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	<title>Portal Cultura PE &#187; Home</title>
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		<title>“Bailarinas em Suspeição” lança videodança e artigo sobre dançarinas invisibilizadas em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A história de mulheres que dançaram, trabalharam e resistiram nos cassinos pernambucanos entre as décadas de 1930 e 1950 ganha nova visibilidade com o lançamento do projeto &#8220;Bailarinas em Suspeição: Mulher, Dança e Trabalho nos Cassinos Pernambucanos (1930–1950)&#8221;. Idealizado pela artista da dança, pesquisadora e videomaker Marcela Rabelo, o projeto será lançado na quarta-feira, 29 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Crédito-das-fotos-de-Morgana-Narjara-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123617" alt="Foto: Morgana Narjara" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Crédito-das-fotos-de-Morgana-Narjara-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="justify">
<p>A história de mulheres que dançaram, trabalharam e resistiram nos cassinos pernambucanos entre as décadas de 1930 e 1950 ganha nova visibilidade com o lançamento do projeto &#8220;Bailarinas em Suspeição: Mulher, Dança e Trabalho nos Cassinos Pernambucanos (1930–1950)&#8221;. Idealizado pela artista da dança, pesquisadora e videomaker Marcela Rabelo, o projeto será lançado na quarta-feira, 29 de abril, Dia Internacional da Dança, data simbólica que reforça o diálogo da iniciativa com a valorização da arte do corpo e de suas histórias.</p>
<p align="justify">
<p>A estreia reúne duas frentes principais: a publicação de um artigo científico e o lançamento de uma videodança no canal do Youtube do projeto: @bailarinasemsuspeição, fruto do processo de criação e investigação em dança a partir da pesquisa. Também contempla o projeto a criação de um blog/site que funcionará como um pequeno acervo digital aberto, reunindo o artigo, a videodança e conteúdos reunidos na pesquisa e materiais históricos.</p>
<p align="justify">
<p>A iniciativa, desenvolvida entre setembro de 2025 e abril de 2026, propõe revisitar um período em que os cassinos eram importantes centros de produção artística no Recife e em Pernambuco, ao mesmo tempo em que lança um olhar crítico sobre as condições de trabalho e as narrativas construídas em torno das mulheres que atuavam como bailarinas nesses espaços.</p>
<p align="justify">
<p>Resultado de um extenso levantamento documental, o projeto parte da análise de jornais, revistas e, especialmente, de fichas e prontuários do antigo DOPS, acessados a partir do projeto &#8220;Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos&#8221;, de 2016, da pesquisadora e jornalista Clarice Hoffmann, que integra a equipe ao lado da professora e antropóloga Selma Albernaz.</p>
<p align="justify">
<p>Ao todo, cerca de 90 mulheres, entre brasileiras e estrangeiras, foram mapeadas, revelando trajetórias atravessadas por vigilância, estigmas e também por intensa produção artística em dança.</p>
<p align="justify">
<p>“Quando tive acesso a esses documentos, me chamou atenção não só a quantidade de mulheres identificadas como bailarinas, pernambucanas, brasileiras de outros estados e estrangeiras, mas principalmente a forma como eram descritas. Fichas do prontuário e matérias de jornais que designavam a profissão bailarina, caminhavam juntos com discursos marcados por julgamento, objetificação e desvalorização. Isso gerou em mim uma identificação imediata e uma pergunta que move toda a pesquisa: o que realmente mudou na forma como a mulher artista da dança é vista, dos anos 1930 até hoje?”, enfatiza a artista da dança Marcela Rabelo.</p>
<p align="justify">
<p>Ao investigar essas histórias, o projeto evidencia como o olhar de suspeição sobre essas mulheres era construído a partir de critérios recorrentes, como nacionalidade, tipos de dança praticados, estado civil, raça e circulação entre diferentes cidades e países.</p>
<p align="justify">
<p>Nos documentos e matérias da época, surgem classificações como bailarina clássica, de salão, vedete, fantasista, sambista, rumbeira, sapateadora, acrobata ou girls (integrante de coros). Categorias que, muitas vezes, vinham acompanhadas de discursos moralizantes e de uma vigilância que ultrapassava os palcos. As trajetórias mapeadas revelam um cenário complexo e cheio de contradições.</p>
<p align="justify">
<p>A maioria das bailarinas fichadas eram pernambucanas e de outros estados brasileiros. Mesmo percebendo uma maior glamourização em torno das bailarinas estrangeiras nas notícias e propagandas dos cassinos, o estigma moralizante recaía sobre todas elas. No caso de Maria José Rodrigues, bailarina pernambucana que atuava no Cassino Império, um detalhe chama atenção: no momento de seu fichamento no DOPS/PE, uma ficha do Departamento de Saúde Pública. Esse tipo de documento, associado a práticas de controle sanitário direcionadas a mulheres em situação de prostituição, historicamente submetidas a processos de estigmatização, evidencia como sua atuação artística era atravessada por dispositivos de vigilância que extrapolavam o campo da dança. Já Lilia Naldi, nome artístico de Maria de Lourdes de Sousa Pinheiro, transitava entre a dança clássica e as chamadas danças típicas brasileiras, com vínculos institucionais importantes, mas ainda assim foi monitorada, mostrando que nem o reconhecimento artístico a afastava da suspeição. Outras histórias chegam de forma fragmentada, como a de Dolores, que se apresentava ao lado do parceiro cubano Salvador Cárdenas, formando uma dupla que circulava por teatros e cassinos com repertórios que incluíam frevo e rumba.</p>
<p align="justify">
<p>A pesquisa também revela situações em que o próprio corpo em cena era motivo de vigilância. Marga Hernandez, por exemplo, dançava em dupla com Cecy, ou seja, duas mulheres em parceria artística em número de dança a dois, o que, em um contexto conservador, provocava estranhamento. Casos como o de Maria Lino, ligada ao maxixe, dança historicamente associada à sensualidade, mostram como determinadas expressões corporais eram usadas para reforçar julgamentos morais. Enquanto isso, Carmen Brown, artista negra de origem norueguesa, com atuação em danças afro-brasileiras e presença no cinema, era ao mesmo tempo celebrada e atravessada por discursos exotizantes, chegando a ser registrada oficialmente como branca, o que revela distorções profundas nos arquivos. Há ainda trajetórias marcadas por deslocamentos e narrativas dramáticas, como a de Alda Bogoslowa, artista russa que se apresentava como bailarina clássica e acumulava histórias de viagens, relações e episódios pessoais explorados publicamente. Ou como Geraldine Pike, acrobata estadunidense conhecida como “mulher sem ossos”, cuja vida privada também era monitorada, evidenciando como a vigilância se estendia para além da cena.</p>
<p align="justify">
<p>Mais do que exceções, essas histórias apontam para um padrão, que são mulheres artistas constantemente observadas, classificadas e julgadas, em um contexto em que suas trajetórias profissionais eram atravessadas por mecanismos de controle social. Mais do que reconstruir o passado, o projeto propõe um diálogo direto com o presente. As questões levantadas pela pesquisa, sobre trabalho, corpo, moralidade e representação, continuam atravessando a experiência de mulheres na dança hoje.</p>
<p align="justify">
<p>“Ao longo da pesquisa, reconheci nessas histórias experiências que ainda fazem parte da trajetória de muitas artistas da dança na atualidade, inclusive a minha e a de colegas de cena. Esses corpos seguem sendo atravessados por julgamentos, mas também seguem criando, resistindo e reinventando formas de existir”, complementa Marcela Rabelo.</p>
<p align="justify">
<p><strong>VIDEODANÇA</strong> &#8211; Essa reflexão também se desdobra na criação de videodança por Marcela Rabelo, obra inspirada nos registros históricos que busca tensionar, no corpo contemporâneo, as camadas de glamour, precarização e estigmatização associadas à figura da bailarina ao longo do tempo.</p>
<p align="justify">
<p>No processo de criação, além de participar como bailarina, Marcela convida mais três artistas da dança pernambucanas que dialogam com as técnicas de dança apresentadas nos documentos e arquivos históricos das bailarinas abarcadas na pesquisa: Amanda Andrade, Júlia França e Giselly Andrade.</p>
<p align="justify">
<p>A produção da videodança, em processo de construção, que estreia no dia 29/04 no canal do Youtube do projeto, dialoga diretamente com o artigo científico, estabelecendo uma ponte entre linguagem acadêmica e criação artística.</p>
<p align="justify">
