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	<title>Portal Cultura PE &#187; Museu do Estado</title>
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		<title>“Maracujá Interrompida”, de Luís Osete, conquista o Prêmio Jabuti 2025</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 18:20:41 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120952" aria-labelledby="figcaption_attachment_120952" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/FotoLuisOsete.jpg"><img class="size-medium wp-image-120952" alt="Luís Osete" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/FotoLuisOsete-310x486.jpg" width="310" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Luís Osete I Foto: divulgação</p></div>
<p dir="ltr">O livro “Maracujá Interrompida”, de Luís Osete — Grande vencedor e Vencedor do Sertão no VIII Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura — acaba de conquistar o Prêmio Jabuti 2025, na categoria Eixo Inovação – Escritor Estreante (Poesia). A obra, publicada pela Cepe Editora, marca a estreia literária do autor e celebra uma nova e potente voz da poesia brasileira.</p>
<p dir="ltr">Natural de Cardeal da Silva (BA), Osete vive entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE) desde 2005, cidades banhadas pelo rio São Francisco, território que também inspira suas pesquisas, sua escrita e investigações com crianças. Doutorando em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e integrante do grupo de pesquisa Kékeré, atualmente, o autor também transita entre o Rio de Janeiro e o Sertão. Desde 2012, atua como jornalista no Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE). Formado em Jornalismo pela Uneb, cursou também Psicologia na Univasf.</p>
<p dir="ltr">Em “Maracujá Interrompida”, Osete reflete poeticamente sobre luto, memória e renascimento. O reconhecimento pelo Prêmio Jabuti consolida a obra como um marco da poesia contemporânea nordestina, reafirmando o vigor criativo das novas vozes da região.</p>
<div id="attachment_120953" aria-labelledby="figcaption_attachment_120953" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Maracuja-Interrompida.jpg"><img class="size-medium wp-image-120953" alt="&quot;Maracujá Interrompida&quot; - A obra, publicada pela Cepe Editora, marca a estreia literária do autor e celebra uma nova e potente voz da poesia brasileira." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Maracuja-Interrompida-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Maracujá Interrompida&#8221; &#8211; A obra, publicada pela Cepe Editora, marca a estreia literária do autor e celebra uma nova e potente voz da poesia brasileira.</p></div>
<p dir="ltr">O autor já havia sido destaque no Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, iniciativa que surgiu em 2013 a partir de uma demanda da Comissão Setorial de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE). Criado como alternativa menos burocrática ao edital do Funcultura, o prêmio tem ampliado o acesso e a diversidade da produção literária no estado. Desde então, 36 livros já foram publicados por meio do projeto.</p>
<p dir="ltr">Na próxima quinta-feira, 30 de outubro, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) recebe o lançamento de três novas obras, reforçando a relevância e o alcance dessa iniciativa que tem revelado talentos como Luís Osete.</p>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e Cinema São Luiz integram a programação da Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco – ART.PE</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-estado-de-pernambuco-mepe-e-cinema-sao-luiz-integram-a-programacao-da-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-art-pe/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 13:21:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120603" aria-labelledby="figcaption_attachment_120603" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-08-102004.png"><img class="size-medium wp-image-120603" alt="Imagem: Mepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-08-102004-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Mepe/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Traçando um elo entre preservação e modernidade, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e o Cinema São Luiz participam da 4ª edição da Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco – ART.PE, que acontece de 8 a 12 de outubro, no Recife Expo Center. Os equipamentos, geridos pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), apresentam programações especiais que reafirmam o compromisso do Estado com a valorização da arte e da cultura contemporânea.</p>
<p dir="ltr">“A presença do Museu do Estado de Pernambuco e do Cinema São Luiz na ART.PE reforça o papel dos equipamentos culturais do Governo de Pernambuco como espaços de convergência entre a memória e a criação contemporânea. São instituições que dialogam com o passado, mas também olham para o futuro da arte produzida no estado, estimulando novas linguagens, públicos e conexões. Participar da feira é reafirmar o compromisso do Governo com a valorização da arte pernambucana e com o fortalecimento da nossa presença no circuito nacional das artes visuais e audiovisuais”, destaca a gerente de Ações Culturais dos Equipamentos da Fundarpe, Maria Eduarda Belém.</p>
<p dir="ltr">A ART.PE tem como objetivo refletir o desenvolvimento e a consolidação do mercado das artes visuais no estado, que, nos últimos anos, registrou o crescimento de galerias, circulação de artistas e ampliação das vendas de obras. O evento reúne galerias, artistas e agentes do setor, fortalecendo o intercâmbio entre a produção local e o cenário nacional.</p>
<p dir="ltr">Nesse contexto de diálogo entre tradição e contemporaneidade, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) marca presença como um dos pilares da preservação e difusão da arte no estado. Com um perfil voltado para a história e a arte, o museu é um dos mais importantes equipamentos públicos do Governo de Pernambuco e desempenha papel essencial na valorização da produção artística local — acolhendo tanto nomes consagrados quanto novas vozes das artes contemporâneas, que trazem novas linguagens e perspectivas para o cenário cultural.</p>
