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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mergulhe</title>
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		<title>Primeiro EP solo do artista Luann Ribeiro chega às plataformas digitais</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2026 17:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após audição na Casa Mosaico, o músico, escritor e geógrafo Luann Ribeiro oficializa a chegada de seu primeiro EP solo, &#8220;Estufa dos Sonhos&#8221;, ao ambiente digital. Com uma trajetória de mais de uma década na cena cultural pernambucana, o artista apresenta uma obra que funde maturidade poética, pesquisa de território e uma sonoridade que transita [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-15.44.50.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123823" alt="WhatsApp Image 2026-04-08 at 15.44.50" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-15.44.50-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Após audição na Casa Mosaico, o músico, escritor e geógrafo Luann Ribeiro oficializa a chegada de seu primeiro EP solo, &#8220;Estufa dos Sonhos&#8221;, ao ambiente digital. Com uma trajetória de mais de uma década na cena cultural pernambucana, o artista apresenta uma obra que funde maturidade poética, pesquisa de território e uma sonoridade que transita entre o contemporâneo e o atemporal. O EP é o resultado de uma imersão artística viabilizada pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), através do Estado de Pernambuco e do Ministério da Cultura.</p>
<p>Conhecido por ser membro fundador da Orquestra Vitoriense de Música Experimental (OVME) e da banda Filhos da Invenção, Luann utiliza este trabalho para consolidar sua voz individual, trazendo à tona o conceito de geopoética, onde a ciência geográfica de sua formação e a sensibilidade do compositor se encontram.</p>
<p>Produzido por Jonatas Onofre e gravado no Estúdio Valvulado, &#8220;Estufa dos Sonhos&#8221; reúne um coletivo de músicos de peso da cena local. O trabalho carrega a bagagem literária de Luann, autor dos livros Teatro de Mendigo (2016) e Poemundo (2022).</p>
<p><strong>Ficha Técnica e Colaborações</strong></p>
<p>Além de Luann (vozes e violões) e Jonatas Onofre (teclados e direção), o EP conta com vozes de Sumaya e Una Menino e poesia de Sammia Gonçalves. A banda é composta por Elisson Júlio (baixo), Nando Zé (bateria), André Luiz (trompete/gaita), Vinícius Silva (sax) e Natalício Salles (percussão).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>EP &#8220;Estufa dos Sonhos&#8221;<br />
Artista: Luann Ribeiro<br />
Onde ouvir: Disponível no Spotify, Deezer, Apple Music, YouTube e demais plataformas de streaming.<br />
Incentivo: PNAB Pernambuco | Ministério da Cultura | Governo Federal<br />
Acompanhe o artista:<br />
<em id="__mceDel">Instagram: @luann.ribeiro</em></p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA – EP &#8220;ESTUFA DOS SONHOS&#8221;</strong></p>
<p><strong>Produção e Técnica:</strong></p>
<p>Direção e Produção Musical: Jonatas Onofre<br />
Captação, Mixagem e Masterização: Estúdio Valvulado<br />
Produção Executiva: Alexandrehn<br />
Assistente de Produção: Sammia Gonçalves<br />
Comunicação: Fillipe Vilar<br />
Apoio: Casa Mosaico</p>
<p><strong>Identidade Visual e Imagem:</strong></p>
<p>Capa: Nivison Souza<br />
Fotografia base da Capa: Camila Santana<br />
Fotografia do Projeto: Débora Bittencourt<br />
Designer de Divulgação (Show): Carla Ferraz<br />
Figurino: Una Menino</p>
<p><strong>Músicos e Participações:</strong></p>
<p>Luann Ribeiro: Vozes, Violões e Guitarras<br />
Jonatas Onofre: Vozes e Teclados<br />
Élisson Júlio: Baixo<br />
Nando Zé: Bateria<br />
André Luiz: Trompete e Gaita<br />
Vinícius Silva: Saxofone<br />
Natalício Salles: Percussões<br />
Sumaya: Voz<br />
Una Menino: Voz<br />
Sammia Gonçalves: Poesia<br />
Raphael Oliveira: Guitarras</p>
<p><strong>Incentivo:</strong></p>
<p>PNAB (Política Nacional Aldir Blanc) – Estado de Pernambuco<br />
Ministério da Cultura – Governo Federal</p>
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		<title>14ª Festa dos Tambores celebra a força sagrada dos afoxés de Pernambuco na Bomba do Hemetério</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2026 14:14:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 9 de maio de 2026, a batida ancestral dos tambores volta a ecoar na Bomba do Hemetério com a realização da &#8220;14ª Festa dos Tambores: na batida sagrada dos afoxés de Pernambuco&#8221;. Promovido pelo Afoxé Povo de Ogunté, o evento acontece na sede da Gigante do Samba e arredores, área que integra o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123817" aria-labelledby="figcaption_attachment_123817" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Morgana Narjara</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-04-at-11.11.50.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123817" alt="Foto: Morgana Narjara" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-04-at-11.11.50-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Afoxés de Pernambuco</p></div>
<p>No dia 9 de maio de 2026, a batida ancestral dos tambores volta a ecoar na Bomba do Hemetério com a realização da &#8220;14ª Festa dos Tambores: na batida sagrada dos afoxés de Pernambuco&#8221;. Promovido pelo Afoxé Povo de Ogunté, o evento acontece na sede da Gigante do Samba e arredores, área que integra o polo cultural do bairro, reunindo tradição, religiosidade, música e identidade afro-brasileira.</p>
<p>A programação terá início às 16h, com o cortejo do Afoxé Alafin Oyó que sairá das imediações do Sítio de Pai Adão em direção à quadra da escola de samba Gigante do Samba, marcando simbolicamente a conexão entre territórios históricos de resistência cultural. No palco, o anfitrião Afoxé Povo de Ogunté recebe convidados que fortalecem a cena da cultura popular pernambucana: Mestre Biu do Coco, Afoxé Ylê de Egbá, Banda Obirin, Luiza Perola e Batuketo. Juntos, os grupos prometem uma celebração marcada pela musicalidade dos tambores, dança e espiritualidade.</p>
<p>Além das apresentações, o evento destaca elementos fundamentais da cultura de matriz africana, como o artesanato autoral e a culinária de terreiro. O público poderá degustar pratos dedicados aos orixás, preparados por Yabás de diversos terreiros do Recife, respeitando fundamentos e tradições. Também participarão artesãs e artesãos com produções representativas das culturas afro-brasileiras, incluindo moda, peças decorativas e objetos simbólicos.</p>
