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	<title>Portal Cultura PE &#187; Notícias</title>
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		<title>Coco de Umbigada celebra 28 anos da Sambada de Coco do Guadalupe</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 20:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma grande celebração marca os 28 anos do fortalecimento identitário promovido pelo Coco de Umbigada no bairro de Guadalupe, em Olinda. Uma trajetória de promoção da cidadania cultural, empoderamento da juventude preta periférica e salvaguarda das manifestações populares. Neste sábado (06), a partir das 20h, o Centro Cultural do grupo, localizado no Beco da Macaíba, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_124135" aria-labelledby="figcaption_attachment_124135" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/MÃE-BETH2-_EM-ALTA-8-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-124135" alt="Mãe Beth de Oxum" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/MÃE-BETH2-_EM-ALTA-8-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mãe Beth de Oxum</p></div>
<p>Uma grande celebração marca os 28 anos do fortalecimento identitário promovido pelo Coco de Umbigada no bairro de Guadalupe, em Olinda. Uma trajetória de promoção da cidadania cultural, empoderamento da juventude preta periférica e salvaguarda das manifestações populares. Neste sábado (06), a partir das 20h, o Centro Cultural do grupo, localizado no Beco da Macaíba, realiza uma edição especial da Sambada de Coco do Guadalupe, que também denuncia o racismo ambiental que vulnerabiliza as casas de culto de matriz africana e indígena e seus praticantes, além de espaços culturais. O evento tem acesso gratuito.</p>
<p>A programação musical inicia a partir das 20h com a participação de grupos que já fazem parte da história da Sambada que é liderada pela ialorixá, Patrimônio Vivo de PE e brincante Mãe Beth de Oxum ao lado de Mestre Quinho, filhos consanguíneos, filhos do terreiro, do bairro, além de parceiros diversos. Capoeira, Coco de Roda, Afoxé e música eletrônica estarão representados na programação que, além do Coco de Umbigada, conta com as participações de DJ MK, Grupo Luz de Angolinha com Mestra Di, Afoxé Babá Orixalá Funfun, Marcela Souza, Mestra Ana Lúcia, Grupo Flor de Catemba e Neto da xambá.</p>
<p>“São 28 anos que fazemos o nosso coco, a idade da minha filha Ialodê. É uma noite de celebração, festa e resistência. Poucos grupos tiveram a coragem de segurar uma resistência tão grande. Por um lado, nossa história é marcada pela violência policial, tivemos instrumentos saqueados, respondi quatro processos na justiça pelo crime de fazer Coco, e celebramos a superação de, apesar de tudo isso, resistir, e nos tornar um patrimônio de Olinda, articular a comunidade mensalmente. Através dessa ação, a gente também influenciou outros movimentos de Sambadas que nasceram no Estado”, comenta a Ialorixá.</p>
<p>A edição de Junho acontece no contexto da realização da 6ª Teia Nacional de Pontos de Cultura, realizada em maio passado no município de Aracruz, no Espírito Santo. O Centro Cultural Coco de Umbigada integrou a delegação de Pernambuco representando toda a rede mobilizada por meio das ações desenvolvidas enquanto Pontão Memória Viva, que realizou ainda a TEIA estadual. Outra importante iniciativa capitaneada pelo Pontão foi a criação da plataforma Memória Viva, que reúne dados sobre a cadeia da cultura popular estadual com o objetivo de oferecer um mapeamento sobre as principais demandas e necessidades do setor.</p>
<p>Sem separar festa de militância, o Pontão Coco de Umbigada, promove ações de formação política e de qualificação e conscientização da juventude. Seguindo seu cunho político, a edição comemorativa da Sambada também denuncia o racismo ambiental que tem precarizado os espaços de cultura e casas de axé de Pernambuco. No último dia 01 de Maio, às fortes chuvas que afetaram o Estado provocaram uma série de prejuízos estruturais que também foram sentidos pelo Ilé Àṣè Osún Karé, localizado em Maranguape (Paulista), que é liderado por Mãe Beth de Oxum. “Foi uma situação calamitosa. As águas invadiram o nosso terreiro, os santos ficaram boiando, foi desesperador”, descreve a líder religiosa, que quer provocar o debate sobre estratégias de preservação dos terreiros e equipamentos ligados à cultura negra, quilombola e indígena.</p>
<p>Além das apresentações musicais, a Sambada do Guadalupe também promoverá homenagens a artistas, lideranças religiosas e brincantes da cultura popular pernambucana. Na ocasião, o Pontão Memória Viva também aproveita para apresentar uma síntese dos principais pontos e diretrizes abordados ao longo da TEIA Nacional e convocar a classe artística a se engajar com os debates sobre as políticas culturais e estratégias de sustentabilidade para toda cadeia produtiva da cultura.</p>
<p><strong>MEMÓRIA VIVA - </strong>Atualmente, o Brasil possui mais de 15 mil Pontos e Pontões de Cultura certificados pelo Ministério da Cultura, entre eles o Centro Cultura Coco de Umbigada, que recebeu o título de Pontão Memória Viva PE em 2025 e lidera iniciativas de mapeamento, diagnóstico e articulação de Pontos e Pontões de Cultura em Pernambuco com o objetivo de fortalecer e dar suporte à retomada das políticas da Lei Cultura Viva. Ao longo de 2026, o projeto promoveu formação para agentes jovens e outros participantes sobre o processo de certificação e a importância da cultura e ancestralidade no estado. Em Maio passado, o Pontão Memória Viva PE realizou a 1ª TEIA estadual no Centro Cultural Coco de Umbigada com participação de representações culturais de cinco mesorregiões. O momento foi fundamental para a construção de estratégias e soluções de impactos que foram levadas para a TEIA Nacional no Espírito Santo, realizado depois de um hiato de 12 anos e que contou com a presença do Presidente Lula e da ministra da Cultura, Margareth Menezes.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Sambada de Coco do Guadalupe</p>
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		<title>Tracunhaém recebe 3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco em celebração ao Dia Estadual da Ciranda</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade de Tracunhaém, na Mata Norte de Pernambuco, será palco da 3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco nos dias 6 e 7 de junho. Realizado em celebração ao Dia Estadual da Ciranda, o evento reunirá mestres, mestras, grupos tradicionais e brincantes de diversas regiões do estado em uma programação dedicada a uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Mestre-Walter_Associação-do-Coletivo-das-Cirandas-de-PE.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124132" alt="Mestre Walter_Associação do Coletivo das Cirandas de PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Mestre-Walter_Associação-do-Coletivo-das-Cirandas-de-PE-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>A cidade de Tracunhaém, na Mata Norte de Pernambuco, será palco da 3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco nos dias 6 e 7 de junho. Realizado em celebração ao Dia Estadual da Ciranda, o evento reunirá mestres, mestras, grupos tradicionais e brincantes de diversas regiões do estado em uma programação dedicada a uma das mais importantes manifestações da cultura popular pernambucana.</p>
<p>As apresentações acontecem na Avenida Desembargador Carlos Vaz, ao lado da Igreja do Rosário, reunindo diferentes gerações de cirandeiros em dois dias de música, dança e confraternização. A iniciativa busca valorizar a tradição da ciranda, fortalecer os grupos culturais e promover o intercâmbio entre artistas e público.</p>