<p dir="ltr">“Ao se integrar à ART.PE, ao lado de instituições de destaque como o MASP, Inhotim, MAMAM, Instituto Francisco Brennand, e importantes galerias do Nordeste, do Rio de Janeiro e de São Paulo, o MEPE reafirma seu compromisso com o fortalecimento da cena artística regional e sua conexão com os grandes circuitos da arte brasileira”, destaca o gestor do Museu, Rinaldo Carvalho.</p>
<p dir="ltr">Durante a feira, o Mepe apresenta ao público uma seleção de livros e catálogos que documentam exposições e ações realizadas no museu, além de vídeos institucionais sobre os equipamentos culturais da Fundarpe. O estande também contará com a venda de objetos com reproduções das coleções do acervo, elaborados pela Sociedade dos Amigos do Museu do Estado de Pernambuco (Sampe).</p>
<p dir="ltr">A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira.</p>
<p dir="ltr">Dividida em dois blocos, a mostra reúne obras audiovisuais de artistas pernambucanos de diferentes gerações, sob curadoria de Pedro Severien, com trabalhos de Bárbara Wagner (em parceria com Benjamin de Burca), biarritzzz, Bruno Vilela, Dea Ferraz, Juliana Notari, Júlio Cavani, Kalor Pacheco, Lia Letícia, Priscila Nascimento, Renata Pinheiro, Sergio Oliveira e Telephone Colorido.</p>
<p dir="ltr">O segundo bloco é dedicado à Mostra Paulo Bruscky, com curadoria de Yuri Bruscky, filho do artista, apresentando registros de performances e obras audiovisuais do artista, pioneiro na experimentação entre cinema, vídeo e performance. O material foi recentemente digitalizado a partir de mídias originais como super 8, 16mm e VHS, com imagens captadas entre 1971 e 2015 — exibidas agora em conjunto pela primeira vez.</p>
<div id="attachment_120605" aria-labelledby="figcaption_attachment_120605" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54788390307_01f0f50c5b_o-607x404.jpg"><img class="size-full wp-image-120605" alt="A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira. I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54788390307_01f0f50c5b_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira. I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">“O que está em operação nesta mostra é a forma livre e inventiva que cineastas e artistas visuais construíram em Pernambuco. Os trabalhos fogem das convenções narrativas para experimentar com as imagens, os sons e os próprios corpos no espaço. O programa &#8216;A imagem e os mundos daqui&#8217; privilegia variações dos gêneros da videoarte e do cinema experimental contemporâneo, enquanto &#8216;Entre os corpos da terra&#8217; explora mais a performance e a intervenção. Mas não há linhas divisórias, tudo se mistura e se contagia”, afirma o curador Pedro Severien.</p>
<p dir="ltr">A programação completa e cobertura das ações podem ser conferidas pelo <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a> e no Instagram oficial da feira, <a href="https://www.instagram.com/art__pe">@art__pe</a>. Aos interessados, os ingressos por dia estão disponíveis através da plataforma <a href="https://www.sympla.com.br/evento/art-pe-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-4a-edicao/2982407?referrer=www.google.com">Sympla</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>MEPE</strong></p>
<p dir="ltr">Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), instalado desde 1940 em um palacete do século 19 que pertenceu ao filho do Barão de Beberibe, abriga um acervo com mais de 14 mil peças distribuídas em diversas categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-Brasileira, Ex-Votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do prédio principal, o museu conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa para cursos e oficinas de arte. Recentemente, foi inaugurado o Palacete Estácio Coimbra, um espaço que recria a vivência de um casarão pernambucano do século 19, com mobiliário de época, fotografias e textos distribuídos em sete núcleos conceituais e 12 ambientes, oferecendo aos visitantes uma imersão na história da aristocracia urbana de 200 anos atrás.</p>
<p dir="ltr"><strong>Cinema São Luiz</strong></p>
<p dir="ltr">Inaugurado em 6 de setembro de 1952, às margens do Rio Capibaribe, o Cinema São Luiz é um dos últimos cinemas de rua em atividade no Brasil e um dos mais emblemáticos por preservar, até hoje, o seu projeto original em estilo cine-teatro. Contando com uma rica concepção artística e arquitetônica, o São Luiz representa um marco na história cultural de Pernambuco e segue em melhorias para continuar sendo um espaço de referência.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><em>&gt;Serviço: </em></p>
<p dir="ltr"><strong>ART.PE | Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco</strong></p>
<p dir="ltr">Quando: 8 a 12/10</p>
<p dir="ltr">Local: Recife Expo Center (Cais Santa Rita, 156 &#8211; São José, Recife &#8211; PE)</p>
<p dir="ltr">Horários de funcionamento: 8 de outubro &#8211; só para convidados / 9 a 11 de outubro &#8211; 13h às 20h, aberto ao público / 12 de outubro &#8211; 13h às 18h, aberto ao público</p>
<p dir="ltr">Ingressos: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/art-pe-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-4a-edicao/2982407?referrer=www.google.com">Sympla</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>fEEEio Lab promove roda de conversa e exposição interativa no Museu do Estado de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 16:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/feeeio_2025_05_10_encontro_4_credito_Hannah-Sa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118262" alt="Hannah Sá/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/feeeio_2025_05_10_encontro_4_credito_Hannah-Sa-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>No próximo sábado, 7 de junho, o fEEEio Lab — Laboratório de Estudo e Experimentação da Estética do Feio — convida o público a conhecer de perto as práticas desenvolvidas ao longo de sua primeira edição. Das 10h às 17h, o espaço da Casa de Cursos do MEPE – Museu do Estado de Pernambuco estará aberto para visitação, em um ambiente de ateliê livre e coletivo, onde os visitantes poderão circular e interagir com as experimentações em exposição.</p>
