vez curtindo a programação, mas também outros “veteranos”. É o caso do Maestro Ewerton Macena, do Boi Maracatu, que se apresentou pela segunda vez. Apesar de não ser a estreia, a felicidade foi a mesma da primeira vez.</p>
<p>“Para nós do Maracatu é um orgulho. Esta é a segunda vez que estamos participando deste grande evento. No começo do ano nós já tínhamos participado e é um prazer poder estar aqui de novo”, afirma.</p>
<p>O “Pernambuco Meu País apresenta: Vila São João Gomes” é realizado e idealizado pelo cantor pernambucano João Gomes e tem como missão apresentar uma vivência que transporta o público para o universo das tradicionais festas do interior pernambucano. É seguindo esta linha que o evento já foi organizado em outras cidades, como Fortaleza e São Paulo.</p>
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		<title>Tracunhaém recebe 3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco em celebração ao Dia Estadual da Ciranda</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade de Tracunhaém, na Mata Norte de Pernambuco, será palco da 3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco nos dias 6 e 7 de junho. Realizado em celebração ao Dia Estadual da Ciranda, o evento reunirá mestres, mestras, grupos tradicionais e brincantes de diversas regiões do estado em uma programação dedicada a uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Mestre-Walter_Associação-do-Coletivo-das-Cirandas-de-PE.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124132" alt="Mestre Walter_Associação do Coletivo das Cirandas de PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Mestre-Walter_Associação-do-Coletivo-das-Cirandas-de-PE-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>A cidade de Tracunhaém, na Mata Norte de Pernambuco, será palco da 3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco nos dias 6 e 7 de junho. Realizado em celebração ao Dia Estadual da Ciranda, o evento reunirá mestres, mestras, grupos tradicionais e brincantes de diversas regiões do estado em uma programação dedicada a uma das mais importantes manifestações da cultura popular pernambucana.</p>
<p>As apresentações acontecem na Avenida Desembargador Carlos Vaz, ao lado da Igreja do Rosário, reunindo diferentes gerações de cirandeiros em dois dias de música, dança e confraternização. A iniciativa busca valorizar a tradição da ciranda, fortalecer os grupos culturais e promover o intercâmbio entre artistas e público.</p>
<p>A programação tem início no sábado (6), a partir das 21h, com apresentações de Mestre Lua e a Ciranda Lunar, Mestre Arnaldo e a Ciranda do Amaro Branco, Mestre Walter e a Ciranda Cobiçada, Mestre Zeca e a Ciranda Popular de Paudalho e Mestre Luiz Henrique e a Ciranda Balanço do Amor.</p>
<p>No domingo (7), as atividades começam às 18h, reunindo a Ciranda da Rosa Vermelha do Recife, Mestre Juarez e a Ciranda Tabajara, Ciranda Mimosa, Mestre Biu Paizinho e a Ciranda Terno da Mata e Mestre Anderson Miguel e a Ciranda Raiz da Mata Norte.</p>
<p>Criada a partir das tradições populares do litoral e da Zona da Mata pernambucana, a ciranda é reconhecida como um dos símbolos culturais do estado, marcada pela formação de grandes rodas ao som de tambores, ganzás e cantorias que convidam o público à participação coletiva.</p>
<p>A 3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco faz parte da programação da Festa do Trezenário de Tracunhaém, que começou no dia 1 e que vai até o dia 13 de junho. Conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), apoio da Terno da Mata Produções e da Prefeitura de Tracunhaém, e realização da Associação do Coletivo das Cirandas de Pernambuco.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco<br />
Quando: 6 e 7 de junho de 2026<br />
Onde: Avenida Desembargador Carlos Vaz, ao lado da Igreja do Rosário, Tracunhaém (PE)<br />
Entrada: Gratuita</p>
<p><strong>Sábado (6) – a partir das 21h</strong><br />
Mestre Lua e a Ciranda Lunar<br />
Mestre Arnaldo e a Ciranda do Amaro Branco<br />
Mestre Walter e a Ciranda Cobiçada<br />
Mestre Zeca e a Ciranda Popular de Paudalho<br />
Mestre Luiz Henrique e a Ciranda Balanço do Amor</p>
<p><strong>Domingo (7) – a partir das 18h</strong><br />
Ciranda da Rosa Vermelha do Recife<br />
Mestre Juarez e a Ciranda Tabajara<br />
Ciranda Mimosa<br />
Mestre Biu Paizinho e a Ciranda Terno da Mata<br />
