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	<title>Portal Cultura PE &#187; Fundarpe</title>
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		<title>Fundarpe e IPHAN realizam 2ª Semana Estadual da Capoeira</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/52517342350_e6041d19c9_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123904" alt="52517342350_e6041d19c9_k" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/52517342350_e6041d19c9_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Pernambuco é um dos principais territórios da história da capoeira no Brasil. Essa trajetória ganha ainda mais destaque a partir do próximo dia 17 de maio, com a realização da 2ª Semana Estadual da Capoeira, que segue até o dia 23 com atividades presenciais no Recife e em Olinda. O mote deste ano é “Salve capoeira: vem pra roda, a salvaguarda é agora” e a grande novidade é justamente a divulgação do Plano de Salvaguarda da Capoeira, instrumento que visa a proteger e a dar visibilidade à capoeira no Estado, orientando a fiscalização de políticas públicas que já existem para o setor, além de indicar a criação de outras iniciativas de cuidado com a capoeira.</p>
<p>Realizada pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a 2ª Semana Estadual da Capoeira reunirá capoeiristas e demais interessados em ações e oficinas com objetivos práticos, educacionais e de memória, além de dois cortejos para marcar a relação histórica dessa manifestação cultural com o espaço das ruas. “A programação da Semana foi pensada a partir das demandas apontadas pela própria comunidade capoeirista, e as ações estão alinhadas com parte das principais diretrizes do Plano de Salvaguarda da Capoeira, expondo o caráter participativo e colaborativo. É gestão compartilhada na prática”, explica a Superintendente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Jacira França.</p>
<p>Políticas públicas de cultura para a capoeira já vêm sendo implementadas há um bom tempo; o objetivo do Plano de Salvaguarda é fortalecê-las e ampliá-las. “O Plano é um instrumento de gestão elaborado pelo poder público, junto com a comunidade, feito para mapear a continuidade desse bem imaterial”, explica a historiadora Thamires Neves, da coordenadoria técnica do IPHAN-PE. As formas de salvaguardar um bem imaterial podem ir desde a ajuda financeira a detentores (mantenedores) de saberes específicos com vistas à sua transmissão, até, por exemplo, a organização comunitária ou a facilitação de acesso a matérias-primas.</p>
<p>“O Plano é uma reunião de diretrizes para os capoeiristas, que são os detentores do bem imaterial, e para o poder público. Não se trata de uma lei ou algo que dispensa divergências, mas sim um Plano construído coletivamente para dar visibilidade e garantir a transmissão desse patrimônio imaterial para as próximas gerações”, sintetiza Jacira França.</p>
<p><strong>Confira <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Folder-2ª-Semana-da-Capoeira_compressed-1.pdf">aqui</a> a programação completa.</strong></p>
<p><strong>CONSTRUÇÃO DO PLANO</strong> – O Plano de Salvaguarda da Capoeira em Pernambuco foi construído com base em duas iniciativas: os Fóruns de Salvaguarda da Capoeira e a Consulta Pública, por meio dos quais os capoeiristas e demais interessados puderam discutir e apresentar demandas.</p>
<p>A Fundarpe e o IPHAN-PE realizaram os Fóruns de Salvaguarda da Capoeira para reunir presencialmente os interessados na discussão. Eles foram realizados de dezembro de 2025 a março deste ano nas cidades de Salgueiro, Arcoverde, Caruaru, Palmares, Igarassu e Recife, escolhidas a partir de pesquisa sobre quais os centros com maior expressividade na prática da capoeira, seja pela maior presença de praticantes ou pelo potencial de atrair interessados de cidades próximas.</p>
<p>Às contribuições presenciais foram somadas as contribuições digitais colhidas em uma Consulta Pública online, que ficou disponível durante todo o mês de abril. Ela foi organizada para que interessados que não puderam comparecer aos Fóruns pudessem participar da construção do Plano de Salvaguarda.</p>
<p>No Brasil, já possuem Planos de Salvaguarda da Capoeira os estados do Acre (lançado em 2018), Bahia (2018), Maranhão (2018), Pará (2020), Paraná (2019), Santa Catarina (2020), Rondônia (2023), Roraima (2024) e Rio Grande do Norte (2025).</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Capoeira-Priscilla-Buhr-011.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-7560" alt="Capoeira-Priscilla-Buhr-01" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Capoeira-Priscilla-Buhr-011.jpg" width="595" height="375" /></a></p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO DA SEMANA</strong>– A abertura cultural da Semana ocorre no dia 17, em evento gratuito no Cinema São Luiz, com exibição de filmes relacionados à capoeira. No dia 18, a abertura institucional do evento terá presença de mestres de capoeira na mesa, além da conferência de Giorge Bessoni, Coordenador-Geral de Educação, Formação e Participação Social do IPHAN nacional, que fará um amplo resgate da trajetória de construção do Plano de Salvaguarda da Capoeira em Pernambuco.</p>
<p>Nos dias 19 e 20, haverá atividades de capoeira na EREM Santo Inácio de Loyola (Olinda) e na EREM Delmiro Gouveia (Recife), além de 4 oficinas – entre elas, uma de formação em editais de fomento para capoeiristas e outra de escrita criativa, a fim de auxiliar os participantes a compor materiais escritos para integrar a versão publicada do Plano de Salvaguarda.</p>
<p>O Plano de Salvaguarda será divulgado no dia 21, em dois horários: de 13h30 às 17h, no Mercado Eufrásio Barbosa (Olinda), e das 19h30 às 21h em videoconferência promovida pelo IPHAN. “Vamos apresentar o Plano à comunidade da capoeira em dois momentos, um presencial e outro online, pensando na regionalização. O Plano foi construído com contribuições de mestres, mestras e capoeiristas de todo o Estado, vários dos quais não estarão no Recife. Então, a apresentação online contempla esse público, e contempla também os interessados que estão não poderão comparecer ao evento presencial no Mercado Eufrásio”, explica Jacira França.</p>
<p>No dia 22, um cortejo no Sítio Histórico de Olinda levará capoeiristas e demais interessados da Praça do Carmo até o Alto da Sé, com apresentações da Orquestra Recife de Berimbau. “Vamos passar por lugares de memória relacionados à capoeira, resgatando questões próprias da história da capoeira e pontuando a importância dela pra existência de outras manifestações culturais”, diz a Superintendente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe. No mesmo dia, no Recife, uma palestra com os mestres Índio e Baygon abordará a capoeira como prática antirracista.</p>
<p>A Semana Estadual da Capoeira será encerrada no dia 23 (sábado), com uma vivência e caminhada no Centro do Recife, passando pelo Mercado de São José, Pátio do Terço e Pátio de São Pedro. “É uma culminância de celebração. Envolve uma roda de capoeira que existe há cerca de 20 anos no Centro, e é uma demanda dos capoeiristas a ocupação da rua. A capoeira é da rua”, finaliza Jacira França.</p>
<p>A programação completa está disponível aqui: <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/Folder-2ª-Semana-da-Capoeira_compressed-1.pdf">Folder &#8211; 2ª Semana da Capoeira_compressed (1)</a> e é aberta ao público (exceto as atividades que ocorrem em escolas). Há oficinas e apresentações que demandam inscrição prévia, que pode ser feita<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScX_I2OJdHiY-xqW2Y-_UNOQ6Hl3nkJX-Ay-vXbOthfVQUh_w/viewform" target="_blank"> aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DYC8o38Fg76/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;"><a style="background: #FFFFFF; line-height: 0; padding: 0 0; text-align: center; text-decoration: none; width: 100%;" href="https://www.instagram.com/p/DYC8o38Fg76/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank"><br />
</a></p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DYC8o38Fg76/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank">Um post compartilhado por Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (@fundarpe)</a></p>
</div>
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		<title>Cultura em Pernambuco avança com crescimento histórico de investimentos e consolidação de políticas públicas estruturantes</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 22:04:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Cultura ganhou lugar de protagonismo e se firmou como um vetor de desenvolvimento socioeconômico na gestão da governadora Raquel Lyra. Desde que assumiu o comando em 2023, o Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), vem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123689" aria-labelledby="figcaption_attachment_123689" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Alyne Pinheiro/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-28-at-18.50.55-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123689" alt="Foto: Alyne Pinheiro/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-28-at-18.50.55-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cacau de Paula anuncia dados culturais durante o 9° Congresso Pernambucano de Municípios</p></div>