<p>Em um movimento que conecta arte, pesquisa e memória, o projeto reafirma a importância de reconhecer o papel das mulheres na construção da cultura e de questionar as narrativas que, ainda hoje, atravessam seus corpos e suas trajetórias.</p>
<p align="justify">
<p>Realizado com incentivo do edital de fomento à cultura PNAB 2024 do Governo Federal, através do Ministério da Cultura, e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE), o projeto reforça a importância do investimento público em iniciativas que articulam pesquisa, criação artística e preservação da memória cultural.</p>
<p align="justify">
<p><strong>INFORMAÇÕES</strong><br />
Instagram: @bailarinasemsuspeicao<br />
Canal do Youtube do projeto: @bailarinasemsuspeição<br />
Blog/site: https://bailarinasemsuspeicao.blogspot.com/</p>
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		<title>Pequeno Encontro da Fotografia chega ao Recife em abril de 2026</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:15:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/PEF-2023_ciranda_Foto-Francisco-11.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123611" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/PEF-2023_ciranda_Foto-Francisco-11-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O festival Pequeno Encontro da Fotografia será realizado pela primeira vez no Recife, desta quarta a sexta-feira (22 a 25 de abril de 2026), com recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Fundarpe e da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE). Pessoas de várias cidades brasileiras apresentarão suas criações ao público na Ciranda Fotográfica e nas Projeções, atividades realizadas no prédio do Núcleo de Gestão do Porto Digital, no Bairro do Recife.</p>
<p>No mesmo local, ocorrerão as aulas das oficinas ministradas por Marina Feldhues (PE) e pelo Coletivo Ciano, Cidade (PE). Já o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam), na Boa Vista, receberá o Café Pequeno, com lançamentos de livros, apresentação de obras criadas por fotógrafas convidadas e de imagens feitas durante a Expedição Fotográfica, entre outras atrações. A programação da 11ª edição do evento conta ainda com o Espaço da Pesquisa, que será transmitido ao vivo pelo YouTube (mas os textos já estão disponíveis para leitura pelo site). Tudo com acesso gratuito.</p>
<p>“É sempre um grande desafio desenhar o Pequeno Encontro da Fotografia, mas é sempre muito gratificante ver a riqueza das trocas que costumam acontecer. Neste ano, experimentamos ampliar ainda mais o espaço das convocatórias na programação do evento e foi muito interessante ver tantas propostas diferentes, vindas dos mais variados lugares, garantindo a diversidade e a pluralidade que nos animam desde o início”, resumem os curadores do festival, Eduardo Queiroga, Maria Chaves e Mateus Sá.</p>
<p>As criações apresentadas no Espaço da Pesquisa, na Ciranda Fotográfica e nas Projeções foram selecionadas por meio de convocatória. “Recebemos muitos trabalhos interessantes, e a tarefa da curadoria foi garantir um equilíbrio entre a diversidade de perspectivas e os diálogos possíveis entre elas. Esta edição é marcada pela presença de eixos temáticos como corpo, gênero, memória e território, que refletem os direcionamentos do pensamento sobre fotografia e imagem na atualidade. A seleção contempla ainda trabalhos mais focados no fazer fotográfico e no pensar esse fazer”, comenta a professora Greice Schneider (UFS), convidada para a curadoria do Espaço da Pesquisa neste ano.</p>
<p>Os temas citados pela curadora também se fazem presentes em obras escolhidas para Ciranda Fotográfica e as Projeções. Há criações sobre identidade e ancestralidade ou sobre relações entre os seres humanos e a natureza, por exemplo. Algumas foram criadas a partir de imagens de álbuns de família ou de outros acervos. Outros ensaios foram realizados em lugares como terreiros de candomblé no Recife e em Olinda; a aldeia Ulupuwene, no Alto Xingu (MT); o território afro-indígena situado a Serra dos Paus Dóias, no alto da Chapada do Araripe (PE); os terreiros do Pajé Barbosa, no território Pitaguary (CE); ou acompanhando as comitivas de esmolação de São Benedito que saem do Pará e chegam até o Maranhão.</p>
<p>Quem assistir às apresentações da Ciranda Fotográfica poderá indicar sua obra favorita. Os dois mais votados (um da manhã e outro da tarde) receberão como prêmio cinco impressões Fine art 30 x 45 cm feitas pelo ADI – Atelier de Impressão, apoiador do evento junto com o Porto Digital e o Mamam. O resultado será anunciado durante o Café Pequeno, que marca o encerramento do festival em confraternização.</p>
<p>Na ocasião serão realizados lançamentos de três livros. Arquivo, Fotografia e a Carne Negra: um estudo ante-estética de suas (po)éticas implicadas, de Marina Feldhues (PE) apresenta reflexões críticas sobre as implicações (po)éticas entre arquivos diversos, a fotografia e a carne negra tanto para a ordenação do mundo antinegro, quanto para sua desordem e a emergência de outros mundos (im)possíveis – a autora também participa de uma conversa com o público na sexta-feira. O fotolivro Sertão de Lembranças nasceu de uma pesquisa de linguagem em fotografia desenvolvida entre 2021 e 2024 no Sertão do Pajeú e objetiva criar sentidos entre a noção de lembrança elaborada com fotografias familiares e da poesia através da interação entre o fotógrafo José Afonso Jr., a poetisa Mariana Véras (PE). O fotolivro Presenças é descrito como um exercício de arqueologia visual, em que Mergulha e Voa (PE) busca decifrar a própria identidade não no espelho, mas nos vestígios do mundo: na dureza do concreto, na memória das paredes e nos objetos que sobrevivem ao tempo.</p>
<p>Durante a noite o público também poderá conferir obras de artistas convidadas. O projeto Mergulho é composto de 21 trabalhos, cada um contendo uma foto de um objeto da casa, uma foto de arquivo e um poema. Esse é o último projeto em que a fotógrafa Eliane Velozo, que tem deficiência visual com perda progressiva da visão, teve autonomia total na utilização do programa Photoshop. Já videoarte Madonnas e Fridas foi elaborada como uma ação artística e colaborativa integrante do projeto Madonnas e Fridas: arte e maternidade como agenciamentos políticos, de Ana Sabiá (SC). Por meio de uma convocatória pública, foram selecionados os trabalhos que compõem a obra, um caleidoscópio de olhares e sentidos em torno de maternidades críticas e fotografia através das experiências poéticas de 50 mulheres artistas brasileiras.</p>
<p>No Café Pequeno ainda serão exibidos resultados das oficinas desta 11ª edição: Fotografia Experimental, ministrada pelo Coletivo Ciano, Cidade (PE) para estudantes Escola de Referência em Ensino Médio Professor Ernesto Silva, e Colagem e a fabulação de si, ministrada por Marina Feldhues (PE).</p>
<p>Além disso, serão projetadas imagens feitas na manhã do sábado pelos participantes da Expedição Fotográfica. A atividade é aberta ao público e não é necessário se inscrever para participar, nem ser profissional da fotografia (a organização lembra apenas que o uso de uma câmera digital que pode ser a do celular facilita o processo para quem quiser enviar suas imagens a tempo de participar da projeção coletiva). O roteiro muda a cada edição do festival e o ponto de partida será divulgado em breve pelo site e pelas redes sociais.</p>
<p><strong>Mais informações:</strong><br />
pequenoencontrodafotografia.com<br />
pequenoencontro@gmail.com<br />
Instagram: @pequenoencontrodafotografia<br />
YouTube: @pequenoencontrodafotografia<br />
Facebook: PequenoEncontroDaFotografia</p>
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		<title>5ª Semana do Audiovisual Negro com programação de oficinas, cineclube e rodas de conversa</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/5a-semana-do-audiovisual-negro-com-programacao-de-oficinas-cineclube-e-rodas-de-conversa/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:39:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com uma programação distribuída ao longo do ano, a 5ª Semana do Audiovisual Negro (SAN) entra no momento presencial, acontecendo primeiramente na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), no bairro da Boa Vista, Centro do Recife. As atividades sobre formação e mercado audiovisual negro e indígena são gratuitas, sendo realizadas durante três dias seguidos, desta quarta-feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/July-foto-5ª-Semana-do-Audiovisual-Negro-destaca-que-é-essencial-esse-diálogo-entre-estudantes-e-profissionais-premiados-e-referências-do-audiovisual-do-Nordeste.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123604" alt="Foto: divulgação " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/July-foto-5ª-Semana-do-Audiovisual-Negro-destaca-que-é-essencial-esse-diálogo-entre-estudantes-e-profissionais-premiados-e-referências-do-audiovisual-do-Nordeste-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com uma programação distribuída ao longo do ano, a 5ª Semana do Audiovisual Negro (SAN) entra no momento presencial, acontecendo primeiramente na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), no bairro da Boa Vista, Centro do Recife. As atividades sobre formação e mercado audiovisual negro e indígena são gratuitas, sendo realizadas durante três dias seguidos, desta quarta-feira a sexta-feira (22 a 24 de abril), à tarde e à noite. A curadoria, a direção e a facilitação são de profissionais periféricos e populares de Pernambuco e do Nordeste.</p>