<p>Nesta edição, a festa homenageia duas importantes referências da cultura afro-pernambucana: Mãe Lu de Oxalá (Luzia Martiniano da Silva), Yakekere da Roça Jeje Oxum Opará Oxóssi Ibualama, e o professor, pesquisador e radialista Severino Lepê Correia. Com trajetória marcada pela militância no Movimento Negro, Lepê integra o Conselho Consultivo da Revista Palmares – Cultura Afro-Brasileira (FCP/MinC), participou do jornal Djumbay e do Prêmio Palmares de Comunicação, além de atuar desde 1979 no grupo musical Boca Coletiva. É autor de livros como Caxinguelê, Curandeiros e Canoeiros e O Contexto Educacional e sua Natureza Seletiva e Discriminatória, com participação em diversas antologias da literatura afro-brasileira.</p>
<p>Comprometida com a democratização do acesso, a Festa dos Tambores contará com intérprete de Libras nas atividades de palco. O vídeo oficial do evento terá Libras e audiodescrição, ampliando o alcance das ações. Como iniciativa de formação de plateia e educação patrimonial, será realizada ainda uma aula-espetáculo em escola pública municipal do entorno, contribuindo para o cumprimento da Lei 10.639/2003, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira nos currículos escolares.</p>
<p>Evento gratuito, a Festa dos Tambores consolidou-se como um dos principais encontros de valorização dos afoxés em Pernambuco, reunindo pessoas de terreiro, artistas, pesquisadores e público em geral em uma grande celebração de resistência, memória e identidade.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
14ª Festa dos Tambores – Na batida sagrada dos afoxés de Pernambuco<br />
Data: 9 de maio de 2026<br />
Horário previsto de saída do cortejo: 16h<br />
Horário início dos shows – 19h (Banda Obirin, Afoxé Povo de Ogunte, Luísa Pérola e Batuketu)<br />
Local: Sede da Gigante do Samba e arredores – Bomba do Hemetério – Recife<br />
O público também irá desfrutar da culinária afro-brasileira e da feirinha de artesanato de matrizes africanas.<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Cantador agrestino Zé Barreto de Assis lança canção com produção musical de Hugo Linns e participação de Pedro Iaco</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2026 14:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Zé Barreto de Assis está em continuidade na música autoral, sobretudo pelo interior do Estado de Pernambuco. A mais nova realização do artista pernambucano é o lançamento da canção “Pássaro e Pedreira”, nas plataformas digitais. Além de assinar a composição, o cantador toca violão de nylon, potencializando sua arte como músico. Com poesia e cantoria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/A-capa-da-canção-Pássaro-e-Pedreira-é-assinada-pela-artista-Palloma-Mendes-com-foto-de-Cecília-Távora-ambas-de-Caruaru-no-Agreste-de-Pernambuco.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-123813" alt="A capa da canção Pássaro e Pedreira é assinada pela artista Palloma Mendes, com foto de Cecília Távora, ambas de Caruaru, no Agreste de Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/A-capa-da-canção-Pássaro-e-Pedreira-é-assinada-pela-artista-Palloma-Mendes-com-foto-de-Cecília-Távora-ambas-de-Caruaru-no-Agreste-de-Pernambuco-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Zé Barreto de Assis está em continuidade na música autoral, sobretudo pelo interior do Estado de Pernambuco. A mais nova realização do artista pernambucano é o lançamento da canção “Pássaro e Pedreira”, nas plataformas digitais. Além de assinar a composição, o cantador toca violão de nylon, potencializando sua arte como músico. Com poesia e cantoria nordestina, ele destaca elementos da natureza — terra, lua e mar — como símbolos de transformação e pertencimento. (Ouça &#8211; bit.ly/4cNZmQF).</p>
<p>A realização do projeto é da Xiado Produções (PE) e tem incentivo público municipal, com financiamento do edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e Governo Federal e do município de Bezerros. Já a distribuição da música nas plataformas digitais foi feita pela Selo &amp; Editora Preguisom e Symphonic Brasil, ambas de São Paulo.</p>
<p>Conheça @zebarretodeassis https://bit.ly/4sUi2Ef</p>
<p>“A terra caminhando com o som é ribanceira/O mar escorrendo as narinas é lua cheia”, diz um dos versos da letra escrita pelo compositor agrestino Zé Barreto de Assis, criado no município de Bezerros/PE. Em outro trecho, o artista independente canta: “Sou filho da terra, amante da lua, sou talvez a lua desgarrada de seu eixo/Voo sobre o mar, parente de tudo, pássaro e pedreira”.</p>
<p>“Pássaro e Pedreira” tem a produção musical do pernambucano Hugo Linns, que também toca viola de 10 cordas nesse som lançado, e a participação do cantor Pedro Iaco, colocando a sua voz e sendo uma conexão entre São Paulo e Pernambuco. Vinicius Barros Aquino, pernambucano do Recife, assume a mixagem e a masterização.</p>
<p>O contrabaixo, pelos dedos de Fábio Santos, e a percussão, pelas mãos de Wagner Santos, se juntam ao violão e à viola nos arranjos, harmonias e melodias. Ambos são musicistas pernambucanos agrestinos, de Caruaru/PE, cidade vizinha justamente a Bezerros, reforçando as criações artístico-culturais da região Agreste e a importância do território. Inclusive, a capa da canção é da autoria de Palloma Mendes, com foto de Cecília Távora, ambas de Caruaru.</p>
<p>“A presença da viola nordestina tratada com efeitos amplia a textura sonora, criando uma união e uma pulsação entre momentos poéticos, psicodélicos e percussivos a partir das combinações melódicas. A música compõe um ambiente intenso e orgânico baseado no contrabaixo, percussão e violão, dialogando com a cantoria nordestina, territorialidade e referências do estilo musical flamenco”, declara Zé Barreto de Assis.</p>
<p>A gravação da música foi realizada ao vivo no Estúdio Carranca, no Recife (bairro da Torre &#8211; Zona Norte). Além disso, houve a parceria com o Estúdio Arsis, de São Paulo, e o Studio di Fágner, de Caruaru, e a assistência dos profissionais pernambucanos Marcão e Heverton Fágner, ambos de Pernambuco, e Adonias Souza Jr (SP).</p>
<p>Vale dizer que o produtor musical Hugo Linns também atua como músico, reunindo vivências de palco, estúdio, shows e turnês com Maciel Salú (PE) e Renata Rosa (SP), entre outras e outros. Já Pedro Iaco, que, além de cantor, é compositor, músico e artista visual, tem trabalhos com Tiganá Santana (BA), Yamandu Costa (RS) etc.</p>
