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	<title>Portal Cultura PE &#187; Lei Paulo Gustavo</title>
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		<title>Documentário “Açúcar e Suor” celebra as raízes da cultura popular em pré-estreia gratuita em Goiana</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:30:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (30/04), o Cineteatro do SESC Ler Goiana será palco da pré-estreia de “Açúcar e Suor”, documentário dirigido pelo cineasta Paulo Tarso Lins. A obra mergulha na riqueza do patrimônio imaterial pernambucano, rendendo um tributo às vozes e saberes ancestrais que resistem ao tempo através da arte popular. O projeto tem incentivo da Lei [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123696" aria-labelledby="figcaption_attachment_123696" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-08.32.35.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123696" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-08.32.35-607x418.jpeg" width="607" height="418" /></a><p class="wp-caption-text">Gravação do documentário</p></div>
<p>Nesta quinta-feira (30/04), o Cineteatro do SESC Ler Goiana será palco da pré-estreia de “Açúcar e Suor”, documentário dirigido pelo cineasta Paulo Tarso Lins. A obra mergulha na riqueza do patrimônio imaterial pernambucano, rendendo um tributo às vozes e saberes ancestrais que resistem ao tempo através da arte popular. O projeto tem incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Governo do Estado de Pernambuco e Secretaria de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>O filme é apresentado como um registro sensível e necessário, unindo talentos locais e grupos tradicionais para narrar a força das manifestações culturais que definem a identidade da região. Mais do que um filme, &#8220;Açúcar e Suor&#8221; é descrito como um ato de resistência contra o apagamento histórico, celebrando a arte que pulsa em cada canto da terra.</p>
<p><strong>Detalhes do Evento</strong><br />
A exibição é aberta a convidados e à comunidade local, reforçando o compromisso com a democratização do acesso à cultura:<br />
Data: 30 de abril (terça-feira)<br />
Local: Cineteatro do SESC, Goiana &#8211; PE<br />
Horário: 19h<br />
Entrada: GRATUITA (Ingressos disponíveis no local uma hora antes da sessão)</p>
<p><strong>Ficha Técnica e Produção</strong><br />
Sob a direção de Paulo Tarso Lins, o projeto conta com a produção de Cintia Paiva e da Associação Índios Tabajaras. A equipe técnica reúne profissionais como Hermes Costa Neto (Direção de Fotografia) e Lui Cavalcante (Edição e Montagem), garantindo uma estética que honra a profundidade do tema proposto.</p>
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		<title>Projeto oferece oficinas gratuitas de audiovisual para 120 pessoas e promove inclusão social no setor</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação Um projeto que une formação, memória e transformação social está sendo realizado com três ciclos de oficinas gratuitas voltadas para o audiovisual, contemplando, de forma 100% gratuita, 120 participantes e oferecendo ainda 30 bolsas de apoio no valor de R$ 300,00. A iniciativa é realizada com recursos da Lei Paulo Gustavo e tem como principal objetivo democratizar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0035-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123653" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0035-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /><br />
</a>Foto: Divulgação</p>
<p>Um projeto que une formação, memória e transformação social está sendo realizado com três ciclos de oficinas gratuitas voltadas para o audiovisual, contemplando, de forma 100% gratuita, 120 participantes e oferecendo ainda 30 bolsas de apoio no valor de R$ 300,00. A iniciativa é realizada com recursos da Lei Paulo Gustavo e tem como principal objetivo democratizar o acesso ao cinema e ampliar a presença de grupos historicamente sub-representados no setor.</p>
<p>O público prioritário inclui pessoas negras, pessoas trans, estudantes de escolas públicas, pessoas idosas, pessoas com deficiência e também profissionais do audiovisual que desejam se atualizar. Mais do que uma ação formativa, o projeto se configura como um espaço de inclusão, troca de saberes e fortalecimento de trajetórias, reconhecendo as desigualdades ainda existentes no acesso à cultura e à formação técnica no Brasil.</p>
<p>Toda a condução pedagógica é realizada exclusivamente por mulheres, reforçando o posicionamento político e simbólico da iniciativa ao valorizar a presença feminina no cinema. As oficinas são ministradas por profissionais de diferentes regiões e áreas do audiovisual:</p>
<p><strong>1ª Etapa (já finalizada):</strong> Gabriela Akashi (SP) – Primeira Assistência de Fotografia | Clebia Sousa (PE) – Preparação de Elenco<br />
<strong>2ª Etapa (em execução):</strong> Amanda Menelau (PE) – Assistência de Direção | Marila Cantuária – Caminhando em Stop Motion<br />
<strong>3ª Etapa (06, 07 e 08 de maio de 2026):</strong> Priscila Nascimento(PE) – Captação de áudio e pós-produção | Alba Azevedo(PE) – Produção Executiva</p>
<p>O projeto é idealizado pela diretora e diretora de fotografia Keity Carvalho(BA) e realizado pela Curumim Produções(PE). Conta com o apoio pedagógico de Catarina Andrade (PE) Recebe incentivo da Lei Governo Federal &#8211; MinC | Secretaria de Cultura de Pernambuco (SECULT/PE) | Paulo Gustavo PNAB – Ações Criativas para o Audiovisual. Conta ainda com apoio estrutural do Porto Digital, parceria com o SENAC/Fecomércio e apoio do Estúdio Casona, proporcionando um ambiente que integra inovação, educação e prática profissional.</p>
<p><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"></em></em></em></em>Inspirado na trajetória de Alice Guy-Blaché, considerada a primeira cineasta da história, o projeto também assume uma responsabilidade histórica: resgatar, difundir e refletir sobre o apagamento das mulheres na narrativa oficial do cinema. Pioneira desde o final do século XIX, Alice Guy-Blaché foi uma das primeiras pessoas a dirigir filmes de ficção, contribuindo diretamente para a construção da linguagem cinematográfica. Apesar de sua relevância, seu legado foi durante décadas invisibilizado.</p>
<p>Ao trazer sua história como eixo central, a iniciativa propõe não apenas uma homenagem, mas um reposicionamento simbólico: reconhecer as mulheres como protagonistas da história do audiovisual e criar condições concretas para que novas narrativas sejam construídas por diferentes vozes.</p>
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		<title>Museu Guitinho da Xambá inicia o Programa Educativo Sociocultural Giras da Memória</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Guitinho da Xambá. Crédito: Beto Figueirôa/Divulgação O Museu Guitinho da Xambá, vinculado ao Centro de Arte e Cultura Grupo Bongar (CAC Bongar), em Olinda, inicia no dia 23 de abril, o seu Programa Educativo Sociocultural Giras da Memória, uma imersão cultural e formativa, que articula a preservação do patrimônio cultural, a proteção e promoção [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Guitinho-da-Xambá-Foto-Beto-Figueirôa.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123582" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Guitinho-da-Xambá-Foto-Beto-Figueirôa.JPG-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Guitinho da Xambá. Crédito: Beto Figueirôa/Divulgação</p>
