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	<title>Portal Cultura PE &#187; Música</title>
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		<title>Cantador agrestino Zé Barreto de Assis lança canção com produção musical de Hugo Linns e participação de Pedro Iaco</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2026 14:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Zé Barreto de Assis está em continuidade na música autoral, sobretudo pelo interior do Estado de Pernambuco. A mais nova realização do artista pernambucano é o lançamento da canção “Pássaro e Pedreira”, nas plataformas digitais. Além de assinar a composição, o cantador toca violão de nylon, potencializando sua arte como músico. Com poesia e cantoria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/A-capa-da-canção-Pássaro-e-Pedreira-é-assinada-pela-artista-Palloma-Mendes-com-foto-de-Cecília-Távora-ambas-de-Caruaru-no-Agreste-de-Pernambuco.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-123813" alt="A capa da canção Pássaro e Pedreira é assinada pela artista Palloma Mendes, com foto de Cecília Távora, ambas de Caruaru, no Agreste de Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/A-capa-da-canção-Pássaro-e-Pedreira-é-assinada-pela-artista-Palloma-Mendes-com-foto-de-Cecília-Távora-ambas-de-Caruaru-no-Agreste-de-Pernambuco-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Zé Barreto de Assis está em continuidade na música autoral, sobretudo pelo interior do Estado de Pernambuco. A mais nova realização do artista pernambucano é o lançamento da canção “Pássaro e Pedreira”, nas plataformas digitais. Além de assinar a composição, o cantador toca violão de nylon, potencializando sua arte como músico. Com poesia e cantoria nordestina, ele destaca elementos da natureza — terra, lua e mar — como símbolos de transformação e pertencimento. (Ouça &#8211; bit.ly/4cNZmQF).</p>
<p>A realização do projeto é da Xiado Produções (PE) e tem incentivo público municipal, com financiamento do edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e Governo Federal e do município de Bezerros. Já a distribuição da música nas plataformas digitais foi feita pela Selo &amp; Editora Preguisom e Symphonic Brasil, ambas de São Paulo.</p>
<p>Conheça @zebarretodeassis https://bit.ly/4sUi2Ef</p>
<p>“A terra caminhando com o som é ribanceira/O mar escorrendo as narinas é lua cheia”, diz um dos versos da letra escrita pelo compositor agrestino Zé Barreto de Assis, criado no município de Bezerros/PE. Em outro trecho, o artista independente canta: “Sou filho da terra, amante da lua, sou talvez a lua desgarrada de seu eixo/Voo sobre o mar, parente de tudo, pássaro e pedreira”.</p>
<p>“Pássaro e Pedreira” tem a produção musical do pernambucano Hugo Linns, que também toca viola de 10 cordas nesse som lançado, e a participação do cantor Pedro Iaco, colocando a sua voz e sendo uma conexão entre São Paulo e Pernambuco. Vinicius Barros Aquino, pernambucano do Recife, assume a mixagem e a masterização.</p>
<p>O contrabaixo, pelos dedos de Fábio Santos, e a percussão, pelas mãos de Wagner Santos, se juntam ao violão e à viola nos arranjos, harmonias e melodias. Ambos são musicistas pernambucanos agrestinos, de Caruaru/PE, cidade vizinha justamente a Bezerros, reforçando as criações artístico-culturais da região Agreste e a importância do território. Inclusive, a capa da canção é da autoria de Palloma Mendes, com foto de Cecília Távora, ambas de Caruaru.</p>
<p>“A presença da viola nordestina tratada com efeitos amplia a textura sonora, criando uma união e uma pulsação entre momentos poéticos, psicodélicos e percussivos a partir das combinações melódicas. A música compõe um ambiente intenso e orgânico baseado no contrabaixo, percussão e violão, dialogando com a cantoria nordestina, territorialidade e referências do estilo musical flamenco”, declara Zé Barreto de Assis.</p>
<p>A gravação da música foi realizada ao vivo no Estúdio Carranca, no Recife (bairro da Torre &#8211; Zona Norte). Além disso, houve a parceria com o Estúdio Arsis, de São Paulo, e o Studio di Fágner, de Caruaru, e a assistência dos profissionais pernambucanos Marcão e Heverton Fágner, ambos de Pernambuco, e Adonias Souza Jr (SP).</p>
<p>Vale dizer que o produtor musical Hugo Linns também atua como músico, reunindo vivências de palco, estúdio, shows e turnês com Maciel Salú (PE) e Renata Rosa (SP), entre outras e outros. Já Pedro Iaco, que, além de cantor, é compositor, músico e artista visual, tem trabalhos com Tiganá Santana (BA), Yamandu Costa (RS) etc.</p>
<p>Zé Barreto de Assis, que também é produtor musical de carreira (acesse o site &#8211; https://bit.ly/4mQ91dX), está no universo digital desde 2021, quando lançou “Os Passarinho”, álbum musical de estreia. Em 2024, fez o lançamento da música “A Serra Negra”, juntamente com seu primeiro clipe.</p>
<p>Videoclipe</p>
<p>No mês de maio, “Pássaro e Pedreira” ganha um clipe. O lançamento ocorre no dia 08/05, na internet. A direção e o roteiro do audiovisual são de Davi Batista e Paulo Lira.</p>
<p>Ficha técnica da música “Pássaro e Pedreira”:<br />
Composição, voz e violão (nylon): Zé Barreto de Assis<br />
Produção musical e viola (dinâmica e eletrodinâmica – 10 cordas): Hugo Linns<br />
Participação (voz): Pedro Iaco<br />
Contrabaixo: Fábio Santos<br />
Percussão: Wagner Santos<br />
Mixagem e masterização: Vinícius Barros Aquino<br />
Gravação: Estúdio Carranca (Recife/PE), Estúdio Arsis (São Paulo/SP) e Studio di Fágner (Caruaru/PE);<br />
Assistência de gravação: Marcão, Adonias Souza Jr e Heverton Fágner<br />
Projeto gráfico e capa: Palloma Mendes<br />
Fotos, redes sociais e fotografia da capa: Cecília Távora<br />
Assessoria de imprensa: Daniel Lima<br />
Realização: Xiado Produções<br />
Distribuição: Selo &amp; Editora Preguisom (SP) e Symphonic Brasil (SP)<br />
Incentivo público municipal: financiamento do edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e Governo Federal e do município de Bezerros</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Maracatu de baque solto chega pela primeira vez a aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 19:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Hugo Muniz/Divulgação Caboclos de lança com golas bordadas, reis e rainhas, damas do paço, baianas, mateus e catita prometem levantar poeira e fazer história em maio. Pela primeira vez, aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco recebem o maracatu de baque solto. O responsável pela circulação é o Maracatu Estrela Brilhante, de Nazaré da Mata, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-16.26.13.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123629" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-16.26.13-607x390.jpeg" width="607" height="390" /></a><br />
Foto: Hugo Muniz/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Caboclos de lança com golas bordadas, reis e rainhas, damas do paço, baianas, mateus e catita prometem levantar poeira e fazer história em maio. Pela primeira vez, aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco recebem o maracatu de baque solto. O responsável pela circulação é o Maracatu Estrela Brilhante, de Nazaré da Mata, um dos mais importantes grupos em atividade na Zona da Mata Norte.</p>
