<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Literatura</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/literatura/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 25 Jun 2026 19:05:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Livro vencedor do Prêmio Cepe revisita tragédia climática no Rio Grande do Sul</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-vencedor-do-premio-cepe-revisita-tragedia-climatica-no-rio-grande-do-sul/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-vencedor-do-premio-cepe-revisita-tragedia-climatica-no-rio-grande-do-sul/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=124128</guid>
		<description><![CDATA[Com um tom ambíguo, de realidade melancólica que não perde de vista a perspectiva de um futuro melhor, o livro Cicatrizes na paisagem leva o leitor a revisitar e refletir sobre uma das maiores tragédias climáticas do Brasil, que atingiu cerca de 2,4 milhões de pessoas no Rio Grande do Sul, em maio de 2024. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Cicatrizes-na-paisagem-CAPA-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124129" alt="Cicatrizes na paisagem CAPA (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Cicatrizes-na-paisagem-CAPA-1-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>Com um tom ambíguo, de realidade melancólica que não perde de vista a perspectiva de um futuro melhor, o livro Cicatrizes na paisagem leva o leitor a revisitar e refletir sobre uma das maiores tragédias climáticas do Brasil, que atingiu cerca de 2,4 milhões de pessoas no Rio Grande do Sul, em maio de 2024. Assinada pelo gaúcho Felipe Julius, escritor, roteirista e redator publicitário, a obra foi vencedora do 8º Prêmio Cepe Nacional de Literatura, na categoria Poesia, e ganha lançamento neste mês de junho.</p>
<p>A narrativa poética de Cicatrizes na paisagem percorre as estradas do Sul do país, sendo construída a partir de um grupo de personagens que compartilha o mesmo carro (mulher grávida, prestes a dar à luz; sua companheira, Maria; e três recém-conhecidos, integrantes da mesma família). Fogem do caos instalado pelas chuvas em Porto Alegre em busca de alternativa e sobrevivência. É o caminho encontrado por Felipe Julius para expor, de forma lírica e ao mesmo tempo contundente, o fenômeno natural em contraponto ao descaso do poder público e à degradação ambiental. Neste grupo de desabrigados ambientais o leitor passa a ser mais um integrante envolvido pela escrita.</p>
<p>Com 120 páginas, o livro é dividido em três partes, em que os marcadores sinalizam rodovias impactadas pela tragédia, que também foi vivenciada pelo autor. “A ordem foi pensada como um percurso. A rodovia RS-040 é o choque e a travessia do dilúvio; a BR-101 já é respiração, estrada, encontro possível. E ‘A chegada’ é quando a vida insiste, apesar de tudo. Se isso vira esperança, não é uma esperança ingênua. Não apaga o que aconteceu. É aquela que nasce depois do estrago, quando ainda tem lama, mas já tem gesto”, coloca Felipe.</p>
<p>Sete meses marcam o intervalo de tempo entre a tragédia e a materialização de Cicatrizes na paisagem, escrita em apenas uma semana, em janeiro de 2025. “Em 2024, passei o ano pensando em tudo o que aconteceu. Fiz uma promessa de Ano Novo e queria tornar tangível, em texto, tudo o que me atravessava. Também queria que ninguém esquecesse porque aquilo escancarou uma falha grave na nossa estrutura sociopolítica, ética e infraestrutural. Meu impulso de escrever tem muito a ver com a frase de George Santayana que diz: Aqueles que esquecem o passado estão condenados a repeti-lo”, destaca.</p>
<p>Para o editor da Cepe, Diogo Guedes, a proeza de Cicatrizes na paisagem é que os versos são sóbrios e, ao mesmo tempo, emotivos, resultando num equilíbrio raro. “Felipe Julius revela, por meio de um poema narrativo, um mundo submerso, quase como se acabando — não porque de fato deixará de existir, mas porque nada pode ser o mesmo depois de uma tragédia como as enchentes no Rio Grande do Sul”, pondera.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong> – Autista (nível de suporte 1), Felipe Pyhus Julius tem 25 anos de idade e transita entre a criação literária e publicitária. Sua estreia na literatura aconteceu em 2023, com a coletânea poética Foram talvez os anjos revoltados (Editora Urutau), obra indicada ao 66º Prêmio Jabuti na categoria Escritor Estreante – Poesia, e que aborda temas como a neurodiversidade, Geração Z e Porto Alegre. Foi vencedor do XXXII Prêmio Moutonnée de Poesia (categoria Adulto) e teve menção honrosa no 19º Prêmio Lila Ripoll de Poesia.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-vencedor-do-premio-cepe-revisita-tragedia-climatica-no-rio-grande-do-sul/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cepe Editora lança em Vitória de Santo Antão novo de livro de Rafael Setestrelo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-editora-lanca-em-vitoria-de-santo-antao-novo-de-livro-de-rafael-setestrelo/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-editora-lanca-em-vitoria-de-santo-antao-novo-de-livro-de-rafael-setestrelo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura pernambucana]]></category>
		<category><![CDATA[rafael setestrelo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=123353</guid>
		<description><![CDATA[No dia 1º de outubro de 1940, um eclipse total do sol, um dos fenômenos astronômicos marcantes da primeira metade do século 20, foi visto no Nordeste e, particularmente, em Pernambuco, Paraíba e Ceará. No Sertão e Zona da Mata do Estado, a escuridão repentina foi recebida com um misto de pavor e misticismo, selando [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 1º de outubro de 1940, um eclipse total do sol, um dos fenômenos astronômicos marcantes da primeira metade do século 20, foi visto no Nordeste e, particularmente, em Pernambuco, Paraíba e Ceará. No Sertão e Zona da Mata do Estado, a escuridão repentina foi recebida com um misto de pavor e misticismo, selando para muitos a chegada do juízo final. É desse fato histórico, e das memórias familiares geradas por ele, que o autor Rafael Setestrelo (pseudônimo de Rafael Augusto Costa Oliveira) constrói a narrativa do ficcional A Estrada dos Homens Doidos, livro que a Cepe Editora lança nesta sexta-feira, 20 de março, a partir das 19h30, no Instituto Histórico e Geográfico de Vitória de Santo Antão. No evento que apresentará a obra, Rafael conversa com o professor, escritor e crítico literário Marcos de Andrade Filho.</p>
<p>Com 15 livros publicados e autor de uma farta produção literária, entre cordéis, poemas, peças e romances, Rafael Setestrelo se destaca na nova geração de escritores pernambucanos que transita com genialidade pelo realismo mágico, construindo narrativas em que a realidade sertaneja, em todo o seu aspecto cultural e social, coexiste com o fantástico e o imaginário popular.</p>
<p>A Estrada dos Homens Doidos, ao lado de outras obras como Dom Pirrito (Editora Arrelique, 2023) e A Fabulação de Luzia (Editora Folheando, 2025), integram um momento de criação definido por Rafael como Ciclo dos Estranhos. “O que há nessa ideia é justamente a presença crucial da oralidade dos personagens prevalecendo sobre a narrativa, assim também como abordagem a temas mais psicológicos e até históricos da Zona da Mata pernambucana”, indica.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Rafael-Setestrelo-crédito-Lays-Freitas-foto-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123354" alt="Foto: Lays Freitas/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Rafael-Setestrelo-crédito-Lays-Freitas-foto-3-272x486.jpeg" width="272" height="486" /></a></p>