<p>A Cultura ganhou lugar de protagonismo e se firmou como um vetor de desenvolvimento socioeconômico na gestão da governadora Raquel Lyra. Desde que assumiu o comando em 2023, o Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), vem gradativamente consolidando um ciclo expressivo de fortalecimento de políticas públicas culturais e estruturantes, marcado pelo aumento de investimentos e pela ampliação de fomentos voltados para o crescimento do setor. Ao longo desses últimos anos, a pasta da Cultura passou a ocupar um lugar estratégico nas ações prioritárias da gestão atual, refletindo uma política contínua, estruturada e comprometida com a potência cultural de Pernambuco. Os dados culturais foram divulgados nesta terça-feira (28/04) pela secretária de Cultura do Estado, Cacau de Paula, em palestra com o tema “Cultura como vetor de desenvolvimento” durante o 9° Congresso Pernambucano de Municípios da Amupe (Associação Municipalista de Pernambuco), realizado no Recife Expo Center, no Recife Antigo.</p>
<p>Investindo no tombamento, na preservação, no registro e na salvaguarda do patrimônio cultural material e imaterial das quatro macrorregiões do Estado, do Litoral ao Sertão; enaltecendo a trajetória de mestres e mestras que anualmente são reconhecidos com títulos de Patrimônios Vivos de Pernambuco; valorizando expressões artísticas, transmissões de saberes ancestrais e ofícios tradicionais que permeiam gerações; ampliando a democratização do acesso à informação e desburocratizando o acesso a recursos federais e estaduais destinados para a Cultura através de editais disponibilizados na plataforma digital Mapa Cultural de Pernambuco; desenvolvendo ações para as mais diversas linguagens artísticas, como cultura popular, audiovisual, artes visuais, artesanato, design e moda, fotografia, literatura, música, gastronomia e dança, assim como premiações que potencializam as trajetórias de agentes culturais que atuam nesses segmentos; descentralizando o acesso às mais distintas formas de arte com a realização da política pública Festival Pernambuco Meu País, que em proposta de intercâmbio cultural consolidou as edições de inverno e de verão com palco de shows e atrações de multilinguagens pelos quatro cantos do Estado, do interior à beira-mar; oportunizando, enfim, o crescimento da categoria de profissionais que trabalham diretamente com Cultura e também daqueles que indiretamente são beneficiados com o impulsionamento do turismo e da economia de cada território por ondem passam e são firmadas todas essas ações promovidas ou apoiadas pelo Governo de Pernambuco através da Secretaria de Cultura (Secult-PE).</p>
<div id="attachment_123690" aria-labelledby="figcaption_attachment_123690" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Silla Cadengue/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-28-at-13.35.33-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123690" alt="Foto: Silla Cadengue/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-28-at-13.35.33-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cinema São Luiz</p></div>
<p>O avanço da Cultura no Estado ao longo destes quatro anos de gestão da governadora Raquel Lyra se torna ainda mais evidente observando o ponto de partida, quando o cenário era outro lá em 2022. Nesse período que antecedeu a gestão atual do Governo, o investimento total na pasta da Cultura foi de, aproximadamente, R$ 17,1 milhões, um número ainda limitado diante da riqueza cultural de Pernambuco e de sua relevância no cenário nacional. A partir de 2023, com a troca de comando em Pernambuco, esse cenário começou a se transformar de maneira consistente e perceptível para fazedores de Cultura e população no geral.</p>
<p>No comparativo dos dados, o investimento saltou para, em média, R$ 55,2 milhões, impulsionado principalmente pelas ações de fomento cultural, como programação artística, festivais e apoios a projetos culturais. Apenas nessa frente, a Fundarpe investiu cerca de R$ 35,2 milhões. Já o investimento na preservação do patrimônio cultural pernambucano, embora ainda mais tímido, alcançou em torno de R$ 953 mil naquele período, sinalizando o início de um processo de retomada e reorganização dessa área.</p>
<p>“A cultura em Pernambuco passou a ser tratada como política pública essencial, com planejamento, investimento e visão de futuro, sendo um importante vetor de transformação social e econômica com a democratização da arte, da valorização dos saberes tradicionais e da preservação da nossa história através da salvaguarda dos patrimônios materiais e imateriais de todo o Estado. Estamos fortalecendo toda a cadeia produtiva e garantindo que a cultura chegue a mais pessoas, em todas as regiões do Litoral ao Sertão, respeitando a nossa rica diversidade e identidade pernambucana&#8221;, enfatiza a secretária de Cultura do Estado de Pernambuco, Cacau de Paula, ressaltando o significativo papel estruturante da cultura na gestão da governadora Raquel Lyra.</p>
<p>Em 2024, a política cultural do estado ganhou escala e robustez. O total investido ultrapassa R$ 200,8 milhões, configurando um marco histórico. O fomento cultural segue como eixo estruturante, com cerca de R$ 44,8 milhões aplicados na realização de eventos, circulação de artistas e fortalecimento da cadeia produtiva. Paralelamente, o investimento em patrimônio cultural começa a ganhar protagonismo, alcançando aproximadamente R$ 3,6 milhões, com ações mais estruturadas de preservação e requalificação de bens e espaços culturais.</p>
<p>O ano de 2025 consolidou esse novo momento. O investimento total se manteve elevado, em torno de R$ 183,1 milhões. O fomento cultural atingiu cerca de R$ 47,5 milhões, demonstrando continuidade, estabilidade e amadurecimento das políticas de incentivo. Ao mesmo tempo, o patrimônio cultural registrou um crescimento expressivo, chegando a aproximadamente R$ 13,8 milhões. Esse salto evidenciou uma diretriz clara da gestão: fortalecer não apenas a produção contemporânea, mas também a salvaguarda da memória, dos equipamentos culturais e dos bens históricos do estado.</p>
<p>A secretária executiva de Gestão da Secult-PE, Ana Paula Jardim, ressalta os avanços na organização e na execução das políticas culturais: “O crescimento dos investimentos vem acompanhado de uma gestão mais eficiente e estruturada. Ampliamos a capacidade de execução, fortalecemos os mecanismos de transparência e conseguimos fazer com que os recursos cheguem de forma mais ágil e efetiva aos fazedores de cultura”.</p>
<p>Em 2026, mesmo com dados ainda parciais, o ritmo de crescimento se mantém. O investimento total gira em torno de R$ 61,5 milhões até o momento. O fomento cultural segue relevante, com cerca de R$ 21,4 milhões, enquanto o patrimônio cultural mantém um patamar elevado, com aproximadamente R$ 12,5 milhões, consolidando-se como uma das prioridades da política cultural pernambucana.</p>
<p>“Estamos construindo uma política cultural consistente, que valoriza tanto a produção atual quanto a nossa memória. Seguimos com o compromisso de ampliar cada vez mais o acesso dos agentes culturais aos editais de fomento que possibilitam a destinação de recursos para a execução dos mais diversos projetos culturais”, complementa a secretária executiva de Cultura da Secult-PE, Yasmim Neves.</p>
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		<title>Convocatória Pernambuco Meu País divulga resultado preliminar dos habilitados e inabilitados</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 13:27:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias sobre editais]]></category>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), divulgou, nesta terça-feira (28/04), o resultado preliminar das candidaturas habilitadas e inabilitadas da Convocatória Nacional Pernambuco Meu País 2026/2027 para a seleção de propostas artístico-culturais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/CARD_Confira-o-Resultado-Preliminar-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-123661" alt="CARD_Confira o Resultado Preliminar (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/CARD_Confira-o-Resultado-Preliminar-1-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), divulgou, nesta terça-feira (28/04), o resultado preliminar das candidaturas habilitadas e inabilitadas da Convocatória Nacional Pernambuco Meu País 2026/2027 para a seleção de propostas artístico-culturais que irão contemplar os ciclos Turístico e Cultural do Estado no período de 12 meses, incluindo as edições da política pública Festival Pernambuco Meu País, exceto o Carnavalesco e o Junino, que já possuem editais exclusivos.</p>
<p>Os resultados dos habilitados e inabilitados podem ser conferido por meio da plataforma do Mapa Cultural de Pernambuco, na página do edital. Para os proponentes inabilitados, o período de recebimento dos recursos da Análise Documental entre os dias 28 de abril e 05 de maio de 2026, exclusivamente por meio da mesma plataforma.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/convocatoria-nacional-pernambuco-meu-pais-20262027/">Acesse aqui o resultado no portal</a> e também na aba &#8220;Oportunidades&#8221; da plataforma <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/3033/#info">Mapa Cultural de Pernambuco.</a></p>