Mestre Anderson Miguel e a Ciranda Raiz da Mata Norte.<br />
Mais inflormações:<br />
@ternodamata</p>
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		<title>Livro vencedor do Prêmio Cepe revisita tragédia climática no Rio Grande do Sul</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-vencedor-do-premio-cepe-revisita-tragedia-climatica-no-rio-grande-do-sul/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Com um tom ambíguo, de realidade melancólica que não perde de vista a perspectiva de um futuro melhor, o livro Cicatrizes na paisagem leva o leitor a revisitar e refletir sobre uma das maiores tragédias climáticas do Brasil, que atingiu cerca de 2,4 milhões de pessoas no Rio Grande do Sul, em maio de 2024. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Cicatrizes-na-paisagem-CAPA-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124129" alt="Cicatrizes na paisagem CAPA (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Cicatrizes-na-paisagem-CAPA-1-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>Com um tom ambíguo, de realidade melancólica que não perde de vista a perspectiva de um futuro melhor, o livro Cicatrizes na paisagem leva o leitor a revisitar e refletir sobre uma das maiores tragédias climáticas do Brasil, que atingiu cerca de 2,4 milhões de pessoas no Rio Grande do Sul, em maio de 2024. Assinada pelo gaúcho Felipe Julius, escritor, roteirista e redator publicitário, a obra foi vencedora do 8º Prêmio Cepe Nacional de Literatura, na categoria Poesia, e ganha lançamento neste mês de junho.</p>
<p>A narrativa poética de Cicatrizes na paisagem percorre as estradas do Sul do país, sendo construída a partir de um grupo de personagens que compartilha o mesmo carro (mulher grávida, prestes a dar à luz; sua companheira, Maria; e três recém-conhecidos, integrantes da mesma família). Fogem do caos instalado pelas chuvas em Porto Alegre em busca de alternativa e sobrevivência. É o caminho encontrado por Felipe Julius para expor, de forma lírica e ao mesmo tempo contundente, o fenômeno natural em contraponto ao descaso do poder público e à degradação ambiental. Neste grupo de desabrigados ambientais o leitor passa a ser mais um integrante envolvido pela escrita.</p>
<p>Com 120 páginas, o livro é dividido em três partes, em que os marcadores sinalizam rodovias impactadas pela tragédia, que também foi vivenciada pelo autor. “A ordem foi pensada como um percurso. A rodovia RS-040 é o choque e a travessia do dilúvio; a BR-101 já é respiração, estrada, encontro possível. E ‘A chegada’ é quando a vida insiste, apesar de tudo. Se isso vira esperança, não é uma esperança ingênua. Não apaga o que aconteceu. É aquela que nasce depois do estrago, quando ainda tem lama, mas já tem gesto”, coloca Felipe.</p>
<p>Sete meses marcam o intervalo de tempo entre a tragédia e a materialização de Cicatrizes na paisagem, escrita em apenas uma semana, em janeiro de 2025. “Em 2024, passei o ano pensando em tudo o que aconteceu. Fiz uma promessa de Ano Novo e queria tornar tangível, em texto, tudo o que me atravessava. Também queria que ninguém esquecesse porque aquilo escancarou uma falha grave na nossa estrutura sociopolítica, ética e infraestrutural. Meu impulso de escrever tem muito a ver com a frase de George Santayana que diz: Aqueles que esquecem o passado estão condenados a repeti-lo”, destaca.</p>
<p>Para o editor da Cepe, Diogo Guedes, a proeza de Cicatrizes na paisagem é que os versos são sóbrios e, ao mesmo tempo, emotivos, resultando num equilíbrio raro. “Felipe Julius revela, por meio de um poema narrativo, um mundo submerso, quase como se acabando — não porque de fato deixará de existir, mas porque nada pode ser o mesmo depois de uma tragédia como as enchentes no Rio Grande do Sul”, pondera.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong> – Autista (nível de suporte 1), Felipe Pyhus Julius tem 25 anos de idade e transita entre a criação literária e publicitária. Sua estreia na literatura aconteceu em 2023, com a coletânea poética Foram talvez os anjos revoltados (Editora Urutau), obra indicada ao 66º Prêmio Jabuti na categoria Escritor Estreante – Poesia, e que aborda temas como a neurodiversidade, Geração Z e Porto Alegre. Foi vencedor do XXXII Prêmio Moutonnée de Poesia (categoria Adulto) e teve menção honrosa no 19º Prêmio Lila Ripoll de Poesia.