<p>Entre tantos que protagonizaram o “eclipse do fim do mundo”, nos idos dos anos 1940, estavam Urbano de Souza Costa, o Pirrito (avô do autor), seu irmão José e um amigo, que saíram de madrugada de Glória de Goitá rumo a Limoeiro (uma caminhada com mais de vinte quilômetros), para negociar na feira local. Se viram diante da experiência mais extraordinária de suas vidas ao presenciarem o eclipse solar, nas proximidades da Serra da Passira. Esse fato foi considerado pelo avô do autor como algo sobrenatural. Ouvido durante toda a infância, alimentou a imaginação e a fabulação de Rafael, que o transportou para as 60 páginas do livro estabelecendo uma ruptura com a realidade. “O eclipse como um divisor de águas da história, algo que pudesse mexer com os personagens, revelando o que estava escondido”, sinaliza.</p>
<p>O romance apresenta a jornada de três irmãos &#8211; Rubem, José e Judá &#8211; que se reencontram depois de crescidos e caminham rumo à cidade de Limoeiro para participar de um velório. Atravessam a estrada mística e de mal-assombros, testemunhando o eclipse e trazendo à tona memórias de um passado marcado por culpas, ressentimentos, traições, um pai rude e violento (Israel), que estabeleceu diferenças na criação, e uma mãe (Lia) oprimida e silenciada. “Acho que A Estrada dos Homens Doidos é um romance bem humano, sem muitas máscaras. Os personagens são impulsivos e engenhosos em seus planos, e também trazem as marcas da forma como foram educados. Acho que todo mundo carrega cicatrizes da criação/educação”, avalia o autor.</p>
<p>Estruturada em dez capítulos e com forte conexão com a oralidade, a obra costura presente e passado, em que narrações e diálogos muitas vezes são construídos no mesmo parágrafo e sem distinção entre os interlocutores &#8211; o que destaca a capacidade do autor em subverter normas literárias tradicionais.</p>
<p>“Sua estrutura, alternando presente e passado entre capítulos e letras, revela um arrojo narrativo muito interessante do ponto de vista formal. As partes nomeadas por letras, por exemplo, em sua maioria são narradas pelo caçula José, mas ao final ganham outros narradores, numa mudança que enriquece a trama e que exige do leitor uma atenção digna dos trabalhos literários tecidos por quem conhece o ofício do ato de escrever”, indica o escritor e membro do Conselho Editorial da Cepe, Roberto Azoubel.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong> &#8211; Escritor, cordelista, ator e rabequeiro, Rafael Setestrelo nasceu em Vitória de Santo Antão, Zona da Mata Sul, em 24 de novembro de 1981. Filho e neto de agricultores, é professor de Língua Portuguesa no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) Campus Vitória de Santo Antão desde 2005. Na instituição, desenvolve, junto aos alunos, o projeto LiterAtos, que estabelece o diálogo entre a literatura e manifestações culturais, sobretudo, da Zona da Mata, como o mamulengo, o maracatu e o cavalo-marinho. Venceu o 7° Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura (Grande Prêmio e Melhor Obra da Zona da Mata), em 2020, com o poemário Dylan Pajeú (Cepe, 2022), o Prêmio Mar que Arrebenta, em 2023, com Dom Pirrito, entre outros.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-editora-lanca-em-vitoria-de-santo-antao-novo-de-livro-de-rafael-setestrelo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro infantil resgata memória de travessia centenária no Rio Capibaribe</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-infantil-resgata-memoria-de-travessia-centenaria-no-rio-capibaribe/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-infantil-resgata-memoria-de-travessia-centenaria-no-rio-capibaribe/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[rio capibaribe]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=123337</guid>
		<description><![CDATA[Foto: Divulgação Contemplado no edital da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, o livro infantil &#8220;Acorda Rio &#8211; Memórias de uma travessia&#8221;, da artista visual e ilustradora pernambucana Catharina Rosendo, será lançado neste domingo (22), às 15h, no Jardim Secreto do Poço, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-20-at-08.15.38.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123338" alt="WhatsApp Image 2026-03-20 at 08.15.38" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-20-at-08.15.38-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Contemplado no edital da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, o livro infantil &#8220;Acorda Rio &#8211; Memórias de uma travessia&#8221;, da artista visual e ilustradora pernambucana Catharina Rosendo, será lançado neste domingo (22), às 15h, no Jardim Secreto do Poço, na Zona Norte do Recife.</p>
<p>Integrante do Coletivo Jardim Secreto desde 2017, a autora encontrou inspiração ao conviver com Antônio José da Cunha, conhecido como Pai. Barqueiro que herdou do pai e do avô um ofício centenário, ele conduz até hoje, com sua família, a travessia de barco no Rio Capibaribe, entre os bairros do Poço da Panela e da Iputinga, mantendo vivos saberes que atravessam gerações e resistem ao tempo, mesmo diante das transformações urbanas que afastaram a cidade de suas águas.</p>
<p>O lançamento acontece no Dia Mundial da Água e propõe um encontro entre arte, memória e cidade às margens do Rio Capibaribe. A programação contará com roda de conversa com a autora e com o barqueiro Pai, sessão de autógrafos e a exibição do curta Entre Margens, documentário inspirado na mesma travessia que deu origem ao livro. Dirigido pelos estudantes Arthur Cardoso, Francisco Pestana, Lis Bettini e Raquel Velasco, o filme acompanha o cotidiano de Pai e registra o percurso entre as duas margens, revelando a dimensão humana e histórica de uma travessia que segue presente na vida da cidade.</p>
<p>Com narrativa poética e ilustrações em aquarela feitas pela própria autora, o livro “Acorda Rio &#8211; Memórias de uma travessia” convida crianças e adultos a olhar novamente para os rios, não apenas como paisagem urbana, mas como territórios vivos da memória recifense.  O título brinca com a corda que Pai usa para atravessar passageiros em seu barco azul, funcionando como um fio que conecta passado e presente. O livro também conta com audiodescrição, acessível por meio de um QR code, ampliando o acesso à obra.</p>
<p>“Essa história nasceu de conversas à beira do rio, de idas e vindas sobre a travessia. Foi assim que conheci Pai, barqueiro de ofício herdado do pai e do avô, como quem herda não apenas um trabalho, mas também respeito e cuidado com a natureza. Esse ofício foi um dos mais importantes da cidade. Conectava bairros, comércios e territórios. Criava pontes antes que elas existissem. Abria, em silêncio, rotas de fuga para quem buscava liberdade. Os canoeiros, junto com Pai, ajudaram a erguer a cidade”, explica a autora.</p>
<p>Publicitária de formação, Catharina Rosendo trabalhou por mais de duas décadas como diretora de arte em agências do Recife, desenvolvendo projetos gráficos editoriais, estudos iconográficos e ilustrações. Artista visual e ilustradora por vocação, combina técnicas como aquarela, acrílica, colagem e grafite. Atualmente, a artista se dedica ao estudo do livro-álbum, formato que une narrativa e imagem. “Acredito que o livro é a primeira galeria de arte da criança e, através dele, podemos transformar o olhar e romper estereótipos. Podemos pertencer.”, conclui.</p>