<p dir="ltr">As apresentações acontecem nos dias 5 (terça-feira), 6 (quarta-feira) e 7 de maio (quinta-feira), nos territórios Kapinawá, em Buíque, Fulni-ô, em Águas Belas, e Xukuru, em Pesqueira. A entrada é gratuita.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa faz parte do projeto “Quando uma Estrela Chegar no Seu Terreiro &#8211; Conexão com os Territórios Indígenas”, incentivado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Governo de Pernambuco. A proposta leva o maracatu rural para além da Zona da Mata Norte e amplia o acesso à manifestação em outras regiões do estado.</p>
<p dir="ltr">Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, o maracatu rural nasce do encontro de matrizes africanas, indígenas e europeias. A tradição se mantém pela oralidade. Mestres ensinam no fazer. Brincantes aprendem no cortejo. As loas, a música e a dança formam o espetáculo.</p>
<p dir="ltr">As apresentações serão realizadas nos terreiros das aldeias, espaços de convivência e transmissão de saberes. Em cena, cerca de 25 brincantes conduzem o cortejo, com a presença de personagens como o caboclo de lança, Mateus e Catita, além da corte real. O público acompanha de perto cada gesto, cada movimento e cada símbolo do maracatu.</p>
<p dir="ltr">“Estamos muito contentes em poder promover esse encontro de culturas intergeracionais. O maracatu tem em seu DNA as tradições indígenas. Mesmo sem a presença dessas comunidades na Zona da Mata Norte, vivenciar esse momento é algo que ficará na história”, disse o presidente da agremiação carnavalesca, Nailson Vieira.</p>
<p dir="ltr">Atualmente, o Estrela Brilhante reúne mais de 150 integrantes. Para essa circulação, o grupo será representado por cerca de 25 brincantes. A formação reduzida mantém os principais elementos estéticos e simbólicos do maracatu de baque solto.</p>
<p dir="ltr">A circulação prevê deslocamentos de até cinco horas por trecho, totalizando mais de 12 horas de viagem ao longo da agenda. O grupo atravessa a Zona da Mata e segue até o Sertão, em um percurso que amplia o alcance da cultura popular pernambucana.</p>
<p dir="ltr">O projeto também valoriza a troca de saberes entre mestres, brincantes e comunidades indígenas. A proposta reforça a cultura como prática viva, que circula entre territórios e fortalece a memória e a identidade dos povos.</p>
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		<title>Vinícius Tavares lança videoclipe e single &#8220;Música de Bailinho&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Virgínia Guimarães/Divulgação Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura, do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, o cantor Vinícius Tavares desloca o gênero embolada no clipe e single de estreia, MÚSICA DE BAILINHO, lançados nesta quarta-feira (22). A faixa, de 2min9s, abre caminhos e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-22-at-09.45.05.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123596" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-22-at-09.45.05-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><br />
Foto: Virgínia Guimarães/Divulgação</p>
<p>Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura, do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, o cantor Vinícius Tavares desloca o gênero embolada no clipe e single de estreia, <em>MÚSICA DE BAILINHO,</em> lançados nesta quarta-feira (22).</p>
<p>A faixa, de 2min9s, abre caminhos e integra o EP <em>ZÉ DO CÃO &#8211; CAP. 01 (Facção de Arte)</em>, que reúne, ao todo, sete faixas e será lançado no próximo dia 1º de maio, em todas as plataformas digitais. O trabalho se propõe a experimentar a costura de ritmos nordestinos — a exemplo do repente e do samba de coco — aos beats da música eletrônica e camadas de samples do cinema nacional, tensionando as distinções entre cultura popular e música contemporânea.</p>
<p>Em <em>MÚSICA DE BAILINHO</em>, o artista de Toritama, município do Agreste Setentrional, localizado a 170 km da capital, Recife, inaugura seu universo sonoro e imagético. Considerada por Tavares a faixa mais pop do EP, a embolada não perde o pulso oral, mas ganha grave, síncope e pista. Sobre bases de dancehall, sons circulares e buzinas eletrônicas, os versos correm ligeiros, como se o improviso percussivo encontrasse o paredão. A atmosfera evoca as performances de vogue das cenas de ballroom, mas o chão permanece agrestino.</p>
<p>Sob a direção de fotografia de Vinícius, em codireção com a multiartista Virgínia Guimarães, ele passeia entre performances de dança e brincadeiras. Além dos dois, a artesã Maria Laísa completa o elenco. A bandeira do Brasil e a Toyota Bandeirante, ícone recorrente no cotidiano agrestino, não aparecem como ornamento, mas como inscrição geográfica da narrativa. Já o chapéu que veste o palhaço sério — capa do EP inspirada no Mateu do reisado do congo — funciona como síntese visual do projeto: tradição popular convertida em signo pop.</p>
<p>Acesse o single de clipe no link <strong><a href="https://youtu.be/GqRZPMvDaxw?si=kbYpcSlmSrvfuF1Y" target="_blank">www.youtu.be/GqRZPMvDaxw?si=kbYpcSlmSrvfuF1Y</a></strong>.</p>
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		<title>Museu Guitinho da Xambá inicia o Programa Educativo Sociocultural Giras da Memória</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Guitinho da Xambá. Crédito: Beto Figueirôa/Divulgação O Museu Guitinho da Xambá, vinculado ao Centro de Arte e Cultura Grupo Bongar (CAC Bongar), em Olinda, inicia no dia 23 de abril, o seu Programa Educativo Sociocultural Giras da Memória, uma imersão cultural e formativa, que articula a preservação do patrimônio cultural, a proteção e promoção [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Guitinho-da-Xambá-Foto-Beto-Figueirôa.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123582" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Guitinho-da-Xambá-Foto-Beto-Figueirôa.JPG-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Guitinho da Xambá. Crédito: Beto Figueirôa/Divulgação</p>
<p dir="ltr">O Museu Guitinho da Xambá, vinculado ao Centro de Arte e Cultura Grupo Bongar (CAC Bongar), em Olinda, inicia no dia 23 de abril, o seu Programa Educativo Sociocultural Giras da Memória, uma imersão cultural e formativa, que articula a preservação do patrimônio cultural, a proteção e promoção das memórias coletivas e a produção de conhecimento no Quilombo Urbano da Xambá.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa, que terá periodicidade anual, funciona como um processo de ativação, construção e consolidação do Museu, cuja exposição de longa duração está prevista para ser inaugurada entre o final deste ano e o início do próximo. O projeto é realizado pelo Museu Guitinho da Xambá, sob a coordenação de uma equipe dedicada à preservação do legado de Guitinho da Xambá (1982–2021), músico e cientista social que idealizou o CAC Bongar em 2016, como um espaço de resistência e salvaguarda das tradições da comunidade Xambá.</p>