<p>A 5ª Semana do Audiovisual Negro tem incentivo do Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), pelo 17º edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de PE, por meio do Governo de Pernambuco, da Fundarpe e da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE).</p>
<p>A abertura, no dia 22/04, começa às 17h30, com a primeira gira de conversa (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”). Às 18h30, a pauta do debate é “Curadorias no cinema/audiovisual”. Em seguida, às 19h30, acontece a oficina de direção de fotografia com Sylara Silvério (RN). O cineclube “Alma no Olho” abre as atividades do dia 23/04, levando a curadoria de Feane Toê. Na sequência tem a formação em desenvolvimento de roteiro, trazendo a facilitação de Caio Dornelas (PE), às 19h30. O dia 24/04 reúne a roda de conversa, com o tema “Cinema independente no BR”, às 18h, e a exibição de filmes — curadoria de Luly Peligrosa — pelo “Alma no Olho”, às 19h30.</p>
<p>Caio Dornelas é realizador audiovisual com experiência em produção de conteúdo para televisão, cinema e internet. Ao longo da carreira artístico-cultural, são mais de 15 produções de curta-metragens. Ele também tem pesquisas em longas documentais e ficção. Já Sylara Silvério é diretora de fotografia com formação na EICTV (Cuba) e na Bucareste Ateliê de Cinema. Ela é do povo indígena Potiguara Mendonça, do Rio Grande do Norte.</p>
<p>“Nesta edição da 5ª SAN, além de debates e sessões com realizadoras e realizadores, temos masterclasses na imersão formativa”, reforça Rafa Nascimento, que assina a direção artística da 5ª Semana do Audiovisual Negro.</p>
<p>Além de Rafa Nascimento, Jota Carmo está na coordenação pedagógica e Tatiana Quintero, juntamente com Alexandre HN, na produção geral. A maioria da equipe técnica é pernambucana, sobretudo da Região Metropolitana do Recife (RMR), reunindo pessoas negras e indígenas. A realização da 5ª edição é do cineclube “Alma no Olho”, com a produção executiva de “Alto Mar &#8211; Imagens &amp; Movimentos”.</p>
<p>A SAN abriu inscrição ainda no ano passado para “Desafio Griô” e reabriu a oportunidade recentemente (indo até o dia 18 de abril). O desafio é uma atividade de formação com o objetivo tanto de incentivar como fortalecer estudantes das culturas negra e indígena, a partir da produção coletiva de um filme de duração máxima de cinco minutos (curta-metragem). A equipe tem que lançar a obra audiovisual em 72 horas, ou seja, três dias seguidos é o tempo recorde para criar, produzir e entregar. Sendo assim, foi necessário formar um grupo com pessoas de cursos, escolas, universidades, oficinas e capacitações de comunicação, rádio, tv, cinema e audiovisual, acompanhadas por professor, professora, orientador e orientadora.</p>
<p>É importante dizer que o tema do “Desafio Griô” é único, sendo revelado para os cinco grupos contemplados justamente depois dos encontros formativos. Feito isso, começa o processo de produção para realizar o roteiro, a filmagem, a edição, a finalização e a entrega do curta-metragem em até três dias. Além disso, concorrem a prêmios de estímulo à produção audiovisual, como locação de equipamentos de fotografia e de som (em parceria com a “Cabra Quente Filmes”, do Recife), consultorias profissionais de roteiro e de produção e distribuição do filme na tv e na internet. Caso o grupo não cumpra o prazo, o curta-metragem estreia nas programações, mas não compete pelas premiações.</p>
<p>As futuras obras autorais produzidas pelos grupos de estudantes já têm exibições de lançamento confirmadas: na 5ª Semana do Audiovisual Negro, no mês de maio deste ano, na TVU Recife (TV Universitária &#8211; canal aberto), afiliada à TV Brasil, e na UBUPLAY, plataforma de streaming gratuita destinada aos filmes realizados por pessoas negras e afrodiaspóricas.</p>
<p><strong>Maio</strong></p>
<p>A Semana do Audiovisual Negro segue para o Museu da Abolição, no bairro da Madalena, Zona Norte do Recife (rua Benfica, nº 1150), exatamente no dia 01/05 (sexta-feira, feriado nacional do Dia do Trabalhador). Nos dias 02/05 (sábado) e 03/05 (domingo), entra em cartaz no Cinema São Luiz, no bairro da Boa Vista, Zona Central do Recife (Rua da Aurora, nº 175). A programação segue nos dias 04/05 e 06/05, indo para o Cinema da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), na Cidade Universitária, Zona Oeste do Recife (Avenida Professor Moraes Rego, nº 1235). As sessões itinerantes também chegam aos municípios de Camaragibe/PE (Região Metropolitana do Recife) e Afogados da Ingazeira/PE (Sertão), com datas e horários a definir.</p>
<p>Com temáticas de raça, gênero e classe social, sobretudo de identidade racial, mais de 40 filmes de curta-metragem (ficção, documentário, animação e exposição de vídeos, como clipes) foram selecionados para a exibição na 5ª SAN. A escolha das obras de cinema — pernambucanas, do Nordeste e nacionais — foi feita pela curadoria formada por profissionais locais do audiovisual: Bia Pankararu (produtora cultural, audiovisual e comunicadora); João Rêgo (curador, programador, jornalista e crítico de cinema); Lúcio Vinícius (licenciado em História pela FASP); Karla Fagundes (educadora, pesquisadora e formada em História na UFPE); e Feane Toê (realizadora audiovisual, educadora e pesquisadora formada em Letras pela UPE, pós-graduada em Cultura Visual pela Unicap e mestranda em Estudos de Linguagem pela UFRPE).</p>
<p><strong>Programação do mês de abril &#8211; formação e mercado audiovisual negro e indígena<br />
</strong>Local: Unicap (bairro da Boa Vista, centro do Recife, Rua do Príncipe, nº 526)<br />
Entrada: gratuita (inscrição: bit.ly/4dOtihE)<br />
22/04 (quarta-feira)<br />
17h30 &#8211; abertura com a Gira 1 (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”)<br />
18h30 &#8211; Gira 2 (tema: “Curadorias no cinema/audiovisual”)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de direção de fotografia com Sylara Silvério<br />
23/04 (quinta-feira)<br />
18h &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Feane Toê)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de desenvolvimento de roteiro com Caio Dornelas<br />
24/04 (sexta-feira)<br />
18h &#8211; Gira 3 (tema: “Cinema independente no BR”)<br />
19h30 &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Luly Peligrosa)</p>
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		<title>Com inscrição gratuita para grupos de estudantes, Desafio Griô reúne oficinas de cinema e prêmios</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:13:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 5ª Semana do Audiovisual Negro (SAN) investe no Desafio Griô como atividade de formação, com o objetivo tanto de incentivar como fortalecer estudantes das culturas negra e indígena a partir da produção coletiva de um filme de duração máxima de cinco minutos (curta-metragem). A equipe tem que lançar a obra audiovisual em 72 horas, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123569" aria-labelledby="figcaption_attachment_123569" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/July-foto-Os-filmes-de-curta-metragem-produzidos-pelos-cinco-grupos-já-têm-exibições-confirmadas-na-abertura-da-V-Semana-do-Audiovisual-Negro-TVU-Recife-e-UBUPLAY..jpg"><img class="size-medium wp-image-123569" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/July-foto-Os-filmes-de-curta-metragem-produzidos-pelos-cinco-grupos-já-têm-exibições-confirmadas-na-abertura-da-V-Semana-do-Audiovisual-Negro-TVU-Recife-e-UBUPLAY.-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os filmes de curta-metragem produzidos pelos cinco grupos já têm exibições confirmadas, na abertura da V Semana do Audiovisual Negro, TVU Recife e UBUPLAY</p></div>