<p>Zé Barreto de Assis, que também é produtor musical de carreira (acesse o site &#8211; https://bit.ly/4mQ91dX), está no universo digital desde 2021, quando lançou “Os Passarinho”, álbum musical de estreia. Em 2024, fez o lançamento da música “A Serra Negra”, juntamente com seu primeiro clipe.</p>
<p>Videoclipe</p>
<p>No mês de maio, “Pássaro e Pedreira” ganha um clipe. O lançamento ocorre no dia 08/05, na internet. A direção e o roteiro do audiovisual são de Davi Batista e Paulo Lira.</p>
<p>Ficha técnica da música “Pássaro e Pedreira”:<br />
Composição, voz e violão (nylon): Zé Barreto de Assis<br />
Produção musical e viola (dinâmica e eletrodinâmica – 10 cordas): Hugo Linns<br />
Participação (voz): Pedro Iaco<br />
Contrabaixo: Fábio Santos<br />
Percussão: Wagner Santos<br />
Mixagem e masterização: Vinícius Barros Aquino<br />
Gravação: Estúdio Carranca (Recife/PE), Estúdio Arsis (São Paulo/SP) e Studio di Fágner (Caruaru/PE);<br />
Assistência de gravação: Marcão, Adonias Souza Jr e Heverton Fágner<br />
Projeto gráfico e capa: Palloma Mendes<br />
Fotos, redes sociais e fotografia da capa: Cecília Távora<br />
Assessoria de imprensa: Daniel Lima<br />
Realização: Xiado Produções<br />
Distribuição: Selo &amp; Editora Preguisom (SP) e Symphonic Brasil (SP)<br />
Incentivo público municipal: financiamento do edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e Governo Federal e do município de Bezerros</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Documentário “Açúcar e Suor” celebra as raízes da cultura popular em pré-estreia gratuita em Goiana</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (30/04), o Cineteatro do SESC Ler Goiana será palco da pré-estreia de “Açúcar e Suor”, documentário dirigido pelo cineasta Paulo Tarso Lins. A obra mergulha na riqueza do patrimônio imaterial pernambucano, rendendo um tributo às vozes e saberes ancestrais que resistem ao tempo através da arte popular. O projeto tem incentivo da Lei [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123696" aria-labelledby="figcaption_attachment_123696" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-08.32.35.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123696" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-08.32.35-607x418.jpeg" width="607" height="418" /></a><p class="wp-caption-text">Gravação do documentário</p></div>
<p>Nesta quinta-feira (30/04), o Cineteatro do SESC Ler Goiana será palco da pré-estreia de “Açúcar e Suor”, documentário dirigido pelo cineasta Paulo Tarso Lins. A obra mergulha na riqueza do patrimônio imaterial pernambucano, rendendo um tributo às vozes e saberes ancestrais que resistem ao tempo através da arte popular. O projeto tem incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Governo do Estado de Pernambuco e Secretaria de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>O filme é apresentado como um registro sensível e necessário, unindo talentos locais e grupos tradicionais para narrar a força das manifestações culturais que definem a identidade da região. Mais do que um filme, &#8220;Açúcar e Suor&#8221; é descrito como um ato de resistência contra o apagamento histórico, celebrando a arte que pulsa em cada canto da terra.</p>
<p><strong>Detalhes do Evento</strong><br />
A exibição é aberta a convidados e à comunidade local, reforçando o compromisso com a democratização do acesso à cultura:<br />
Data: 30 de abril (terça-feira)<br />
Local: Cineteatro do SESC, Goiana &#8211; PE<br />
Horário: 19h<br />
Entrada: GRATUITA (Ingressos disponíveis no local uma hora antes da sessão)</p>
<p><strong>Ficha Técnica e Produção</strong><br />
Sob a direção de Paulo Tarso Lins, o projeto conta com a produção de Cintia Paiva e da Associação Índios Tabajaras. A equipe técnica reúne profissionais como Hermes Costa Neto (Direção de Fotografia) e Lui Cavalcante (Edição e Montagem), garantindo uma estética que honra a profundidade do tema proposto.</p>
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		<item>
		<title>Projeto oferece oficinas gratuitas de audiovisual para 120 pessoas e promove inclusão social no setor</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-oferece-oficinas-gratuitas-de-audiovisual-para-120-pessoas-e-promove-inclusao-social-no-setor/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação Um projeto que une formação, memória e transformação social está sendo realizado com três ciclos de oficinas gratuitas voltadas para o audiovisual, contemplando, de forma 100% gratuita, 120 participantes e oferecendo ainda 30 bolsas de apoio no valor de R$ 300,00. A iniciativa é realizada com recursos da Lei Paulo Gustavo e tem como principal objetivo democratizar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0035-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123653" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0035-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /><br />
</a>Foto: Divulgação</p>
<p>Um projeto que une formação, memória e transformação social está sendo realizado com três ciclos de oficinas gratuitas voltadas para o audiovisual, contemplando, de forma 100% gratuita, 120 participantes e oferecendo ainda 30 bolsas de apoio no valor de R$ 300,00. A iniciativa é realizada com recursos da Lei Paulo Gustavo e tem como principal objetivo democratizar o acesso ao cinema e ampliar a presença de grupos historicamente sub-representados no setor.</p>
<p>O público prioritário inclui pessoas negras, pessoas trans, estudantes de escolas públicas, pessoas idosas, pessoas com deficiência e também profissionais do audiovisual que desejam se atualizar. Mais do que uma ação formativa, o projeto se configura como um espaço de inclusão, troca de saberes e fortalecimento de trajetórias, reconhecendo as desigualdades ainda existentes no acesso à cultura e à formação técnica no Brasil.</p>
<p>Toda a condução pedagógica é realizada exclusivamente por mulheres, reforçando o posicionamento político e simbólico da iniciativa ao valorizar a presença feminina no cinema. As oficinas são ministradas por profissionais de diferentes regiões e áreas do audiovisual:</p>
<p><strong>1ª Etapa (já finalizada):</strong> Gabriela Akashi (SP) – Primeira Assistência de Fotografia | Clebia Sousa (PE) – Preparação de Elenco<br />