<p>O intuito do edital é que as propostas selecionadas contribuam para a valorização, democratização e difusão das expressões culturais nos eventos realizados ou apoiados pelo Governo do Estado. A convocatória busca oportunizar o acesso da população a diversas linguagens culturais nas quatro macrorregiões de Pernambuco, garantindo uma programação diversa, inclusiva e de qualidade. Além de fortalecer e difundir o cenário cultural, a iniciativa também tem a missão de incentivar a circulação de agentes culturais em diferentes territórios, promovendo intercâmbios entre artistas, comunidades e saberes. Estão aptos a participar da convocatória artistas individuais; grupos, bandas, trios, coletivos e companhias; e pessoas reconhecidas pelo notório saber em sua área de atuação, nos casos de intervenções e atividades formativas.</p>
<p>Nesta Convocatória, estão compreendidas 13 categorias artísticas: Artesanato, Artes Circenses, Artes Visuais, Atividade Formativa, Audiovisual, Culturas Populares, Dança, Design e Moda, Fotografia, Gastronomia, Literatura, Música e Teatro e Ópera. As propostas de atividades artístico-culturais irão compor programações de shows, cortejos, performances, intervenções artísticas, recitais de poesia, contação de histórias, concertos, vivências criativas, espetáculos, desfiles, exposições, mostras culturais, atividades formativas, manifestações artísticas oriundas das culturas periféricas, tais como hip hop, graffiti, brega-funk, passinho, intervenções e ações de rua, atividades itinerantes, dentre outras ações promovidas pelo Governo de Pernambuco.</p>
<p>Em caso de dúvidas sobre o edital, ou problemas técnicos na plataforma de inscrição no Mapa Cultural de Pernambuco, os agentes culturais podem pedir suporte exclusivamente por meio do atendimento via Whatsapp (81) 3184-3018 e pelo e-mail: contato.mapacultural@secult.pe.gov.br, de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h. As informações, dúvidas e outros esclarecimentos sobre a documentação exigida serão prestados por meio do e-mail contactacaofundarpe@gmail.com e do telefone (81) 3184-3015 (horário de 9h às 17h, de segunda a sexta-feira). O número também é WhatsApp.</p>
<p>A Fundarpe também realizará atendimento presencial, exclusivamente para dúvidas sobre documentação, na sede da Fundação, com acesso pela Rua da Aurora, nº 463, bairro da Boa Vista, Recife, de segunda a sexta- feira, das 9h às 12h e das 13h às 17h. A entrada acessível a pessoas com dificuldade de locomoção ou com deficiência física será realizada pela Rua da União, 273, bairro Boa Vista.</p>
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		<title>Com Som na Rural e slam, Espaço Pasárgada celebra 140 anos de Manuel Bandeira</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 19:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Semana de Manuel Bandeira]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Desta sexta (24/4) até domingo (26/4), o Espaço Pasárgada continua a comemorar os 140 anos de nascimento do poeta Manuel Bandeira (1886-1968), desta vez com Slam das Minas, Som na Rural e outras iniciativas. São ações em que a presença do Recife na obra do poeta é celebrada em vivências que pensam a presença [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123643" aria-labelledby="figcaption_attachment_123643" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Felipe-Souto-Maior_Pasárgada_Fundarpe.Secult.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123643" alt="Espaço funciona em casa que foi da família de Manuel Bandeira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Felipe-Souto-Maior_Pasárgada_Fundarpe.Secult-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pasárgada funciona em casa que foi da família do poeta</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desta sexta (24/4) até domingo (26/4), o Espaço Pasárgada continua a comemorar os 140 anos de nascimento do poeta Manuel Bandeira (1886-1968), desta vez com Slam das Minas, Som na Rural e outras iniciativas. São ações em que a presença do Recife na obra do poeta é celebrada em vivências que pensam a presença da obra de Bandeira na capital pernambucana. Com o tema “Caminhar pela cidade como quem lê um poema”, a Semana Manuel Bandeira tem entrada gratuita.</p>
<p>Desta vez, para comportar o tamanho das atrações, a programação da Semana Manuel Bandeira é dividida entre dois lugares: o Espaço Pasárgada – que comemora 40 anos na mesma ocasião – e o pátio interno da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), órgão pelo qual Governo do Estado gerencia o Pasárgada. Os dois prédios funcionam nos dois lados da Rua da União, no centro do Recife, quase de frente um para o outro.</p>
<p>Iniciada no último dia 16, a Semana Manuel Bandeira já realizou ações de vivência urbana, com escambo e lançamento de livros, mesa-redonda com moradores da Boa Vista para troca de memórias sobre o bairro e ações de desenho urbano que exploram a arquitetura do Espaço Pasárgada. A mesma proposta é mantida para os dias 24, 25 e 26, mas com um perfil ainda mais festivo.</p>
<p>“A inspiração para o tema da Semana foi o poema ‘Evocação do Recife’. Quando Bandeira fala da infância, e as referências dele são essas tão presente – a da União, a da Saudade. Estamos no bairro da Boa Vista, importante para a cidade e onde estão bibliotecas significativas na cidade. A poesia dele convida a um outro olhar sobre a cidade e o trivial, e a Semana quer pautar isso para o público. A ideia é ativar o território como espaço cultural a partir da obra do poeta”, conta Juliana Albuquerque, da administração do Espaço Pasárgada.</p>
<p><strong>PASÁRGADA 40 ANOS –</strong> Em 19 de abril de 1986, dia do centenário de nascimento do poeta, a já conhecida Casa de Manuel Bandeira foi inaugurada com o nome de Espaço Pasárgada. O prédio, construído em 1825 e tombado em 1983 pelo Governo do Estado por meio da Fundarpe, passou a funcionar como um espaço de preservação da obra do poeta e de fomento à literatura com atividades como mapeamento de poetas e escritores pernambucanos vivos e mortos, recitais poéticos, lançamento de livros e uma gráfica, que publicou, durante a década de 1990, livros de autores pernambucanos, além de cartazes, informativos e cartilhas relacionadas à literatura.</p>
<p>“É um desafio colocar o Pasárgada como um espaço de referência para a cultura livresca, para a literatura. É um equipamento público voltado para a arte literária e que não é somente uma biblioteca, o que é incomum. O prédio já foi Secretaria de Cultura, já teve até um bar dentro. E há 40 anos é esse espaço literário que estamos trabalhando para firmar continuamente como referência para a população”, sintetiza Juliana Albuquerque.</p>
<p>Atualmente o Espaço Pasárgada se configura como um centro de vivência e produção literária. Realiza ações de fomento à literatura dentro da casa – aberta a pesquisas e eventos literários – e fora dela – por meio de intercâmbio e parcerias com outros grupos e espaços ligados à literatura e à cultura de modo geral. O Pasárgada possui uma sala de estudos literários com uma biblioteca de literatura pernambucana e um acervo que reúne a obra completa de Manuel Bandeira, além de biografia, estudos e vídeos sobre a vida e obra do poeta.</p>
<p><strong>MANUEL BANDEIRA –</strong> Nascido no Recife em 19 de abril de 1886, Manuel Bandeira mudou-se aos 10 anos de idade para o Rio de Janeiro, onde passou a maior parte da vida. Mas a cidade do Recife comparece em alguns de seus poemas mais famosos, motivo pelo qual sempre permaneceu associado à capital pernambucana. Estudiosos e leitores o tratam como o “São João Batista do Modernismo”, pois era mais velho do que os artistas que marcaram o Modernismo (Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Tarsila do Amaral e outros), mas que antecipou algumas das modificações de linguagem que marcariam a iniciativa modernista, como a presença do verso livre, da ironia e da poesia encontrada no cotidiano. Contraiu tuberculose ainda jovem, e essa experiência marcou sua trajetória e parte de seus poemas. Nunca se curou da doença, mas também dela não morreu: seu falecimento – ocorrido em 13 de outubro de 1968, aos 82 anos – foi ocasionado por uma hemorragia digestiva.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Semana Manuel Bandeira</strong><br />
Onde: Espaço Pasárgada (Rua da União, 263) e Fundarpe (entrada pela Rua da União)<br />
Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO SEMANA MANUEL BANDEIRA</strong></p>
<p><strong>»24 de abril (sexta-feira)</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 263)</span></p>
<p>9h às 17h | <em>Escambo de livros</em></p>
<p><strong>» 25 de abril (sábado)</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 263)</span></p>
<p>13h às 17h | <em>Olha!Recife de Ônibus: Circuito Manuel Bandeira</em><br />
Edição especial do Projeto Olha!Recife, que faz um tour gratuito pelo centro da capital com moradores e turistas, é dedicada a Manuel Bandeira e visitará o Espaço Pasárgada. O Espaço também ficará aberto para visitação de pessoas não ligadas ao projeto.</p>