<p>A 5ª Semana do Audiovisual Negro (SAN) investe no Desafio Griô como atividade de formação, com o objetivo tanto de incentivar como fortalecer estudantes das culturas negra e indígena a partir da produção coletiva de um filme de duração máxima de cinco minutos (curta-metragem). A equipe tem que lançar a obra audiovisual em 72 horas, ou seja, três dias seguidos é o tempo recorde para criar, produzir e entregar. A inscrição é gratuita, podendo ser efetuada até este sábado (18/04).</p>
<p>O projeto tem incentivo público, com financiamento do Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco) do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), pelo 17º edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de PE.</p>
<p>Para preencher o formulário é necessário formar um grupo com pessoas de cursos, escolas, universidades, oficinas e capacitações de comunicação, rádio, TV, cinema e audiovisual, acompanhadas por professor, professora, orientador e orientadora. As inscrições, que foram reabertas, contemplam ao todo cinco grupos. É válido reforçar que Griôs são guardiões da memória dos povos africanos, contadores de histórias e transmissores de conhecimentos de seus ancestrais por meio da tradição oral (repasse do saber e crença na ancestralidade).</p>
<p>Vale dizer que o tema do Desafio Griô é único, sendo revelado para todas as pessoas envolvidas justamente depois dos encontros formativos. Feito isso, começa o processo de produção para realizar o roteiro, a filmagem, a edição, a finalização e a entrega do curta-metragem em até três dias. Além disso, concorrem a prêmios de estímulo à produção audiovisual, como locação de equipamentos de fotografia e de som, consultorias profissionais de roteiro e de produção e distribuição do filme na TV e na internet. Caso o grupo não cumpra o prazo, o curta-metragem estreia nas programações, mas não compete pelas premiações.</p>
<p>“No Desafio Griô, a gente une formação, coletividade, vivências artístico-culturais e mercado audiovisual, tudo dentro da programação da 5ª Semana do Audiovisual Negro. Consideramos como o primeiro dos desafios a formação do grupo, conforme o preenchimento das vagas com estudantes de comunicação e de audiovisual que estejam em cursos, escolas e universidades. O desafio vai além da seleção dos cinco grupos, isso porque, a partir da realização das atividades, fortalecemos o espaço de formação, conhecimento e produção no cinema das culturas negra, indígena, periférica e popular. O propósito também é potencializar estudantes e ao mesmo tempo conhecer novas pessoas, talentos etc.”, explica Rafa Nascimento.</p>
<p>As formações com especialistas do cinema ocorrem na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) nos dias 22 de abril (quarta-feira) — direção de fotografia com Sylara Silvério (RN) — e 23 de abril (quinta-feira) — desenvolvimento de roteiro com Caio Dornelas (PE) —, ambas às 19h30. A universidade fica no bairro da Boa Vista, centro do Recife (Rua do Príncipe, nº 526). Nessas datas e também no mesmo local, acontecem debates e sessões de filmes de curta-metragem, com a direção e facilitação de profissionais periféricos e populares de Pernambuco e do Nordeste. As exibições são pelo cineclube “Alma no Olho”. Essa programação na Unicap sobre formação e mercado audiovisual negro e indígena vai até sexta-feira (24/04), chegando a três dias seguidos de atividades. A entrada para os encontros é gratuita, sendo necessário inscrever-se.</p>
<p>A abertura, no dia 22/04, começa às 17h30, com a primeira gira de conversa (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”). Às 18h30, a pauta do debate é “Cinema independente no BR”. No dia 23/04, entra em cena uma nova sessão do cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Feane Toê;), às 18h30. Já no dia 24/04, a programação traz a gira com o tema “Curadorias no cinema/audiovisual”, às 18h, e o cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Luly Peligrosa), às 19h30.</p>
<p>“Caio Dornelas é realizador audiovisual com experiência em produção de conteúdo para televisão, cinema e internet. Ao longo da carreira artístico-cultural, são mais de 15 produções de curta-metragens. Ele também tem pesquisas em longas documentais e ficção. Já Sylara Silvério é diretora de fotografia com formação na EICTV (Cuba) e na Bucareste Ateliê de Cinema. Ela é do povo indígena Potiguara Mendonça, do Rio Grande do Norte. É essencial esse diálogo entre estudantes e profissionais premiados e referências do audiovisual do Nordeste”, destaca Rafa Nascimento, à frente da direção artística e da produção executiva da 5ª Semana do Audiovisual Negro.</p>
<p>Além de Rafa, Jota Carmo está na coordenação pedagógica e Tatiana Quintero, juntamente com Alexandre HN, na produção geral. A maioria da equipe técnica é pernambucana, sobretudo da Região Metropolitana do Recife (RMR), reunindo pessoas negras e indígenas. A realização da 5ª edição é do Cineclube “Alma no Olho”, com a produção executiva de “Alto Mar &#8211; Imagens &amp; Movimentos”.</p>
<p><strong>Estreias na TVU Recife e UBUPLAY</strong></p>
<p>É importante informar que as futuras obras autorais produzidas pelos grupos de estudantes já têm exibições de lançamento confirmadas: na abertura da V Semana do Audiovisual Negro, no mês de maio deste ano, na TVU Recife (TV Universitária &#8211; canal aberto), afiliada à TV Brasil, e na UBUPLAY, plataforma de streaming gratuita destinada aos filmes realizados por pessoas negras e afrodiaspóricas.</p>
<p><strong>Maio</strong></p>
<p>A abertura da 5ª edição da Semana do Audiovisual Negro acontece no Museu da Abolição, no bairro da Madalena, Zona Norte do Recife (rua Benfica, nº 1150), exatamente no dia 01/05 (sexta-feira, feriado nacional do Dia do Trabalhador). Nos dias 02/05 (sábado) e 03/05 (domingo), chega ao Cinema São Luiz, no bairro da Boa Vista, Zona Central do Recife (Rua da Aurora, nº 175). A programação segue nos dias 04/05 e 06/05, indo para o Cinema da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), na Cidade Universitária, Zona Oeste do Recife (Avenida Professor Moraes Rego, nº 1235). As sessões itinerantes também chegam aos municípios de Camaragibe/PE (Região Metropolitana do Recife) e Afogados da Ingazeira/PE (Sertão), com datas e horários a definir.</p>
<p>Com temáticas de raça, gênero e classe social, sobretudo de identidade racial, mais de 40 filmes de curta-metragem (ficção, documentário, animação e exposição de vídeos, como clipes) foram selecionados para a exibição na Semana do Audiovisual Negro. A escolha das obras de cinema — pernambucanas, do Nordeste e nacionais — foi feita pela curadoria formada por profissionais locais do audiovisual: Bia Pankararu (produtora cultural, audiovisual e comunicadora); João Rêgo (curador, programador, jornalista e crítico de cinema); Lúcio Vinícius (licenciado em História pela FASP); Karla Fagundes (educadora, pesquisadora e formada em História na UFPE); e Feane Toê (realizadora audiovisual, educadora e pesquisadora formada em Letras pela UPE, pós-graduada em Cultura Visual pela Unicap e mestranda em Estudos de Linguagem pela UFRPE).</p>
<p><strong>Programação do mês de abril &#8211; formação e mercado audiovisual negro e indígena</strong></p>
<p>Local: Unicap (bairro da Boa Vista, centro do Recife, Rua do Príncipe, nº 526)<br />
Entrada: gratuita (inscrição: bit.ly/4dOtihE)<br />
22/04 (quarta-feira)<br />
17h30 &#8211; abertura com a Gira 1 (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”)<br />
18h30 &#8211; Gira 2 (tema: “Cinema independente no BR”)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de direção de fotografia com Sylara Silvério<br />
23/04 (quinta-feira)<br />
18h &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Feane Toê)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de desenvolvimento de roteiro com Caio Dornelas<br />
24/04 (sexta-feira)<br />
18h &#8211; Gira 3 (tema: “Curadorias no cinema/audiovisual”)<br />
19h30 &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Luly Peligrosa)<br />
Desafio Griô (quem pode participar &#8211; inscrições gratuitas &#8211; prazo até o dia 18 de abril, sábado)</p>
<p><strong>Inscrições (acesse &#8211; bit.ly/4dOtihE):</strong> para grupos de estudantes das culturas negra e indígena, acompanhados por professor, professora, orientador e orientadora, que moram em Pernambuco e estão na graduação, curso técnico, oficina ou capacitação livre em audiovisual e comunicação (rádio, tv, cinema e áreas relacionadas). Estudantes do interior do estado têm hospedagem e transporte garantidos pela organização.</p>
<p><strong>Desafio:</strong> cinco grupos de estudantes de cursos de comunicação/audiovisual são contemplados para uma imersão formativa, com o objetivo de produzir um filme de curta-metragem (até cinco minutos), em até três dias (72 horas seguidas), a partir de um tema em comum. Os grupos também concorrem às premiações de estímulo à produção audiovisual.</p>