<strong>2ª Etapa (em execução):</strong> Amanda Menelau (PE) – Assistência de Direção | Marila Cantuária – Caminhando em Stop Motion<br />
<strong>3ª Etapa (06, 07 e 08 de maio de 2026):</strong> Priscila Nascimento(PE) – Captação de áudio e pós-produção | Alba Azevedo(PE) – Produção Executiva</p>
<p>O projeto é idealizado pela diretora e diretora de fotografia Keity Carvalho(BA) e realizado pela Curumim Produções(PE). Conta com o apoio pedagógico de Catarina Andrade (PE) Recebe incentivo da Lei Governo Federal &#8211; MinC | Secretaria de Cultura de Pernambuco (SECULT/PE) | Paulo Gustavo PNAB – Ações Criativas para o Audiovisual. Conta ainda com apoio estrutural do Porto Digital, parceria com o SENAC/Fecomércio e apoio do Estúdio Casona, proporcionando um ambiente que integra inovação, educação e prática profissional.</p>
<p><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"></em></em></em></em>Inspirado na trajetória de Alice Guy-Blaché, considerada a primeira cineasta da história, o projeto também assume uma responsabilidade histórica: resgatar, difundir e refletir sobre o apagamento das mulheres na narrativa oficial do cinema. Pioneira desde o final do século XIX, Alice Guy-Blaché foi uma das primeiras pessoas a dirigir filmes de ficção, contribuindo diretamente para a construção da linguagem cinematográfica. Apesar de sua relevância, seu legado foi durante décadas invisibilizado.</p>
<p>Ao trazer sua história como eixo central, a iniciativa propõe não apenas uma homenagem, mas um reposicionamento simbólico: reconhecer as mulheres como protagonistas da história do audiovisual e criar condições concretas para que novas narrativas sejam construídas por diferentes vozes.</p>
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		<title>Maracatu de baque solto chega pela primeira vez a aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 19:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Hugo Muniz/Divulgação Caboclos de lança com golas bordadas, reis e rainhas, damas do paço, baianas, mateus e catita prometem levantar poeira e fazer história em maio. Pela primeira vez, aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco recebem o maracatu de baque solto. O responsável pela circulação é o Maracatu Estrela Brilhante, de Nazaré da Mata, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-16.26.13.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123629" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-16.26.13-607x390.jpeg" width="607" height="390" /></a><br />
Foto: Hugo Muniz/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Caboclos de lança com golas bordadas, reis e rainhas, damas do paço, baianas, mateus e catita prometem levantar poeira e fazer história em maio. Pela primeira vez, aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco recebem o maracatu de baque solto. O responsável pela circulação é o Maracatu Estrela Brilhante, de Nazaré da Mata, um dos mais importantes grupos em atividade na Zona da Mata Norte.</p>
<p dir="ltr">As apresentações acontecem nos dias 5 (terça-feira), 6 (quarta-feira) e 7 de maio (quinta-feira), nos territórios Kapinawá, em Buíque, Fulni-ô, em Águas Belas, e Xukuru, em Pesqueira. A entrada é gratuita.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa faz parte do projeto “Quando uma Estrela Chegar no Seu Terreiro &#8211; Conexão com os Territórios Indígenas”, incentivado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Governo de Pernambuco. A proposta leva o maracatu rural para além da Zona da Mata Norte e amplia o acesso à manifestação em outras regiões do estado.</p>
<p dir="ltr">Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, o maracatu rural nasce do encontro de matrizes africanas, indígenas e europeias. A tradição se mantém pela oralidade. Mestres ensinam no fazer. Brincantes aprendem no cortejo. As loas, a música e a dança formam o espetáculo.</p>
<p dir="ltr">As apresentações serão realizadas nos terreiros das aldeias, espaços de convivência e transmissão de saberes. Em cena, cerca de 25 brincantes conduzem o cortejo, com a presença de personagens como o caboclo de lança, Mateus e Catita, além da corte real. O público acompanha de perto cada gesto, cada movimento e cada símbolo do maracatu.</p>
<p dir="ltr">“Estamos muito contentes em poder promover esse encontro de culturas intergeracionais. O maracatu tem em seu DNA as tradições indígenas. Mesmo sem a presença dessas comunidades na Zona da Mata Norte, vivenciar esse momento é algo que ficará na história”, disse o presidente da agremiação carnavalesca, Nailson Vieira.</p>
<p dir="ltr">Atualmente, o Estrela Brilhante reúne mais de 150 integrantes. Para essa circulação, o grupo será representado por cerca de 25 brincantes. A formação reduzida mantém os principais elementos estéticos e simbólicos do maracatu de baque solto.</p>
<p dir="ltr">A circulação prevê deslocamentos de até cinco horas por trecho, totalizando mais de 12 horas de viagem ao longo da agenda. O grupo atravessa a Zona da Mata e segue até o Sertão, em um percurso que amplia o alcance da cultura popular pernambucana.</p>
<p dir="ltr">O projeto também valoriza a troca de saberes entre mestres, brincantes e comunidades indígenas. A proposta reforça a cultura como prática viva, que circula entre territórios e fortalece a memória e a identidade dos povos.</p>
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		<title>“Bailarinas em Suspeição” lança videodança e artigo sobre dançarinas invisibilizadas em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A história de mulheres que dançaram, trabalharam e resistiram nos cassinos pernambucanos entre as décadas de 1930 e 1950 ganha nova visibilidade com o lançamento do projeto &#8220;Bailarinas em Suspeição: Mulher, Dança e Trabalho nos Cassinos Pernambucanos (1930–1950)&#8221;. Idealizado pela artista da dança, pesquisadora e videomaker Marcela Rabelo, o projeto será lançado na quarta-feira, 29 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Crédito-das-fotos-de-Morgana-Narjara-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123617" alt="Foto: Morgana Narjara" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Crédito-das-fotos-de-Morgana-Narjara-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="justify">