<p>A partir das 14h30, o evento também promove uma roda de conversa onde os participantes e idealizadoras do projeto irão compartilhar relatos e discutir os caminhos trilhados durante o laboratório. Em seguida, uma visita guiada pelas técnicas têxteis exploradas ao longo dos encontros.</p>
<p>Realizado entre abril e junho deste ano, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM) e no MEPE, o projeto promoveu encontros semanais que combinaram rodas de conversa, leitura de textos, análise de obras e práticas manuais voltadas à produção têxtil artesanal. A proposta partiu de uma provocação central: como criar de forma livre, rompendo com os paradigmas estéticos impostos pela sociedade? O laboratório propõe um exercício crítico sobre o que é considerado “bonito” ou “feio” em nossa cultura visual — e como essas construções influenciam nossas escolhas e criações cotidianas.</p>
<p>Com um grupo formado por 15 participantes — entre artesãos, estudantes, trabalhadores da indústria criativa e pesquisadores —, o fEEEio Lab adota uma metodologia de ateliê livre, baseada na troca de saberes e no fazer coletivo. Ao trazer o “feio” para o centro do debate, o projeto não apenas questiona padrões estéticos cristalizados, mas também propõe novos modos de criação e apreciação artística.</p>
<p>Entre os temas debatidos estão a evolução histórica dos conceitos de beleza e feiura, o “infamiliar” freudiano e o processo criativo fora dos paradigmas convencionais, entrelaçando conceitos e textos de autores como John Berger, Umberto Eco, Byung-Chul Han e Rosane Preciosa. Nas práticas manuais, os participantes exploraram as técnicas do crochê, bordado, ponto russo, tressê e barafunda.</p>
<p>Para o segundo semestre de 2025, o projeto também se desdobrará em um catálogo digital, reunindo fotos, textos e reflexões que atravessaram o laboratório – uma publicação que prolonga a experiência e amplia o alcance das discussões. O catálogo também estará disponível com acessibilidade comunicacional de audiodescrição.</p>
<p>A equipe pedagógica, responsável pela condução das oficinas, foi chefiada por Carolina Melo — designer, pesquisadora em moda e professora — e contou com o apoio de Duda Galvão, designer e docente na área de moda; Anantcha Lafaiete, designer e professora especializada em práticas têxteis; Hannah Sá, designer, artista visual e professora; e Leidiane Rodrigues, artesã. A produção executiva e design é realizada por Hannah Sá e Raquel Pontes Campello (designer, pesquisadora e produtora cultural) com monitoria de Heloísa Galvão (estudante de Design da UFPE).</p>
<p>Este projeto foi contemplado nos Editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco e tem o incentivo financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura do Estado via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura &#8211; Governo Federal. Conta com os apoios do MEPE, do MAMAM e é vinculado à Universidade Federal de Pernambuco como projeto de extensão do dDesign sob tutela da professora Oriana Duarte.</p>
<p><strong>Serviço: </strong></p>
<p>fEEEio LAB — LABORATÓRIO DE ESTUDO E EXPERIMENTAÇÃO DA ESTÉTICA DO FEIO</p>
<p>Sexta-feira, 7 de junho | 10h às 17h MEPE &#8211; Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife &#8211; PE)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
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		<title>Circuito Cultural Museus em Movimento tem programação gratuita neste domingo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2025 14:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Dia Internacional dos Museus, celebrado neste domingo (18/05), será uma oportunidade para o público desbravar um pouco mais sobre a memória e a preservação da identidade cultural de Pernambuco. Com programação gratuita e descentralizada, em sua primeira edição o projeto &#8220;Circuito Cultural Museus em Movimento&#8221; contemplará três museus do Recife, convidando a população a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_84815" aria-labelledby="figcaption_attachment_84815" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/museu-do-estado-de-pernambuco-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-84815" alt="Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/museu-do-estado-de-pernambuco-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe-607x259.jpg" width="607" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">O Museu do Estado de Pernambuco é um dos equipamentos culturais geridos pela Fundarpe</p></div>
<p style="text-align: left;">O Dia Internacional dos Museus, celebrado neste domingo (18/05), será uma oportunidade para o público desbravar um pouco mais sobre a memória e a preservação da identidade cultural de Pernambuco. Com programação gratuita e descentralizada, em sua primeira edição o projeto &#8220;Circuito Cultural Museus em Movimento&#8221; contemplará três museus do Recife, convidando a população a imergir no universo dos acervos históricos. A ação é realizada pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), através da Coordenação do Núcleo de Museus e em parceria com o Instituto Ricardo Brennand (IRB).</p>
<p style="text-align: left;">As visitações gratuitas serão somadas à programação nacional da 23ª Semana Nacional de Museus, criada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Nesta primeira edição do Circuito, o público conhecerá os acervos do Museu do Estado de Pernambuco, da Fundação Gilberto Freyre e do Instituto Ricardo Brennand, que relacionarão suas programações ao tema proposto pelo Conselho Internacional dos Museus (Icom) para a data comemorativa este ano: &#8220;O futuro dos museus em comunidades em rápida transformação&#8221;.</p>
<p>Para participar do “Circuito Cultural Museus em Movimento”, o público interessado pode efetuar a inscrição por meio do <a href="https://forms.gle/Z2TNvvtSKk3urE2L9">formulário </a>acessível nos canais de comunicação da Secult-PE e das instituições participantes. Serão ofertadas 40 vagas com transporte (ônibus) gratuito disponível para a ação. O roteiro terá início no Museu do Estado de Estado de Pernambuco (ponto de saída e retorno), passando pela Fundação Gilberto Freyre e encerrando no Instituto Ricardo Brennand. As visitas terão, em média, 40 minutos de duração, e serão guiadas pela equipe do educativo de cada instituição.</p>