<p>O livro foi editado pela Editora Pó de Estrelas, e o projeto foi contemplado no edital da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura &#8211; Governo Federal.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-infantil-resgata-memoria-de-travessia-centenaria-no-rio-capibaribe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Governo de Pernambuco realiza solenidade de doação de kits literários na Biblioteca Pública do Estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-realiza-solenidade-de-doacao-de-kits-literarios-na-biblioteca-publica-do-estado/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-realiza-solenidade-de-doacao-de-kits-literarios-na-biblioteca-publica-do-estado/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Companhia Editora de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[kits literários]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=123320</guid>
		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), realiza na próxima terça-feira (17), às 16h, na Biblioteca Pública do Estado, no Recife, a ‘Solenidade de Doação de Kits Literários’, com a presença da vice-governadora Priscila Krause. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123321" aria-labelledby="figcaption_attachment_123321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7357.JPG.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123321" alt="Fotos: Simon Filmes/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7357.JPG-607x367.jpeg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Simon Filmes/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), realiza na próxima terça-feira (17), às 16h, na Biblioteca Pública do Estado, no Recife, a ‘Solenidade de Doação de Kits Literários’, com a presença da vice-governadora Priscila Krause. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a circulação de títulos publicados no estado, valorizar autores locais e fortalecer as bibliotecas públicas como espaços estratégicos de formação cultural e cidadã.</p>
<p dir="ltr">Ao todo, serão destinados 140 kits literários, compostos por obras vencedoras do Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura – responsável por reconhecer talentos de todas as regiões do Estado –, títulos contemplados pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e publicados pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), editora vinculada à Secretaria da Casa Civil.</p>
<p dir="ltr">“Essa ação ajuda a fazer a literatura pernambucana circular mais e reforça o compromisso da gestão da governadora Raquel Lyra com a democratização do acesso ao livro, a valorização da nossa produção literária e a sua diversidade, além do fortalecimento das bibliotecas públicas como espaços de conhecimento, cultura e cidadania”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<div id="attachment_123323" aria-labelledby="figcaption_attachment_123323" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7358.JPG.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123323" alt="A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a circulação de títulos publicados no estado, valorizar autores locais e fortalecer as bibliotecas públicas como espaços estratégicos de formação cultural e cidadã. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7358.JPG-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a circulação de títulos publicados no estado, valorizar autores locais e fortalecer as bibliotecas públicas como espaços estratégicos de formação cultural e cidadã.</p></div>
<p dir="ltr">Em consonância com o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), a solenidade ainda integra um conjunto de ações estruturantes do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (PELLLB), instituído pela Lei nº 16.991/2020 – Lei Suzana Timóteo, que estabelece diretrizes para a promoção do acesso ao livro, o estímulo às práticas leitoras e o fortalecimento do sistema de bibliotecas públicas no estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; Serviço</em></p>
<p dir="ltr"><strong>Solenidade de Doação de Kits Literários</strong></p>
<p dir="ltr">Data: 17 de março de 2026</p>
<p dir="ltr">Horário: 16h</p>
<p dir="ltr">Local: Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco I R. João Líra, s/n &#8211; Santo Amaro, Recife &#8211; PE</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-realiza-solenidade-de-doacao-de-kits-literarios-na-biblioteca-publica-do-estado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cepe lança livro infantil que transforma a massinha de modelar em protagonista da história</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-lanca-livro-infantil-que-transforma-a-massinha-de-modelar-em-protagonista-da-historia/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-lanca-livro-infantil-que-transforma-a-massinha-de-modelar-em-protagonista-da-historia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 17:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=123213</guid>
		<description><![CDATA[Elas já ocupam lugar de destaque enquanto ferramenta lúdica estimulando as habilidades motoras e sensoriais das crianças. Agora, protagonistas da história do infantil É Massa!, mais novo lançamento da Cepe Editora, as massinhas de modelar chegam para transformar a leitura em uma experiência literária única para os pequenos. Com texto de Frederico Spencer e ilustrações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123214" aria-labelledby="figcaption_attachment_123214" class="wp-caption img-width-476 alignnone" style="width: 476px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Frederico-Spencer-autor.jpg"><img class="size-medium wp-image-123214" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Frederico-Spencer-autor-476x486.jpg" width="476" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Autor Frederico Spencer</p></div>
<p>Elas já ocupam lugar de destaque enquanto ferramenta lúdica estimulando as habilidades motoras e sensoriais das crianças. Agora, protagonistas da história do infantil É Massa!, mais novo lançamento da Cepe Editora, as massinhas de modelar chegam para transformar a leitura em uma experiência literária única para os pequenos. Com texto de Frederico Spencer e ilustrações feitas a partir de modelagem assinadas pelo estúdio de animação Produções Ordinária, o livro ganha evento de lançamento no próximo dia 7 de março, sábado, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), a partir das 15h.</p>
<p>Nas páginas de É Massa!, as ilustrações são tão coloridas e vivas que saltam aos olhos. Elaboradas com os mínimos detalhes e muita criatividade, as figuras se revelam verdadeiras obras de arte em miniatura, transformando gesto em poesia visual, modelando o pensamento do leitor, num movimento semelhante ao das crianças quando se reúnem para brincar.</p>
<p>Com oito livros para adultos já publicados, Frederico Spencer disse estar ciente do desafio de escrever para os pequenos leitores. “Acho que como literatura não é só entretenimento, mas também uma ação social, repousa nas mãos das crianças, através do hábito da leitura, a chave para as grandes mudanças que o nosso velho mundo precisa. Devemos apostar no incentivo da leitura para as crianças, pois ler é viajar, é aprender coisas novas, é se humanizar”, assegura.</p>
<p>A inspiração para É Massa! partiu do modo como as crianças encaram o mundo, o que sempre o encantou: na visão do escritor, elas são capazes de reconstruir o universo com a massinha de modelar na ponta dos dedos e uma boa dose de curiosidade. “Ela pode ser uma casa, um ovo, uma árvore, um carro, um menino, uma menina, um dado, um livro. Por não ter forma fixa pode criar mundos diversos e mudar destinos, nada nela é perene, é a própria invenção do devir”, avalia.</p>