<p dir="ltr">O Museu Guitinho da Xambá, vinculado ao Centro de Arte e Cultura Grupo Bongar (CAC Bongar), em Olinda, inicia no dia 23 de abril, o seu Programa Educativo Sociocultural Giras da Memória, uma imersão cultural e formativa, que articula a preservação do patrimônio cultural, a proteção e promoção das memórias coletivas e a produção de conhecimento no Quilombo Urbano da Xambá.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa, que terá periodicidade anual, funciona como um processo de ativação, construção e consolidação do Museu, cuja exposição de longa duração está prevista para ser inaugurada entre o final deste ano e o início do próximo. O projeto é realizado pelo Museu Guitinho da Xambá, sob a coordenação de uma equipe dedicada à preservação do legado de Guitinho da Xambá (1982–2021), músico e cientista social que idealizou o CAC Bongar em 2016, como um espaço de resistência e salvaguarda das tradições da comunidade Xambá.</p>
<p dir="ltr">O Giras da Memória é organizado em cinco eixos de atuação que percorrem diferentes dimensões, alinhados aos fundamentos da espiritualidade de origem africana: a Gira Palavras, regida pelo orixá Xangô, promove palestras sobre o direito à memória e às políticas públicas; a Gira Experiências, sob o comando de Oyá, estabelece rodas de conversa e partilhas afetivas entre diferentes agentes culturais de base comunitária; a Gira Saberes, guiada por Oxalá, foca na capacitação em processos museológicos que abrangem planejamento, gestão e práticas aplicadas a museus; a Gira Mundo, que tem à frente o orixá Ogum, realiza expedições formativas a outros centros culturais e espaços de memória; e a Gira Sustentabilidade que, sob os auspícios de Oxóssi, envolve a conscientização sociopolítica e cultural dos participantes e desenvolve ações práticas socioambientais e tecnológicas, em busca da sustentabilidade nas dimensões econômica, social, cultural e ambiental da comunidade xambazeira.</p>
<p dir="ltr">Os projetos do CAC Bongar, o Cineclube Erê Sankofa e o Bongarbit: Laboratório de Tecnologias Orgânicas e Digitais da Xambá, incorporam-se às atividades do Programa para discutir economia criativa, tecnologia e inovação cultural.</p>
<p dir="ltr">A programação detalhada traz nomes de peso da intelectualidade negra e da museologia social no Brasil. O ciclo conta com a participação do Pai Ivo de Xambá e da professora e diretora do Museu da Maré (RJ), Cláudia Rose Ribeiro da Silva, discutindo o direito à memória e o movimento social da museologia social no Brasil. Mãe Beth de Oxum, Elinildo Marinho e Vania Brayner abordam memórias coletivas e políticas culturais de base comunitária. Para falar sobre o papel das mulheres na preservação das memórias coletivas, o Programa traz a presidenta do CAC Bongar, Marileide Alves, e a advogada, sanitarista e fundadora da Rede das Mulheres de Terreiro de Pernambuco, Vera Baroni.</p>
<p dir="ltr">O debate é ampliado por rodas de conversa com Hildo Leal, fundador e coordenador do Museu Severina Paraíso da Xambá e Maria da Conceição da Silva (Ceiça Axé de Oyá), representando o Terreiro de Pai Adão. Participam também a Mestra Titinha, fundadora e dirigente do Museu do Mamulengo de Glória do Goitá; Andala Quituche do Museu das Tradições do Cavalo Marinho, e Julia Amorim, representando o Museu da Parteira.</p>
<p dir="ltr">Na vertente técnica, o museólogo Elinildo Marinho será responsável pela oficina sobre Introdução ao Plano Museológico em museus de base comunitária; e o professor Eutrópio Bezerra, irá ministrar a capacitação em Conservação Preventiva de Acervos em Papel. O cronograma inclui ainda expedições culturais ao Museu das Tradições do Cavalo Marinho em Aliança; ao Museu do Mamulengo de Glória do Goitá, ao Museu da Memória do Povo Marikito Tapuyá, em Escada; e ao Museu do Homem do Nordeste e Cehibra, da Fundaj.</p>
<p dir="ltr">O Programa Giras da Memória, que é uma realização da empresa Cultivação &#8211; memória, educação e ecologia, proponente do projeto, conta com o incentivo da Lei Paulo Gustavo, uma ação do Ministério da Cultura em parceria com a Secult-PE, e com o apoio institucional do Museu do Homem do Nordeste/Fundaj e do NEPE – Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade/UFPE.</p>
<p><strong>Inscrições e programação completa:</strong> <a href="www.girasdamemoria.com">www.girasdamemoria.com</a></p>
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		<title>Com incentivo da LPG, artista autoral Luana Tavares estreia álbum visual “Outro Astral”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-incentivo-da-lpg-artista-autoral-luana-tavares-estreia-album-visual-outro-astral/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A artista pernambucana Luana Tavares desdobra as suas músicas da carreira solo autoral com o lançamento do álbum visual “Outro Astral”, onde as três canções do EP são as próprias trilhas sonoras do audiovisual (bit.ly/4sEsccM). Ela traz narrativas de raça, gênero, ancestralidade e território, sobretudo por ser uma cantora e compositora da Zona da Mata [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123464" aria-labelledby="figcaption_attachment_123464" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Manu Leite</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Manu-Leite-foto-As-sete-artistas-e-mulheres-negras-do-álbum-visual-Outro-Astral.-Da-esquerda-para-a-direita-Preta-Milla-Patrícia-Fernandes-Ruana-Oliveira-Luana-Tavares-Mariana-Sophia-Daranagô-e-.jpg"><img class="size-medium wp-image-123464" alt="Foto: Manu Leite " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Manu-Leite-foto-As-sete-artistas-e-mulheres-negras-do-álbum-visual-Outro-Astral.-Da-esquerda-para-a-direita-Preta-Milla-Patrícia-Fernandes-Ruana-Oliveira-Luana-Tavares-Mariana-Sophia-Daranagô-e--607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As sete artistas e mulheres negras do álbum visual Outro Astral. Da esquerda para a direita &#8211; Preta Milla, Patrícia Fernandes, Ruana Oliveira, Luana Tavares, Mariana Sophia e Daranagô</p></div>
<p>A artista pernambucana Luana Tavares desdobra as suas músicas da carreira solo autoral com o lançamento do álbum visual “Outro Astral”, onde as três canções do EP são as próprias trilhas sonoras do audiovisual (bit.ly/4sEsccM). Ela traz narrativas de raça, gênero, ancestralidade e território, sobretudo por ser uma cantora e compositora da Zona da Mata Norte de Pernambuco, natural de Goiana. Inclusive, a gravação dos videoclipes foi realizada no município, com cenas em Carne de Vaca, no litoral norte do estado e divisa com a Paraíba/PB. No local, existe uma relação da natureza entre mar, rio, mangue e mata.</p>
<p>O projeto tem incentivo público, com o financiamento do edital da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE); e Ministério da Cultura e Governo Federal. A realização e a produção são conjuntas entre Luana Tavares, Boca da Mata Produções, Filmes da Mãe e Geladeira Produções.</p>
<p>A pernambucana celebra também o protagonismo e a identidade das mulheres negras e pretas, a partir da atuação artística e suas funções como coreografia, direção de arte, figurino, trancista, costureiras, assistência de maquiagem, fotografia etc. Por meio da arte e da música, potencializa o empoderamento feminino com representatividade da cultura negra e sua coletividade. Além dos ritmos, o álbum visual reúne recursos de acessibilidade em Libras, Audiodescrição e Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE), para as pessoas com deficiência auditiva e visual. A classificação indicativa é livre.</p>