<p><strong>» 26 de abril (domingo)</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Local: Pátio da Fundarpe (entrada pela Rua da União)</span></p>
<p>13h às 18h | <em>Feira Literária e Criativa</em><br />
Parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Sedepe), com participação de editoras, autores, coletivos e empreendedores.</p>
<p>13h às 18h | <em>Entre versos e memórias: o Recife de Manuel Bandeira</em><br />
Atividade literária com mediação de leitura, intervenções poéticas e participação do público.<br />
Responsável: ACESA – Biblioteca Comunitária Amigos da Leitura.</p>
<p>13h às 18h | <em>Som na Rural: Vozes em Encontro</em><br />
Apresentação cultural com difusão sonora e intervenções poéticas, com Roger de Renor<br />
Durante a programação, o microfone será disponibilizado ao público, nos intervalos entre as execuções musicais, para intervenções poéticas espontâneas.</p>
<p>16h às 17h | <em>Slam das Minas</em><br />
Batalha de poesia falada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>» 26 de abril (domingo)</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 263)</span></p>
<p>13h às 17h | <em>Escambo de livros</em></p>
<p>14h às 16h | <em>Galeria Reciclada</em><br />
Atividade formativa com reaproveitamento de materiais gráficos. Não há inscrição prévia para interessados, basta comparecer.<br />
Responsável: CEPE – Companhia Editora de Pernambuco.</p>
<p>15h | <em>Abertura de exposição: Galeria Reciclada CEPE</em><br />
Exposição das peças desenvolvidas anteriormente na oficina de itens reciclados dentro da CEPE. Não são expostas as artes desenvolvidas na oficina homônima que começa antes.</p>
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		<item>
		<title>Com inscrição gratuita para grupos de estudantes, Desafio Griô reúne oficinas de cinema e prêmios</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:13:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[A 5ª Semana do Audiovisual Negro (SAN) investe no Desafio Griô como atividade de formação, com o objetivo tanto de incentivar como fortalecer estudantes das culturas negra e indígena a partir da produção coletiva de um filme de duração máxima de cinco minutos (curta-metragem). A equipe tem que lançar a obra audiovisual em 72 horas, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123569" aria-labelledby="figcaption_attachment_123569" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/July-foto-Os-filmes-de-curta-metragem-produzidos-pelos-cinco-grupos-já-têm-exibições-confirmadas-na-abertura-da-V-Semana-do-Audiovisual-Negro-TVU-Recife-e-UBUPLAY..jpg"><img class="size-medium wp-image-123569" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/July-foto-Os-filmes-de-curta-metragem-produzidos-pelos-cinco-grupos-já-têm-exibições-confirmadas-na-abertura-da-V-Semana-do-Audiovisual-Negro-TVU-Recife-e-UBUPLAY.-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os filmes de curta-metragem produzidos pelos cinco grupos já têm exibições confirmadas, na abertura da V Semana do Audiovisual Negro, TVU Recife e UBUPLAY</p></div>
<p>A 5ª Semana do Audiovisual Negro (SAN) investe no Desafio Griô como atividade de formação, com o objetivo tanto de incentivar como fortalecer estudantes das culturas negra e indígena a partir da produção coletiva de um filme de duração máxima de cinco minutos (curta-metragem). A equipe tem que lançar a obra audiovisual em 72 horas, ou seja, três dias seguidos é o tempo recorde para criar, produzir e entregar. A inscrição é gratuita, podendo ser efetuada até este sábado (18/04).</p>
<p>O projeto tem incentivo público, com financiamento do Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco) do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), pelo 17º edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de PE.</p>
<p>Para preencher o formulário é necessário formar um grupo com pessoas de cursos, escolas, universidades, oficinas e capacitações de comunicação, rádio, TV, cinema e audiovisual, acompanhadas por professor, professora, orientador e orientadora. As inscrições, que foram reabertas, contemplam ao todo cinco grupos. É válido reforçar que Griôs são guardiões da memória dos povos africanos, contadores de histórias e transmissores de conhecimentos de seus ancestrais por meio da tradição oral (repasse do saber e crença na ancestralidade).</p>
<p>Vale dizer que o tema do Desafio Griô é único, sendo revelado para todas as pessoas envolvidas justamente depois dos encontros formativos. Feito isso, começa o processo de produção para realizar o roteiro, a filmagem, a edição, a finalização e a entrega do curta-metragem em até três dias. Além disso, concorrem a prêmios de estímulo à produção audiovisual, como locação de equipamentos de fotografia e de som, consultorias profissionais de roteiro e de produção e distribuição do filme na TV e na internet. Caso o grupo não cumpra o prazo, o curta-metragem estreia nas programações, mas não compete pelas premiações.</p>
<p>“No Desafio Griô, a gente une formação, coletividade, vivências artístico-culturais e mercado audiovisual, tudo dentro da programação da 5ª Semana do Audiovisual Negro. Consideramos como o primeiro dos desafios a formação do grupo, conforme o preenchimento das vagas com estudantes de comunicação e de audiovisual que estejam em cursos, escolas e universidades. O desafio vai além da seleção dos cinco grupos, isso porque, a partir da realização das atividades, fortalecemos o espaço de formação, conhecimento e produção no cinema das culturas negra, indígena, periférica e popular. O propósito também é potencializar estudantes e ao mesmo tempo conhecer novas pessoas, talentos etc.”, explica Rafa Nascimento.</p>
<p>As formações com especialistas do cinema ocorrem na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) nos dias 22 de abril (quarta-feira) — direção de fotografia com Sylara Silvério (RN) — e 23 de abril (quinta-feira) — desenvolvimento de roteiro com Caio Dornelas (PE) —, ambas às 19h30. A universidade fica no bairro da Boa Vista, centro do Recife (Rua do Príncipe, nº 526). Nessas datas e também no mesmo local, acontecem debates e sessões de filmes de curta-metragem, com a direção e facilitação de profissionais periféricos e populares de Pernambuco e do Nordeste. As exibições são pelo cineclube “Alma no Olho”. Essa programação na Unicap sobre formação e mercado audiovisual negro e indígena vai até sexta-feira (24/04), chegando a três dias seguidos de atividades. A entrada para os encontros é gratuita, sendo necessário inscrever-se.</p>
<p>A abertura, no dia 22/04, começa às 17h30, com a primeira gira de conversa (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”). Às 18h30, a pauta do debate é “Cinema independente no BR”. No dia 23/04, entra em cena uma nova sessão do cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Feane Toê;), às 18h30. Já no dia 24/04, a programação traz a gira com o tema “Curadorias no cinema/audiovisual”, às 18h, e o cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Luly Peligrosa), às 19h30.</p>
<p>“Caio Dornelas é realizador audiovisual com experiência em produção de conteúdo para televisão, cinema e internet. Ao longo da carreira artístico-cultural, são mais de 15 produções de curta-metragens. Ele também tem pesquisas em longas documentais e ficção. Já Sylara Silvério é diretora de fotografia com formação na EICTV (Cuba) e na Bucareste Ateliê de Cinema. Ela é do povo indígena Potiguara Mendonça, do Rio Grande do Norte. É essencial esse diálogo entre estudantes e profissionais premiados e referências do audiovisual do Nordeste”, destaca Rafa Nascimento, à frente da direção artística e da produção executiva da 5ª Semana do Audiovisual Negro.</p>
<p>Além de Rafa, Jota Carmo está na coordenação pedagógica e Tatiana Quintero, juntamente com Alexandre HN, na produção geral. A maioria da equipe técnica é pernambucana, sobretudo da Região Metropolitana do Recife (RMR), reunindo pessoas negras e indígenas. A realização da 5ª edição é do Cineclube “Alma no Olho”, com a produção executiva de “Alto Mar &#8211; Imagens &amp; Movimentos”.</p>
<p><strong>Estreias na TVU Recife e UBUPLAY</strong></p>
<p>É importante informar que as futuras obras autorais produzidas pelos grupos de estudantes já têm exibições de lançamento confirmadas: na abertura da V Semana do Audiovisual Negro, no mês de maio deste ano, na TVU Recife (TV Universitária &#8211; canal aberto), afiliada à TV Brasil, e na UBUPLAY, plataforma de streaming gratuita destinada aos filmes realizados por pessoas negras e afrodiaspóricas.</p>
<p><strong>Maio</strong></p>
<p>A abertura da 5ª edição da Semana do Audiovisual Negro acontece no Museu da Abolição, no bairro da Madalena, Zona Norte do Recife (rua Benfica, nº 1150), exatamente no dia 01/05 (sexta-feira, feriado nacional do Dia do Trabalhador). Nos dias 02/05 (sábado) e 03/05 (domingo), chega ao Cinema São Luiz, no bairro da Boa Vista, Zona Central do Recife (Rua da Aurora, nº 175). A programação segue nos dias 04/05 e 06/05, indo para o Cinema da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), na Cidade Universitária, Zona Oeste do Recife (Avenida Professor Moraes Rego, nº 1235). As sessões itinerantes também chegam aos municípios de Camaragibe/PE (Região Metropolitana do Recife) e Afogados da Ingazeira/PE (Sertão), com datas e horários a definir.</p>