<p>A programação tem início no sábado (6), a partir das 21h, com apresentações de Mestre Lua e a Ciranda Lunar, Mestre Arnaldo e a Ciranda do Amaro Branco, Mestre Walter e a Ciranda Cobiçada, Mestre Zeca e a Ciranda Popular de Paudalho e Mestre Luiz Henrique e a Ciranda Balanço do Amor.</p>
<p>No domingo (7), as atividades começam às 18h, reunindo a Ciranda da Rosa Vermelha do Recife, Mestre Juarez e a Ciranda Tabajara, Ciranda Mimosa, Mestre Biu Paizinho e a Ciranda Terno da Mata e Mestre Anderson Miguel e a Ciranda Raiz da Mata Norte.</p>
<p>Criada a partir das tradições populares do litoral e da Zona da Mata pernambucana, a ciranda é reconhecida como um dos símbolos culturais do estado, marcada pela formação de grandes rodas ao som de tambores, ganzás e cantorias que convidam o público à participação coletiva.</p>
<p>A 3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco faz parte da programação da Festa do Trezenário de Tracunhaém, que começou no dia 1 e que vai até o dia 13 de junho. Conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), apoio da Terno da Mata Produções e da Prefeitura de Tracunhaém, e realização da Associação do Coletivo das Cirandas de Pernambuco.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
3ª Mostra do Coletivo das Cirandas de Pernambuco<br />
Quando: 6 e 7 de junho de 2026<br />
Onde: Avenida Desembargador Carlos Vaz, ao lado da Igreja do Rosário, Tracunhaém (PE)<br />
Entrada: Gratuita</p>
<p><strong>Sábado (6) – a partir das 21h</strong><br />
Mestre Lua e a Ciranda Lunar<br />
Mestre Arnaldo e a Ciranda do Amaro Branco<br />
Mestre Walter e a Ciranda Cobiçada<br />
Mestre Zeca e a Ciranda Popular de Paudalho<br />
Mestre Luiz Henrique e a Ciranda Balanço do Amor</p>
<p><strong>Domingo (7) – a partir das 18h</strong><br />
Ciranda da Rosa Vermelha do Recife<br />
Mestre Juarez e a Ciranda Tabajara<br />
Ciranda Mimosa<br />
Mestre Biu Paizinho e a Ciranda Terno da Mata<br />
Mestre Anderson Miguel e a Ciranda Raiz da Mata Norte.<br />
Mais inflormações:<br />
@ternodamata</p>
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		<title>Livro vencedor do Prêmio Cepe revisita tragédia climática no Rio Grande do Sul</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-vencedor-do-premio-cepe-revisita-tragedia-climatica-no-rio-grande-do-sul/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com um tom ambíguo, de realidade melancólica que não perde de vista a perspectiva de um futuro melhor, o livro Cicatrizes na paisagem leva o leitor a revisitar e refletir sobre uma das maiores tragédias climáticas do Brasil, que atingiu cerca de 2,4 milhões de pessoas no Rio Grande do Sul, em maio de 2024. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Cicatrizes-na-paisagem-CAPA-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124129" alt="Cicatrizes na paisagem CAPA (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Cicatrizes-na-paisagem-CAPA-1-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>Com um tom ambíguo, de realidade melancólica que não perde de vista a perspectiva de um futuro melhor, o livro Cicatrizes na paisagem leva o leitor a revisitar e refletir sobre uma das maiores tragédias climáticas do Brasil, que atingiu cerca de 2,4 milhões de pessoas no Rio Grande do Sul, em maio de 2024. Assinada pelo gaúcho Felipe Julius, escritor, roteirista e redator publicitário, a obra foi vencedora do 8º Prêmio Cepe Nacional de Literatura, na categoria Poesia, e ganha lançamento neste mês de junho.</p>
<p>A narrativa poética de Cicatrizes na paisagem percorre as estradas do Sul do país, sendo construída a partir de um grupo de personagens que compartilha o mesmo carro (mulher grávida, prestes a dar à luz; sua companheira, Maria; e três recém-conhecidos, integrantes da mesma família). Fogem do caos instalado pelas chuvas em Porto Alegre em busca de alternativa e sobrevivência. É o caminho encontrado por Felipe Julius para expor, de forma lírica e ao mesmo tempo contundente, o fenômeno natural em contraponto ao descaso do poder público e à degradação ambiental. Neste grupo de desabrigados ambientais o leitor passa a ser mais um integrante envolvido pela escrita.</p>
<p>Com 120 páginas, o livro é dividido em três partes, em que os marcadores sinalizam rodovias impactadas pela tragédia, que também foi vivenciada pelo autor. “A ordem foi pensada como um percurso. A rodovia RS-040 é o choque e a travessia do dilúvio; a BR-101 já é respiração, estrada, encontro possível. E ‘A chegada’ é quando a vida insiste, apesar de tudo. Se isso vira esperança, não é uma esperança ingênua. Não apaga o que aconteceu. É aquela que nasce depois do estrago, quando ainda tem lama, mas já tem gesto”, coloca Felipe.</p>
<p>Sete meses marcam o intervalo de tempo entre a tragédia e a materialização de Cicatrizes na paisagem, escrita em apenas uma semana, em janeiro de 2025. “Em 2024, passei o ano pensando em tudo o que aconteceu. Fiz uma promessa de Ano Novo e queria tornar tangível, em texto, tudo o que me atravessava. Também queria que ninguém esquecesse porque aquilo escancarou uma falha grave na nossa estrutura sociopolítica, ética e infraestrutural. Meu impulso de escrever tem muito a ver com a frase de George Santayana que diz: Aqueles que esquecem o passado estão condenados a repeti-lo”, destaca.</p>
<p>Para o editor da Cepe, Diogo Guedes, a proeza de Cicatrizes na paisagem é que os versos são sóbrios e, ao mesmo tempo, emotivos, resultando num equilíbrio raro. “Felipe Julius revela, por meio de um poema narrativo, um mundo submerso, quase como se acabando — não porque de fato deixará de existir, mas porque nada pode ser o mesmo depois de uma tragédia como as enchentes no Rio Grande do Sul”, pondera.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong> – Autista (nível de suporte 1), Felipe Pyhus Julius tem 25 anos de idade e transita entre a criação literária e publicitária. Sua estreia na literatura aconteceu em 2023, com a coletânea poética Foram talvez os anjos revoltados (Editora Urutau), obra indicada ao 66º Prêmio Jabuti na categoria Escritor Estreante – Poesia, e que aborda temas como a neurodiversidade, Geração Z e Porto Alegre. Foi vencedor do XXXII Prêmio Moutonnée de Poesia (categoria Adulto) e teve menção honrosa no 19º Prêmio Lila Ripoll de Poesia.</p>
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		<title>Revista Continente lança documentário sobre o grupo musical SaGrama</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/revista-continente-lanca-documentario-sobre-o-grupo-musical-sagrama/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 12:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com espaço consolidado no jornalismo cultural impresso, a Revista Continente Multicultural, publicação da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), vem investindo na produção de conteúdos audiovisuais, particularmente, documentários de curta-metragem. Com 23 minutos de duração, Na pauta: SaGrama registra em imagens a trajetória do grupo musical pernambucano que já está na estrada há 31 anos. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/CenaDocumentário-NaPautaSaGrama-opcao2.jpg.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124125" alt="CenaDocumentário-NaPautaSaGrama-opcao2.jpg" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/CenaDocumentário-NaPautaSaGrama-opcao2.jpg-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Com espaço consolidado no jornalismo cultural impresso, a Revista Continente Multicultural, publicação da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), vem investindo na produção de conteúdos audiovisuais, particularmente, documentários de curta-metragem. Com 23 minutos de duração, Na pauta: SaGrama registra em imagens a trajetória do grupo musical pernambucano que já está na estrada há 31 anos. A exibição acontece no dia 6 de junho, às 17h30, no Paço do Frevo, no Bairro do Recife, durante o lançamento do livro Sagrama: um álbum por escrito, de Carlos Eduardo Amaral, que tem apoio da Cepe. O minidoc também ficará disponível no canal do YouTube da revista.</p>