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe divulgam o resultado do julgamento dos recursos e pós recursos do 21º Concurso do Registro do Patrimônio Vivo</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 19:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (SecultPE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), divulga o resultado do julgamento dos recursos referentes à etapa de análise documental do 21º Concurso Público de Registro do Patrimônio Vivo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (SecultPE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), divulga o resultado do julgamento dos recursos referentes à etapa de análise documental do 21º Concurso Público de Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco &#8211; RPV PE (edição 2026). Além dos recursos, também está disponível para consulta o documento único contendo a lista final consolidada das candidaturas habilitadas e não habilitadas na fase pós-recurso desta mesma etapa documental. O concurso visa reconhecer e apoiar mestres, mestras e grupos que mantêm vivas as tradições culturais do nosso estado.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; Confira os resultados nos links abaixo: </strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/01-06-2026-resultado-do-julgamento-de-recurso-da-analise-documental.pdf">01-06-2026-resultado-do-julgamento-de-recurso-da-analise-documental</a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/01-06-2026-resultado-pos-recurso-da-analise-documental.pdf">01-06-2026-resultado-pos-recurso-da-analise-documental</a></p>
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		<title>Projeto YAATHE transforma audiovisual em ferramenta de preservação da única língua indígena viva do Nordeste</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em uma sala de aula na Aldeia Fulni-ô em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco, crianças assistem à própria língua ecoar na tela através de uma obra de audiovisual produzida dentro da comunidade. Mais do que um exercício cinematográfico, a experiência marca uma tentativa urgente de preservar o Yaathe, considerada a única língua indígena viva [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_124092" aria-labelledby="figcaption_attachment_124092" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Crédito: Zé Rebellato</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-14.41.24.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124092" alt="Crédito: Zé Rebellato" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-14.41.24-607x336.jpeg" width="607" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Rafael Cavalcanti, Ediran e Mateus Gudes</p></div>
<p>Em uma sala de aula na Aldeia Fulni-ô em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco, crianças assistem à própria língua ecoar na tela através de uma obra de audiovisual produzida dentro da comunidade. Mais do que um exercício cinematográfico, a experiência marca uma tentativa urgente de preservar o Yaathe, considerada a única língua indígena viva do Nordeste brasileiro fora da Amazônia Legal.</p>
<p>Realizado com incentivo do Funcultura, fundo do Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto YAATHE transformou o audiovisual em ferramenta pedagógica e de preservação cultural ao desenvolver uma metodologia experimental de ensino da língua Fulni-ô voltada às novas gerações da aldeia.</p>
<p>A iniciativa nasceu da percepção de um cenário delicado. Embora o povo Fulni-ô reúna cerca de sete mil pessoas em Águas Belas, apenas aproximadamente 500 ainda falam fluentemente o Yaathe. A língua, que sobreviveu a séculos de colonização, repressão e apagamento cultural, chegando a ser proibida durante o século XX, hoje enfrenta o desafio da continuidade entre crianças e jovens.</p>
<p>Foi a partir dessa urgência que a produtora pernambucana Tempoo, com pesquisa de Mateus Guedes e Fábia Fulni-ô, roteiro e direção de Mateus Guedes, e produção executiva de Ana Sofia, desenvolveu uma pesquisa teórico-prática que reúne cinema, música, design, ilustração e motion graphics em uma experiência educativa construída dentro da própria comunidade indígena.</p>