<p>A história de mulheres que dançaram, trabalharam e resistiram nos cassinos pernambucanos entre as décadas de 1930 e 1950 ganha nova visibilidade com o lançamento do projeto &#8220;Bailarinas em Suspeição: Mulher, Dança e Trabalho nos Cassinos Pernambucanos (1930–1950)&#8221;. Idealizado pela artista da dança, pesquisadora e videomaker Marcela Rabelo, o projeto será lançado na quarta-feira, 29 de abril, Dia Internacional da Dança, data simbólica que reforça o diálogo da iniciativa com a valorização da arte do corpo e de suas histórias.</p>
<p align="justify">
<p>A estreia reúne duas frentes principais: a publicação de um artigo científico e o lançamento de uma videodança no canal do Youtube do projeto: @bailarinasemsuspeição, fruto do processo de criação e investigação em dança a partir da pesquisa. Também contempla o projeto a criação de um blog/site que funcionará como um pequeno acervo digital aberto, reunindo o artigo, a videodança e conteúdos reunidos na pesquisa e materiais históricos.</p>
<p align="justify">
<p>A iniciativa, desenvolvida entre setembro de 2025 e abril de 2026, propõe revisitar um período em que os cassinos eram importantes centros de produção artística no Recife e em Pernambuco, ao mesmo tempo em que lança um olhar crítico sobre as condições de trabalho e as narrativas construídas em torno das mulheres que atuavam como bailarinas nesses espaços.</p>
<p align="justify">
<p>Resultado de um extenso levantamento documental, o projeto parte da análise de jornais, revistas e, especialmente, de fichas e prontuários do antigo DOPS, acessados a partir do projeto &#8220;Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos&#8221;, de 2016, da pesquisadora e jornalista Clarice Hoffmann, que integra a equipe ao lado da professora e antropóloga Selma Albernaz.</p>
<p align="justify">
<p>Ao todo, cerca de 90 mulheres, entre brasileiras e estrangeiras, foram mapeadas, revelando trajetórias atravessadas por vigilância, estigmas e também por intensa produção artística em dança.</p>
<p align="justify">
<p>“Quando tive acesso a esses documentos, me chamou atenção não só a quantidade de mulheres identificadas como bailarinas, pernambucanas, brasileiras de outros estados e estrangeiras, mas principalmente a forma como eram descritas. Fichas do prontuário e matérias de jornais que designavam a profissão bailarina, caminhavam juntos com discursos marcados por julgamento, objetificação e desvalorização. Isso gerou em mim uma identificação imediata e uma pergunta que move toda a pesquisa: o que realmente mudou na forma como a mulher artista da dança é vista, dos anos 1930 até hoje?”, enfatiza a artista da dança Marcela Rabelo.</p>
<p align="justify">
<p>Ao investigar essas histórias, o projeto evidencia como o olhar de suspeição sobre essas mulheres era construído a partir de critérios recorrentes, como nacionalidade, tipos de dança praticados, estado civil, raça e circulação entre diferentes cidades e países.</p>
<p align="justify">
<p>Nos documentos e matérias da época, surgem classificações como bailarina clássica, de salão, vedete, fantasista, sambista, rumbeira, sapateadora, acrobata ou girls (integrante de coros). Categorias que, muitas vezes, vinham acompanhadas de discursos moralizantes e de uma vigilância que ultrapassava os palcos. As trajetórias mapeadas revelam um cenário complexo e cheio de contradições.</p>
<p align="justify">
<p>A maioria das bailarinas fichadas eram pernambucanas e de outros estados brasileiros. Mesmo percebendo uma maior glamourização em torno das bailarinas estrangeiras nas notícias e propagandas dos cassinos, o estigma moralizante recaía sobre todas elas. No caso de Maria José Rodrigues, bailarina pernambucana que atuava no Cassino Império, um detalhe chama atenção: no momento de seu fichamento no DOPS/PE, uma ficha do Departamento de Saúde Pública. Esse tipo de documento, associado a práticas de controle sanitário direcionadas a mulheres em situação de prostituição, historicamente submetidas a processos de estigmatização, evidencia como sua atuação artística era atravessada por dispositivos de vigilância que extrapolavam o campo da dança. Já Lilia Naldi, nome artístico de Maria de Lourdes de Sousa Pinheiro, transitava entre a dança clássica e as chamadas danças típicas brasileiras, com vínculos institucionais importantes, mas ainda assim foi monitorada, mostrando que nem o reconhecimento artístico a afastava da suspeição. Outras histórias chegam de forma fragmentada, como a de Dolores, que se apresentava ao lado do parceiro cubano Salvador Cárdenas, formando uma dupla que circulava por teatros e cassinos com repertórios que incluíam frevo e rumba.</p>
<p align="justify">
<p>A pesquisa também revela situações em que o próprio corpo em cena era motivo de vigilância. Marga Hernandez, por exemplo, dançava em dupla com Cecy, ou seja, duas mulheres em parceria artística em número de dança a dois, o que, em um contexto conservador, provocava estranhamento. Casos como o de Maria Lino, ligada ao maxixe, dança historicamente associada à sensualidade, mostram como determinadas expressões corporais eram usadas para reforçar julgamentos morais. Enquanto isso, Carmen Brown, artista negra de origem norueguesa, com atuação em danças afro-brasileiras e presença no cinema, era ao mesmo tempo celebrada e atravessada por discursos exotizantes, chegando a ser registrada oficialmente como branca, o que revela distorções profundas nos arquivos. Há ainda trajetórias marcadas por deslocamentos e narrativas dramáticas, como a de Alda Bogoslowa, artista russa que se apresentava como bailarina clássica e acumulava histórias de viagens, relações e episódios pessoais explorados publicamente. Ou como Geraldine Pike, acrobata estadunidense conhecida como “mulher sem ossos”, cuja vida privada também era monitorada, evidenciando como a vigilância se estendia para além da cena.</p>
<p align="justify">
<p>Mais do que exceções, essas histórias apontam para um padrão, que são mulheres artistas constantemente observadas, classificadas e julgadas, em um contexto em que suas trajetórias profissionais eram atravessadas por mecanismos de controle social. Mais do que reconstruir o passado, o projeto propõe um diálogo direto com o presente. As questões levantadas pela pesquisa, sobre trabalho, corpo, moralidade e representação, continuam atravessando a experiência de mulheres na dança hoje.</p>
<p align="justify">
<p>“Ao longo da pesquisa, reconheci nessas histórias experiências que ainda fazem parte da trajetória de muitas artistas da dança na atualidade, inclusive a minha e a de colegas de cena. Esses corpos seguem sendo atravessados por julgamentos, mas também seguem criando, resistindo e reinventando formas de existir”, complementa Marcela Rabelo.</p>