<p>Com temáticas de raça, gênero e classe social, sobretudo de identidade racial, mais de 40 filmes de curta-metragem (ficção, documentário, animação e exposição de vídeos, como clipes) foram selecionados para a exibição na Semana do Audiovisual Negro. A escolha das obras de cinema — pernambucanas, do Nordeste e nacionais — foi feita pela curadoria formada por profissionais locais do audiovisual: Bia Pankararu (produtora cultural, audiovisual e comunicadora); João Rêgo (curador, programador, jornalista e crítico de cinema); Lúcio Vinícius (licenciado em História pela FASP); Karla Fagundes (educadora, pesquisadora e formada em História na UFPE); e Feane Toê (realizadora audiovisual, educadora e pesquisadora formada em Letras pela UPE, pós-graduada em Cultura Visual pela Unicap e mestranda em Estudos de Linguagem pela UFRPE).</p>
<p><strong>Programação do mês de abril &#8211; formação e mercado audiovisual negro e indígena</strong></p>
<p>Local: Unicap (bairro da Boa Vista, centro do Recife, Rua do Príncipe, nº 526)<br />
Entrada: gratuita (inscrição: bit.ly/4dOtihE)<br />
22/04 (quarta-feira)<br />
17h30 &#8211; abertura com a Gira 1 (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”)<br />
18h30 &#8211; Gira 2 (tema: “Cinema independente no BR”)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de direção de fotografia com Sylara Silvério<br />
23/04 (quinta-feira)<br />
18h &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Feane Toê)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de desenvolvimento de roteiro com Caio Dornelas<br />
24/04 (sexta-feira)<br />
18h &#8211; Gira 3 (tema: “Curadorias no cinema/audiovisual”)<br />
19h30 &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Luly Peligrosa)<br />
Desafio Griô (quem pode participar &#8211; inscrições gratuitas &#8211; prazo até o dia 18 de abril, sábado)</p>
<p><strong>Inscrições (acesse &#8211; bit.ly/4dOtihE):</strong> para grupos de estudantes das culturas negra e indígena, acompanhados por professor, professora, orientador e orientadora, que moram em Pernambuco e estão na graduação, curso técnico, oficina ou capacitação livre em audiovisual e comunicação (rádio, tv, cinema e áreas relacionadas). Estudantes do interior do estado têm hospedagem e transporte garantidos pela organização.</p>
<p><strong>Desafio:</strong> cinco grupos de estudantes de cursos de comunicação/audiovisual são contemplados para uma imersão formativa, com o objetivo de produzir um filme de curta-metragem (até cinco minutos), em até três dias (72 horas seguidas), a partir de um tema em comum. Os grupos também concorrem às premiações de estímulo à produção audiovisual.</p>
<p>Contato para dúvidas: audiovisualnegrodepe@gmail.com e @audiovisual.negro (perfil no instagram).</p>
<p><strong>Atividades:</strong> a inscrição está disponível tanto para estudantes como para o público em geral que deseja acompanhar especialmente a programação formativa (acesse &#8211; bit.ly/4dOtihE).</p>
<p><strong>Premiações:</strong> locação de equipamentos de fotografia e de som; consultorias profissionais de roteiro e de produção; e distribuição do curta-metragem na televisão e na internet.</p>
<p>Exibição dos filmes de curta-metragem/estreia: V Semana do Audiovisual Negro de Pernambuco; TVU Recife (TV Universitária &#8211; canal aberto), afiliada à TV Brasil; UBUPLAY, plataforma de streaming gratuita destinada aos filmes realizados por pessoas negras e afrodiaspóricas.</p>
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		<item>
		<title>Coco dos Pretos realiza turnê internacional e leva Cultura Afro-Indígena de Pernambuco para França</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coco-dos-pretos-realiza-turne-internacional-e-leva-cultura-afro-indigena-de-pernambuco-para-franca/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 17:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 5 e 11 de maio de 2026, a cidade de Sète, na França, será palco do projeto “Canjerê do Coco dos Pretos, na Gira do Mundo: Encontros, Trocas de Saberes e Aquilombamento”. A circulação internacional conta com o incentivo do Funcultura, por meio do Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123481" aria-labelledby="figcaption_attachment_123481" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Lu Benevydes/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/coco-funcultura.jpg"><img class="size-medium wp-image-123481" alt="Foto: Lu Benevydes/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/coco-funcultura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto Canjerê do Coco dos Pretos foi idealizado pelo Coco dos Pretos</p></div>
<p>Entre os dias 5 e 11 de maio de 2026, a cidade de Sète, na França, será palco do projeto “Canjerê do Coco dos Pretos, na Gira do Mundo: Encontros, Trocas de Saberes e Aquilombamento”. A circulação internacional conta com o incentivo do Funcultura, por meio do Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe e da Secretaria de Cultura (Secult-PE), com produção local da Associação Manalia, levando ao público francês a riqueza das tradições afro-brasileiras e indígenas por meio de música, vivências e reflexões.</p>
<p>O projeto Canjerê do Coco dos Pretos foi idealizado pelo Coco dos Pretos, grupo cultural pernambucano com quase 20 anos de trajetória, composto atualmente por Mestre Adriano Santos (Adriano Mumu Voz e Percussão), Anna Agricio (Voz e Percussão), Negra Dany (Voz e Percussão), José ilki, Ricardo Pé no chão e Madson japa.</p>
<p>A produtora Wanessa Paula Santos, assina a Produção Cultural do grupo. O grupo Coco dos Pretos emana do palco energia dos cantos da Jurema Sagrada, do Candomblé Nagô, além de Samba de Coco, Samba de Terreiro e Samba de Angola.</p>
<p>Os franceses serão agraciados com duas apresentações do espetáculo “Adorei as Almas” (dias 8 e 11 de maio), que reverencia os Pretos Velhos e Pretas Velhas, figuras centrais na cosmovisão afro-pernambucana e brasileira.</p>
<p>Além dos shows, o público poderá participar de três oficinas de percussão (dias 7 a 10 de maio) e de duas Giras de Conversa (mesmo período), que abordarão temas como “A Cura das Ervas”, os “Itans dos Pretos Velhos” e o debate “O apagamento das Práticas culturais negras” – uma reflexão sobre a perseguição histórica às culturas de matriz africana e a importância de sua preservação.</p>
<p>A expectativa é reunir cerca de 2 mil pessoas nos shows e 550 participantes nas atividades formativas, fortalecendo o intercâmbio cultural entre Brasil e França. A parceria com a Associação Manalia, instituição local, viabiliza a articulação com artistas e movimentos franceses, ampliando o diálogo sobre políticas culturais e o fazer ancestral.</p>
<p>“Canjerê é um encontro para celebrar nossos ancestrais com musicalidade, cânticos e tradições. Queremos, além de dar visibilidade à cultura afro-brasileira, promover a cultura da paz e o conhecimento, valorizando religiões de matriz africana que ainda sofrem perseguição”, destaca Adriano Mumu.</p>
<p>O projeto é uma ação afirmativa que resgata a memória e a identidade negra, propondo um verdadeiro aquilombamento através da arte.</p>
<p><strong>Programação Cultural na França:</strong><br />
9 de maio de 2026, das 14h às 17h: oficina de percussão côco com Côco dos Pretos. Local: Le Clap, 9 rue Denfert, 34700 Lodève.<br />
9 de maio de 2026, às 21h: show do Côco dos Pretos. Local: Le Lodéva, 9 rue denfert, 34700 Lodève.<br />
- 10 de maio de 2026, das 11h às 12h30: oficina de dança com Agbé, com Ana Agricio. Local: La Mégisserie, 34200 Lodève.<br />
Quinta feira 14 de Maio e Sexta feira 15 de Maio :<br />
10h- 12h : oficina de coco<br />
20h &#8211; Show Canjerê do Coco dos Pretos, na cidade de Montgaillard</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong> Coco dos Pretos realiza turnê internacional e leva Cultura Afro-Indígena de Pernambuco para França<br />
Locais: Sète, Lodève e Montgaillard França (FR)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Agrinez Melo realiza lançamento de livro sobre representação feminina negra e a ancestralidade no fazer teatral</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:03:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123468" aria-labelledby="figcaption_attachment_123468" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Talles Ribeiro/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro.jpg"><img class="size-medium wp-image-123468" alt="Foto: Talles Ribeiro/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro</p></div>
<p>A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a narrativa. A sua classificação indicativa é livre e também específica para o público adulto, pesquisadoras e pesquisadores das artes cênicas.</p>