<p>O principal resultado do processo é uma videoaula piloto criada para auxiliar práticas de alfabetização e letramento em Yaathe. Diferente dos formatos tradicionais de ensino, o material aposta em elementos visuais, trilhas sonoras originais e recursos gráficos para aproximar o idioma do cotidiano das novas gerações Fulni-ô. Mais do que ensinar palavras, o projeto busca fortalecer vínculos afetivos, memória coletiva e pertencimento cultural através da linguagem audiovisual.</p>
<p>Todo o desenvolvimento do YAATHE aconteceu em diálogo com lideranças, educadores e pesquisadores indígenas da aldeia. Esse alinhamento também definiu um dos princípios centrais da iniciativa, que é o respeito aos modos próprios de circulação do conhecimento ancestral Fulni-ô.</p>
<p>O conteúdo completo da videoaula, neste primeiro momento, será entregue à coordenação pedagógica da aldeia, responsável por definir como ele será utilizado nas escolas indígenas locais. Em uma etapa futura, a obra será lançada também para o público externo à comunidade. Nesse contexto, o projeto YAATHE compreende o audiovisual como ferramenta de fortalecimento interno da cultura e da memória indígena.</p>
<p><strong>AUDIOVISUAL NA ALDEIA</strong> &#8211; Além da produção audiovisual, a iniciativa também realizou ações pedagógicas nas escolas da aldeia como contrapartida social. Foram promovidas aulas experimentais na Escola Indígena Fulni-ô Marechal Rondon, nas unidades de Ensino Fundamental e Ensino Médio, em parceria com Fábia Fulni-ô, Hugo Fulni-ô e Waya Fulni-ô, integrantes da produção local. As atividades foram conduzidas pelo professor Riury Marques de Melo, integrante do corpo docente da comunidade.</p>
<p>Durante os encontros, estudantes tiveram acesso aos conteúdos produzidos ao longo da pesquisa através de uma estrutura de projeção e som montada especialmente para as exibições. As ações também funcionaram como espaço de escuta e observação metodológica, permitindo que o próprio projeto fosse ajustado a partir das respostas da comunidade.</p>
<p>O projeto YAATHE também evidencia o potencial da cultura como ferramenta de educação, preservação e desenvolvimento local. A equipe reuniu profissionais indígenas e não indígenas de diferentes gerações e trajetórias, além de incorporar recursos de acessibilidade em Libras. A contratação de trabalhadores da própria aldeia também contribuiu para movimentar a economia criativa local e fortalecer o Coletivo Fulni-ô de Cinema.</p>
<p>“Ao unir arte, tecnologia, pesquisa e educação intercultural, o projeto constrói um modelo experimental de preservação linguística que poderá inspirar futuras iniciativas em territórios indígenas de diferentes regiões do país”, expressa Mateus Guedes, pesquisador, roteirista e diretor do projeto YAATHE.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong><br />
Pesquisa: Mateus Guedes e Fábia Fulni-ô<br />
Roteiro e direção: Mateus Guedes<br />
Produção executiva: Ana Sofia<br />
Coordenação de produção: Rafael Cavalcanti<br />
Produção: NAM<br />
Direção de fotografia: José Rebelatto<br />
Assistência de câmera: Gabriela Passos<br />
Produção local: Coletivo Fulni-ô de Cinema (Hugo Fulni-ô e Waya Fulni-ô)<br />
Elenco: Idrian, Maynika, Ediran, Adélia, Keirson, Nicolas, Iviton e Yairon<br />
Som: Guto Quijano<br />
Produção musical: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Trilhas sonoras: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Mixagem e masterização: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Locução: Konan Amorim<br />
Direção de arte: Rafael Cavalcanti<br />
Edição de vídeo: NA<br />
Design: Meio Fio<br />
Motion graphics: Meio Fio<br />
Acessibilidade: Fernanda Souza</p>
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		<title>Projeto cultural transforma monumentos pernambucanos em miniaturas 3D</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Oficinas.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124059" alt="Oficinas" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Oficinas-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O projeto Coleção Encaixe – Monumentos de Pernambuco realiza, nesta terça (26) e quarta-feira (27), no Recife, as primeiras ações de sua programação, unindo patrimônio cultural, design e educação por meio de oficinas gratuitas e do lançamento oficial da coleção. A iniciativa conta com com incentivo do Funcultura do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>Coleção Encaixe propõe uma nova forma de aproximar o público do patrimônio cultural pernambucano a partir de cartilhas educativas e miniaturas tridimensionais montáveis de importantes monumentos da cidade: o Marco Zero, o Forte das Cinco Pontas e a Ponte da Boa Vista. As peças são produzidas em MDF e utilizam encaixes para formar réplicas 3D em miniatura, transformando o aprendizado em uma experiência prática, acessível e interativa.</p>