<p>“É a força que vem de lá”, afirma Luana Tavares. Para ela, o lançamento é a reafirmação da vida. “Viver do que te mantém vivo é um desafio diário. Mas sei que cada passo dado é guiado também por uma ancestralidade que nunca teve oportunidade de caminhar. Eu sigo! De cabeça erguida. Grata por tanto”, agradece.</p>
<p>A dança das seis bailarinas pernambucanas Milla Andrade, Daranagô, Mariana Sophia, Patricia Fernandes, Rayane Mayara e Ruanna Oliveira está no conceito do álbum visual, com Anthony Leão como coordenador de coreografia. Vale destacar a diversidade de corpos, mentes, performances, conhecimentos, vivências, referências e criações das dançarinas. Entre os elementos dos clipes estão turbantes, coroa de flores, penteados afro (black power e tranças), além de acessórios, frutas como alimento, natureza, cenários e diversos componentes ancestrais.</p>
<p>No videoclipe “Orí”, a artista Poli, do Recife/PE, canta e performa juntamente com Luana, que também leva essa parceria na própria canção do EP, composto por três músicas. “Bem Me Quero” abre a sequência e “Eu Sou” conclui.</p>
<p>“A canção ‘Bem Me Quero’ traz versos de libertação e autoafeto. Já a música ‘Orí’ é em respeito ao destino, ao sagrado e à força do corpo como morada ancestral. Para concluir, ‘Eu Sou’ declara com firmeza a chegada em um novo estado de espírito, um novo astral, onde me reconheço como presença plena. Busquei me conectar com novos ritmos e traduzir esse meu outro lado, mais energético, pop, afro de uma maneira minha”, comenta a cantora.</p>
<p>Rafael Anaroli, do município de Condado (Zona da Mata Norte de Pernambuco), assina a direção e o roteiro do álbum visual “Outro Astral”, com produção executiva/direção de produção de Julianna Mota e assistência de direção de Filipe Marcena.</p>
<p>“Quando eu vi Luana pela primeira vez, cantando samba em Condado, já senti que iríamos trabalhar juntas e assim foi feito. Foi um reencontro ancestral, e inclusive temos a Zona da Mata Norte como território de afeto, memória, luta, conquistas e reconhecimentos”, complementa Rafael Anaroli.</p>
<p>A equipe técnica também é composta por Raphael Malta Clasen (direção de fotografia); Ilton Ferreira (assistência de fotografia); Dulcilene Rodrigues (assistência de produção); Thiago Ferreira (platô); Kauany Silva (direção de arte e figurino); Danielle Canoeiro (co-direção de arte e figurino); Uri Jefferson (assistência de arte); Odara Passos e Sabrina Felix (costureiras); Andréa Afonso (caracterização); Syonara Azevedo (assistência de maquiagem); Monique Mirelle (trancista); Sandro Santos (coordenação de elétrica e maquinaria); Índio Freitas (assistência de elétrica e maquinária); Manu Leite (fotografia still); Enoki (motorista); Pina (montagem e correção de cor); e Daniel Lima (assessoria de imprensa).</p>
<p>“Outro Astral é um sonho e sou grata a cada pessoa que me ajudou a realizar. Acredito que é um portal que se abre porque é uma semente plantada e colhida com amor e brio. É uma flecha cheia de bem querer”, festeja Luana Tavares.</p>
<p>Vale lembrar que o EP é fruto da 1ª colocação conquistada no prêmio “Pré-AMP 2024”, pela Mostra AMP de Música. A produção musical de “Outro Astral” tem a assinatura de Lêdo Ivo Jr, com captação, masterização e mixagem realizadas por Marco Melo. Ambos são pernambucanos.</p>
<p>Conectada com o amor pela música, natureza e poesia, Luana Tavares tem conquistado espaço como voz feminina da cultura preta e do interior do estado, sendo protagonista. Além disso, torna-se consequentemente referência e inspiração para as novas vozes femininas negras e interioranas.</p>
<p>“Em ‘Outro Astral’ existe uma reconstrução pelo afeto, pela espiritualidade e pela palavra. Cada música foi escrita em um momento de reinvenção, para lembrar que nós, mulheres negras, somos e podemos ser, pois a força ancestral cura. ‘Outro Astral’ é sobre resistência e amor, mas também sobre leveza, sobre se permitir florescer”, acrescenta a compositora.</p>
<p>A artista Luana Tavares está nas plataformas digitais desde 2020, quando estreou com o clipe e música “Reconstruir”. Em 2022, lançou o álbum “Boca da Mata” (ao vivo), sendo o primeiro da própria discografia, com letras compostas por narrativas da ancestralidade e cultura negra. Também realizou a transmissão do “Boca da Mata”, disponível no YouTube, com gravação no Sesc Ler Goiana. No ano de 2023, mais duas canções foram lançadas: “Outro Astral”, com participação da cantora Surama Ramos, de Jaboatão dos Guararapes/PE, e “Feminina Deusa”. Já em 2024, veio a música “Flecha Negra”. No ano passado, chegou “Outro Astral”, EP de estreia da carreira solo.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>Álbum visual “Outro Astral” (minutagem: 10 minutos e 40 segundos; classificação indicativa: livre)<br />
Realização e produção: Luana Tavares, Boca da Mata Produções, Filmes da Mãe e Geladeira Produções<br />
Roteiro e direção: Rafael Anaroli<br />
Produção executiva e direção de produção: Julianna Mota<br />
Assistência de direção: Filipe Marcena<br />
Cantora convidada: Poli<br />
Direção de fotografia: Raphael Malta Clasen<br />
Assistência de fotografia: Ilton Ferreira<br />
Assistência de produção: Dulcilene Rodrigues<br />
Platô: Thiago Ferreira<br />
Direção de arte e figurino: Kauany Silva<br />
Co-direção de arte e figurino: Danielle Canoeiro<br />
Assistência de arte: Uri Jefferson<br />
Costureiras: Odara Passos e Sabrina Felix<br />
Caracterização: Andréa Afonso<br />
Assistência de maquiagem: Syonara Azevedo<br />
Trancista: Monique Mirelle<br />
Coordenação de elétrica e maquinaria: Sandro Santos<br />
Assistência de elétrica e maquinária: Índio Freitas<br />
Fotografia still: Manu Leite<br />
Motorista: Enoki<br />
Montagem e correção de cor: Pina<br />
Assessoria de imprensa: Daniel Lima<br />
Coordenação de coreografia: Anthony Leão<br />
Bailarinas: Milla Andrade, Daranagô, Mariana Sophia, Patricia Fernandes, Rayane Mayara, Ruanna Oliveira<br />
Local: Carne de Vaca (Goiana/PE &#8211; Zona da Mata Norte)<br />
Recursos de acessibilidade: Libras, Audiodescrição e Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE)<br />
Músicas: “Bem Me Quero”; “Orí”; “Eu Sou”<br />
Incentivo público: financiamento do edital da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE); e Ministério da Cultura e Governo Federal<br />
Agradecimentos: Bar do Sérgio, Dona Jarlita e Vaqueiro<br />
Apoios: Acria, Hotel Abba Goiana, Nove Filmes, Tintas MegaÓ e Virtual Estúdio</p>
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		<title>Com incentivo da LPG, coletivo CineRuaPE lança livro sobre de cinemas de rua de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:41:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Coletivo CineRuaPE lança o livro ‘Cinemas de Rua de Pernambuco &#8211; Memória Visual, Gráfica e Afetiva’ neste domingo, 29 de março, no São Luiz, cinema histórico do Recife. Projeto de pesquisa realizado pelo Coletivo busca, a partir de investigações, apresentar salas de cinema ainda existentes no Estado. É também uma obra comemorativa aos dez [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123384" aria-labelledby="figcaption_attachment_123384" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduardo Cunha</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-10.40.31.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123384" alt="Foto: Eduardo Cunha" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-10.40.31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Registro do Cinema São Luiz</p></div>