<p style="text-align: left;">“O Circuito Cultural Museus em Movimento, pensado de forma colaborativa com os espaços que estão participando da ação, tem como principal objetivo promover o acesso do público aos museus e seus bens culturais ali preservados. Cada instituição vai promover uma visita mediada fazendo essa ponte entre o tema da Semana Nacional dos Museus deste ano e o acervo ali da instituição. É um momento ímpar, é uma visita que vai ser diferenciada em todos os sentidos, então a gente convida aqui a todos a participarem desse momento. E essa é uma primeira edição. A secretaria vem mantendo contato com outras instituições para que a gente possa desdobrar esse encontro em outros momentos, em datas comemorativas ou em eventos específicos relacionados aos museus”, expressa Rosélia Adriana Rocha, coordenadora do Núcleo Museus da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Museu do Estado de Pernambuco</strong> &#8211; O Museu do Estado de Pernambuco tem uma trajetória de 95 anos e possui duas exposições de longa duração, sendo elas: &#8220;O casarão e a cidade: usos e costumes&#8221;, presente no palacete Estácio Coimbra com acervo diversificado, narrativa e ambientação do século XIX que contextualizam o cenário urbano da cidade do Recife nos séculos XIX e XX, e a exposição &#8220;Pernambuco Território e Patrimônio de um povo&#8221;, que expõe o acervo que narra, de forma cronológica, a trajetória histórica e cultural de Pernambuco, partindo desde as primeiras ocupações humanas no território até as manifestações contemporâneas das identidades pernambucanas na arte em suas diversas formas.</p>
<p><strong>Fundação Gilberto Freyre</strong> &#8211; Ao visitar a Casa-Museu Magdalena e Gilberto Freyre, o público tem a oportunidade de conhecer de perto o universo pessoal e intelectual de Gilberto Freyre, importante sociólogo brasileiro, e de sua esposa Magdalena. Instalado na antiga residência da família, o espaço preserva ambientes originais, mobiliário, objetos pessoais, fotografias, correspondências e uma vasta biblioteca com obras, manuscritos e anotações do autor. Além disso, os jardins e a arquitetura da casa refletem o estilo de vida nordestino que tanto influenciou sua obra. A visita oferece uma imersão na cultura, nas ideias e no cotidiano de Freyre, permitindo ao visitante compreender melhor suas reflexões sobre a identidade e a formação cultural do Brasil.</p>
<p><strong>Instituto Ricardo Brennand</strong> &#8211; Criado em 13 de agosto de 2001 e aberto ao público em 12 de setembro de 2002, o Instituto Ricardo Brennand é uma instituição privada de utilidade pública, sem fins lucrativos, tendo como objetivo principal a preservação e a difusão da história, da arte e da cultura brasileira, sobretudo no período denominado Brasil Holandês. O IRB é composto de edificações inspiradas em castelos europeus de estilo gótico como: Museu de Armas Castelo São João, Pinacoteca e Biblioteca, Galeria de Eventos e Exposições Temporárias, Capela Nossa Senhora das Graças e Restaurante , além de um parque de esculturas nos jardins. O acervo é dividido em museológico e bibliográfico, abrigando coleções de obras de arte, entre pinturas, estampas, esculturas, tapeçarias, mobiliários, armas brancas e objetos de arte decorativa, provenientes, da Europa, Ásia e Brasil e uma importante coleção de livros e obras raras sobre a presença Neerlandesa no período do Brasil Colonial.</p>
<p>“O Circuito Cultural Museus em Movimento é uma forma concreta de aproximar a população dos museus, garantindo acesso gratuito e desta maneira contribuindo com a democratização da cultura. E no Dia Internacional dos Museus reforçamos a importância dos museus como espaços de memória e transformação através da arte”, enfatiza Nara Galvão, diretora do Instituto Ricardo Brennand.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: left;">Data: 18/05/2025 (domingo)</p>
<p style="text-align: left;">Ponto de partida: Museu do Estado de Pernambuco (Graças)</p>
<p style="text-align: left;">Inicio &#8211; 13h20 visita mediada no Museu do Estado</p>
<p style="text-align: left;">14h &#8211; 14h15 (deslocamento)</p>
<p style="text-align: left;">14h20 &#8211; Visita mediada na Fundação Gilberto Freyre (Apipucos)</p>
<p style="text-align: left;">15h &#8211; 15h20 (deslocamento)</p>
<p style="text-align: left;">15h30 &#8211; Visita mediada no Instituto Ricardo Brennand (Várzea)</p>
<p style="text-align: left;">16h30 &#8211; 16h50 (deslocamento)</p>
<p style="text-align: left;">Final do circuito &#8211; 17h &#8211; Museu do Estado</p>
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		<title>Mepe celebra 95 anos com solenidade e programação especial</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 14:16:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No dia 6 de fevereiro de 2025, a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a  Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) celebram os 95 anos de existência do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A data reafirma o legado do equipamento cultural, considerado um dos mais relevantes do Estado. Fundado em 1929, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24674" aria-labelledby="figcaption_attachment_24674" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MEPE.jpg"><img class="size-medium wp-image-24674" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MEPE-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O Museu do Estado funciona de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h</p></div>
<p dir="ltr">No dia 6 de fevereiro de 2025, a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a  Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) celebram os 95 anos de existência do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A data reafirma o legado do equipamento cultural, considerado um dos mais relevantes do Estado. Fundado em 1929, o museu surgiu em meio a um período de grandes transformações políticas e econômicas no Brasil, consolidando-se ao longo das décadas como referência na preservação da história e da arte pernambucana.</p>