<p dir="ltr">O Giras da Memória é organizado em cinco eixos de atuação que percorrem diferentes dimensões, alinhados aos fundamentos da espiritualidade de origem africana: a Gira Palavras, regida pelo orixá Xangô, promove palestras sobre o direito à memória e às políticas públicas; a Gira Experiências, sob o comando de Oyá, estabelece rodas de conversa e partilhas afetivas entre diferentes agentes culturais de base comunitária; a Gira Saberes, guiada por Oxalá, foca na capacitação em processos museológicos que abrangem planejamento, gestão e práticas aplicadas a museus; a Gira Mundo, que tem à frente o orixá Ogum, realiza expedições formativas a outros centros culturais e espaços de memória; e a Gira Sustentabilidade que, sob os auspícios de Oxóssi, envolve a conscientização sociopolítica e cultural dos participantes e desenvolve ações práticas socioambientais e tecnológicas, em busca da sustentabilidade nas dimensões econômica, social, cultural e ambiental da comunidade xambazeira.</p>
<p dir="ltr">Os projetos do CAC Bongar, o Cineclube Erê Sankofa e o Bongarbit: Laboratório de Tecnologias Orgânicas e Digitais da Xambá, incorporam-se às atividades do Programa para discutir economia criativa, tecnologia e inovação cultural.</p>
<p dir="ltr">A programação detalhada traz nomes de peso da intelectualidade negra e da museologia social no Brasil. O ciclo conta com a participação do Pai Ivo de Xambá e da professora e diretora do Museu da Maré (RJ), Cláudia Rose Ribeiro da Silva, discutindo o direito à memória e o movimento social da museologia social no Brasil. Mãe Beth de Oxum, Elinildo Marinho e Vania Brayner abordam memórias coletivas e políticas culturais de base comunitária. Para falar sobre o papel das mulheres na preservação das memórias coletivas, o Programa traz a presidenta do CAC Bongar, Marileide Alves, e a advogada, sanitarista e fundadora da Rede das Mulheres de Terreiro de Pernambuco, Vera Baroni.</p>
<p dir="ltr">O debate é ampliado por rodas de conversa com Hildo Leal, fundador e coordenador do Museu Severina Paraíso da Xambá e Maria da Conceição da Silva (Ceiça Axé de Oyá), representando o Terreiro de Pai Adão. Participam também a Mestra Titinha, fundadora e dirigente do Museu do Mamulengo de Glória do Goitá; Andala Quituche do Museu das Tradições do Cavalo Marinho, e Julia Amorim, representando o Museu da Parteira.</p>
<p dir="ltr">Na vertente técnica, o museólogo Elinildo Marinho será responsável pela oficina sobre Introdução ao Plano Museológico em museus de base comunitária; e o professor Eutrópio Bezerra, irá ministrar a capacitação em Conservação Preventiva de Acervos em Papel. O cronograma inclui ainda expedições culturais ao Museu das Tradições do Cavalo Marinho em Aliança; ao Museu do Mamulengo de Glória do Goitá, ao Museu da Memória do Povo Marikito Tapuyá, em Escada; e ao Museu do Homem do Nordeste e Cehibra, da Fundaj.</p>
<p dir="ltr">O Programa Giras da Memória, que é uma realização da empresa Cultivação &#8211; memória, educação e ecologia, proponente do projeto, conta com o incentivo da Lei Paulo Gustavo, uma ação do Ministério da Cultura em parceria com a Secult-PE, e com o apoio institucional do Museu do Homem do Nordeste/Fundaj e do NEPE – Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade/UFPE.</p>
<p><strong>Inscrições e programação completa:</strong> <a href="www.girasdamemoria.com">www.girasdamemoria.com</a></p>
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		<title>Mestre Zeca Cirandeiro leva a força da ciranda da Mata Norte para apresentação em Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-zeca-cirandeiro-leva-a-forca-da-ciranda-da-mata-norte-para-apresentacao-em-olinda/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mestre Zeca Cirandeiro. Foto: Sérgio Melo/Divulgação Um dos principais nomes da ciranda popular da Zona da Mata Norte pernambucana, Mestre Zeca Cirandeiro se apresenta neste sábado, 18 de abril, em Olinda, levando ao público o repertório de seu primeiro álbum, A Força Cultural da Mata Norte. A apresentação faz parte da circulação estadual do projeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-15.59.57.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123555" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-15.59.57-574x486.jpeg" width="574" height="486" /></a><br />
Mestre Zeca Cirandeiro. Foto: Sérgio Melo/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Um dos principais nomes da ciranda popular da Zona da Mata Norte pernambucana, Mestre Zeca Cirandeiro se apresenta neste sábado, 18 de abril, em Olinda, levando ao público o repertório de seu primeiro álbum, <em>A Força Cultural da Mata Norte</em>. A apresentação faz parte da circulação estadual do projeto “Zeca Cirandeiro – A Força Cultural da Mata Norte”, produzido pela Terno da Mata Produções e realizado com incentivo do Ministério da Cultura, Governo Federal, Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">O artista é a principal atração da Sambada da Praça do Amaro Branco, que acontece a partir das 21h, na Praça Israel Felix, reunindo diferentes expressões da cultura popular em uma noite dedicada às rodas de ciranda, coco e manifestações tradicionais.</p>
<p dir="ltr">A noite contará ainda com apresentações do Grupo Indígena Flishimaya, do Coco do Pneu Mirim e do Mestre Arnaldo do Coco, além de espaço de microfone aberto para participação do público.</p>
<p dir="ltr">Aos 60 anos, Zeca Cirandeiro é considerado um dos principais nomes da ciranda popular de Paudalho, município da Zona da Mata pernambucana, onde construiu sua trajetória artística ligada às tradições locais. O álbum “A Força Cultural da Mata Norte” reúne composições que atravessam diferentes momentos da carreira do artista e reafirmam sua atuação na preservação da cultura da região.</p>
<p dir="ltr">A relação de Zeca com a ciranda começou ainda na infância, nos engenhos de Paudalho, onde as rodas funcionavam como espaços de convivência comunitária. Ele acompanhava a mãe nas festas e se inspirava nas cantorias do padrasto, Severino Cantador. Aos 10 anos, já participava das rodas com os adultos, criando suas primeiras paródias a partir de cirandas tradicionais, especialmente as de Lia de Itamaracá, referência para o artista.</p>
<p dir="ltr">Quatro anos depois, aos 14, compôs uma de suas primeiras músicas: “Sou negrão das correntes amarradas nas pernas, correndo atrás do carro de cana”. A canção era interpretada com amigos utilizando instrumentos improvisados de lata. Desde então, Zeca manteve presença constante na cena cultural da região, criando sua própria ciranda, fundando o Bloco do Camelô e ampliando apresentações por cidades vizinhas e distritos rurais da Zona da Mata.</p>
<p dir="ltr">Além da atuação como músico, o artista também desenvolve atividades como arte-educador e artista plástico. Em 2003, passou a trabalhar com formações percussivas para crianças atendidas pelo Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), levando a ciranda para projetos sociais do município. Suas primeiras apresentações públicas aconteceram nas Festas de São Sebastião, padroeiro de Paudalho.</p>
<p dir="ltr">Com cerca de 160 composições catalogadas, Zeca Cirandeiro segue ativo na criação musical, mantendo forte ligação com as histórias e experiências da comunidade rural onde nasceu. “Minhas músicas retratam o lugar onde nasci e as experiências que vivi na comunidade rural de Paudalho”, afirma o artista.</p>
<p dir="ltr">A apresentação em Amaro Branco faz parte de uma circulação que busca fortalecer e difundir as expressões culturais da Mata Norte pernambucana, reunindo artistas, mestres da cultura popular e novos grupos em torno das tradições da ciranda e do coco.</p>
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		<item>