<p>Além do caráter lúdico e educativo, o projeto busca fortalecer a identificação da população com os espaços históricos da cidade, democratizando o acesso ao conhecimento sobre patrimônio cultural e estimulando novos olhares sobre a paisagem urbana do Recife.</p>
<p>As atividades terão início nesta terça-feira (26), com oficina gratuita realizada das 15h às 17h, destinado aos alunos da Escola Técnica Estadual Professor Alfredo Freyre, em Água Fria. Já nesta quarta-feira (27), acontece o lançamento oficial da Coleção Encaixe, acompanhado da segunda oficina do projeto, das 13h às 15h, dessa vez voltada aos estudantes da ETE Porto Digital, localizada no Bairro do Recife.</p>
<p>Durante as oficinas, os participantes terão contato com conceitos de patrimônio cultural, história dos monumentos e montagem orientada das miniaturas, utilizando o próprio material desenvolvido pelo projeto como instrumento didático. As cartilhas também contam com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição.</p>
<p>A Coleção Encaixe dialoga com educação, memória, arquitetura, design e economia criativa, propondo uma experiência que conecta informação, afeto e participação prática.</p>
<p>O projeto não se encerra nas primeiras oficinas. Nos próximos meses, novas ações serão realizadas nas bibliotecas dos Compaz do Recife, com datas ainda a serem divulgadas. Além das atividades formativas, os protótipos da coleção também estarão disponíveis para venda ao público geral.</p>
<p>Para acompanhar a programação, novidades e informações sobre aquisição da coleção, o público pode acessar os perfis no Instagram: @preamar.cultural e @garca.moura.torta.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p><strong>Coleção Encaixe – Monumentos de Pernambuco</strong></p>
<p><strong>Oficina 1</strong><br />
26 de maio (terça-feira)<br />
15h às 17h<br />
Escola Técnica Estadual Professor Alfredo Freyre<br />
Rua Zeferino Agra, 193 – Água Fria, Recife – PE</p>
<p><strong>Lançamento + Oficina 2</strong><br />
27 de maio (quarta-feira)<br />
13h às 15h<br />
ETE Porto Digital<br />
Av. Rio Branco, 193 – Bairro do Recife – Recife/PE</p>
<p>Informações: @preamar.cultural | @garca.moura.torta</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Formação em editais deu o tom do 3º dia da Semana Estadual da Capoeira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/oficina-mostra-como-capoeiristas-podem-construir-projetos-para-editais/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2026 15:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A preservação e a continuidade da capoeira são os principais assuntos discutidos na 2ª Semana Estadual da Capoeira, que ocorre até sábado (23). Esses temas estão diretamente ligados a questões econômicas, e a importância do acesso ao fomento financeiro foi contemplada em uma formação em editais para capoeiristas, ocorrida na terça-feira (19) no Espaço Pasárgada, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_124008" aria-labelledby="figcaption_attachment_124008" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Alê Tiburcio/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Oficina.Editais.Capoeiristas_Crédito.Alê.Tiburcio_19.05.26.jpg"><img class="size-medium wp-image-124008" alt="Oficina reuniu capoeiristas e deu orientações sobre necessidades e prioridades na criação de um projeto cultural" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Oficina.Editais.Capoeiristas_Crédito.Alê.Tiburcio_19.05.26-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Oficina deu orientações sobre necessidades e prioridades na criação de um projeto cultural</p></div>
<p dir="ltr">A preservação e a continuidade da capoeira são os principais assuntos discutidos na 2ª Semana Estadual da Capoeira, que ocorre até sábado (23). Esses temas estão diretamente ligados a questões econômicas, e a importância do acesso ao fomento financeiro foi contemplada em uma formação em editais para capoeiristas, ocorrida na terça-feira (19) no Espaço Pasárgada, como parte da programação da Semana. A oficina apresentou os principais mecanismos para se concorrer de maneira competitiva por incentivo financeiro, a fim de realizar iniciativas ligadas à capoeira. A Semana ocorre em diversos locais no Recife e em Olinda, com programação gratuita disponível <strong><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Folder-2%C2%AA-Semana-da-Capoeira_compressed-1.pdf">aqui</a></strong>.</p>