<p dir="ltr">A solenidade, marcada para às 17h, contará também com a comemoração dos 33 anos da Sociedade Pernambucana dos Amigos do Museu (Sampe), entidade civil sem fins lucrativos que tem sido uma parceira fundamental no apoio às iniciativas do MEPE.</p>
<p dir="ltr">Como parte da celebração, será realizado o descerramento da placa comemorativa dos 95 anos do museu, simbolizando quase um século de dedicação à cultura. Além disso, as pessoas que contribuíram ao longo dos anos ,  receberão Certificados de Agradecimento, em reconhecimento ao trabalho desempenhado ao longo dos anos.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação, o público poderá prestigiar a apresentação da Orquestra Sinfônica Cordas e Cordel, que promete emocionar os presentes com um repertório cuidadosamente selecionado para a ocasião.</p>
<p dir="ltr">O Museu do Estado de Pernambuco está  localizado na Avenida Rui Barbosa, no bairro das Graças (Zona Norte do Recife), e abriga um acervo diversificado que contempla desde arte sacra e mobiliário de época até arte contemporânea e coleções etnográficas. Ao longo dos anos, tornou-se um espaço essencial para a valorização da cultura pernambucana e um ponto de encontro entre o passado e o presente.</p>
<p dir="ltr">A celebração dos 95 anos reforça o compromisso do Mepe com a preservação da memória e da identidade de Pernambuco, mantendo-se como um dos mais importantes equipamentos culturais do Brasil.</p>
<p> <strong><span style="text-decoration-line: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>95 anos do Museu do Estado de Pernambuco -</strong>  <em>quinta-feira (6), às Horário: 17h, no Mepe (Avenida Rui Barbosa , nº 960, Graças, Recife-PE). Entrada gratuita</em></p>
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		<title>Cepe e Editora UFPE lançam no Mepe a 3ª edição de obra rara de Osman Lins</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 18:39:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No centenário de nascimento de Osman Lins (1924-1978) duas editoras públicas se unem para lançar a terceira edição de Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social, depois de 50 anos da última tiragem, em 1974. O livro, com selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e da Editora da Universidade Federal [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115592" aria-labelledby="figcaption_attachment_115592" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13.jpg"><img class="size-medium wp-image-115592" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Osman Lins</p></div>
<p>No centenário de nascimento de Osman Lins (1924-1978) duas editoras públicas se unem para lançar a terceira edição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em>, depois de 50 anos da última tiragem, em 1974. O livro, com selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e da Editora da Universidade Federal de Pernambuco, é um ensaio profundo, irônico e ousado, com recursos do campo da ficção, sobre o ofício de escrever e a relação do escritor (e da escrita) com o mundo &#8211; dos editores e leitores aos censores. Produzido no fim da década de 1960, e atualmente uma raridade, o título é apresentado nesta sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), nas Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>&#8220;A reedição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> é de enorme contribuição para o debate público sobre a literatura na atualidade. Como intelectual latino-americano, Osman Lins sempre insistiu na necessidade do escritor engajar-se no enfrentamento dos problemas e desafios de seu país. É um escritor combativo, muito mais do que polemista&#8221;, declara o professor e organizador do livro, Fábio Andrade. Nascido no município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, Osman Lins morreu precocemente, na cidade de São Paulo, em 8 de julho, três dias depois de completar 54 anos.</p>
<p>Com 332 páginas e capa de Ildembergue Leite, a nova edição tem uma pequena iconografia (imagens em preto e branco) que remete ao período de elaboração do livro e a sua repercussão, e um índice onomástico com pensadores, escritores e artistas citados pelo autor. &#8220;Fiz a apresentação, que busca assinalar certos aspectos do livro sintonizados com nosso tempo, e acrescentei notas que têm como principal objetivo ressaltar certos diálogos do pensamento crítico de Osman Lins com sua própria produção literária&#8221;, informa Fábio Andrade.</p>
<p>Osman Lins é autor de romances (<em>Avalovara</em>, <em>O Visitante</em>, <em>O Fiel e a Pedra</em>), contos (<em>Os Gestos</em>), narrativas (<em>Nove</em>, <em>Novena</em>), relatos de viagem (<em>Marinheiro de Primeira Viagem</em>), obra para teatro (<em>Lisbela e o Prisioneiro</em>) e ensaios. &#8220;Poucas, sabe-se, as possibilidades de alcançarmos, neste ofício, a recompensa de um livro duradouro. Por mais que cerremos o espírito aos desvios, destinam-se os escritos literários, em grande maioria, à existência curta: 80% desaparecem em um ano, 99% em 20 anos. Um massacre em que poucos sobrevivem&#8221;, escreveu o autor em <em>Guerra sem Testemunhas</em>.</p>
<p>No livro ele faz a defesa da escrita como ofício: &#8220;O profissional é aquele que professa &#8211; e professar, mais do que exercer, é abraçar, seguir. A ideia, portanto, deve envolver uma noção de entrega, de responsabilidade e de fé&#8221;. Traz reflexões sobre o trabalho criativo, a crítica literária, a circulação de livros, os leitores, o mercado editorial, as dificuldades para publicação de livros, a demora na análise de originais por parte das editoras e os espaços na mídia. Também reage à remuneração do escritor baseada no número de livros vendidos e não pela quantidade de exemplares impresso e à falta de republicação de obras esgotadas de autores novatos.</p>