		<title>Coco dos Pretos realiza turnê internacional e leva Cultura Afro-Indígena de Pernambuco para França</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 17:33:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 5 e 11 de maio de 2026, a cidade de Sète, na França, será palco do projeto “Canjerê do Coco dos Pretos, na Gira do Mundo: Encontros, Trocas de Saberes e Aquilombamento”. A circulação internacional conta com o incentivo do Funcultura, por meio do Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123481" aria-labelledby="figcaption_attachment_123481" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Lu Benevydes/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/coco-funcultura.jpg"><img class="size-medium wp-image-123481" alt="Foto: Lu Benevydes/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/coco-funcultura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto Canjerê do Coco dos Pretos foi idealizado pelo Coco dos Pretos</p></div>
<p>Entre os dias 5 e 11 de maio de 2026, a cidade de Sète, na França, será palco do projeto “Canjerê do Coco dos Pretos, na Gira do Mundo: Encontros, Trocas de Saberes e Aquilombamento”. A circulação internacional conta com o incentivo do Funcultura, por meio do Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe e da Secretaria de Cultura (Secult-PE), com produção local da Associação Manalia, levando ao público francês a riqueza das tradições afro-brasileiras e indígenas por meio de música, vivências e reflexões.</p>
<p>O projeto Canjerê do Coco dos Pretos foi idealizado pelo Coco dos Pretos, grupo cultural pernambucano com quase 20 anos de trajetória, composto atualmente por Mestre Adriano Santos (Adriano Mumu Voz e Percussão), Anna Agricio (Voz e Percussão), Negra Dany (Voz e Percussão), José ilki, Ricardo Pé no chão e Madson japa.</p>
<p>A produtora Wanessa Paula Santos, assina a Produção Cultural do grupo. O grupo Coco dos Pretos emana do palco energia dos cantos da Jurema Sagrada, do Candomblé Nagô, além de Samba de Coco, Samba de Terreiro e Samba de Angola.</p>
<p>Os franceses serão agraciados com duas apresentações do espetáculo “Adorei as Almas” (dias 8 e 11 de maio), que reverencia os Pretos Velhos e Pretas Velhas, figuras centrais na cosmovisão afro-pernambucana e brasileira.</p>
<p>Além dos shows, o público poderá participar de três oficinas de percussão (dias 7 a 10 de maio) e de duas Giras de Conversa (mesmo período), que abordarão temas como “A Cura das Ervas”, os “Itans dos Pretos Velhos” e o debate “O apagamento das Práticas culturais negras” – uma reflexão sobre a perseguição histórica às culturas de matriz africana e a importância de sua preservação.</p>
<p>A expectativa é reunir cerca de 2 mil pessoas nos shows e 550 participantes nas atividades formativas, fortalecendo o intercâmbio cultural entre Brasil e França. A parceria com a Associação Manalia, instituição local, viabiliza a articulação com artistas e movimentos franceses, ampliando o diálogo sobre políticas culturais e o fazer ancestral.</p>
<p>“Canjerê é um encontro para celebrar nossos ancestrais com musicalidade, cânticos e tradições. Queremos, além de dar visibilidade à cultura afro-brasileira, promover a cultura da paz e o conhecimento, valorizando religiões de matriz africana que ainda sofrem perseguição”, destaca Adriano Mumu.</p>
<p>O projeto é uma ação afirmativa que resgata a memória e a identidade negra, propondo um verdadeiro aquilombamento através da arte.</p>
<p><strong>Programação Cultural na França:</strong><br />
9 de maio de 2026, das 14h às 17h: oficina de percussão côco com Côco dos Pretos. Local: Le Clap, 9 rue Denfert, 34700 Lodève.<br />
9 de maio de 2026, às 21h: show do Côco dos Pretos. Local: Le Lodéva, 9 rue denfert, 34700 Lodève.<br />
- 10 de maio de 2026, das 11h às 12h30: oficina de dança com Agbé, com Ana Agricio. Local: La Mégisserie, 34200 Lodève.<br />
Quinta feira 14 de Maio e Sexta feira 15 de Maio :<br />
10h- 12h : oficina de coco<br />
20h &#8211; Show Canjerê do Coco dos Pretos, na cidade de Montgaillard</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong> Coco dos Pretos realiza turnê internacional e leva Cultura Afro-Indígena de Pernambuco para França<br />
Locais: Sète, Lodève e Montgaillard França (FR)</p>
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		<item>
		<title>Com incentivo da LPG, artista autoral Luana Tavares estreia álbum visual “Outro Astral”</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A artista pernambucana Luana Tavares desdobra as suas músicas da carreira solo autoral com o lançamento do álbum visual “Outro Astral”, onde as três canções do EP são as próprias trilhas sonoras do audiovisual (bit.ly/4sEsccM). Ela traz narrativas de raça, gênero, ancestralidade e território, sobretudo por ser uma cantora e compositora da Zona da Mata [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123464" aria-labelledby="figcaption_attachment_123464" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Manu Leite</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Manu-Leite-foto-As-sete-artistas-e-mulheres-negras-do-álbum-visual-Outro-Astral.-Da-esquerda-para-a-direita-Preta-Milla-Patrícia-Fernandes-Ruana-Oliveira-Luana-Tavares-Mariana-Sophia-Daranagô-e-.jpg"><img class="size-medium wp-image-123464" alt="Foto: Manu Leite " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Manu-Leite-foto-As-sete-artistas-e-mulheres-negras-do-álbum-visual-Outro-Astral.-Da-esquerda-para-a-direita-Preta-Milla-Patrícia-Fernandes-Ruana-Oliveira-Luana-Tavares-Mariana-Sophia-Daranagô-e--607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As sete artistas e mulheres negras do álbum visual Outro Astral. Da esquerda para a direita &#8211; Preta Milla, Patrícia Fernandes, Ruana Oliveira, Luana Tavares, Mariana Sophia e Daranagô</p></div>
<p>A artista pernambucana Luana Tavares desdobra as suas músicas da carreira solo autoral com o lançamento do álbum visual “Outro Astral”, onde as três canções do EP são as próprias trilhas sonoras do audiovisual (bit.ly/4sEsccM). Ela traz narrativas de raça, gênero, ancestralidade e território, sobretudo por ser uma cantora e compositora da Zona da Mata Norte de Pernambuco, natural de Goiana. Inclusive, a gravação dos videoclipes foi realizada no município, com cenas em Carne de Vaca, no litoral norte do estado e divisa com a Paraíba/PB. No local, existe uma relação da natureza entre mar, rio, mangue e mata.</p>
<p>O projeto tem incentivo público, com o financiamento do edital da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE); e Ministério da Cultura e Governo Federal. A realização e a produção são conjuntas entre Luana Tavares, Boca da Mata Produções, Filmes da Mãe e Geladeira Produções.</p>
<p>A pernambucana celebra também o protagonismo e a identidade das mulheres negras e pretas, a partir da atuação artística e suas funções como coreografia, direção de arte, figurino, trancista, costureiras, assistência de maquiagem, fotografia etc. Por meio da arte e da música, potencializa o empoderamento feminino com representatividade da cultura negra e sua coletividade. Além dos ritmos, o álbum visual reúne recursos de acessibilidade em Libras, Audiodescrição e Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE), para as pessoas com deficiência auditiva e visual. A classificação indicativa é livre.</p>