<p>Formado por Chia Beloto, Marila Cantuária e Vitor Valença, o estúdio Produções Ordinária, que se destaca no audiovisual pernambucano desenvolvendo trabalhos em stop motion (técnica que dá movimento a objetos estáticos por meio de fotografias quadro a quadro) teve em É Massa! a primeira experiência de ilustrar um livro infantil. “A modelagem em massinha é uma técnica que utilizamos muito em oficinas de animação e sempre quisemos usá-la em outras aplicações. Não é fácil fazer um livro, mas foi muito divertido, do início ao fim. No final, contabilizamos mais de 30 caixas de massinha!”, conta Marila.</p>
<p>Marila é a fotógrafa da Produções Ordinária e coube a ela a tarefa de iluminar e fotografar cada elemento separado no estúdio, depois recortá-los digitalmente. A última etapa foi montar as páginas, definir fundos e cores, editar as imagens e diagramar os textos. Desde o início, porém, o trabalho foi mais coletivo. “Vitor [Valença] iniciou os primeiros rascunhos digitais do livro, Chia [Beloto] criou uma boneca desenhada à mão para simular como ele ficaria impresso, mas nós três criamos todo o conceito juntos e as ilustrações foram feitas a seis mãos. Decididos os elementos, partimos para a modelagem. Nessa fase, todo mundo botou a mão na massa, pois era muita coisa para criar”, destaca Marila.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong> &#8211; Formado em Ciências Sociais pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), o recifense Frederico Jorge Spencer Hartmann, 68 anos, é professor e produtor cultural. Desde sua estreia na literatura, em 1985, ao vencer o Prêmio Gervásio Fioravante da Academia Pernambucana de Letras (APL), voltou-se aos livros de poesia de temática urbana e existencialista, a começar por Portal do Tempo, lançado pela Bagaço, em 1988. Depois de concluir uma pós-graduação em Psicopedagogia Institucional pela Universidade Gama Filho (RJ), ingressou no universo literário infantil com Arthur, o Geladinho (Flamingo Edições, 2022). Também é membro fundador da Academia de Letras de Jaboatão dos Guararapes e da Associação dos Blogs Literários do Nordeste, além de ter editado o site Domingo com Poesia.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Evento de lançamento do livro É massa!</p>
<p>Quando: 07.03, sábado<br />
Hora: 15h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)<br />
Endereço: Avenida Rui Barbosa, 960 – Graças<br />
Preço: R$ 40,00 (impresso)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-lanca-livro-infantil-que-transforma-a-massinha-de-modelar-em-protagonista-da-historia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5ª Edição do Festival Pernambucano de Literatura Negra chega ao Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/5a-edicao-do-festival-pernambucano-de-literatura-negra-chega-ao-recife/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/5a-edicao-do-festival-pernambucano-de-literatura-negra-chega-ao-recife/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 19:46:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Cida Bento]]></category>
		<category><![CDATA[dia da consciência negra]]></category>
		<category><![CDATA[Evelli Eller]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Pernambuco de Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Giovanna Carneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Inaldete Pinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Kemla Baptista]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=121334</guid>
		<description><![CDATA[A capital pernambucana vai receber no dia 27 de novembro mais uma edição do Festival Pernambucano de Literatura Negra. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o evento, que está em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121335" aria-labelledby="figcaption_attachment_121335" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Cópia-de-Crédito_-Guga-Renato-_-Festival-Pernambucano-de-Literatura-Negra-é-finalista-no-Prêmio-Jabuti-2025.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121335" alt="Créditos: Guga Renato/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Cópia-de-Crédito_-Guga-Renato-_-Festival-Pernambucano-de-Literatura-Negra-é-finalista-no-Prêmio-Jabuti-2025-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Créditos: Guga Renato/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">A capital pernambucana vai receber no dia 27 de novembro mais uma edição do Festival Pernambucano de Literatura Negra. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o evento, que está em sua quinta edição, tem como proposta promover um grande encontro, aberto ao público, reunindo escritores negros naturais ou radicados em Pernambuco, além de convidados especiais.</p>
<p dir="ltr">Idealizado pela jornalista e escritora Jaqueline Fraga, o festival foi finalista do Prêmio Jabuti 2025 e se consolida como parte do calendário cultural e literário do estado de Pernambuco e importante instrumento na luta antirracista. Este ano o tema é “Mulheres negras no centro da literatura”, com destaque para a curadoria da escritora, atriz e ativista pelos direitos humanos Odailta Alves e homenagens às autoras Inaldete Pinheiro (Pernambuco) e Cida Bento (São Paulo).</p>
<p dir="ltr">A etapa Recife chega com programação em celebração ao Dia da Consciência Negra. A abertura vai acontecer às 14h, no auditório Dom Helder Câmara, da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), centro da capital pernambucana.  A tarde conta ainda com Sarau Literário e sessão coletiva de autógrafo com Camila Mendes, Iyadirê Zidanes, Jessicalen e Vitória Oliveira.</p>
<p dir="ltr">O festival traz também as mesas “O fortalecimento da identidade negra na literatura”, com Inaldete Pinheiro, Mariana Andrade e mediação de Kemla Baptista; “Reparação e reconhecimento: ancestralidade guiando novos futuros”, com Cida Bento e mediação de Carla Teixeira; além da palestra “Desafios e estratégias do jornalismo negro e cultural em Pernambuco”, com Giovanna Carneiro. O encerramento fica por conta da apresentação musical de Evelli Eller.</p>
<p dir="ltr">Toda a programação do festival é gratuita e contará com a presença de intérpretes da Língua Brasileira de Sinais &#8211; Libras.</p>
<p dir="ltr"><strong>Homenageadas:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Inaldete Pinheiro -</strong> uma das fundadoras do Movimento Negro em Pernambuco, a escritora e mestra em Serviço Social nascida no Rio Grande do Norte, em 1946, e que já vive no Recife há mais de 60 anos, construiu uma carreira voltada para o fortalecimento da cultura negra e combate ao racismo. É autora de Cinco Cantigas para você contar; Pai Adão era Nagô; A Calunga e o Maracatu; Baobás de Ipojuca; Coleção Velhas Histórias, Novas Leituras; e Racismo e Antirracismo na Literatura Infanto-Juvenil.</p>
<p dir="ltr"><strong>Cida Bento -</strong> uma das mais relevantes intelectuais e ativistas do movimento negro brasileiro contemporâneo, Maria Aparecida da Silva Bento (São Paulo, 1952) é doutora em psicologia pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IPUSP) e cofundadora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT). Pesquisadora das relações entre raça, racismo e psicologia, ela se torna referência obrigatória nos estudos sobre branquitude no Brasil. Autora do livro Pacto da Branquitude (2022).</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; Serviço:</em></p>