<div id="attachment_115594" aria-labelledby="figcaption_attachment_115594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-115594" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritro Fábio Andrade</p></div>
<p>&#8220;<em>Guerra sem Testemunhas</em> é uma obra que merece ser mais reconhecida. Ensaio preciso, profundo e criativo. É, como aponta o organizador Fábio Andrade, um livro quase solitário na produção brasileira do século 20, com um olhar provocante sobre o ofício — e a solidão — do escritor diante do sistema literário e da sociedade. Nesta terceira edição, com notas e nova apresentação, a Cepe Editora e a Editora UFPE se unem para trazer de volta às prateleiras um título que estava se tornando uma raridade e que merece novas e renovadas leituras&#8221;, afirma o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Para Fábio Andrade, com a republicação do título &#8220;a maior conquista é justamente dar visibilidade, 50 anos depois, a um livro que ainda recende a pura pólvora, num país cheio de problemas estruturais graves e com certos setores elogiando nostalgicamente a opressão que Osman Lins tanto combateu&#8221;.</p>
<p><strong>FAMÍLIA -</strong> &#8220;Além de romances, contos, peças de teatro, textos para jornais e TV (episódios de <em>Caso Especial</em> da TV Globo), Osman Lins, meu pai, escreveu ensaios. Ora alguns que estudavam outros escritores (como Lima Barreto), ora sobre as dificuldades que enfrentam todos aqueles que se dedicam ao ofício de escrever. Lembro-me de um fato corriqueiro que muito o irritava, quando viajávamos juntos. A cada hotel a pergunta na recepção. Profissão? &#8216;Escritor&#8217;, ele respondia. Porém, o funcionário de plantão sempre indagava: &#8216;Como? Profissão?&#8217;. E ele, irritadíssimo, ratificava quase soletrando: &#8216;Es-cri-tor&#8217;. Isso acontecia até mesmo no exterior&#8221;, recorda a jornalista Letícia Lins.</p>
<p>&#8220;Tal comportamento traduz a forma como ele colocava em primeiro plano o ato de escrever, assim como a sagrada importância da palavra, a ferramenta de seu ofício. &#8216;Uma coisa não existe realmente enquanto não nomeada&#8217;. Para ele, se não pudesse escrever era melhor morrer. E usou de toda a alquimia que encontrou para produzir contos, peças, romances. Porém, apesar da dedicação, ser escritor no Brasil nunca foi fácil. Principalmente no fim dos anos 1960, quando o Brasil vivia uma ditadura e encarava a arte de criar como subversão. E cabia ao criador driblar as limitações políticas e a censura&#8221;, observa.</p>
<p>&#8220;Em <em>Guerra sem Testemunhas</em> há questionamentos que ele fez que ocorrem, ainda com mais intensidade, no século 21. Naqueles tempos, em que nem se sonhava com internet, ele questionava: &#8216;Caminha o livro para a extinção ou está mais vivo do que nunca?. Há pergunta mais atual? Também analisa o papel da literatura frente às comunicações de massa e a realidade política. Há discussão mais necessária hoje do que essa?&#8221;, destaca Letícia Lins.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> e bate-papo com os professores Fábio Andrade e Eduardo César Maia -</strong> <em>sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, Graças, Recife-PE). Preço do livro: R$ 70 (impresso)</em></p>
<div id="attachment_115593" aria-labelledby="figcaption_attachment_115593" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115593" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</p></div>
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		<title>Elas Pintam o 7: 44 obras de arte enriquecem o acervo do Mepe e celebram a criação feminina</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 14:51:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebe nesta quarta-feira (18), das 16h às 19h, um presente inestimável: 44 obras de arte, resultado do projeto Elas Pintam o 7. As obras, que foram cuidadosamente selecionadas e aprovadas recentemente pelo Conselho Curador do Mepe, representam uma diversidade de estilos e técnicas refletindo a rica produção artística [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115168" aria-labelledby="figcaption_attachment_115168" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-17-at-16.41.44-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115168" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-17-at-16.41.44-1-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Expoisção Elas Pintam o 7</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebe nesta quarta-feira (18), das 16h às 19h, um presente inestimável: 44 obras de arte, resultado do projeto Elas Pintam o 7. As obras, que foram cuidadosamente selecionadas e aprovadas recentemente pelo Conselho Curador do Mepe, representam uma diversidade de estilos e técnicas refletindo a rica produção artística feminina em Pernambuco.</p>
<p>Nomes como Tereza Costa Rego, Silvia Pontual, Maria Carmem e Guita Chacrifker, além de novos talentos, compõem esse acervo que promete emocionar e inspirar os visitantes do museu. A última exposição do projeto foi na galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu, em que já havia sinalizado, por parte das artistas, a intenção de doar uma obra de cada participante ao Mepe. Essa iniciativa, abraçada com entusiasmo pela curadora Ana Veloso, resultou nessa doação que enriquece significativamente o patrimônio cultural pernambucano.</p>
<p>Idealizado por Isabella de Roldão, o projeto iniciado com exposições em seu gabinete teve sua culminância na galeria do parque que proporcionou uma plataforma para artistas plásticas, tanto renomadas quanto emergentes, exporem seus trabalhos e, agora, enriquecer o acervo de um dos mais importantes museus de Pernambuco.</p>
<p>Para o diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, essa doação é um marco importante: &#8220;Agradecemos imensamente a todas as artistas participantes do projeto Elas Pintam o 7. Essa doação é um presente que valoriza a produção artística feminina e enriquece significativamente nosso acervo. Nosso objetivo é tornar o Mepe um espaço cada vez mais democrático e inclusivo que celebre a diversidade da cultura pernambucana&#8221;, diz. &#8220;Com essa generosa doação, o Mepe consolida seu papel como um dos principais centros culturais de Pernambuco oferecendo ao público a oportunidade de apreciar obras de arte de alta qualidade e conhecer a rica história da produção artística feminina no Estado”, afirma o gestor.</p>