<p>Realizada pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com o IPHAN, a 2ª Semana Estadual da Capoeira tem como destaque o Plano de Salvaguarda da Capoeira, que será apresentado na quinta-feira (21). Trata-se de um instrumento que reúne diretrizes para proteção e visibilidade das práticas e dos saberes envolvidos na capoeira no Estado. O documento foi construído pela comunidade capoeirista em processos de escuta e diálogo conduzidos pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe, em parceria com o IPHAN-PE.</p>
<p>A formação em editais dialogou com reivindicações levantadas pelos capoeiristas dentro dos processos de escuta para a criação do Plano, a respeito das possibilidades de apoio financeiro. Em vez de apresentar editais específicos, a oficina ministrada por Sandra Silva, da assessoria de Educação e Direitos Humanos da Secretaria de Cultura de Pernambuco, apontou necessidades e prioridades na criação de um projeto. Entre elas, a atenção especial à criação de um portfólio cultural eficaz, medidas para otimizar a escrita do projeto (como responder a perguntas específicas e diretas: o quê, quando, como, onde, quanto custará), além de saber como se encaixar em políticas afirmativas e conhecer os diferentes tipos de edital.</p>
<p>“É sempre necessário pensar nas barreiras a serem quebradas pelo projeto para atingir o público. Porque pouco adianta conquistar fomento e fazer algo de baixo alcance ou pouca circulação. É preciso fazer um projeto de maneira prática, claro, mas sem abrir mão da motivação emocional do trabalho, construir esse apelo com o público-alvo”, sintetizou Sandra Silva.</p>
<p>Além da formação em editais, a Semana Estadual da Capoeira também realizou a oficina “O corpo que ginga, joga e dança” na EREM Santo Inácio de Loyola (Olinda), com presença dos mestres Paqua e Bero e do grão-mestre Mulatinho. “O condicionamento físico na capoeira é muito importante. Equilíbrio, velocidade, ritmo são exigidos. Qualquer pessoa pode aprender a capoeira. Alguns esportes funcionam em campos, no formato quadrilátero, mas a capoeira funciona em forma de roda. Isso ajuda que as pessoas vejam umas às outras, e também serve para lembrar a todos que somos todos iguais”, explicou aos estudantes o grão-mestre João Mulatinho, que ensina capoeira há 50 anos. Participaram da dinâmica cerca de 40 jovens, que aprenderam noções básicas de movimento e da forma de jogar. A capoeira é presente na rede de ensino, e é uma demanda da comunidade capoeirista que essa presença seja fortalecida.</p>
<p><strong>PLANO DE SALVAGUARDA DA CAPOEIRA –</strong> As formas de salvaguardar um bem imaterial podem ir desde a ajuda financeira a detentores de saberes específicos com vistas à sua transmissão, até, por exemplo, a organização comunitária ou a facilitação de acesso a matérias-primas. As demandas, possíveis soluções e formas de fiscalização são construídas pela comunidade que detém o bem cultural (os capoeiristas) em diálogo com o poder público, e são organizadas em um Plano de Salvaguarda. No Estado, a construção ocorreu por meio de eventos presenciais do Sertão ao Litoral, os Fóruns para a Salvaguarda da Capoeira (ocorridos de dezembro de 2025 a março de 2026), e de uma consulta pública online disponível para participação durante todo o mês de abril. “Não se trata de uma lei ou de algo que dispensa divergências, mas sim de um Plano construído coletivamente para dar visibilidade e garantir a transmissão desse patrimônio imaterial para as próximas gerações”, sintetiza a Superintendente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Jacira França.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO DA SEMANA –</strong> A 2ª Semana Estadual da Capoeira começou no último domingo (17), com exibição de filmes no Cinema São Luiz, e <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio-cultural-3/protecao-do-patrimonio-cultural-marca-abertura-da-2a-semana-estadual-da-capoeira/" target="_blank">continuou na segunda-feira (18)</a>, com roda de capoeira e uma conferência que resgatou a construção do Plano de Salvaguarda da Capoeira em Pernambuco. Nesta quarta (20), o evento se concentra em atividades de capoeira na EREM Delmiro Gouveia (Recife), e em 2 oficinas – uma de escrita criativa, a fim de auxiliar os participantes a compor materiais escritos para integrar a versão publicada do Plano, e outra envolvendo dança afro e apresentação de espetáculo.</p>