<p align="justify">
<p><strong>VIDEODANÇA</strong> &#8211; Essa reflexão também se desdobra na criação de videodança por Marcela Rabelo, obra inspirada nos registros históricos que busca tensionar, no corpo contemporâneo, as camadas de glamour, precarização e estigmatização associadas à figura da bailarina ao longo do tempo.</p>
<p align="justify">
<p>No processo de criação, além de participar como bailarina, Marcela convida mais três artistas da dança pernambucanas que dialogam com as técnicas de dança apresentadas nos documentos e arquivos históricos das bailarinas abarcadas na pesquisa: Amanda Andrade, Júlia França e Giselly Andrade.</p>
<p align="justify">
<p>A produção da videodança, em processo de construção, que estreia no dia 29/04 no canal do Youtube do projeto, dialoga diretamente com o artigo científico, estabelecendo uma ponte entre linguagem acadêmica e criação artística.</p>
<p align="justify">
<p>Em um movimento que conecta arte, pesquisa e memória, o projeto reafirma a importância de reconhecer o papel das mulheres na construção da cultura e de questionar as narrativas que, ainda hoje, atravessam seus corpos e suas trajetórias.</p>
<p align="justify">
<p>Realizado com incentivo do edital de fomento à cultura PNAB 2024 do Governo Federal, através do Ministério da Cultura, e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE), o projeto reforça a importância do investimento público em iniciativas que articulam pesquisa, criação artística e preservação da memória cultural.</p>
<p align="justify">
<p><strong>INFORMAÇÕES</strong><br />
Instagram: @bailarinasemsuspeicao<br />
Canal do Youtube do projeto: @bailarinasemsuspeição<br />
Blog/site: https://bailarinasemsuspeicao.blogspot.com/</p>
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		<title>Pequeno Encontro da Fotografia chega ao Recife em abril de 2026</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O festival Pequeno Encontro da Fotografia será realizado pela primeira vez no Recife, desta quarta a sexta-feira (22 a 25 de abril de 2026), com recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Fundarpe e da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE). Pessoas de várias [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/PEF-2023_ciranda_Foto-Francisco-11.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123611" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/PEF-2023_ciranda_Foto-Francisco-11-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O festival Pequeno Encontro da Fotografia será realizado pela primeira vez no Recife, desta quarta a sexta-feira (22 a 25 de abril de 2026), com recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Fundarpe e da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE). Pessoas de várias cidades brasileiras apresentarão suas criações ao público na Ciranda Fotográfica e nas Projeções, atividades realizadas no prédio do Núcleo de Gestão do Porto Digital, no Bairro do Recife.</p>
<p>No mesmo local, ocorrerão as aulas das oficinas ministradas por Marina Feldhues (PE) e pelo Coletivo Ciano, Cidade (PE). Já o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam), na Boa Vista, receberá o Café Pequeno, com lançamentos de livros, apresentação de obras criadas por fotógrafas convidadas e de imagens feitas durante a Expedição Fotográfica, entre outras atrações. A programação da 11ª edição do evento conta ainda com o Espaço da Pesquisa, que será transmitido ao vivo pelo YouTube (mas os textos já estão disponíveis para leitura pelo site). Tudo com acesso gratuito.</p>
<p>“É sempre um grande desafio desenhar o Pequeno Encontro da Fotografia, mas é sempre muito gratificante ver a riqueza das trocas que costumam acontecer. Neste ano, experimentamos ampliar ainda mais o espaço das convocatórias na programação do evento e foi muito interessante ver tantas propostas diferentes, vindas dos mais variados lugares, garantindo a diversidade e a pluralidade que nos animam desde o início”, resumem os curadores do festival, Eduardo Queiroga, Maria Chaves e Mateus Sá.</p>
<p>As criações apresentadas no Espaço da Pesquisa, na Ciranda Fotográfica e nas Projeções foram selecionadas por meio de convocatória. “Recebemos muitos trabalhos interessantes, e a tarefa da curadoria foi garantir um equilíbrio entre a diversidade de perspectivas e os diálogos possíveis entre elas. Esta edição é marcada pela presença de eixos temáticos como corpo, gênero, memória e território, que refletem os direcionamentos do pensamento sobre fotografia e imagem na atualidade. A seleção contempla ainda trabalhos mais focados no fazer fotográfico e no pensar esse fazer”, comenta a professora Greice Schneider (UFS), convidada para a curadoria do Espaço da Pesquisa neste ano.</p>
<p>Os temas citados pela curadora também se fazem presentes em obras escolhidas para Ciranda Fotográfica e as Projeções. Há criações sobre identidade e ancestralidade ou sobre relações entre os seres humanos e a natureza, por exemplo. Algumas foram criadas a partir de imagens de álbuns de família ou de outros acervos. Outros ensaios foram realizados em lugares como terreiros de candomblé no Recife e em Olinda; a aldeia Ulupuwene, no Alto Xingu (MT); o território afro-indígena situado a Serra dos Paus Dóias, no alto da Chapada do Araripe (PE); os terreiros do Pajé Barbosa, no território Pitaguary (CE); ou acompanhando as comitivas de esmolação de São Benedito que saem do Pará e chegam até o Maranhão.</p>
<p>Quem assistir às apresentações da Ciranda Fotográfica poderá indicar sua obra favorita. Os dois mais votados (um da manhã e outro da tarde) receberão como prêmio cinco impressões Fine art 30 x 45 cm feitas pelo ADI – Atelier de Impressão, apoiador do evento junto com o Porto Digital e o Mamam. O resultado será anunciado durante o Café Pequeno, que marca o encerramento do festival em confraternização.</p>