<p>O documentário tem produção, roteiro, direção, captação de imagens e edição da produtora audiovisual Tell Aragão, que integra a equipe das revistas Continente e Pernambuco. Na pauta: SaGrama consegue transportar para as telas uma história que alcançou reconhecimento nacional, que reúne na bagagem grandes criações, como a trilha sonora da minissérie, depois adaptada para o filme O Auto da Compadecida.</p>
<p>Para organizar a estrutura narrativa do documentário, Tell Aragão partiu do duplo sentido do título, já que a palavra pauta pode se referir tanto à pauta musical, quanto ao jornalismo. Assim, os blocos do vídeo são apresentados como Andante, Stacatto, Fermata e Coda, entre outros – termos que indicam como uma música deve ser tocada, detalhando a velocidade, a articulação e a estrutura da partitura. “Foi uma licença poética mesmo”, conta ela.</p>
<p>As vinhetas e ilustrações do documentário são do designer e ilustrador Greg (Gregório Vieira). As gravações tiveram como cenário desde o palco do Teatro do Parque, em show comemorativo do SaGrama, até o museu da Oficina Francisco Brennand, na Várzea. São mostrados também cartazes, fotografias de acervo, e imagens de turnês pelo Brasil e Europa.</p>
<p>Foram entrevistados cinco dos dez integrantes do grupo, incluindo alguns que estão desde o início, 31 anos atrás, a exemplo do maestro e multi instrumentista Sérgio Campelo, e outras vozes mais recentes, como a flautista Ingrid Guerra. Também deixaram seu depoimento sobre o SaGrama a cantora Elba Ramalho, que gravou com eles o disco Cordas, Gonzaga e Afins, e os atores Matheus Nachtergaele e Virgínia Cavendish, do elenco do filme O Auto da Compadecida e que se notabilizaram no longa na pele de João Grilo e Rosinha, respectivamente, além do corroteirista João Falcão.</p>
<p>“O vídeo sobre o SaGrama acabou funcionando como uma espécie de autobiografia deles, pelos músicos e artistas que participaram, e por explicar como surgiram, quem são e porque são um sucesso”, explica o superintendente de Periódicos e Projetos Especiais da Cepe, Mário Hélio. De acordo com ele, um outro projeto audiovisual já está em andamento: inspirado no poema Evocação do Recife, de Manuel Bandeira, que completou 100 anos em 2025. O mote é mostrar aspectos históricos, de arquitetura e urbanismo daquela época, de comportamento, e até questões familiares do escritor. Na sequência, vem um doc sobre a Feira de Caruaru, no Agreste pernambucano.</p>
<p>Desde dezembro de 2023, a Continente Multicultural já lançou alguns vídeos com caráter documental, na série A arte da leitura e outras artes, a exemplo de perfis do artista plástico José Cláudio e do romancista Cláudio Aguiar; além de um outro vídeo com a Orquestra Criança Cidadã, e uma série de 11 episódios para o Instagram e o aplicativo da revista, sobre personagens do Frevo.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Lançamento do vídeo documentário Na pauta: SaGrama, da revista Continente<br />
Onde: Paço do Frevo (Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife)<br />
Quando: 6 de junho, às 17h30<br />
Entrada mediante ingresso do museu<br />
Após a exibição, ficará disponível no canal do YouTube da revista.</p>
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		<title>Torre Malakoff abre três exposições de arte contemporânea nesta quinta (4)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/torre-malakoff-abre-tres-exposicoes-de-arte-contemporanea-nesta-quinta-4/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 19:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[entremeios]]></category>
		<category><![CDATA[Torre Malakoff]]></category>

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		<description><![CDATA[O Observatório Cultural Torre Malakoff, equipamento gerido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), abre um novo ciclo de exposições nesta quinta-feira (4), com o lançamento de Entremeios, projeto que reúne 3 mostras individuais. Assinadas pelos artistas Renato Valle, que completa 50 anos de carreira em 2026, Carolina Drahomiro e Gustavo Pimentel [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_124115" aria-labelledby="figcaption_attachment_124115" class="wp-caption img-width-530 alignnone" style="width: 530px"><p class="wp-image-credit alignleft">Alê Tiburcio/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Entremeios_Malakoff_junho2026_Fotos.AleTiburcio.png"><img class="size-medium wp-image-124115" alt="Mostras de Renato Valle, Gustavo Pimentel e Carolina Drahomiro seguem abertas até 16 de agosto" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/Entremeios_Malakoff_junho2026_Fotos.AleTiburcio-530x486.png" width="530" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mostras de Renato Valle, Gustavo Pimentel e Carolina Drahomiro seguem abertas até 16 de agosto</p></div>
<p>O Observatório Cultural Torre Malakoff, equipamento gerido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), abre um novo ciclo de exposições nesta quinta-feira (4), com o lançamento de Entremeios, projeto que reúne 3 mostras individuais. Assinadas pelos artistas Renato Valle, que completa 50 anos de carreira em 2026, Carolina Drahomiro e Gustavo Pimentel – que lançarão suas primeiras individuais na ocasião –, os três trabalhos são diferentes em termos de proposta e técnicas, mas se aproximam por elaborarem, de forma geral, o tema da memória. As três exposições ficam abertas até 16 de agosto, com entrada gratuita.</p>
<p>Em sua primeira edição, o projeto Entremeios foi criado para misturar públicos de perfis distintos. “Com essas 3 mostras tão diferentes entre si, proporcionamos às pessoas uma experiência que permite o aprendizado do olhar. A Torre Malakoff é um observatório cultural, então a ideia é criar, para os visitantes, experiências a partir dessa proposta. Não há muitos equipamentos públicos com esse perfil, então queremos explorar isso ao máximo”, sintetiza Carol Chaves Madureira, da administração da Torre.</p>
<p>O projeto Entremeios visa acolher, em geral, exposições incentivadas por editais públicos, como os da Lei Paulo Gustavo, Funcultura ou Lei Aldir Blanc. “A Torre Malakoff é um espaço aberto a essas propostas, e existe uma curadoria pra recebê-las”, afirma a gestora.</p>
<p>“<strong>Crônicas do Recife Antigo</strong>”, de Renato Valle, é composta de 20 desenhos a grafite, com tamanhos entre 7 x 20 cm e 65 x 50 cm. Ao trazer representações tanto do Carnaval quanto, por exemplo, de pessoas em situação de rua, as imagens propõem uma discussão política sobre a ocupação desse bairro, que é um dos principais cartões-postais da capital pernambucana. As cenas, por vezes, se resumem às pessoas, animais e símbolos sociais (como placas de estacionamento) que ocupam o espaço do bairro. O trabalho, que começou em 2015 e a princípio se ocuparia do Carnaval no Recife Antigo, foi concluído recentemente como um conjunto de crônicas visuais sobre esse espaço. Assim, a mostra debate a atualidade de questões sociais que remontam à formação do país.</p>
<p>“Essa série é muito ligada à questão política, porque ela revela o fracasso do modelo de sociedade que nós criamos. Nós criamos um modelo de sociedade perverso, excludente; desde o início da formação desse país é assim. Isso me incomoda demais. Não acredito que o trabalho vá mudar as pessoas, mas ele provoca discussões a respeito do assunto”, afirma Renato Valle.</p>