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		<item>
		<title>Feira Terra Pernambuco reúne no Mepe produtores artesanais de destaque no Estado</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 14:42:02 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115067" aria-labelledby="figcaption_attachment_115067" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Rodrigo-Morcego.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115067" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Rodrigo-Morcego-607x395.jpeg" width="607" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e guitarrista Rodrigo Morcego</p></div>
<p>Pernambuco é um Estado que pulsa cultura e sua rica tradição atrai a atenção de todo o Brasil. Com uma vasta diversidade de manifestações artísticas que celebram sua história e suas raízes, a produção artesanal ocupa um lugar de destaque nesse cenário. Aqui há um grande número de pessoas talentosas, capazes de criar e inovar, mas que frequentemente precisam de uma vitrine para mostrar seu trabalho. Pensando nisso, nasce a Feira Terra Pernambuco: Feira de Inovação, Arte e Gastronomia.</p>
<p>A abertura do evento ocorre nesta sexta-feira (13) com oficinas de capacitação no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). No sábado (14) e no domingo (15) a feira é realizada nos jardins do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), localizado no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife. Essa primeira edição é marcada por uma homenagem ao ceramista Zezinho Muriçoca, um dos grandes ícones da arte pernambucana.</p>
<p>A inscrição para expositores ainda está aberta, podendo ser realizada por meio do perfil da feira no <a title="@feiraterrape" href="https://www.instagram.com/feiraterrape/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a>. A entrada para o público é gratuita nos três dias de evento.</p>
<p><strong>OPORTUNIDADES –</strong> Durante os três dias de evento o público e os expositores têm a chance de participar de rodas de conversa com produtores locais das mais diversas áreas: artesanato, artes visuais, moda e gastronomia. É uma imersão na cultura e no empreendedorismo local com foco na divulgação da produção artesanal e na valorização do trabalho manual. Além disso, a feira oferece palestras, atividades sensoriais e apresentações musicais criando um ambiente interativo e enriquecedor.</p>
<p>A Feira Terra Pernambuco surge como mais um impulsionador da arte e do empreendedorismo no Estado promovendo não apenas a comercialização dos trabalhos, mas também a troca de experiências entre os produtores e a conexão direta com o público consumidor. Segundo a gestora cultural Luciana Ourique, que idealizou o evento, a feira é uma oportunidade para dar visibilidade a quem não para de criar. “A Terra Pernambuco vem para ser mais uma vitrine para essas pessoas que fortalecem nossa cultura”, afirma.</p>
<p><strong>OFICINAS E GASTRÔ –</strong> O primeiro dia é dedicado às oficinas de capacitação oferecidas pelo Sebrae, que acontecem na sede da entidade. A programação começa, às 9h, com a palestra Planeje e Conquiste Construindo seu Negócio do Zero, ministrada por Jáuvaro Carneiro Leão, e segue com a palestra Transformando Negócios com Marketing Digital, com Silva Souza, às 15h30.</p>
<p>Nos dias seguintes, a Feira Terra Pernambuco abre as portas para um mix de exposições e atividades gastronômicas. São apresentados produtos artesanais como cerâmicas, argilas e joias feitas à mão, além de deliciosos pratos típicos da gastronomia local, como embutidos, geleias, doces, queijos e cachaças, com destaque para a Associação Pernambucana de Produtores de Aguardente de Cana e Rapadura (Apar), que realiza uma palestra sobre a cachaça e a rapadura como patrimônios culturais de Pernambuco, comandada pelo especialista Gilberto Freyre Neto.</p>
<p>O universo dos cafés também tem seu espaço, com a presença dos baristas Lidiane Santos e Eudes Santana, da Kaffe Café, que fazem uma atividade de harmonização de café com comidas regionais. Outra atração é o Instituto Ceres de Educação e Consultoria Cervejeira, que proporciona a experiência sensorial Volta ao Mundo em 4 Copos, guiada por especialistas em cerveja, cachaça, vinho e café.</p>
<p><strong>ARTES VISUAIS E DESIGN –</strong> A feira também é vitrine para as artes visuais, com destaque para pinturas, esculturas, gravuras, fotografia, design gráfico e artesanato contemporâneo. O evento busca proporcionar aos artistas uma divulgação direta de seus trabalhos para o público consumidor, com preços diferenciados, o que fortalece a valorização dos produtos artesanais e exclusivos.</p>
<p>Entre os expositores destacam-se nomes como a ceramista Guida Marques, as artistas plásticas Jane Lima e Ana Santiago, o artesão Marcos de Sertânia e a designer Luciana Mafra, além de representantes da gastronomia, como Kaffe Café e Chocolates Massapê. “É uma felicidade imensa estar presente na primeira edição da Terra Pernambuco&#8221;, celebra Marcos de Sertânia. &#8220;Estamos fazendo história, pois é importante ter mais um espaço para os artistas da terra.”</p>
<p><strong>CENÁRIO PERFEITO –</strong> O Museu do Estado de Pernambuco é o cenário que dá ainda mais charme ao evento. Durante o período da Feira Terra Pernambuco, o público pode conferir também as exposições de longa duração Pernambuco, Território e Patrimônio de um Povo e O Casarão e a Cidade: Uso e Costumes, além das exposições temporárias Histórias para os Reis e Pintura para Rainhas, de J. Moura, e O Retábulo de Lins.</p>
<p>Rinaldo Carvalho, diretor do Museu, destaca que a Feira Terra Pernambuco é uma oportunidade para fortalecer a cultura local: “É excelente que o Mepe esteja tão envolvido, pois a troca de experiências e o incentivo à inovação são essenciais para o crescimento cultural e econômico de nosso Estado”, afirma.</p>