<p>O Plano de Salvaguarda será divulgado no dia 21, em dois horários: de 13h30 às 17h, no Mercado Eufrásio Barbosa (Olinda), e das 19h30 às 21h em videoconferência promovida pelo IPHAN. “Vamos apresentar o Plano à comunidade da capoeira desta forma por pensarmos na regionalização. O Plano foi construído com contribuições de capoeiristas de todo o Estado, vários dos quais não estarão no Recife. Então, a apresentação online contempla esse público e também os interessados que não poderão comparecer ao evento presencial no Mercado Eufrásio”, explica a Superintendente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</p>
<p>Na sexta-feira (22), um cortejo no Sítio Histórico de Olinda levará capoeiristas e demais interessados da Praça do Carmo até o Alto da Sé, com apresentações da Orquestra Recife de Berimbau. O evento passará por lugares de memória relacionados à capoeira, resgatando questões próprias da história dessa manifestação. No mesmo dia, no Recife, uma palestra com os mestres Índio e Baygon abordará a capoeira como prática antirracista.</p>
<p>A Semana Estadual da Capoeira será encerrada no dia 23 (sábado), com uma vivência e caminhada no Centro do Recife, passando pelo Mercado de São José, Pátio do Terço e Pátio de São Pedro</p>
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		<item>
		<title>Projeto mapeia tipografia vernacular sobre descarte de lixo na Região Metropolitana do Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-mapeia-tipografia-vernacular-sobre-descarte-de-lixo-na-regiao-metropolitana-do-recife/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto &#8220;Não Jogue Lixo&#8221; reúne um mapeamento fotográfico de letreiramentos populares que abordam o descarte de lixo em espaços urbanos da Região Metropolitana do Recife (RMR). Desenvolvido pelo designer e artista Philippe Souza, o trabalho registra inscrições feitas à mão em muros, placas e outras superfícies improvisadas. Mais de 250 letreiramentos foram documentados e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/NaoJogueLixo3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123980" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/NaoJogueLixo3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O projeto &#8220;Não Jogue Lixo&#8221; reúne um mapeamento fotográfico de letreiramentos populares que abordam o descarte de lixo em espaços urbanos da Região Metropolitana do Recife (RMR). Desenvolvido pelo designer e artista Philippe Souza, o trabalho registra inscrições feitas à mão em muros, placas e outras superfícies improvisadas.</p>
<p>Mais de 250 letreiramentos foram documentados e estão disponíveis em um mapa interativo online, que permite explorar os registros a partir de seus locais de origem. O projeto também disponibiliza um fotolivro digital gratuito com uma seleção comentada das imagens.</p>
<p>Além do mapeamento realizado pelo autor, a plataforma permite a participação do público. Qualquer pessoa pode enviar novos registros por meio do próprio mapa, ampliando o acervo colaborativo da cultura visual local.</p>
<p>O projeto, realizado com incentivo da Lei Paulo Gustavo e do Funcultura, do Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), busca documentar artefatos tipográficos frequentemente efêmeros, que expressam tensões urbanas acerca da destinação do lixo e do acesso ao saneamento básico, ao mesmo tempo em que constitui um repositório de estilos tipográficos singulares e contribui para a memória gráfica da região.</p>
<p><strong>Site</strong><br />
naojoguelixo.com.br</p>
<p><strong>Instagram</strong><br />
instagram.com/naojoguelixo</p>