<p>O livro tem a realização da DoceAgri, focada na acessibilidade no teatro e nas oficinas, e incentivo público, com o financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>A obra está à venda por R$ 50. O resumo do livro fica disponível com Audiodescrição no canal “I Pele Ti o Dun”, gratuitamente no YouTube. Agrinez Melo — candomblecista, atriz, professora, figurinista, diretora teatral, pesquisadora e criadora da DoceAgri — realiza o lançamento no Recife nesta sexta-feira (dia 10 de abril), no Espaço O Poste, às 19h, com entrada gratuita e recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para as pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p>Além da sessão de autógrafos e apresentação sobre o livro, a autora recebe Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, artistas da dança, música, performance e teatro da Região Metropolitana do Recife que colaboraram na realização da obra e são atrações da programação artístico-cultural. A juventude do Núcleo O Postinho também é presença garantida, assumindo a produção executiva e a assistência de produção. Para acompanhar as atividades, está programado o momento Ajeum (significa alimento, na língua africana iorubá), preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares, do Ilê Axé Oxum Ipondá (Olinda/PE).</p>
<p>“A partir da potência da mulher negra, dos saberes ancestrais e das matrizes espirituais que estão conectadas com o fazer teatral, revelando caminhos de criação, memória e presença, lanço ‘A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral’. O livro se apresenta como uma proposta inovadora e contracolonial de um fazer teatral artístico, cultural e autoral, realizado a partir de pesquisas diretamente ligadas com os terreiros de matrizes africana e indigena”, declara Agrinez Melo.</p>
<p>A ideia da obra surge da necessidade da representação negra nos escritos sobre teatro, nas teorias teatrais e nas formulações acadêmicas. No conteúdo do livro, ela destaca diretamente a representatividade afrocentrada e feminina nos espetáculos e nas salas de ensaio.</p>
<p>“O livro compartilha a criação da metodologia “Poética Matricial dos Orixás Encantados”, que é da minha autoria. Por meio das vivências nos terreiros e toda a ritualidade, levo essas energias para o Ara Agbara (significa corpo poderoso, na língua africana iorubá). Com a descoberta do próprio corpo, seu poder é reconhecido tanto na cena como fora dela, justamente por ser uma contribuição social”, acrescenta.</p>
<p>“A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” traz em suas páginas possibilidades de inclusão no teatro e nas artes da cena. As perspectivas são baseadas nas memórias, vivências de estudo e de criação teatral, onde a performance, o teatro e a dança se unem em diálogo, por meio das ritualidades do corpo em movimento.</p>
<p>“Reforço sempre que criei uma metodologia inédita e autônoma, levando para o livro essa poética matricial que desenvolvi. Nos escritos, estamos fortalecendo os rituais ancestrais destacando o ‘Ara Agbara’ nos palcos. A origem do livro também tem a ver com a necessidade de estimular o conceito da ancestralidade matricial, com o corpo como território de memória, energia e criação”, acentua.</p>
<p>Agrinez Melo acredita que entre as contribuições do livro está a da presença cada vez maior da mulher negra e artista na cena. “O lançamento da obra colabora para a mudança de paradigmas e padrões do teatro realizado no Estado de Pernambuco, e também nos ambientes nacionais e internacionais”, afirma.</p>
<p>Para alcançar mais espaços com a obra, a autora vai realizar uma distribuição nos espaços públicos do estado, como bibliotecas e universidades, e levá-la para mostras, festivais, encontros acadêmicos e demais movimentos artístico-culturais tanto locais como nacionalmente.</p>
<p>As ilustrações do livro são feitas pelas mãos de Douglas Duan. Com fotografia de Pht.all, a capa é da autoria de Talles Ribeiro, também à frente da revisão juntamente com a escritora e poeta Odailta Alves. Everson Melo e Robson Haderchpek se juntam a Talles e Odailta na função colaborativa. Luiza Saad assume a diagramação, enquanto Foster Costa está na produção, direção criativa e fotografia. Toda a equipe é pernambucana.</p>
<p>Como escritora, Agrinez Melo já lançou anteriormente “Elementos da Encenação e Acessibilidade: relatos de amor e arte nas experiências teatrais” (2022), trazendo narrativas que mostram a importância dos recursos de acessibilidade na inclusão de pessoas com deficiência no fazer teatral.</p>
<p>Agrinez também é a criadora e a facilitadora da oficina teatral &#8220;A Poética Matricial dos Orixás e Encantados”, que possibilita às pessoas respirarem uma vivência centrada na ancestralidade e no corpo. Os exercícios são centrados nos ensinamentos matriciais do corpo, que têm as energias dos Orixás e Encantados como elemento central. Inclusive, ela levou a formação à Mostra de Artes Cênicas do Banco do Nordeste Cultural, realizada de 24 a 26 de março deste ano, em Fortaleza/CE.</p>
<p>“A proposta é um mergulho nas relações entre corpo, ancestralidade e cena, a partir de referências das matrizes afro-indígenas e do teatro de candomblé. Durante a atividade, as pessoas vivenciam práticas corporais e imaginários ligados aos Orixás e Encantados, enxergando novas possibilidades de criação e presença cênica”, conclui.</p>
<p><strong>Arcoverde</strong></p>
<p>Houve um lançamento do livro no interior de Pernambuco, no município de Arcoverde, Sertão. Aconteceu na Biblioteca José Lins do Rego (Sesc-Arcoverde), no dia 31 de março deste ano. O encontro inaugural reuniu artistas locais que contribuíram com a escrita, como Everson Melo, do grupo de teatro arcoverdense “Tropa do Balacobaco”, e apresentações artísticas e performáticas com Maria Lúcia (artista performer) e Ogan RK (cantor, músico e artista), que são da própria cidade. Outras presenças locais de destaque foram o mestre Assis Calixto (Patrimônio Vivo de Pernambuco; cantor, compositor e musicista do Samba de Coco Raízes de Arcoverde) e a professora e escritora Márcia Moura.</p>
<p><strong>Livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026) &#8211; por Agrinez Melo (autora) &#8211; classificação indicativa: livre</strong><br />
Local: Espaço O Poste (rua do Riachuelo, nº 641, bairro da Boa Vista, centro do Recife/PE)<br />
Data: 10 de abril (sexta-feira)<br />
Horário: 19h<br />
Programação artístico-cultural: apresentação de Agrinez Melo, sessão de autógrafos, participação de artistas da Região Metropolitana do Recife, como Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, e da juventude do Núcleo O Postinho; e Ajeum, preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares<br />
Entrada: gratuita<br />
Recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:<br />
</strong>Autora: Agrinez Melo<br />
Capa: Talles Ribeiro<br />
Revisão: Odailta Alves e Talles Ribeiro<br />
Ilustrações: Douglas Duan<br />
Diagramação: Luiza Saad<br />
Colaboradores: Everson Melo, Odailta Alves, Talles Ribeiro e Robson Haderchpek<br />
Fotografia da capa: Pht.all<br />
Produção, direção criativa e fotografia: Foster Costa<br />
Produção local em Arcoverde: Jéssica Mendes<br />
Assistência de produção no Recife: Núcleo O Postinho<br />
Mídias sociais: Dispense Perspectiva Preta em Cena<br />
Realização: DoceAgri<br />
Assessoria de imprensa: Daniel Lima<br />
Incentivo público: financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE)<br />
Apoio: Sesc-Arcoverde e Espaço O Poste</p>
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		<title>Com incentivo da LPG, artista autoral Luana Tavares estreia álbum visual “Outro Astral”</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A artista pernambucana Luana Tavares desdobra as suas músicas da carreira solo autoral com o lançamento do álbum visual “Outro Astral”, onde as três canções do EP são as próprias trilhas sonoras do audiovisual (bit.ly/4sEsccM). Ela traz narrativas de raça, gênero, ancestralidade e território, sobretudo por ser uma cantora e compositora da Zona da Mata [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123464" aria-labelledby="figcaption_attachment_123464" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Manu Leite</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Manu-Leite-foto-As-sete-artistas-e-mulheres-negras-do-álbum-visual-Outro-Astral.-Da-esquerda-para-a-direita-Preta-Milla-Patrícia-Fernandes-Ruana-Oliveira-Luana-Tavares-Mariana-Sophia-Daranagô-e-.jpg"><img class="size-medium wp-image-123464" alt="Foto: Manu Leite " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Manu-Leite-foto-As-sete-artistas-e-mulheres-negras-do-álbum-visual-Outro-Astral.-Da-esquerda-para-a-direita-Preta-Milla-Patrícia-Fernandes-Ruana-Oliveira-Luana-Tavares-Mariana-Sophia-Daranagô-e--607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As sete artistas e mulheres negras do álbum visual Outro Astral. Da esquerda para a direita &#8211; Preta Milla, Patrícia Fernandes, Ruana Oliveira, Luana Tavares, Mariana Sophia e Daranagô</p></div>
<p>A artista pernambucana Luana Tavares desdobra as suas músicas da carreira solo autoral com o lançamento do álbum visual “Outro Astral”, onde as três canções do EP são as próprias trilhas sonoras do audiovisual (bit.ly/4sEsccM). Ela traz narrativas de raça, gênero, ancestralidade e território, sobretudo por ser uma cantora e compositora da Zona da Mata Norte de Pernambuco, natural de Goiana. Inclusive, a gravação dos videoclipes foi realizada no município, com cenas em Carne de Vaca, no litoral norte do estado e divisa com a Paraíba/PB. No local, existe uma relação da natureza entre mar, rio, mangue e mata.</p>