<p>Contato para dúvidas: audiovisualnegrodepe@gmail.com e @audiovisual.negro (perfil no instagram).</p>
<p><strong>Atividades:</strong> a inscrição está disponível tanto para estudantes como para o público em geral que deseja acompanhar especialmente a programação formativa (acesse &#8211; bit.ly/4dOtihE).</p>
<p><strong>Premiações:</strong> locação de equipamentos de fotografia e de som; consultorias profissionais de roteiro e de produção; e distribuição do curta-metragem na televisão e na internet.</p>
<p>Exibição dos filmes de curta-metragem/estreia: V Semana do Audiovisual Negro de Pernambuco; TVU Recife (TV Universitária &#8211; canal aberto), afiliada à TV Brasil; UBUPLAY, plataforma de streaming gratuita destinada aos filmes realizados por pessoas negras e afrodiaspóricas.</p>
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		<title>Coco dos Pretos realiza turnê internacional e leva Cultura Afro-Indígena de Pernambuco para França</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 17:33:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 5 e 11 de maio de 2026, a cidade de Sète, na França, será palco do projeto “Canjerê do Coco dos Pretos, na Gira do Mundo: Encontros, Trocas de Saberes e Aquilombamento”. A circulação internacional conta com o incentivo do Funcultura, por meio do Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123481" aria-labelledby="figcaption_attachment_123481" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Lu Benevydes/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/coco-funcultura.jpg"><img class="size-medium wp-image-123481" alt="Foto: Lu Benevydes/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/coco-funcultura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto Canjerê do Coco dos Pretos foi idealizado pelo Coco dos Pretos</p></div>
<p>Entre os dias 5 e 11 de maio de 2026, a cidade de Sète, na França, será palco do projeto “Canjerê do Coco dos Pretos, na Gira do Mundo: Encontros, Trocas de Saberes e Aquilombamento”. A circulação internacional conta com o incentivo do Funcultura, por meio do Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe e da Secretaria de Cultura (Secult-PE), com produção local da Associação Manalia, levando ao público francês a riqueza das tradições afro-brasileiras e indígenas por meio de música, vivências e reflexões.</p>
<p>O projeto Canjerê do Coco dos Pretos foi idealizado pelo Coco dos Pretos, grupo cultural pernambucano com quase 20 anos de trajetória, composto atualmente por Mestre Adriano Santos (Adriano Mumu Voz e Percussão), Anna Agricio (Voz e Percussão), Negra Dany (Voz e Percussão), José ilki, Ricardo Pé no chão e Madson japa.</p>
<p>A produtora Wanessa Paula Santos, assina a Produção Cultural do grupo. O grupo Coco dos Pretos emana do palco energia dos cantos da Jurema Sagrada, do Candomblé Nagô, além de Samba de Coco, Samba de Terreiro e Samba de Angola.</p>
<p>Os franceses serão agraciados com duas apresentações do espetáculo “Adorei as Almas” (dias 8 e 11 de maio), que reverencia os Pretos Velhos e Pretas Velhas, figuras centrais na cosmovisão afro-pernambucana e brasileira.</p>
<p>Além dos shows, o público poderá participar de três oficinas de percussão (dias 7 a 10 de maio) e de duas Giras de Conversa (mesmo período), que abordarão temas como “A Cura das Ervas”, os “Itans dos Pretos Velhos” e o debate “O apagamento das Práticas culturais negras” – uma reflexão sobre a perseguição histórica às culturas de matriz africana e a importância de sua preservação.</p>
<p>A expectativa é reunir cerca de 2 mil pessoas nos shows e 550 participantes nas atividades formativas, fortalecendo o intercâmbio cultural entre Brasil e França. A parceria com a Associação Manalia, instituição local, viabiliza a articulação com artistas e movimentos franceses, ampliando o diálogo sobre políticas culturais e o fazer ancestral.</p>
<p>“Canjerê é um encontro para celebrar nossos ancestrais com musicalidade, cânticos e tradições. Queremos, além de dar visibilidade à cultura afro-brasileira, promover a cultura da paz e o conhecimento, valorizando religiões de matriz africana que ainda sofrem perseguição”, destaca Adriano Mumu.</p>
<p>O projeto é uma ação afirmativa que resgata a memória e a identidade negra, propondo um verdadeiro aquilombamento através da arte.</p>
<p><strong>Programação Cultural na França:</strong><br />
9 de maio de 2026, das 14h às 17h: oficina de percussão côco com Côco dos Pretos. Local: Le Clap, 9 rue Denfert, 34700 Lodève.<br />
9 de maio de 2026, às 21h: show do Côco dos Pretos. Local: Le Lodéva, 9 rue denfert, 34700 Lodève.<br />
- 10 de maio de 2026, das 11h às 12h30: oficina de dança com Agbé, com Ana Agricio. Local: La Mégisserie, 34200 Lodève.<br />
Quinta feira 14 de Maio e Sexta feira 15 de Maio :<br />
10h- 12h : oficina de coco<br />
20h &#8211; Show Canjerê do Coco dos Pretos, na cidade de Montgaillard</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong> Coco dos Pretos realiza turnê internacional e leva Cultura Afro-Indígena de Pernambuco para França<br />
Locais: Sète, Lodève e Montgaillard França (FR)</p>
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		<item>
		<title>Agrinez Melo realiza lançamento de livro sobre representação feminina negra e a ancestralidade no fazer teatral</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:03:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123468" aria-labelledby="figcaption_attachment_123468" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Talles Ribeiro/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro.jpg"><img class="size-medium wp-image-123468" alt="Foto: Talles Ribeiro/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro</p></div>
<p>A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a narrativa. A sua classificação indicativa é livre e também específica para o público adulto, pesquisadoras e pesquisadores das artes cênicas.</p>
<p>O livro tem a realização da DoceAgri, focada na acessibilidade no teatro e nas oficinas, e incentivo público, com o financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>A obra está à venda por R$ 50. O resumo do livro fica disponível com Audiodescrição no canal “I Pele Ti o Dun”, gratuitamente no YouTube. Agrinez Melo — candomblecista, atriz, professora, figurinista, diretora teatral, pesquisadora e criadora da DoceAgri — realiza o lançamento no Recife nesta sexta-feira (dia 10 de abril), no Espaço O Poste, às 19h, com entrada gratuita e recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para as pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p>Além da sessão de autógrafos e apresentação sobre o livro, a autora recebe Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, artistas da dança, música, performance e teatro da Região Metropolitana do Recife que colaboraram na realização da obra e são atrações da programação artístico-cultural. A juventude do Núcleo O Postinho também é presença garantida, assumindo a produção executiva e a assistência de produção. Para acompanhar as atividades, está programado o momento Ajeum (significa alimento, na língua africana iorubá), preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares, do Ilê Axé Oxum Ipondá (Olinda/PE).</p>
<p>“A partir da potência da mulher negra, dos saberes ancestrais e das matrizes espirituais que estão conectadas com o fazer teatral, revelando caminhos de criação, memória e presença, lanço ‘A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral’. O livro se apresenta como uma proposta inovadora e contracolonial de um fazer teatral artístico, cultural e autoral, realizado a partir de pesquisas diretamente ligadas com os terreiros de matrizes africana e indigena”, declara Agrinez Melo.</p>
<p>A ideia da obra surge da necessidade da representação negra nos escritos sobre teatro, nas teorias teatrais e nas formulações acadêmicas. No conteúdo do livro, ela destaca diretamente a representatividade afrocentrada e feminina nos espetáculos e nas salas de ensaio.</p>
<p>“O livro compartilha a criação da metodologia “Poética Matricial dos Orixás Encantados”, que é da minha autoria. Por meio das vivências nos terreiros e toda a ritualidade, levo essas energias para o Ara Agbara (significa corpo poderoso, na língua africana iorubá). Com a descoberta do próprio corpo, seu poder é reconhecido tanto na cena como fora dela, justamente por ser uma contribuição social”, acrescenta.</p>
<p>“A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” traz em suas páginas possibilidades de inclusão no teatro e nas artes da cena. As perspectivas são baseadas nas memórias, vivências de estudo e de criação teatral, onde a performance, o teatro e a dança se unem em diálogo, por meio das ritualidades do corpo em movimento.</p>