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		<title>Edição especial do Pernambuco Meu País com o São João Gomes leva cultura, turismo e tradição nordestina à cidade de São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-15-at-18.07.10.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123975" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-15-at-18.07.10-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Parque Villa-Lobos, situado no coração da cidade de São Paulo, será palco do “Pernambuco Meu País apresenta: Vila São João Gomes”, projeto que vai levar para a capital paulista uma experiência imersiva inspirada nas festas juninas nordestinas nestes sábado (16) e domingo (17). Com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), a iniciativa integra a estratégia da gestão estadual de fortalecer a presença da cultura pernambucana em mercados estratégicos para o turismo local e divulgar a força das tradições populares do Estado.</p>
<p>Realizado e idealizado pelo cantor João Gomes, o São João Gomes propõe uma vivência que transporta o público para o universo das tradicionais festas do interior pernambucano. A programação dos dois dias de evento contará com apresentações musicais, quadrilha junina, bacamarteiros, brincadeiras tradicionais, espaços cenográficos, experiências gastronômicas e ações voltadas para toda a família. A Vila São João Gomes se transformará em uma verdadeira cidade do interior pernambucano, com direito a igrejinha, delegacia, casas com arquitetura temática e fogueira cenográfica, além de áreas voltadas para ações interativas.</p>
<p>“O São João de Pernambuco é um dos maiores eventos do nosso calendário turístico e uma expressão muito forte da nossa cultura. Estar em São Paulo, principal emissor de turistas para o nosso Estado, é uma forma estratégica de divulgar o destino e aproximar ainda mais o público da nossa tradição. Essa ação faz parte da política do Governo de Pernambuco de fortalecer o turismo como vetor econômico, gerando emprego, movimentando a cadeia produtiva e promovendo o Estado em mercados prioritários”, ressaltou o presidente da Empetur, Eduardo Loyo.</p>
<p>A presidente da Fundarpe, Renata Borba, destacou o papel do Pernambuco Meu País como divulgador da cultura do Estado. &#8220;Vamos levar ao público referências da cultura popular pernambucana ligadas ao ciclo junino. Será uma festa linda, gratuita, com apresentações de quadrilhas e bacamarteiros, que exaltam a riqueza e diversidade do São João do nosso Estado&#8221;, declarou.</p>
<p>Com capacidade estimada para receber cerca de 10 mil pessoas ao longo dos dois dias, o São João Gomes contará ainda com ações de acessibilidade e acolhimento, incluindo área PCD, espaço família, intérprete de Libras no palco, sala do silêncio, acolhimento especializado e coleta seletiva.</p>
<p><strong>FENEARTE OCUPA SÃO PAULO</strong> &#8211; Durante o evento, também vai estar disponível ao público o espaço “Fenearte Ocupa São Paulo”, promovido pelo Governo do Estado, por meio da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco – Adepe. Lá, estarão em exposição e à venda cerca de mil peças de mais de 80 artesãos pernambucanos. A presença da feira no festival também é uma oportunidade de divulgar a sua 26ª edição, que acontecerá de 08 a 19 de julho, no Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda, com mais de cinco mil artesãos de todo o Brasil.</p>
<p>&#8220;É uma grande alegria estar em São Paulo com a Fenearte. Levar uma amostra da Maior Feira de Artesanato da América Latina para a capital paulista é celebrar a força da nossa identidade. O público terá o privilégio de encontrar obras que carregam a alma de Pernambuco. Cada uma delas representa uma trajetória de talento e das raízes das regiões do nosso Estado, do Litoral ao Sertão. A Adepe segue firme na missão de abrir fronteiras para que a nossa tradição se transforme em oportunidade&#8221;, detalha Roberta Andrade, diretora-presidente interina da Adepe.</p>
<p><strong>Confira, abaixo, a programação completa do evento:</strong></p>
<p>Pernambuco Meu País apresenta: Vila São João Gomes em São Paulo<br />
Local: Parque Villa-Lobos<br />
Entrada: Gratuita, mediante retirada antecipada de ingressos</p>
<p>Sábado – 16 de maio<br />
Horário da Vila São João Gomes:: 10h às 22h</p>
<p>Batalhão de Bacamarteiros 19 Flor de Lis &#8211; 13h e 18h<br />
Quadrilha Junina Raio de Sol &#8211; 15h30 e 19h15</p>
<p>Domingo – 17 de maio<br />
Horário da Vila São João Gomes: 10h às 19h</p>
<p>Batalhão de Bacamarteiros 19 Flor de Lis &#8211; 13h e 18h<br />
Quadrilha Junina Raio de Sol &#8211; 15h30 e 19h15<br />
Shows de Vitor Fernandes e João Gomes</p>
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