<p>Na ocasião serão realizados lançamentos de três livros. Arquivo, Fotografia e a Carne Negra: um estudo ante-estética de suas (po)éticas implicadas, de Marina Feldhues (PE) apresenta reflexões críticas sobre as implicações (po)éticas entre arquivos diversos, a fotografia e a carne negra tanto para a ordenação do mundo antinegro, quanto para sua desordem e a emergência de outros mundos (im)possíveis – a autora também participa de uma conversa com o público na sexta-feira. O fotolivro Sertão de Lembranças nasceu de uma pesquisa de linguagem em fotografia desenvolvida entre 2021 e 2024 no Sertão do Pajeú e objetiva criar sentidos entre a noção de lembrança elaborada com fotografias familiares e da poesia através da interação entre o fotógrafo José Afonso Jr., a poetisa Mariana Véras (PE). O fotolivro Presenças é descrito como um exercício de arqueologia visual, em que Mergulha e Voa (PE) busca decifrar a própria identidade não no espelho, mas nos vestígios do mundo: na dureza do concreto, na memória das paredes e nos objetos que sobrevivem ao tempo.</p>
<p>Durante a noite o público também poderá conferir obras de artistas convidadas. O projeto Mergulho é composto de 21 trabalhos, cada um contendo uma foto de um objeto da casa, uma foto de arquivo e um poema. Esse é o último projeto em que a fotógrafa Eliane Velozo, que tem deficiência visual com perda progressiva da visão, teve autonomia total na utilização do programa Photoshop. Já videoarte Madonnas e Fridas foi elaborada como uma ação artística e colaborativa integrante do projeto Madonnas e Fridas: arte e maternidade como agenciamentos políticos, de Ana Sabiá (SC). Por meio de uma convocatória pública, foram selecionados os trabalhos que compõem a obra, um caleidoscópio de olhares e sentidos em torno de maternidades críticas e fotografia através das experiências poéticas de 50 mulheres artistas brasileiras.</p>
<p>No Café Pequeno ainda serão exibidos resultados das oficinas desta 11ª edição: Fotografia Experimental, ministrada pelo Coletivo Ciano, Cidade (PE) para estudantes Escola de Referência em Ensino Médio Professor Ernesto Silva, e Colagem e a fabulação de si, ministrada por Marina Feldhues (PE).</p>
<p>Além disso, serão projetadas imagens feitas na manhã do sábado pelos participantes da Expedição Fotográfica. A atividade é aberta ao público e não é necessário se inscrever para participar, nem ser profissional da fotografia (a organização lembra apenas que o uso de uma câmera digital que pode ser a do celular facilita o processo para quem quiser enviar suas imagens a tempo de participar da projeção coletiva). O roteiro muda a cada edição do festival e o ponto de partida será divulgado em breve pelo site e pelas redes sociais.</p>
<p><strong>Mais informações:</strong><br />
pequenoencontrodafotografia.com<br />
pequenoencontro@gmail.com<br />
Instagram: @pequenoencontrodafotografia<br />
YouTube: @pequenoencontrodafotografia<br />
Facebook: PequenoEncontroDaFotografia</p>
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		<title>5ª Semana do Audiovisual Negro com programação de oficinas, cineclube e rodas de conversa</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:39:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com uma programação distribuída ao longo do ano, a 5ª Semana do Audiovisual Negro (SAN) entra no momento presencial, acontecendo primeiramente na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), no bairro da Boa Vista, Centro do Recife. As atividades sobre formação e mercado audiovisual negro e indígena são gratuitas, sendo realizadas durante três dias seguidos, desta quarta-feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/July-foto-5ª-Semana-do-Audiovisual-Negro-destaca-que-é-essencial-esse-diálogo-entre-estudantes-e-profissionais-premiados-e-referências-do-audiovisual-do-Nordeste.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123604" alt="Foto: divulgação " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/July-foto-5ª-Semana-do-Audiovisual-Negro-destaca-que-é-essencial-esse-diálogo-entre-estudantes-e-profissionais-premiados-e-referências-do-audiovisual-do-Nordeste-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com uma programação distribuída ao longo do ano, a 5ª Semana do Audiovisual Negro (SAN) entra no momento presencial, acontecendo primeiramente na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), no bairro da Boa Vista, Centro do Recife. As atividades sobre formação e mercado audiovisual negro e indígena são gratuitas, sendo realizadas durante três dias seguidos, desta quarta-feira a sexta-feira (22 a 24 de abril), à tarde e à noite. A curadoria, a direção e a facilitação são de profissionais periféricos e populares de Pernambuco e do Nordeste.</p>
<p>A 5ª Semana do Audiovisual Negro tem incentivo do Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), pelo 17º edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de PE, por meio do Governo de Pernambuco, da Fundarpe e da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE).</p>
<p>A abertura, no dia 22/04, começa às 17h30, com a primeira gira de conversa (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”). Às 18h30, a pauta do debate é “Curadorias no cinema/audiovisual”. Em seguida, às 19h30, acontece a oficina de direção de fotografia com Sylara Silvério (RN). O cineclube “Alma no Olho” abre as atividades do dia 23/04, levando a curadoria de Feane Toê. Na sequência tem a formação em desenvolvimento de roteiro, trazendo a facilitação de Caio Dornelas (PE), às 19h30. O dia 24/04 reúne a roda de conversa, com o tema “Cinema independente no BR”, às 18h, e a exibição de filmes — curadoria de Luly Peligrosa — pelo “Alma no Olho”, às 19h30.</p>
<p>Caio Dornelas é realizador audiovisual com experiência em produção de conteúdo para televisão, cinema e internet. Ao longo da carreira artístico-cultural, são mais de 15 produções de curta-metragens. Ele também tem pesquisas em longas documentais e ficção. Já Sylara Silvério é diretora de fotografia com formação na EICTV (Cuba) e na Bucareste Ateliê de Cinema. Ela é do povo indígena Potiguara Mendonça, do Rio Grande do Norte.</p>
<p>“Nesta edição da 5ª SAN, além de debates e sessões com realizadoras e realizadores, temos masterclasses na imersão formativa”, reforça Rafa Nascimento, que assina a direção artística da 5ª Semana do Audiovisual Negro.</p>
<p>Além de Rafa Nascimento, Jota Carmo está na coordenação pedagógica e Tatiana Quintero, juntamente com Alexandre HN, na produção geral. A maioria da equipe técnica é pernambucana, sobretudo da Região Metropolitana do Recife (RMR), reunindo pessoas negras e indígenas. A realização da 5ª edição é do cineclube “Alma no Olho”, com a produção executiva de “Alto Mar &#8211; Imagens &amp; Movimentos”.</p>