<p>“Reforço sempre que criei uma metodologia inédita e autônoma, levando para o livro essa poética matricial que desenvolvi. Nos escritos, estamos fortalecendo os rituais ancestrais destacando o ‘Ara Agbara’ nos palcos. A origem do livro também tem a ver com a necessidade de estimular o conceito da ancestralidade matricial, com o corpo como território de memória, energia e criação”, acentua.</p>
<p>Agrinez Melo acredita que entre as contribuições do livro está a da presença cada vez maior da mulher negra e artista na cena. “O lançamento da obra colabora para a mudança de paradigmas e padrões do teatro realizado no Estado de Pernambuco, e também nos ambientes nacionais e internacionais”, afirma.</p>
<p>Para alcançar mais espaços com a obra, a autora vai realizar uma distribuição nos espaços públicos do estado, como bibliotecas e universidades, e levá-la para mostras, festivais, encontros acadêmicos e demais movimentos artístico-culturais tanto locais como nacionalmente.</p>
<p>As ilustrações do livro são feitas pelas mãos de Douglas Duan. Com fotografia de Pht.all, a capa é da autoria de Talles Ribeiro, também à frente da revisão juntamente com a escritora e poeta Odailta Alves. Everson Melo e Robson Haderchpek se juntam a Talles e Odailta na função colaborativa. Luiza Saad assume a diagramação, enquanto Foster Costa está na produção, direção criativa e fotografia. Toda a equipe é pernambucana.</p>
<p>Como escritora, Agrinez Melo já lançou anteriormente “Elementos da Encenação e Acessibilidade: relatos de amor e arte nas experiências teatrais” (2022), trazendo narrativas que mostram a importância dos recursos de acessibilidade na inclusão de pessoas com deficiência no fazer teatral.</p>
<p>Agrinez também é a criadora e a facilitadora da oficina teatral &#8220;A Poética Matricial dos Orixás e Encantados”, que possibilita às pessoas respirarem uma vivência centrada na ancestralidade e no corpo. Os exercícios são centrados nos ensinamentos matriciais do corpo, que têm as energias dos Orixás e Encantados como elemento central. Inclusive, ela levou a formação à Mostra de Artes Cênicas do Banco do Nordeste Cultural, realizada de 24 a 26 de março deste ano, em Fortaleza/CE.</p>
<p>“A proposta é um mergulho nas relações entre corpo, ancestralidade e cena, a partir de referências das matrizes afro-indígenas e do teatro de candomblé. Durante a atividade, as pessoas vivenciam práticas corporais e imaginários ligados aos Orixás e Encantados, enxergando novas possibilidades de criação e presença cênica”, conclui.</p>
<p><strong>Arcoverde</strong></p>
<p>Houve um lançamento do livro no interior de Pernambuco, no município de Arcoverde, Sertão. Aconteceu na Biblioteca José Lins do Rego (Sesc-Arcoverde), no dia 31 de março deste ano. O encontro inaugural reuniu artistas locais que contribuíram com a escrita, como Everson Melo, do grupo de teatro arcoverdense “Tropa do Balacobaco”, e apresentações artísticas e performáticas com Maria Lúcia (artista performer) e Ogan RK (cantor, músico e artista), que são da própria cidade. Outras presenças locais de destaque foram o mestre Assis Calixto (Patrimônio Vivo de Pernambuco; cantor, compositor e musicista do Samba de Coco Raízes de Arcoverde) e a professora e escritora Márcia Moura.</p>
<p><strong>Livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026) &#8211; por Agrinez Melo (autora) &#8211; classificação indicativa: livre</strong><br />
Local: Espaço O Poste (rua do Riachuelo, nº 641, bairro da Boa Vista, centro do Recife/PE)<br />
Data: 10 de abril (sexta-feira)<br />
Horário: 19h<br />
Programação artístico-cultural: apresentação de Agrinez Melo, sessão de autógrafos, participação de artistas da Região Metropolitana do Recife, como Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, e da juventude do Núcleo O Postinho; e Ajeum, preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares<br />
Entrada: gratuita<br />
Recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:<br />
</strong>Autora: Agrinez Melo<br />
Capa: Talles Ribeiro<br />
Revisão: Odailta Alves e Talles Ribeiro<br />
Ilustrações: Douglas Duan<br />
Diagramação: Luiza Saad<br />
Colaboradores: Everson Melo, Odailta Alves, Talles Ribeiro e Robson Haderchpek<br />
Fotografia da capa: Pht.all<br />
Produção, direção criativa e fotografia: Foster Costa<br />
Produção local em Arcoverde: Jéssica Mendes<br />
Assistência de produção no Recife: Núcleo O Postinho<br />
Mídias sociais: Dispense Perspectiva Preta em Cena<br />
Realização: DoceAgri<br />
Assessoria de imprensa: Daniel Lima<br />
Incentivo público: financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE)<br />
Apoio: Sesc-Arcoverde e Espaço O Poste</p>
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		<title>Com incentivo da LPG, artista autoral Luana Tavares estreia álbum visual “Outro Astral”</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A artista pernambucana Luana Tavares desdobra as suas músicas da carreira solo autoral com o lançamento do álbum visual “Outro Astral”, onde as três canções do EP são as próprias trilhas sonoras do audiovisual (bit.ly/4sEsccM). Ela traz narrativas de raça, gênero, ancestralidade e território, sobretudo por ser uma cantora e compositora da Zona da Mata [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123464" aria-labelledby="figcaption_attachment_123464" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Manu Leite</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Manu-Leite-foto-As-sete-artistas-e-mulheres-negras-do-álbum-visual-Outro-Astral.-Da-esquerda-para-a-direita-Preta-Milla-Patrícia-Fernandes-Ruana-Oliveira-Luana-Tavares-Mariana-Sophia-Daranagô-e-.jpg"><img class="size-medium wp-image-123464" alt="Foto: Manu Leite " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Manu-Leite-foto-As-sete-artistas-e-mulheres-negras-do-álbum-visual-Outro-Astral.-Da-esquerda-para-a-direita-Preta-Milla-Patrícia-Fernandes-Ruana-Oliveira-Luana-Tavares-Mariana-Sophia-Daranagô-e--607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As sete artistas e mulheres negras do álbum visual Outro Astral. Da esquerda para a direita &#8211; Preta Milla, Patrícia Fernandes, Ruana Oliveira, Luana Tavares, Mariana Sophia e Daranagô</p></div>
<p>A artista pernambucana Luana Tavares desdobra as suas músicas da carreira solo autoral com o lançamento do álbum visual “Outro Astral”, onde as três canções do EP são as próprias trilhas sonoras do audiovisual (bit.ly/4sEsccM). Ela traz narrativas de raça, gênero, ancestralidade e território, sobretudo por ser uma cantora e compositora da Zona da Mata Norte de Pernambuco, natural de Goiana. Inclusive, a gravação dos videoclipes foi realizada no município, com cenas em Carne de Vaca, no litoral norte do estado e divisa com a Paraíba/PB. No local, existe uma relação da natureza entre mar, rio, mangue e mata.</p>
<p>O projeto tem incentivo público, com o financiamento do edital da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE); e Ministério da Cultura e Governo Federal. A realização e a produção são conjuntas entre Luana Tavares, Boca da Mata Produções, Filmes da Mãe e Geladeira Produções.</p>
<p>A pernambucana celebra também o protagonismo e a identidade das mulheres negras e pretas, a partir da atuação artística e suas funções como coreografia, direção de arte, figurino, trancista, costureiras, assistência de maquiagem, fotografia etc. Por meio da arte e da música, potencializa o empoderamento feminino com representatividade da cultura negra e sua coletividade. Além dos ritmos, o álbum visual reúne recursos de acessibilidade em Libras, Audiodescrição e Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE), para as pessoas com deficiência auditiva e visual. A classificação indicativa é livre.</p>
<p>“É a força que vem de lá”, afirma Luana Tavares. Para ela, o lançamento é a reafirmação da vida. “Viver do que te mantém vivo é um desafio diário. Mas sei que cada passo dado é guiado também por uma ancestralidade que nunca teve oportunidade de caminhar. Eu sigo! De cabeça erguida. Grata por tanto”, agradece.</p>
<p>A dança das seis bailarinas pernambucanas Milla Andrade, Daranagô, Mariana Sophia, Patricia Fernandes, Rayane Mayara e Ruanna Oliveira está no conceito do álbum visual, com Anthony Leão como coordenador de coreografia. Vale destacar a diversidade de corpos, mentes, performances, conhecimentos, vivências, referências e criações das dançarinas. Entre os elementos dos clipes estão turbantes, coroa de flores, penteados afro (black power e tranças), além de acessórios, frutas como alimento, natureza, cenários e diversos componentes ancestrais.</p>