<p>Paisagens e vida também estão presentes em “<strong>Vereda interior</strong>”, primeira mostra individual de Gustavo Pimentel, incentivada pela Lei Paulo Gustavo. Com 136 fotografias – das quais 3 foram impressas em tecido, compondo grandes bandeiras –, a exposição traz imagens feitas ao longo de aproximadamente 20 anos em viagens de Gustavo por cidades do sertão pernambucano, como Ouricuri, Salgueiro, Carnaíba e Triunfo. A exposição trabalha a memória de maneira mais sutil, pois não há nelas indícios evidentes da passagem do tempo; esta se revela por meio de mudanças na sensibilidade do artista ao retratar as luzes, cenários e moradores sertanejos. “Vereda interior” tem curadoria de Mateus Sá.</p>
<p>“A fotografia acompanhou por um longo tempo – se não me engano, mais de 18 anos. Essa coisa de você crescer junto com a fotografia, em uma evolução que é uma coisa só, isso se mostra nas imagens mais pela técnica do que pela representação, que é atemporal, na essência”, pondera Gustavo, que já venceu duas vezes o Prêmio Pernambuco Nação Cultural (2011 e 2012).</p>
<p>Em sua primeira individual, a artista Carolina Drahomiro partiu de um episódio familiar para construir os trabalhos da mostra “<strong>Hoje eu subi numa pilha de livros para estar à sua altura</strong>”. A exposição é fruto de pesquisa artística que contou com incentivo do Funcultura e orientação projetual de Beth da Matta.</p>
<p>Segundo conta a família da artista, a avó materna de Carolina teve que subir em uma pilha de livros para tirar a foto de casamento. A história foi contada por parentas que não presenciaram a cena. A lembrança não foi vivida pelas pessoas, mas marca a trajetória delas enquanto família, o que levou Carolina a trabalhar com o conceito de pós-memória, termo cunhado por Marianne Hirsch que, grosso modo, discute o papel de reminiscências na vida de quem não as viveu, mas as herdou.</p>
<p>A partir disso, a artista celebra a desobediência de mulheres usando ferramentas historicamente permitidas a elas (ferro de passar roupa e espelhos, por exemplo), por meio de técnicas diversas – são 40 trabalhos entre instalação, desenho, videoperformance, colagem e fotografia.</p>
<p>“Eu percebi que era importante trazer essa história, partir de uma coisa que é vivenciada no meu íntimo para um campo mais coletivo”, explica a artista, ressaltando que deseja tocar especialmente as mulheres que visitarão a mostra. “Não só tocar: eu quero que elas adentrem; na verdade, eu quero que elas se percebam nessa realidade”, completa.</p>
<p><strong>OBSERVA E ENTREMEIOS</strong> – Com três edições já realizadas, o edital Observa foi criado para mapear novos artistas e dar oportunidade para eles realizem mostras individuais. A cada edital, são concedidos 5 prêmios – na última edição, cada ganhador recebeu um prêmio de R$ 15 mil. A maior parte dos inscritos no Observa são artistas contemporâneos, o que faz com que as exposições ligadas a esse edital ganhem visibilidade dentro do mercado de arte, e isso vem transformando o Observatório Cultural Torre Malakoff em uma vitrine para a cena artística contemporânea do Estado.</p>
<p>Já o projeto Entremeios reúne exposições que, diferentes entre si, ocupam a Malakoff ao mesmo tempo. Entremeios é dedicado à variação de linguagens e poéticas artísticas e ocorre entre as edições do edital Observa. Trata-se uma seleção curatorial feita pela gestão do equipamento e pela Gerência de Ações Culturais da Fundarpe dos projetos recebidos pela Torre, incentivados, em geral, por editais como Funcultura, Lei Paulo Gustavo ou Lei Aldir Blanc.</p>
<p><strong>OBSERVATÓRIO CULTURAL TORRE MALAKOFF</strong> – Espaço consolidado de exposição da arte contemporânea em Pernambuco, a Torre Malakoff é um equipamento cultural gerido pela Fundarpe e localizado no Bairro do Recife, área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A edificação foi construída no século XIX, com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus, para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da Torre está presente em sua fachada e na simetria de sua planta, que também lembra a arquitetura das mesquitas.</p>
<p>No ano 2000, a Torre foi transformada em espaço cultural, inicialmente com destaque para a música e a fotografia. São 8 espaços de exposição, além de salas educativas e administrativas. Na área externa, há um anfiteatro que sedia eventos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Crônicas do Recife Antigo | Vereda interior | Hoje subi numa pilha de livros para estar à sua altura</strong><br />
Abertura: 4 de junho (quinta-feira)<br />
Visitação: 5 de junho a 16 de agosto | Terça a sexta-feira, das 10h às 17h; Sábados e domingos, das 14h às 18h<br />
Entrada: Gratuita<br />
Endereço: Praça do Arsenal da Marinha, s/n, Bairro do Recife – Recifea<br />
Telefone: (81) 3184-3180<br />
E-mail: torre.malakoff@gmail.com</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe divulgam o resultado do julgamento dos recursos e pós recursos do 21º Concurso do Registro do Patrimônio Vivo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-divulgam-o-resultado-dos-recursos-e-o-resultado-pos-recurso-do-21o-concurso-do-registro-do-patrimonio-vivo/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 19:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (SecultPE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), divulga o resultado do julgamento dos recursos referentes à etapa de análise documental do 21º Concurso Público de Registro do Patrimônio Vivo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (SecultPE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), divulga o resultado do julgamento dos recursos referentes à etapa de análise documental do 21º Concurso Público de Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco &#8211; RPV PE (edição 2026). Além dos recursos, também está disponível para consulta o documento único contendo a lista final consolidada das candidaturas habilitadas e não habilitadas na fase pós-recurso desta mesma etapa documental. O concurso visa reconhecer e apoiar mestres, mestras e grupos que mantêm vivas as tradições culturais do nosso estado.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; Confira os resultados nos links abaixo: </strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/01-06-2026-resultado-do-julgamento-de-recurso-da-analise-documental.pdf">01-06-2026-resultado-do-julgamento-de-recurso-da-analise-documental</a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/01-06-2026-resultado-pos-recurso-da-analise-documental.pdf">01-06-2026-resultado-pos-recurso-da-analise-documental</a></p>
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		<item>
		<title>Projeto YAATHE transforma audiovisual em ferramenta de preservação da única língua indígena viva do Nordeste</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-yaathe-transforma-audiovisual-em-ferramenta-de-preservacao-da-unica-lingua-indigena-viva-do-nordeste/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em uma sala de aula na Aldeia Fulni-ô em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco, crianças assistem à própria língua ecoar na tela através de uma obra de audiovisual produzida dentro da comunidade. Mais do que um exercício cinematográfico, a experiência marca uma tentativa urgente de preservar o Yaathe, considerada a única língua indígena viva [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_124092" aria-labelledby="figcaption_attachment_124092" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Crédito: Zé Rebellato</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-14.41.24.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124092" alt="Crédito: Zé Rebellato" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-14.41.24-607x336.jpeg" width="607" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Rafael Cavalcanti, Ediran e Mateus Gudes</p></div>