<p>A SAN abriu inscrição ainda no ano passado para “Desafio Griô” e reabriu a oportunidade recentemente (indo até o dia 18 de abril). O desafio é uma atividade de formação com o objetivo tanto de incentivar como fortalecer estudantes das culturas negra e indígena, a partir da produção coletiva de um filme de duração máxima de cinco minutos (curta-metragem). A equipe tem que lançar a obra audiovisual em 72 horas, ou seja, três dias seguidos é o tempo recorde para criar, produzir e entregar. Sendo assim, foi necessário formar um grupo com pessoas de cursos, escolas, universidades, oficinas e capacitações de comunicação, rádio, tv, cinema e audiovisual, acompanhadas por professor, professora, orientador e orientadora.</p>
<p>É importante dizer que o tema do “Desafio Griô” é único, sendo revelado para os cinco grupos contemplados justamente depois dos encontros formativos. Feito isso, começa o processo de produção para realizar o roteiro, a filmagem, a edição, a finalização e a entrega do curta-metragem em até três dias. Além disso, concorrem a prêmios de estímulo à produção audiovisual, como locação de equipamentos de fotografia e de som (em parceria com a “Cabra Quente Filmes”, do Recife), consultorias profissionais de roteiro e de produção e distribuição do filme na tv e na internet. Caso o grupo não cumpra o prazo, o curta-metragem estreia nas programações, mas não compete pelas premiações.</p>
<p>As futuras obras autorais produzidas pelos grupos de estudantes já têm exibições de lançamento confirmadas: na 5ª Semana do Audiovisual Negro, no mês de maio deste ano, na TVU Recife (TV Universitária &#8211; canal aberto), afiliada à TV Brasil, e na UBUPLAY, plataforma de streaming gratuita destinada aos filmes realizados por pessoas negras e afrodiaspóricas.</p>
<p><strong>Maio</strong></p>
<p>A Semana do Audiovisual Negro segue para o Museu da Abolição, no bairro da Madalena, Zona Norte do Recife (rua Benfica, nº 1150), exatamente no dia 01/05 (sexta-feira, feriado nacional do Dia do Trabalhador). Nos dias 02/05 (sábado) e 03/05 (domingo), entra em cartaz no Cinema São Luiz, no bairro da Boa Vista, Zona Central do Recife (Rua da Aurora, nº 175). A programação segue nos dias 04/05 e 06/05, indo para o Cinema da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), na Cidade Universitária, Zona Oeste do Recife (Avenida Professor Moraes Rego, nº 1235). As sessões itinerantes também chegam aos municípios de Camaragibe/PE (Região Metropolitana do Recife) e Afogados da Ingazeira/PE (Sertão), com datas e horários a definir.</p>
<p>Com temáticas de raça, gênero e classe social, sobretudo de identidade racial, mais de 40 filmes de curta-metragem (ficção, documentário, animação e exposição de vídeos, como clipes) foram selecionados para a exibição na 5ª SAN. A escolha das obras de cinema — pernambucanas, do Nordeste e nacionais — foi feita pela curadoria formada por profissionais locais do audiovisual: Bia Pankararu (produtora cultural, audiovisual e comunicadora); João Rêgo (curador, programador, jornalista e crítico de cinema); Lúcio Vinícius (licenciado em História pela FASP); Karla Fagundes (educadora, pesquisadora e formada em História na UFPE); e Feane Toê (realizadora audiovisual, educadora e pesquisadora formada em Letras pela UPE, pós-graduada em Cultura Visual pela Unicap e mestranda em Estudos de Linguagem pela UFRPE).</p>
<p><strong>Programação do mês de abril &#8211; formação e mercado audiovisual negro e indígena<br />
</strong>Local: Unicap (bairro da Boa Vista, centro do Recife, Rua do Príncipe, nº 526)<br />
Entrada: gratuita (inscrição: bit.ly/4dOtihE)<br />
22/04 (quarta-feira)<br />
17h30 &#8211; abertura com a Gira 1 (tema: “Griôs do Audiovisual de PE”)<br />
18h30 &#8211; Gira 2 (tema: “Curadorias no cinema/audiovisual”)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de direção de fotografia com Sylara Silvério<br />
23/04 (quinta-feira)<br />
18h &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Feane Toê)<br />
19h30 &#8211; atividade formativa de desenvolvimento de roteiro com Caio Dornelas<br />
24/04 (sexta-feira)<br />
18h &#8211; Gira 3 (tema: “Cinema independente no BR”)<br />
19h30 &#8211; Sessão cineclube “Alma no Olho” (curadoria: Luly Peligrosa)</p>
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		<title>Vinícius Tavares lança videoclipe e single &#8220;Música de Bailinho&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:22:21 +0000</pubDate>
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Foto: Virgínia Guimarães/Divulgação</p>
<p>Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura, do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, o cantor Vinícius Tavares desloca o gênero embolada no clipe e single de estreia, <em>MÚSICA DE BAILINHO,</em> lançados nesta quarta-feira (22).</p>
<p>A faixa, de 2min9s, abre caminhos e integra o EP <em>ZÉ DO CÃO &#8211; CAP. 01 (Facção de Arte)</em>, que reúne, ao todo, sete faixas e será lançado no próximo dia 1º de maio, em todas as plataformas digitais. O trabalho se propõe a experimentar a costura de ritmos nordestinos — a exemplo do repente e do samba de coco — aos beats da música eletrônica e camadas de samples do cinema nacional, tensionando as distinções entre cultura popular e música contemporânea.</p>
<p>Em <em>MÚSICA DE BAILINHO</em>, o artista de Toritama, município do Agreste Setentrional, localizado a 170 km da capital, Recife, inaugura seu universo sonoro e imagético. Considerada por Tavares a faixa mais pop do EP, a embolada não perde o pulso oral, mas ganha grave, síncope e pista. Sobre bases de dancehall, sons circulares e buzinas eletrônicas, os versos correm ligeiros, como se o improviso percussivo encontrasse o paredão. A atmosfera evoca as performances de vogue das cenas de ballroom, mas o chão permanece agrestino.</p>
<p>Sob a direção de fotografia de Vinícius, em codireção com a multiartista Virgínia Guimarães, ele passeia entre performances de dança e brincadeiras. Além dos dois, a artesã Maria Laísa completa o elenco. A bandeira do Brasil e a Toyota Bandeirante, ícone recorrente no cotidiano agrestino, não aparecem como ornamento, mas como inscrição geográfica da narrativa. Já o chapéu que veste o palhaço sério — capa do EP inspirada no Mateu do reisado do congo — funciona como síntese visual do projeto: tradição popular convertida em signo pop.</p>
<p>Acesse o single de clipe no link <strong><a href="https://youtu.be/GqRZPMvDaxw?si=kbYpcSlmSrvfuF1Y" target="_blank">www.youtu.be/GqRZPMvDaxw?si=kbYpcSlmSrvfuF1Y</a></strong>.</p>
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