<p><strong>ATRAÇÕES E HOMENAGEADO –</strong> A primeira edição da Feira Terra Pernambuco presta uma homenagem ao ceramista José Lima Gomes, conhecido como Zezinho Muriçoca. Natural de Caruaru, Zezinho é um mestre do barro e tem seu trabalho reconhecido mundialmente. Sua produção inclui panelas, bules e esculturas de personagens do cotidiano nordestino, como Lampião e Maria Bonita. Para ele, o barro é sua vida e felicidade e seu trabalho autoral é uma das maiores expressões culturais de Pernambuco.</p>
<p>A Feira Terra Pernambuco também conta com uma trilha sonora especial. No sábado (14), a Orquestra Giral se apresenta às 16h, seguida por Rodrigo Morcego, que toca standards do blues e rock, às 17h30. No domingo (15), a programação é encerrada com o melhor do choro, com o grupo Roda Infinito, às 17h30.</p>
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		<title>Mepe recebe 1ª turnê da Orquestra de Câmara Meninas e Meninos da Alegria</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 19:55:55 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114957" aria-labelledby="figcaption_attachment_114957" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-06-at-15.20.35.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114957" alt="Orquestra de Câmara Meninas e Meninos da Alegria durante apresentação no Museu do Estado de Pernambuco. Divulgação / Museu do Estado de Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-06-at-15.20.35-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra de Câmara Meninas e Meninos da Alegria durante apresentação no Museu do Estado de Pernambuco. Divulgação / Museu do Estado de Pernambuco</p></div>
<p dir="ltr">O auditório do Museu do Estado de Pernambuco estará reservado no dia 14 de dezembro para as melodias tocadas pelas mãos das crianças e jovens da Orquestra de Câmara Meninas e Meninos da Alegria. Com entrada gratuita, o evento se inicia às 16h, e faz parte da primeira turnê do grupo, iniciada em 18 de agosto deste, na cidade de Glória de Goitá.</p>
<p dir="ltr">Por meio do espetáculo <em>Aruana: Uma Vida em Canção</em> o grupo conta a história de uma jovem nordestina e de sua jornada que passa do Sertão ao Litoral pernambucano. Além das melodias, a história é dramatizada a partir de cordéis desenvolvidos em colaboração com Ester Franciely (monitora do Projeto) e seu pai Sérgio Ricardo, artista e cordelista do agreste pernambucano.</p>
<p>A história de Aruana é inspirada em clássicos da música popular e cada momento do seu caminho é retratado através de canções que vão desde clássicos de Luiz Gonzaga, passando por Mozart e Vivaldi.</p>
<p dir="ltr">Dessa vez a interpretação está a cargo de crianças, adolescentes e jovens integrantes do projeto Meninas e Meninos da Alegria, da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) Giral Desenvolvimento Humano e Local. Através de oficinas com aulas de música e de balé clássico popular, o espetáculo mistura música ao vivo e dança tradicional, vindas diretamente do Agreste e do Sertão pernambucano.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Espetáculo <em>Aruana: Uma Vida em Canção</em> -</strong> <em>sábado (14), às 16h, no hall do Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças, Recife-PE. Entrada gratuita</em></p>
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		<title>Exposição no Mepe celebra centenário de Osman Lins com diálogo entre literatura e artes visuais</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 15:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114855" aria-labelledby="figcaption_attachment_114855" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/exposição-retábulo-de-lins1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114855" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/exposição-retábulo-de-lins1-607x416.jpg" width="607" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">Os artistas plásticos pernambucanos que integram a exposição O Retábulo de Lins</p></div>
<p>De 10 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) apresenta uma exposição especial que celebra o centenário de Osman Lins, um dos maiores nomes da literatura brasileira. Com curadoria de Elizabeth Hazin, a mostra <em>O Retábulo de Lins</em> explora o universo literário do escritor por meio de um diálogo fascinante com as artes visuais, inspirado na obra <em>Retábulo de Santa Joana Carolina</em>, que integra o livro <em>Nove, Novena</em> (1966).</p>
<p>A exposição propõe uma releitura da obra de Osman Lins por meio de 12 artistas plásticos pernambucanos, que interpretaram os 12 mistérios do retábulo da personagem Joana Carolina em pinturas únicas. São eles: Maurício Arraes, Romero Andrade, Roberto Ploeg, Álvaro Caldas, Clériston Andrade, Timóteo, Jéssica Martins, Rikia Amaral, Tereza Pernambucano, Vânia Notaro, Fabiola Pimentel e Antônio Henrique. Cada tela expande o significado literário levando o público a vivenciar a profundidade e as complexidades do texto de Osman Lins em uma experiência visual.</p>
<p>Além de revisitar o legado literário de Osman, a exposição ressalta sua relação com as artes visuais, enriquecida por referências a diversos campos do conhecimento, como geometria, música, matemática, alquimia, astrologia, filosofia e arquitetura. Inspirado, em parte, por sua vivência na França em 1961, Lins integrou esses elementos de forma única em sua obra e a exposição visa celebrar essa riqueza.</p>
<p>A programação inclui uma apresentação da Orquestra de Câmara Criança Cidadã e um desfile da estilista Eliane Mello, com a Coleção Osman Lins, inspirada no universo do autor. Segundo Rinaldo Carvalho, diretor do Mepe, essa é uma oportunidade especial para que o público conheça e revisite o legado literário de Osman Lins: “É uma celebração tanto para aqueles que já conhecem suas obras quanto para aqueles que terão a chance de descobrir a profundidade desse grande escritor. O Mepe se sente honrado em acolher esta homenagem”, afirma o gestor.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Exposição <em>O Retábulo de Lins</em> -</strong> <em>de 10 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe &#8211; Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças, Recife). Curadoria: Elizabeth Hazin</em></p>
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