<p>Em uma sala de aula na Aldeia Fulni-ô em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco, crianças assistem à própria língua ecoar na tela através de uma obra de audiovisual produzida dentro da comunidade. Mais do que um exercício cinematográfico, a experiência marca uma tentativa urgente de preservar o Yaathe, considerada a única língua indígena viva do Nordeste brasileiro fora da Amazônia Legal.</p>
<p>Realizado com incentivo do Funcultura, fundo do Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto YAATHE transformou o audiovisual em ferramenta pedagógica e de preservação cultural ao desenvolver uma metodologia experimental de ensino da língua Fulni-ô voltada às novas gerações da aldeia.</p>
<p>A iniciativa nasceu da percepção de um cenário delicado. Embora o povo Fulni-ô reúna cerca de sete mil pessoas em Águas Belas, apenas aproximadamente 500 ainda falam fluentemente o Yaathe. A língua, que sobreviveu a séculos de colonização, repressão e apagamento cultural, chegando a ser proibida durante o século XX, hoje enfrenta o desafio da continuidade entre crianças e jovens.</p>
<p>Foi a partir dessa urgência que a produtora pernambucana Tempoo, com pesquisa de Mateus Guedes e Fábia Fulni-ô, roteiro e direção de Mateus Guedes, e produção executiva de Ana Sofia, desenvolveu uma pesquisa teórico-prática que reúne cinema, música, design, ilustração e motion graphics em uma experiência educativa construída dentro da própria comunidade indígena.</p>
<p>O principal resultado do processo é uma videoaula piloto criada para auxiliar práticas de alfabetização e letramento em Yaathe. Diferente dos formatos tradicionais de ensino, o material aposta em elementos visuais, trilhas sonoras originais e recursos gráficos para aproximar o idioma do cotidiano das novas gerações Fulni-ô. Mais do que ensinar palavras, o projeto busca fortalecer vínculos afetivos, memória coletiva e pertencimento cultural através da linguagem audiovisual.</p>
<p>Todo o desenvolvimento do YAATHE aconteceu em diálogo com lideranças, educadores e pesquisadores indígenas da aldeia. Esse alinhamento também definiu um dos princípios centrais da iniciativa, que é o respeito aos modos próprios de circulação do conhecimento ancestral Fulni-ô.</p>
<p>O conteúdo completo da videoaula, neste primeiro momento, será entregue à coordenação pedagógica da aldeia, responsável por definir como ele será utilizado nas escolas indígenas locais. Em uma etapa futura, a obra será lançada também para o público externo à comunidade. Nesse contexto, o projeto YAATHE compreende o audiovisual como ferramenta de fortalecimento interno da cultura e da memória indígena.</p>
<p><strong>AUDIOVISUAL NA ALDEIA</strong> &#8211; Além da produção audiovisual, a iniciativa também realizou ações pedagógicas nas escolas da aldeia como contrapartida social. Foram promovidas aulas experimentais na Escola Indígena Fulni-ô Marechal Rondon, nas unidades de Ensino Fundamental e Ensino Médio, em parceria com Fábia Fulni-ô, Hugo Fulni-ô e Waya Fulni-ô, integrantes da produção local. As atividades foram conduzidas pelo professor Riury Marques de Melo, integrante do corpo docente da comunidade.</p>
<p>Durante os encontros, estudantes tiveram acesso aos conteúdos produzidos ao longo da pesquisa através de uma estrutura de projeção e som montada especialmente para as exibições. As ações também funcionaram como espaço de escuta e observação metodológica, permitindo que o próprio projeto fosse ajustado a partir das respostas da comunidade.</p>
<p>O projeto YAATHE também evidencia o potencial da cultura como ferramenta de educação, preservação e desenvolvimento local. A equipe reuniu profissionais indígenas e não indígenas de diferentes gerações e trajetórias, além de incorporar recursos de acessibilidade em Libras. A contratação de trabalhadores da própria aldeia também contribuiu para movimentar a economia criativa local e fortalecer o Coletivo Fulni-ô de Cinema.</p>
<p>“Ao unir arte, tecnologia, pesquisa e educação intercultural, o projeto constrói um modelo experimental de preservação linguística que poderá inspirar futuras iniciativas em territórios indígenas de diferentes regiões do país”, expressa Mateus Guedes, pesquisador, roteirista e diretor do projeto YAATHE.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong><br />
Pesquisa: Mateus Guedes e Fábia Fulni-ô<br />
Roteiro e direção: Mateus Guedes<br />
Produção executiva: Ana Sofia<br />
Coordenação de produção: Rafael Cavalcanti<br />
Produção: NAM<br />
Direção de fotografia: José Rebelatto<br />
Assistência de câmera: Gabriela Passos<br />
Produção local: Coletivo Fulni-ô de Cinema (Hugo Fulni-ô e Waya Fulni-ô)<br />
Elenco: Idrian, Maynika, Ediran, Adélia, Keirson, Nicolas, Iviton e Yairon<br />
Som: Guto Quijano<br />
Produção musical: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Trilhas sonoras: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Mixagem e masterização: Mateus Guedes (Deriva)<br />
Locução: Konan Amorim<br />
Direção de arte: Rafael Cavalcanti<br />
Edição de vídeo: NA<br />
Design: Meio Fio<br />
Motion graphics: Meio Fio<br />
Acessibilidade: Fernanda Souza</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Governo do Estado fortalece protagonismo da cultura popular na 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, realizada pelo MinC</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-do-estado-fortalece-protagonismo-da-cultura-popular-na-6a-teia-nacional-dos-pontos-de-cultura-realizada-pelo-minc/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), marcou de forma expressiva a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, realizada pelo Ministério da Cultura (MinC) entre os dias 19 e 24 de maio, em Aracruz, no Espírito Santo, único município com povos indígenas aldeados. O evento, com o tema [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_124071" aria-labelledby="figcaption_attachment_124071" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.10-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124071" alt="Fotos: Victor Lacerda/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.10-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Victor Lacerda/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), marcou de forma expressiva a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, realizada pelo Ministério da Cultura (MinC) entre os dias 19 e 24 de maio, em Aracruz, no Espírito Santo, único município com povos indígenas aldeados. O evento, com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, reuniu agentes culturais, povos tradicionais e gestores de todo o país para celebrar a diversidade e debater o papel da cultura na preservação ambiental. Com participação ativa em fóruns, plenárias, oficinas, seminários e articulações institucionais, a delegação pernambucana contribuiu diretamente para os debates sobre o fortalecimento da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV), sustentabilidade, justiça climática e ampliação da participação social nos territórios culturais do país.</p>
<p dir="ltr">A presença pernambucana ganhou destaque pela representatividade alcançada durante a Teia. Dos 30 delegados do estado presentes no encontro, 30% passam a integrar a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura e os Grupos de Trabalho temáticos, ampliando a participação de Pernambuco nas decisões e encaminhamentos ligados à Política Nacional de Cultura Viva. Entre os principais resultados construídos ao longo do evento estão a elaboração da Carta de Gestores de Cultura Viva, da Carta dos Pontos e Pontões, fortalecimento do pacto federativo da PNCV, além da avaliação dos dois ciclos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.</p>