<p>O Coletivo CineRuaPE lança o livro ‘Cinemas de Rua de Pernambuco &#8211; Memória Visual, Gráfica e Afetiva’ neste domingo, 29 de março, no São Luiz, cinema histórico do Recife. Projeto de pesquisa realizado pelo Coletivo busca, a partir de investigações, apresentar salas de cinema ainda existentes no Estado. É também uma obra comemorativa aos dez anos de trabalho da entidade da sociedade civil em prol da retomada e manutenção de equipamentos históricos que ainda resistem ao tempo e suas mudanças. O projeto tem incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura (Secult-PE). O livro conta com a colaboração e o entusiasmo de diversas pessoas que pesquisam a temática ou possuem relação afetiva com os cinemas de rua.</p>
<p>A obra, resultado de uma pesquisa extensa sobre vinte cinemas de rua, e construída a partir do cruzamento de diferentes processos de pesquisa que vão de documentos a entrevistas, apresenta registros fotográficos do estado atual de cada uma das salas pesquisadas. Os cinemas contemplados dialogam com o escopo de cinemas incluídos no Coletivo CineRuaPE, das principais mesorregiões do Estado: Metropolitana de Recife, Mata Pernambucana (Norte e Sul, Agreste e Sertão).</p>
<p>A pesquisa e textos produzidos pelos pesquisadores Bárbara Lino, Bruna Tavares, Karuna de Paula, Kate Saraiva e Walter Andrade apresentam informações importantes, as histórias dos cinemas, personagens, dados, entrevistas, resultando em um verdadeiro guia do universo dos cinemas de rua de Pernambuco e dos afetos que os perpassam. Além dos textos, o livro conta com registros fotográficos de Eduardo Cunha, com o recorte do estado atual de cada uma das salas pesquisadas, incluindo elementos da arquitetura, fachadas, cabines de projeção, entre outros. O livro conta ainda com versão digital com acessibilidade.</p>
<p><strong>Sobre o Coletivo CineRuaPE</strong></p>
<p>Fundado em novembro de 2015, durante a programação do VIII Janela Internacional de Cinema, o Movimento CineRuaPE, hoje Coletivo CineRuaPE, tem o intuito de reunir esforços, promover atividades e discutir estratégias de continuidade, sustentabilidade e a conscientização da importância de preservação dos cinemas de rua restantes do Estado de Pernambuco, a fim de propor a criação de um circuito independente de salas de cinema de rua. O Coletivo discute estratégias relacionadas ao registro, preservação e à busca de informações sobre linhas de financiamento para atualização tecnológica das poucas salas de rua que restam no estado, tendo em vista a radical mudança nos padrões de produção e exibição audiovisual ocorridos mundialmente nos últimos anos. Entre os projetos executados estão o Podcast CineRua, o programa de rádio ‘Os Cinemas de Rua do Recife’ na Frei Caneca FM, oficinas de formação, o 1º Seminário CineRuaPE, o CineRuaPE Itinerante, visitas guiadas e atualmente retomou as atividades do Cineclube Cinerua.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Lançamento do livro<br />
‘Cinemas de Rua de Pernambuco &#8211; Memória Visual, Gráfica e Afetiva’<br />
29/03 | 11h<br />
Cinema São Luiz &#8211; R. da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE<br />
Gratuito<br />
@cineruape<br />
movimentocineruape@gmail.com<br />
<strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>7º Curta na Serra divulga filmes selecionados e celebra edição histórica com recorde de inscrições</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/7o-curta-na-serra-divulga-filmes-selecionados-e-celebra-edicao-historica-com-recorde-de-inscricoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 14:09:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foto: Tarciso Augusto/Divulgação Entre os dias 27 e 29 de março de 2026, o distrito de Serra Negra, em Bezerros (PE), será palco da 7ª edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre. Consolidado como um dos principais festivais de cinema do Estado e uma referência no circuito de eventos ao ar livre no Brasil, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Curta-na-Serra_Tarciso-Augusto_2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123342" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Curta-na-Serra_Tarciso-Augusto_2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Tarciso Augusto/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Entre os dias 27 e 29 de março de 2026, o distrito de Serra Negra, em Bezerros (PE), será palco da <strong>7ª edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre</strong>. Consolidado como um dos principais festivais de cinema do Estado e uma referência no circuito de eventos ao ar livre no Brasil, o festival promoverá três dias de programação gratuita, reunindo exibições de filmes, homenagens, debates, oficinas e atividades formativas, conectando realizadores e público em um dos cenários mais emblemáticos do Agreste pernambucano.</p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Eixo Audiovisual e Pernambuco Filmes, com incentivo do Funcultura, da Secretaria de Cultura de Pernambuco e do Governo de Pernambuco, o Curta na Serra se diferencia por sua capacidade de agregar produções que exploram diferentes gêneros, formatos e territórios, trazendo narrativas de todas as regiões do país. Nesta edição histórica, o festival bateu recorde de participação, com 1.194 filmes inscritos, número que reafirma sua relevância crescente no cenário audiovisual brasileiro e a confiança dos realizadores no projeto.</p>
<p dir="ltr">A seleção deste ano está organizada em quatro seções: Panorama Pernambuco, Panorama Nacional, Videoclipe e Sessão Especial. A curadoria do 7º Curta na Serra é assinada por Vitor Búrigo, membro da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), editor do site CineVitor e apresentador do podcast Plano Geral, que buscou reunir obras que dialogam com a diversidade estética e temática do cinema brasileiro contemporâneo, valorizando tanto a produção regional quanto os múltiplos olhares que atravessam o país.</p>
<p dir="ltr">Com uma programação composta por curtas-metragens de ficção, documentário, animação e experimental, o festival convida o público a mergulhar em diferentes experiências cinematográficas. Em formato híbrido, além das sessões presenciais realizadas ao ar livre no Anfiteatro de Serra Negra, parte dos filmes também será exibida on-line, ampliando o alcance da programação e fortalecendo a difusão do audiovisual independente brasileiro.</p>
<p>“O recorde de inscrições reafirma a relevância que o Curta na Serra conquistou ao longo dos anos. Receber filmes de todas as regiões do país demonstra a confiança dos realizadores no projeto e fortalece nossa missão de interiorizar o acesso ao cinema, promovendo encontros entre diferentes realidades e ampliando o diálogo do público com a produção audiovisual brasileira”, destaca Marlom Meirelles, idealizador e diretor do festival.</p>
<p dir="ltr">No Panorama Nacional, filmes do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Paraíba, São Paulo, Goiás e Ceará compõem um mosaico de temáticas e linguagens. Já o Panorama Pernambuco evidencia a força da produção local com obras que dialogam com identidade, memória, território e experimentação estética. A mostra Videoclipes amplia o diálogo entre cinema e música, reunindo trabalhos de diferentes regiões do país. A Sessão Especial complementa a programação com títulos que aprofundam a diversidade temática e regional da edição.</p>
<p dir="ltr"><strong>MAIS SOBRE A PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p dir="ltr">A programação do festival também contará com Rodas de Diálogo, Debates e Oficinas, reafirmando o compromisso do Curta na Serra com a formação de novos realizadores e com o fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual, especialmente no interior do Brasil. As atividades promovem encontros entre cineastas, produtores, estudantes e o público, ampliando o impacto cultural do evento para além das telas.</p>