<p>“É a força que vem de lá”, afirma Luana Tavares. Para ela, o lançamento é a reafirmação da vida. “Viver do que te mantém vivo é um desafio diário. Mas sei que cada passo dado é guiado também por uma ancestralidade que nunca teve oportunidade de caminhar. Eu sigo! De cabeça erguida. Grata por tanto”, agradece.</p>
<p>A dança das seis bailarinas pernambucanas Milla Andrade, Daranagô, Mariana Sophia, Patricia Fernandes, Rayane Mayara e Ruanna Oliveira está no conceito do álbum visual, com Anthony Leão como coordenador de coreografia. Vale destacar a diversidade de corpos, mentes, performances, conhecimentos, vivências, referências e criações das dançarinas. Entre os elementos dos clipes estão turbantes, coroa de flores, penteados afro (black power e tranças), além de acessórios, frutas como alimento, natureza, cenários e diversos componentes ancestrais.</p>
<p>No videoclipe “Orí”, a artista Poli, do Recife/PE, canta e performa juntamente com Luana, que também leva essa parceria na própria canção do EP, composto por três músicas. “Bem Me Quero” abre a sequência e “Eu Sou” conclui.</p>
<p>“A canção ‘Bem Me Quero’ traz versos de libertação e autoafeto. Já a música ‘Orí’ é em respeito ao destino, ao sagrado e à força do corpo como morada ancestral. Para concluir, ‘Eu Sou’ declara com firmeza a chegada em um novo estado de espírito, um novo astral, onde me reconheço como presença plena. Busquei me conectar com novos ritmos e traduzir esse meu outro lado, mais energético, pop, afro de uma maneira minha”, comenta a cantora.</p>
<p>Rafael Anaroli, do município de Condado (Zona da Mata Norte de Pernambuco), assina a direção e o roteiro do álbum visual “Outro Astral”, com produção executiva/direção de produção de Julianna Mota e assistência de direção de Filipe Marcena.</p>
<p>“Quando eu vi Luana pela primeira vez, cantando samba em Condado, já senti que iríamos trabalhar juntas e assim foi feito. Foi um reencontro ancestral, e inclusive temos a Zona da Mata Norte como território de afeto, memória, luta, conquistas e reconhecimentos”, complementa Rafael Anaroli.</p>
<p>A equipe técnica também é composta por Raphael Malta Clasen (direção de fotografia); Ilton Ferreira (assistência de fotografia); Dulcilene Rodrigues (assistência de produção); Thiago Ferreira (platô); Kauany Silva (direção de arte e figurino); Danielle Canoeiro (co-direção de arte e figurino); Uri Jefferson (assistência de arte); Odara Passos e Sabrina Felix (costureiras); Andréa Afonso (caracterização); Syonara Azevedo (assistência de maquiagem); Monique Mirelle (trancista); Sandro Santos (coordenação de elétrica e maquinaria); Índio Freitas (assistência de elétrica e maquinária); Manu Leite (fotografia still); Enoki (motorista); Pina (montagem e correção de cor); e Daniel Lima (assessoria de imprensa).</p>
<p>“Outro Astral é um sonho e sou grata a cada pessoa que me ajudou a realizar. Acredito que é um portal que se abre porque é uma semente plantada e colhida com amor e brio. É uma flecha cheia de bem querer”, festeja Luana Tavares.</p>
<p>Vale lembrar que o EP é fruto da 1ª colocação conquistada no prêmio “Pré-AMP 2024”, pela Mostra AMP de Música. A produção musical de “Outro Astral” tem a assinatura de Lêdo Ivo Jr, com captação, masterização e mixagem realizadas por Marco Melo. Ambos são pernambucanos.</p>
<p>Conectada com o amor pela música, natureza e poesia, Luana Tavares tem conquistado espaço como voz feminina da cultura preta e do interior do estado, sendo protagonista. Além disso, torna-se consequentemente referência e inspiração para as novas vozes femininas negras e interioranas.</p>
<p>“Em ‘Outro Astral’ existe uma reconstrução pelo afeto, pela espiritualidade e pela palavra. Cada música foi escrita em um momento de reinvenção, para lembrar que nós, mulheres negras, somos e podemos ser, pois a força ancestral cura. ‘Outro Astral’ é sobre resistência e amor, mas também sobre leveza, sobre se permitir florescer”, acrescenta a compositora.</p>
<p>A artista Luana Tavares está nas plataformas digitais desde 2020, quando estreou com o clipe e música “Reconstruir”. Em 2022, lançou o álbum “Boca da Mata” (ao vivo), sendo o primeiro da própria discografia, com letras compostas por narrativas da ancestralidade e cultura negra. Também realizou a transmissão do “Boca da Mata”, disponível no YouTube, com gravação no Sesc Ler Goiana. No ano de 2023, mais duas canções foram lançadas: “Outro Astral”, com participação da cantora Surama Ramos, de Jaboatão dos Guararapes/PE, e “Feminina Deusa”. Já em 2024, veio a música “Flecha Negra”. No ano passado, chegou “Outro Astral”, EP de estreia da carreira solo.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p>Álbum visual “Outro Astral” (minutagem: 10 minutos e 40 segundos; classificação indicativa: livre)<br />
Realização e produção: Luana Tavares, Boca da Mata Produções, Filmes da Mãe e Geladeira Produções<br />
Roteiro e direção: Rafael Anaroli<br />
Produção executiva e direção de produção: Julianna Mota<br />
Assistência de direção: Filipe Marcena<br />
Cantora convidada: Poli<br />
Direção de fotografia: Raphael Malta Clasen<br />
Assistência de fotografia: Ilton Ferreira<br />
Assistência de produção: Dulcilene Rodrigues<br />
Platô: Thiago Ferreira<br />
Direção de arte e figurino: Kauany Silva<br />
Co-direção de arte e figurino: Danielle Canoeiro<br />
Assistência de arte: Uri Jefferson<br />
Costureiras: Odara Passos e Sabrina Felix<br />
Caracterização: Andréa Afonso<br />
Assistência de maquiagem: Syonara Azevedo<br />
Trancista: Monique Mirelle<br />
Coordenação de elétrica e maquinaria: Sandro Santos<br />
Assistência de elétrica e maquinária: Índio Freitas<br />
Fotografia still: Manu Leite<br />
Motorista: Enoki<br />
Montagem e correção de cor: Pina<br />
Assessoria de imprensa: Daniel Lima<br />
Coordenação de coreografia: Anthony Leão<br />
Bailarinas: Milla Andrade, Daranagô, Mariana Sophia, Patricia Fernandes, Rayane Mayara, Ruanna Oliveira<br />
Local: Carne de Vaca (Goiana/PE &#8211; Zona da Mata Norte)<br />
Recursos de acessibilidade: Libras, Audiodescrição e Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE)<br />
Músicas: “Bem Me Quero”; “Orí”; “Eu Sou”<br />
Incentivo público: financiamento do edital da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE); e Ministério da Cultura e Governo Federal<br />
Agradecimentos: Bar do Sérgio, Dona Jarlita e Vaqueiro<br />
Apoios: Acria, Hotel Abba Goiana, Nove Filmes, Tintas MegaÓ e Virtual Estúdio</p>
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		<title>Bloco Rural Estrelinha inicia Circulação do Primeiro Álbum almejando difundir o Frevo da Mata Norte Pernambucana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bloco-rural-estrelinha-inicia-circulacao-do-primeiro-album-almejando-difundir-o-frevo-da-mata-norte-pernambucana/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Hugo Muniz/Divulgação Um dos últimos representantes de uma brincadeira tradicional da Zona da Mata Norte do Estado, o bloco rural Estrelinha irá circular neste mês de abril com o espetáculo celebrativo &#8220;Cantos do Estrelinha&#8221;, baseado nas composições do álbum homônimo. A turnê começa no próximo sábado (4) na sede do Maracatu de Baque Solto Estrela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_0088.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123381" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_0088.JPG-607x383.jpeg" width="607" height="383" /></a><br />