<p>No videoclipe “Orí”, a artista Poli, do Recife/PE, canta e performa juntamente com Luana, que também leva essa parceria na própria canção do EP, composto por três músicas. “Bem Me Quero” abre a sequência e “Eu Sou” conclui.</p>
<p>“A canção ‘Bem Me Quero’ traz versos de libertação e autoafeto. Já a música ‘Orí’ é em respeito ao destino, ao sagrado e à força do corpo como morada ancestral. Para concluir, ‘Eu Sou’ declara com firmeza a chegada em um novo estado de espírito, um novo astral, onde me reconheço como presença plena. Busquei me conectar com novos ritmos e traduzir esse meu outro lado, mais energético, pop, afro de uma maneira minha”, comenta a cantora.</p>
<p>Rafael Anaroli, do município de Condado (Zona da Mata Norte de Pernambuco), assina a direção e o roteiro do álbum visual “Outro Astral”, com produção executiva/direção de produção de Julianna Mota e assistência de direção de Filipe Marcena.</p>
<p>“Quando eu vi Luana pela primeira vez, cantando samba em Condado, já senti que iríamos trabalhar juntas e assim foi feito. Foi um reencontro ancestral, e inclusive temos a Zona da Mata Norte como território de afeto, memória, luta, conquistas e reconhecimentos”, complementa Rafael Anaroli.</p>
<p>A equipe técnica também é composta por Raphael Malta Clasen (direção de fotografia); Ilton Ferreira (assistência de fotografia); Dulcilene Rodrigues (assistência de produção); Thiago Ferreira (platô); Kauany Silva (direção de arte e figurino); Danielle Canoeiro (co-direção de arte e figurino); Uri Jefferson (assistência de arte); Odara Passos e Sabrina Felix (costureiras); Andréa Afonso (caracterização); Syonara Azevedo (assistência de maquiagem); Monique Mirelle (trancista); Sandro Santos (coordenação de elétrica e maquinaria); Índio Freitas (assistência de elétrica e maquinária); Manu Leite (fotografia still); Enoki (motorista); Pina (montagem e correção de cor); e Daniel Lima (assessoria de imprensa).</p>
<p>“Outro Astral é um sonho e sou grata a cada pessoa que me ajudou a realizar. Acredito que é um portal que se abre porque é uma semente plantada e colhida com amor e brio. É uma flecha cheia de bem querer”, festeja Luana Tavares.</p>
<p>Vale lembrar que o EP é fruto da 1ª colocação conquistada no prêmio “Pré-AMP 2024”, pela Mostra AMP de Música. A produção musical de “Outro Astral” tem a assinatura de Lêdo Ivo Jr, com captação, masterização e mixagem realizadas por Marco Melo. Ambos são pernambucanos.</p>
<p>Conectada com o amor pela música, natureza e poesia, Luana Tavares tem conquistado espaço como voz feminina da cultura preta e do interior do estado, sendo protagonista. Além disso, torna-se consequentemente referência e inspiração para as novas vozes femininas negras e interioranas.</p>
<p>“Em ‘Outro Astral’ existe uma reconstrução pelo afeto, pela espiritualidade e pela palavra. Cada música foi escrita em um momento de reinvenção, para lembrar que nós, mulheres negras, somos e podemos ser, pois a força ancestral cura. ‘Outro Astral’ é sobre resistência e amor, mas também sobre leveza, sobre se permitir florescer”, acrescenta a compositora.</p>
<p>A artista Luana Tavares está nas plataformas digitais desde 2020, quando estreou com o clipe e música “Reconstruir”. Em 2022, lançou o álbum “Boca da Mata” (ao vivo), sendo o primeiro da própria discografia, com letras compostas por narrativas da ancestralidade e cultura negra. Também realizou a transmissão do “Boca da Mata”, disponível no YouTube, com gravação no Sesc Ler Goiana. No ano de 2023, mais duas canções foram lançadas: “Outro Astral”, com participação da cantora Surama Ramos, de Jaboatão dos Guararapes/PE, e “Feminina Deusa”. Já em 2024, veio a música “Flecha Negra”. No ano passado, chegou “Outro Astral”, EP de estreia da carreira solo.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>Álbum visual “Outro Astral” (minutagem: 10 minutos e 40 segundos; classificação indicativa: livre)<br />
Realização e produção: Luana Tavares, Boca da Mata Produções, Filmes da Mãe e Geladeira Produções<br />
Roteiro e direção: Rafael Anaroli<br />
Produção executiva e direção de produção: Julianna Mota<br />
Assistência de direção: Filipe Marcena<br />
Cantora convidada: Poli<br />
Direção de fotografia: Raphael Malta Clasen<br />
Assistência de fotografia: Ilton Ferreira<br />
Assistência de produção: Dulcilene Rodrigues<br />
Platô: Thiago Ferreira<br />
Direção de arte e figurino: Kauany Silva<br />
Co-direção de arte e figurino: Danielle Canoeiro<br />
Assistência de arte: Uri Jefferson<br />
Costureiras: Odara Passos e Sabrina Felix<br />
Caracterização: Andréa Afonso<br />
Assistência de maquiagem: Syonara Azevedo<br />
Trancista: Monique Mirelle<br />
Coordenação de elétrica e maquinaria: Sandro Santos<br />
Assistência de elétrica e maquinária: Índio Freitas<br />
Fotografia still: Manu Leite<br />
Motorista: Enoki<br />
Montagem e correção de cor: Pina<br />
Assessoria de imprensa: Daniel Lima<br />
Coordenação de coreografia: Anthony Leão<br />
Bailarinas: Milla Andrade, Daranagô, Mariana Sophia, Patricia Fernandes, Rayane Mayara, Ruanna Oliveira<br />
Local: Carne de Vaca (Goiana/PE &#8211; Zona da Mata Norte)<br />
Recursos de acessibilidade: Libras, Audiodescrição e Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE)<br />
Músicas: “Bem Me Quero”; “Orí”; “Eu Sou”<br />
Incentivo público: financiamento do edital da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE); e Ministério da Cultura e Governo Federal<br />
Agradecimentos: Bar do Sérgio, Dona Jarlita e Vaqueiro<br />
Apoios: Acria, Hotel Abba Goiana, Nove Filmes, Tintas MegaÓ e Virtual Estúdio</p>
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		<title>Oficina gratuita para elaboração de projetos em artes visuais com foco no Funcultura</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123455" alt="WhatsApp Image 2026-04-07 at 10.00.45" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Com a abertura das inscrições para o edital Funcultura Geral marcada para 14 de abril, a Maumau Galeria, no Recife, recebe de 15 a 28 de abril a oficina gratuita “Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos”, voltada à formação de 15 agentes culturais da área de artes visuais. Ministrada pela jornalista e produtora cultural Clarice Hoffmann, a atividade terá carga horária de 35 horas-aula, distribuídas em dez encontros presenciais, de segunda a sexta, sempre das 14h às 17h30.</p>
<p>A oficina integra ações viabilizadas com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, por meio do Ministério da Cultura, Governo Federal, e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.</p>
<p>A proposta da oficina é oferecer uma formação prática para artistas, produtores, curadores e profissionais de áreas afins, como fotografia e design, com foco na elaboração e na gestão de projetos culturais. Segundo Clarice, o diferencial está na apresentação didática de estudos de caso e exemplos concretos de projetos aprovados. “Acho que o grande diferencial do que vou fazer é justamente isso: mostrar didaticamente uma série de projetos elaborados e aprovados”, afirma.</p>
<p>Dividida em dois módulos, a oficina vai abordar, de um lado, os principais itens exigidos em formulários de inscrição, como objeto, justificativa, objetivos, estratégia de ação, ficha técnica-orçamentária e anexos; de outro, aspectos da gestão dos projetos aprovados, como documentação, relatório final e prestação de contas.</p>
<p>Além de Clarice Hoffmann, a programação contará com rodas de diálogo conduzidas por Liliana Tavares, com foco em acessibilidade; Lia Letícia, sobre projetos de formação e capacitação; e Irma Brown, tratando de projetos de pesquisa. A oficina contará ainda com interpretação em Libras.</p>
<p>Atuando como produtora cultural desde meados dos anos 1990, Clarice acumula experiência em dezenas de projetos aprovados em editais públicos e privados. Nos últimos três anos, aprovou 18 projetos em diferentes seleções, entre eles propostas ligadas a artistas como Lourival Cuquinha, Beto Normal, Lia Letícia, Moacyr Campelo e Iza do Amparo, entre outros.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 12 de abril, por meio de link disponível nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria. A seleção seguirá as políticas afirmativas que orientam o PNAB e o Funcultura.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos<br />
Oficina presencial com Clarice Hoffmann<br />
Quando: de 15 a 28 de abril, de segunda a sexta, das 14h às 17h30<br />
Onde: Maumau Galeria – Rua Nicarágua, 173, Espinheiro, Recife<br />