<p>O projeto tem incentivo público, com o financiamento do edital da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE); e Ministério da Cultura e Governo Federal. A realização e a produção são conjuntas entre Luana Tavares, Boca da Mata Produções, Filmes da Mãe e Geladeira Produções.</p>
<p>A pernambucana celebra também o protagonismo e a identidade das mulheres negras e pretas, a partir da atuação artística e suas funções como coreografia, direção de arte, figurino, trancista, costureiras, assistência de maquiagem, fotografia etc. Por meio da arte e da música, potencializa o empoderamento feminino com representatividade da cultura negra e sua coletividade. Além dos ritmos, o álbum visual reúne recursos de acessibilidade em Libras, Audiodescrição e Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE), para as pessoas com deficiência auditiva e visual. A classificação indicativa é livre.</p>
<p>“É a força que vem de lá”, afirma Luana Tavares. Para ela, o lançamento é a reafirmação da vida. “Viver do que te mantém vivo é um desafio diário. Mas sei que cada passo dado é guiado também por uma ancestralidade que nunca teve oportunidade de caminhar. Eu sigo! De cabeça erguida. Grata por tanto”, agradece.</p>
<p>A dança das seis bailarinas pernambucanas Milla Andrade, Daranagô, Mariana Sophia, Patricia Fernandes, Rayane Mayara e Ruanna Oliveira está no conceito do álbum visual, com Anthony Leão como coordenador de coreografia. Vale destacar a diversidade de corpos, mentes, performances, conhecimentos, vivências, referências e criações das dançarinas. Entre os elementos dos clipes estão turbantes, coroa de flores, penteados afro (black power e tranças), além de acessórios, frutas como alimento, natureza, cenários e diversos componentes ancestrais.</p>
<p>No videoclipe “Orí”, a artista Poli, do Recife/PE, canta e performa juntamente com Luana, que também leva essa parceria na própria canção do EP, composto por três músicas. “Bem Me Quero” abre a sequência e “Eu Sou” conclui.</p>
<p>“A canção ‘Bem Me Quero’ traz versos de libertação e autoafeto. Já a música ‘Orí’ é em respeito ao destino, ao sagrado e à força do corpo como morada ancestral. Para concluir, ‘Eu Sou’ declara com firmeza a chegada em um novo estado de espírito, um novo astral, onde me reconheço como presença plena. Busquei me conectar com novos ritmos e traduzir esse meu outro lado, mais energético, pop, afro de uma maneira minha”, comenta a cantora.</p>
<p>Rafael Anaroli, do município de Condado (Zona da Mata Norte de Pernambuco), assina a direção e o roteiro do álbum visual “Outro Astral”, com produção executiva/direção de produção de Julianna Mota e assistência de direção de Filipe Marcena.</p>
<p>“Quando eu vi Luana pela primeira vez, cantando samba em Condado, já senti que iríamos trabalhar juntas e assim foi feito. Foi um reencontro ancestral, e inclusive temos a Zona da Mata Norte como território de afeto, memória, luta, conquistas e reconhecimentos”, complementa Rafael Anaroli.</p>
<p>A equipe técnica também é composta por Raphael Malta Clasen (direção de fotografia); Ilton Ferreira (assistência de fotografia); Dulcilene Rodrigues (assistência de produção); Thiago Ferreira (platô); Kauany Silva (direção de arte e figurino); Danielle Canoeiro (co-direção de arte e figurino); Uri Jefferson (assistência de arte); Odara Passos e Sabrina Felix (costureiras); Andréa Afonso (caracterização); Syonara Azevedo (assistência de maquiagem); Monique Mirelle (trancista); Sandro Santos (coordenação de elétrica e maquinaria); Índio Freitas (assistência de elétrica e maquinária); Manu Leite (fotografia still); Enoki (motorista); Pina (montagem e correção de cor); e Daniel Lima (assessoria de imprensa).</p>
<p>“Outro Astral é um sonho e sou grata a cada pessoa que me ajudou a realizar. Acredito que é um portal que se abre porque é uma semente plantada e colhida com amor e brio. É uma flecha cheia de bem querer”, festeja Luana Tavares.</p>
<p>Vale lembrar que o EP é fruto da 1ª colocação conquistada no prêmio “Pré-AMP 2024”, pela Mostra AMP de Música. A produção musical de “Outro Astral” tem a assinatura de Lêdo Ivo Jr, com captação, masterização e mixagem realizadas por Marco Melo. Ambos são pernambucanos.</p>
<p>Conectada com o amor pela música, natureza e poesia, Luana Tavares tem conquistado espaço como voz feminina da cultura preta e do interior do estado, sendo protagonista. Além disso, torna-se consequentemente referência e inspiração para as novas vozes femininas negras e interioranas.</p>
<p>“Em ‘Outro Astral’ existe uma reconstrução pelo afeto, pela espiritualidade e pela palavra. Cada música foi escrita em um momento de reinvenção, para lembrar que nós, mulheres negras, somos e podemos ser, pois a força ancestral cura. ‘Outro Astral’ é sobre resistência e amor, mas também sobre leveza, sobre se permitir florescer”, acrescenta a compositora.</p>
<p>A artista Luana Tavares está nas plataformas digitais desde 2020, quando estreou com o clipe e música “Reconstruir”. Em 2022, lançou o álbum “Boca da Mata” (ao vivo), sendo o primeiro da própria discografia, com letras compostas por narrativas da ancestralidade e cultura negra. Também realizou a transmissão do “Boca da Mata”, disponível no YouTube, com gravação no Sesc Ler Goiana. No ano de 2023, mais duas canções foram lançadas: “Outro Astral”, com participação da cantora Surama Ramos, de Jaboatão dos Guararapes/PE, e “Feminina Deusa”. Já em 2024, veio a música “Flecha Negra”. No ano passado, chegou “Outro Astral”, EP de estreia da carreira solo.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>Álbum visual “Outro Astral” (minutagem: 10 minutos e 40 segundos; classificação indicativa: livre)<br />
Realização e produção: Luana Tavares, Boca da Mata Produções, Filmes da Mãe e Geladeira Produções<br />
Roteiro e direção: Rafael Anaroli<br />
Produção executiva e direção de produção: Julianna Mota<br />
Assistência de direção: Filipe Marcena<br />
Cantora convidada: Poli<br />
Direção de fotografia: Raphael Malta Clasen<br />
Assistência de fotografia: Ilton Ferreira<br />
Assistência de produção: Dulcilene Rodrigues<br />
Platô: Thiago Ferreira<br />
Direção de arte e figurino: Kauany Silva<br />
Co-direção de arte e figurino: Danielle Canoeiro<br />
Assistência de arte: Uri Jefferson<br />
Costureiras: Odara Passos e Sabrina Felix<br />
Caracterização: Andréa Afonso<br />
Assistência de maquiagem: Syonara Azevedo<br />
Trancista: Monique Mirelle<br />
Coordenação de elétrica e maquinaria: Sandro Santos<br />
Assistência de elétrica e maquinária: Índio Freitas<br />
Fotografia still: Manu Leite<br />
Motorista: Enoki<br />
Montagem e correção de cor: Pina<br />
Assessoria de imprensa: Daniel Lima<br />
Coordenação de coreografia: Anthony Leão<br />
Bailarinas: Milla Andrade, Daranagô, Mariana Sophia, Patricia Fernandes, Rayane Mayara, Ruanna Oliveira<br />
Local: Carne de Vaca (Goiana/PE &#8211; Zona da Mata Norte)<br />
Recursos de acessibilidade: Libras, Audiodescrição e Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE)<br />
Músicas: “Bem Me Quero”; “Orí”; “Eu Sou”<br />
Incentivo público: financiamento do edital da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE); e Ministério da Cultura e Governo Federal<br />
Agradecimentos: Bar do Sérgio, Dona Jarlita e Vaqueiro<br />
Apoios: Acria, Hotel Abba Goiana, Nove Filmes, Tintas MegaÓ e Virtual Estúdio</p>
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		<title>Oficina gratuita para elaboração de projetos em artes visuais com foco no Funcultura</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:45:58 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123455" alt="WhatsApp Image 2026-04-07 at 10.00.45" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Com a abertura das inscrições para o edital Funcultura Geral marcada para 14 de abril, a Maumau Galeria, no Recife, recebe de 15 a 28 de abril a oficina gratuita “Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos”, voltada à formação de 15 agentes culturais da área de artes visuais. Ministrada pela jornalista e produtora cultural Clarice Hoffmann, a atividade terá carga horária de 35 horas-aula, distribuídas em dez encontros presenciais, de segunda a sexta, sempre das 14h às 17h30.</p>
<p>A oficina integra ações viabilizadas com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, por meio do Ministério da Cultura, Governo Federal, e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.</p>
<p>A proposta da oficina é oferecer uma formação prática para artistas, produtores, curadores e profissionais de áreas afins, como fotografia e design, com foco na elaboração e na gestão de projetos culturais. Segundo Clarice, o diferencial está na apresentação didática de estudos de caso e exemplos concretos de projetos aprovados. “Acho que o grande diferencial do que vou fazer é justamente isso: mostrar didaticamente uma série de projetos elaborados e aprovados”, afirma.</p>