Foto: Hugo Muniz/Divulgação</p>
<p>Um dos últimos representantes de uma brincadeira tradicional da Zona da Mata Norte do Estado, o bloco rural Estrelinha irá circular neste mês de abril com o espetáculo celebrativo &#8220;Cantos do Estrelinha&#8221;, baseado nas composições do álbum homônimo. A turnê começa no próximo sábado (4) na sede do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante em Nazaré da Mata.</p>
<p>A circulação passará pela Zona da Mata, Agreste e Região Metropolitana de Pernambuco, sempre com cortejos, apresentações e rodas de diálogo com diferentes representantes da cultura popular após as apresentações. Nesta primeira apresentação, a conversa vai ser com os membros do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante. O Bloco circula se encontrando também com o Coco de Mano de Baé em Limoeiro e a Orquestra Henrique Dias em Olinda, em um diálogo com o Frevo de Olinda, o Maracatu e o Coco de Roda.</p>
<p>Fundado em 1962, o Bloco Rural Estrelinha é uma agremiação festiva com uma estrutura que tem referências diversas, com elementos do maracatu rural, do frevo e do congado presentes no cortejo. Manifestação cultural da zona rural que foi criada para incluir a mulher no carnaval da zona da Mata. Com apenas três representantes da manifestação em atividade ( Bloco Rural Caravana Andaluza e Boneca Janaína da Alegria ), o Estrelinha é um verdadeiro testemunho de uma festividade rural que hoje habita o urbano de Nazaré. A ideia da circulação é contribuir para a manutenção da memória e da preservação do folguedo, através da difusão da musicalidade do Bloco Rural.</p>
<p>A Família Vieira é quem está à frente do bloco, o atual mestre de apito é Narciso Vieira, filho de Manoel Vieira (1932-2024). A presidente é Paula Vieira, neta do mestre Manoel e primeira mulher a ocupar a posição. Estrelinha é uma família. Nailson Vieira assina a Direção musical do Disco e do Espetáculo Cantos do Estrelinha, contribuindo com o amor de seu avô e o apego de seu pai a tradição dos blocos rurais.</p>
<p>O projeto promove inclusão sociocultural, diálogo com expressões musicais que compõem parte da identidade cultural de Pernambuco, a formação de novas plateias nas diferentes localidades do Estado e a salvaguarda do ritmo do “Bloco Rural Estrelinha”. Toda a circulação será registrada, através de imagens de vídeos e fotografias a fim de compor o acervo do bloco, ficando disponível nas redes sociais do projeto.</p>
<p>O projeto tem incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, FUNDARPE, FUNCULTURA e Governo do Estado de Pernambuco. A realização é do Bloco Rural Estrelinha, O Maracatu, Azulyne Correntes Culturais e Arruda Conexões Culturais,</p>
<p><strong>Horários:</strong></p>
<p><strong>04 de abril 20h</strong> &#8211; Nazaré da Mata &#8211; Sede do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante &#8211; participação Maracatu Estrela Brilhante</p>
<p><strong>12 de abril 16h -</strong> Limoeiro &#8211; Galpão das Artes &#8211; participação Coco Mano de Bae</p>
<p><strong>18 de Abril 18h -</strong> Olinda &#8211; Grêmio Musical Henrique Dias (saída do cortejo do Bar de Ró) &#8211; participação Orquestra Henrique Dias</p>
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		<title>Inscrições abertas e gratuitas para a vivência &#8220;Mulheres do frevo: corpo, som e políticas públicas&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/inscricoes-abertas-e-gratuitas-para-a-vivencia-mulheres-do-frevo-corpo-som-e-politicas-publicas/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 18:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Fortalecendo o Mês Internacional da Mulher, o Governo do Estado de Pernambuco, por meio das coordenações da Dança e da Música da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e em parceria com a Secretaria da Mulher de Pernambuco (SecMulher-PE), realiza no sábado, dia 21 de março, das 14h às 17h, o projeto “Mulheres do Frevo: Corpo, Som [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123302" aria-labelledby="figcaption_attachment_123302" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Crédito: Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Crédito-das-fotos-de-Juana-Carvalho-51.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123302" alt="Crédito: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Crédito-das-fotos-de-Juana-Carvalho-51-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Convocatória Nacional Pernambuco Meu País</p></div>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="center"><span style="color: #000000;">Fortalecendo o Mês Internacional da Mulher, o Governo do Estado de Pernambuco, por meio das coordenações da Dança e da Música da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e em parceria com a Secretaria da Mulher de Pernambuco (SecMulher-PE), realiza no sábado, dia 21 de março, das 14h às 17h, o projeto “Mulheres do Frevo: Corpo, Som e Políticas Públicas”, ação que integra a programação do Mês Internacional da Mulher no Estado. O evento gratuito e aberto ao público feminino acontecerá no auditório da Secretaria da Mulher, no centro do Recife. As inscrições são gratuitas e estão abertas para todas as mulheres por meio de formulário online disponível em link na bio do Instagram da Secult-PE (@culturape).</span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>A programação contará com quatro artistas que atuam nas áreas da Dança e da Música em Pernambuco, mais especificamente no gênero frevo. Na ocasião, as mulheres participantes participarão de uma roda de diálogo sobre a temática dos corpos femininos no frevo, seguida de uma vivência corporal e musical com as artistas convidadas.</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>A iniciativa propõe um projeto piloto intersetorial que articula Cultura e Políticas para Mulheres, com foco na valorização, visibilização e fortalecimento das mulheres fazedoras da dança e da música do frevo, sendo dançarinas, musicistas, brincantes, professoras, coreógrafas, instrumentistas, pesquisadoras e mestras que sustentam e reinventam uma das mais potentes expressões culturais de Pernambuco.</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span>As artistas convidadas que irão facilitar o encontro são Carmen Pontes (maestrina da Orquestra 100% Mulher), Lourdinha Nóbrega (maestrina da Orquestra Só Mulher), e Lucélia Albuquerque e Simone Silva (artistas da dança e passistas de frevo). O encontro terá formato participativo e criativo, com fala, escuta e intervenções do público feminino. O </span><span style="color: #000000;"><span>projeto reafirma o compromisso do Governo do Estado de Pernambuco com a valorização das mulheres, com a preservação do Patrimônio Cultural Imaterial e com a construção de políticas públicas que reconheçam o protagonismo feminino na cultura popular.</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">“<span>O frevo é um dos maiores símbolos da identidade pernambucana e carrega, em sua história, a força, a resistência e a criatividade das mulheres. Ao promover o evento ‘Mulheres do Frevo: corpo, som e políticas públicas’, o Governo de Pernambuco reafirma o compromisso com a valorização dessas trajetórias, com a preservação do nosso Patrimônio Cultural Imaterial e com a construção de políticas públicas que reconheçam e fortaleçam o protagonismo feminino na cultura popular”, </span></span><span style="color: #000000;"><span><b>ressalta a secretária de Cultura do Estado, Cacau de Paula.