<p dir="ltr">Realizado a aproximadamente 960 metros de altitude, em meio à paisagem natural da Serra Negra, o Curta na Serra se consolidou como um dos festivais de cinema ao ar livre mais relevantes do país. Ao ocupar um território marcado pela força da cultura popular pernambucana, o evento transforma o distrito em ponto de encontro do audiovisual brasileiro, promovendo descentralização, democratização do acesso à cultura e circulação de obras contemporâneas em um contexto geográfico único. Mais do que um festival, o Curta na Serra é uma experiência coletiva que une cinema, arte e identidade em plena Serra Negra.</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira os filmes selecionado para o 7º Curta na Serra:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>PANORAMA NACIONAL | Mostra competitiva </strong></p>
<ul>
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<p dir="ltr" role="presentation">ABANDONAR UM CAVALO, Arthur Pereira Maciel (SP)</p>
</li>
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<p dir="ltr" role="presentation">AKAÎUTĨ, de Kaline Cassiano, JP Mello e Sylara Silvério (RN)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">DEPOIS DE VOCÊ, de Gustavo Marques (GO)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">FARPA, de Thaís Olivier e Raphael Phields (MG)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">NO INÍCIO DO MUNDO, de Camilla Osório de Castro (CE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PEDRA-MAR, de Janaína Lacerda (PB)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">RESSONÂNCIA, de Anna Zêpa (RN)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SAMBA INFINITO, de Leonardo Martinelli (RJ)</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>PANORAMA PERNAMBUCO | Mostra competitiva</strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">A MENINA E O POTE, de Valentina Homem e Tati Bond</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">AQUI É LONGE DE LÁ, de Samuel Marinho</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">BABALU É CARNE FORTE, de Xulia Doxágui</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">DYNAMITE SOM: O FUTURO É LAMENTO NEGRO, de Lia Letícia e Pedro Severien</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">LANÇA-FOGUETE, de William Oliveira</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PÉ DE CHINELO, de Cátia Cardoso</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SERTÃO 2138, de Deuilton B Junior</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">TRINCHEIRAS, de Lucas da Rocha e Maria Clara Almeida</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>VIDEOCLIPE | Mostra competitiva </strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">ALUMEIA: LUANA FLORES &amp; JULIANA LINHARES, de Luana Flores (PB)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">CANA QUEIMADA DE DESEJOS: SÁVIO SABIÁ, de Ricardo Sékula e Sávio Sabiá (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">MERGULHO: NAYRI, de Juh Almeida (BA)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">NAS COISAS TÃO MAIS LINDAS: CAIKE SOUZA, de Caio Arruda (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PARACETAMONO: SR. COIMBRA, de Tássia Araújo (PI)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PONTE AÉREA: PEDRO MANN, de Renan Salotto (RJ/SP)</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>SESSÃO ESPECIAL | Mostra competitiva </strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">A NAVE QUE NUNCA POUSA, de Ellen Morais (PB)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">AMERICANA, de Agarb Braga (PA)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">DA ALDEIA À UNIVERSIDADE, de Leandro de Alcântara e Túlio de Melo (TO)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">HISTÓRIAS DO ALTO, de Carlos Kamara (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">O BICHO QUE EU TINHA MEDO, de Jhonatan Luiz (DF)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">O PINTOR, de Victor Castilhos (RS)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PUPÁ, de Osani (RN)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">QUANDO EU FOR GRANDE?, de Mano Cappu (PR)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SANTO GRAAL, de Giselle Gonçalves e João Oliveira (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SOB O CÉU DE ANALÂNDIA, de João Folharini (SP)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">TENTE SUA SORTE, de Guenia Lemos (PR)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">VERMELHO DE BOLINHAS, de Joedson Kelvin e Renata Fortes (CE)</p>
</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Livro infantil resgata memória de travessia centenária no Rio Capibaribe</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[rio capibaribe]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação Contemplado no edital da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, o livro infantil &#8220;Acorda Rio &#8211; Memórias de uma travessia&#8221;, da artista visual e ilustradora pernambucana Catharina Rosendo, será lançado neste domingo (22), às 15h, no Jardim Secreto do Poço, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-20-at-08.15.38.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123338" alt="WhatsApp Image 2026-03-20 at 08.15.38" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-20-at-08.15.38-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Contemplado no edital da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, o livro infantil &#8220;Acorda Rio &#8211; Memórias de uma travessia&#8221;, da artista visual e ilustradora pernambucana Catharina Rosendo, será lançado neste domingo (22), às 15h, no Jardim Secreto do Poço, na Zona Norte do Recife.</p>
<p>Integrante do Coletivo Jardim Secreto desde 2017, a autora encontrou inspiração ao conviver com Antônio José da Cunha, conhecido como Pai. Barqueiro que herdou do pai e do avô um ofício centenário, ele conduz até hoje, com sua família, a travessia de barco no Rio Capibaribe, entre os bairros do Poço da Panela e da Iputinga, mantendo vivos saberes que atravessam gerações e resistem ao tempo, mesmo diante das transformações urbanas que afastaram a cidade de suas águas.</p>
<p>O lançamento acontece no Dia Mundial da Água e propõe um encontro entre arte, memória e cidade às margens do Rio Capibaribe. A programação contará com roda de conversa com a autora e com o barqueiro Pai, sessão de autógrafos e a exibição do curta Entre Margens, documentário inspirado na mesma travessia que deu origem ao livro. Dirigido pelos estudantes Arthur Cardoso, Francisco Pestana, Lis Bettini e Raquel Velasco, o filme acompanha o cotidiano de Pai e registra o percurso entre as duas margens, revelando a dimensão humana e histórica de uma travessia que segue presente na vida da cidade.</p>
<p>Com narrativa poética e ilustrações em aquarela feitas pela própria autora, o livro “Acorda Rio &#8211; Memórias de uma travessia” convida crianças e adultos a olhar novamente para os rios, não apenas como paisagem urbana, mas como territórios vivos da memória recifense.  O título brinca com a corda que Pai usa para atravessar passageiros em seu barco azul, funcionando como um fio que conecta passado e presente. O livro também conta com audiodescrição, acessível por meio de um QR code, ampliando o acesso à obra.</p>