<p dir="ltr">Representando a Secult-PE, a secretária executiva de Cultura, Yasmim Neves, participou de encontros estratégicos ao longo de toda a programação, integrando o 2º Fórum Nacional de Gestores de Cultura Viva, reuniões de alinhamento entre representantes estaduais, plenárias nacionais e debates voltados à construção coletiva das políticas públicas culturais.</p>
<p dir="ltr">“Nossa participação na 6ª Teia Nacional reafirmou o compromisso do Governo de Pernambuco com uma gestão cultural compartilhada, participativa e territorializada. Mais do que um encontro, o evento fortaleceu a continuidade de um trabalho coletivo, que exige monitoramento permanente, execução comprometida e nos fez celebrar os novos caminhos para a Política Nacional de Cultura Viva em nosso estado. Saímos deste momento felizes pela firmeza e pela representatividade da nossa cultura popular, tão bem representada ao longo de toda a programação”, destacou a secretária.</p>
<div id="attachment_124072" aria-labelledby="figcaption_attachment_124072" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.08.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124072" alt="A presença pernambucana ganhou destaque pela representatividade alcançada durante a Teia. Dos 30 delegados do estado presentes no encontro, 30% passam a integrar a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura e os Grupos de Trabalho temáticos, ampliando a participação de Pernambuco nas decisões e encaminhamentos ligados à Política Nacional de Cultura Viva. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.08-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A presença pernambucana ganhou destaque pela representatividade alcançada durante a Teia. Dos 30 delegados do estado presentes no encontro, 30% passam a integrar a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura e os Grupos de Trabalho temáticos, ampliando a participação de Pernambuco nas decisões e encaminhamentos ligados à Política Nacional de Cultura Viva.</p></div>
<p dir="ltr">A potência artística e simbólica de Pernambuco também esteve presente nas exposições “Cores de Paudalho” e “Inhamã: Caminho das Águas”, que destacaram a força criativa e a sensibilidade das mulheres da cultura do estado. A programação cultural pernambucana contou ainda, na quarta-feira (20), com as apresentações de Maciel Salú, Anderson Miguel e Isadora Melo, em um encontro marcado pela valorização das sonoridades tradicionais e contemporâneas da cultura popular do estado; na quinta-feira (21), com o show de Gean Pankararu, um dos precursores da música indígena contemporânea, direto do Sertão de Pernambuco; na sexta-feira (22), com a participação do Afoxé Oyá Alaxé, importante manifestação afro-brasileira fundamentada no Candomblé Nagô pernambucano, fundado e presidido pela Mestra da Cultura Popular Yakekerê e atual Yalorixá do Ilê Obá Aganjú Okoloyá – Terreiro de Mãe Amara, Yá Maria Helena Sampaio; e, no sábado (23), com o encontro musical entre Maestro Spok e Armandinho Macêdo, que uniu no palco o frevo pernambucano e a guitarra baiana em uma apresentação marcada pela celebração da cultura popular brasileira.</p>
<p dir="ltr"><strong>Presença de Pernambuco na agenda de atividades </strong></p>
<p dir="ltr">Já na quarta-feira (20), Pernambuco esteve presente no 2º Fórum Nacional de Gestores de Cultura Viva e na Feira da Economia Criativa e Solidária, levando o artesanato pernambucano como representação da identidade e da força cultural do estado, com obras do Sertão do Pajeú, comercializadas pelo Pontão de Cultura Cabras de Lampião, e com o artesanato do Ponto de Cultura Coletivo Moingobé, reunindo acessórios produzidos por mulheres indígenas.</p>
<p dir="ltr">O dia também marcou o encerramento do 5º Fórum Nacional dos Pontos de Cultura, com a consolidação de propostas voltadas ao fortalecimento da Política Nacional Cultura Viva, com foco em sustentabilidade, justiça climática e ampliação da participação social nos territórios. A programação oficializou ainda a posse dos novos delegados estaduais que passam a integrar a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, agora estruturada em 25 Grupos de Trabalho.</p>
<p dir="ltr">“Pela primeira vez Santa Cruz do Capibaribe esteve representada na Teia Nacional, e isso tem um significado muito profundo para quem vem de territórios que, durante muito tempo, ficaram à margem dessas construções. Estar na Teia foi garantir acesso às trocas de experiências, aos saberes coletivos e à construção de políticas públicas mais diversas e democráticas. A Cultura Viva nos mostra que quando os territórios ocupam esses espaços, o Brasil se reconhece na sua pluralidade”, ressaltou Rafa Montteiro, uma das delegadas eleitas para representar o estado.</p>
<div id="attachment_124073" aria-labelledby="figcaption_attachment_124073" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.09.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124073" alt="A potência artística e simbólica de Pernambuco também esteve presente nas exposições “Cores de Paudalho” e “Inhamã: Caminho das Águas”, que destacaram a força criativa e a sensibilidade das mulheres da cultura do estado. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.09-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A potência artística e simbólica de Pernambuco também esteve presente nas exposições “Cores de Paudalho” e “Inhamã: Caminho das Águas”, que destacaram a força criativa e a sensibilidade das mulheres da cultura do estado.</p></div>
<p dir="ltr">Na quinta-feira (21), as atividades começaram com o cortejo das tradicionais bandas de Congo, patrimônio imaterial do Espírito Santo que reúne música, dança e religiosidade popular. A programação institucional contou ainda com cerimônia que reuniu o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes.</p>
<p dir="ltr">Na ocasião, foram assinados importantes instrumentos para o fortalecimento das políticas culturais no país, entre eles o decreto de reestruturação do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), a criação da Política Nacional para as Culturas Tradicionais e Populares, além das portarias da Rede Nacional de Mestras e Mestres e do Programa Festejos Populares do Brasil.</p>
<p dir="ltr">A Secult-PE e a delegação pernambucana também participaram do 2º Seminário Internacional “Cultura Viva Comunitária: Uma Escola Latino-americana de Políticas Culturais”, fortalecendo o intercâmbio de experiências sobre cultura comunitária, cooperação internacional e políticas públicas construídas nos territórios.</p>
<p dir="ltr">Na sexta-feira (22), a Secult-PE participou da oficina “Cultura Viva &#8211; Política de Base Comunitária do Sistema Nacional de Cultura”, reforçando a importância das manifestações populares na formulação das políticas públicas culturais. O dia também contou com oficinas práticas e atividades culturais voltadas aos saberes tradicionais, como “Ervas Sagradas &#8211; O Sagrado Cura!”, além da realização da Plenária Nacional Cultura Viva e da grande roda sobre direitos culturais, bem viver e justiça climática, reunindo representantes de fóruns e Teias de diferentes estados brasileiros.</p>
<div id="attachment_124075" aria-labelledby="figcaption_attachment_124075" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.08-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-124075" alt="Durante a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, foram assinados importantes instrumentos para o fortalecimento das políticas culturais no país, entre eles o decreto de reestruturação do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), a criação da Política Nacional para as Culturas Tradicionais e Populares, além das portarias da Rede Nacional de Mestras e Mestres e do Programa Festejos Populares do Brasil." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-15.04.08-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, foram assinados importantes instrumentos para o fortalecimento das políticas culturais no país, entre eles o decreto de reestruturação do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), a criação da Política Nacional para as Culturas Tradicionais e Populares, além das portarias da Rede Nacional de Mestras e Mestres e do Programa Festejos Populares do Brasil.</p></div>