Inscrições gratuitas: até 12 de abril, nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe reforçam debate sobre o audiovisual do interior de Pernambuco durante 7º Curta na Serra</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 12:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Domar/Curta na Serra/Divulgação Neste domingo (29), a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) marcaram presença na 7ª edição do Curta na Serra – Festival de Cinema ao Ar Livre, realizada em Serra Negra, distrito de Bezerros (PE). Representantes das instituições participaram de uma mesa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODADECONVERSAARRANJOSREGIONAIS_-CURTANASERRA2026-CREDITOS_DOMAR62de62.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123408" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODADECONVERSAARRANJOSREGIONAIS_-CURTANASERRA2026-CREDITOS_DOMAR62de62-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
<strong>Foto: Domar/Curta na Serra/Divulgação</strong></p>
<p>Neste domingo (29), a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) marcaram presença na 7ª edição do Curta na Serra – Festival de Cinema ao Ar Livre, realizada em Serra Negra, distrito de Bezerros (PE). Representantes das instituições participaram de uma mesa dedicada ao fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual pernambucano, com foco nos realizadores do Agreste e do interior do estado.</p>
<p>Com o tema “Cartografias do interior: dados, arranjos regionais e ações afirmativas no audiovisual em Pernambuco”, a roda de diálogo reuniu Maria Samara, coordenadora de Audiovisual da Secult-PE; Clarice Andrade, diretora de Fomento da Fundarpe; Nathalia Cavalcanti, da Gerência de Educação e Direitos Humanos da Secult-PE; e Pedro Augusto, pesquisador do Observatório de Indicadores Culturais da Secult-PE.</p>
<p>Durante o encontro, foram apresentados dados atualizados, estatísticas e painéis do audiovisual em Pernambuco, com base na execução da Lei Paulo Gustavo e da Política Nacional Aldir Blanc. Também foram discutidos o panorama das políticas afirmativas no estado e o plano de ação dos Arranjos Regionais. A mesa propôs uma leitura ampliada do cenário audiovisual pernambucano, evidenciando trajetórias, desafios e possibilidades para o fortalecimento das políticas públicas no interior.“Quando o poder público se organiza para produzir e compartilhar levantamentos como esses, também está construindo memória”, destacou Maria Samara.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODA-DE-CONVERSA-ARRANJOS-REGIONAIS_-CURTA-NA-SERRA-2026-CREDITOS_-DOMAR-27-de-62.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123409" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODA-DE-CONVERSA-ARRANJOS-REGIONAIS_-CURTA-NA-SERRA-2026-CREDITOS_-DOMAR-27-de-62-607x404.jpg" width="607" height="404" /><br />
</a><strong>Foto: Domar/Curta na Serra/Divulgação<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODA-DE-CONVERSA-ARRANJOS-REGIONAIS_-CURTA-NA-SERRA-2026-CREDITOS_-DOMAR-27-de-62.jpg"><br />
</a></strong></p>
<p>Ela também ressaltou a importância de uma construção coletiva no processo de regionalização: “É fundamental perguntar o que queremos com essa regionalização. Essa não pode ser uma perspectiva restrita a quem já está nos territórios, mas sim fruto de um acordo coletivo, de uma discussão política ampla, com a participação de todas as regiões”.</p>
<p>Para Clarice Andrade, a disponibilização desses dados é parte essencial do processo: “Nossa presença aqui é também para entregar essas informações. Compartilhar esses dados é uma forma de fortalecer o setor e ampliar o acesso às políticas públicas”.</p>
<p>Consolidado no calendário cultural do estado, o Curta na Serra vai além das exibições de filmes ao ar livre. O festival vem se afirmando como espaço de formação, articulação institucional e construção coletiva, promovendo debates, oficinas e encontros que conectam realizadores, gestores públicos e agentes culturais.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODADECONVERSAARRANJOSREGIONAIS_-CURTANASERRA2026-CREDITOS_DOMAR39de62.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123407" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/RODADECONVERSAARRANJOSREGIONAIS_-CURTANASERRA2026-CREDITOS_DOMAR39de62-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
<strong>Foto: Domar/Curta na Serra/Divulgação</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Com incentivo da LPG, coletivo CineRuaPE lança livro sobre de cinemas de rua de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-incentivo-da-lpg-coletivo-cineruape-lanca-livro-sobre-de-cinemas-de-rua-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[O Coletivo CineRuaPE lança o livro ‘Cinemas de Rua de Pernambuco &#8211; Memória Visual, Gráfica e Afetiva’ neste domingo, 29 de março, no São Luiz, cinema histórico do Recife. Projeto de pesquisa realizado pelo Coletivo busca, a partir de investigações, apresentar salas de cinema ainda existentes no Estado. É também uma obra comemorativa aos dez [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123384" aria-labelledby="figcaption_attachment_123384" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduardo Cunha</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-10.40.31.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123384" alt="Foto: Eduardo Cunha" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-10.40.31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Registro do Cinema São Luiz</p></div>
<p>O Coletivo CineRuaPE lança o livro ‘Cinemas de Rua de Pernambuco &#8211; Memória Visual, Gráfica e Afetiva’ neste domingo, 29 de março, no São Luiz, cinema histórico do Recife. Projeto de pesquisa realizado pelo Coletivo busca, a partir de investigações, apresentar salas de cinema ainda existentes no Estado. É também uma obra comemorativa aos dez anos de trabalho da entidade da sociedade civil em prol da retomada e manutenção de equipamentos históricos que ainda resistem ao tempo e suas mudanças. O projeto tem incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura (Secult-PE). O livro conta com a colaboração e o entusiasmo de diversas pessoas que pesquisam a temática ou possuem relação afetiva com os cinemas de rua.</p>
<p>A obra, resultado de uma pesquisa extensa sobre vinte cinemas de rua, e construída a partir do cruzamento de diferentes processos de pesquisa que vão de documentos a entrevistas, apresenta registros fotográficos do estado atual de cada uma das salas pesquisadas. Os cinemas contemplados dialogam com o escopo de cinemas incluídos no Coletivo CineRuaPE, das principais mesorregiões do Estado: Metropolitana de Recife, Mata Pernambucana (Norte e Sul, Agreste e Sertão).</p>
<p>A pesquisa e textos produzidos pelos pesquisadores Bárbara Lino, Bruna Tavares, Karuna de Paula, Kate Saraiva e Walter Andrade apresentam informações importantes, as histórias dos cinemas, personagens, dados, entrevistas, resultando em um verdadeiro guia do universo dos cinemas de rua de Pernambuco e dos afetos que os perpassam. Além dos textos, o livro conta com registros fotográficos de Eduardo Cunha, com o recorte do estado atual de cada uma das salas pesquisadas, incluindo elementos da arquitetura, fachadas, cabines de projeção, entre outros. O livro conta ainda com versão digital com acessibilidade.</p>
<p><strong>Sobre o Coletivo CineRuaPE</strong></p>
<p>Fundado em novembro de 2015, durante a programação do VIII Janela Internacional de Cinema, o Movimento CineRuaPE, hoje Coletivo CineRuaPE, tem o intuito de reunir esforços, promover atividades e discutir estratégias de continuidade, sustentabilidade e a conscientização da importância de preservação dos cinemas de rua restantes do Estado de Pernambuco, a fim de propor a criação de um circuito independente de salas de cinema de rua. O Coletivo discute estratégias relacionadas ao registro, preservação e à busca de informações sobre linhas de financiamento para atualização tecnológica das poucas salas de rua que restam no estado, tendo em vista a radical mudança nos padrões de produção e exibição audiovisual ocorridos mundialmente nos últimos anos. Entre os projetos executados estão o Podcast CineRua, o programa de rádio ‘Os Cinemas de Rua do Recife’ na Frei Caneca FM, oficinas de formação, o 1º Seminário CineRuaPE, o CineRuaPE Itinerante, visitas guiadas e atualmente retomou as atividades do Cineclube Cinerua.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Lançamento do livro<br />
‘Cinemas de Rua de Pernambuco &#8211; Memória Visual, Gráfica e Afetiva’<br />
29/03 | 11h<br />
Cinema São Luiz &#8211; R. da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE<br />
Gratuito<br />
@cineruape<br />
movimentocineruape@gmail.com<br />
<strong><br />
</strong></p>
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