<p dir="ltr"><strong>5ª edição do Festival Pernambucano de Literatura Negra</strong></p>
<p dir="ltr">Quando: 27 de novembro, a partir das 14h.</p>
<p dir="ltr">Onde: UNICAP &#8211; Auditório Dom Helder (bloco A &#8211; térreo) &#8211; Rua do Príncipe, 526, Boa Vista, Recife.</p>
<p dir="ltr"><em>Entrada gratuita</em></p>
<p dir="ltr">+ Informações:<a href="http://negrasou.com.br/festival"> negrasou.com.br/festival</a> | <a href="http://instagram.com/festivaldeliteraturanegra_pe">@festivaldeliteraturanegra_pe</a> | <a href="http://instagram.com/negrasouoficial">@negrasouoficial</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/5a-edicao-do-festival-pernambucano-de-literatura-negra-chega-ao-recife/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Governo de Pernambuco realiza cerimônia de lançamento das obras vencedoras do 9° Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-realiza-cerimonia-de-lancamento-das-obras-vencedoras-do-9-premio-hermilo-borba-filho-de-literatura/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-realiza-cerimonia-de-lancamento-das-obras-vencedoras-do-9-premio-hermilo-borba-filho-de-literatura/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 01:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=121046</guid>
		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e em parceria com a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), realizou na noite desta quarta-feira (30), no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), a cerimônia de lançamento das obras vencedoras do 9° Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura. A iniciativa, consolidada como uma das [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121047" aria-labelledby="figcaption_attachment_121047" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-21.46.01.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121047" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-21.46.01-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a cerimônia, a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, destacou a relevância do prêmio como instrumento de estímulo à criação literária e à democratização do acesso à cultura</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e em parceria com a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), realizou na noite desta quarta-feira (30), no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), a cerimônia de lançamento das obras vencedoras do 9° Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura. A iniciativa, consolidada como uma das principais ações de fomento à literatura no Estado, reafirma o compromisso do poder público com a valorização dos escritores pernambucanos e com a difusão da produção literária regional.</p>
<p>As obras selecionadas nesta edição representam a diversidade criativa das macrorregiões do Estado. São elas: “Beberibe – e a arte de ocupar terrenos baldios”, de Filipe Gondim (Região Metropolitana do Recife); “Claiô”, de Mário Rodrigues (Agreste); e “Os meninos da Rua da Linha”, de Djaelton Quirino (Sertão). Cada livro foi publicado pela Cepe Editora, com tiragem de 600 exemplares, e estiveram disponíveis para compra durante a cerimônia, que contou com sessão de autógrafos dos autores premiados.</p>
<p>Criado para fortalecer a produção literária contemporânea em Pernambuco, o Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura busca reconhecer, valorizar e difundir o trabalho de escritores do Estado, contemplando obras inéditas nos gêneros poesia, contos ou romance, escritas em língua portuguesa. O edital do 9° Prêmio concedeu R$ 18 mil para cada uma das três obras vencedoras, sendo uma delas agraciada com o Grande Prêmio Hermilo Borba Filho (“Beberibe – e a arte de ocupar terrenos baldios”, de Filipe Gondim), que recebeu um valor adicional de R$ 18 mil, totalizando R$ 36 mil.</p>
<div id="attachment_121048" aria-labelledby="figcaption_attachment_121048" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-21.46.01-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121048" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-21.46.01-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As obras selecionadas nesta edição representam a diversidade criativa das macrorregiões do Estado</p></div>
<p>Durante a cerimônia, a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, destacou a relevância do prêmio como instrumento de estímulo à criação literária e à democratização do acesso à cultura. “Cada edição do Prêmio Hermilo Borba Filho reforça o quanto a literatura pernambucana é pulsante, diversa e representativa. Esta é uma política pública que ultrapassa a publicação de livros, ela fortalece trajetórias, promove a regionalização da produção e faz ecoar as vozes dos nossos autores em todo o Estado e também nacionalmente. É uma alegria celebrar, junto com a Cepe e com o público leitor, mais uma geração de escritores que nos inspira e engrandece a cultura de Pernambuco”, afirmou Cacau de Paula.</p>
<p>A seleção das obras vencedoras foi realizada em duas etapas: uma Comissão de Julgamento Geral, formada por especialistas da área literária, com representantes do Conselho Estadual de Política Cultural e da Cepe Editora, foi responsável pela análise inicial; e uma Comissão Final, composta por membros do Conselho Editorial da Cepe, escolheu as obras contempladas.</p>
<p><strong>Sobre o prêmio</strong> &#8211; O Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura foi criado em 2013, retomando a tradição dos concursos literários estaduais e ampliando o acesso de escritores de todas as regiões a políticas de incentivo editorial. Desde então, tornou-se referência no cenário literário pernambucano, contribuindo para revelar novos talentos e consolidar a literatura do Estado como uma das mais expressivas do país.</p>
<div id="attachment_121049" aria-labelledby="figcaption_attachment_121049" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-21.46.01-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121049" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-21.46.01-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cada livro foi publicado pela Cepe Editora, com tiragem de 600 exemplares</p></div>
<p><strong>Os vencedores e suas obras:</strong></p>
<p><strong>“Beberibe – e a arte de ocupar terrenos baldios”, de Filipe Gondim (Região Metropolitana do Recife) – Gênero: poesia.</strong></p>
<p>Filipe Gondim, artista multimeios e pai de João e Maria. É pernambucano de Recife e teve seus primeiros contatos com a produção artística, escritas urbanas, no bairro de Beberibe, periferia do Recife (PE). Anos mais tarde, começou a fazer experimentações com fotografia, literatura e lambe-lambe. Desde então, transita com o seu trabalho nestas linguagens. Compõe alguns coletivos artísticos como o Coletivo Encruzilhada e Saída de Emergência. Foi um dos idealizadores do Festival Mural (Movimento Urbano de Resistência e Arte do Lambe). Graduado do curso Letras &#8211; Português/Espanhol (UFRPE), desenvolveu como bolsista do PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) &#8211; Letras 2018/2019, projeto de fruição em literatura com estudantes do ensino médio da Escola Estadual Francisco de Paula (Camaragibe). Publica textos literários e ensaios críticos em revistas e publicações especializadas sobre arte. Beberibe e a Arte de Ocupa Terrenos Baldios é seu primeiro livro publicado. “O livro trata do bairro que eu nasci e me criei, das vivências que eu tive com o território e com as pessoas que eu convivi e que me formaram. É um pouco da história do meu lugar. A nossa aldeia é o nosso mundo”, expressou Filipe Gondim.</p>