<p>Dividida em dois módulos, a oficina vai abordar, de um lado, os principais itens exigidos em formulários de inscrição, como objeto, justificativa, objetivos, estratégia de ação, ficha técnica-orçamentária e anexos; de outro, aspectos da gestão dos projetos aprovados, como documentação, relatório final e prestação de contas.</p>
<p>Além de Clarice Hoffmann, a programação contará com rodas de diálogo conduzidas por Liliana Tavares, com foco em acessibilidade; Lia Letícia, sobre projetos de formação e capacitação; e Irma Brown, tratando de projetos de pesquisa. A oficina contará ainda com interpretação em Libras.</p>
<p>Atuando como produtora cultural desde meados dos anos 1990, Clarice acumula experiência em dezenas de projetos aprovados em editais públicos e privados. Nos últimos três anos, aprovou 18 projetos em diferentes seleções, entre eles propostas ligadas a artistas como Lourival Cuquinha, Beto Normal, Lia Letícia, Moacyr Campelo e Iza do Amparo, entre outros.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 12 de abril, por meio de link disponível nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria. A seleção seguirá as políticas afirmativas que orientam o PNAB e o Funcultura.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos<br />
Oficina presencial com Clarice Hoffmann<br />
Quando: de 15 a 28 de abril, de segunda a sexta, das 14h às 17h30<br />
Onde: Maumau Galeria – Rua Nicarágua, 173, Espinheiro, Recife<br />
Inscrições gratuitas: até 12 de abril, nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Alunos de Arquitetura visitam obras Mosteiro de São Bento e Igreja de São Pedro Mártir</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/alunos-de-arquitetura-visitam-obras-mosteiro-de-sao-bento-e-igreja-de-sao-pedro-martir/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 17:09:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[educação patrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[igreja são pedro martir de verona]]></category>
		<category><![CDATA[Mosteiro de São Bento]]></category>
		<category><![CDATA[obra]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[restauro]]></category>

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		<description><![CDATA[“Trabalhar com o passado para viver no presente e transmitir ao futuro.” A frase sintetiza uma orientação geral do trabalho com Patrimônio e foi dita a estudantes de Arquitetura que visitaram as obras do Mosteiro de São Bento e da Igreja de São Pedro Mártir de Verona, em Olinda. Na última sexta (27), alunos do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171736883_ade0590d0a_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123416" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171736883_ade0590d0a_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“Trabalhar com o passado para viver no presente e transmitir ao futuro.” A frase sintetiza uma orientação geral do trabalho com Patrimônio e foi dita a estudantes de Arquitetura que visitaram as obras do Mosteiro de São Bento e da Igreja de São Pedro Mártir de Verona, em Olinda. Na última sexta (27), alunos do curso de Arquitetura na Uninassau foram aos dois templos para conhecer mais sobre o trabalho de restauração feito neles, em mais uma iniciativa de Educação Patrimonial da Fundarpe com a Diretoria de Obras e Projetos Especiais, que coordena as obras.</p>
<p>A visita dos alunos foi guiada pelo diretor de Obras e Projetos Especiais, Frederico Almeida, que explicava nuances dos trabalhos sobre os bens integrados – aqueles que não são a construção em si, mas que compõem o Patrimônio e não são móveis, como os altares ou o forro do teto. Almeida comentou desde pontos elementares, como a pátina da fachada do Mosteiro de São Bento, que uma aluna pensou ser sujeira, até questões culturais que envolvem o trabalho de restauro. “Na Alemanha, o trabalho de restauração envolve reconstrução, mesmo. Isso porque muito patrimônio material foi perdido na Segunda Guerra. Aqui no Brasil, ‘reconstrução’ é quase um palavrão dentro do contexto de trabalho patrimonial”, brincou o diretor.</p>
<p>O contraste entre o Mosteiro, templo barroco que data do final do século 16 e é gerido por uma irmandade religiosa, e a Igreja de São Pedro Mártir – predominante barroca, que atualmente não é zelada por uma irmandade e conta com menos bens integrados (além de demandar mais obras civis) –, foi didático para que os alunos entendessem as diferentes nuances que envolvem o cuidado com Patrimônio. “É legal ver que há recursos sendo investidos nas igrejas; elas são documentos históricos e o que estamos vendo é a História sendo restaurada, a identidade do Estado sendo preservada. E mesmo com as diferenças entre as igrejas, patrimônio é patrimônio, tem que cuidar”, destaca o estudante Lucas Carvalho, do 9º período de Arquitetura da Uninassau.</p>
<p>“Esse trabalho de educação patrimonial que a Fundarpe faz é muito importante para todos, inclusive para quem vai trabalhar como arquiteto. Acho bem interessante ter essa possibilidade de visitar. No caso dessa visita, são duas igrejas muito diferentes, e isso faz a gente perceber que tudo é patrimônio, tendo características diferentes, tendo mais adornos ou menos adornos. A gente precisa cuidar de tudo”, afirma o professor Silvino Marinho, da Uninassau, responsável pela ida dos alunos e que leciona a disciplina de Preservação do Patrimônio Arquitetônico e Restauro.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171819079_b617801012_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123417" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171819079_b617801012_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><b>EDUCAÇÃO PATRIMONIAL – </b>Além das igrejas, os estudantes também conheceram mais sobre as iniciativas de Educação Patrimonial da Fundarpe, que abrange capacitações para gestores, professores e alunos de escolas públicas estaduais. A capacitação também pode ser solicitada para estudantes de ensino superior, pois o conteúdo é adequado ao público-alvo. Para solicitar a formação em Educação Patrimonial, basta entrar em contato pelo e-mail <a href="mailto:e.patrimonial26@gmail.com">e.patrimonial26@gmail.com</a>.</p>
<p>“Nosso trabalho é percorrer o Estado, difundindo noções de patrimônio e engajando as pessoas no cuidado com esses bens comunitários. Muitas vezes, há edificações que não são tombadas, mas que são importantes para o senso de pertencimento de uma cidade, por exemplo. Mesmo sem o tombamento, as pessoas podem cuidar de uma construção que faça parte da identidade daquela coletividade”, explicou Mano Casado,  técnico da Gerência de Educação Patrimonial da Fundarpe, aos alunos da Uninassau.</p>
<p>A Fundação também apresenta os patrimônios em escolas públicas do Estado por meio da exposição itinerante Patrimônios de Pernambuco, que circula há mais de 3 anos. A mostra é fruto de uma cartilha virtual criada pela Fundação para ser utilizada como material didático em ações de educação patrimonial. Entre os destaques estão os quebra-cabeças dos Patrimônios Vivos, do Patrimônio Material, Imaterial e Ferroviário, além de um painel interativo que convida o visitante a compartilhar suas próprias referências culturais.</p>
<p><b>OBRAS </b>– As obras da Basílica e Mosteiro de São Bento e da Igreja de São Pedro Mártir são executadas pela Fundarpe, com recursos disponibilizados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (IPHAN) por meio do Novo PAC. A primeira envolve mais de R$ 15 milhões em ações tanto de restauro e conservação quanto de obras civis (drenagem das fundações, implantação de sistema de combate a incêndio, entre outras). Já foram restaurados os bens integrados da capela-mor. O restauro da nave está previsto para ser entregue em junho.<a href="file:///C:/Users/valentine.herold/Downloads/Release_Ed._Patrimonial_Mosteiro_27.03.odt#_msocom_1"><br />
</a></p>
<p>No caso da Igreja de São Pedro Mártir, os recursos (mais de R$ 1 milhão) são destinados à modernização do prédio (com acessibilidade e proteção a incêndio, por exemplo) e recuperação (pisos, fachadas, esquadrias e telhado). Foram concluídas as calçadas e rampas que circundam toda a igreja. Estão em andamento as obras nos banheiros, além do restauro das esquadrias e dos óculos da capela-mor (4 janelas circulares ou ovais, duas de cada lado). Também foram iniciadas as pinturas interna e externa da edificação.<a href="file:///C:/Users/valentine.herold/Downloads/Release_Ed._Patrimonial_Mosteiro_27.03.odt#_msocom_2"><br />
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<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171962125_20b7d7a99e_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123418" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171962125_20b7d7a99e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /><br />
</a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171573021_32fd8dd5db_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123419" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/55171573021_32fd8dd5db_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
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