</b></span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>&#8220;Representatividade é uma pauta extremamente importante para o fortalecimento das mulheres na sociedade, seja ela na cultura, na economia, na ciência. Estamos em parceria com a Secretaria da Cultura para fortalecer as mulheres que fazem parte do frevo pernambucano, da dança, da música, desse ritmo que contagia. A gente tem uma parceria cada vez mais, por determinação da nossa governadora Raquel Lyra, a gente está trabalhando de forma integrada as várias secretarias do Governo de Pernambuco, para fortalecer os direitos das mulheres e na cultura não seria diferente. Então agora a gente lança esse projeto em parceria para que possa dar visibilidade e fortalecer a representatividade das mulheres no frevo&#8221;, </span></span><span style="color: #000000;"><span><b>destaca a secretária da Mulher do Estado, Juliana Gouveia.</b></span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span><b>Corpo, memória e política - </b></span></span><span style="color: #000000;"><span>Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco, o frevo é profundamente marcado pela presença dos corpos femininos, tanto na dança quanto na música. No entanto, historicamente, essas mulheres enfrentam processos de invisibilização, desigualdade de oportunidades e sub-representação, especialmente mulheres negras, periféricas e mães.</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;">“<span>Mulheres do Frevo” parte do entendimento de que o corpo feminino no frevo é território de cultura, memória, identidade e luta. A proposta amplia o debate sobre equidade de gênero no campo artístico e reconhece a dança e a música como ferramentas de fortalecimento subjetivo, afirmação identitária, cuidado coletivo e promoção da autonomia.</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>A ação também dialoga com o contexto da recente assinatura do Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio (04/02/2026), que estabelece como um de seus eixos fundamentais a transformação da cultura institucional e social para o enfrentamento do machismo estrutural. Ao promover espaços de escuta, valorização da autoestima e fortalecimento da autonomia das mulheres da cultura popular, o projeto atua na prevenção primária da violência de gênero.</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span><b>PROGRAMAÇÃO:</b></span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>14h00 – Acolhimento</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>Recepção das participantes e entrega de material informativo da rede de proteção à mulher.</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>14h30 – Abertura Oficial</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>Falas institucionais da Secretaria de Cultura e da Secretaria da Mulher, com leitura de trecho do Pacto Nacional.</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>14h45 – Roda de Diálogo: &#8220;Mulheres do frevo: corpo, som e políticas públicas&#8221;</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>Mediação de Isaar, coordenadora de Música da Secult-PE, e Janaína Gomes, assessora de Dança da Secult-PE, com as artistas convidadas Carmen Pontes (maestrina da Orquestra 100% Mulher), Lourdinha Nóbrega (maestrina da Orquestra Só Mulheres), e Lucélia Albuquerque e Simone Silva (artistas da dança e passistas de frevo).</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>15h45 – Oficinas Vivenciais</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>Vivências de Dança do Frevo com Simone Silva e Lucélia Albuquerque, promovendo experiência corporal e troca de saberes, e de Música do Frevo com Carmen Pontes e Lourdinha Nóbrega.</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>17h30 – Encerramento Cultural</span></span></p>
<p lang="pt-PT" style="text-align: left;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span>Agradecimentos oficiais e encerramento.</span></span></p>
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		<title>Abertura do Pernambuco Meu País no Jardim do Cais do Sertão celebra a potência da cultura popular no Carnaval de Pernambuco 2026</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 02:47:40 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_122900" style="width: 617px;">
<dt class="wp-caption-dt"></dt>
</dl>
<div id="attachment_122906" aria-labelledby="figcaption_attachment_122906" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Artur Freire</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122906" alt="Foto: Artur Freire" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto1-607x450.jpeg" width="607" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Boi Maracatu</p></div>
<p>O &#8220;sextou&#8221; do bom folião pernambucano é cair no passo onde quer que tenha frevo e, no coração do Recife, o Jardim do Cais do Sertão abrigou um dia de abertura oficial do Carnaval de Pernambuco 2026, na capital, à altura da cultura popular do Estado. Nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, o que se viu à beira do Rio Capibaribe foi a ancestralidade pedindo passagem para desfilar o que há de mais belo das tradições pernambucanas, aquelas sabedorias transmitidas com encantamento e afinco, de geração a geração. O palco Pernambuco Meu País no Carnaval, promovido pelo Governo do Estado de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), consolida-se como celeiro, laboratório vivo que convida a experimentar, viver e sentir na alma as mais diversas formas de expressão das raízes culturais de Pernambuco.</p>
<p>Com o tema “A gente é festa!&#8221;, o Pernambuco Meu País proporcionou ao público uma sequência de apresentações desde o finzinho da tarde entrando pela noitada, reunindo mestres, mestras e agremiações que marcam a história da cultura popular do Estado, em uma grande celebração coletiva. Para a secretária executiva de Cultura do Estado de Pernambuco, Yasmim Neves, a abertura do palco no cenário simbólico do Recife reafirma o papel do Carnaval como política pública estruturante. “O palco Pernambuco Meu País no Cais do Sertão simboliza o compromisso do Governo de Pernambuco com a valorização da cultura popular, com o reconhecimento e protagonismo dos nossos mestres e das nossas mestras, além de promover a ocupação qualificada dos espaços públicos do Estado&#8221;, ressaltou.</p>
<div id="attachment_122901" aria-labelledby="figcaption_attachment_122901" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Artur Freire</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto8.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122901" alt="Foto: Artur Freire" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto8-607x447.jpeg" width="607" height="447" /></a><p class="wp-caption-text">Afoxé Alafin Oyó com Mãe Beth de Oxum e o Coco da Umbigada</p></div>