<p>“Essa história nasceu de conversas à beira do rio, de idas e vindas sobre a travessia. Foi assim que conheci Pai, barqueiro de ofício herdado do pai e do avô, como quem herda não apenas um trabalho, mas também respeito e cuidado com a natureza. Esse ofício foi um dos mais importantes da cidade. Conectava bairros, comércios e territórios. Criava pontes antes que elas existissem. Abria, em silêncio, rotas de fuga para quem buscava liberdade. Os canoeiros, junto com Pai, ajudaram a erguer a cidade”, explica a autora.</p>
<p>Publicitária de formação, Catharina Rosendo trabalhou por mais de duas décadas como diretora de arte em agências do Recife, desenvolvendo projetos gráficos editoriais, estudos iconográficos e ilustrações. Artista visual e ilustradora por vocação, combina técnicas como aquarela, acrílica, colagem e grafite. Atualmente, a artista se dedica ao estudo do livro-álbum, formato que une narrativa e imagem. “Acredito que o livro é a primeira galeria de arte da criança e, através dele, podemos transformar o olhar e romper estereótipos. Podemos pertencer.”, conclui.</p>
<p>O livro foi editado pela Editora Pó de Estrelas, e o projeto foi contemplado no edital da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura &#8211; Governo Federal.</p>
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		<title>Documentário &#8220;Elefante Encarnado&#8221; celebra a cultura e a identidade de Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 12:59:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[lei paulo gustavo]]></category>
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		<description><![CDATA[A cultura vibrante do Carnaval de Olinda promete ganhar as telas brasileiras neste ano, com o lançamento do documentário &#8220;Elefante Encarnado&#8221;. A sessão especial de pré-estreia acontece no sábado ( 17/01), às 19h, no Mercado da Ribeira, coração histórico da cidade. &#8221;Elefante Encarnado&#8221; é um projeto que visa preservar a identidade cultural pernambucana através do cinema [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122627" aria-labelledby="figcaption_attachment_122627" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Tiago Calazans</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/cinema.jpg"><img class="size-medium wp-image-122627" alt="Foto: Tiago Calazans" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/cinema-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pré-estreia acontece no sábado ( 17/01), às 19h, no Mercado da Ribeira, com exibição gratuita</p></div>
<p>A cultura vibrante do Carnaval de Olinda promete ganhar as telas brasileiras neste ano, com o lançamento do documentário &#8220;Elefante Encarnado&#8221;. A sessão especial de pré-estreia acontece no sábado ( 17/01), às 19h, no Mercado da Ribeira, coração histórico da cidade. &#8221;Elefante Encarnado&#8221; é um projeto que visa preservar a identidade cultural pernambucana através do cinema documental. O filme, realizado pela Maré Produtora, foi viabilizado por meio do Edital LPG (Lei Paulo Gustavo) do Estado de Pernambuco, com apoio da Secretaria de Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal.</p>
<p>O filme, dirigido e produzido pela olindense Juliana Beltrão, propõe um mergulho na história do icônico Clube Carnavalesco Misto Elefante de Olinda, um símbolo de resistência cultural e paixão pelo carnaval. O evento busca, primeiramente, prestigiar a comunidade local e os apaixonados pelo Clube, que apoiaram as gravações em meio à folia.</p>
<p><strong>Sobre o filme</strong></p>
<p>Produtora audiovisual e cultural há mais de 15 anos, a diretora Juliana Beltrão conta com uma trajetória que inclui colaborações em projetos aclamados como &#8220;Incompatível com a Vida&#8221; (pré-indicado ao Oscar 2024) e a produção de turnês de grandes nomes da música brasileira como Novos Baianos e Pepeu Gomes, e conta que realizou um sonho pessoal e profissional ao dirigir seu primeiro documentário sobre as raízes de sua cidade natal.</p>
<p>&#8220;Ser olindense e poder contar essa história é a materialização de anos de trabalho dedicados à cultura e ao audiovisual. O Elefante representa a alma do nosso carnaval, e o filme é uma carta de amor à nossa tradição e identidade&#8221;, afirma Beltrão. Após a pré-estreia local, &#8220;Elefante Encarnado&#8221; circulará por mostras e festivais de cinema, expandindo o alcance da história do clube e levando a cultura de Olinda para públicos mais amplos no Brasil e no mundo.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
</strong>Evento Gratuito: Pré-estreia do documentário &#8220;Elefante Encarnado&#8221;<br />
Data: 17 de janeiro de 2026<br />
Horário: 19h<br />
Local: Mercado da Ribeira<br />
Endereço: Rua de São Bento, 124 &#8211; Varadouro, Olinda &#8211; PE</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Curta documental “NECO” revela a história do mestre que constrói jangadas em Porto de Galinhas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/curta-documental-neco-revela-a-historia-do-mestre-que-constroi-jangadas-em-porto-de-galinhas/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 16:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O curta-metragem documental “NECO”, que retrata a vida e o ofício de um dos maiores mestres construtores de jangada de Pernambuco, acaba de concluir sua produção e se prepara para iniciar a circulação por festivais de cinema em todo o Brasil. Realizado com incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, através da Secretaria de Cultura do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122357" aria-labelledby="figcaption_attachment_122357" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jão Vicente</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-23-at-13.21.02.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122357" alt="Foto: Jão Vicente " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-23-at-13.21.02-607x318.jpeg" width="607" height="318" /></a><p class="wp-caption-text">Seu Neco</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center"><span style="font-family: verdana, sans-serif;">O curta-metragem documental “NECO”, que retrata a vida e o ofício de um dos maiores mestres construtores de jangada de Pernambuco, acaba de concluir sua produção e se prepara para iniciar a circulação por festivais de cinema em todo o Brasil. Realizado com incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, através da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), o filme entra agora na etapa de inscrições em mostras e festivais nacionais e, na sequência, terá sua estreia oficial. O trailer pode ser assistido no Youtube<b> </b>(<a href="https://www.youtube.com/watch?v=IhH556CXnUE" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DIhH556CXnUE&amp;source=gmail&amp;ust=1766593054082000&amp;usg=AOvVaw2E9HiSkaE2SeP6BRSqPrjc">https://www.youtube.com/<wbr />watch?v=IhH556CXnUE</a>) e no Instagram @tempootempoo.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Dirigido por Mateus Guedes, o documentário acompanha o cotidiano, as memórias e o saber ancestral de Seu Neco, jangadeiro e artesão que vive em Porto de Galinhas, no Litoral Sul do Estado, e é referência entre construtores e corredores de jangada da região. Aos mais de 80 anos, ele segue ativo na oficina, orientando novas gerações e mantendo viva uma tradição que atravessa o tempo e o mar.