<p><strong>“Claiô”, de Mário Rodrigues (Agreste) – Gênero: romance.</strong></p>
<p>Mário Rodrigues nasceu em Garanhuns-PE, em 1977. É contista e romancista. Vencedor do Prêmio Sesc de Literatura e finalista do Prêmio Jabuti, escreveu A cobrança (Record), Receita para se fazer um monstro (Record), O motorista de Médici (OIA), entre outras obras. “É uma grande alegria, um orgulho ser reconhecido por essa premiação que é uma das mais importantes no universo literário do Estado. O prêmio coloca o livro na praça e essa edição da Cepe ficou belíssima. Eu estou orgulhoso de carregar essa bandeira e participar dessa história da literatura pernambucana”, declarou Mário Rodrigues.</p>
<p><strong>“Os meninos da Rua da Linha”, de Djaelton Quirino (Sertão) &#8211; Gênero: romance.</strong></p>
<p>Djaelton Quirino é sertanejo, palhaço, ator, diretor, dramaturgo, roteirista e escritor. Pesquisador nas áreas de teatro, circo, literatura e audiovisual e suas intersecções. Cofundador do Teatro de Retalhos (março de 2008), coletivo de artes da cidade de Arcoverde, em Pernambuco. Segue e persegue a infância nos caminhos por onde vai, está em plena vivência de sua segunda infância mirando o exemplo do menino Manoel de Barros. “Eu sou ator, palhaço de Arcoverde, e esse lugar ainda é muito novo para mim, o de escritor. Então é um orgulho imenso fazer parte disso e ser reconhecido pela premiação”, enfatizou Djaelton Quirino.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-realiza-cerimonia-de-lancamento-das-obras-vencedoras-do-9-premio-hermilo-borba-filho-de-literatura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro da Cepe mostra o múltiplo talento do artista plástico Petronio Cunha</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-da-cepe-mostra-o-multiplo-talento-do-artista-plastico-petronio-cunha/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-da-cepe-mostra-o-multiplo-talento-do-artista-plastico-petronio-cunha/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 12:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=120967</guid>
		<description><![CDATA[Ao analisar as artes e os ofícios de Petronio Cunha, 84 anos, o arquiteto e pintor Luciano Pinheiro afirma que a obra deste artista gráfico e plástico “tem na diversidade a sua magia”. Petronio é múltiplo ao se tratar das técnicas utilizadas e do processo criativo. De ferramentas nas mãos, do estilete ao pincel, este [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div dir="ltr"></div>
<div dir="ltr">
<div dir="ltr">
<div dir="ltr">
<div dir="ltr">
<div dir="ltr">
<div id="attachment_120968" aria-labelledby="figcaption_attachment_120968" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Leopoldo Conrado Nunes/Cepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-29-at-09.55.38.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120968" alt="Foto: Leopoldo Conrado Nunes/Cepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-29-at-09.55.38-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Petronio Cunha</p></div>
<p>Ao analisar as artes e os ofícios de Petronio Cunha, 84 anos, o arquiteto e pintor Luciano Pinheiro afirma que a obra deste artista gráfico e plástico “tem na diversidade a sua magia”. Petronio é múltiplo ao se tratar das técnicas utilizadas e do processo criativo. De ferramentas nas mãos, do estilete ao pincel, este paraibano de Campina Grande, filho adotivo e radicado em Olinda há 27 anos, dá forma a recortes em papel, gravuras, escrituras, desenhos, cartazes e azulejos. A síntese da sua capacidade inventiva está no livro Recorte gráfico – Petronio Cunha, a ser lançado pela Cepe Editora no dia 31 de outubro (sexta-feira), no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda. O título tem a coordenação editorial de Júlio Cavani, a curadoria de Antônio Paes e a idealização e diagramação de Germana Freire. No lançamento, haverá a exposição Gráfica pernambucana &#8211; Um episódio, com 16 telas de Petronio.</p>
<p>“É só por meio de uma visão panorâmica como a oferecida por Recorte gráfico que é possível entender melhor a importância dessa figura indispensável para a arte brasileira e nordestina”, afirma o editor da Cepe, Diogo Guedes. A obra de 300 páginas reúne mais de 400 imagens e sete textos. A maioria das imagens reproduz peças do artista e, segundo o editor, “dimensiona o seu trabalho na arte e no design e apresenta o esmero e a complexidade dos seus traços, escrituras, gravuras, recortes, azulejos e cartazes”. Entre os textos estão artigos sobre a sua produção gráfica do artista e a sua história na arte da azulejaria.</p>
<p>No artigo que assina, a pesquisadora e professora do Departamento de Design da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Isabella Ribeiro Aragão defende que Petronio, além de arquiteto e artista gráfico, merece ser lembrado como letrista e designer gráfico. “Seu trabalho tem um valor primordial para a área tipográfica pelos processos manuais que geraram diversas formas de letras”, diz. Ela define Petronio como um letrista muito habilidoso, característica proveniente “da experimentação de diferentes meios para formalizar uma gama de conteúdos e, em especial, a criação de desenhos de letras”. Apesar disso, Isabella argumenta que o artista não deve ser definido como tipógrafo.</p>
<p>A faceta do artista na arte dos azulejos é analisada por Luiz Amorim, arquiteto e urbanista, no texto Alumbrar, verbo transitivo mais-que-direto. Para este, a produção de Petronio em tal campo é tão expressiva e investigativa quanto o que caracteriza o conjunto da sua obra, embora se distingua das demais produções artísticas por sua condição de arte urbana e plena associação com a arquitetura e a cidade. “Ela se faz interior e exterior, arquitetônica e urbana; imbricada a superfícies e volumes de bordas definidas, mas também de bordas livres ou em fragmentos”, detalha. Amorim assegura que o azulejar de Petronio é diverso em dimensão, geometria, suporte, tipo e expressão artística, e, acima de tudo, fonte de alumbramento. Exemplo disso são os azulejos da Catedral Anglicana do Bom Samaritano, em Boa Viagem, no Recife.</p>
<p>Criações de Petronio Cunha ganharam ruas e galerias de arte, contudo o historiador e arqueólogo Plínio Victor mostra ser o ateliê do artista o lugar de guarda de tesouros, uma caverna. Este lugar de Olinda, na concepção de Plínio, seria a Caverna do Varadouro, comparando-a a furnas arqueológicas famosas, como as do Seridó (RN) e de Chouvet (França). “Por toda parte nas paredes da caverna há muitos recados de festas da cidade, pois essa caverna tem a agitação agoniada, neurastênica, de um tempo e de uma aldeia diferente das outras, mas, e ainda assim, é uma caverna como as outras”, descreve. E por que iguais? O historiador alega que a Caverna do Varadouro, tal qual as cavernas potiguar e francesa, foi grafada, riscada, pintada para além do seu lugar físico.</p>
<p>Júlio Cavani conta que a proposta do livro surgiu de uma parceria entre a Cepe e o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco ((MAC-PE), localizado em Olinda. &#8220;Petronio foi o artista que criou a marca do MAC, mas ainda não havia sido produzida uma publicação que transmitisse a grandiosidade de sua obra&#8221;, afirmou, enfatizando que o artista e designer tem importância local e nacional. Ainda, segundo Cavani, o trabalho de Petronio é ainda importante para a identidade cultural de Olinda enquanto cidade Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, título declarado pela Unesco, em 1982.<br />
<strong>Sobre o artista</strong><br />