<p dir="ltr">Após a programação oficial, a delegação pernambucana realizou um momento de alinhamento interno para sistematizar os principais encaminhamentos do encontro e reforçar estratégias voltadas à preservação, valorização e fortalecimento das tradições populares do estado.</p>
<p dir="ltr">No sábado (23), a delegação pernambucana participou de um encontro com a ministra da Cultura, Margareth Menezes, reafirmando o compromisso de Pernambuco com a cultura viva dos territórios e com o fortalecimento das políticas culturais de base comunitária. O encerramento da Teia consolidou os diálogos e construções coletivas desenvolvidas ao longo da programação.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco lança escuta pública para os editais Arranjos Regionais</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Para reunir sugestões dos trabalhadores do audiovisual de Pernambuco, será realizada nesta quinta-feira (28/5), às 14h30, uma escuta pública para elaboração dos editais Arranjos Regionais. Lançado em solenidade no Cinema São Luiz em março, o Arranjos Regionais é um aporte do governo federal e de governos estaduais para iniciativas de audiovisual de todo o Brasil. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/55168270614_f5e88e94aa_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124066" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/55168270614_f5e88e94aa_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Para reunir sugestões dos trabalhadores do audiovisual de Pernambuco, será realizada nesta quinta-feira (28/5), </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">às 14h30,</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> uma escuta pública para elaboração do</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">s</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> edita</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">is</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> Arranjos Regionais. </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Lançado em solenidade no Cinema São Luiz em março, o Arranjos Regionais é um aporte do governo federal e de governos estaduais para iniciativas de audiovisual de todo o Brasil. </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Em</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> Pernambuco, o investimento é de R$ 24,6 milhões, dos quais R$ 20 milhões vêm da União e R$ 4,</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">6</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> milhões são </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">aplicados</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> pelo Governo do Estado, que executará o</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">s</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> edita</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">is</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"> por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A escuta pública é aberta a todos os interessados. Para participar, basta acessar <a href="videoconferencia.pe.gov.br/rooms/0gh-s0y-8lt-s9m/join" target="_blank">este link</a> </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">no dia e horário do evento</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">A escuta visa acolher as diferentes experiências e realidades do audiovisual pernambucano para a elaboração dos editais, iniciativa que também cumpre orientações normativas, pois, por questões legais, não é possível replicar o modelo seguido nos editais do Funcultura. “O projeto dos Arranjos Regionais segue o Marco da Cultura, legislação federal nova, e já estamos nos adequando a ela. Também precisamos ouvir os trabalhadores do audiovisual do Estado não só pra construção dos editais, mas também para orientar qualquer política futura ligada à descentralização de recursos federais, caso do Arranjos Regionais”, explica Clarice Andrade, Diretora de Fomento da Fundarpe e Presidente da Comissão Especial de Editais do Funcultura. “O Arranjos Regionais não terá apenas um edital porque não podemos criar um processo que misture recursos estaduais e federais. Devem ser 2 ou 4 editais, ainda estamos estudando as possibilidades”, complementa.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Além da escuta realizada nesta quinta, a Fundarpe também abriu uma consulta pública online, a fim de reunir o máximo de contribuições e ouvir os trabalhadores do audiovisual que não puderem ir à escuta. “É uma consulta via formulário digital e é uma forma de complementar o que for colhido de sugestão na escuta pública desta quinta”, pontua Clarice Andrade. A consulta recebe <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdIaPnCRzsJFrXBT2B5KsjdGk-TeODqobREnzjPSEYduNy3GA/viewform" target="_blank">através deste formulário</a> sugestões até o dia 5 de junho.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Em Pernambuco, a aplicação dos recursos ocorrerá em quatro eixos estratégicos. O primeiro, de conteúdos audiovisuais, receberá R$ 22,4 milhões e vai abarcar a produção de conteúdos – longas-metragens, séries, curtas, animações e jogos eletrônicos, além de ações de finalização, desenvolvimento e distribuição. O segundo eixo abrange ações de difusão e cineclubismo, que contarão com R$ 800 mil para apoio a festivais, mostras e atividades formativas. O terceiro eixo agrega projetos de pesquisa em audiovisual e receberá R$ 400 mil – o mesmo valor do quarto eixo, o de memória e preservação, destinados à requalificação de acervos audiovisuais. Além disso, R$ 600 mil serão aportados pelo Estado para cumprir uma exigência do Fundo Setorial do Audiovisual, que é a abertura de conta em banco específico para os que forem contemplados com recursos federais poderem receber o fomento. “Vamos absorver esse custo, faz parte da contrapartida estadual. Para os projetos que forem contemplados com fomento do Estado, não será necessário esse processo”, detalha Clarice Andrade.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Após a escuta e a consulta pública, o próximo passo é a finalização da elaboração do edital, que será enviado para as assessorias jurídicas da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundarpe. Após essas instâncias emitirem seus pareceres sobre o edital, ele segue para análise da Ancine e da Secretaria Nacional do Audiovisual. Depois dela, é que se pode publicar direto o edital ou ajustá-lo para publicação.</span></span></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/arranjos_regionais_card1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-124067" alt="arranjos_regionais_card1" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/arranjos_regionais_card1-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;"><b>ARRANJOS REGIONAIS –</b> Fruto de parceria do Ministério da Cultura e do Fundo Setorial do Audiovisual com os governos estaduais, o edital Arranjos Regionais vai injetar, via União, R$ 519 milhões em iniciativas de audiovisual em todo o país, além dos R$ 111 milhões aportados pelos Estados. Em Pernambuco, a articulação ocorre entre o Governo Federal com a Secult-PE e a Agência de Desenvolvimento Econômico (Adepe). A atuação integrada entre os órgãos combina a expertise na gestão de políticas culturais com estratégias de desenvolvimento econômico, garantindo maior eficiência na aplicação dos recursos e potencializando os impactos no setor audiovisual.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">O edital e os valores foram anunciados em março, em solenidade no Cinema São Luiz que contou com a presença da Ministra da Cultura, Margareth Menezes, e de autoridades estaduais e municipais. Na ocasião, foram fechados 41 termos de cooperação para destinação dos recursos para todo o país.</span></span></span></p>