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;">&#8220;Desde o início, a ideia foi fazer um filme que respeitasse o tempo e o jeito de Seu Neco. Ele carrega um conhecimento que não está em livros, mas no corpo, no olhar e na relação com o mar. ‘NECO’ nasce desse encontro, da escuta e da convivência, como uma forma de valorizar um saber ancestral que corre o risco de desaparecer se não for reconhecido e compartilhado”, destaca o diretor Mateus Guedes.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Mais do que registrar a construção das jangadas, “NECO” propõe um retrato íntimo de um personagem moldado pela pesca, pelo vento e pela madeira. Em depoimentos em primeira pessoa, Seu Neco relembra a infância na praia, a relação com o pai, os primeiros anos no mar e o aprendizado autodidata que o transformou em mestre: “olhando a dos outros e fazendo”, até alcançar um nível técnico que poucos conseguem reproduzir. Não por acaso, muitas das jangadas vencedoras das tradicionais corridas da região são construídas por ele.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;">O filme também acompanha a relação de Seu Neco com manifestações culturais ligadas à jangada, como as corridas de jangada realizadas em Porto de Galinhas, especialmente nas celebrações do padroeiro dos jangadeiros, em junho, e no Dia do Jangadeiro, em setembro. Nessas ocasiões, o documentário revela a reverência da comunidade ao mestre, figura central na preservação de uma sabedoria ameaçada pelas transformações do litoral e pela diminuição de novos aprendizes.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;">O processo de gravação se estendeu por diferentes etapas e períodos, combinando pesquisa, acompanhamento do cotidiano e registro das manifestações culturais. As filmagens aconteceram entre maio e novembro de 2025, após um período inicial de pesquisa e aproximação com o personagem ao longo de 2024. A equipe acompanhou Seu Neco na oficina, no transporte e montagem das jangadas, nos preparativos para as corridas e no convívio com outros jangadeiros, captando a dinâmica de um saber transmitido de forma oral e prática, sem manuais, de corpo a corpo.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Com olhar sensível e abordagem observacional, “NECO” destaca a humildade e a vitalidade do personagem, que muitas vezes não reconhece a dimensão de sua própria importância cultural. Para ele, construir jangadas é parte da vida, quase um passatempo; para o filme, é a expressão de uma ética do fazer, na qual cada jangada é feita “como se fosse para ele mesmo”, respeitando o mar, a técnica e a tradição.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Agora finalizado, o curta inicia sua trajetória no circuito de festivais, ampliando o alcance dessa história e contribuindo para a valorização dos jangadeiros pernambucanos, ao mesmo tempo em que prepara sua estreia oficial junto ao público.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>SINOPSE</b>:</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;">“NECO” é um curta documental sobre um dos maiores mestres construtores de jangada de Pernambuco. Entre lembranças de pescador e o dia a dia na oficina em Porto de Galinhas, o filme acompanha Seu Neco enquanto ele explica, com seu próprio vocabulário, a ciência e a poesia da jangada. Um retrato afetivo de um saber ancestral que atravessa gerações e mantém viva a herança cultural dos jangadeiros.</span></p>
<p><b><span style="font-family: verdana, sans-serif;">FICHA TÉCNICA:</span></b></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Elenco</b><br />
Seu Neco</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Roteiro e Direção</b><br />
Mateus Guedes</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Produção Executiva</b><br />
Ana Sofia e Hugo Dubeux</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Direção de Fotografia</b><br />
Jão Vicente</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Câmera</b><br />
Jão Vicente, José Rebelatto e Luara Olívia</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Coordenação de Produção</b><br />
Gabriela Oliveira</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Direção de Produção</b><br />
Ana Sofia</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Som Direto</b><br />
Guto Quijano</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Produção</b><br />
Deriva, Tempoo e NAM</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Imagens Aéreas</b><br />
Mateus Guedes</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Assistente de Direção</b><br />
Rafael Cavalcanti</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Assistente de Produção</b><br />
Gabriela Passos</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Assistente de Câmera</b><br />
José Rebelatto</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Edição e Montagem</b><br />
José Rebelatto</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Cor</b><br />
César Reynaux</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Desenho de Som</b><br />
Deriva</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Trilha Sonora Original</b><br />
Deriva</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Edição e Finalização de Som</b><br />
Deriva</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Still</b><br />
Gabriela Oliveira e Mateus Guedes</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Direção Criativa</b><br />
Sombra</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Projeto Gráfico</b><br />
Sombra</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Designer</b><br />
NAM</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Acessibilidade</b><br />
Ruan Carlos</p>
<p><b>Distribuição</b><br />
NAM</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><b>Edital</b><br />
Projeto contemplado no Edital Ações Criativas para o Audiovisual – Produção – Lei Paulo Gustavo Pernambuco 2023.</span></p>
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		<item>
		<title>Projeto Sertão Sem Nó lança séries sobre contos folclóricos e poesia feminina sertaneja</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-sertao-sem-no-lanca-series-sobre-contos-folcloricos-e-poesia-feminina-sertaneja/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 18:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[PNAB Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[série]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação O projeto cultural Sertão Sem Nó lança, entre 24 de novembro e 18 de dezembro de 2025, duas séries originais em formato ampliado e definitivo no feed de seu podcast homônimo: “Histórias de Cabeceiras” e “Poetisas do Pajeú”. As produções, veiculadas pela Rádio Frei Caneca FM no primeiro semestre de 2025, chegam às [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Isabelly-Moreira_Divulgação.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121942" alt="Isabelly Moreira_Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Isabelly-Moreira_Divulgação-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p><span style="color: #000000;">O projeto cultural <em>Sertão Sem Nó</em> lança, entre 24 de novembro e 18 de dezembro de 2025, duas séries originais em formato ampliado e definitivo no feed de seu podcast homônimo: “Histórias de Cabeceiras” e “Poetisas do Pajeú”. As produções, veiculadas pela Rádio Frei Caneca FM no primeiro semestre de 2025, chegam às plataformas de áudio em versões completas, com textos integrais transcritos, descrições dos blocos como recurso de acessibilidade e uma nova etapa de circulação nacional e internacional. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os episódios estreiam sempre às 4h da manhã, começando pelos programas de “Poetisas do Pajeú”. As duas séries contam com patrocínio master do Edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) 2024, da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE). </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ao todo, serão 24 episódios, sendo 12 de Histórias de Cabeceiras e 12 de Poetisas do Pajeú, publicados diariamente. As duas séries integram o ecossistema criativo do <em>Sertão Sem Nó</em>, projeto idealizado pelo jornalista e cineasta pernambucano Jefferson Sousa e dedicado à preservação e difusão das culturas populares dos sertões nordestinos em múltiplas linguagens, como podcasts documentais, filmes, jogos digitais, animações, pesquisas, oficinas e ações formativas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Acumulando dezenas de prêmios e reconhecimentos nas áreas de cultura, memória e audiovisual, entre os quais o 10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho, ofertado pelo Governo de Pernambuco, através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e o Best Screenplay do Viva Film Festival 2019, na Bósnia, o <em>Sertão Sem Nó</em> reúne também atuações e uso de seus conteúdos em escolas, universidades, rádios públicas e eventos culturais de mais de 20 países, consolidando-se como um dos mais importantes projetos contemporâneos de salvaguarda da cultura popular nordestina.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A chegada das séries na íntegra às plataformas de áudio por streaming amplia o acesso às narrativas, aproximando-as ainda mais de ambientes educacionais, familiares, acadêmicos, rádios e demais manifestações comunitárias de comunicação, além, é claro, de ouvintes de todas as regiões do Brasil.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Histórias de Cabeceiras</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">A série reúne 48 contos populares infantis em 12 episódios, criados, escritos, produzidos, narrados e editados por Jefferson Sousa, com narração complementar da jornalista Vivi Maria. Cada programa apresenta quatro narrativas seguidas por um bloco de contextualização histórica que revela origens geográficas, literárias e folclóricas, além dos caminhos de circulação oral que levaram essas histórias aos sertões do Nordeste.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Histórias de Cabeceiras” nasce do projeto “<i>Contos Populares Infantis: Tradição e Diversã”o</i> e se baseia em estudos e recolhas feitas por autores como Luís da Câmara Cascudo, Sílvio Romero, Teófilo Braga, Consiglieri Pedroso, João da Silva Campos, Lindolfo Gomes, Adolfo Coelho e Aurélio Espinosa. Entre as histórias estão: Couro de Piolho, A Princesa Sisuda, A Festa no Céu, A Princesa de Bambuluá, Bicho de Palha, A Princesa Serpente, O Papagaio Real e outras narrativas de raízes ibéricas e nordestinas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Com linguagem oral, clima intimista e ambientação sonora centrada na voz, o programa preserva o ambiente das histórias contadas nas cabeceiras das camas, nos quintais e nos alpendres do sertão, ao mesmo tempo em que dialoga com formatos contemporâneos de podcast. Cada episódio mantém compromisso com acessibilidade, pesquisa e uso pedagógico, servindo como material de referência para famílias, professores, bibliotecas e projetos educativos.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Poetisas do Pajeú</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">Dirigida, roteirizada, produzida e apresentada por Vivi Maria, com edição e co-produção de Jefferson Sousa, a série traz entrevistas profundas com 12 mulheres que fazem da poesia sua forma de existência e resistência no Sertão do Pajeú. Com cerca de uma hora por episódio, o programa reúne memórias, afetos, processos criativos e reflexões sobre temas como identidade, gênero, território, maternidade, educação, ancestralidade e música.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Participam da série Maria Farias, Elenilda Amaral, Erivoneide Amaral, Isabelly Moreira (Belinha), Verônica Sobral, Dayane Rocha, Jéssica Caitano, Francisca Araújo, Monique D’Angelo, Milene Augusto, Izabela Ferreira e Thyelle Dias.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os episódios incluem declamações inéditas e conversas que registram trajetórias individuais e coletivas, formando um documento sonoro sobre a presença feminina na poesia do Pajeú. A condução de Vivi Maria, poetisa, jornalista cultural, glosadora e pesquisadora da tradição oral, reforça a dimensão afetiva, política e territorial das entrevistas. As transcrições integrais dos episódios ampliam a acessibilidade e o alcance para estudos, pesquisas e usos educativos.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Jéssica-Caitano-por-José-de-Holanda.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121943" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Jéssica-Caitano-por-José-de-Holanda-373x486.jpg" width="373" height="486" /><br />
</a>Foto: José de Holanda/Divulgação</p>
<p><b><span style="color: #000000;">Um projeto raiz: feito no território e para o território</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">As duas séries foram produzidas integralmente no Sertão do Pajeú, em home studios nos municípios de Itapetim e São José do Egito, a partir de uma perspectiva territorial, não apenas sobre o sertão, mas a partir dele. Essa abordagem fortalece a economia criativa local e reafirma a importância de narrativas produzidas por quem vive o território e seus modos de vida.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O lançamento amplia o diálogo com famílias e crianças, escolas, professores, bibliotecas e clubes de leitura, pesquisadores de cultura popular, folclore e tradição oral, coletivos culturais, grupos de poesia, rádios públicas e ouvintes interessados em cultura, memória, educação e documentários sonoros.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Acessibilidade e preservação</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">Todos os episódios contam com transcrições completas e textos organizados dos blocos, além de material compatível com leitores de tela. O conteúdo também pode ser utilizado como base para projetos educativos, acadêmicos e jornalísticos. As séries reforçam o compromisso do Sertão Sem Nó com a inclusão e o registro permanente das narrativas do sertão.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Sobre o Sertão Sem Nó</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">Criado por Jefferson Sousa, o Sertão Sem Nó é um projeto multidisciplinar dedicado à preservação e à difusão da cultura popular dos sertões nordestinos, reunindo produções sonoras, audiovisuais, educativas e de pesquisa. Seus conteúdos circulam em escolas, universidades, rádios públicas e eventos culturais dentro e fora do Brasil, compondo um universo criativo que integra documentários, podcasts, jogos digitais, animações e ações formativas.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Disponibilidade</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">As séries “Histórias de Cabeceiras” e “Poetisas do Pajeú” estarão disponíveis gratuitamente nas principais plataformas de áudio a partir de 24 de novembro de 2025, com publicação diária até 18 de dezembro de 2025, sempre às 4h da manhã, no podcast Sertão Sem Nó. . Além disso, ambos os programas integraram a programação do primeiro semestre de 2025 da Rádio Frei Caneca FM por meio do Edital de Apoio à Ocupação da emissora, promovido pela Fundação de Cultura Cidade do Recife.</span></p>
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