Nascido em Campina Grande (PB), em 1941, Petronio dos Santos Cunha estudou Arquitetura na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), de 1964 a 1968. Após o término do curso, em 1969, mudou-se para Brasília (DF) com o objetivo de se aprofundar na Comunicação Visual e depois, ainda no mesmo ano, para São Paulo (SP), onde se dedicou à área gráfica. Foi em São Paulo que começou a desenhar artisticamente. O passo seguinte foi Paris (França), cidade em que residiu de 1971 a 1973, quando retornou a São Paulo e descobriu a arte do recorte em papel, que se assemelha à técnica da xilogravura. Petronio mora desde 1978 em Olinda, para a qual criou, ao trabalhar na prefeitura, a identidade visual de cidade patrimônio e que ainda é referência. Ao longo da carreira, o artista participou de várias exposições coletivas e realizou exposições individuais, sendo a última destas em 2019, em Olinda. Em 1996, ganhou o CorelDraw International Design Contest, concurso promovido pela empresa canadense de softwares.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-da-cepe-mostra-o-multiplo-talento-do-artista-plastico-petronio-cunha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“Maracujá Interrompida”, de Luís Osete, conquista o Prêmio Jabuti 2025</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/maracuja-interrompida-de-luis-osete-conquista-o-premio-jabuti-2025/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/maracuja-interrompida-de-luis-osete-conquista-o-premio-jabuti-2025/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 18:20:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Maracujá Interrompida]]></category>
		<category><![CDATA[MEPE]]></category>
		<category><![CDATA[Osete]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Jabuti 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=120947</guid>
		<description><![CDATA[O livro “Maracujá Interrompida”, de Luís Osete — Grande vencedor e Vencedor do Sertão no VIII Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura — acaba de conquistar o Prêmio Jabuti 2025, na categoria Eixo Inovação – Escritor Estreante (Poesia). A obra, publicada pela Cepe Editora, marca a estreia literária do autor e celebra uma nova e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120952" aria-labelledby="figcaption_attachment_120952" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/FotoLuisOsete.jpg"><img class="size-medium wp-image-120952" alt="Luís Osete" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/FotoLuisOsete-310x486.jpg" width="310" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Luís Osete I Foto: divulgação</p></div>
<p dir="ltr">O livro “Maracujá Interrompida”, de Luís Osete — Grande vencedor e Vencedor do Sertão no VIII Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura — acaba de conquistar o Prêmio Jabuti 2025, na categoria Eixo Inovação – Escritor Estreante (Poesia). A obra, publicada pela Cepe Editora, marca a estreia literária do autor e celebra uma nova e potente voz da poesia brasileira.</p>
<p dir="ltr">Natural de Cardeal da Silva (BA), Osete vive entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE) desde 2005, cidades banhadas pelo rio São Francisco, território que também inspira suas pesquisas, sua escrita e investigações com crianças. Doutorando em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e integrante do grupo de pesquisa Kékeré, atualmente, o autor também transita entre o Rio de Janeiro e o Sertão. Desde 2012, atua como jornalista no Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE). Formado em Jornalismo pela Uneb, cursou também Psicologia na Univasf.</p>
<p dir="ltr">Em “Maracujá Interrompida”, Osete reflete poeticamente sobre luto, memória e renascimento. O reconhecimento pelo Prêmio Jabuti consolida a obra como um marco da poesia contemporânea nordestina, reafirmando o vigor criativo das novas vozes da região.</p>
<div id="attachment_120953" aria-labelledby="figcaption_attachment_120953" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Maracuja-Interrompida.jpg"><img class="size-medium wp-image-120953" alt="&quot;Maracujá Interrompida&quot; - A obra, publicada pela Cepe Editora, marca a estreia literária do autor e celebra uma nova e potente voz da poesia brasileira." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Maracuja-Interrompida-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Maracujá Interrompida&#8221; &#8211; A obra, publicada pela Cepe Editora, marca a estreia literária do autor e celebra uma nova e potente voz da poesia brasileira.</p></div>
<p dir="ltr">O autor já havia sido destaque no Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, iniciativa que surgiu em 2013 a partir de uma demanda da Comissão Setorial de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE). Criado como alternativa menos burocrática ao edital do Funcultura, o prêmio tem ampliado o acesso e a diversidade da produção literária no estado. Desde então, 36 livros já foram publicados por meio do projeto.</p>
<p dir="ltr">Na próxima quinta-feira, 30 de outubro, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) recebe o lançamento de três novas obras, reforçando a relevância e o alcance dessa iniciativa que tem revelado talentos como Luís Osete.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/maracuja-interrompida-de-luis-osete-conquista-o-premio-jabuti-2025/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Biografia de Miró da Muribeca é lançada pela Cepe Editora</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/biografia-de-miro-da-muribeca-e-lancada-pela-cepe-editora/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/biografia-de-miro-da-muribeca-e-lancada-pela-cepe-editora/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 16:55:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=120835</guid>
		<description><![CDATA[Ele nasceu João Flávio Cordeiro da Silva, em 6 de agosto de 1960, no Recife. Nas ruas desta cidade, virou poeta performático. Preto, pobre e vítima de racismo, saiu da periferia da capital de Pernambuco e rodou o País com a sua arte. Quando morreu, em 31 de julho de 2022, era Miró da Muribeca, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-20-at-13.53.10.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120836" alt="CARD Miró" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-20-at-13.53.10-352x486.jpeg" width="352" height="486" /></a></p>
<p>Ele nasceu João Flávio Cordeiro da Silva, em 6 de agosto de 1960, no Recife. Nas ruas desta cidade, virou poeta performático. Preto, pobre e vítima de racismo, saiu da periferia da capital de Pernambuco e rodou o País com a sua arte. Quando morreu, em 31 de julho de 2022, era Miró da Muribeca, uma referência na poesia urbana brasileira. A trajetória percorrida pelo poeta, em seus 61 anos de vida, é revelada em detalhes na biografia que a Companhia Editora de Pernambuco lança nesta quinta-feira (23), no Recife. Em novembro, haverá apresentação na cidade de Petrolina, no Sertão do Estado, onde ele morou por um tempo.</p>
<p>O lançamento no Recife será no bar do Teatro Mamulengo, na Praça do Arsenal, às 19h. Estou Quase Pronto: uma biografia de Miró da Muribeca, do escritor Wellington de Melo, explora a infância, a vida pessoal, as viagens, os encontros poéticos, os problemas com o alcoolismo e o reconhecimento nacional do homem que traduziu em poemas o cotidiano das ruas. Na biografia, “Miró é apresentado com todos os seus defeitos, com todas as suas virtudes, e isso é uma coisa interessante porque humaniza a figura biografada”, declara Wellington de Melo. Romancista, editor e amigo do poeta, ele acompanhou a luta de Miró contra o câncer nos dois últimos anos de vida.</p>