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		<item>
		<title>Studio Tear Formativo — Ciclo II promove encontros gratuitos sobre música, carreira e produção cultural em Arcoverde e Garanhuns</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/studio-tear-formativo-ciclo-ii-promove-encontros-gratuitos-sobre-musica-carreira-e-producao-cultural-em-arcoverde-e-garanhuns/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/studio-tear-formativo-ciclo-ii-promove-encontros-gratuitos-sobre-musica-carreira-e-producao-cultural-em-arcoverde-e-garanhuns/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:47:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PNAB Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Arcoverde]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[garanhuns]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=124063</guid>
		<description><![CDATA[O artista Revoredo, idealizador do projeto. Foto: Divulgação. Com realização do Selo Studio Tear, e incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), através do Governo de Pernambuco e Ministério da Cultura, o Studio Tear Formativo — Ciclo II promove uma ação gratuita voltada para músicos, artistas, produtores culturais, compositores, técnicos, estudantes, fazedores de cultura e toda a rede [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-11.00.30.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124064" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-11.00.30-607x429.jpeg" width="607" height="429" /></a><br />
O artista Revoredo, idealizador do projeto. Foto: Divulgação.</p>
<p>Com realização do Selo Studio Tear, e incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), através do Governo de Pernambuco e Ministério da Cultura, o Studio Tear Formativo — Ciclo II promove uma ação gratuita voltada para músicos, artistas, produtores culturais, compositores, técnicos, estudantes, fazedores de cultura e toda a rede produtiva da música independente pernambucana.</p>
<p>Entre os dias 28 e 31 de maio, as cidades de Arcoverde e Garanhuns recebem o projet, que propõe uma grande experiência de formação, circulação, troca de saberes e fortalecimento das redes culturais do interior do estado, reunindo artistas, produtores, técnicos, gestores e profissionais da música em uma programação intensa de palestras, masterclasses, painéis técnicos, sessões autorais, exibições audiovisuais e shows intimistas.</p>
<p dir="ltr">Todas as atividades formativas são gratuitas e os participantes com 75% de presença receberão certificado de participação.</p>
<p dir="ltr">O Studio Tear é uma iniciativa musical do Agreste pernambucano que atua no fortalecimento da música autoral independente e das produções artísticas do interior do estado, o selo é gerido por Revoredo e Stephany Metódio. Através do selo, são desenvolvidas ações de formação, circulação, gestão artística, lançamentos musicais e criação de redes colaborativas entre artistas, produtores e trabalhadores da cultura. Já o Coletivo Tear amplia essa atuação com projetos nas áreas de música, teatro, literatura, audiovisual e formação cultural, conectando arte, educação, oralidade e cultura popular em processos criativos e educativos comprometidos com a produção independente e os territórios do interior.</p>
<p dir="ltr">Em Arcoverde, a programação acontece nos dias 28 e 29 de maio, com atividades no Teatro Geraldo Barros &#8211; Sesc Arcoverde  e Estação da Cultura. Entre os convidados estão nomes como Stephany Metódio, Rodolfo Lacerda, Revoredo, Djaelton Quirino, Lula Moreira, Silvia Regina, Adriano Galvão, Efraim Rocha e Felipe Morais, abordando temas como gestão de carreira independente, distribuição musical, festivais, circuitos culturais, produção técnica e música autoral.</p>
<p dir="ltr">Já em Garanhuns, nos dias 30 e 31 de maio, as ações acontecem no Espaço Zero — Práticas Artísticas, Cine Jardim do Centro Cultural do Sesc e Área Cafeteria, reunindo artistas e profissionais como Rodolfo Lacerda, Mateus Alves, Everton Kelly, Gabriel Souza, Stephany Metódio, Deyse Leitão, Gabi da Pele Preta, Lucas dos Prazeres, Revoredo, Zeh Lucas, Isabela Moraes e Joana Terra.</p>
<p dir="ltr">O projeto conta com apoio do Sesc Pernambuco, Estação da Cultura e Teatro de Retalhos, em Arcoverde; e do Espaço Zero — Práticas Artísticas, Sesc Garanhuns e Área Cafeteria, em Garanhuns.</p>
<p dir="ltr">A programação completa pode ser conferida nas redes sociais do Studio Tear e segue abaixo:</p>
<p dir="ltr"><strong>PROGRAMAÇÃO — ARCOVERDE</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>28/05 (quarta-feira) - </strong></p>
<p dir="ltr">Sesc Arcoverde 14h — Palestra:<br />
“Gestão de Carreira Independente — Trabalhando com Música no Interior”<br />
com Stephany Metódio</p>
<p dir="ltr">16h às 17h30 — Painel Técnico:<br />
“Backstage Vivo: do Rider ao Palco”<br />
com Adriano Galvão e Efraim Rocha</p>
<p dir="ltr">Espaço Circulador — Estação da Cultura 19h — Palestra:<br />
“Da Criação à Distribuição — Caminhos Possíveis para a Música”<br />
com Revoredo</p>
<p dir="ltr">21h — Sessão Autoral:<br />
Concerto de Bolso com Felipe Morais</p>
<p dir="ltr"><strong>29/05 (quinta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">Teatro Geraldo Barros — Sesc Arcoverde 14h30 — Masterclass:<br />
“Música em Rede: Estratégias e Caminhos para Construção de Carreira”<br />
com Rodolfo Lacerda</p>
<p dir="ltr">Espaço Circulador — Estação da Cultura &#8211; 19h — Olho no Olho:<br />
“Música e Território: Festivais, Espaços Culturais e Movimentações Independentes”<br />
com Djaelton Quirino, Lula Moreira e Silvia Regina</p>
<p dir="ltr">21h — Sessão Autoral: Concerto de Bolso com Revoredo<br />
Lançamento do show “Fino Fio”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>PROGRAMAÇÃO — GARANHUNS</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>30/05 (sexta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr">Espaço Zero — Práticas Artísticas 14h — Abertura Oficial</p>
<p dir="ltr">14h30 — Masterclass: “Música em Rede: Estratégias e Caminhos para Construção de Carreira” com Rodolfo Lacerda</p>
<p dir="ltr">16h30 — Palestra: “Branding, Identidade Artística e Comunicação para Artistas”<br />
com Mateus Alves</p>
<p dir="ltr">17h30 — Painel Técnico: “Antes das Cortinas se Abrirem” com Everton Kelly e Gabriel Souza</p>
<p dir="ltr">Área Cafeteria 21h — Tear na Área — 6ª edição Show “Palavra Feminina” com Isabela Moraes e Joana Terra (Ação com ingressos vendidos separadamente).</p>
<p dir="ltr"><strong>31/05 (domingo) — GARANHUNS</strong></p>
<p dir="ltr">Espaço Zero — Práticas Artísticas</p>
<p dir="ltr">14h — Palestra: “Vivências da Criação, Produção e Direção Musical” com Revoredo</p>
<p dir="ltr">15h30 — Olho no Olho: “A Música Além do Palco — Gestão Afetiva de Carreira Artística”<br />
com Stephany Metódio e Deyse Leitão</p>
<p dir="ltr">16h30 — Poéticas da Existência: “Música, Corpo e Identidade” com Gabi da Pele Preta e Lucas dos Prazeres</p>
<p dir="ltr">18h — Sessão Autoral: Concerto de Bolso com Lucas dos Prazeres</p>
<p dir="ltr"><strong>CINE JARDIM &#8211; Centro Cultural SESC Garanhuns</strong></p>
<p dir="ltr">16h — Tela Sonora — Música para Ver &#8211; Exibição audiovisual dos videoclipes:<br />
“Areia-Passotempo”, de Revoredo com direção de Berna Valença e “Paradeiro”, de Zeh Lucas com direção de Bruno Veras</p>
<p dir="ltr">21h  — Sessão Autoral: Concerto de Bolso com Zeh Lucas</p>
<p>&nbsp;</p>
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