<p>Abrindo a programação, um encontro de Patrimônios Vivos: o Afoxé Alafin Oyó convidou Mãe Meth de Oxum com o Coco de Umbigada para uma troca potente de tradições, religiosidades e resistência cultural. Os atabaques e os cânticos embalaram o público em uma experiência que conectou passado e presente, celebrando as matrizes africanas que estruturam a cultura pernambucana. Em seguida, no chão do Jardim do Cais do Sertão, foi a vez das cores e dos movimentos do Boi Maracatu encantarem os foliões na brincadeira.</p>
<div id="attachment_122902" aria-labelledby="figcaption_attachment_122902" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Artur Freire</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto4.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122902" alt="Foto: Artur Freire" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto4-607x446.jpeg" width="607" height="446" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre João Limoeiro</p></div>
<p>O Mestre João Limoeiro, também Patrimônio Vivo do Estado, levou ao Cais do Sertão a poesia cantada e a musicalidade da ciranda, em apresentação marcada pela oralidade e sabedoria popular. Ao convidar o Mestre Josivaldo Caboclo, o encontro reforçou o papel fundamental da transmissão de saberes e da valorização dos fazedores de cultura como guardiões da memória coletiva.</p>
<div id="attachment_122903" aria-labelledby="figcaption_attachment_122903" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Artur Freire</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122903" alt="Foto: Artur Freire" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto3-607x441.jpeg" width="607" height="441" /></a><p class="wp-caption-text">Bloco Carnavalesco Misto da Saudade</p></div>
<p>Em clima de lirismo e saudade, Getúlio Cavalcanti emocionou o público ao interpretar clássicos que atravessam décadas do Carnaval pernambucano. Acompanhado pelo Bloco Carnavalesco Misto da Saudade, o artista transformou o Jardim do Cais do Sertão em coro uníssono, reafirmando a força dos blocos líricos como expressão afetiva e identitária da folia no Estado.</p>
<div id="attachment_122904" aria-labelledby="figcaption_attachment_122904" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Artur Freire</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto6.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122904" alt="Foto: Artur Freire" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto6-607x448.jpeg" width="607" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra Malassombro</p></div>
<p>A Orquestra Malassombro trouxe ao palco uma leitura contemporânea das sonoridades pernambucanas, misturando frevo, música instrumental e experimentações que dialogam com a tradição sem abrir mão da inovação. A apresentação reforçou o caráter plural da programação, que valoriza tanto as raízes quanto os novos arranjos estéticos da música produzida em Pernambuco.</p>
<div id="attachment_122905" aria-labelledby="figcaption_attachment_122905" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Artur Freire</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122905" alt="Foto: Artur Freire" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/foto2-607x452.jpeg" width="607" height="452" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra Popular do Recife, sob regência do maestro Ademir Araújo</p></div>
<p>Encerrando o primeiro dia, a Orquestra Popular do Recife, sob regência do maestro Ademir Araújo, elevou a energia da noite, com participações especiais de Mônica Feijó e Josildo Sá. Em um repertório vibrante, marcado pelo frevo e pela música popular pernambucana, a apresentação celebrou o espírito do Carnaval como espaço de encontro entre gerações, estilos e histórias, coroando a abertura do palco com energia e excelência musical.</p>
<p><strong>SOBRE O FESTIVAL PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País no Carnaval teve início na semana pré, entre os dias 6 e 8 de fevereiro, no Terminal Marítimo do Recife, reunindo atrações como Mestre Ambrósio, Orquestra Recife de Bambas, Gabi do Carmo, João Gomes, Alcione, Belo, Glória Groove, Nação Zumbi, Priscila Senna, Raphaela Santos, Mundo Livre S/A, entre outros nomes que celebram a diversidade musical local e nacional. Realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), o evento reafirma seu compromisso com a valorização dos artistas da terra e com o acesso democrático à cultura.</p>
<p>No período oficial do Carnaval, o festival acontece na Praça do Carmo, em Olinda, e no Jardim do Cais do Sertão, no Recife, com uma programação extensa de shows. O projeto também marca presença em municípios que já possuem eventos consolidados e recebem a identidade visual do Pernambuco Meu País no Carnaval nos palcos, como Bezerros, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Nazaré da Mata e Triunfo.</p>
<p>Em dezembro, o festival ganhou uma edição especial de Verão, passando por Camaragibe e pelo Terminal Marítimo de Passageiros, no Recife, além de integrar a programação do Réveillon em Jaboatão dos Guararapes. Já em janeiro, a iniciativa esteve em São José da Coroa Grande e na Ilha de Itamaracá, consolidando a estratégia de descentralização das políticas culturais e de estímulo ao desenvolvimento regional a partir da cultura.</p>
<p>Ao levar uma programação cultural gratuita e de grande porte a municípios fora do eixo da capital, o festival materializa a diretriz de democratização do acesso à cultura adotada pela gestão estadual. O projeto impacta diretamente cadeias produtivas como turismo, comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, gerando renda, empregos temporários e visibilidade para os territórios.</p>
<p>Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o Pernambuco Meu País reforça seu papel como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social. A edição de inverno do festival, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de geração de renda, emprego e transformação social.</p>
<p><strong>A PROGRAMAÇÃO SEGUE NO JARDIM DO CAIS DO SERTÃO</strong></p>
<p><strong>Palco Pernambuco Meu País no Carnaval</strong></p>
<p><strong>14/02 (sábado)</strong><br />
15h30 &#8211; Maracatu de Baque Solto Águia de Ouro<br />
16h &#8211; Afoxé Tela Oko Ara Ejibó<br />
17h &#8211; O Bonde Bloco Carnavalesco Lírico<br />
18h &#8211; Frevo a dois<br />
19h &#8211; Briê convida Siba Puri<br />
20h30 &#8211; Banca Ave Sangria</p>
<p><strong>15/02 (domingo)</strong><br />
15h30 &#8211; Urso Cangaçá de Água Fria<br />
16h &#8211; Coco Miudinho da Xambá (Patrimônio) convida Cila do Coco<br />
17h &#8211; Cacau e Lulu e Manguebitinho<br />
18h &#8211; Zeca Cirandeiro<br />
19h &#8211; Antúlio Madureira<br />
20h30 &#8211; Renata Rosa convida Caetana</p>
<p><strong>16/02 (segunda-feira)</strong><br />
15h30 &#8211; Maracatu de Baque Solto Estrela da Serra<br />
16h &#8211; Afoxé Povo de Ogunté<br />
17h &#8211; Samba de Coco Raízes de Arcoverde convida Pretinha do Congo (Patrimônios)<br />
18h &#8211; Adiel Luna e Coco Camará convida Poli<br />
19h &#8211; Fabiana Santiago<br />
20h30 &#8211; Cordel do Fogo Encantado</p>
<p><strong>17/02 (terça-feira)</strong><br />
15h30 &#8211; Boi Fantástico<br />
16h &#8211; Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu (Patrimônio)<br />
17h &#8211; Bloco Carnavalesco Misto Flor da Lira de Olinda<br />
18h &#8211; Afoxé Filhos de Dandalunda<br />
19h &#8211; Ciel Santos<br />
20h30 &#8211; Banda Eddie</p>
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