<p>O fato de ser amigo, diz ele, tanto ajudou quanto dificultou na hora de escrever a biografia, que traz informações inéditas para os admiradores da poesia de Miró. “Ajudou porque eu pude ter acesso direto ao processo de enfrentamento da doença e a questões muito íntimas que Miró não tinha revelado até então. Ele teve essa abertura para falar coisas de maneira franca, coisas que muitas pessoas que conviveram com ele talvez não saibam e, comigo, ele pôde revelar”, destaca Wellington de Melo.</p>
<p>A parte difícil era definir quais informações poderiam ser publicadas. “Eu precisava tomar decisões sobre o que revelar e o que não revelar, que eu acho que para um biógrafo são coisas mais objetivas, mas o fato subjetivo de ser amigo me colocava numa situação delicada, então isso em alguns momentos dificultou. Não acho que o fato de ser amigo influenciou no sentido de ser uma biografia chapa branca”, afirma. O livro tem 392 páginas, com fotos raras de Miró em diferentes períodos da vida.</p>
<p>Além das fotos pouco conhecidas, entre o material inédito da biografia há cartas de namoradas do poeta na década de 1980. “Essas cartas foram esclarecedoras de vários aspectos tanto da personalidade dele como para bater e confirmar algumas dúvidas com relação a datas”, relata Wellington de Melo. “Fora isso, tem muitas coisas que aconteceram no período da internação dele que o grande público não sabe e terá acesso a partir da leitura da biografia, e também grandes presepadas de Miró que só são conhecidas, às vezes, por grupos diferentes, nas cidades onde ele viveu”.</p>
<p>A capacidade de Miró de cativar pessoas está expressa na biografia. “Ele sempre conseguiu ter redes de apoio que fizeram com que ele pudesse, de alguma forma, trabalhar com sua arte, viver a sua arte de maneira mais plena”, diz o escritor. “Isso seria impossível sem várias pessoas que, ao longo da vida dele, o cercaram, isso não quer dizer que foram sempre as mesmas, havia ciclos porque a convivência com Miró, o jeito dele de ser, tanto alegra como fere também, então em alguns momentos as pessoas precisavam ser curadas dessa presença que às vezes era muito intensa.” Fazem parte da extensa rede as poetas Cida Pedrosa e Maria do Carmo Barreto Campello de Melo (1924-2008), o artista plástico Maurício Silva e o médico e escritor Wilson Freire.</p>
<p>Wellington de Melo colheu dezenas de depoimentos de amigos de diversas fases da vida, pessoas do convívio e gente que entrava em contato para contribuir com relatos para a biografia. O livro traz explicações sobre a origem do apelido “Miró”, ligadas às habilidades de João Flávio com a bola em jogos de futebol, as agressões sofridas por ser negro, a vida em Muribeca, bairro da periferia do município de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, a descoberta da poesia, as primeiras publicações, as primeiras performances, os incentivos que recebeu para ser poeta, a relação com a mãe, o filho com quem ele não conviveu, os vacilos que cometeu por causa do alcoolismo.</p>
<p>“Miró é um poeta fundamental para a Cepe Editora, para Pernambuco e para o Brasil. Estou Quase Pronto percorre &#8211; como no trajeto de um ônibus &#8211; as muitas vidas que ele viveu dentro da sua própria vida: a infância, a Muribeca, o futebol, a descoberta da poesia, o encontro com a performance e o recital, os deslocamentos pelo país, os relacionamentos, os problemas com a bebida, a capacidade infinita de criar amizades e laços, a pandemia e os segredos. Antes de tudo, o livro é um testemunho da sua força estética e do seu alegrismo, elementos que o tornaram um dos nossos principais poetas nacionais. Em uma narrativa envolvente desde o primeiro capítulo, Wellington reconstrói as paradas, retornos e embarques da vida de Miró”, destaca o editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Sobre o autor &#8211; Wellington de Melo é escritor, editor e autor dos romances Emilio (Cepe Editora), Estrangeiro no Labirinto (Confraria do Vento) e Felicidade (Patuá) e do poema O Caçador de Mariposas (Mariposa Cartonera). É tradutor do poeta Miguel Hernández no Brasil e editou o livro de poemas Solo para Vialejo (Cida Pedrosa/Cepe Editora), vencedor do Livro do Ano do Prêmio Jabuti de 2020.</p>
<p><strong>Entrevista com o autor</strong></p>
<p><strong>Pergunta – Estou Quase Pronto: uma biografia de Miró da Muribeca é a primeira biografia que você escreveu?</strong></p>
<p>Wellington de Melo &#8211; Estou Quase Pronto é a primeira biografia que eu escrevo, mas a parte curiosa é que eu tive experiência com edição de biografias porque eu editei algumas biografias pela Cepe Editora, isso me ajudou a decidir o que é que eu queria e o que é que eu não queria enquanto biógrafo.</p>
<p><strong>Pergunta &#8211; Quanto tempo você levou para fazer o livro?</strong></p>
<p>Wellington de Melo &#8211; O livro começou a ser escrito mais ou menos em 2020, no período em que Miró foi diagnosticado com câncer. Pouco antes eu tinha recebido o convite, então na época mesmo comecei o processo de entrevistas com ele, entrevistas também com outras pessoas e consultas a outras fontes, e o livro levou cinco anos para ser finalizado, porque, claro, depois do falecimento de Miró a pesquisa continuou, o processo de escrita também continuou e outros fatos foram sendo revelados até a versão final.</p>
<p><strong>Pergunta &#8211; Como você avalia o resultado da biografia?</strong></p>
<p>Wellington de Melo &#8211; Eu acho que o livro consegue cobrir muito da vida de Miró, vários períodos da vida de Miró, tive acesso a muitas pessoas que conviveram com ele e naturalmente sempre pode ter tido mais coisas, mais gente, são muitas histórias. Quando eu estava no período de finalização do livro, às vezes acontecia de uma pessoa chegar com uma história nova e eu incluir. Muita gente vai ler o livro e vai dizer: ahhh… mas poxa, mas podia ter tido aquela história…</p>
<p><strong>Pergunta &#8211; Ficou como você queria?</strong></p>
<p>Wellington de Melo &#8211; Eu espero que essa primeira edição esgote totalmente e de repente a gente até possa incluir outras histórias. De alguma forma eu tive de abandonar a escrita, dizer: não, vamos parar por aqui. Porque é uma coisa que eu deixo claro, esse é um livro que fica em aberto, eu acho que quem ler vai ter essa sensação de que a vida de Miró continua para além da passagem dele na Terra, a obra dele continua e isso é que é bonito no livro, eu acho que fica essa mensagem, que é um livro que continuará, imagino que a cada edição que a gente faz, ou reedição ou reimpressão, vão surgir coisas novas.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>O que: Lançamento de Estou Quase Pronto: uma biografia de Miró da Muribeca</p>
<p><strong>Recife</strong></p>
<p>23/10 (quinta-feira), às 19h</p>
<p>Bar do Teatro Mamulengo, Rua da Guia, 211, Bairro do Recife, Centro do Recife. A programação inclui sarau em homenagem ao artista e discotecagem produzida a partir da poesia de Miró.</p>
<p><strong>Petrolina</strong></p>
<p>08/11 (sábado), às 17h</p>
<p>Espaço Cultural Janela 353, Rua Antônio Santana Filho, 353, Petrolina. Haverá bate-papo com o autor, apresentação do curta Miró: Preto, Pobre, Poeta e Periférico (Wilson Freire) e exibição de trecho da última entrevista concedida pelo poeta.</p>
<p>Preço: R$ 70 (impresso)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/biografia-de-miro-da-muribeca-e-lancada-pela-cepe-editora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

